Conhecendo minha família #2

Conhecendo minha família #2Acordei pouco tempo depois, percebendo que só eu estava na cama. Fiquei pensando se aquilo tudo não tinha sido um sonho, mas a cama tinha provas de que a noite passada foi real. Levantei e fui procurar ela pela casa. Cheguei na cozinha e vi ela usando só um avental, o cabelão dela descendo até a cintura, junto com aquela raba que me dá vontade de repetir a noite toda de novo e de novo. Me aproximei por trás e abracei ela, fazendo ela dar um pulinho de susto. Coloquei minhas mãos na barriga dela enquanto beijava o pescoço dela ~ te incomodou ter acordado sozinho na cama? Tô preparando a comida agora, quando terminar a gente pode continuar o que a gente fez ontem ~ a voz dela era suave, mas com um tom safado, enquanto eu olhava nos olhos azuis claros lindos dela. Dava pra ver uma alegria que antes não tinha. Ela beijou meus lábios e colocou as mãos dela por cima das minhas. Nós dois queríamos a mesma coisa, isso ficou bem claro ontem ~ daqui a pouco sua tia vai vir pra finalmente te conhecer. Você entende que a gente vai ter que manter isso em segredo, né? ~ me senti meio pra baixo, mas tudo bem, desde que eu possa ter ela, não importa se os outros sabem da gente ~ tá bom, mas tem certeza que quer que eu vá visitar meus parentes? Posso ficar pra te ajudar com a gravidez ~ ela sorriu, parecia que minhas palavras tocavam algo sensível nela. Ela se virou, ficando de frente pra mim, me abraçou com força enquanto beijava meus lábios. Eu abracei ela de volta e devolvi o beijo, agora de língua. Sentir o peito dela contra o meu, enquanto o coração dela batia acelerado, fez meu pau ficar duro, e ela sentiu ele contra o corpo dela ~ vou ficar bem, eu cuido de você e você pode voltar se precisar de mim. A gente pode conversar por telefone, mas sério, eu queria muito que você conhecesse sua família, e que eles te conhecessem ~ o rosto dela tava claramente emocionado, difícil resistir. Enquanto ela se virava pra cuidar da cozinha, soltei um suspiro sabendo. qual era a melhor coisa, sentei numa cadeira perto da mesa enquanto vejo ela cozinhar, ela era outra mulher, dá pra notar uma alegria e empolgação, que a deixava mais gostosa do que antes - então vou, mas se acontecer alguma coisa me avisa pra eu voltar, ok, não quero desculpas, se rolar algo eu volto - ela se emocionou enquanto termina de preparar o café da manhã, sirvo o café e logo em seguida ela senta no meu colo, enfiando meu pau na buceta dela que já tava molhada, ela rebolava a cintura enquanto me oferecia pra começar a comer - dá pra ver que você não perde tempo, mas é isso que eu gosto em você - eu mexia minha cintura enquanto ela começa a soltar gemidos, comi um pouco do café mas larguei de lado, tinha algo mais gostoso pra comer ~ ahh ahhh lembra que a gente tem pouco tempo ahhh~ segurei a cintura dela enquanto aumentava a intensidade, ela se mexia no mesmo ritmo que eu enquanto os gemidos dela ficavam mais altos, vendo que ela só usa um avental, imaginei ela usando roupas mais provocantes ~ queria te ver usando uma lingerie ou algo mais safado~ o rosto dela mostrou um claro rubor seguido de aumento, o ritmo da cintura dela agora levantando a bunda, deixando só a ponta do meu pau dentro pra depois descer, enfiando meu pau até a base, soltei um gemido depois de sentir como ela mexe a cintura, ela colocou minhas mãos no peito dela enquanto me dá um beijo de língua selvagem, e eu pensei que a gatinha no cio já tava satisfeita ~ahhhh ahh posso usar lingerie mas acho que você gosta mais do meu corpo pelado ahhh~ deixei ela tomar o controle enquanto aproveito as sentadas dela, com a mão direita acaricio os lábios da buceta e o clitóris, enquanto com a esquerda acaricio o corpo dela sentindo, as coxas macias seguidas da barriga onde vai estar o fruto, da nossa safadeza continuei subindo até chegar nos peitos, massajo os peitos dela, sentindo o aperto forte lá dentro que já implora pela minha porra, enfiei o mais fundo que pude meu pau enquanto deixo sair minha Porra, ela soltou um gemido forte enquanto o rosto dela mostrava um puta prazer junto com uma alegria gostosa ~ ahhhh ahhh ahh te amo, te amo pra caralho ahhhh ~ juntei nossos lábios num beijo de língua selvagem, enquanto me preparava pra próxima rodada, quando a campainha tocou. Nós dois, nervosos, nos