Estou postando meus contos de novo porque os tinha em outra conta que foi fechada. Espero que curtam. Minha filha se tornou minha putinha. Embora nunca tivesse nem imaginado isso, ver sua filha se transformar numa putinha é algo para o qual ninguém está preparado, mas tenho que admitir que foi a melhor coisa que me aconteceu. Tudo começou quando me divorciei da mãe dela e, na hora de perguntar com quem ela queria ficar, sem hesitar disse que era comigo. Lorena, esse é o nome dela, tinha 15 anos quando eu e a mãe dela decidimos que o melhor era nos separarmos. Ela sempre foi muito apegada a mim, então, embora tenha me chamado a atenção, não foi surpresa que ela quisesse ficar comigo. O tempo passava e nosso relacionamento ficava cada vez mais próximo, e embora ela começasse a ter namoradinhos, passávamos muitas noites de fim de semana vendo filmes juntos. Depois de um tempo, conheci uma garota bem mais nova, eu tinha 44 e ela 25, então demorei um pouco para trazê-la para casa porque não sabia como a Lore reagiria, já que não havia grande diferença de idade entre elas, pois ela tinha 17. Uma noite, depois de ver um filme, comentei que estava saindo com uma garota e queria que ela a conhecesse. Ela deu um pulo no sofá e, me abraçando, disse que estava muito feliz por mim e super animada com a ideia de eu trazê-la para casa para se conhecerem. O tempo passou e Carla, esse era o nome da minha namorada, e a Lore se tornaram grandes amigas e cúmplices, a ponto de a Lore confiar a ela seus segredos mais íntimos, mas nunca imaginei que esse fosse o começo da minha nova vida. Com a Carla, comecei a experimentar coisas, a nível sexual, que com minha ex eram possíveis só nas minhas fantasias. Ela era uma garota de mente muito aberta e que gostava de experimentar sem tabus. Assim, começamos a transar em lugares públicos, conheci o swing, fazíamos ménage com garotas e com homens, e até quando ela me confessou seu fanatismo por sexo com vários homens, entramos no gangbang, coisa que só Conheci pela internet quando minha ex reclamava de dor de cabeça, mas ao ver minha namorada chupando apaixonadamente todas aquelas picas (chegou a ficar com até 10 caras) e dando pra todos pra depois um por um gozar na boca dela (esqueci de dizer que ela era viciada em porra) eu ficava maluco e não ligava pra mais nada, amava ela desse jeito puta. Claro que sexo na minha casa era coisa de todo dia e se eu tava cansado ela me chupava, mas não dormia sem a cota dela de pica e porra. Essa situação mudou minha vida, mas também a da minha filha, porque comecei a notar algo diferente nela, achei que era por causa da minha falta de atenção que essa nova vida me causava. Teve situações em que ela me viu de cueca indo na cozinha pegar água ou os barulhos das noites de sexo com a Carla, então decidi ter uma conversa com ela. — Lore, vem aqui, senta comigo, quero conversar. — Sim, pai, o que foi? (ela falou com um tom de menininha) — Desde que a Carla chegou aqui algumas coisas mudaram, mas quero que você saiba que você é a coisa mais importante pra mim, então se tiver algo que você não gosta, tem que me falar e a gente resolve. — Não, pai, não tem nada com a Carla e muito menos com você, só que tô com um pouco de ciúme porque não tenho um namorado pra poder aproveitar igual a Carla. Numa conversa com a Carla, perguntei se ela sabia se a Lore tava passando por algo além do que tinha me dito, e ela disse que sim: — A Lore vai fazer 18 anos e quer de presente os implantes nos peitos, mas tem vergonha de pedir pra você. — Mas ela sabe que pode confiar em mim. — Sim, mas ela acha que você vai dizer não, além disso, sabe que você tá preparando a festa pra ela e não quer te fazer gastar mais. — Ela é uma menina muito