Essa história é de uns anos atrás. Eu tava namorando a Kari, uma ruiva linda, olhos claros, peitão bom, uma bunda do caralho. A gente tinha 22 anos e ela tinha pouca experiência na cama, segundo ela, eu era o terceiro cara. A gente transava toda hora, no carro, em casa, no hotel, na casa dela enquanto os pais dormiam, eu comia ela de pé na cozinha. A gente tava sempre no fogo. Ela foi se soltando cada vez mais, mas a buceta não queria engolir a porra, ela dizia "nãooo", mas aos poucos e com paciência tudo se consegue. Eu tenho uma piroca boa, graças a Deus, 21 cm, bem venosa, grossa e cabeçuda, então ela tava se divertindo e eu mais ainda. Deu bastante trabalho, mas um dia, num hotel, eu deixei a Kari muito molhada e, enquanto eu tava chupando bem a buceta dela, ensalivei bem o cu dela. Quando toquei com a língua, ela tremeu toda e gemeu gostoso. Então foi só uma chupada de cu mesmo. Depois, conversando, ela disse que aquilo a deixou louca. Eu falei: "imagina quando eu fizer de verdade, como você vai ficar". Ela respondeu: "hmm, me dá um pouco de medo da dor". A gente continuou transando várias vezes e sempre com uma boa chupada de cu. Um dia, coloquei um dedo no cu dela. Primeiro ela franziu, mas depois de um tempo já tinha relaxado e foram dois dedos. Ela disse: "isso me deixa louca, vamos tentar, mas se doer, você tira". Caralho, eu trabalhei nela por mais um tempo e ela falou: "ufffffff, tenta, não aguento mais". Aí eu coloquei ela de lado e encostei a grossa na porta do cu dela. Ela foi relaxando e, aos poucos, a cabeça entrou. Uhhhhhh, como ela reclamou, mas eu deixei dentro. Muitos carinhos e, depois de um tempo, tentei enfiar um pouco mais. Ela aguentou um pouco, mas não quis mais. Então eu parei. Pensei: "na próxima, não paro". E foi assim. Mas dessa vez me ajudei com um gel anal. Ahhhh, dessa vez foi incrível, todo o trabalho. Mostrei o gel pra ela e a gente brincou bastante. Enfiei o gel bem fundo, os dedos entravam como se fosse nada, e ela dizia que não sentia incomodava, num momento ela me disse, love, experimenta, devagar, mas vamos tentar e sim, agora sim, eu tomei todo o tempo do mundo, mas devagar foi entrando, ela reclamava mas aguentou, eu meti de boa, ela gozou não sei quantas vezes e quando eu tava perto de gozar, empurrei fundo e soltei uns jatos de porra bem profundos e ela gritou e gozou de novo, tô doendo, ela dizia, já foi, love, já foi. Depois dessa vez, sempre que dava, a gente usava a raba, ela já tinha entregado a raba e já tomava a porra. Um dia, comprei um plug anal e mais gel e ela pirou, com o plug no cu e usei a buceta cheia de carne, foi foda aquele dia, ainda bem que a gente tava num hotel, ela gemeu e gritou que nem uma gostosa, gozou a jatos, os olhinhos virados e eu achei que ela desmaiava naquele dia, ficou largada, acabada, não aguentava mais. Continuou com o brinquedo no cu, a gente tomou banho e transou de novo no chuveiro, ela ainda tava com o cu ocupado. Depois ela me falou que as coisas que sentiu foram incríveis e eu falei, imagina se a gente faz um menage! Não, isso não, assim tá bom. No caminho pra casa, sozinha, ela abriu meu zíper e enquanto eu dirigia, ela chupava minha pica uffff, engoliu toda a porra e depois me beijava e perguntava se eu ficava na casa dela pra dormir, não, magra, amanhã trampo.
Passaram os dias, talvez um mês, e um dia vendo um pornô no hotel, tinha um menage, eu falava, não anima? Você ia gostar de ver outro cara me comendo? Sim, se a gente fizer só pensando em se divertir, não ia gostar que você comesse outro escondido, não, acho que não conseguiria, love.
Mas tudo chega, eu não largava a ideia, de vez em quando insistia no menage.
