Férias de Tesão III

Férias de Tesão IIIA manhã chegou carregada de brisa salgada e luz dourada que entrava pelas persianas de madeira. Lucas, sentado na frente de um prato de frutas tropicais, evitava olhar para Clara. Ela tomava café da manhã com uma camiseta branca. Tinha tomado banho e, sem se secar, vestiu a peça, que deixava transparecer suas tetas enormes e lindas. Além disso, toda vez que podia, esticava a camiseta, deixando o jovem louco. — Dormiu bem, sobrinho? — perguntou Marco, lendo o jornal com óculos escuros. O pé descalço dele acariciava a panturrilha de Clara debaixo da mesa. Lucas concordou com a cabeça, embora a experiência da noite anterior o tivesse deixado sem sono. Além da punheta a seco que tinha batido, ele tinha se masturbado mais duas vezes ouvindo os gemidos que vinham do quarto dos tios. — Ele tá com cara de quem precisa de… *aulas práticas* — comentou Clara, lambendo mel de uma faca. A gota dourada escorreu pelo pulso dela. Marco dobrou o jornal com calma. — Quer aprender como se trata uma mulher, Lucas? — perguntou, enquanto a mão dele subia pela coxa de Clara até a borda da calcinha fio dental dela —. A teoria só te leva até certo ponto. Clara se levantou e aproximou o corpo voluptuoso de Lucas, as tetas dela roçavam as costas, o ombro, a nuca e até parte das bochechas dele. — Marco — chamou, sem tirar os olhos do rosto congestionado do jovem —. Posso aliviar ele um pouco? Só com as mãos. Prometo que não… vou consumir ele ainda. Marco, sentado na poltrona de vime, ergueu o olhar. A luz da manhã atrás dele não deixava o sobrinho ver o rosto dele. — O que você acha, Lucas? — perguntou, com voz rouca —. Quer que minha mulher te toque? Clara, olhando fixamente nos olhos do garoto e sem esperar resposta, apertou suavemente a ponta do pau de Lucas através do tecido da bermuda que ele usava. Ele engoliu saliva, incapaz de articular palavra, e concordou com a cabeça. — Usa palavras, querido — sussurrou ela, deslizando um dedo pelo pescoço molhado do garoto —. Homens educados pedem o que desejam. — Sim… por favor —conseguiu dizer Lucas, sentindo cada sílaba queimando por dentro. Marco se levantou, chegando por trás de Clara. As mãos dele rodearam a cintura dela, pousando sobre as dela, que ainda acariciavam a entreperna de Lucas. —Devagar —ordenou no ouvido dela, embora o aviso fosse para os dois—. Quero ver como a respiração dele se quebra. Clara desabotoou o botão da bermuda com os dentes. Lucas ofegou ao sentir o ar da manhã roçando sua pele descoberta. Quando ela puxou o elástico da cueca dele, a ereção saltou livre, pulsando contra o rosto de Clara. —Deus… —murmurou Marco, mordendo o lóbulo da orelha da esposa—. É quase um insulto ele ser virgem. Clara cuspiu na palma da mão e envolveu o pau de Lucas com uma suavidade deliberadamente lenta. O polegar dela desenhou círculos no frênulo, parando toda vez que ele fechava os olhos. —Olha pra mim —ordenou, acelerando o ritmo só um batimento antes de reduzir a pressão—. Quero que você lembre de cada segundo. Lucas agarrou os braços no assento da cadeira, as veias saltando no pescoço dele. Clara, brincando, se inclinou e soprou na ponta molhada do pau dele. —Você ia gostar de gozar assim? —perguntou, enquanto Marco deslizava uma mão dentro da regata dela para beliscar um mamilo—. Ou… —apertou a base com força, parando o fluxo—, a gente podia guardar pra algo melhor. —Clara… não aguento… não vou segurar… —suplicou Lucas, com os olhos cheios de desejo. —Shhh —Marco interveio, pegando a garrafa de óleo de coco que usavam pra se bronzear—. Aqui. —Entregou pra Clara, que derramou um jorro grosso sobre o punho dela—. As primeiras vezes têm que ser… memoráveis. Clara aplicou o líquido morno com as duas mãos, massageando da base até a ponta, percorrendo aqueles pelo menos 20 centímetros de pau