O micro avança como um bicho doméstico, roncando entre mato e poeira. A estrada se perde no horizonte, um labirinto de terra e pasto. Lá dentro, o ar pesado cheira a colônia barata e café requentado. Laura ajeita o decote do qual as tetas dela lutam pra escapar, as unhas pintadas de vermelho sangue vão arranhando meu braço. O vestido dela, combinando com o esmalte, fino como papel de arroz, gruda nas curvas dela a cada buraco. — Que horas são? — pergunta, fingindo inocência. Os dedos dela descem pelo meu peito até o cinto, brincando com a fivela. — Hora de começar — respondo, mordendo o ombro dela. Na frente, o motorista abaixa o volume do rádio e, com uma risada rouca, muda de estação. De repente, o saxofone lânguido de *You Can Leave Your Hat On* inunda o corredor. Joe Cocker grunhe nos alto-falantes, e Laura me olha com olhos de fogo. O micro tá cheio de homem sozinho: caminhoneiro de mão calejada, jovem de óculos escuro e sorriso torto. Nas filas do fundo, dois casais trocam olhares cúmplices. Uma loira de decote rendado preto aperta a mão do parceiro enquanto cochicham. Lá fora, a planície bonaerense se estende infinita, um mar de pasto sem importar pra onde se olhe. — Quanto falta? — murmura, fingindo tédio. A mão direita dela pousa na minha coxa, desafiando, mais acima do que é aconselhável pra uma mulher casada. — Umas duas horas — respondo, deslizando a palma pela cintura dela. O vestido range sob meus dedos, um convite. — Tempo suficiente. Ela ri baixinho, um som que arrepia minha pele. Na frente, um homem folheia um jornal; atrás, dois adolescentes dividem fones de ouvido. Ninguém olha pra gente. Ainda. Laura se espreguiça, arqueando as costas de um jeito que o decote revela a curva do topo dos peitos, redondos e pesados. Um diamante falso balança no meio, brilhando a cada buraco da estrada. — Tá calor — fala alto, fingindo se abanar com uma revista. — Não acha, amor? O motorista ajusta o ar. condicionado sem me virar. Aproveito o murmúrio de aprovação dos passageiros pra deslizar um dedo por baixo da alça do vestido dela, roçando a marca que o sutiã deixou ontem. Ela segura um gemido. — Você sempre tem calor — sussurro, mordendo a orelha dela. Sinto cheiro de baunilha e desejo —. Quer que eu te ajude? A resposta dela é se inclinar contra mim, esfregando a coxa na minha. O vestido sobe uns centímetros, mostrando a liga preta apertando a perna dela. A mulher no banco da frente vira a cabeça, tosse. Laura não se abala. — Meu colar enroscou — ela fala, fingindo desajeito ao levar as mãos pra nuca. O zíper do vestido cede um dente, depois outro. O tecido se abre como uma cortina, revelando as costas bronzeadas, a pintinha perto da omoplata esquerda que só eu conheço. — Deixa, eu — murmuro, fazendo teatro de desenrolar o zíper. Meus dedos descem devagar: primeiro até o meio das costas, depois até a cintura. O vestido agora balança nos quadris dela, segurado só pelo volume dos peitos. Laura ofega quando roço a pele dela, e não sei se é atuação ou verdade. O ônibus freia brusco numa curva. Ela se joga contra mim, e no tranco, o peito direito dela escapa do decote. A pele é mais clara ali, uma meia-lua de seda que os passageiros da fileira da direita podem ver se olharem. E olham. O cara do jornal ajusta os óculos; uma jovem morde o lábio. — Desculpa — fala Laura com voz de menina, se endireitando. Mas em vez de se cobrir, ela arruma o cabelo, prolongando o momento. O peito continua de fora, o mamilo duro visível por baixo do tecido translúcido do vestido. — Cuidado — aviso, voz rouca —. Vai se machucar. Ela ri, mexendo os quadris pra se recolocar no banco. O vestido sobe mais um centímetro. Agora dá pra ver a liga inteira, a renda preta contrastando com a pele dourada