Ana, minha namorada puta, todo mundo come e eu adoro

Esta é a continuação dos relatos da nossa troca de casal com meu primo e a mulher dele.
relato que, embora não tenha tido muitos pontos
Continuo contando porque me deixa muito excitada.
mas depois de ver como meu velho também comeu ela escondido
Agora, sem mais enrolação, deixo vocês com a história.
espero que vocês aproveitem




OBRIGADO POR ME LER
PELOS PONTOS QUE ME DÃO
PELOS SEUS COMENTÁRIOS


E JÁ SABEM
SE ME SEGUIR, EU SIGO DE VOLTA












Durante a semana toda, a Ana ficou me contando o que tinha rolado com meu velho, coisa que eu já tinha visto, e enquanto ela me contava, eu metia nela sem dó, a putinha já não merecia piedade na hora de foder e ela sabia disso. No sábado, ela me pediu pra sair pra jantar, levei ela onde merecia: num boteco meia-boca, com a desculpa de que não tinha mais grana. Ela tava se arrumando e não gostei nada do jeito que ela fez, queria que ela fosse bem decotada pra ser admirada, queria botar ela à prova, queria saber se a puta já tinha ido embora. Entramos e sentamos, o garçom ficou de olho nas tetas dela e ela sorria pra ele, já sabia o que esperava se continuasse com o flerte. Comemos algo simples e fiz ela tomar muito vinho, e antes de pagar, ela foi no banheiro que era longe, e eu vi o garçom seguir ela sem disfarçar. Não soube o que rolou naquele banheiro até chegarmos em casa, mas pelo jeito que ela voltou, percebi na hora que tinham comido ela sem piedade. A primeira coisa que ela fez ao chegar foi me dar um beijo, percebi que na boca dela tinha porra de macho, mas não liguei, dei um beijo apaixonado e demorado. Me surpreendi que, ao pagar a conta, veio bem mais barato e ainda um convite pra um almoço grátis. A putinha tinha valido a pena sair pra comer, claro que ela não sabia desse almoço grátis. Quando chegamos em casa, perguntei o que tinha rolado no banheiro.


Ana nada love, por quê?


Olha, você demorou pra caralho e voltou toda desalinhada, a camiseta toda torta, a saia amassada e seu beijo tinha gosto de porra de macho.


Ana e você, cê gosta de mim, amor?


Então se você tinha gozo na boca, sua puta.


Ana, e você gostou de engolir o leite de outro ou não? Você não tirou a boca, pelo contrário, continuou me beijando, meu amor, e até senti como seu pau endureceu, amor.


Isso não tem nada a ver.


Ana, ah não? Você gosta de chifre, bebê, e eu vou te meter uns.


Ah sim, é uma putinha, mas você tem que me contar tudo.


Ana está bem.


Quando fomos pra cama, vi que ela não tava de calcinha, o garçom devia ter ficado com ela e a buceta dela tava melada, não tinha dúvida, tinham comido ela no banheiro e a gordinha peituda teve que aguentar meu pau naquela noite. O dominó, falei pra ela ir ver meu pai, ela ficou muito excitada e me disse que se ele fosse, ele comeria ela de novo.


Não me fode que você não me acha gostosa.


Ana, não teve amor, foi muito violento, já te contei.


Então, o que você quer fazer?


Ana passar o dia com você, bebê


E aí, meus amigos, cê sabe, hoje tem jogo.


Ana, claro, bebê. Os quatro vêm?


Sim, claro, vadia. Então se prepara, já sabe como é, hoje vou apostar no meu time, amor, e vou apostar em você.


Ana, sério, bebê? Você quer que os quatro me comam?


Se eu perder, amor


Ana, e se você ganhar, o quê?


E se eu ganhar também?

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