Isso aconteceu há apenas uma semana.
Primeiro de tudo, vou descrever minha namorada, a Alicia.
Ela é uma garota loira, não muito alta, com 1,60 de altura, tem uns peitos grandes, 90 cm, e uma bunda não muito grande, mas deliciosa.
ela atualmente trabalha como garçonete numa cafeteria, tirou um ano antes de entrar na faculdade e o dinheiro não faria mal, então decidiu entrar na cafeteria, eu a princípio não vi problema já que via como algo muito normal pra nossa idade
eu às vezes ia visitar ela no trabalho, sinceramente não via como algo ruim, principalmente pela proximidade da casa onde moro e ela também, mas depois de um tempo ela me disse que de preferência eu parasse de visitá-la porque o chefe dela diz que não é profissional ela receber visita no trabalho, não falei nada já que era algo verdadeiro e fazia muito sentido, além de que eu já tinha conhecido o chefe dela, alguém muito gentil e tranquilo como um pai, já mais velho e meio gordo
levei o pedido dela em consideração então parei de visitá-la no trabalho pelo bem do emprego dela e da tranquilidade do mesmo.
tempo depois acabei encontrando o chefe dela perto da minha casa, não achei nada estranho
eu: oi senhor alejandro, o que te traz por aqui
ale: oi jovem, sinceramente nada de especial, só procurando umas coisas pra cafeteria mas devo te agradecer por parar de ir ao negócio, nada pessoal mas se você permitir que a aliz chegue a se desenvolver melhor
eu: sim, entendo, não tenho nenhum problema com isso e da minha parte acho que era o melhor também, principalmente por ela kkkk
ale: sim, sinceramente, não teria querido gerar problemas entre você e essa gostosa que você tem como namorada kkkk
eu: sim, sinceramente uma verdadeira gostosa, essas pernas e esses peit... me desculpa, acho que me empolguei, até mais
ale: sim, antes de você ir eu queria que me passasse seu número, mais por segurança, você já conhece ela e ter alguém pra ligar se acontecer algo.
Naquele momento não achei estranho já que as palavras dele faziam sentido, mas eu tinha notado a empolgação dele ao falar sobre a alicia, eu sinceramente tenho a fantasia de ver alguém comendo a alicia, ver esses peitos quicando e ela sendo usada como uma qualquer, e pensando em como alejandro ficou todo animado quando começou a falar da aliz daquele jeito, aí me veio uma ideia bem macabra.
alicia nunca ia gostar daquilo, eu conheço ela e sei que mesmo sendo provocante e meio putinha, ela só é assim comigo porque a gente é casal, comigo ela usa desde cintas até todo tipo de lingerie, mas isso não tira o gosto dela por álcool e cigarro.
então comecei a mandar mensagem pro alejandro perguntando se tava tudo bem com ela e se ele não precisava de alguma ajuda minha.
já depois de um tempo tendo criado confiança com ele e tendo tido uma conversa meio quente sobre ela.
alejandro: olha, eu quero muito arrebentar o cu da tua namorada e o teu também, pelas conversas que a gente já teve, de vez em quando parece que tu gosta de exibir a alicia, até pediu pra ela usar saia no trabalho, coisa que ela me contou.
eu: sim, a verdade é que eu quero sim, e adoraria que alguém comesse ela.
alejandro: olha, se tu aceitar, ela vai ser minha putinha até parar de trabalhar aqui, então, meu amigo, tu vai me ajudar a comer essa puta?
eu: sim, aceito.
alejandro: beleza, olha, a gente vai ter um dia pesado no dia 23 de dezembro, sempre vem um grupo grande de gente, antes da gente ir embora eu vou dar um gole pra todo mundo e tu vai estar lá pra dar um gole pra ela e passar confiança de que tu tá por perto, ok.
eu: sim, tá certo.
a verdade é que eu tava muito empolgado com aquela situação, poder deixar a alicia à mercê de outra pessoa pra ser usada.
cheguei com o carro pra buscar a aliz, estacionando a uma quadra do café pra não aparecer, por precaução, naquele momento o alejandro deixou os drinks pra gente, eu não bebi por segurança e sem ninguém perceber, o alejandro me deu o drink adulterado pra aliz, que ia deixar ela dormindo e apagada, pra quando o resto dos colegas dela já tivesse ido embora do local, isso deixou a gente sozinho, nós três.