dela. — Tô com frio — mente, roçando o peito no meu braço —. Me abraça. Eu abraço, mas minha mão esquerda desliza por baixo das costas descobertas dela, procurando o fecho do sutiã. Três Ganchos pequenos, já prontos. No primeiro, ela arqueia as sobrancelhas. No segundo, morde o lábio inferior. No terceiro, solta um "ah" que faz tremer o adolescente atrás. —Melhor — sussurra, e ao se mexer, o sutiã desliza pra dentro da minha jaqueta. Os peitões dela agora balançam soltos sob o vestido, os bicos desenhando círculos perfeitos no tecido. O micro-ônibus entra numa estrada de terra, sacudindo a gente como dado num copo. Laura aproveita cada buraco pra se esfregar em mim, cada curva pra deixar minha mão subir pela coxa dela. Quando chego na liga, ela abre as pernas por um instante, o suficiente pra verem que não tem meia, a calcinha fio-dental já tá molhada e os lábios da buceta aparecem transparentes. O motorista já presta mais atenção no espelho que olha pra minha mulher do que na estrada. Faz tempo que diminuiu a velocidade, acho que pra prolongar a viagem. Laura vira a cabeça devagar, inocência personificada. —Aconteceu alguma coisa? — pergunta, enquanto eu abaixo a mão pra beliscar a bunda dela. O vestido sobe mais um centímetro. O motorista rosna alguma coisa e acelera. Ela me olha, olhos brilhando que nem tigresa, e leva minha mão até o peito dela. Ali, sob os olhares que queimam nas nossas costas, eu desabotoo o primeiro botão do decote. Depois o segundo. No terceiro, o peito esquerdo dela aparece inteiro, rosado e firme. Alguém deixa cair uma moeda. Outro alguém suspira. —Cê gosta de me ver assim? — ela me pergunta, cravando as unhas no meu pulso —. Sua putinha em público? Eu concordo, desabotoando o quarto botão. Agora os dois peitos tão livres, balançando com o movimento do micro-ônibus. Ela segura eles com um braço, fingindo pudor, mas o sorriso que me dá é pura malícia. —Senhores — anuncia o motorista —. Parada em vinte minutos. Laura me olha, e sem palavras, a gente sabe o jogo. Enquanto os passageiros se preparam, ela vira pra janela, levantando os braços como quem vai se espreguiçar. O vestido cai por um instante, mostrando o arco completo das costas dela, a bunda redonda, a ausência total de calcinha. Um homem de terno engasga com o café. Minha mulher me olha e tenta arrumar a roupa, se ajeita e eu ajudo a fechar o vestido dela. Ela diz —Já volto— e se levanta, chamando a atenção de todo mundo. Laura se levanta num movimento felino, segurando nas alças do teto. O vestido gruda no suor das coxas dela, revelando a sombra escura entre as pernas. —Ai, desculpa —ela fala, tropeçando de propósito no banco de um cara com barba por fazer. Os peitos grandes dela se espremem contra o ombro dele. O homem engole seco, me olhando como se pedisse permissão. Eu concordo com uma piscada. —Tô te incomodando? —Laura sussurra no ouvido do desconhecido, enquanto minha mão sobe pela perna dela por trás. O vestido agora tá enrolado no meu punho, mostrando a bunda redonda e pálida dela. —Nunca —o cara responde, com a voz falhando. Ela ri, arrastando meus dedos até a boceta dela. Tá molhada, e quando eu esfrego dois dedos no tecido fino, o som dá pra ouvir. A loira lá no fundo morde os lábios; o namorado dela nem disfarça a pica dura por baixo da calça. —*Baby, tira o casaco…* —murmuro no ouvido de Laura, citando a música enquanto desamarro o laço nas costas dela. O vestido cai como um suspiro, preso só na cintura dela. Os peitos dela, soltos agora, balançando no ritmo do microfone. Um mamilo rosa roça o braço do barbudo, que ofega como se tivesse levado um choque. —Cuidado —Laura fala, fingindo vergonha—. Meu marido é ciumento. Mas eu tô longe de parar ela. Com uma mão no pescoço