gostosa, não acho que precise colocar peito (minha filha é morena e tem uns lindos olhos verdes que puxou da mãe, tem 1,65, é magrinha como toda adolescente que se cuida, e tem uma raba empinada de 98, que faz com que de saia, jeans ou shortinho seja um espetáculo ver ela saindo). mas se é o que ela quer, vou pagar sim. -Além disso, não esquece que ela tá dando os primeiros passos no sexo e se sentir gostosa é o mais importante pra uma mina. -É verdade, mas prefiro não pensar nisso, sei que tão comendo ela, mas prefiro não imaginar. -Hahaha, que careta, tenho certeza que ela fica louca chupando pica igual a mim. -Não seja filha da puta!!! Melhor eu vazar (mas aquele comentário mexeu com minha cabeça e quando levantei deu pra ver um tesão claro) -Epa, epa, vamos ter que dar um jeito nessa pica, seu tarado hahaha Claro que a Carla sabia mais do que tava falando, mas eu preferia não tocar no assunto. Minha filha faz aniversário no inverno, mas a pedido dela esperamos até o verão pra comemorar já que ela queria a festa no sítio pra exibir os peitos na piscina. Pra festa de dezoito da minha princesa ela já tinha feito as tetas. A festa não passava de um encontro de amigos com churrasco e, claro, um dia de piscina, mas com a Carla fui na noite anterior pra preparar tudo e aproveitar a casa sozinhos pra soltar as fantasias. Então fomos acompanhados de um casal de amigos e uns caras solteiros que conhecíamos das baladas swingers. Pra comemorar o aniversário, esse casal com quem passamos a noite ficou junto, já que conheciam a Lorena e ela os tratava como "tios". Depois do meio-dia começaram a chegar os jovens e, entre eles, minha filha. -Oi, pai! Chegamos! Já quero entrar na piscina. -Feliz aniversário, Lore. Tô terminando de preparar tudo, vocês fiquem à vontade. Até aquele momento nunca tinha reparado nas amigas da Lore, mas com a microdureza dos biquínis delas chamaram muito minha atenção. Tinham uns cuzinhos redondos e empinados, e ver aquelas tangas enfiadas nas bundas delas era algo que me tirava do sério. E pra piorar, a Lore vem pulando com aquelas tetonas que colocou e uma fio dental igual às amigas e me abraça. Sinceramente, ter o corpo gostoso da minha filha colado no meu... Eu tava ficando excitado e não consegui segurar minha ereção, e, de novo, a Carla percebeu. Eu e Martín ficamos cuidando da churrasqueira, o que deu a chance de a gente falar das minas que tinham vindo, porque, embora eu soubesse que a Carla não ia se incomodar, a gente não sabia como a Carmen (esposa do Martín) ia reagir. Aí a gente ficou fantasiando como a gente ia comer aquelas piranhas com as bucetinhas depiladas e apertadinhas, enfiando as picas na boca delas até elas tirarem a última gota de porra, até que, de repente, duas minas saíram da piscina e começaram a andar na nossa direção. As duas tinham um jeito bem gatinho de andar, e os peitos balançavam a cada passo. Uma era uma ruiva de olhos verdes que arrasava, e a outra era uma loira de cabelo curto, não tão voluptuosa quanto a amiga, mas dava pra ver que tinha a melhor raba das duas. Quando finalmente chegaram, a ruiva, com um sorriso safado, falou: — Cês nos convidam pra comer alguma coisa? A gente tá morrendo de fome. — Tamo nessa, respondeu o Martín na hora. — Falta um pouquinho, mas se quiserem, a gente pode dar uma linguiça pra entreter a boca. Eu nem queria olhar, mas elas riram e, cúmplices da dupla intenção, disseram: — Bom... mas que seja grande e a gente escolhe. — Vem. Me fala o que você quer, — disse o Martín pra loira, e se posicionou estrategicamente atrás dela, dando passagem pra ela ver a churrasqueira, mas ao mesmo tempo aproveitou pra encostar naquela raba perfeita enfiada numa biquíni preta. Surpreendentemente, a mina