aliz: eu tô me sentindo meio tonta e com muito sono.
eu: deixei o carro um pouco longe, se quiser pode dormir enquanto eu vou buscar, não se preocupa, o senhor alejandro vai ficar aqui com tigo
eu deixei o quarto assim que a Alícia finalmente ficou completamente dormida, sem nenhum sinal de acordar. Saí do quarto a pedido do senhor Alejandro, mas deixei meu celular gravando toda a situação.
a cada passo que dou fora do quarto, posso sentir meu coração batendo, como vou ficando excitado aos poucos só de pensar em como vão usar a Alícia como uma puta completa, a puta que eu sempre quis que ela fosse e que finalmente seria, minha fantasia virando realidade.
o senhor Alejandro se aproxima da Alícia, deitada de bruços no sofá com a bunda empinada e gostosa que ele teria pra ele.
ele cheira como se fosse um bolo recém-saído do forno com aquele aroma doce e salgado, dá lambidinhas tanto nos glúteos e com as mãos começa a abrir mais a bunda dela pra poder dar lambidas no cu dela aos poucos, enfiando a língua um pouco e trazendo de volta pra boca, pra poder sentir o sabor doce daquilo. A excitação dele faz ele se deixar levar, enfia a língua de forma mais profunda com a resistência do esfíncter e lambe até onde a língua dele permite, fazendo círculos e dilatando aquele cu delicioso pra caralho, descer até a buceta dela, saborear essa deliciosa garota.
uma vez que se sente satisfeito depois de um tempo, fica contemplando a obra de arte que acabou de fazer, aquela buceta, cu e bunda cheios de saliva dele como se fosse um doce, um doce que é dele.
Alejandro: ah finalmente depois de tanto fantasiar você é minha, e ainda por cima foi seu namorado quem te entregou pra esse pedaço de puta.
finalmente ele sobe em cima dela, acomoda aquela bunda pra ele ter na frente dele, deixa as calças descerem pra mostrar o pau totalmente ereto, pronto pra abrir aquele cu já dilatado pelo jogo de língua anterior, coloca o pau na entrada do cu dela e deixa o peso do corpo agir pra entrar de uma vez só, sentir como aquele cu se adapta ao formato do pau dele, sentir cada centímetro daquele tesão.
a única coisa que se ouvia naquele momento era o som de a pélvis dele batendo na bunda dela e os sons da rola entrando e saindo, junto com os gemidos do senhor Alejandro haaaa que bunda gostosa plaf plaf plaf ......... só isso dava pra ouvir naquela sala
Quando passo mais de 15 minutos curtindo aquela bunda redonda e gorda, deixo ela de lado pra finalmente pegar aquela buceta. Deito ela completamente e, com delicadeza, coloco a ponta da pica na entrada. Dessa vez não foi igual à outra, de uma vez só; eu queria sentir cada milímetro dela, poder aproveitar à vontade enquanto penso em como deixar ela mais puta do que já é nesse momento.
De novo, a única coisa que se deixa ouvir é aquele "plaf" das investidas, enquanto que agora, pela sobreforça que ele coloca em cada investida brutal, se ouve o rangido do sofá em que estão.
Ouvir os bufidos, rangidos e sons dos corpos se chocando me deixa extasiado, mas não me deixa excitado ao máximo. Só sinto que quero explodir, prefiro manter minha compostura junto com minha paciência.
Alejandro se deixou levar por mais de 15 minutos, se divertiu como nunca, se soltou e explodiu dentro dela. Ele a investiu com toda a força, enchê-la era o objetivo dele.
: putas são para o que servem, para serem comidas e ficarem prenhas.
Depois de um tempo, o senhor Alejandro sai do quarto arrumando as calças.
Alejandro: Bem, jovem, o melhor é que vocês já vão. Já é tarde, não queremos que aconteça um incidente com vocês. Obrigado pela deliciosa cooperação.
Eu: Tá bem, a gente se retira.
Pego a Alicia e meu telefone e os levo para minha casa para evitar suspeita com os pais dela, só aviso que ela passaria a noite comigo.
E sem que ninguém me incomodasse, e pela emoção reprimida, eu parto pra cima da Alicia do mesmo jeito, sem me importar que ela esteja toda cheia do semen do senhor Alejandro. No fim das contas, logo ela vai ser só uma puta prenha.