dela, forço ela a se arquear contra mim enquanto a outra mão desce pra barriga dela. O motorista acelera, fazendo todo mundo gritar, e eu aproveito pra enfiar dois dedos nela. Laura grita, um som genuíno que se mistura com o gemido do saxofone. —Assim, bem aí —ela ofega, pegando a mão do barbudo e guiando até o peito esquerdo dela—. Você também quer? O microfone parece prender a respiração. A loira lá no fundo agora desabotoa a própria blusa. vestido, o homem dela enterrando o rosto no pescoço dela. Outros dois passageiros apalpam as picas por cima das calças, sem disfarçar. O motorista abaixa os retrovisores, cúmplice, enquanto a música sobe de volume. — Mostra pra eles — ordeno pra Laura, tirando os dedos brilhantes da buceta dela e esfregando na boca dela —. Mostra como você gosta. Tiro minha pica da calça, puxo a calcinha fio dental dela e sento ela em cima de mim, enterrando cada centímetro na pussy dela. Ela suspira, geme e se deixa cair. A bunda dela apoia no meu púbis. O quadril dela roda, devagar, enquanto com as mãos ela afasta os peitos, exibindo cada centímetro. Gotas de suor escorrem entre eles, e quando um jovem do assento 12 se aproxima com um lenço, ela usa pra limpar os bicos dos peitos, um por um. — Cê gosta das minhas tetas, pequeno? — pergunta pro moleque, que acena sem voz —. Toca. Todo mundo pode tocar. Ela ri, um som baixo e vibrante, e vira pra me beijar. A língua dela é quente, insistente, e quando eu separo os lábios dela, os peitos dela, livres agora, balançam na frente dos olhares ávidos do corredor. — *You can leave your hat on…* — cantarola o motorista, abaixando os espelhos e se aproximando com a pica na mão, balançando ela, uma pica mais curta que a minha mas bem mais grossa. O moleque se inclina, os lábios dele roçando o umbigo da Laura enquanto as mãos apalpam o quadril dela. Ela arqueia as costas, soltando um gemido que faz tremer o homem de terno cinza. Laura pega nas mãos do moleque e do cara barbudo e guia pros bicos dos peitos dela, quer as línguas deles lambendo, as bocas chupando, os dentes mordendo… O micro-ônibus para e vira uma gaiola de desejo. Mãos calejadas, macias, jovens, velhas, se estendem pra Laura. Ela guia uma pra boca dela, outra pra coxa, outra pro clitóris… eu mantenho ela em cima de mim, mexendo devagar minha pelve, ritmo sincopado que faz o corpo dela tremer como uma harpa. — *You can leave your hat on…* — canta o Motorista, ronco, enquanto o homem de terno cinza desabotoa o cinto, abaixa a calça e aproxima o pau da boca da loira do fundo, que agora cavalga desenfreadamente o namorado e começa a chupar o pau do cara. O vestido preto está no chão. Laura goza com um tremor que faz seus mamilos vibrarem, gritando meu nome como um lamento. O barbudo goza na própria calça; o garoto, que estava se masturbando, acaba sujando o banco. A senhora que no começo olhava com quase nojo agora se tocava a buceta por cima da calcinha e goza ruidosamente. O micro-ônibus parece parar no tempo. A música abafa os gemidos, os olhares, o roçar de mãos ansiosas. Na fileira do fundo, a mulher do outro casal agora desabotoa a camisa do parceiro, enquanto a loira já tem o namorado e o homem de terno dentro dela, um na buceta e o outro no cu. — Te excita me ver ser de todos? — pergunta, rasgando minha camisa. — Saber que sou sua puta e deles? — Assinto, cravando os dedos no cabelo dela enquanto o motorista se aproxima lenta e inexoravelmente de Laura. O pau dele aponta para os lábios dela. No rádio, trocam a música: agora toca *I Was Made For Lovin' You* do Kiss, e o micro-ônibus vira um puteiro móvel. O pau do motorista está bem perto dos lábios dela, a glande brilha e goteja líquido pré-gozo. Laura me olha e pergunta: — Posso? — Só