Depois dessa aventura, eu e minha irmã ficamos mais unidos. Uma vez, quase fomos pegos pela nossa mãe. Liliana estava no seu boquete matinal de sempre, e minha mãe voltou pra casa porque esqueceu alguma coisa. — Uff, Lili, cada dia você melhora mais e mais nos seus boquetes. — É que você tem um pau muito gostoso, irmãozinho. — Ela adorava o tom do incesto.
- Sabe, você tem umas nádegas e um cu tão apetitoso
- Uff, Edu, demorou pra notar, não acha? Lembra como você deixou o cu da Martha todo arrombado?
- Me surpreendia cada vez mais a perversão dela.
- Bom, ela aguentou muito bem enquanto eu arrebentava o cu dela, a putinha não tem só os peitos, as nádegas também são bem gostosas.
- Mas que vadias você come, me diz, só nela que você meteu o cu?
- Bom, só na Martha, e adivinha quem mais tá pedindo pra eu dar só no cu? Já virou uma viciada.
- Que slut tá enfiando essa pica no bum dela? Marlene? Karina? Monse?
- Karina.
- Uff, maninho, cê acha que meu bum aguenta?
- Seu cu é de primeira, devia aguentar.
- Quem perguntou por você foi o velho Severino.
- Ufff, esse velho, toda vez que passo, lembro daquele dia de como coloquei a camisinha com a boca e fiquei excitada.
- Além de que a Martha deixou ele seco, ele ficou com vontade de carne jovem.
- Vou preparar a Karina pra comer ela entre eu e o velho, ou então vou procurar outra slutty. Interessa, maninha?
- Ufff, isso soa bem, duas picas. Você me deixaria ter um trio, maninho?
E de uma vez ela enfiou toda a minha pica, uffff, a língua dela se mexia como uma louca.
- Se for igual a dela, claro que sim, isso me excita demais, ou com alguém mais velho, uns setenta ou oitenta anos, seria incrível e excitante o contraste de idade.
Eu tinha que ir plantando a ideia.
- E o velho ia ficar de pau duro ou tomaria Viagra, ou o quê?
Os olhos dela estavam em mim, queria saber mais, e isso era bom.
- Claro que sim, tomaria um pouco de Viagra, a diversão seria mais duradoura, a gostosa ia gozar com duas picas pra ela.
- Uff, que putaria deve ser sentir isso.
Ela parou de chupar minha pica e montou de um movimento só, enfiou toda a minha pica, sentia como roçava no útero dela, ufff, delicioso tudo, estávamos ambos prestes a explodir no clímax.
— Liliana, já acordou? Cadê você, coração? — A voz da nossa Mãe nos deixou gelados. — Edu, querido, tá acordado? — Levantei o mais rápido que pude pra tampar a porta e evitar que ela entrasse. — O que foi, Mãe? Tô me trocando. — Viu sua irmã? Ela não tá no quarto dela. — Ela disse que ia sei lá onde com sei lá qual amiga. — Falei isso tarde demais, enquanto minha irmã tava me chupando a pica. — Pensei que você já tivesse no trabalho — comentei o mais tranquilo possível. — Esqueci uns papéis, mas já vou. Te vejo mais tarde, se comporta. — Eu sempre, Mãe. — Ouvi ela se afastando, tirei minha irmã de perto pra espiar pela janela e ver ela indo embora na caminhonete. Que susto do caralho, mas parece que isso excitou ainda mais minha irmã. — Anã, você é louca? O que cê pensa? Quase que a gente é pego. — Eu me assustei, mas quando vi que ela não ia entrar, me acalmei. Aí lembrei do que a gente tava falando sobre o velho e fiquei com tesão. — Peguei ela pela cintura, coloquei de quatro, abri as bandas da bunda dela. As nádegas brancas e duras me agradavam, sentir o contraste das rabetas das minhas outras putas, a da Marlen durinha e morena, a da Martha firme e gorda. — Edu, ainda acho que não tô pronta pra você me comer no cu. — Calma, irmãzinha, só tô vendo quem vai ser o próximo cu que vou foder hoje. Vou te encher de porra. — A buceta dela já tava mais lubrificada e molhada que uma fonte, coloquei a cabeça da minha pica na entrada dos lábios dela, que gulosos começaram a chupar. — Uff, irmãozinho, que fodas deliciosas que você me dá. — Escusado dizer que com minha irmã eu transava mais do que com qualquer outra das minhas putas, mas nunca atrapalhava nossos deveres ou compromissos. Chegou o fim de semana e pensei que ia passar uns dias tranquilo e relaxado com minha irmã, já que minha Mãe ia num show com uma amiga dela. Mas bem dizem que a gente faz planos pra dar tudo errado, porque a amiga chata da minha Mãe fodeu meus planos ao cancelar com ela. Minha Mãe contou pra minha irmã, e por mais que eu tentasse convencê-la a não ir, não adiantou. —Desculpa, Edu, mas eu quero ir sim. Não acho que você vai sentir minha falta. Fala com a sua NAMORADA ou com alguma das suas putas que elas vêm correndo. — Eu não sabia o que incomodava mais ela: o fato de ele ter namorada ou ter outra mulher além dela. Com a Karen, ele se dava bem, parecia outra pessoa. Cumprimentava ela na escola, na rua, às vezes até estudavam juntos. Eu tava impressionado com a atuação da Lili. A Karen não podia vir porque tinha ido com os pais visitar os avós, então, sem mais, fui pra casa da Martha. Quando