De quem? Isso já não importa mais.
Primeiro de tudo, vou descrever minha namorada, a Alicia.
Ela é uma garota loira, não muito alta, com 1,60 de altura, tem uns peitos grandes, 90 cm, e uma bunda não muito grande, mas deliciosa.
eu às vezes ia visitar ela no trabalho, sinceramente não via como algo ruim, principalmente pela proximidade da casa onde moro e ela também, mas depois de um tempo ela me disse que de preferência eu parasse de visitá-la porque o chefe dela diz que não é profissional ela receber visita no trabalho, não falei nada já que era algo verdadeiro e fazia muito sentido, além de que eu já tinha conhecido o chefe dela, alguém muito gentil e tranquilo como um pai, já mais velho e meio gordo
levei o pedido dela em consideração então parei de visitá-la no trabalho pelo bem do emprego dela e da tranquilidade do mesmo.
tempo depois acabei encontrando o chefe dela perto da minha casa, não achei nada estranho
eu: oi senhor alejandro, o que te traz por aqui
ale: oi jovem, sinceramente nada de especial, só procurando umas coisas pra cafeteria mas devo te agradecer por parar de ir ao negócio, nada pessoal mas se você permitir que a aliz chegue a se desenvolver melhor
eu: sim, entendo, não tenho nenhum problema com isso e da minha parte acho que era o melhor também, principalmente por ela kkkk
ale: sim, sinceramente, não teria querido gerar problemas entre você e essa gostosa que você tem como namorada kkkk
eu: sim, sinceramente uma verdadeira gostosa, essas pernas e esses peit... me desculpa, acho que me empolguei, até mais
ale: sim, antes de você ir eu queria que me passasse seu número, mais por segurança, você já conhece ela e ter alguém pra ligar se acontecer algo.
Naquele momento não achei estranho já que as palavras dele faziam sentido, mas eu tinha notado a empolgação dele ao falar sobre a alicia, eu sinceramente tenho a fantasia de ver alguém comendo a alicia, ver esses peitos quicando e ela sendo usada como uma qualquer, e pensando em como alejandro ficou todo animado quando começou a falar da aliz daquele jeito, aí me veio uma ideia bem macabra.
alicia nunca ia gostar daquilo, eu conheço ela e sei que mesmo sendo provocante e meio putinha, ela só é assim comigo porque a gente é casal, comigo ela usa desde cintas até todo tipo de lingerie, mas isso não tira o gosto dela por álcool e cigarro.
então comecei a mandar mensagem pro alejandro perguntando se tava tudo bem com ela e se ele não precisava de alguma ajuda minha.
já depois de um tempo tendo criado confiança com ele e tendo tido uma conversa meio quente sobre ela.
alejandro: olha, eu quero muito arrebentar o cu da tua namorada e o teu também, pelas conversas que a gente já teve, de vez em quando parece que tu gosta de exibir a alicia, até pediu pra ela usar saia no trabalho, coisa que ela me contou.
eu: sim, a verdade é que eu quero sim, e adoraria que alguém comesse ela.
alejandro: olha, se tu aceitar, ela vai ser minha putinha até parar de trabalhar aqui, então, meu amigo, tu vai me ajudar a comer essa puta?
eu: sim, aceito.
alejandro: beleza, olha, a gente vai ter um dia pesado no dia 23 de dezembro, sempre vem um grupo grande de gente, antes da gente ir embora eu vou dar um gole pra todo mundo e tu vai estar lá pra dar um gole pra ela e passar confiança de que tu tá por perto, ok.
eu: sim, tá certo.
a verdade é que eu tava muito empolgado com aquela situação, poder deixar a alicia à mercê de outra pessoa pra ser usada.
cheguei com o carro pra buscar a aliz, estacionando a uma quadra do café pra não aparecer, por precaução, naquele momento o alejandro deixou os drinks pra gente, eu não bebi por segurança e sem ninguém perceber, o alejandro me deu o drink adulterado pra aliz, que ia deixar ela dormindo e apagada, pra quando o resto dos colegas dela já tivesse ido embora do local, isso deixou a gente sozinho, nós três.
aliz: eu tô me sentindo meio tonta e com muito sono.