não pareceu se incomodar; pelo contrário, notei como ela ajustou a bundinha pra ele encostar melhor enquanto olhavam o churrasco. — Deixa eu ver. Eu também quero alguma coisa, — disse a ruiva e fez o mesmo comigo. Quando elas foram embora, o Martín falou: — Viu, tão pra qualquer parada. — É, são umas putinhas, mas a gente não vai fazer escândalo no aniversário da Lore, vamos nos segurar. Depois de almoçar, nossas mulheres sugeriram a gente tirar uma soneca, então nós quatro Fomos pra casa e deixamos os guris curtindo a piscina, claro que a desculpa do cochilo era só conversa e no final nós quatro acabamos transando igual uns loucos, só que eu fiz isso pensando naquelas minas, mas também na minha filha, em como eu chupava aqueles peitos lindos dela e depois descia até enfiar minha língua na buceta dela. Até que eu curtia, mas pensar nisso me perturbava pra caralho, já que era minha filha, então quando terminamos, Martín e Carmen ficaram dormindo e eu e Carla fomos dar uma volta. Carla me viu na bad e perguntou o que rolava, e como eu respondi que nada, ela perguntou se tinha a ver com as ereções que eu tive com a Lore. Vendo que ela tinha sacado, contei o que sentia, e ela riu e falou pra eu ficar tranquilo, que não era tão grave, que com calma e tempo ela também tinha umas paradas pra me contar sobre a Lore. Depois de um tempinho caminhando, voltamos pra casa de campo. O terreno da casa era enorme e com várias entradas. Nessa, entramos por uma que não era a principal, porque era mais perto pra gente. Perto dessa entrada tem um quartinho de ferramentas que ficava bem afastado do resto das construções. Quando passamos a uns metros desse quartinho, eu e Carla ouvimos umas vozes murmurando e gemidos que vinham de trás dele. Nos olhamos com cara de dúvida e fomos nos aproximando na maciota. A imagem que vi ao espiar pela quina da parede me deixou gelado. Minha princesinha, a Lorena, tava pelada cavalgando a pica de um dos amigos dela enquanto chupava dois caras que estavam na frente dela. Meu primeiro impulso foi pular e encher todo mundo de porrada. Mas Carla me acalmou: — Para. Que porra você vai fazer, doido?! A única coisa que você vai conseguir é arrumar uma puta confusão e não vai resolver nada. — Não acredito. Meu anjinho. Olha ela! Feito uma puta enfiada em três caras. — O que você vai fazer? Ela curte sexo do jeito que ela quer — falou Carla, como se tentasse dar algum sentido praquilo. situação -Mas é minha filha! Não posso vê-la assim.- -Mesmo assim... não parece que ela esteja sofrendo. Relaxa. Sugiro que a gente fique aqui pra garantir que nada de ruim aconteça, e eu fico junto com ela observando a cena. Minha filha continuava montando aquela pica enquanto chupava alternadamente as duas rolas que tinha na frente. Era uma verdadeira expert. Mexia sua cinturinha de um jeito extremamente erótico, fazendo a pica enterrar cada vez melhor. Seus peitões grandes, mas bem colocados, balançavam ritmicamente. Entre seus lábios perfeitos e carnudos, desapareciam os grossos pedaços de carne dos amigos dela. Olhei pro meu lado e vi que a Carla se tocava a buceta por cima da calça, naquele momento me toquei e notei que eu tinha uma ereção poderosa. Evidentemente, a imagem de uma novinha sendo comida por três homens despertava em mim um tesão do caralho, mesmo que aquela novinha fosse minha filha. Voltei a prestar atenção na situação e agora tinha mudado. Lore continuava montando um dos magrinhos no chão, só que agora estavam de frente um pro outro, cara a cara, nos dando uma vista espetacular daquela bunda redonda e dura. Continuava chupando uma pica, mas um dos jovens tinha encontrado outra possibilidade. Evidentemente atraído pela bunda perfeita da minha filha, começou a brincar