Segunda parte do encontro com o pai do meu amigo. Embora a gente transasse com meu amigo, a gente não era namorado assumido, a gente se divertia junto mas nenhum dos dois dava aquele passo pra virar namorado. Numa sexta-feira, encontrei meu amigo no mato, no mesmo lugar de sempre. Naquele dia a gente transou bem gostoso. Eu tava com uma calça jeans rasgada na perna e uma meia de rede por baixo, tava um pouco frio então eu tava de moletom canguru, uma calcinha fio-dental violeta de um tecido parecido com cetim. A gente se encontrou e se pegou muito, muita língua e beijos no pescoço, chupei ele, ele me comeu muito bem, eu já me mexia bastante e ele também. De quatro, com meia de rede e a calcinha de lado, ele tinha a melhor vista, como o pau dele sumia dentro da minha buceta. A gente transou um tempo e ele gozou na minha boca. Aí a gente ficou conversando sobre uma festa de formatura que a gente ia. Combinamos de nos encontrar na festa, a ideia era ficar na festa e depois ir transar com ele. A festa era pra 1h da manhã. Eu me preparei, coloquei um sutiã rosa e uma calcinha fio-dental high muito linda, de um tecido, meia-calça preta e jeans e moletom, só o moletom por cima do sutiã mesmo. Umas 12 da noite, ouço uma buzina fora de casa, saí, era o pai do meu amigo, Alfredo.
EU: Oi, Alfre, o que cê faz aqui?
ALFRED: Nada, sabia que você ia estar aqui e passei pra ver se a gente dá uma volta.
EU: Mas eu tenho a festa que combinei com seu filho, Alfred.
ALFRED: É, mas a gente se vê um pouco e depois te levo pra festa.
EU: Hum, tá bom, então vamos. Subi no carro e a gente se beijou na boca direto, fomos pra casa dele. Eu já tava pensando que dessa vez ia transar muito bem com ele, me mostrei mais experiente e desafiadora.
EU: Hoje vou te deixar seco, seco, falei.
ALFRED: Pra isso você tem que transar muito e ter resistência.
EU: Óbvio que tenho.
Foi um erro ser desafiadora. Entramos em casa, ele me pegou pela cintura e me beijou muito, falou "olha que eu não sou igual ao meu filho, hein". "Vamos ver", falei. Ele me jogou na cama, tirou toda a minha calça e adorou o que eu tava vestindo, e tirou meu moletom.
ALFRED: Que... Sorte do meu filho de ter você todo dia
EU: e por quê? Você nunca vem me buscar
A gente continuou se beijando, ele passava a mão na minha bunda, apertava tudo, até que rasgou minha calcinha na parte da buceta. Chupou bem meus peitinhos e depois se dedicou a chupar meu cuzinho de quatro, foi uma loucura como ele comia com a língua. Devem ter passado uns minutos e veio meu primeiro gozo, molhando toda minha calcinha de porra. Ele continuou, minhas pernas tremiam, até que ele me virou e de uma vez me deparei com aquela piroca enorme que entrou de uma vez na minha boca. Ele fodia minha boca com aquela pica grande, eu engasgava e babava todo o pau dele e minha perna. De vez em quando ele pegava minha boca, me beijava e cuspia dentro da minha boca.
Alfredo: como você chupa, putinha, que gostoso, viu? Te falei que não sou igual ao meu filho.
EU: adoro, você tem ele muito grande. Olhei nos olhos dele, batendo uma punheta, e falei: você me come?
Me coloquei de quatro e, toda babada, ele foi enfiando. Morria de dor, mas era gostoso e bem gostoso. Aguentava a dor. Quando entrou de vez, começou a bombada, parecia que meu cu se abria no meio. Ele começou a meter forte, eu gritava e já pedia para parar, mais devagar, não aguentava mais. Fui ignorada, ele só respondeu com uma enfiada mais forte. Assim ele me teve por um bom tempo, eu apertando e mordendo o travesseiro e gritando, até que ele gritou: vou gozar. Veio na minha cara, e eu, como dava, me deitei de barriga pra cima e ele jogou uma quantidade linda de porra bem grossa, que era linda e leitosa, hum. Engoli um bom gozo. Ele se deitou e falou: sobe. O pau estava durasso, e eu com a cara cheia de leite escorrendo, subi e enfiei de uma vez. Ele me comeu muito forte, eu quis parar, as lágrimas caíam, não conseguia fazê-lo parar e eu gritava, e ele arrebentava meu cu. Enquanto isso, arrancou meu sutiã e minha calcinha, esticou tudo e dava pra sentir como se descosesse um pouco. Ele deu umas enfiadas fortes e eu me joguei pro lado, e de novo, tudo de porra na boca e na cara, minha calcinha encharcada de porra dele e da minha, que gozei três vezes. Fiquei chupando um pouco até ele broxar, tomei tudo. Lexita do meu rosto, ele me comeu e a gente ficou um tempão. Aí, beleza, a gente se vestiu e ele me levou pra festa, tudo arrombada, já eram 3 da manhã. Desci na esquina e a gente se pegou antes de eu descer do carro. Bem na hora, um grupo de moleques que tava indo pro colégio viu a gente se beijando. Foi aí que eu desci, eles falaram um monte de merda, eu só respondi que com pinto curto não tem foda. E aí eles foram e contaram pro meu amigo a situação, coisa que eu neguei completamente. Essa vai ser outra história. Espero que tenha sido do seu agrado, e deixo claro: cada relato é real, do que realmente aconteceu comigo.