bati na porta, o Carlos abriu. — Cadê minha puta? — Meu tom era calmo, ele tava nervoso, quase assustado. — Edu, o que você tá fazendo aqui? Não, não, não — repetiu igual um disco arranhado — Ela tá... tá com o menino. — Soltou de uma vez. — Beleza, chama ela. — Quando eu ia entrar na casa, ele me cortou e fechou a porta atrás de si. — Olha, Edu, eu sei que você quer comer minha esposa, mas te peço por favor que hoje não. — Ele falou isso quase se ajoelhando. — E por que isso? — Vão vir uns parentes visitar, meus pais e... — Bom, eles vão descobrir que você é um corno que deixou a esposa peituda na mão de um adolescente. — Falei com sarcasmo. — Edu, eu te imploro, eu tô ciente de que falhei com ela e por isso ela tá se vingando, mas te imploro, hoje deixa ela ser minha esposa. — Eu empurrei ele de lado, entrei na casa e vi minha vaca peituda saindo da cozinha. Tava horrível com um vestido longo até o tornozelo, uma blusa grande que escondia as tetonas enormes que ela tem. — Edu, amor — Ela correu pra me beijar, nossas línguas se encontraram. — Como tá minha vaca? — Perguntei massageando os peitos dela. — Bom, meu marido me implorou pra usar isso em troca de depois me deixar ir com meu macho pra onde eu quiser num fim de semana. — Respondeu sorrindo enquanto passava a mão no meu pau. — Que esperta. — O Carlos entrou em casa assustado. — Edu, minha família já chegou, por favor, eu te imploro. — Olha, Carlos, apesar de tudo, eu não quero destruir seu casamento. Então vou embora, vou deixar minha gostosa pra você, mas em troca vou levá-la por uns dias e você não vai poder reclamar. —E aí, sem assunto?— Estendi a mão e ela pegou sem hesitar. Ao sair de casa, os parentes dela ficaram me encarando. Vi dois senhores já de idade, uns 70 ou mais, era o pai e a mãe do Carlos, uma senhora de uns 55 anos e um senhor de uns 75, junto com o que pensei ser uma criança, mas olhando bem era uma pessoa com nanismo, um cara moreno meio tímido. —E esse rapaz, quem é?— Perguntou o pai do Carlos. —Me apresento, sou Edu, vizinho daqui. Queria uns conselhos do senhor Carlos porque tô tendo problemas na vida e ele é um exemplo pra mim, mas não vou incomodar, já vou. Obrigado por me ouvir, senhor, a gente se vê.— Sem dizer mais nada, fui embora pra casa, vendo como o dia se preparava cada vez mais pra chover. Falei com a Pitufina, mas ela tá de castigo por ter brigado com o pai e não vão deixar ela sair por meses. Fiquei deitado pensando na minha má sorte, fazer o quê, vou ficar em casa enrolando e jogando videogame. O tempo tava agradável, mas não dava pra sair porque parecia que ia começar a chover a qualquer hora. Almocei alguma coisa, preparei uns petiscos e uns refrigerantes pra não ter que descer tão cedo. Ring! Ring! Ring! O som do telefone me tirou dos pensamentos, mas ignorei a chamada, não tava a fim de atender ninguém, queria me desconectar do mundo. Não passou nem meia hora e bateram na porta da minha casa, foi tão alto que não deu pra ignorar. —O que você tá fazendo aqui?— Falei com a maior indiferença que consegui. —Nossa, que recepção. Não tô de bom humor, Edu. Minha tia falou que você tava sozinho, então quando briguei com a minha mãe, foi o único lugar que pensei. Liguei, mas parece que você tava ocupado.— Respondeu minha querida prima. A família da minha tia Lúcia é formada pelos gêmeos, que são os primos mais novos, uns 13 anos, com uma energia incontrolável. Depois tem minha prima do meio, Luísa, e por último a Lúcia, a mais velha, que puxou mais à mãe. Eu me dava bem com ela, apesar de ser um ano mais velha que eu. Ei.
— E aí, vem estragar meu dia? — falei brincando. — Tô toda molhada por causa dessa porra de chuva. — Ela fez biquinho. — Beleza, Lú, entra logo. Já sabe onde é o banheiro, vou te deixar uma roupa seca. Me dá a que você tá usando que eu ponho pra lavar. —
Lú, que era como a gente chamava pra diferenciar mãe e filha, meu olhar foi direto pra aquele rabo moreno e carnudo dela. Sem dúvida ia ficar robusta que nem a mãe. Ela entrou no chuveiro, eu fui pegar roupa da Liliana e da minha mãe — não sabia como ela queria se vestir, mas não queria que ela ficasse me mandando buscar isso e aquilo. Entrei no banheiro, dava pra ver a silhueta dela atrás do box de correr, peguei a roupa dela e fui pra lavanderia que ficava em casa.
Comecei a colocar toda a roupa dela na máquina, reparando no jeans, na blusa que ela tava usando, mas o que mais chamou minha atenção foi que não achei calcinha nenhuma. Voltei pro meu quarto pra continuar de onde tinha parado. Não passou nem dez minutos e a Lú invadiu meu quarto.
— Vou ficar aqui até a chuva passar. — Ela soltou.
— E depois vai pra onde, com algum namorado? — perguntei sem tirar os olhos da TV.
— Quem me dera ter um namorado, mas ninguém chega perto de mim, e os que chegam são uns idiotas.