sorrio e, com os olhos, aponto para o pau grosso do chofer. Ela estica a língua, prova, segura com uma mão na base e com a outra agarra os ovos dele. Ela precisa se esforçar muito para enfiar aquele pedaço na boca, mas consegue, começando a chupar com frenesi. É demais para mim; gozo quase interminavelmente dentro da buceta dela. O garoto e o barbudo já tinham se recuperado e se masturbavam perto do rosto da minha mulher. Ela olha para todos aqueles paus com desejo. Os casais do fundo já tinham terminado de transar e, semivestidos, tinham se se aproximou para ver o espetáculo. Quando Laura percebeu que o motorista estava prestes a gozar, ela se ajoelhou e pediu pra ele, pro rapaz e pro cara de barba que queriam que gozassem nos peitos dela. Não precisou falar duas vezes, como se tivessem combinado, os três soltaram a porra ao mesmo tempo, cobrindo os peitões dela com esperma quente e grosso, que ela tratou de espalhar. Tudo isso já tinha me deixado de pau duro de novo e, sem pensar duas vezes, Laura monta em mim outra vez. Sinto o esperma dos três caras grudando no meu peito quando ela me abraça e me beija com paixão, rodeada de olhares, câmeras e mãos que se estendem pra tocar os seios dela, as coxas, a bunda... quando gozo pela segunda vez, faço isso com o nome dela nos lábios e a certeza de que isso não vai acabar aqui. E sei que vai ser assim, com a poeira da estrada grudando na nossa pele e o eco do Joe Cocker nos perseguindo como um hino perverso. Todos nós nos ajeitamos como dá antes de chegar no destino. — Até a próxima — diz Laura pro motorista ao descer, deixando a calcinha fio dental e o sutiã dela em cima do banco 14. — A próxima — ela murmura, mordendo meu pescoço —, você também tira tudo. E quero ver outra mulher chupando seu pau. Ficou com tesão? Te leio ou a gente conversa no tlgrm @eltroglodita
O micro avança como um bicho doméstico, roncando entre mato e poeira. A estrada se perde no horizonte, um labirinto de terra e pasto. Lá dentro, o ar pesado cheira a colônia barata e café requentado. Laura ajeita o decote do qual as tetas dela lutam pra escapar, as unhas pintadas de vermelho sangue vão arranhando meu braço. O vestido dela, combinando com o esmalte, fino como papel de arroz, gruda nas curvas dela a cada buraco. — Que horas são? — pergunta, fingindo inocência. Os dedos dela descem pelo meu peito até o cinto, brincando com a fivela. — Hora de começar — respondo, mordendo o ombro dela. Na frente, o motorista abaixa o volume do rádio e, com uma risada rouca, muda de estação. De repente, o saxofone lânguido de *You Can Leave Your Hat On* inunda o corredor. Joe Cocker grunhe nos alto-falantes, e Laura me olha com olhos de fogo. O micro tá cheio de homem sozinho: caminhoneiro de mão calejada, jovem de óculos escuro e sorriso torto. Nas filas do fundo, dois casais trocam olhares cúmplices. Uma loira de decote rendado preto aperta a mão do parceiro enquanto cochicham. Lá fora, a planície bonaerense se estende infinita, um mar de pasto sem importar pra onde se olhe. — Quanto falta? — murmura, fingindo tédio. A mão direita dela pousa na minha coxa, desafiando, mais acima do que é aconselhável pra uma mulher casada. — Umas duas horas — respondo, deslizando a palma pela cintura dela. O vestido range sob meus dedos, um convite. — Tempo suficiente. Ela ri baixinho, um som que arrepia minha pele. Na frente, um homem folheia um jornal; atrás, dois adolescentes dividem fones de ouvido. Ninguém olha pra gente. Ainda. Laura se espreguiça, arqueando as costas de um jeito que o decote revela a curva do topo dos peitos, redondos e pesados. Um diamante falso balança no meio, brilhando a cada buraco da estrada. — Tá calor — fala alto, fingindo se abanar com uma revista. — Não