Liguei pros meus pais assim que pousei.
"Oi, pais! Olha onde eu tô!!" Apontei a câmera rápido ao redor, mal dava pra ver que o aeroporto era da Colômbia por umas bandeirinhas.
"Fica tranquilo, agora um taxi da empresa vem me buscar" falei pra acalmar a preocupação deles de que a filhinha deles tava num país estranho.
Mas nem fazia ideia daquilo, tava num canto esperando minha mala chegar na esteira.
"Amo muito vocês! Se cuidem e ligo do hotel!"
E desliguei, essa última frase foi a única que não menti de verdade. Amava eles pra caralho, mas não tinha como contar a verdade sem machucar ou assustar eles.
Desliguei o telefone e fui com o Pedro, cheguei perto e abracei ele por trás, tava muito animada de estar ali. Ele acariciou minha mão que tava abraçando ele, num gesto de aprovação.
Apareceu a mala dele e atrás a minha, um cara do aeroporto ajudou a tirar e sair de lá até um Mercedes-Benz preto que tava esperando na porta do aeroporto.
Entramos e depois de um tempão, vi o mar. Fiquei muito empolgada, passei meu corpo por cima do colo dele pra grudar na janela e apreciar a paisagem. Fiquei de quatro no banco de trás, em cima dele.
Era linda a cor da água, nunca tinha visto nada igual. Tava apaixonada por aquilo, um sonho.
Quando passou a emoção, consegui perceber a cena com mais calma e uma vergonha me tomou. O motorista colombiano olhava de canto pra garota que tava com o vestido levantado sem calcinha a centímetros dele, enquanto um senhor mais velho acariciava suavemente minhas pernas.
"Desculpa" falei, vermelha de vergonha, e sentei como antes. Dava pra ver a decepção do coitado. O Pedro riu da minha cara.
Chegamos num hotel chique, rodeado de natureza e bem paradisíaco. Nos receberam com umas taças de champanhe, pegaram nossa bagagem e convidaram a gente pra sentar enquanto terminavam a papelada.
Olhava pra todo lado, era um clima muito estranho pra Mim. Não me sentia parte daquele ambiente. Senti como naquele primeiro encontro com ele, onde todo mundo olhava pra gente.
"Será que é a filha? A sobrinha?" Sentia que eles se perguntavam.
Algumas caras de desprezo de senhoras deixavam claro que a conclusão delas era "é uma puta".
Os senhores aproveitavam os óculos escuros pra olhar tudo que podiam do meu vestido justinho.
Pouco me importou tudo isso, já tinha aprendido a lidar com isso.
Pedro acariciava minha perna, tava mais solto do que nunca, tinha gestos de carinho que não eram tão comuns nele.
"Agora quando derem o quarto, se quiser, você troca de roupa e pode ir pra piscina, eu vou entrar em umas reuniões."
Me decepcionei um pouco com isso, também porque tinha medo de ir sozinha, não sabia como "me comportar" naquele lugar. Tinha medo de que percebessem que eu não era como o resto.
Um rapaz muito simpático nos deu uns cartões de acesso e disse que nossa bagagem já estava no quarto.
Subimos no elevador, me olhei no espelho e até eu me surpreendi com o quão curto e apertado era o vestidinho. Era a primeira vez que usava ele e não tinha noção real.
Pedro passava a mão na minha bunda sem vergonha, já que estávamos sozinhos. Beijei ele e agradeci por estar ali, nunca na minha vida teria imaginado isso.
Saímos do elevador e encontramos nosso quarto entre risadas por não entender direito as placas.
Uma suíte igual ou mais bonita que a que usávamos em Buenos Aires. Acho que a vista pro mar daquele azul turquesa ajudava a melhorar ela.
"Já vai ter que entrar na reunião?" Perguntei enquanto continuava explorando o quarto, inspecionando a geladeirinha...
"Eu ia tomar um banho e já entro na reunião, quero me livrar logo disso."
Vi que ele desfez a mala, pegou alguma roupa e foi pro banheiro.
Aproveitei pra pegar uma coca gelada e procurei na minha bolsa a maiô que ia usar. Tinha levado várias, mas não tinha certeza se combinavam com o lugar que a gente tinha vindo.
Ouvi o chuveiro ligar e deixei... tudo. Até meu vestidinho.
Entrei no banheiro e ele estava debaixo d'água, com o rosto coberto pelas mãos enquanto curtia aquela chuva na cara dele.
Em silêncio, entrei naquele quadrado gigante e me ajoelhei na frente do pau dele. Ele me viu e sorriu.
Minha mão pegou o pau dele ainda mole e, segurando com a palma, levei até a boca.