com o cu dela. Ia enfiando dedos e lubrificando. Lorena não se opunha nem um pouco, muito pelo contrário, relaxava seu cuzinho apertado pra facilitar a entrada dos dedos. Num determinado momento, se posicionou com a pica dura como um mastro no cu da Lore e a penetrou sem mais delongas. Lore deu uns gritinhos no começo, mas depois foram substituídos por gemidos que mostravam um prazer extremo. Meu anjinho estava sendo comida por todos os buracos e adorava. E eu, o pai dela, curtia a situação. Era perturbador. Uns momentos depois, decidiram encerrar a orgia com a Lore e a fizeram ajoelhar. Um por um foram passando as picas por a boquinha da minha filha e gozaram na cara dela, nos peitos dela e no cabelo dela. A imagem da minha docinha filhinha prostituída por todo aquele esperma grosso e branco e pelo sorriso na carinha dela era extremamente erótica, ela tinha curtido pra caralho. Com a Carla, a gente se retirou na surdina. Quem falou primeiro fui eu: — Bom, acabou virando uma putinha. Fazer o quê. — Pois é. Coisas que acontecem. Pelo menos ela é bem boa no que faz, não acha? Parece que aprendeu comigo. — Kkkkk... que filha da puta... Será que você tava ensinando ela? Kkkkk. Depois desse meu comentário, a gente voltou andando em silêncio até em casa e, uma vez lá, a Carla me contou que mais de uma vez a Lore tinha dito que ficava excitada pensando em mim e costumava se masturbar muito com isso, até uma vez tinha me espionado tomando banho e que nas noites que a gente passava vendo filmes, alguma vez pensou em se abaixar e chupar minha pica. — Você é maluca!!! — foi minha primeira reação. — Não, só que ela me pediu pra não falar nada porque era menor e não queria te causar um problema ou te fazer mandar ela pra mãe dela, é por isso que não me surpreende que ao fazer dezoito anos ela faça essas coisas. Ela me perguntou muitas vezes sobre as coisas que a gente faz com outras pessoas, minhas práticas de gangbang e também sobre nossas relações, até como você é de grande e que gosto tem seu gozo. — E você contou tudo pra ela? — Sim, a gente teve umas conversas muito interessantes... E inclusive, tenho que admitir que, diante da curiosidade dela pelas minhas histórias com outra garota, umas semanas atrás, a gente teve uma sessão de sexo onde deixei ela chupar minha buceta pra ela saber como é. Não conseguia acreditar no que ouvia. Minha filhinha ficava com tesão por mim e tinha transado com a madrasta dela... Minha cabeça tava a mil. No caminho de volta, a gente vinha todo mundo em silêncio e aí minha perversidade falou mais alto e perguntei: — Lore, como você se divertiu hoje? — Muito bem, Papai, muito obrigada. — E o que vocês fizeram quando a gente foi tirar a soneca? (A Carla não olhava pra mim, mas tava sorrindo.) — Nada de mais, a gente ficou com os meninos e as meninas jogando.
— Ah, que bom, mas você se divertiu, né?
— Sim, muito.
— Bom, mesmo que você já tenha feito aniversário há uns meses, agora é oficial: você já tem 18 anos e pode fazer o que quiser.
— Sim, tava doida pra isso, hahahaha.
Depois de conversar sobre outras coisas, a Carla falou pra Lore, num tom de cumplicidade, se ela não queria descansar e dormir um pouco. A Lore concordou e se deitou no banco de trás, com a cabeça virada pro lado do carona, de onde dava pra me ver.
Depois de um tempo, a Carla começou a passar a mão no meu pau, querendo que ele endurecesse pra ela chupar, como era de costume nas viagens que a gente fazia sozinho. No começo eu resisti, mas ela me convenceu. Começou a me chupar, e a situação era muito erótica: minha namorada me chupando enquanto eu dirigia e minha filha “dormindo” no banco de trás. Era muito excitante, e em poucos minutos eu gozei, enchendo a boca da Carla de porra.
