Antes de começar, recomendo ver os capítulos anteriores dessa série pra entender melhor o contexto, os capítulos no meu perfil! Lembra de votar positivo se você gostou do capítulo.
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Já passaram mais de seis meses desde o último episódio. Como eu disse na época, depois de tantas experiências, a gente precisava diminuir a intensidade dos encontros da minha mãe com outras pessoas porque o boato tava cada vez mais forte e o emprego dela tava em risco.
Pra contextualizar, nesse tempo só eu aproveitei a minha mãe. Não vou negar que teve propostas interessantes, o German ligou várias vezes pra repetir o que rolou na festa, mas preferimos evitar por razões óbvias.
A monotonia tinha me tomado, eu lembrava de encontros como os que teve com o Mirko e queria repetir, e não só isso, queria também ampliar.
Um dia qualquer, minha mãe tava limpando meu quarto quando eu passei pela porta e sentei na escrivaninha.
– O que foi, dono? – Ela me chamava assim quando a gente tava sozinho.
– Tô planejando um encontro, vou garantir que seja discreto.
– Quer se divertir em grupo de novo? – Ela riu.
– Quero celebrar o fim de ano com o Mirko e mais alguém, ainda não tenho um candidato fixo, mas vou conseguir.
– Tá bom, tá bom. Vou organizar uma celebração à altura de todo o seu ano acadêmico.
Uma parte da celebração já tava pronta, faltavam as pessoas pra botar em prática. Coordenar com o Mirko não foi difícil, a gente se encontrou num café perto de casa. Acertei data, horário e lugar. Só faltava o terceiro sortudo.
– Tenho um amigo, uns anos mais velho que a gente, acho que seria uma boa ideia – Disse o Mirko.
– Tem que ser alguém com um pouco mais de sacanagem, não é só levar qualquer um – Respondi.
– E o Lucas? Ele não é bem amigo, mas…
– Mas não tem outro que atenda mais esses requisitos… – Concluí.
O Lucas tinha se metido em vários problemas há um tempo, numa reunião com os pais do colégio, ele conseguiu tirar fotos da bunda da minha mãe. Essas mesmas fotos vazaram semanas depois no Telegram e descobriram que foi ele. O caso ganhou relevância e ele foi suspenso, o que deixou o ano acadêmico dele cheio de buracos.
Mesmo assim, ele recuperou as matérias na última hora e por isso continuou sendo nosso colega.
— Eu vou falar com ele, tenho mais intimidade que você — ela disse.
Era verdade. A cena me deu tesão, na verdade, minha mãe também sentiu. Mas, pra baixar a poeira dos encontros, a gente fingiu uma puta raiva, e eu já nem falava com ele.
Os dias passaram e o dia chegou, tudo ia rolar em casa depois da comemoração na universidade.
O evento foi meio chato, o olhar comprometido do Mirko pra mim mostrava que ele tava tão excitado quanto eu. Lucas chegou atrasado na apresentação, mas mesmo assim sentou com a gente durante tudo. Esperamos terminar, a gente tinha bebido um pouco durante a noite e, depois que o pessoal começou a ir embora, fiz sinal pros dois pra gente vazar.
Entramos no meu carro e dirigi pra casa.
— Vou falar isso uma vez só — avisei enquanto abaixava o som do rádio — disso nem uma palavra, o Mirko já sabe, mas você não — olhei pro Lucas.
— Então ele já…?
— Óbvio — riu o Mirko respondendo pro Lucas.
— E como você aguentou tanto?
— Com discrição. Tudo é melhor assim. Não se iluda com uma próxima vez porque não vai ter, então aproveita essa oportunidade e não fala nada.
Lucas prometeu ficar de boca fechada sobre a situação, o que me deu um puta alívio.
Quando chegamos em casa, descemos e, depois de trancar o carro, entramos em silêncio. Lá dentro, tinha uma luz vermelha fraca, uma mesa cheia de bebida e três sofás ao redor.
