Minha mulher acabou dando pro negão, me excita

Minha parceira é muito gostosa, sempre rouba olhares em todo lugar que vai. É uma morena baixinha, com um corpo muito equilibrado. Tem uma bunda bem empinada, é um dos atributos mais marcantes dela. Os peitos dela não são grandes, mas também não são muito pequenos. São firmes, os bicos são muito sensíveis, daqueles que com o menor toque já ficam duros e apontando pra cima, sempre dá vontade de chupar eles. Ela vai na academia direto.
Decidimos ir pra praia, Brasil
A ideia era alugar um apartamento perto da praia e uma barraca pra deixar nossas coisas quando a gente tiver lá.

Assim que chegamos, largamos as tralhas e fomos pra praia pra aproveitar o tempo. Já era quase meio-dia, depois de tantas horas de viagem, eu tava com fome, ela também. Ela ficou na barraca e eu fui buscar comida. Quando tava voltando, ela me viu chegando carregado e veio correndo me ajudar. Nesse caminho, passou por ela um senegalês, bem alto, com os músculos definidos. Percebi como eles se olharam quando passaram perto. O negão, sem vergonha nenhuma, virou pra olhar a rabeta dela depois que se cruzaram. Ela continuou andando na minha direção.
Chegamos na barraca, comemos e depois fomos pro mar um tempinho pra refrescar.
O sol tava meio forte, então voltamos pra barraca.
Quando a gente tava na água, eu tinha visto uma mina bem gostosa que tava por perto.. (com minha parceira a gente tem um acordo de casal que é tipo: os dois podem flertar com outras pessoas).
Falei pra ela que já voltava e saí atrás da mina. Ela ia ficar mais um pouco ali e depois ia pra água de novo.
Encontrei a mina e comecei a trocar uma ideia com ela, só uns minutos porque ela não tava muito afim. No fim, voltei pra barraca e lá estava ele, o senegalês querendo vender uma corrente pra ela. De longe, eu via ele ajudando ela a colocar as correntes e ela dando mole pra ele. Devagar fui me aproximando, ela me viu, tirou a corrente e falou que não queria. Ele fez um gesto tipo que tava dando de presente, ela agradeceu com um sorrisão e o preto se mandou.
Ela colocou de novo e ficou olhando enquanto ele se afastava da barraca.
 
Depois de ficar um tempo considerável na água, a gente ficou na areia tomando sol, mesmo sem ter o protetor solar por perto.
Imediatamente fui procurar ele na barraca. Demorei um pouco pra voltar.
Depois que ele foi embora, olhei pra praia pra ver se minha mina tava lá, mas não vi. Cheguei mais perto, olhei pro mar pra ver se ela tinha entrado de novo e encontrei ela, tava no fundo nadando. Aproximei um pouco mais e vi que do lado dela tava o Malak, que aos poucos se encostava mais e mais nela. Dava pra ver só as cabeças deles, tavam bem dentro do mar. Ele colou atrás da Agus e começou a beijar o pescoço dela. Ela pegou na cabeça do Malak, virou a dela e se deram um beijo de língua bem intenso. Eu, só observando da beira.
Devagar, a maré começou a baixar e eu pude ver ele acariciando os peitos dela enquanto continuavam se beijando.
Eu tava ficando excitado só de ver ela naquela situação. Ela tava entregue, muito gostosa e sem preocupação nenhuma.
Virei pra barraca e fiquei esperando por ela.
Vinte minutos depois, ela voltou pra barraca. Eu fingi que não tava ligando e falei que não tinha achado ela. Ela respondeu que ficou na água, que tava uma delícia.
Pelo biquíni dela dava pra ver como os bicos dos peitos dela estavam durinhos, ela me olhou e falou que tava com frio depois de sair da água.
 