Os meses passaram, e a tara pela minha filha só aumentava, mas eu não tinha coragem de ir além de ficar espiando ela e me masturbar deixando a porta aberta pra ela me ver, ou quando eu transava com a Carla na esperança de que ela entrasse e participasse com a gente.
Um dia, a Carla, depois de uma conversa com a minha filhinha, arrumou tudo pra eu e a Lore ficarmos sozinhos. Como de costume, a gente se jogou no sofá pra ver um filme que a Carla tinha recomendado e que, segundo ela, já estava no DVD. Quando a gente colocou, apareceu na tela um pornô onde uma garota muito novinha era penetrada por um homem mais velho enquanto chupava outros dois. Eu quis me apressar pra tirar, mas a Lore me segurou e, com uma vozinha de menina, disse:
— Deixa aí, papai, já tenho idade pra ver. Além do mais, nunca vi um.
— Ok, se quiser, te deixo sozinha.
— Não, não, vamos ver juntos. Você nunca viu um pornô?
A gente ficou assistindo, e eu tava bem nervoso. Ela tava com uma regata curta e uma calça bem justa. Num momento, ela me diz:
— Se importa se eu deitar no seu colo?
— Não, filhinha, fica à vontade. cabeça apoiada nas minhas pernas e, eventualmente, roçando no meu pau, e o filme passando. Não pensei em nada e coloquei minha mão direita na bunda dela. Ela nem se mexeu, então desci um pouco e passei a mão por toda a rachadura, desde a bunda até a buceta dela, e senti um calor anormal na virilha dela (minha filhinha estava com tesão). Sem se assustar com a minha mão, ela me disse:
— Carla me contou que vocês estão com outros caras e que todo mundo come ela.
— Sim, é assim mesmo.
— Você se importaria se eu fizesse o mesmo?
— Não, desde que você curta tanto quanto ela.
Enquanto isso, eu continuava passando a mão na bunda dela.
— Eu gosto de homens grandes, sabia?
— É? Por quê? — perguntei, cheio de tesão.
— Porque eles não gozam rápido que nem os jovens.
E na mesma hora, ela abriu minha calça e tirou meu pau duro pra fora.
— Mmmm, que pau lindo você tem, papai. Deixa eu chupar?
Ela começou a lamber a cabecinha, passava a língua nos lábios, se lambendo, e voltava a lamber todo o tronco. Descia, chupava minhas bolas e enfiava tudo na boquinha dela, enchia de saliva e recomeçava.
— Você gosta de como eu chupo? Gosta de como sua filhinha chupa o pau de você?
Depois de um tempo chupando, chegou minha vez. Tirei a camiseta dela, e ela não estava de sutiã, então ficaram na minha frente aqueles dois peitos lindos e grandes, que eu chupei e enchi de saliva aqueles biquinhos rosadinhos de adolescente. Depois, tirei a calça dela, e ela estava usando uma calcinha fio dental bem pequena, que decidi deixar, mas puxei de lado pra mergulhar naquela buceta totalmente depilada e molhada. Com as investidas da minha língua, senti ela gozar, e sentir aquele fluxo na boca me fez chupar com ainda mais força. Depois de um tempo, ela ficou de quatro e me ofereceu aquela buceta pra eu comer, dizendo:
— Me come, pai, quero sentir seu pau dentro de mim.
A imagem era maravilhosa: meu pau partindo aquela bunda linda ao meio enquanto eu puxava o cabelo dela como a melhor das putas.