acha, amor? O motorista ajusta o ar. condicionado sem me virar. Aproveito o murmúrio de aprovação dos passageiros pra deslizar um dedo por baixo da alça do vestido dela, roçando a marca que o sutiã deixou ontem. Ela segura um gemido. — Você sempre tem calor — sussurro, mordendo a orelha dela. Sinto cheiro de baunilha e desejo —. Quer que eu te ajude? A resposta dela é se inclinar contra mim, esfregando a coxa na minha. O vestido sobe uns centímetros, mostrando a liga preta apertando a perna dela. A mulher no banco da frente vira a cabeça, tosse. Laura não se abala. — Meu colar enroscou — ela fala, fingindo desajeito ao levar as mãos pra nuca. O zíper do vestido cede um dente, depois outro. O tecido se abre como uma cortina, revelando as costas bronzeadas, a pintinha perto da omoplata esquerda que só eu conheço. — Deixa, eu — murmuro, fazendo teatro de desenrolar o zíper. Meus dedos descem devagar: primeiro até o meio das costas, depois até a cintura. O vestido agora balança nos quadris dela, segurado só pelo volume dos peitos. Laura ofega quando roço a pele dela, e não sei se é atuação ou verdade. O ônibus freia brusco numa curva. Ela se joga contra mim, e no tranco, o peito direito dela escapa do decote. A pele é mais clara ali, uma meia-lua de seda que os passageiros da fileira da direita podem ver se olharem. E olham. O cara do jornal ajusta os óculos; uma jovem morde o lábio. — Desculpa — fala Laura com voz de menina, se endireitando. Mas em vez de se cobrir, ela arruma o cabelo, prolongando o momento. O peito continua de fora, o mamilo duro visível por baixo do tecido translúcido do vestido. — Cuidado — aviso, voz rouca —. Vai se machucar. Ela ri, mexendo os quadris pra se recolocar no banco. O vestido sobe mais um centímetro. Agora dá pra ver a liga inteira, a renda preta contrastando com a pele dourada dela. — Tô com frio — mente, roçando o peito no meu braço —. Me abraça. Eu abraço, mas minha mão esquerda desliza por baixo das costas descobertas dela, procurando o fecho do sutiã. Três Ganchos pequenos, já prontos. No primeiro, ela arqueia as sobrancelhas. No segundo, morde o lábio inferior. No terceiro, solta um "ah" que faz tremer o adolescente atrás. —Melhor — sussurra, e ao se mexer, o sutiã desliza pra dentro da minha jaqueta. Os peitões dela agora balançam soltos sob o vestido, os bicos desenhando círculos perfeitos no tecido. O micro-ônibus entra numa estrada de terra, sacudindo a gente como dado num copo. Laura aproveita cada buraco pra se esfregar em mim, cada curva pra deixar minha mão subir pela coxa dela. Quando chego na liga, ela abre as pernas por um instante, o suficiente pra verem que não tem meia, a calcinha fio-dental já tá molhada e os lábios da buceta aparecem transparentes. O motorista já presta mais atenção no espelho que olha pra minha mulher do que na estrada. Faz tempo que diminuiu a velocidade, acho que pra prolongar a viagem. Laura vira a cabeça devagar, inocência personificada. —Aconteceu alguma coisa? — pergunta, enquanto eu abaixo a mão pra beliscar a bunda dela. O vestido sobe mais um centímetro. O motorista rosna alguma coisa e acelera. Ela me olha, olhos brilhando que nem tigresa, e leva minha mão até o peito dela. Ali, sob os olhares que queimam nas nossas costas, eu desabotoo o primeiro botão do decote. Depois o segundo. No terceiro, o peito esquerdo dela aparece inteiro, rosado e firme. Alguém deixa cair uma moeda. Outro alguém suspira. —Cê gosta de me ver assim? — ela me pergunta, cravando as unhas no meu pulso —. Sua putinha em público? Eu concordo, desabotoando o quarto botão. Agora os dois peitos tão livres, balançando com o movimento do micro-ônibus. Ela segura eles com um braço, fingindo pudor, mas o sorriso que me