Quando cheguei, agarrei ela pelo pescoço e beijei com muita paixão, deitando ela na cama. Em dois movimentos, tirei o biquíni dela e comecei a chupar os peitos dela, que ainda estavam bem durinhos. Devo dizer que ela também tava muito excitada, então rapidinho tirou tudo de mim e começou a chupar meu pau com muita energia. Depois, ela ficou de quatro e pediu pra eu meter nela na hora. Segurei ela pela cintura e enfiei de uma vez. Ela gemia forte enquanto eu metia sem perder o ritmo. De propósito, levantei ela só um pouco pra agarrar os peitos dela e comecei a beijar o pescoço dela. Naquele momento, eu sabia o que ela tava pensando, e deu certo. Ela começou a gritar como nunca, fazia sons que eu nunca tinha ouvido dela, e finalmente teve um orgasmo animal. Ela tava respirando muito ofegante, eu diminuí o ritmo mas continuei me mexendo. Estranhei não ter gozado, vendo ela agir daquele jeito. Ela tava muito tesuda, deitou de barriga pra cima, pediu pra eu continuar comendo ela, e eu obedeci. Enfiei de novo e fui acelerando devagar. Cheguei num ritmo constante, ela tava um pouco mais calma, já tinha se aliviado um pouco. Comecei a lembrar da cena do mar e em alguns segundos senti que ia gozar, então tirei o pau e jorrei um baita jato de porra no peito dela. Caí exausto do lado dela e ficamos abraçados. Ela ainda respirando forte, com o olhar fixo num ponto, e em silêncio brincava com a porra no peito dela.
Já tinha ficado tarde, então comemos algo leve e fomos dormir.
No outro dia ela acordou com vontade de comer churros no café da manhã e me falou que ia comprar.
Quando ela saiu, comecei a preparar café enquanto esperava por ela, e de quebra mandei uma mensagem pra mina da praia pra ver se rolava algo. Ela disse que só ia pra praia à tarde, que a gente se via lá.
Tava ficando tarde e ela não vinha, resolvi ir até a barraca pra largar as coisas e ir buscar minha mulher.
Minha mulher acabou dando pro negão, me excita