Sentamos enquanto pegávamos umas cervejas e, ao fundo, dava pra ouvir o som de uns saltos cada vez mais presentes na sala.
— Oi, meninos — Parabéns~
Minha mãe apareceu. Ela tava usando um conjuntinho de fio dental preto, um sutiã que mal cobria os bicos e uns saltos da mesma cor.
- Preparei uma comemoração muito importante por todo o esforço que vocês fizeram hoje. Essa noite sou toda de vocês, podem fazer o que quiserem comigo, me tratar como quiserem, serei tudo o que desejarem~ - Ela tirou o sutiã e ficou de quatro perto do sofá onde eu tava sentado - A única condição é que tudo que rolar aqui, fique aqui.
Todos nós concordamos com a cabeça, então o show ia começar.
Minha mãe engatinhou até o sofá do meio, onde o Lucas tava.
- Você tá meio tenso, querido~, então vou começar com você - Falou minha mãe enquanto desafivelava a calça dele e se posicionava entre as pernas dele, puxando o pau pra fora.
Na hora, ela colocou na boca e começou a rebolar a cabeça enquanto olhava fixo pra ele. Eu e o Mirko não ficamos pra trás e começamos a bater uma enquanto esperávamos nossa vez.
- Troca essa cara, idiota. Você tem a melhor puta da cidade te chupando - Zoou o Mirko.
Esse comentário motivou o Lucas, que fez um rabo de cavalo no cabelo da minha mãe e acelerou o ritmo, violento e fundo, enfiando a cabeça dela.
- Você não faz ideia de quanto eu sonhei com isso, puta de rabão! - Enfiou até o talo e segurou a cabeça dela pra não deixar ela sair.
Não tinham passado nem dez minutos e minha mãe já tava toda melada da própria saliva, a maquiagem borrada e o cabelo bagunçado.
- Eu não vim pra olhar - Disse o Mirko.
Ele se posicionou atrás da minha mãe e deu um tapa na bunda dela que ecoou pela sala toda.
- MHH!
- Cala a boca, rabuda! Ninguém vai te ouvir. - Ele puxou a calcinha fio dental pro lado e meteu na buceta dela, que já tava bem lubrificada de tesão - Uff, apertadinha como sempre.
Acendi um cigarro enquanto colocava meu celular pra gravar tudo. O Mirko tava comendo ela sem pena, enquanto o Lucas afogava os gemidos dela enfiando o pau até a garganta.
- Me comam mais forte! Me arrebentem toda, sou uma puta suja!
O Lucas se mexeu, me cedendo o lugar. Fiquei na frente da minha mãe, cuspi na minha mão e dei um tapa nela.
— Sua puta maldita, é melhor você me chupar do jeito que eu gosto.
— Sim, papai! — Ela enfiou tudo na boca, enchendo minha pica de saliva quase na hora.
Minha mãe colocou as mãos nas próprias nádegas, abrindo elas. Fiz um sinal pro Mirko, que entendeu na hora. Ele deu espaço pro Lucas se posicionar embaixo, começando a meter na buceta da minha mãe enquanto Mirko cuspia no próprio pau pra lubrificar e, com um empurrão, enfiou no cu dela.
— AHHHH! Tão me partindo!
A noite tava só começando. A gente rodou por uns longos 50 minutos, ocupando os três buracos da minha mãe. O primeiro a gozar foi o Lucas, que terminou na boca dela. De prêmio, ele tirou uma foto com ela de boca aberta, mostrando todo o esperma antes de engolir.
— Agora somos só dois — Olhei pro Mirko.
— Vamo de turno — Ele respondeu.
— Primeiro você.
Minha mãe tava largada no tapete, de bruços, com uma excitação total. Ela tinha perdido um pouco a noção do tempo, e não era pra menos. Tava com as bochechas e o cu avermelhados, os buracos dilatados e a boca ainda escorrendo o semen que o Lucas tinha deixado.
Mirko se colocou por cima dela e enfiou no cu enquanto puxava o cabelo dela.
— Você merece ser tratada como a puta que é.