separamos; ela foi rápido pro quarto dela pegar roupa, enquanto eu fui pra sala vestir a roupa que tinha sobrado da noite anterior. Tava puto, mas tinha que disfarçar. Depois de me vestir, abri a porta e vi uma mulher de uns 31 anos, com cabelo castanho claro, olhos verdes e um corpo bem cuidado. Ela me olhou surpresa enquanto eu convidava ela pra entrar. — Você é meu sobrinho? Cê tá bem cuidado, hein. Cadê minha irmã? — Ela parecia meio nervosa, mas também animada. Cheguei perto pra convidar ela a sentar numa cadeira, nervoso que ela encontrasse alguma coisa no sofá. — Ela tá se trocando. É um prazer te conhecer. Quer sentar pra gente conversar enquanto ela vem? — A gente conversou um pouco, descobri que tenho 3 primos: dois gêmeos de 10 anos e uma prima de 16. Percebi que ela também teve filho cedo. Minha mãe chegou logo depois, vestida com um vestido branco. Ela sentou com a gente e começou a conversar com minha tia. — Então você pode fazer o favor? Eu vou estar ocupada e não vou poder levar ele pra cidade. Ficaria mais tranquila sabendo que ele tá com você. — Minha tia deu um sorrisão enquanto olhava pra minha mãe, dava pra ver que as duas se davam bem. — Claro que posso. Meus filhos com certeza vão ficar felizes em conhecer outro primo. Fica tranquila, vou cuidar muito bem dele. Pode ir arrumando suas coisas enquanto a gente conversa. — Eu concordei e fui pro meu quarto arrumar a mala. Ia ficar no máximo uns meses, mas me sentia meio mal por deixar minha mãe sozinha. Terminei de arrumar, deixei tudo pronto e saí com minha tia. Minha mãe se despediu beijando minha bochecha enquanto minha tia me esperava no carro. Entrei e vi que ela tava... de cinto colocado, notando que pela blusa branca dela dava pra ver a silhueta do mamilo junto com a cor rosada dele, tentei me acalmar enquanto a gente vai pela estrada, ela parecia bem concentrada, dificultando começar uma conversa, chegamos num motel onde ela para, vamos juntos enquanto ela parecia envergonhada - vamos ficar a noite, já que não me sinto confortável dirigindo de noite - eu só concordei enquanto a gente vai pedir um quarto, entramos notando que só tinha uma cama, ela foi até a geladeira do quarto, pegar 2 latas de cerveja me dando uma enquanto começa a tomar a outra, ela sentou na cama - usaram camisinha ou ela queria ter um bebê? - a pergunta dela me surpreendeu fazendo eu quase soltar a cerveja, sentei do lado dela enquanto tento pensar num jeito de como tocar no assunto - como você sabe sobre... a gente - ela terminou a cerveja dela pra pegar outra enquanto solta um suspiro suave - dava pra ver manchas de porra no sofá e eu ouvi vocês quando tava na porta, sabe, não vou falar nada sobre o relacionamento de vocês já que é melhor que o meu - ela soltou um suspiro leve enquanto dá um longo gole na cerveja dela, fiz carinho suave nas costas dela entendendo a situação - quer falar sobre isso? e não usamos camisinha, vamos ter um filho - ela me olhou nos olhos por uns segundos e logo depois, se aproximou de mim juntando nossas bocas num beijo, senti o gosto de vinho na boca dela, sabendo que ela já tinha bebido antes de ir na minha casa, pensei em afastar ela mas no lugar quis ver até onde a gente pode ir, transformei o beijo num de língua onde ela parecia animada, enquanto coloquei minhas mãos na cintura dela, onde ela me ajudou a tirar a calça dela, ficando só de calcinha que também tirou, pra depois guiar minha mão até a buceta dela, acariciei os lábios da buceta dela fazendo ela soltar um gemido suave ~ você pode fazer comigo também? por favor~ ela parecia triste enquanto esperava minha resposta Me sentia meio culpado, mas também queria continuar e, acima de tudo, ver o rostinho dela gemer de tesão. — Claro, mas só um pedido: sem camisinha. — Ela parecia nervosa, mas depois de alguns segundos tirou a blusa, ficando completamente nua. A pele dela era branquinha, diferente da minha mãe, com uns mamilos de um rosa lindo. Ela me ajudou a tirar a roupa e, assim que baixei a calça, começou a chupar meu pau, passando a língua pela cabeça e descendo pelo corpo inteiro. A língua dela percorria meu pau enquanto ela acariciava os lábios e o clitóris da buceta dela. A buceta dela já estava meio molhada, e ela parecia adorar o gosto do meu pau. Depois de uns minutos, ela se afastou, viu que eu já tava bem duro, e