— Pô, não vai ser por isso que ninguém se aproxima, pelo medo que você passa.
— Do que você tá falando? Eu não sou ruim com ninguém. — Ela fez biquinho e resmungou.
— Você faz isso tão natural que nem percebe quando trata mal os outros. Por que não tenta tratar bem um cara e, aos poucos, alguns vão se aproximar? Claro, os idiotas que só querem te comer, se você não tiver a fim, é só dar um fora.
— Como você fala isso tão fácil.
— Não complica.
— E me fala dessa namorada que você arrumou. Mamãe diz que ela é linda, que você que é o feio perto dela.
— Tia, sempre tão engraçadinha. Mas é, minha namorada é linda sim. Olha a foto dela. — Mostrei o fundo de tela do celular, que era uma foto nossa. — Bom, mas parece que você é homem afinal de contas. A Smurfette mandou: "Não vou poder fazer companhia, mas vou sentir falta da sua piroca grossa". — Tinha chegado uma mensagem. Mensagem de texto e ele leu em voz alta, ela ficou nervosa. — Acho que você leu algo que não devia. — Não pode ser, primo, por isso que não tenho namorado, no final vou acabar sendo enganada e pensei que você fosse diferente. — Você confunde amor com sexo e prazer, olha, Lú, com essa garota a gente só transa e eu não sinto nada por ela nem ela por mim. — Mas como você pode fazer isso com sua namorada? — Você vai me dizer que nunca pensou num cara com namorada e pensou "eu daria pra ele na primeira chance" e não minta. — Bom, é que uma coisa é pensar e outra é fazer. — Nisso eu me diferencio de você, eu não penso, eu faço. — Nisso a gente tava quando a luz da casa apagou, só o que me faltava. — Bem, agora você tem minha total atenção, Lú, essa sua história de só transar com quem casar é respeitável, mas se quando casar você não souber fazer nada na cama, seu casamento vai fracassar, não acha? — Não, porque vou casar com um homem bom. — Por mais bom que seja, qualquer homem pegaria qualquer mulher na oportunidade. — Mas nisso não tem amor. — Bom, então você vai transar com quem te amar? — Claro, e não só vou transar, vou fazer amor, vou ser dele pra sempre, sem precisar de mais ninguém. — Lú, eu te amo. — Falei e beijei ela suavemente nos lábios, ela respondeu meu beijo, a gente se beijou por mais de cinco minutos sem as línguas, só os lábios, no final do beijo a luz voltou. — Eu... eu... eu tenho que ir. — Quando ela tentou se levantar, eu não tinha reparado que ela tava com uma saia da Lili e um top que mal segurava aqueles peitos. Quando ela se levantou, eu já tava na frente dela. — Aonde você vai? Não vai dormir comigo? — Do que você tá falando? — Você disse que só com quem te ama, né? Pois eu te amo. — Você tá mentindo, isso não é verdade. — Como você sabe? — Ela ficou em silêncio, pensando. — Lú, já caiu na ficha que pra saber se alguém realmente te ama, você precisa conhecer a pessoa a fundo e isso só se consegue transando, comendo, não tem outro jeito, é a melhor forma de saber se alguém te quer ou não. — Parece que você é o mais velho dos dois, não eu. — Bom, eu já fiz um Um pouco de tudo, e ainda quer ser diferente. Além disso, se faz de recatada e tal, mas anda sem calcinha e sem sutiã. Esse comentário deixou ela vermelha que nem tomate. — Não sou recatada, gosto de me tocar, e sutiã me incomoda, igual calcinha. — Tá, mas imagino que você faça algo pra seus mamilos não aparecerem tanto, ou tô enganado? — Claro, adaptei todas as minhas blusas pra não me sentir incomodada. — Fica bem nessa roupa, hein. — Não zoa, porque é o melhor que você me deu. Mentiu, porque eu tinha dado um moletom largo de dormir, mas ela escolheu aquilo que não me parecia certo. Sentou do mesmo jeito no chão, sem fechar as pernas, colocou as mãos atrás da cabeça e se deitou no chão. Eu observei. Vi como os lábios dela começaram a ficar brilhando, ela estava excitada. — Prima Lu, posso continuar te beijando? Enquanto perguntei, me deitei ao lado dela. — Não podemos fazer isso, Edu, somos primos. — Qual é, ninguém vai saber, ou vai? — Não, ninguém pode saber de nada do que rolar aqui. — Bom, se ninguém vai saber, então não tem problema. Sem dizer mais nada, peguei a cabeça dela e comecei a beijá-la suavemente, só lábios, sem língua. Ela segurou meu rosto e apertou, como se não quisesse se desgrudar de mim. — Sabe, muitas das minhas amigas começaram a pedir seu e-mail, número ou o que fosse de você, quando te viram uma vez na minha casa. — Ah, é? Bom, pode se gabar que seu primo sabe beijar muito bem. — Não seja idiota, mas posso tirar uma foto nossa e mandar pra uma, não acha? — ela perguntou. — Não vejo por que não, mas só dos nossos rostos, ok? — Claro, idiota, não vão me ver de saia de colegial. — Por que não? Você está linda. E sem que ela percebesse, tirei uma foto dela de costas. Ela estava curvada, procurando o celular na bolsa, e dava pra ver uma bunda linda, redonda e suculenta. A gente se ajeitou: ela na frente e eu atrás, com a bunda dela encostada no meu pau. Sorrindo, ela mandou a foto pras amigas, dizendo: "Olha, tô com meu primo." — Bom, isso vai deixar elas loucas. Eu já estava deitado na minha cama, e ela foi se aproximando aos