Um dia a gente tava numa festa de uns amigos, notei que ela conversava e ria muito com um cara que a gente não conhecia, ele tava sozinho. Num momento a gente tava se pegando num sofá e eu falei, Kari, cê gostou daquele cara? Que isso, idiota, fala sério, vi como você tava devorando ele com o olhar. Para de falar besteira, cê tá com ciúme? Não, só tava pensando que se quiser, a gente vai os três pra um hotel. De novo com isso, qual seria o problema? A gente passou uma noite gostosa num hotel, para com isso. Voltamos a dançar e num momento eu falo: vou no banheiro, já volto. Ela ficou dançando com umas amigas. Quando voltei, vi de longe que ela tava dançando com o cara. Fiquei olhando de longe e via como eles riam e zoavam. Fizeram um trenzinho, o cara atrás dela, e quando desfez o trenzinho, eles se olharam e riam, e tavam conversando alguma coisa. Vi eles se afastarem, pegarem uns copos e saírem pra fora. Ficaram conversando e num momento teve um beijinho. Aí apareci como se nada, oi, oi, o que tão fazendo? Tomando um ar. Ela me agarra pela cintura e me dá um beijo. É, tá muito calor lá dentro, love. Ficamos um tempinho e voltamos pra dentro. Então sim, falo: Kari, chama o Juan, convida ele pra um ménage e a gente vai. Para com isso, Kari, te vi dando um beijo nele. Para de encher o saco e vamos pra um hotel. Sério que você quer isso? Sim, falei. Ela me olhou, levantou e foi buscar ele. Pegou ele pela mão e levou pra fora. Olhei de longe, ela tava falando com ele. Ficou olhando pra ele e comeu a boca dele. Vi os dois voltando caminhando. Ela chegou perto de mim e falou: vamos, mas primeiro eu fodo ele sozinha e depois a gente faz o que você quiser. Ok. A gente se despediu e foi embora. Subimos no carro e fomos pra um hotel na Panamericana. No caminho, combinamos como ia ser. Ela me olha e fala: primeiro eu com o Juan e depois os três juntos, tá? Por mim, tudo bem. E você, Juan? Tá bom. Nada de nada entre nós dois. Não, lógico. Entramos no quarto e a Kari tava claramente muito excitada. Na hora, já tava beijando ele e passando a mão. Apareceu uma bela pica, ela se jogou pra chupar e depois fizeram um 69 completo. Eu tava com a pica duríssima. Ela foi saindo e ficou de quatro. Me olha, sorri e fala: olha como o Juan tá comendo minha bunda pequena. Quer? Sim, o que você quiser. Dou uma chupadinha na bunda dela e vou enfiando, ela gemendo igual uma bebê, siiiiiiiiiii, isso isso, que piroca linda que eu tô mamando, amor! Gozo várias vezes, ele também explodiu, e a Kari pediu pra eu chegar perto. O Juan ainda tava com a pica no cu dela, e ela me beijou e perguntou: "Gostou?" Sim, amor, adorei. Aí eu aproximei a pica da boca dela, e ela já foi chupar, enquanto o Juan continuava comendo o cu dela. Ela gemia e gemia. Falei: "Vamos nos ajeitar pra um duplo agora." "Juan, deita", ela disse. "Aí eu subo e dou a bunda pro meu amorzinho." E foi assim. Ela enfiou a pica do Juan na buceta, e eu me posicionei atrás. Ela tava com o cu aberto, vermelho e vazando gozo. Enfiei de uma vez, e cavalgamos os três. Como a louca gritava e gemia! O Juan chupava os peitos dela, a boca, e num instante gozamos todos. Foi loucura. Depois, comi ela de novo sozinho. O Juan foi tomar banho. Perguntei: "E aí, curtiu?" "Loucura, amor. Matei a vontade, fiquei destruída, mas feliz." Depois, tomamos banho juntos e saímos. Levamos o Juan até a casa dele, e ele disse: "Galera, quando quiserem repetir, é só falar." Ela respondeu na hora: "SIIIIIM, a gente avisa."
No caminho pra casa dela, falei: "Parece que você gostou muito, gatinha." "Verdade, adorei me sentir cheia de pica por todos os lados. Não pensei que você aguentaria me ver sendo comida por outro cara. Então, quando quiser repetir, é só falar, ok?" Já tava pensando na próxima vez: seria numa casa de swing. Depois conto como foi.
Passaram os dias, talvez um mês, e um dia vendo um pornô no hotel, tinha um menage, eu falava, não anima? Você ia gostar de ver outro cara me comendo? Sim, se a gente fizer só pensando em se divertir, não ia gostar que você comesse outro escondido, não, acho que não conseguiria, love.
Mas tudo chega, eu não largava a ideia, de vez em quando insistia no menage.