— Você gosta, meu amor? Gosta do pau do papai? — eu dizia enquanto entrava e saía daquela buceta. Linda buceta adolescente. —Adoro, papai. Me come mais — ela dizia entre gemidos. A gente transou em várias posições até que eu finalmente ia gozar, e quando avisei ela, ela se ajoelhou na minha frente e pediu pra eu gozar na boca dela. —Vai, papai, me dá todo o leite na boquinha igual você faz com a Carla, quero provar. E foi o que eu fiz, gozei como nunca, os jatos de porra saltaram na boca dela e alguns acertaram o rosto e o cabelo, ela limpou minha pica com a língua até a última gota e, quando não tinha mais nada no meu pau, limpou o rosto com os dedos e chupou eles, me dando um espetáculo maravilhoso. Passaram-se os meses e a gente continuava transando: eu com minha filha, eu com a Carla ou nós três. Quando a Carla ficava na casa dela, a Lorena trazia as amigas pra gente comer elas juntos, eu arrumava homens pra elas comerem ou chuparem as picas delas, essas noites terminavam com as bocas delas cheias de porra e elas passavam o sêmen uma pra outra com beijos de língua pra eu ver. Minha filha chupava minha pica no carro sempre que podia, a gente ia pra cinemas pornô e eu colocava a pica na boca dela e em segundos tinha uma porrada de degenerados querendo encher a boquinha dela de porra, a gente transava na rua ou em lugares públicos pra outras pessoas se juntarem a nós, minha filhinha já não era mais minha filhinha, era uma puta festeira. No aniversário de 21 dela, a gente já vivia como um casal e pra comemorar ela trouxe uma menina de 18 pra eu comer e lembrar como foi com ela, e me pediu pra arrumar quatro homens mais velhos pra comerem ela. Aquela noite foi mágica, ela trouxe uma loirinha de peitões, mas não como os dela, com uma bundinha redonda, de minissaia branca e top rosa. Eu coloquei um anúncio num site e na hora consegui cinco velhos degenerados querendo comer uma garota de 21. A Lore recebeu eles de fio dental e cinta-liga e na hora eles foram pra cima, começaram a apalpar e chupar ela toda, ela gemia de prazer e olhava pra mim e agradecia, ela se Ela se agachou e começou a chupar as picas deles, eles batiam com as picas na cara dela e faziam ela engolir tudo. Eu, enquanto isso, sentado no sofá, curtia o espetáculo e me punhetava loucamente. Depois ela ficou de quatro e um por um foi passando, comendo a pussy dela enquanto ela chupava as picas que apareciam na frente. Aí o que tinha a maior deitou e minha filhinha subiu pra montar nele, enquanto os outros iam passando pelo cu dela e ela chupava as picas dos que ficavam de fora. Assim ficaram quase duas horas, até que ela, agachada no meio de todos aqueles paus, os cinco começaram a gozar na boca e na cara dela, e ela engolia a porra pra me deixar ainda mais excitado. Quando todos terminaram, ela tirou eles rapidinho do lugar e, com a cara cheia de sêmen, fez a garota entrar e sentou pra ver como eu comia ela. A garota tinha uma pussy bem apertada e molhada, que chupei até fazer ela gozar, e um cu bem apertadinho que tive a chance de desvirgar. Comi ela por uns vinte minutos e, quando dei meu leite pra ela tomar, Lore beijou ela fundo, passando a porra pra ela, e também tirou a garota rápido do lugar. Ficamos sozinhos, ela me olhou com a cara angelical, abriu a boca mostrando que tinha meu sêmen, engoliu e, com voz de menininha que ganhou um presente, me agradeceu. Transamos a noite toda com a premissa da minha filhinha de tirar até a última gota de porra de mim. Foi assim que minha filha se tornou minha putinha.
— Ah, que bom, mas você se divertiu, né?
— Sim, muito.
— Bom, mesmo que você já tenha feito aniversário há uns meses, agora é oficial: você já tem 18 anos e pode fazer o que quiser.
— Sim, tava doida pra isso, hahahaha.