EU: Oi, Alfre, o que cê faz aqui?
ALFRED: Nada, sabia que você ia estar aqui e passei pra ver se a gente dá uma volta.
EU: Mas eu tenho a festa que combinei com seu filho, Alfred.
ALFRED: É, mas a gente se vê um pouco e depois te levo pra festa.
EU: Hum, tá bom, então vamos. Subi no carro e a gente se beijou na boca direto, fomos pra casa dele. Eu já tava pensando que dessa vez ia transar muito bem com ele, me mostrei mais experiente e desafiadora.
EU: Hoje vou te deixar seco, seco, falei.
ALFRED: Pra isso você tem que transar muito e ter resistência.
EU: Óbvio que tenho.
Foi um erro ser desafiadora. Entramos em casa, ele me pegou pela cintura e me beijou muito, falou "olha que eu não sou igual ao meu filho, hein". "Vamos ver", falei. Ele me jogou na cama, tirou toda a minha calça e adorou o que eu tava vestindo, e tirou meu moletom.
ALFRED: Que... Sorte do meu filho de ter você todo dia
EU: e por quê? Você nunca vem me buscar
A gente continuou se beijando, ele passava a mão na minha bunda, apertava tudo, até que rasgou minha calcinha na parte da buceta. Chupou bem meus peitinhos e depois se dedicou a chupar meu cuzinho de quatro, foi uma loucura como ele comia com a língua. Devem ter passado uns minutos e veio meu primeiro gozo, molhando toda minha calcinha de porra. Ele continuou, minhas pernas tremiam, até que ele me virou e de uma vez me deparei com aquela piroca enorme que entrou de uma vez na minha boca. Ele fodia minha boca com aquela pica grande, eu engasgava e babava todo o pau dele e minha perna. De vez em quando ele pegava minha boca, me beijava e cuspia dentro da minha boca.
Alfredo: como você chupa, putinha, que gostoso, viu? Te falei que não sou igual ao meu filho.
EU: adoro, você tem ele muito grande. Olhei nos olhos dele, batendo uma punheta, e falei: você me come?
Me coloquei de quatro e, toda babada, ele foi enfiando. Morria de dor, mas era gostoso e bem gostoso. Aguentava a dor. Quando entrou de vez, começou a bombada, parecia que meu cu se abria no meio. Ele começou a meter forte, eu gritava e já pedia para parar, mais devagar, não aguentava mais. Fui ignorada, ele só respondeu com uma enfiada mais forte. Assim ele me teve por um bom tempo, eu apertando e mordendo o travesseiro e gritando, até que ele gritou: vou gozar. Veio na minha cara, e eu, como dava, me deitei de barriga pra cima e ele jogou uma quantidade linda de porra bem grossa, que era linda e leitosa, hum. Engoli um bom gozo. Ele se deitou e falou: sobe. O pau estava durasso, e eu com a cara cheia de leite escorrendo, subi e enfiei de uma vez. Ele me comeu muito forte, eu quis parar, as lágrimas caíam, não conseguia fazê-lo parar e eu gritava, e ele arrebentava meu cu. Enquanto isso, arrancou meu sutiã e minha calcinha, esticou tudo e dava pra sentir como se descosesse um pouco. Ele deu umas enfiadas fortes e eu me joguei pro lado, e de novo, tudo de porra na boca e na cara, minha calcinha encharcada de porra dele e da minha, que gozei três vezes. Fiquei chupando um pouco até ele broxar, tomei tudo. Lexita do meu rosto, ele me comeu e a gente ficou um tempão. Aí, beleza, a gente se vestiu e ele me levou pra festa, tudo arrombada, já eram 3 da manhã. Desci na esquina e a gente se pegou antes de eu descer do carro. Bem na hora, um grupo de moleques que tava indo pro colégio viu a gente se beijando. Foi aí que eu desci, eles falaram um monte de merda, eu só respondi que com pinto curto não tem foda. E aí eles foram e contaram pro meu amigo a situação, coisa que eu neguei completamente. Essa vai ser outra história. Espero que tenha sido do seu agrado, e deixo claro: cada relato é real, do que realmente aconteceu comigo.
0 comentários - Mika 2: filha gostosa e o pai do amigo