dá é pura malícia. —Senhores — anuncia o motorista —. Parada em vinte minutos. Laura me olha, e sem palavras, a gente sabe o jogo. Enquanto os passageiros se preparam, ela vira pra janela, levantando os braços como quem vai se espreguiçar. O vestido cai por um instante, mostrando o arco completo das costas dela, a bunda redonda, a ausência total de calcinha. Um homem de terno engasga com o café. Minha mulher me olha e tenta arrumar a roupa, se ajeita e eu ajudo a fechar o vestido dela. Ela diz —Já volto— e se levanta, chamando a atenção de todo mundo. Laura se levanta num movimento felino, segurando nas alças do teto. O vestido gruda no suor das coxas dela, revelando a sombra escura entre as pernas. —Ai, desculpa —ela fala, tropeçando de propósito no banco de um cara com barba por fazer. Os peitos grandes dela se espremem contra o ombro dele. O homem engole seco, me olhando como se pedisse permissão. Eu concordo com uma piscada. —Tô te incomodando? —Laura sussurra no ouvido do desconhecido, enquanto minha mão sobe pela perna dela por trás. O vestido agora tá enrolado no meu punho, mostrando a bunda redonda e pálida dela. —Nunca —o cara responde, com a voz falhando. Ela ri, arrastando meus dedos até a boceta dela. Tá molhada, e quando eu esfrego dois dedos no tecido fino, o som dá pra ouvir. A loira lá no fundo morde os lábios; o namorado dela nem disfarça a pica dura por baixo da calça. —*Baby, tira o casaco…* —murmuro no ouvido de Laura, citando a música enquanto desamarro o laço nas costas dela. O vestido cai como um suspiro, preso só na cintura dela. Os peitos dela, soltos agora, balançando no ritmo do microfone. Um mamilo rosa roça o braço do barbudo, que ofega como se tivesse levado um choque. —Cuidado —Laura fala, fingindo vergonha—. Meu marido é ciumento. Mas eu tô longe de parar ela. Com uma mão no pescoço dela, forço ela a se arquear contra mim enquanto a outra mão desce pra barriga dela. O motorista acelera, fazendo todo mundo gritar, e eu aproveito pra enfiar dois dedos nela. Laura grita, um som genuíno que se mistura com o gemido do saxofone. —Assim, bem aí —ela ofega, pegando a mão do barbudo e guiando até o peito esquerdo dela—. Você também quer? O microfone parece prender a respiração. A loira lá no fundo agora desabotoa a própria blusa. vestido, o homem dela enterrando o rosto no pescoço dela. Outros dois passageiros apalpam as picas por cima das calças, sem disfarçar. O motorista abaixa os retrovisores, cúmplice, enquanto a música sobe de volume. — Mostra pra eles — ordeno pra Laura, tirando os dedos brilhantes da buceta dela e esfregando na boca dela —. Mostra como você gosta. Tiro minha pica da calça, puxo a calcinha fio dental dela e sento ela em cima de mim, enterrando cada centímetro na pussy dela. Ela suspira, geme e se deixa cair. A bunda dela apoia no meu púbis. O quadril dela roda, devagar, enquanto com as mãos ela afasta os peitos, exibindo cada centímetro. Gotas de suor escorrem entre eles, e quando um jovem do assento 12 se aproxima com um lenço, ela usa pra limpar os bicos dos peitos, um por um. — Cê gosta das minhas tetas, pequeno? — pergunta pro moleque, que acena sem voz —. Toca. Todo mundo pode tocar. Ela ri, um som baixo e vibrante, e vira pra me beijar. A língua dela é quente, insistente, e quando eu separo os lábios dela, os peitos dela, livres agora, balançam na frente dos olhares ávidos do corredor. — *You can leave your hat on…* — cantarola o motorista, abaixando os espelhos e se aproximando com a pica na mão, balançando ela, uma pica mais curta que a minha mas bem mais grossa. O moleque se inclina, os lábios dele roçando o umbigo da Laura enquanto as mãos apalpam o quadril dela. Ela arqueia as costas, soltando um gemido que faz