poucos. esperando alguma resposta minha, mas só abracei ela. — Quando quiser exibir seu primo pra alguém, pode me pedir sempre. — Valeu, você é um amor, mas meu primo é só meu, nenhuma dessas vadias vai pegar ele emprestado. — E por que não? — Bom, olha, Mariana diz que só faz sexo anal porque preserva a virgindade, a Lola dos peitões fala que só usa os peitos e pronto, e a Tiffany é a que tem mais experiência, já comeu professor por nota ou por prazer, acho que é com quem você se daria melhor. — E você nunca nem chegou na segunda base? — perguntei curioso. — Claro que não, nunca toquei num pau, você é meu segundo beijo. — E o primeiro, o que aconteceu? — Ele meteu a língua, disse que me beijou e sei lá mais o quê. — Ah, sou seu segundo beijo, que merda. — Mas foi melhor, ele só me beijou uns segundos e pronto, um baita idiota, achei que seria diferente, mas no fim era só um babaca. — Então vou ser o primeiro, não vou deixar nenhum idiota me ganhar. E sem aviso, tirei minha roupa, fiquei pelado, meu pau meio duro de lado, coloquei a mão dela no meu pau e deixei parada, ela olhava assustada. — Era verdade que você nunca tinha visto um pau. — Claro que não, uau, dá pra ver o sangue pulsando, fica mais duro? — perguntou incrédula. — Claro que sim, move devagar sua mão, apertando de leve. Descobri minha glande, que já estava vermelha de sangue, ela começou a subir e descer a mão. — Espera, cospe um pouco pra você mover melhor a mão e não doer tanto em mim. Ela sentou, colocou a boca no meu pau e deixou a saliva cair, movendo a mão ritmadamente.
- Segura que você nunca tinha tocado em nenhuma, porque você faz muito bem. - Bom, eu vi uns filmes pornô e minha mãe me deu aquele papo sobre sexualidade, entre outras coisas, veio como lubrificar bem uma rola, seja com creme, saliva ou sabão. - Vou agradecer à tia por esse conselho tão sábio. - Nossa, que gostosa, como ela aperta, que dura que você tá, primo, ela foi beijando e enfiou só a cabecinha dentro da boca dela.
— O que mais você quer fazer? — perguntei. — Hoje vou ser todo seu, realizar todos os seus desejos, Lu. — Bom, sempre quis beijar de língua, e a Mariana diz que um homem que sabe beijar tem que saber dar um bom oral, a Lola fala que tem que saber tratar os peitos, e a Tiffany que saiba foder. — Então seu primo vai te ajudar com tudo isso. Puxei ela pra perto e começamos a nos beijar, aos poucos fomos metendo a língua até terminar numa comida de boca brutal, minhas mãos não pararam de percorrer o corpo todo dela, a bunda dela mais que tudo, apalpei até cansar. — Bom, um a menos na lista — disse ela, tímida. — Continua, dar um bom oral, então vem, senta na beirada da cama que eu vou de joelhos pra comer essa buceta tão apetitosa. Ela, ainda com vergonha, fez o que eu mandei. Assim que ela abriu as pernas, pude ver uma buceta diferente do que imaginei, era uma buceta com os lábios inchados de tesão, mas não eram tão grandes ou grossos, o cheiro de mulher tomou o quarto, e, respirando fundo, comecei a passar minha língua por toda a buceta dela, uff, tinha um gosto delicioso, sem dúvida ela se cuidava muito. Ela começou a respirar mais ofegante, as mãos no meu cabelo, as pernas já em volta do meu pescoço me prendendo, sem deixar escapatória, minha língua encontrou o clitóris dela e não soltei até ela arquear as costas e soltar um grito tão forte quanto os trovões da chuva. — Nossa, nunca senti tanto prazer, você é muito habilidoso, primo — foi a primeira coisa que Lú disse quando recuperou o fôlego. — Pratiquei pra dar o prazer que uma mulher merece. Deitei ao lado dela, peguei um peito dela e comecei a acariciar de leve, meus dedos atacaram o mamilo dela, que começou a endurecer. Não aguentei mais, montei nela com os joelhos dos lados, minha pica dura e firme coloquei entre os peitos dela, cuspi neles pra minha pica deslizar melhor. — Primo, como você consegue ficar tão duro? — entre gemidos, ela comentou. — Lú, é que você me deixa duríssimo mesmo, quero ser sua primeira vez. — Não sei, Edu, acho que não tô pronta pra isso. — Não vou te pressionar, mas pelo menos... Pronto vou gozar nesses peitos tão gostosos que você tem, então coloca suas mãos apertando eles. Me obedecendo no que pedi, meus dedos pressionaram levemente os bicos dela e o que me surpreendeu foi que, sem eu falar nada, ela colocou a língua pra fora e, quando minha cabecinha saía de entre os peitos dela, ela passava a língua. Nos olhos dela dava pra ver o tesão. No fim das contas, era uma adolescente que queria explorar a sexualidade, mas tinha medo de que pensassem que era uma puta. Talvez fosse mesmo. Eu já tava perto de gozar e avisei ela. — Você vai ser o primeiro a gozar em cima de mim. — Fui o primeiro que você beijou do jeito certo, fui o primeiro que tocou na sua pica, vou ser o primeiro a gozar em cima de você e vou ser o primeiro a te comer. E bufando, soltei toda minha porra na cara da minha prima que, ao sentir, acho que ela também gozou. Todos os meus jatos de porra acertaram a testa dela e de lá foram escorrendo até os olhos. Saí de cima dela e, sorrindo...