se ajoelhou de quatro, levantando a cintura enquanto separava os lábios da buceta dela. — Entra, por favor, quero sentir o prazer do sexo de novo. — Me posicionei atrás dela, olhando pra buceta e pra raba dela. Enfiei meu pau, sentindo o interior dela apertar meu membro. Ela começou a gemer enquanto rebolava, dava pra ver que tava há muito tempo sem fazer isso. Ela queria atenção de um homem, queria sentir prazer, e me encontrou no caminho. — Pronta pra virar minha mulher hoje à noite? — Comecei a mover a cintura com força, sentindo o interior dela ficar mais quente e apertar mais forte. A raba branca dela se mexia no mesmo ritmo que o meu, enquanto os gemidos dela ficavam mais altos. — Ahhhhh, senti tanto falta desse prazer... Meu marido arrumou uma amante, e pensei que eu também teria que arrumar um. — Movi a cintura com mais intensidade, fazendo a cama tremer. Me aproximei pra chupar o pescoço dela, deixando várias marcas. O rostinho dela mostrava um prazer imenso enquanto os gemidos saíam a cada estocada. Coloquei a mão direita sobre os lábios rosados da buceta dela, acariciando-os e sentindo como ela apertava meu pau em resposta. Ela parou de rebolar. Me deixando levar pelo ritmo, apertei a bunda dela com a mão esquerda, vendo como minha mão fica marcada na pele dela, uma gostosa da cidade, que logo vai ter a buceta cheia do meu leite ~ ahhhhhh ahhh vou ter o bebê de alguém que não é meu marido ahhh vou ter o bebê do meu sobrinho ahhhh~ o rosto dela só mostrava muito prazer a cada estocada, seus lindos olhos verdes me olhando com desejo, enquanto os gemidos dela me convidam a encher a buceta dela, me aproximei pra juntar nossas bocas num beijo de língua selvagem, enquanto com meu pau completamente dentro dela, jorro meu leite sabendo que agora ela é minha, ela soltou um gemido forte enquanto colocava a mão na barriga ~ ahhhhhh ahhh que delícia sentir minha buceta cheia ahhhhh do seu leite ahh~ ela parecia satisfeita como se aquilo fosse suficiente, tirei meu pau de dentro dela pra virá-la, e ficar de papo pra cima, movia minha cintura com a mesma intensidade, vendo o rosto surpreso dela mas também, com um sorriso safado ~ ahhhhh ahhh 2 vezes? cê quer tanto assim me engravidar? ahhhh ahhhh faz isso por favor~ me aproximei dela pra chupar os biquinhos rosados, sentindo o coração acelerado dela, enquanto sinto ela acariciar minha cabeça, e coloca as pernas na minha cintura sentindo como a buceta dela fica, mais quente e molhada, acariciei os lábios da buceta dela com a mão direita, enquanto com a esquerda acaricio a barriga dela, - você é minha mulher agora obviamente vou botar um bebê nessa sua barriga gostosa- ela corou enquanto se aproximava do meu ouvido pra sussurrar entre gemidos ~ ahhhhhh faz isso me deixa ter seu bebê ahhhhhh se torna o novo dono do meu corpo ahhh~ mal aguentei por uns minutos até, soltar a segunda gozada dentro dela sentindo, como o corpo dela treme enquanto me abraça, com os braços e pernas enquanto aperta meu pau, querendo até a última gota do meu leite, enquanto solta gemidos fortes, ela já parecia exausta mas queria deixar uma última carga dentro da sua barriga - ainda falta a última, sabe, tenho que marcar bem o interior da minha mulher - ela trocou de posição, ficando por cima de mim, ela parecia surpresa enquanto um sorriso se desenhava no rosto dela, começou a pular no meu pau, tirando meu pau até ficar só a ponta dentro dela, pra depois enfiar tudo de novo, eu só olhava como os peitos brancos dela balançavam, e os mamilos rosados estavam durinhos, enquanto colocava a mão esquerda na cintura dela e a direita na barriga dela, senti ela apertar por dentro, como se pedisse mais porra ~ ahhhhhh ahhhhhh vou ter que fazer passar como filho do meu marido ahhhhhh mas você pode escolher o nome~ ela sorriu enquanto eu via ela continuar mexendo a cintura, aumentando a velocidade até o máximo, o rosto dela mostrou um puta prazer seguido de um gemido forte, enquanto eu solto o terceiro tiro dentro dela, ela deitou em cima de mim com meu pau ainda dentro, acariciei a cabeça dela enquanto ela dormia em cima de mim - vou ter que pensar em uns nomes - eu dormi sentindo a respiração suave dela, junto com os peitos dela contra o meu peito, enquanto colocava as mãos nas costas dela Dia 2

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