Mmmm, que gostoso sentir ele endurecendo dentro de mim. Como ele foi crescendo com os movimentos da minha língua.
Ele fechou os olhos e curtiu aquele momento de relaxamento.
A água caía no cabelo e nas costas dele. E a sweet girl pendurada no pau dele já durinho.
O chuveiro me encharcava enquanto eu fazia o mesmo com ele.
"Você não para de sorrir, sua puta", ele disse abrindo os olhos.
Era verdade, meu sorriso só era interrompido pelo pau dele atravessado na minha boca. Minhas bochechas esticando quando eu brincava com ele. Eu mal conseguia esconder o quanto estava adorando, era óbvio.
Não respondi, deixei minha língua servir pra outra coisa, pra agradecer como deve ser. Massageava as bolas dele, que davam início às minhas lambidas que percorriam todo o tronco dele até a cabecinha com paixão. Brincava com lambidas curtas e fortes na cabecinha dele.
Dava pra ver como ele tava tendo dificuldade pra ficar de pé, as pernas tremiam, isso me motivava ainda mais. Dava chupões mais fortes e me engasgava o máximo que podia com o pau dele.
A água caía e escondia as lágrimas que saíam dos meus olhos a cada engasgada que eu dava.
Por favor, que sensação gostosa, de joelhos na frente do meu homem, obediente e grata a ele. O que eu ligava que ele tivesse 50 anos e eu 20? O que eu ligava pra esses 30 anos de diferença? Se ele tinha barriguinha? Tanto fazia, a paixão que eu sentia comendo aquele pau não tem explicação. Eu era a puta dele naquele momento, tava feliz de estar ali e ser eu quem tava dando aquele boquete nele.
O melhor veio quando ele agarrou minha nuca e me enterrou até a campainha. Descargas enormes de porra foram direto na minha garganta. Engoli tudo, ele era meu homem e Pensei em respeitar aquele presente gostoso que ela me dava como prêmio.
Não deixei escapar uma gota, minha língua ainda guardava restos brancos que engoli com orgulho pra mostrar que não tinha sobrado nada.
Dei mais duas ou três lambidas pra limpar qualquer resquício e entendi que meu papel tinha acabado.
"Não quero te atrasar mais." Levantei da minha posição e saí de lá.
Agora sim, tinha que decidir qual maiô eu ia vestir.
"Oi, pais! Olha onde eu tô!!" Apontei a câmera rápido ao redor, mal dava pra ver que o aeroporto era da Colômbia por umas bandeirinhas.
"Fica tranquilo, agora um taxi da empresa vem me buscar" falei pra acalmar a preocupação deles de que a filhinha deles tava num país estranho.
Mas nem fazia ideia daquilo, tava num canto esperando minha mala chegar na esteira.
"Amo muito vocês! Se cuidem e ligo do hotel!"
E desliguei, essa última frase foi a única que não menti de verdade. Amava eles pra caralho, mas não tinha como contar a verdade sem machucar ou assustar eles.
Desliguei o telefone e fui com o Pedro, cheguei perto e abracei ele por trás, tava muito animada de estar ali. Ele acariciou minha mão que tava abraçando ele, num gesto de aprovação.
Apareceu a mala dele e atrás a minha, um cara do aeroporto ajudou a tirar e sair de lá até um Mercedes-Benz preto que tava esperando na porta do aeroporto.
Entramos e depois de um tempão, vi o mar. Fiquei muito empolgada, passei meu corpo por cima do colo dele pra grudar na janela e apreciar a paisagem. Fiquei de quatro no banco de trás, em cima dele.
Era linda a cor da água, nunca tinha visto nada igual. Tava apaixonada por aquilo, um sonho.
Quando passou a emoção, consegui perceber a cena com mais calma e uma vergonha me tomou. O motorista colombiano olhava de canto pra garota que tava com o vestido levantado sem calcinha a centímetros dele, enquanto um senhor mais velho acariciava suavemente minhas pernas.
"Desculpa" falei, vermelha de vergonha, e sentei como antes. Dava pra ver a decepção do coitado. O Pedro riu da minha cara.
Chegamos num hotel chique, rodeado de natureza e bem paradisíaco. Nos receberam com umas taças de champanhe, pegaram nossa bagagem e convidaram a gente pra sentar enquanto terminavam a papelada.
Olhava pra todo lado, era um clima muito estranho pra Mim. Não me sentia parte daquele ambiente. Senti como naquele primeiro encontro com ele, onde todo mundo olhava pra gente.
"Será que é a filha? A sobrinha?" Sentia que eles se perguntavam.