- Agora entendo por que chamam o sêmen de "cum". E aí, como foram suas primeiras experiências?
- Você não vai acreditar, mas fiquei super surpresa com tudo que a gente fez. Sempre via nos filmes pornô, mas não entendia por que faziam aquilo. Agora vejo que é pelo vício, pelo prazer do sexo.
- É, Lú, é mais pelo prazer mesmo.
E olhando, vejo ela com os dedos tirando meu cum dos olhos e levando à boca. Fiquei olhando surpreso, no fim ela ia ficar viciada em cum humano. Depois disso, cada um se trocou e, como ainda estava chovendo, decidimos que ela ficaria pra dormir. No dia seguinte, ela foi embora umas 9 da manhã, prometendo voltar pra realizar outras fantasias.
- Sabe, você tem umas nádegas e um cu tão apetitoso - Uff, Edu, demorou pra notar, não acha? Lembra como você deixou o cu da Martha todo arrombado?
- Me surpreendia cada vez mais a perversão dela.
- Bom, ela aguentou muito bem enquanto eu arrebentava o cu dela, a putinha não tem só os peitos, as nádegas também são bem gostosas.
- Mas que vadias você come, me diz, só nela que você meteu o cu?
- Bom, só na Martha, e adivinha quem mais tá pedindo pra eu dar só no cu? Já virou uma viciada.
- Que slut tá enfiando essa pica no bum dela? Marlene? Karina? Monse?
- Karina.
- Uff, maninho, cê acha que meu bum aguenta?
- Seu cu é de primeira, devia aguentar.
- Quem perguntou por você foi o velho Severino.
- Ufff, esse velho, toda vez que passo, lembro daquele dia de como coloquei a camisinha com a boca e fiquei excitada.
- Além de que a Martha deixou ele seco, ele ficou com vontade de carne jovem.
- Vou preparar a Karina pra comer ela entre eu e o velho, ou então vou procurar outra slutty. Interessa, maninha?
- Ufff, isso soa bem, duas picas. Você me deixaria ter um trio, maninho?
E de uma vez ela enfiou toda a minha pica, uffff, a língua dela se mexia como uma louca.
- Se for igual a dela, claro que sim, isso me excita demais, ou com alguém mais velho, uns setenta ou oitenta anos, seria incrível e excitante o contraste de idade.
Eu tinha que ir plantando a ideia.
- E o velho ia ficar de pau duro ou tomaria Viagra, ou o quê?
Os olhos dela estavam em mim, queria saber mais, e isso era bom.
- Claro que sim, tomaria um pouco de Viagra, a diversão seria mais duradoura, a gostosa ia gozar com duas picas pra ela.
- Uff, que putaria deve ser sentir isso.
Ela parou de chupar minha pica e montou de um movimento só, enfiou toda a minha pica, sentia como roçava no útero dela, ufff, delicioso tudo, estávamos ambos prestes a explodir no clímax.
— Liliana, já acordou? Cadê você, coração? — A voz da nossa Mãe nos deixou gelados. — Edu, querido, tá acordado? — Levantei o mais rápido que pude pra tampar a porta e evitar que ela entrasse. — O que foi, Mãe? Tô me trocando. — Viu sua irmã? Ela não tá no quarto dela. — Ela disse que ia sei lá onde com sei lá qual amiga. — Falei isso tarde demais, enquanto minha irmã tava me chupando a pica. — Pensei que você já tivesse no trabalho — comentei o mais tranquilo possível. — Esqueci uns papéis, mas já vou. Te vejo mais tarde, se comporta. — Eu sempre, Mãe. — Ouvi ela se afastando, tirei minha irmã de perto pra espiar pela janela e ver ela indo embora na caminhonete. Que susto do caralho, mas parece que isso excitou ainda mais minha irmã. — Anã, você é louca? O que cê pensa? Quase que a gente é pego. — Eu me assustei, mas quando vi que ela não ia entrar, me acalmei. Aí lembrei do que a gente tava falando sobre o velho e fiquei com tesão. — Peguei ela pela cintura, coloquei de quatro, abri as bandas da bunda dela. As nádegas brancas e duras me agradavam, sentir o contraste das rabetas das minhas outras putas, a da Marlen durinha e morena, a da Martha firme e gorda. — Edu, ainda acho que não tô pronta pra você me comer no cu. — Calma, irmãzinha, só tô vendo quem vai ser o próximo cu que vou foder hoje. Vou te encher de porra. — A buceta dela já tava mais lubrificada e molhada que uma fonte, coloquei a cabeça da minha pica na entrada dos lábios dela, que gulosos começaram a chupar. — Uff, irmãozinho, que fodas deliciosas que você me dá. — Escusado dizer que com minha irmã eu transava mais do que com qualquer outra das minhas putas, mas nunca atrapalhava nossos deveres ou compromissos. Chegou o fim de semana e pensei que ia passar uns dias tranquilo e relaxado com minha irmã, já que minha Mãe ia num show com uma amiga dela. Mas bem dizem que a gente faz planos pra dar tudo errado, porque a amiga chata da minha Mãe fodeu meus planos ao cancelar com ela. Minha Mãe contou pra minha irmã, e por mais que eu tentasse convencê-la a não ir, não adiantou. —Desculpa, Edu, mas eu quero ir sim. Não acho que você vai sentir minha falta. Fala com a sua NAMORADA ou com alguma das