— Sim, papai! Me trata como a puta que eu sou!
Ele metia forte, quase sem piedade, naquele cu que já tava praticamente destruído.
— Vou gozar! — Ele apressou os movimentos, sendo ainda mais bruto.
— AHH!! GOZA DENTRO, PAPAI!
Um grito de dor e excitação invadiu a sala quando o Mirko se esvaziou lá no fundo do cu da minha mãe. Teve uns segundos de suspiros antes dele tirar o pau e se levantar.
O semen começou a escorrer e cair no tapete, o que marcou o fim pra ele.
— Ainda não terminei com você — Puxei o cabelo da minha mãe, ajoelhando ela, e dei um tapa — Olha o que você fez, puta, sujou tudo. Toda a carpete.
—Desculpa, papai, vou limpar... —Foi interrompida com outro tapa— Ai!
—É melhor você limpar mesmo.
Minha mãe, com as pernas tremendo e o pouco de força que ainda tinha, voltou a ficar de quatro e lambeu toda a porra derramada. Quando terminou, balançou a bunda de leve enquanto me olhava.
—Tá faltando você, meu dono, termina comigo~
Depois de ouvir isso, coloquei ela em cima de mim.
—Enfia no teu cu, puta
—Às suas ordens, meu dono~
Ela obedeceu e começou a pular em cima de mim, a cada estocada eu dava um tapa forte na bunda dela, que soltava um grito. Não demorou nem um minuto pra eu gozar dentro do cu dela. Dessa vez, quando terminei, a coloquei de joelhos na minha frente.
—Sê uma putinha boazinha e abre bem grandão, hehe.
Minha mãe abriu a boca e eu comecei a mijar dentro, enfiando a ponta do meu pau.
—Muito bem —Falei enquanto ela engolia tudo— Toma tudo.
—Pronto, meu dono~ —Ela abriu a boca e mostrou a língua, provando que tinha sido assim mesmo.
—Perfeito, agora vai de quatro até a cozinha e traz mais bebida —Respondi— A noite tá só começando.
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Já passaram mais de seis meses desde o último episódio. Como eu disse na época, depois de tantas experiências, a gente precisava diminuir a intensidade dos encontros da minha mãe com outras pessoas porque o boato tava cada vez mais forte e o emprego dela tava em risco.
Pra contextualizar, nesse tempo só eu aproveitei a minha mãe. Não vou negar que teve propostas interessantes, o German ligou várias vezes pra repetir o que rolou na festa, mas preferimos evitar por razões óbvias.
A monotonia tinha me tomado, eu lembrava de encontros como os que teve com o Mirko e queria repetir, e não só isso, queria também ampliar.
Um dia qualquer, minha mãe tava limpando meu quarto quando eu passei pela porta e sentei na escrivaninha.
– O que foi, dono? – Ela me chamava assim quando a gente tava sozinho.
– Tô planejando um encontro, vou garantir que seja discreto.
– Quer se divertir em grupo de novo? – Ela riu.
– Quero celebrar o fim de ano com o Mirko e mais alguém, ainda não tenho um candidato fixo, mas vou conseguir.
– Tá bom, tá bom. Vou organizar uma celebração à altura de todo o seu ano acadêmico.
Uma parte da celebração já tava pronta, faltavam as pessoas pra botar em prática. Coordenar com o Mirko não foi difícil, a gente se encontrou num café perto de casa. Acertei data, horário e lugar. Só faltava o terceiro sortudo.
– Tenho um amigo, uns anos mais velho que a gente, acho que seria uma boa ideia – Disse o Mirko.
– Tem que ser alguém com um pouco mais de sacanagem, não é só levar qualquer um – Respondi.
– E o Lucas? Ele não é bem amigo, mas…
– Mas não tem outro que atenda mais esses requisitos… – Concluí.
