Depois das festas e das férias, retomei um velho hábito: sair para correr. Depois que tive a Romi, fiquei com uns quilinhos a mais, nada exagerado, mas queria voltar ao peso que tinha antes de engravidar. De tarde, comecei a ir na academia, e de manhã, saÃa pra correr na praça que fica a meia quadra de casa. No começo, não era muito constante, até pensei em desistir de vez, porque entre o trabalho e as crianças, sobrava pouco tempo, mas teve uma coisa que me fez mudar de ideia, ou melhor, alguém... Trinta e poucos anos, corpo bonito, barba por fazer, cabelo estilo jogador de futebol. O que mais me atraÃa não era o visual dele, mas o jeito que ele me olhava, como se fosse pular na minha jugular a qualquer momento. E ainda por cima, percebia que, quando a gente se cruzava, ele virava pra olhar minha bunda, o que me excitava ainda mais. Logo descobri que dias ele corria e em que horário, então tentava coincidir com ele. Era óbvio que a gente se curtia, já tÃnhamos começado a nos cumprimentar e até trocávamos sorrisos, só faltava um de nós puxar conversa. Eu já estava decidida a fazer isso se ele não tomasse a iniciativa, mas antes que acontecesse, o destino fez a parte dele. A manhã estava nublada, instável, mesmo assim saà pra correr, porque era o dia que ele também corria. Nem consegui dar uma volta, e começam a cair as primeiras gotas. Continuo um pouco mais, indo em direção à minha casa, e aà desaba tudo, um temporal daqueles. Procuro abrigo debaixo de uma árvore, esperando dar uma trégua, e justo aparece ele, também se protegendo. — Que chuvinha, hein! — exclama, se mexendo no mesmo lugar pra manter o calor. — Parecia que estava clareando e de repente o céu desabou — comento. — Gastão... — se apresenta. — Mariela... — respondo, fingindo que não percebo que ele tá me devorando com os olhos. — Mora longe, Mariela? — pergunta, percorrendo com os olhos invasivos meu corpo, minhas curvas. — Umas —Quantas quadras? —respondo, embora na verdade eu esteja perto. —Eu moro na frente —ele diz, apontando pro prédio da esquina. —Que tal a gente ir lá em casa, tomar um café enquanto espera a chuva passar? —propõe, sem muito papo furado. —Olha só, você é rápido, hein... A gente mal se apresentou. —Pra algumas coisas é melhor não esperar, não acha? —Depende do que... —Um café, por exemplo... —Com esse clima, eu diria que tá mais pra um mate. —Sem problema, sempre tenho o termo pronto. —Jajaja... —eu rio —Com a água bem quente? —Quase no ponto de ferver! —ele enfatiza. —Se eu aceitar o mate, depois você não vai vir com essa de que não tem erva, vai? —Jajaja... Vai ter que se arriscar —agora quem ri é ele. —Mmmm, sei não, acho melhor eu voltar pra casa —falo, sem parecer muito convencida. —Olha, se você voltar agora, vai se molhar toda —ele me avisa, já que a chuva continua forte. —Já tô molhada há um tempão —digo, com um duplo sentido bem claro. Claro que ele capta na hora. Me olha de novo daquele jeito que não deixa dúvidas sobre o que tá pensando, e então eu concordo com um gesto, uma leve inclinação de cabeça, sim, bora, vamos. Combinamos de contar até três e saÃmos correndo, entre risadas, chegando encharcados no hall do prédio dele. Entramos e, ao subir no elevador, me dou conta, ao me ver no espelho, que meus mamilos tão aparecendo. Tô de sutiã, porque correr não curto que meus peitos fiquem balançando muito, mas mesmo assim, por causa da água e da queda de temperatura, parece que tenho dois pastéis redondos e escuros debaixo da camiseta. Não falo nada nem tento esconder, afinal os dois sabemos muito bem pra que a gente tá indo pra casa dele. Chegamos no andar, atravessamos o corredor, e entramos no apartamento dele, que fica quase no fundo. Desde que a gente se abrigou debaixo da árvore pra se proteger da chuva, a tensão sexual entre a gente dá pra sentir até no ar. E ao Fecho a porta, explode como uma bomba molotov. A gente se olha só por um segundo, fechando um pacto com o olhar, e nos jogando nos braços um do outro, a gente se beija quase com fúria. — Você não sabe quantas vezes eu bati uma pensando