suas putas que elas vêm correndo. — Eu não sabia o que incomodava mais ela: o fato de ele ter namorada ou ter outra mulher além dela. Com a Karen, ele se dava bem, parecia outra pessoa. Cumprimentava ela na escola, na rua, às vezes até estudavam juntos. Eu tava impressionado com a atuação da Lili. A Karen não podia vir porque tinha ido com os pais visitar os avós, então, sem mais, fui pra casa da Martha. Quando bati na porta, o Carlos abriu. — Cadê minha puta? — Meu tom era calmo, ele tava nervoso, quase assustado. — Edu, o que você tá fazendo aqui? Não, não, não — repetiu igual um disco arranhado — Ela tá... tá com o menino. — Soltou de uma vez. — Beleza, chama ela. — Quando eu ia entrar na casa, ele me cortou e fechou a porta atrás de si. — Olha, Edu, eu sei que você quer comer minha esposa, mas te peço por favor que hoje não. — Ele falou isso quase se ajoelhando. — E por que isso? — Vão vir uns parentes visitar, meus pais e... — Bom, eles vão descobrir que você é um corno que deixou a esposa peituda na mão de um adolescente. — Falei com sarcasmo. — Edu, eu te imploro, eu tô ciente de que falhei com ela e por isso ela tá se vingando, mas te imploro, hoje deixa ela ser minha esposa. — Eu empurrei ele de lado, entrei na casa e vi minha vaca peituda saindo da cozinha. Tava horrível com um vestido longo até o tornozelo, uma blusa grande que escondia as tetonas enormes que ela tem. — Edu, amor — Ela correu pra me beijar, nossas línguas se encontraram. — Como tá minha vaca? — Perguntei massageando os peitos dela. — Bom, meu marido me implorou pra usar isso em troca de depois me deixar ir com meu macho pra onde eu quiser num fim de semana. — Respondeu sorrindo enquanto passava a mão no meu pau. — Que esperta. — O Carlos entrou em casa assustado. — Edu, minha família já chegou, por favor, eu te imploro. — Olha, Carlos, apesar de tudo, eu não quero destruir seu casamento. Então vou embora, vou deixar minha gostosa pra você, mas em troca vou levá-la por uns dias e você não vai poder reclamar. —E aí, sem assunto?— Estendi a mão e ela pegou sem hesitar. Ao sair de casa, os parentes dela ficaram me encarando. Vi dois senhores já de idade, uns 70 ou mais, era o pai e a mãe do Carlos, uma senhora de uns 55 anos e um senhor de uns 75, junto com o que pensei ser uma criança, mas olhando bem era uma pessoa com nanismo, um cara moreno meio tímido. —E esse rapaz, quem é?— Perguntou o pai do Carlos. —Me apresento, sou Edu, vizinho daqui. Queria uns conselhos do senhor Carlos porque tô tendo problemas na vida e ele é um exemplo pra mim, mas não vou incomodar, já vou. Obrigado por me ouvir, senhor, a gente se vê.— Sem dizer mais nada, fui embora pra casa, vendo como o dia se preparava cada vez mais pra chover. Falei com a Pitufina, mas ela tá de castigo por ter brigado com o pai e não vão deixar ela sair por meses. Fiquei deitado pensando na minha má sorte, fazer o quê, vou ficar em casa enrolando e jogando videogame. O tempo tava agradável, mas não dava pra sair porque parecia que ia começar a chover a qualquer hora. Almocei alguma coisa, preparei uns petiscos e uns refrigerantes pra não ter que descer tão cedo. Ring! Ring! Ring! O som do telefone me tirou dos pensamentos, mas ignorei a chamada, não tava a fim de atender ninguém, queria me desconectar do mundo. Não passou nem meia hora e bateram na porta da minha casa, foi tão alto que não deu pra ignorar. —O que você tá fazendo aqui?— Falei com a maior indiferença que consegui. —Nossa, que recepção. Não tô de bom humor, Edu. Minha tia falou que você tava sozinho, então quando briguei com a minha mãe, foi o único lugar que pensei. Liguei, mas parece que você tava ocupado.— Respondeu minha querida prima. A família da minha tia Lúcia é formada pelos gêmeos, que são os primos mais novos, uns 13 anos, com uma energia incontrolável. Depois tem minha prima do meio, Luísa, e por último a Lúcia, a mais velha, que puxou mais à mãe. Eu me dava bem com ela, apesar de ser um ano mais velha que eu. Ei.
— E aí, vem estragar meu dia? — falei brincando. — Tô toda molhada por causa dessa porra de chuva. — Ela fez biquinho. — Beleza, Lú, entra logo. Já sabe onde é o banheiro, vou te deixar uma roupa seca. Me dá a que você tá usando que eu ponho pra lavar. —Lú, que era como a gente chamava pra diferenciar mãe e filha, meu olhar foi direto pra aquele rabo moreno e carnudo dela. Sem dúvida ia ficar robusta que nem a mãe. Ela entrou no chuveiro, eu fui pegar roupa da Liliana e da minha mãe — não sabia como ela queria se vestir, mas não queria que ela ficasse me mandando buscar isso e aquilo. Entrei no banheiro, dava pra ver a silhueta dela atrás do box de correr, peguei a roupa dela e fui pra lavanderia que ficava em casa.