O Lucas tinha se metido em vários problemas há um tempo, numa reunião com os pais do colégio, ele conseguiu tirar fotos da bunda da minha mãe. Essas mesmas fotos vazaram semanas depois no Telegram e descobriram que foi ele. O caso ganhou relevância e ele foi suspenso, o que deixou o ano acadêmico dele cheio de buracos.
Mesmo assim, ele recuperou as matérias na última hora e por isso continuou sendo nosso colega.
— Eu vou falar com ele, tenho mais intimidade que você — ela disse.
Era verdade. A cena me deu tesão, na verdade, minha mãe também sentiu. Mas, pra baixar a poeira dos encontros, a gente fingiu uma puta raiva, e eu já nem falava com ele.
Os dias passaram e o dia chegou, tudo ia rolar em casa depois da comemoração na universidade.
O evento foi meio chato, o olhar comprometido do Mirko pra mim mostrava que ele tava tão excitado quanto eu. Lucas chegou atrasado na apresentação, mas mesmo assim sentou com a gente durante tudo. Esperamos terminar, a gente tinha bebido um pouco durante a noite e, depois que o pessoal começou a ir embora, fiz sinal pros dois pra gente vazar.
Entramos no meu carro e dirigi pra casa.
— Vou falar isso uma vez só — avisei enquanto abaixava o som do rádio — disso nem uma palavra, o Mirko já sabe, mas você não — olhei pro Lucas.
— Então ele já…?
— Óbvio — riu o Mirko respondendo pro Lucas.
— E como você aguentou tanto?
— Com discrição. Tudo é melhor assim. Não se iluda com uma próxima vez porque não vai ter, então aproveita essa oportunidade e não fala nada.
Lucas prometeu ficar de boca fechada sobre a situação, o que me deu um puta alívio.
Quando chegamos em casa, descemos e, depois de trancar o carro, entramos em silêncio. Lá dentro, tinha uma luz vermelha fraca, uma mesa cheia de bebida e três sofás ao redor.
Sentamos enquanto pegávamos umas cervejas e, ao fundo, dava pra ouvir o som de uns saltos cada vez mais presentes na sala.
— Oi, meninos — Parabéns~
Minha mãe apareceu. Ela tava usando um conjuntinho de fio dental preto, um sutiã que mal cobria os bicos e uns saltos da mesma cor.
- Preparei uma comemoração muito importante por todo o esforço que vocês fizeram hoje. Essa noite sou toda de vocês, podem fazer o que quiserem comigo, me tratar como quiserem, serei tudo o que desejarem~ - Ela tirou o sutiã e ficou de quatro perto do sofá onde eu tava sentado - A única condição é que tudo que rolar aqui, fique aqui.
Todos nós concordamos com a cabeça, então o show ia começar.
Minha mãe engatinhou até o sofá do meio, onde o Lucas tava.
- Você tá meio tenso, querido~, então vou começar com você - Falou minha mãe enquanto desafivelava a calça dele e se posicionava entre as pernas dele, puxando o pau pra fora.
Na hora, ela colocou na boca e começou a rebolar a cabeça enquanto olhava fixo pra ele. Eu e o Mirko não ficamos pra trás e começamos a bater uma enquanto esperávamos nossa vez.
- Troca essa cara, idiota. Você tem a melhor puta da cidade te chupando - Zoou o Mirko.
Esse comentário motivou o Lucas, que fez um rabo de cavalo no cabelo da minha mãe e acelerou o ritmo, violento e fundo, enfiando a cabeça dela.
- Você não faz ideia de quanto eu sonhei com isso, puta de rabão! - Enfiou até o talo e segurou a cabeça dela pra não deixar ela sair.
Não tinham passado nem dez minutos e minha mãe já tava toda melada da própria saliva, a maquiagem borrada e o cabelo bagunçado.
- Eu não vim pra olhar - Disse o Mirko.
Ele se posicionou atrás da minha mãe e deu um tapa na bunda dela que ecoou pela sala toda.
- MHH!
- Cala a boca, rabuda! Ninguém vai te ouvir. - Ele puxou a calcinha fio dental pro lado e meteu na buceta dela, que já tava bem lubrificada de tesão - Uff, apertadinha como sempre.