Algumas caras de desprezo de senhoras deixavam claro que a conclusão delas era "é uma puta".
Os senhores aproveitavam os óculos escuros pra olhar tudo que podiam do meu vestido justinho.
Pouco me importou tudo isso, já tinha aprendido a lidar com isso.
Pedro acariciava minha perna, tava mais solto do que nunca, tinha gestos de carinho que não eram tão comuns nele.
"Agora quando derem o quarto, se quiser, você troca de roupa e pode ir pra piscina, eu vou entrar em umas reuniões."
Me decepcionei um pouco com isso, também porque tinha medo de ir sozinha, não sabia como "me comportar" naquele lugar. Tinha medo de que percebessem que eu não era como o resto.
Um rapaz muito simpático nos deu uns cartões de acesso e disse que nossa bagagem já estava no quarto.
Subimos no elevador, me olhei no espelho e até eu me surpreendi com o quão curto e apertado era o vestidinho. Era a primeira vez que usava ele e não tinha noção real.
Pedro passava a mão na minha bunda sem vergonha, já que estávamos sozinhos. Beijei ele e agradeci por estar ali, nunca na minha vida teria imaginado isso.
Saímos do elevador e encontramos nosso quarto entre risadas por não entender direito as placas.
Uma suíte igual ou mais bonita que a que usávamos em Buenos Aires. Acho que a vista pro mar daquele azul turquesa ajudava a melhorar ela.
"Já vai ter que entrar na reunião?" Perguntei enquanto continuava explorando o quarto, inspecionando a geladeirinha...
"Eu ia tomar um banho e já entro na reunião, quero me livrar logo disso."
Vi que ele desfez a mala, pegou alguma roupa e foi pro banheiro.
Aproveitei pra pegar uma coca gelada e procurei na minha bolsa a maiô que ia usar. Tinha levado várias, mas não tinha certeza se combinavam com o lugar que a gente tinha vindo.
Ouvi o chuveiro ligar e deixei... tudo. Até meu vestidinho.
Entrei no banheiro e ele estava debaixo d'água, com o rosto coberto pelas mãos enquanto curtia aquela chuva na cara dele.
Em silêncio, entrei naquele quadrado gigante e me ajoelhei na frente do pau dele. Ele me viu e sorriu.
Minha mão pegou o pau dele ainda mole e, segurando com a palma, levei até a boca.
Mmmm, que gostoso sentir ele endurecendo dentro de mim. Como ele foi crescendo com os movimentos da minha língua.
Ele fechou os olhos e curtiu aquele momento de relaxamento.
A água caía no cabelo e nas costas dele. E a sweet girl pendurada no pau dele já durinho.
O chuveiro me encharcava enquanto eu fazia o mesmo com ele.
"Você não para de sorrir, sua puta", ele disse abrindo os olhos.
Era verdade, meu sorriso só era interrompido pelo pau dele atravessado na minha boca. Minhas bochechas esticando quando eu brincava com ele. Eu mal conseguia esconder o quanto estava adorando, era óbvio.
Não respondi, deixei minha língua servir pra outra coisa, pra agradecer como deve ser. Massageava as bolas dele, que davam início às minhas lambidas que percorriam todo o tronco dele até a cabecinha com paixão. Brincava com lambidas curtas e fortes na cabecinha dele.
Dava pra ver como ele tava tendo dificuldade pra ficar de pé, as pernas tremiam, isso me motivava ainda mais. Dava chupões mais fortes e me engasgava o máximo que podia com o pau dele.
A água caía e escondia as lágrimas que saíam dos meus olhos a cada engasgada que eu dava.
Por favor, que sensação gostosa, de joelhos na frente do meu homem, obediente e grata a ele. O que eu ligava que ele tivesse 50 anos e eu 20? O que eu ligava pra esses 30 anos de diferença? Se ele tinha barriguinha? Tanto fazia, a paixão que eu sentia comendo aquele pau não tem explicação. Eu era a puta dele naquele momento, tava feliz de estar ali e ser eu quem tava dando aquele boquete nele.
O melhor veio quando ele agarrou minha nuca e me enterrou até a campainha. Descargas enormes de porra foram direto na minha garganta. Engoli tudo, ele era meu homem e Pensei em respeitar aquele presente gostoso que ela me dava como prêmio.
Não deixei escapar uma gota, minha língua ainda guardava restos brancos que engoli com orgulho pra mostrar que não tinha sobrado nada.
Dei mais duas ou três lambidas pra limpar qualquer resquício e entendi que meu papel tinha acabado.
"Não quero te atrasar mais." Levantei da minha posição e saí de lá.
Agora sim, tinha que decidir qual maiô eu ia vestir.
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