Comecei a colocar toda a roupa dela na máquina, reparando no jeans, na blusa que ela tava usando, mas o que mais chamou minha atenção foi que não achei calcinha nenhuma. Voltei pro meu quarto pra continuar de onde tinha parado. Não passou nem dez minutos e a Lú invadiu meu quarto.
— Vou ficar aqui até a chuva passar. — Ela soltou.
— E depois vai pra onde, com algum namorado? — perguntei sem tirar os olhos da TV.
— Quem me dera ter um namorado, mas ninguém chega perto de mim, e os que chegam são uns idiotas.
— Pô, não vai ser por isso que ninguém se aproxima, pelo medo que você passa.
— Do que você tá falando? Eu não sou ruim com ninguém. — Ela fez biquinho e resmungou.
— Você faz isso tão natural que nem percebe quando trata mal os outros. Por que não tenta tratar bem um cara e, aos poucos, alguns vão se aproximar? Claro, os idiotas que só querem te comer, se você não tiver a fim, é só dar um fora.
— Como você fala isso tão fácil.
— Não complica.
— E me fala dessa namorada que você arrumou. Mamãe diz que ela é linda, que você que é o feio perto dela.
— Tia, sempre tão engraçadinha. Mas é, minha namorada é linda sim. Olha a foto dela. — Mostrei o fundo de tela do celular, que era uma foto nossa. — Bom, mas parece que você é homem afinal de contas. A Smurfette mandou: "Não vou poder fazer companhia, mas vou sentir falta da sua piroca grossa". — Tinha chegado uma mensagem. Mensagem de texto e ele leu em voz alta, ela ficou nervosa. — Acho que você leu algo que não devia. — Não pode ser, primo, por isso que não tenho namorado, no final vou acabar sendo enganada e pensei que você fosse diferente. — Você confunde amor com sexo e prazer, olha, Lú, com essa garota a gente só transa e eu não sinto nada por ela nem ela por mim. — Mas como você pode fazer isso com sua namorada? — Você vai me dizer que nunca pensou num cara com namorada e pensou "eu daria pra ele na primeira chance" e não minta. — Bom, é que uma coisa é pensar e outra é fazer. — Nisso eu me diferencio de você, eu não penso, eu faço. — Nisso a gente tava quando a luz da casa apagou, só o que me faltava. — Bem, agora você tem minha total atenção, Lú, essa sua história de só transar com quem casar é respeitável, mas se quando casar você não souber fazer nada na cama, seu casamento vai fracassar, não acha? — Não, porque vou casar com um homem bom. — Por mais bom que seja, qualquer homem pegaria qualquer mulher na oportunidade. — Mas nisso não tem amor. — Bom, então você vai transar com quem te amar? — Claro, e não só vou transar, vou fazer amor, vou ser dele pra sempre, sem precisar de mais ninguém. — Lú, eu te amo. — Falei e beijei ela suavemente nos lábios, ela respondeu meu beijo, a gente se beijou por mais de cinco minutos sem as línguas, só os lábios, no final do beijo a luz voltou. — Eu... eu... eu tenho que ir. — Quando ela tentou se levantar, eu não tinha reparado que ela tava com uma saia da Lili e um top que mal segurava aqueles peitos. Quando ela se levantou, eu já tava na frente dela. — Aonde você vai? Não vai dormir comigo? — Do que você tá falando? — Você disse que só com quem te ama, né? Pois eu te amo. — Você tá mentindo, isso não é verdade. — Como você sabe? — Ela ficou em silêncio, pensando. — Lú, já caiu na ficha que pra saber se alguém realmente te ama, você precisa conhecer a pessoa a fundo e isso só se consegue transando, comendo, não tem outro jeito, é a melhor forma de saber se alguém te quer ou não. — Parece que você é o mais velho dos dois, não eu. — Bom, eu já fiz um Um pouco de tudo, e ainda quer ser diferente. Além disso, se faz de recatada e tal, mas anda sem calcinha e sem sutiã. Esse comentário deixou ela vermelha que nem tomate. — Não sou recatada, gosto de me tocar, e sutiã me incomoda, igual calcinha. — Tá, mas imagino que você faça algo pra seus mamilos não aparecerem tanto, ou tô enganado? — Claro, adaptei todas as minhas blusas pra não me sentir incomodada. — Fica bem nessa roupa, hein. — Não zoa, porque é o melhor que você me deu. Mentiu, porque eu tinha dado um moletom largo de dormir, mas ela escolheu aquilo que não me parecia certo. Sentou do mesmo jeito no chão, sem fechar as pernas, colocou as mãos atrás da cabeça e se deitou no chão. Eu observei. Vi como os lábios dela começaram a ficar brilhando, ela estava excitada. — Prima Lu, posso continuar te beijando? Enquanto perguntei, me deitei ao lado dela. — Não podemos fazer isso, Edu, somos primos. — Qual é, ninguém vai saber, ou vai? — Não, ninguém pode saber de nada do que rolar aqui. — Bom, se ninguém vai saber, então não tem problema. Sem dizer mais nada, peguei a cabeça dela e comecei a beijá-la suavemente, só lábios, sem língua. Ela segurou meu rosto e apertou, como se não quisesse se desgrudar de mim. — Sabe, muitas das minhas amigas começaram a pedir seu e-mail, número ou o que fosse de você, quando te viram uma vez na minha casa. — Ah, é? Bom, pode se gabar que seu primo sabe beijar muito bem. — Não seja idiota, mas posso tirar uma foto nossa e mandar pra