O carro seguia numa velocidade constante na estrada que cortava o meio do nada. Fazia mais de uma hora que não cruzava nenhum veículo vindo na direção contrária. Eu tava dirigindo com uma mão só, na outra segurava a ponta de um cigarro. Sempre fumo depois de um orgasmo... e desde que pegamos a estrada, esse era o quarto que eu fumava... o orgasmo que ela me deu com a boca há um tempinho foi tão fodidamente lindo. Foi na frente da casa dela... com os vidros do carro abertos e a chance de sermos vistos pelos vizinhos, isso tornou tudo ainda mais excitante e intenso. Ela agora tava do meu lado, com os dois pés no painel, a minissaia levantada até a cintura, e a calcinha jogada em algum lugar no banco de trás. Tava com a respiração pesada, como depois de um grande esforço ou de uma corrida longa, e com aquela camiseta branca que ela vestiu, quase transparente de tanto suor. A cada movimento que o corpo dela fazia, expandindo o peito pra recuperar o fôlego, dava pra ver claramente os bicos dos peitos duros e a aréola mais escura de cada peito. No rosto cansado dela, tinha uma expressão perdida e o olhar fixo num ponto no horizonte, ela tava em silêncio... fazia mais de uma hora que ela tava beirando o prazer pra mim, e já tinha chegado três vezes às portas do paraíso do orgasmo, se deixando cair no inferno da negação só pra me mostrar que puta gostosa ela era. Joguei a bituca pela janela e deixei minha mão, agora livre, cair na coxa interna dela, perto da bucetinha necessitada, mas sem tocar. Movi minha mão até o joelho dela e voltei devagar perto da virilha, tomando cuidado pra nunca chegar a tocar a boceta dela, tava repetindo a operação quando a luz de um outdoor de um motel iluminou o carro. Faltam 12 milhas ainda, amor, você tem tempo suficiente pra fazer de novo... falei. Deslizei minha mão, dessa vez passando por cima da buceta dela e acariciando depois. Acariciando suavemente o corpo dela até chegar na bochecha. Passei a mão no rosto dela e apoiei no ombro, falei "Tô tão orgulhoso de você, brinquedo quebradinho". Ela me olhou sem dizer nada, depois virou o rosto até encontrar minha mão, esfregou a cara nas costas dela como se quisesse sentir de novo aqueles carinhos de antes e deixou a mão cair, quase mecânica, na virilha necessitada dela. "Te amo... amo o que você consegue fazer comigo... amo não conseguir te dizer não pra nada... amo estar tão fodidamente perdida em você... amo ser sua princesinha cachorrinha pervertida". E os dedos dela voltaram a pedir a ponta do clitóris... fazendo círculos pequenos... o corpo dela tensionou e ela mordeu os lábios. Me senti sortudo e poderoso. Tinha um controle total e absoluto sobre minha putinha e não conseguia parar de pensar em como brincar com minha escrava na noite que estávamos prestes a viver. Peguei meu celular e coloquei uma música pra embalar o momento... Escolhi "PERSO BLUE" do "SUBSONICA".
1 comentários - A viagem
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