Quando cheguei, vi que o toldo estava abaixado e, quando puxei a cortina, ela estava lá com o Malak se beijando. Os dois de pé, ele com o torso nu e ela com o biquíni mais minúsculo.
Eles não se desgrudaram em nenhum momento, ela segurava os braços dele, as costas, descia até as nádegas e ele estava colado nela, apertava as nádegas dela, subia pelas costas, se afastou só um pouco e passou as mãos nos peitos. Entre um beijo e outro dava pra ouvir a Agus gemendo baixinho, até que o Malak desceu a mão até a virilha e, por um ladinho da calcinha fio-dental, enfiou os dedos. Ela reagiu como se tivesse levado um balde de água gelada e na hora tirou a mão dele, dizendo que não.
Eu saí de lá rapidão e uns minutos depois ela me mandou mensagem dizendo que não tinha conseguido churros. Respondi que sem problemas, que esperava ela pra almoçar no apartamento. Tava explodindo também, tenho que confessar. Em uns dez minutos ela chegou, toda desarrumada, com os peitos duros — e não era por causa do frio, porque ela não tinha entrado na água e tava calor. Não falei nada sobre isso, e ela também não. Tava excitada de um jeito desconfortável, dava pra ver na cara e na respiração dela. Era insustentável. Ela não aguentou e me propôs que, antes de comer, queria "tomar a porra" e na hora se ajoelhou, puxou minha sunga pra baixo e começou a chupar meu pau desesperadamente. Eu levantei ela e levei pra cama. Lá, tirei a calcinha fio dental dela, fizemos 69, ela ficou por cima de mim, e eu comecei a chupar a buceta dela, toda encharcada. — "Que molhada que você tá, meu amor" — falei provocando. Ela respondeu: — "É, acordei com vontade, mas você tava dormindo". Sabendo o que tinha rolado na barraca, enfiei um dedo na buceta dela enquanto continuava lambendo o clitóris. Aos poucos, ela começou a tremer e a esfregar a buceta na minha boca. Começou a gemer cada vez mais alto enquanto me masturbava com força até soltar um grito forte e ficar parada. Quando se recuperou, me perguntou se eu tava perto de gozar, dizendo que queria tomar a porra agora. Em alguns segundos, falei na grosseria: — "Aqui, toma a porra". Ela segurou firme minhas bolas e começou a engolir todo o sêmen que eu tava soltando. Ficamos deitados um tempão até ela falar que tava com fome, então levantamos e comemos.
Antes de voltar pra praia, ela foi tomar um banho. Levou a fio dental junto pra lavar, já que tava toda melada de fluidos.
Saiu do banho e fomos pra barraca.
Eu tinha combinado de encontrar a outra mina, então falei pra Agus que talvez fosse na academia por um tempo.
Encontrei essa mina e a gente ficou tomando cerveja enquanto batia um papo. Começou a rolar uma química, quem sabe não rolava algo a mais. Decidi voltar pra barraca e vi que a Agus tava na água, óbvio que tava com o senegalês.
Naquele momento, não me importei muito, queria voltar pro apartamento pra pegar camisinha, só por precaução.
Chegando lá, ouço a porta abrir de repente e, instintivamente, entro no banheiro. Então, abro a porta só um pouquinho e vejo minha mina e a Malak se beijando, pegando fogo de tesão. Ele tira a parte de cima do vestido dela e já começa a chupar os bicos duros da Agus. Ela, por sua vez, começa a esfregar o volume do negão com desespero. Devagar, vai descendo, lambendo os peitorais, a barriga e, quando ajoelha, tira a rola dura e imponente do Malak. Agus solta uma risadinha e, sem dizer nada, enfia na boca. Óbvio que só entrava metade, então ela tirava pra lamber o que faltava e depois voltava pra cabeça. Fez isso várias vezes. Aí, ele levantou ela, puxou a fio dental pra baixo e deitou ela na cama pra chupar a buceta dela. O negão deu duas lambidas e ela falou: "Não, não, enfia logo, que não aguento mais". Ele obedeceu, subiu nela e começou a meter devagar. Avançava um pouco e recuava, fez isso várias vezes, enquanto a Agus respirava cada vez mais forte conforme a rola entrava mais e mais fundo. Lentamente, o pau começou a sumir dentro da minha mina, até chegar no fundo. Ainda sobravam uns centímetros de rola pra fora, e daí ele começou a se mexer suavemente. O negão chegou perto do pescoço dela e começou a beijar. Ela começou a gemer, cada vez mais alto, e de repente gritou que ia gozar. Ele acelerou um pouco mais e a Agustina já tava dando berros e arranhando as costas do Malak. O orgasmo que ela tava tendo era tão forte que ela começou a se contorcer e tremer até pedir pra ele parar um pouco. Abraçou ele com força, com os olhos virados, mal conseguindo respirar.
Pararam um pouco, ele tirou o pau pra fora e ela automaticamente começou a chupar. A Agus falava entre risadas — "tá mais dura agora, que delícia". Ela parecia drogada, com os olhos semiabertos, nunca tinha visto ela daquele jeito.
Depois, Agus subiu em cima dele e, suavemente, guiou o pau até a buceta dela. Ainda tremendo, começou a enfiar devagar. Quando chegou no fundo, começou a acariciar os ovos dele e se movia com calma. Ele aproveitava pra acariciar os peitos dela enquanto ela subia e descia naquele pau preto sem fim. Quando ela enfiava tudo, dava pra ouvir os fluidos chapinhando lá dentro. Depois de um bom tempo assim, ela começou a se mexer mais bruto, enquanto o preto incentivava ela com tapas na bunda. Ela metia e tirava gritando sem vergonha, claramente anunciando outro orgasmo forte, até que finalmente chegou. Parou com o pau todo enfiado, com a xota tremendo e mordendo os lábios. Aí, ela ficou de quatro e pediu pra ele meter forte e gozar tudo dentro. E foi o que aconteceu: Malak segurou ela pela cintura e enterrou com tudo. Começou a meter forte enquanto agarrava os peitos dela. Ela gritava pra caralho mandando ele continuar assim, enquanto batia a raba na virilha do senegalês. Ele ficou louco e começou a dar tapão na bunda dela, aumentando ainda mais a intensidade. Agus gritava sem parar e o preto agarrou ela pela corrente que tinha dado de presente e começou a enforcar. Eu fiquei meio preocupado, mas ela não resistiu; pelo contrário, parecia que excitava ainda mais. Foi um momento intenso pra caralho até que ela avisou que não aguentava mais, e ele também parecia no limite, porque começou a gritar forte também e meteu até o fundo com tanta força que quebrou a corrente. Ela, com o pescoço todo marcado, tremia exausta, ainda com o pau do Malak dentro, que continuava jorrando leite pra dentro dela.
Só ficaram um tempinho na cama se recuperando. Agus disse que precisava ir. Assim, pelada, acompanhou ele até a porta, se despediram com um beijo longo. Malak foi embora, mas não sem antes dar um tapão na bunda dela, e ela voltou pro quarto. Se jogou na cama e ficou suspirando, exausta.
Era de noite, ela se levantou e foi pro banheiro, onde me encontrou. A gente não sabia o que dizer.
Na verdade, já estava tudo claro desde o dia em que os olhares se cruzaram, era inevitável que fossem transar, mesmo que a gente não tivesse combinado.

4 comentários - Minha mulher acabou dando pro negão, me excita

una acotacion , en Brasil no existen las carpas, solo sombrillas