eu: deixei o carro um pouco longe, se quiser pode dormir enquanto eu vou buscar, não se preocupa, o senhor alejandro vai ficar aqui com tigo
eu deixei o quarto assim que a Alícia finalmente ficou completamente dormida, sem nenhum sinal de acordar. Saí do quarto a pedido do senhor Alejandro, mas deixei meu celular gravando toda a situação.
a cada passo que dou fora do quarto, posso sentir meu coração batendo, como vou ficando excitado aos poucos só de pensar em como vão usar a Alícia como uma puta completa, a puta que eu sempre quis que ela fosse e que finalmente seria, minha fantasia virando realidade.
o senhor Alejandro se aproxima da Alícia, deitada de bruços no sofá com a bunda empinada e gostosa que ele teria pra ele.
ele cheira como se fosse um bolo recém-saído do forno com aquele aroma doce e salgado, dá lambidinhas tanto nos glúteos e com as mãos começa a abrir mais a bunda dela pra poder dar lambidas no cu dela aos poucos, enfiando a língua um pouco e trazendo de volta pra boca, pra poder sentir o sabor doce daquilo. A excitação dele faz ele se deixar levar, enfia a língua de forma mais profunda com a resistência do esfíncter e lambe até onde a língua dele permite, fazendo círculos e dilatando aquele cu delicioso pra caralho, descer até a buceta dela, saborear essa deliciosa garota.
uma vez que se sente satisfeito depois de um tempo, fica contemplando a obra de arte que acabou de fazer, aquela buceta, cu e bunda cheios de saliva dele como se fosse um doce, um doce que é dele.
Alejandro: ah finalmente depois de tanto fantasiar você é minha, e ainda por cima foi seu namorado quem te entregou pra esse pedaço de puta.
finalmente ele sobe em cima dela, acomoda aquela bunda pra ele ter na frente dele, deixa as calças descerem pra mostrar o pau totalmente ereto, pronto pra abrir aquele cu já dilatado pelo jogo de língua anterior, coloca o pau na entrada do cu dela e deixa o peso do corpo agir pra entrar de uma vez só, sentir como aquele cu se adapta ao formato do pau dele, sentir cada centímetro daquele tesão.
a única coisa que se ouvia naquele momento era o som de a pélvis dele batendo na bunda dela e os sons da rola entrando e saindo, junto com os gemidos do senhor Alejandro haaaa que bunda gostosa plaf plaf plaf ......... só isso dava pra ouvir naquela sala
Quando passo mais de 15 minutos curtindo aquela bunda redonda e gorda, deixo ela de lado pra finalmente pegar aquela buceta. Deito ela completamente e, com delicadeza, coloco a ponta da pica na entrada. Dessa vez não foi igual à outra, de uma vez só; eu queria sentir cada milímetro dela, poder aproveitar à vontade enquanto penso em como deixar ela mais puta do que já é nesse momento.
De novo, a única coisa que se deixa ouvir é aquele "plaf" das investidas, enquanto que agora, pela sobreforça que ele coloca em cada investida brutal, se ouve o rangido do sofá em que estão.Ouvir os bufidos, rangidos e sons dos corpos se chocando me deixa extasiado, mas não me deixa excitado ao máximo. Só sinto que quero explodir, prefiro manter minha compostura junto com minha paciência.
Alejandro se deixou levar por mais de 15 minutos, se divertiu como nunca, se soltou e explodiu dentro dela. Ele a investiu com toda a força, enchê-la era o objetivo dele.
: putas são para o que servem, para serem comidas e ficarem prenhas.
Depois de um tempo, o senhor Alejandro sai do quarto arrumando as calças.
Alejandro: Bem, jovem, o melhor é que vocês já vão. Já é tarde, não queremos que aconteça um incidente com vocês. Obrigado pela deliciosa cooperação.
Eu: Tá bem, a gente se retira.
Pego a Alicia e meu telefone e os levo para minha casa para evitar suspeita com os pais dela, só aviso que ela passaria a noite comigo.
E sem que ninguém me incomodasse, e pela emoção reprimida, eu parto pra cima da Alicia do mesmo jeito, sem me importar que ela esteja toda cheia do semen do senhor Alejandro. No fim das contas, logo ela vai ser só uma puta prenha.
De quem? Isso já não importa mais.
3 comentários - Deixa o chefe gordo da minha mina comer ela