Eu tinha 18 anos e numa saída com os amigos fomos pra balada (o baile). Meu melhor amigo me levou porque eu não era de frequentar baladas, não gostava de dançar. Cedo fomos pegar pó num bairro, era normal cheirar pó pra mim naquela época. Quando chegamos na balada, meu amigo já tava doidão e começou a dançar com uma gordinha (eu não peguei ninguém). Outro amigo tava perto do bar vendo os vencedores levarem as melhores vadias da balada. Me senti um merda, me senti um perdedor, então saí daquela balada sem avisar meus amigos.
Tava furioso e drogado, continuei cheirando pó com meu cartão de ônibus quando me deu na telha passar pela minha escola. Era um prédio de 3 andares, decidi jogar pedras até quebrar um vidro que fez um barulho bem alto, então corri, fugi dali e peguei uma rua onde passava o trem. Tava correndo quando uma mulher me parou e disse:
— Espera, onde cê vai?
Eu, cansado, parei e falei:
— Pegar o ônibus.
Me surpreendi uma mulher me abordar do nada, então segui ela.
— O que cê tá fazendo?
— Trabalhando.
Na hora pensei que era uma puta.
— Quanto cê cobra? Perguntei.
— 20 pila e 10 pila o boquete.
Falei que não tinha grana, mas que queria um boquete. Ela perguntou quanto dinheiro eu tinha, eu falei:
— 5 pila.
Ela disse:
— Tá bom.
Perguntei de onde ela era, ela disse:
— Peruana.
Falei:
— Quero te comer.
— Quanto cê tem? Ela perguntou.
— 7 pila, falei.
— Tá bom, respondeu.
Foi aí que falei pra irmos pros trilhos escuros do trem, era onde ela trabalhava. Fomos, paguei e ela deixou a bolsa de lado. Ela ficou de quatro, fui lá e agarrei a bunda dela, bundinha gostosa. Ela era baixinha, peitos bons e a bunda dela vazava pros lados. Abaixei a calcinha fio dental e abaixei minha calça, comecei a procurar o cu dela com meu pau. Quando achei, empurrei. Por causa do pó que tinha cheirado, não sei, meu pau não ficava bem duro. Ela percebeu e me ajudava, mas falava: "seu pau não consegue." Ainda Não subia pra colocar a camisinha. Foi aí que decidi apalpar a buceta dela, procurei e o que encontrei foi um pau. — Você é homem! — falei. — Sim! Te incomoda? — Não, toma, viado! — falei. Na hora ela se abaixou e começou a chupar minha rola enquanto eu revistava a bolsa dela (queria roubar), mas ela disse: — O que cê tá olhando, pai? — Nada — respondi. Foi aí que subiu bem dura, então falei com voz forte: — FICA DE QUATRO!! Ela ficou de quatro, a bunda dela era potente. Decidi meter, mas antes coloquei a camisinha. Entrei e forcei! Não entrava direito, forcei mais forte! Até que entrou. Comecei a dar umas porradas fortes na carne daquele cu de traveco. Minha rola não é grande, então batia e batia nas nádegas cheias de óleo. — Hummm, pai, hummm, pai — dizia a peruana. Eu continuei firme e não conseguia gozar, enquanto metia falava: — Toma, viado! Toma! Peguei no cabelo dela e castiguei forte! Batia nas costas e na cabeça. Depois de um bom tempo, porque não conseguia gozar por causa do vinho e da merda, finalmente gozei dentro da camisinha. Não lembro como nos despedimos. E foi assim que comi um traveco (ou garota transexual).
Ela era assim, toda gostosa. Parece demais com ela.
Tava furioso e drogado, continuei cheirando pó com meu cartão de ônibus quando me deu na telha passar pela minha escola. Era um prédio de 3 andares, decidi jogar pedras até quebrar um vidro que fez um barulho bem alto, então corri, fugi dali e peguei uma rua onde passava o trem. Tava correndo quando uma mulher me parou e disse:
— Espera, onde cê vai?
Eu, cansado, parei e falei:
— Pegar o ônibus.
Me surpreendi uma mulher me abordar do nada, então segui ela.
— O que cê tá fazendo?
— Trabalhando.
Na hora pensei que era uma puta.
— Quanto cê cobra? Perguntei.
— 20 pila e 10 pila o boquete.
Falei que não tinha grana, mas que queria um boquete. Ela perguntou quanto dinheiro eu tinha, eu falei:
— 5 pila.
Ela disse:
— Tá bom.
Perguntei de onde ela era, ela disse:
— Peruana.
Falei:
— Quero te comer.
— Quanto cê tem? Ela perguntou.
— 7 pila, falei.
— Tá bom, respondeu.
Foi aí que falei pra irmos pros trilhos escuros do trem, era onde ela trabalhava. Fomos, paguei e ela deixou a bolsa de lado. Ela ficou de quatro, fui lá e agarrei a bunda dela, bundinha gostosa. Ela era baixinha, peitos bons e a bunda dela vazava pros lados. Abaixei a calcinha fio dental e abaixei minha calça, comecei a procurar o cu dela com meu pau. Quando achei, empurrei. Por causa do pó que tinha cheirado, não sei, meu pau não ficava bem duro. Ela percebeu e me ajudava, mas falava: "seu pau não consegue." Ainda Não subia pra colocar a camisinha. Foi aí que decidi apalpar a buceta dela, procurei e o que encontrei foi um pau. — Você é homem! — falei. — Sim! Te incomoda? — Não, toma, viado! — falei. Na hora ela se abaixou e começou a chupar minha rola enquanto eu revistava a bolsa dela (queria roubar), mas ela disse: — O que cê tá olhando, pai? — Nada — respondi. Foi aí que subiu bem dura, então falei com voz forte: — FICA DE QUATRO!! Ela ficou de quatro, a bunda dela era potente. Decidi meter, mas antes coloquei a camisinha. Entrei e forcei! Não entrava direito, forcei mais forte! Até que entrou. Comecei a dar umas porradas fortes na carne daquele cu de traveco. Minha rola não é grande, então batia e batia nas nádegas cheias de óleo. — Hummm, pai, hummm, pai — dizia a peruana. Eu continuei firme e não conseguia gozar, enquanto metia falava: — Toma, viado! Toma! Peguei no cabelo dela e castiguei forte! Batia nas costas e na cabeça. Depois de um bom tempo, porque não conseguia gozar por causa do vinho e da merda, finalmente gozei dentro da camisinha. Não lembro como nos despedimos. E foi assim que comi um traveco (ou garota transexual).
Ela era assim, toda gostosa. Parece demais com ela.
2 comentários - Como comi uma travecão