Acendi um cigarro enquanto colocava meu celular pra gravar tudo. O Mirko tava comendo ela sem pena, enquanto o Lucas afogava os gemidos dela enfiando o pau até a garganta.
- Me comam mais forte! Me arrebentem toda, sou uma puta suja!
O Lucas se mexeu, me cedendo o lugar. Fiquei na frente da minha mãe, cuspi na minha mão e dei um tapa nela.
— Sua puta maldita, é melhor você me chupar do jeito que eu gosto.
— Sim, papai! — Ela enfiou tudo na boca, enchendo minha pica de saliva quase na hora.
Minha mãe colocou as mãos nas próprias nádegas, abrindo elas. Fiz um sinal pro Mirko, que entendeu na hora. Ele deu espaço pro Lucas se posicionar embaixo, começando a meter na buceta da minha mãe enquanto Mirko cuspia no próprio pau pra lubrificar e, com um empurrão, enfiou no cu dela.
— AHHHH! Tão me partindo!
A noite tava só começando. A gente rodou por uns longos 50 minutos, ocupando os três buracos da minha mãe. O primeiro a gozar foi o Lucas, que terminou na boca dela. De prêmio, ele tirou uma foto com ela de boca aberta, mostrando todo o esperma antes de engolir.
— Agora somos só dois — Olhei pro Mirko.
— Vamo de turno — Ele respondeu.
— Primeiro você.
Minha mãe tava largada no tapete, de bruços, com uma excitação total. Ela tinha perdido um pouco a noção do tempo, e não era pra menos. Tava com as bochechas e o cu avermelhados, os buracos dilatados e a boca ainda escorrendo o semen que o Lucas tinha deixado.
Mirko se colocou por cima dela e enfiou no cu enquanto puxava o cabelo dela.
— Você merece ser tratada como a puta que é.
— Sim, papai! Me trata como a puta que eu sou!
Ele metia forte, quase sem piedade, naquele cu que já tava praticamente destruído.
— Vou gozar! — Ele apressou os movimentos, sendo ainda mais bruto.
— AHH!! GOZA DENTRO, PAPAI!
Um grito de dor e excitação invadiu a sala quando o Mirko se esvaziou lá no fundo do cu da minha mãe. Teve uns segundos de suspiros antes dele tirar o pau e se levantar.
O semen começou a escorrer e cair no tapete, o que marcou o fim pra ele.
— Ainda não terminei com você — Puxei o cabelo da minha mãe, ajoelhando ela, e dei um tapa — Olha o que você fez, puta, sujou tudo. Toda a carpete.
—Desculpa, papai, vou limpar... —Foi interrompida com outro tapa— Ai!
—É melhor você limpar mesmo.
Minha mãe, com as pernas tremendo e o pouco de força que ainda tinha, voltou a ficar de quatro e lambeu toda a porra derramada. Quando terminou, balançou a bunda de leve enquanto me olhava.
—Tá faltando você, meu dono, termina comigo~
Depois de ouvir isso, coloquei ela em cima de mim.
—Enfia no teu cu, puta
—Às suas ordens, meu dono~
Ela obedeceu e começou a pular em cima de mim, a cada estocada eu dava um tapa forte na bunda dela, que soltava um grito. Não demorou nem um minuto pra eu gozar dentro do cu dela. Dessa vez, quando terminei, a coloquei de joelhos na minha frente.
—Sê uma putinha boazinha e abre bem grandão, hehe.
Minha mãe abriu a boca e eu comecei a mijar dentro, enfiando a ponta do meu pau.
—Muito bem —Falei enquanto ela engolia tudo— Toma tudo.
—Pronto, meu dono~ —Ela abriu a boca e mostrou a língua, provando que tinha sido assim mesmo.
—Perfeito, agora vai de quatro até a cozinha e traz mais bebida —Respondi— A noite tá só começando.
1 comentários - Minha mãe virou minha puta - Cap. 6: Três não é multidão