jovem e pulsante, morrendo de vontade de ser desvirginado, num ritmo que imitava o vai e vem do mar. Lucas gemeu, os dedos cravando na parte de baixo do assento da cadeira. —Assim… —murmurou ela, sentindo o corpo do jovem se enrijecer como um arco—. Mas ainda não. —Soltou de repente, deixando ele à beira do abismo. Passou um dedo na ponta da glande vermelha e brilhante do rapaz, juntando todo o líquido pré-seminal que saía dela, levou à boca e lambeu com luxúria. —Que gostoso —disse, lambendo os lábios carnudos. —Aperta o cinto, sobrinho —brincou Marco, enquanto Clara saboreava os sucos de Lucas—. Ela não perdoa novatos. Marco, enquanto isso, já brincava dentro da calcinha fio dental da mulher, seus dedos entravam e saíam da pussy quente e molhada, fazendo a mulher suspirar. Entre gemidos, ela perguntou: —O que mais você gostaria que eu fizesse? E antes que Lucas pudesse responder, ela aproximou a boca da ponta da cock e, esticando a língua, provou o gosto dele… —Você gosta? —perguntou, e sem esperar resposta, moveu a cabeça para baixo, afundando até a base daquele mastro com uma habilidade que o fez gritar. Suas mãos, no entanto, não estavam paradas: esticou os braços para trás e aproveitou para agarrar a cock do marido. Este, por sua vez, rasgou com força a camiseta que Clara usava, deixando seus peitos pesados caírem livres. —Toca eles —ordenou Marco, sem parar de tocar a mulher—. Os mamilos são teclas de piano. Toca a melodia certa e ela… —Clara abafou um gemido quando Lucas beliscou um—, assim, perfeito. Lucas, embriagado pelo vai e vem da boca de Clara, explorou os mamilos duros com dedos desajeitados, mas ansiosos. Ela recuou um momento, ofegante, e guiou as mãos dele. —Mais forte —exigiu—. Sou de couro, não de porcelana. Quando Lucas obedeceu, Clara arqueou as costas, deixando o cabelo escuro roçar as coxas. —Viu, Clara? Te falei —disse a Marco, sem tirar os olhos do rosto transtornado do garoto—. Só precisava de motivação. Clara se ajoelhou e juntou os peitos em volta da cock de Lucas. Marco derramou um generoso jato de óleo de coco, e ela começou a punhetar ele entre as tetas. —Assim… —sussurrou, movendo-se num ritmo que imitava o da boca dela minutos antes—. Homens inteligentes fazem isso durar. Mas Lucas, com os dentes e os punhos cerrados, já estava no limite. —Não… não consigo… —balbuciou, sentindo o calor se acumular na barriga. Os testículos doíam, o leite lutava pra sair. Clara acelerou o ritmo, os mamilos roçando a pele sensível da glande fazendo o jovem delirar de prazer. —Agora —ordenou—. Me cobre de leite virgem, goza nas tetas da sua tia!!! Quero ver quanto leite eu tiro de você. O gemido de Lucas se misturou ao rangido das tábuas do chão quando ele jorrou vários esguichos grossos de leite quente entre os peitos dela. Clara, rindo baixinho, manteve a pressão até a última contração. —Bravo —aplaudiu Marco, limpando uma gota do queixo de Clara com o polegar antes de colocá-lo na boca dela pra ela limpar—. Embora… —observou o sêmen escorrendo pro umbigo dela—, parece que você precisa de aulas de pontaria. Clara se sentou, espalhando o líquido branco pelos peitos como se fosse loção. —Na próxima vez —prometeu, beijando Lucas com uma mistura de doçura e sal—, vou te ensinar a satisfazer uma mulher. Enquanto o jovem caía pra trás, exausto, Marco abriu as persianas de uma vez. A luz revelou cada sombra, cada gota, cada segredo. —Descansa —disse Clara, deixando o sol dourar a pele manchada dela—. Afinal… —o sorriso dela foi um desafio—, isso é só o café da manhã. Lá fora, as ondas quebravam num ritmo que Lucas já reconhecia: era o mesmo que vinha pulsando nas veias dele há semanas. E ele soube, com uma mistura de terror e euforia, que Clara não estava mentindo. Ficou com tesão? Tô te lendo.

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