Depois de conversar sobre outras coisas, a Carla falou pra Lore, num tom de cumplicidade, se ela não queria descansar e dormir um pouco. A Lore concordou e se deitou no banco de trás, com a cabeça virada pro lado do carona, de onde dava pra me ver.
Depois de um tempo, a Carla começou a passar a mão no meu pau, querendo que ele endurecesse pra ela chupar, como era de costume nas viagens que a gente fazia sozinho. No começo eu resisti, mas ela me convenceu. Começou a me chupar, e a situação era muito erótica: minha namorada me chupando enquanto eu dirigia e minha filha “dormindo” no banco de trás. Era muito excitante, e em poucos minutos eu gozei, enchendo a boca da Carla de porra.
Os meses passaram, e a tara pela minha filha só aumentava, mas eu não tinha coragem de ir além de ficar espiando ela e me masturbar deixando a porta aberta pra ela me ver, ou quando eu transava com a Carla na esperança de que ela entrasse e participasse com a gente.
Um dia, a Carla, depois de uma conversa com a minha filhinha, arrumou tudo pra eu e a Lore ficarmos sozinhos. Como de costume, a gente se jogou no sofá pra ver um filme que a Carla tinha recomendado e que, segundo ela, já estava no DVD. Quando a gente colocou, apareceu na tela um pornô onde uma garota muito novinha era penetrada por um homem mais velho enquanto chupava outros dois. Eu quis me apressar pra tirar, mas a Lore me segurou e, com uma vozinha de menina, disse:
— Deixa aí, papai, já tenho idade pra ver. Além do mais, nunca vi um.
— Ok, se quiser, te deixo sozinha.
— Não, não, vamos ver juntos. Você nunca viu um pornô?
A gente ficou assistindo, e eu tava bem nervoso. Ela tava com uma regata curta e uma calça bem justa. Num momento, ela me diz:
— Se importa se eu deitar no seu colo?
— Não, filhinha, fica à vontade. cabeça apoiada nas minhas pernas e, eventualmente, roçando no meu pau, e o filme passando. Não pensei em nada e coloquei minha mão direita na bunda dela. Ela nem se mexeu, então desci um pouco e passei a mão por toda a rachadura, desde a bunda até a buceta dela, e senti um calor anormal na virilha dela (minha filhinha estava com tesão). Sem se assustar com a minha mão, ela me disse:
— Carla me contou que vocês estão com outros caras e que todo mundo come ela.
— Sim, é assim mesmo.
— Você se importaria se eu fizesse o mesmo?
— Não, desde que você curta tanto quanto ela.
Enquanto isso, eu continuava passando a mão na bunda dela.
— Eu gosto de homens grandes, sabia?
— É? Por quê? — perguntei, cheio de tesão.
— Porque eles não gozam rápido que nem os jovens.
E na mesma hora, ela abriu minha calça e tirou meu pau duro pra fora.
— Mmmm, que pau lindo você tem, papai. Deixa eu chupar?
Ela começou a lamber a cabecinha, passava a língua nos lábios, se lambendo, e voltava a lamber todo o tronco. Descia, chupava minhas bolas e enfiava tudo na boquinha dela, enchia de saliva e recomeçava.
— Você gosta de como eu chupo? Gosta de como sua filhinha chupa o pau de você?
Depois de um tempo chupando, chegou minha vez. Tirei a camiseta dela, e ela não estava de sutiã, então ficaram na minha frente aqueles dois peitos lindos e grandes, que eu chupei e enchi de saliva aqueles biquinhos rosadinhos de adolescente. Depois, tirei a calça dela, e ela estava usando uma calcinha fio dental bem pequena, que decidi deixar, mas puxei de lado pra mergulhar naquela buceta totalmente depilada e molhada. Com as investidas da minha língua, senti ela gozar, e sentir aquele fluxo na boca me fez chupar com ainda mais força. Depois de um tempo, ela ficou de quatro e me ofereceu aquela buceta pra eu comer, dizendo:
— Me come, pai, quero sentir seu pau dentro de mim.