em você depois de te ver correndo... — ele fala com um tom gutural, excitado, apalpando minha raba. — Agora você me tem aqui... pra te satisfazer — eu falo, apertando o volume dele por cima do short, sentindo ele crescer até ostentar um tamanho que não decepciona. — Como vou te comer, Mariela...! Te juro que você vai voltar pra casa muito bem fudida! — — Olha que eu vou cobrar, hein... — Com um arrebato excitante, ele levanta minha camiseta, o sutiã, e chupa meus peitos... bom, chupar é modo de dizer, porque ele morde e aperta, deixando marcas dos dedos e dentes na minha pele. Puxo ele pelo cabelo e seguro ele contra mim, desejando ser devorada por completo. O sofá tá perto, mas a gente não chega lá, a gente se joga no chão, os corpos em chamas, se chupando, dando vazão a essa tesão que a gente vem alimentando desde a primeira vez que se cruzou na praça. Ele tira minha calça de moletom, a de três listras, e tirando também a fio dental, leva ela pro nariz, cheirando como se fosse um aroma exótico. Ele apoia as mãos debaixo dos meus rins, levanta minha pélvis e, esticando a lÃngua, enfia na minha buceta como se fosse um punhal, arrancando um gemido que ecoa pela sala toda. Ele chupa tudo, me saboreando tão fundo que sinto uns calafrios atravessando do cóccix até a nuca. Quero chupar ele, sentir ele endurecendo na minha boca, mas antes que eu possa me aproximar, ele me agarra pelos cabelos e com um empurrão me faz engolir a pica dele quase até os pelos. — ¡¡¡Aaaaaaggggggggghhhhhhhh...!!! — Eu engasgo com tanta carne, mas não resisto, deixo ele foder minha garganta sem piedade. Vou acabar com os lábios dormentes, inchados de tanto atrito, mas não ligo, Adoro sentir o pau inteiro atravessado no meu céu da boca. —Vamos pro quarto...— ele fala, se levantando e estendendo a mão pra mim. Levanto e sigo ele, nos despindo pelo caminho. Quando chegamos, já estamos os dois pelados. Me deito na cama, enquanto ele procura as camisinhas na cômoda e coloca uma. Quando vem na minha direção, abro as pernas e mostro minha buceta quente, braba, uma caldeira fervendo. —Me fode...!— peço, enquanto ele se acomoda em cima de mim. É o que ele vai fazer, vai me foder, mas adoro pedir. —Tá molhadÃssima...!— ele fala quando desliza suave dentro de mim, indo se cravar no fundo. —Tô assim por você...!— respondo, agarrada no corpo dele, me mexendo junto, querendo sentir ele ainda mais fundo. Ele tá fora de si, cheio de tesão, querendo cobrar com cada metida todas as punhetas que bateu na minha honra. —Siiiiiiiiim...! Assiiiiiiiiim...! Vaiiiiiii...! Mais... mais... mais...! Mais forte...!— peço, mesmo ele já me comendo com tudo, batendo o corpo dele no meu com uma violência desgraçada. A parte de dentro das minhas coxas, onde as pernas dele roçam, vai ficar toda roxa, mas não tô nem aÃ, a única coisa na minha cabeça naquele momento é dar a trepada que meu corpo tá esperando desde a primeira vez que a gente trocou olhar. PUM PUM PUM... socos fundos, contÃnuos, sem parar... PUM PUM PUM... descontrolados, intensos, devastadores... PUM PUM PUM... violentos, ardidos, impactantes... Uma bombada frenética e acelerada que me deixa completamente dominada. O pau do magrelo tá tão duro que, quando escapa, por causa dos movimentos e da lubrificação, sobe pra cima igual mola. Dentro, fora, dentro, fora, dentro, fora e PING... ele enfia de novo, e de novo... Dentro, fora, dentro, fora, dentro, fora e PING... Eu mesma pego ele, coloco no lugar que tem que ficar e quando ele manda guardar... ¡¡¡Aaaaahhhhhhhhh...!!! ¡¡¡Tô gozando a vida...!!! Ele ainda não chegou, mas para um momento e me deixa curtir essa tremedeira que nubla meus sentidos e até a visão. A umidade da minha buceta fica ainda mais intensa e abundante. Meus bicos dos peitos ficam tão duros que até doem. Não sou de criar muitas expectativas antes de ficar com um homem, ainda mais com um que não conheço, mas quando cruzei com ele enquanto corria, lembro de ter pensado, pela intensidade dos olhares dele: "Esse, se me pegar, me destrói...". Dava pra ver a vontade que ele tava de