Um dia a gente tava numa festa de uns amigos, notei que ela conversava e ria muito com um cara que a gente não conhecia, ele tava sozinho. Num momento a gente tava se pegando num sofá e eu falei, Kari, cê gostou daquele cara? Que isso, idiota, fala sério, vi como você tava devorando ele com o olhar. Para de falar besteira, cê tá com ciúme? Não, só tava pensando que se quiser, a gente vai os três pra um hotel. De novo com isso, qual seria o problema? A gente passou uma noite gostosa num hotel, para com isso. Voltamos a dançar e num momento eu falo: vou no banheiro, já volto. Ela ficou dançando com umas amigas. Quando voltei, vi de longe que ela tava dançando com o cara. Fiquei olhando de longe e via como eles riam e zoavam. Fizeram um trenzinho, o cara atrás dela, e quando desfez o trenzinho, eles se olharam e riam, e tavam conversando alguma coisa. Vi eles se afastarem, pegarem uns copos e saírem pra fora. Ficaram conversando e num momento teve um beijinho. Aí apareci como se nada, oi, oi, o que tão fazendo? Tomando um ar. Ela me agarra pela cintura e me dá um beijo. É, tá muito calor lá dentro, love. Ficamos um tempinho e voltamos pra dentro. Então sim, falo: Kari, chama o Juan, convida ele pra um ménage e a gente vai. Para com isso, Kari, te vi dando um beijo nele. Para de encher o saco e vamos pra um hotel. Sério que você quer isso? Sim, falei. Ela me olhou, levantou e foi buscar ele. Pegou ele pela mão e levou pra fora. Olhei de longe, ela tava falando com ele. Ficou olhando pra ele e comeu a boca dele. Vi os dois voltando caminhando. Ela chegou perto de mim e falou: vamos, mas primeiro eu fodo ele sozinha e depois a gente faz o que você quiser. Ok. A gente se despediu e foi embora. Subimos no carro e fomos pra um hotel na Panamericana. No caminho, combinamos como ia ser. Ela me olha e fala: primeiro eu com o Juan e depois os três juntos, tá? Por mim, tudo bem. E você, Juan? Tá bom. Nada de nada entre nós dois. Não, lógico. Entramos no quarto e a Kari tava claramente muito excitada. Na hora, já tava beijando ele e passando a mão. Apareceu uma bela pica, ela se jogou pra chupar e depois fizeram um 69 completo. Eu tava com a pica duríssima. Ela foi saindo e ficou de quatro. Me olha, sorri e fala: olha como o Juan tá comendo minha bunda pequena. Quer? Sim, o que você quiser. Dou uma chupadinha na bunda dela e vou enfiando, ela gemendo igual uma bebê, siiiiiiiiiii, isso isso, que piroca linda que eu tô mamando, amor! Gozo várias vezes, ele também explodiu, e a Kari pediu pra eu chegar perto. O Juan ainda tava com a pica no cu dela, e ela me beijou e perguntou: "Gostou?" Sim, amor, adorei. Aí eu aproximei a pica da boca dela, e ela já foi chupar, enquanto o Juan continuava comendo o cu dela. Ela gemia e gemia. Falei: "Vamos nos ajeitar pra um duplo agora." "Juan, deita", ela disse. "Aí eu subo e dou a bunda pro meu amorzinho." E foi assim. Ela enfiou a pica do Juan na buceta, e eu me posicionei atrás. Ela tava com o cu aberto, vermelho e vazando gozo. Enfiei de uma vez, e cavalgamos os três. Como a louca gritava e gemia! O Juan chupava os peitos dela, a boca, e num instante gozamos todos. Foi loucura. Depois, comi ela de novo sozinho. O Juan foi tomar banho. Perguntei: "E aí, curtiu?" "Loucura, amor. Matei a vontade, fiquei destruída, mas feliz." Depois, tomamos banho juntos e saímos. Levamos o Juan até a casa dele, e ele disse: "Galera, quando quiserem repetir, é só falar." Ela respondeu na hora: "SIIIIIM, a gente avisa."
No caminho pra casa dela, falei: "Parece que você gostou muito, gatinha." "Verdade, adorei me sentir cheia de pica por todos os lados. Não pensei que você aguentaria me ver sendo comida por outro cara. Então, quando quiser repetir, é só falar, ok?" Já tava pensando na próxima vez: seria numa casa de swing. Depois conto como foi.
2 comentários - Primeiro menage com a namorada antiga