A imagem era maravilhosa: meu pau partindo aquela bunda linda ao meio enquanto eu puxava o cabelo dela como a melhor das putas.
— Você gosta, meu amor? Gosta do pau do papai? — eu dizia enquanto entrava e saía daquela buceta. Linda buceta adolescente. —Adoro, papai. Me come mais — ela dizia entre gemidos. A gente transou em várias posições até que eu finalmente ia gozar, e quando avisei ela, ela se ajoelhou na minha frente e pediu pra eu gozar na boca dela. —Vai, papai, me dá todo o leite na boquinha igual você faz com a Carla, quero provar. E foi o que eu fiz, gozei como nunca, os jatos de porra saltaram na boca dela e alguns acertaram o rosto e o cabelo, ela limpou minha pica com a língua até a última gota e, quando não tinha mais nada no meu pau, limpou o rosto com os dedos e chupou eles, me dando um espetáculo maravilhoso. Passaram-se os meses e a gente continuava transando: eu com minha filha, eu com a Carla ou nós três. Quando a Carla ficava na casa dela, a Lorena trazia as amigas pra gente comer elas juntos, eu arrumava homens pra elas comerem ou chuparem as picas delas, essas noites terminavam com as bocas delas cheias de porra e elas passavam o sêmen uma pra outra com beijos de língua pra eu ver. Minha filha chupava minha pica no carro sempre que podia, a gente ia pra cinemas pornô e eu colocava a pica na boca dela e em segundos tinha uma porrada de degenerados querendo encher a boquinha dela de porra, a gente transava na rua ou em lugares públicos pra outras pessoas se juntarem a nós, minha filhinha já não era mais minha filhinha, era uma puta festeira. No aniversário de 21 dela, a gente já vivia como um casal e pra comemorar ela trouxe uma menina de 18 pra eu comer e lembrar como foi com ela, e me pediu pra arrumar quatro homens mais velhos pra comerem ela. Aquela noite foi mágica, ela trouxe uma loirinha de peitões, mas não como os dela, com uma bundinha redonda, de minissaia branca e top rosa. Eu coloquei um anúncio num site e na hora consegui cinco velhos degenerados querendo comer uma garota de 21. A Lore recebeu eles de fio dental e cinta-liga e na hora eles foram pra cima, começaram a apalpar e chupar ela toda, ela gemia de prazer e olhava pra mim e agradecia, ela se Ela se agachou e começou a chupar as picas deles, eles batiam com as picas na cara dela e faziam ela engolir tudo. Eu, enquanto isso, sentado no sofá, curtia o espetáculo e me punhetava loucamente. Depois ela ficou de quatro e um por um foi passando, comendo a pussy dela enquanto ela chupava as picas que apareciam na frente. Aí o que tinha a maior deitou e minha filhinha subiu pra montar nele, enquanto os outros iam passando pelo cu dela e ela chupava as picas dos que ficavam de fora. Assim ficaram quase duas horas, até que ela, agachada no meio de todos aqueles paus, os cinco começaram a gozar na boca e na cara dela, e ela engolia a porra pra me deixar ainda mais excitado. Quando todos terminaram, ela tirou eles rapidinho do lugar e, com a cara cheia de sêmen, fez a garota entrar e sentou pra ver como eu comia ela. A garota tinha uma pussy bem apertada e molhada, que chupei até fazer ela gozar, e um cu bem apertadinho que tive a chance de desvirgar. Comi ela por uns vinte minutos e, quando dei meu leite pra ela tomar, Lore beijou ela fundo, passando a porra pra ela, e também tirou a garota rápido do lugar. Ficamos sozinhos, ela me olhou com a cara angelical, abriu a boca mostrando que tinha meu sêmen, engoliu e, com voz de menininha que ganhou um presente, me agradeceu. Transamos a noite toda com a premissa da minha filhinha de tirar até a última gota de porra de mim. Foi assim que minha filha se tornou minha putinha.
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