me comer, e ali estava ele, realizando. Quase sem pausa, ele coloca minhas pernas nos ombros dele e continua me comendo, me dando cock até morrer, esmagando os ovos dele contra minha buceta cada vez que enfia até o fundo. Ele me come duro, violento, brutal, até que, quando goza, fica caÃdo em cima de mim, ofegante como se tivesse acabado de correr uma maratona. — Que transa gostosa...! — exclama, ainda enterrado dentro de mim. — Transaço...! — concordo, esticando os braços e dando um sorriso de satisfação plena e absoluta. Ele levanta e tira a camisinha, mas como tá cheia, derrama um pouco de sêmen. Vai ao banheiro e depois volta, com o cock ainda duro. Chupo ele por um tempo, enquanto ele enfia os dedos na minha pussy. Tira eles encharcados com meu fluxo, e chupa, ávido, guloso. — Como você pode ser tão yummy...! — exclama. — Falo o mesmo de você... — respondo, sem soltar o cock, chupando até morrer. Fazemos um 69, eu por cima, pra nos saborear mutuamente, babando um no outro, degustando o sexo do outro como se fosse um manjar. O cock do Gastão já tá de novo no Prime, com as veias marcadas na pressão, a cabeça inchada e vermelha, a pele esticada quase até rasgar. Pego uma das camisinhas que tão espalhadas de lado, coloco nele, e me movendo de quatro pra frente, esfrego eu mesma o cock por toda a minha pussy. Mesmo com a camisinha, sinto quente, em chamas. Eu Eu encaixo ela entre os gajos e me deixo cair, enfiando tudo até o talo, até as bolas. — Uuuuhhhhhhhffffffffffff...!!! — me solto, me liberto, e esticando braços e pernas, começo a me mexer em volta dessa ferramenta tão robusta. Lá de baixo, Gastão acaricia meus peitos, beliscando meus mamilos, enquanto eu me esfrego o clitóris no ritmo da cavalgada. Gozo de novo, intensa, estrepitosamente, e como se um raio tivesse caÃdo em cima de mim, desabo para o lado. Tô curtindo essa nova inundação, quando sinto uma mão deslizando entre minhas nádegas. Por reflexo, abro as pernas pra facilitar o acesso. Escuto o barulho de uma cuspida, e na hora ele enfia no meu cu os dedos besuntados de saliva. Mexe eles lá dentro, como se tivesse cavando, e quando tira, mete, literalmente, a lÃngua inteira, chupando bem a bunda. Ele se levanta, me deixando com o cu aberto, pedindo por mais, e volta com um dilatador anal. Lubrifica com gel e introduz, enroscando bem fundo. A verdade é que minha bunda não precisa de muito pra dilatar, mas é a casa dele, as regras dele, então aceito de boa a brincadeira. Pra isso, sou bem gauchinha. Deixa ele um tempinho enfiado, como se fosse um tampão, e brinca com meu clitóris, me deixando de novo num estado desesperador. Quando tira o dilatador, escuta um ¡PLOP! Enfia, tira, e de novo ¡PLOP! Assim várias vezes, até que tira ele de vez, e começa a cutucar com a pica. Eu fico na expectativa, relaxando o que tem que relaxar, me soltando, sentindo ele ir enfiando aos poucos. Com tudo lá dentro, ele se joga em cima de mim e começa a me comer, socando meus intestinos a cada estocada. Que pedaço de pica, pelo amor de Deus! No cu, sinto ela mais grossa, mais cheia, até mais comprida, como se nunca fosse acabar de entrar. Devastador é pouco, me aniquila, me tritura, tanto que quando ele tira, é como se arrancasse algo de dentro de mim, como se estivesse extirpando uma parte do meu corpo. Depois De tão impactante a foda, arranca a camisinha, e entre gemidos excitados, pinta minha bunda e minhas costas com uns gozões bem carregados. Fico ali, caÃda, enquanto ele continua batendo uma, soltando as últimas gotas de porra. Passada a loucura do tesão, levanto, procuro minha roupa no chão e começo a me vestir. Já é tarde, não posso demorar mais, meu marido tinha ficado com os meninos até eu voltar da corrida. Gastão me acompanha até a porta do apartamento, pelado, o pau balançando pesado entre as pernas. A gente se despede com um beijo, até nos encontrarmos de novo na praça. Volto pra casa com a porra do cara grudada no corpo todo, e o mais importante, muito bem comida, exatamente como ele me prometeu...





13 comentários - Melhor exercÃcio...