tremer o homem de terno cinza. Laura pega nas mãos do moleque e do cara barbudo e guia pros bicos dos peitos dela, quer as línguas deles lambendo, as bocas chupando, os dentes mordendo… O micro-ônibus para e vira uma gaiola de desejo. Mãos calejadas, macias, jovens, velhas, se estendem pra Laura. Ela guia uma pra boca dela, outra pra coxa, outra pro clitóris… eu mantenho ela em cima de mim, mexendo devagar minha pelve, ritmo sincopado que faz o corpo dela tremer como uma harpa. — *You can leave your hat on…* — canta o Motorista, ronco, enquanto o homem de terno cinza desabotoa o cinto, abaixa a calça e aproxima o pau da boca da loira do fundo, que agora cavalga desenfreadamente o namorado e começa a chupar o pau do cara. O vestido preto está no chão. Laura goza com um tremor que faz seus mamilos vibrarem, gritando meu nome como um lamento. O barbudo goza na própria calça; o garoto, que estava se masturbando, acaba sujando o banco. A senhora que no começo olhava com quase nojo agora se tocava a buceta por cima da calcinha e goza ruidosamente. O micro-ônibus parece parar no tempo. A música abafa os gemidos, os olhares, o roçar de mãos ansiosas. Na fileira do fundo, a mulher do outro casal agora desabotoa a camisa do parceiro, enquanto a loira já tem o namorado e o homem de terno dentro dela, um na buceta e o outro no cu. — Te excita me ver ser de todos? — pergunta, rasgando minha camisa. — Saber que sou sua puta e deles? — Assinto, cravando os dedos no cabelo dela enquanto o motorista se aproxima lenta e inexoravelmente de Laura. O pau dele aponta para os lábios dela. No rádio, trocam a música: agora toca *I Was Made For Lovin' You* do Kiss, e o micro-ônibus vira um puteiro móvel. O pau do motorista está bem perto dos lábios dela, a glande brilha e goteja líquido pré-gozo. Laura me olha e pergunta: — Posso? — Só sorrio e, com os olhos, aponto para o pau grosso do chofer. Ela estica a língua, prova, segura com uma mão na base e com a outra agarra os ovos dele. Ela precisa se esforçar muito para enfiar aquele pedaço na boca, mas consegue, começando a chupar com frenesi. É demais para mim; gozo quase interminavelmente dentro da buceta dela. O garoto e o barbudo já tinham se recuperado e se masturbavam perto do rosto da minha mulher. Ela olha para todos aqueles paus com desejo. Os casais do fundo já tinham terminado de transar e, semivestidos, tinham se se aproximou para ver o espetáculo. Quando Laura percebeu que o motorista estava prestes a gozar, ela se ajoelhou e pediu pra ele, pro rapaz e pro cara de barba que queriam que gozassem nos peitos dela. Não precisou falar duas vezes, como se tivessem combinado, os três soltaram a porra ao mesmo tempo, cobrindo os peitões dela com esperma quente e grosso, que ela tratou de espalhar. Tudo isso já tinha me deixado de pau duro de novo e, sem pensar duas vezes, Laura monta em mim outra vez. Sinto o esperma dos três caras grudando no meu peito quando ela me abraça e me beija com paixão, rodeada de olhares, câmeras e mãos que se estendem pra tocar os seios dela, as coxas, a bunda... quando gozo pela segunda vez, faço isso com o nome dela nos lábios e a certeza de que isso não vai acabar aqui. E sei que vai ser assim, com a poeira da estrada grudando na nossa pele e o eco do Joe Cocker nos perseguindo como um hino perverso. Todos nós nos ajeitamos como dá antes de chegar no destino. — Até a próxima — diz Laura pro motorista ao descer, deixando a calcinha fio dental e o sutiã dela em cima do banco 14. — A próxima — ela murmura, mordendo meu pescoço —, você também tira tudo. E quero ver outra mulher chupando seu pau. Ficou com tesão? Te leio ou a gente conversa no tlgrm @eltroglodita
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