uma, não acha? — ela perguntou. — Não vejo por que não, mas só dos nossos rostos, ok? — Claro, idiota, não vão me ver de saia de colegial. — Por que não? Você está linda. E sem que ela percebesse, tirei uma foto dela de costas. Ela estava curvada, procurando o celular na bolsa, e dava pra ver uma bunda linda, redonda e suculenta. A gente se ajeitou: ela na frente e eu atrás, com a bunda dela encostada no meu pau. Sorrindo, ela mandou a foto pras amigas, dizendo: "Olha, tô com meu primo." — Bom, isso vai deixar elas loucas. Eu já estava deitado na minha cama, e ela foi se aproximando aos poucos. esperando alguma resposta minha, mas só abracei ela. — Quando quiser exibir seu primo pra alguém, pode me pedir sempre. — Valeu, você é um amor, mas meu primo é só meu, nenhuma dessas vadias vai pegar ele emprestado. — E por que não? — Bom, olha, Mariana diz que só faz sexo anal porque preserva a virgindade, a Lola dos peitões fala que só usa os peitos e pronto, e a Tiffany é a que tem mais experiência, já comeu professor por nota ou por prazer, acho que é com quem você se daria melhor. — E você nunca nem chegou na segunda base? — perguntei curioso. — Claro que não, nunca toquei num pau, você é meu segundo beijo. — E o primeiro, o que aconteceu? — Ele meteu a língua, disse que me beijou e sei lá mais o quê. — Ah, sou seu segundo beijo, que merda. — Mas foi melhor, ele só me beijou uns segundos e pronto, um baita idiota, achei que seria diferente, mas no fim era só um babaca. — Então vou ser o primeiro, não vou deixar nenhum idiota me ganhar. E sem aviso, tirei minha roupa, fiquei pelado, meu pau meio duro de lado, coloquei a mão dela no meu pau e deixei parada, ela olhava assustada. — Era verdade que você nunca tinha visto um pau. — Claro que não, uau, dá pra ver o sangue pulsando, fica mais duro? — perguntou incrédula. — Claro que sim, move devagar sua mão, apertando de leve. Descobri minha glande, que já estava vermelha de sangue, ela começou a subir e descer a mão. — Espera, cospe um pouco pra você mover melhor a mão e não doer tanto em mim. Ela sentou, colocou a boca no meu pau e deixou a saliva cair, movendo a mão ritmadamente.
- Segura que você nunca tinha tocado em nenhuma, porque você faz muito bem. - Bom, eu vi uns filmes pornô e minha mãe me deu aquele papo sobre sexualidade, entre outras coisas, veio como lubrificar bem uma rola, seja com creme, saliva ou sabão. - Vou agradecer à tia por esse conselho tão sábio. - Nossa, que gostosa, como ela aperta, que dura que você tá, primo, ela foi beijando e enfiou só a cabecinha dentro da boca dela.
— O que mais você quer fazer? — perguntei. — Hoje vou ser todo seu, realizar todos os seus desejos, Lu. — Bom, sempre quis beijar de língua, e a Mariana diz que um homem que sabe beijar tem que saber dar um bom oral, a Lola fala que tem que saber tratar os peitos, e a Tiffany que saiba foder. — Então seu primo vai te ajudar com tudo isso. Puxei ela pra perto e começamos a nos beijar, aos poucos fomos metendo a língua até terminar numa comida de boca brutal, minhas mãos não pararam de percorrer o corpo todo dela, a bunda dela mais que tudo, apalpei até cansar. — Bom, um a menos na lista — disse ela, tímida. — Continua, dar um bom oral, então vem, senta na beirada da cama que eu vou de joelhos pra comer essa buceta tão apetitosa. Ela, ainda com vergonha, fez o que eu mandei. Assim que ela abriu as pernas, pude ver uma buceta diferente do que imaginei, era uma buceta com os lábios inchados de tesão, mas não eram tão grandes ou grossos, o cheiro de mulher tomou o quarto, e, respirando fundo, comecei a passar minha língua por toda a buceta dela, uff, tinha um gosto delicioso, sem dúvida ela se cuidava muito. Ela começou a respirar mais ofegante, as mãos no meu cabelo, as pernas já em volta do meu pescoço me prendendo, sem deixar escapatória, minha língua encontrou o clitóris dela e não soltei até ela arquear as costas e soltar um grito tão forte quanto os trovões da chuva. — Nossa, nunca senti tanto prazer, você é muito habilidoso, primo — foi a primeira coisa que Lú disse quando recuperou o fôlego. — Pratiquei pra dar o prazer que uma mulher merece. Deitei ao lado dela, peguei um peito dela e comecei a acariciar de leve, meus dedos atacaram o mamilo dela, que começou a endurecer. Não aguentei mais, montei nela com os joelhos dos lados, minha pica dura e firme coloquei entre os peitos dela, cuspi neles pra minha pica deslizar melhor. — Primo, como você consegue ficar tão duro? — entre gemidos, ela comentou. — Lú, é que você me deixa duríssimo mesmo, quero ser sua primeira vez. — Não sei, Edu, acho que não tô pronta pra isso. — Não vou te pressionar, mas pelo menos... Pronto vou gozar nesses peitos tão gostosos que você tem, então coloca suas mãos apertando eles. Me obedecendo no que pedi, meus dedos pressionaram levemente os bicos dela e o que me surpreendeu foi que, sem eu falar nada, ela colocou a língua pra fora e, quando minha cabecinha saía de entre os peitos dela, ela passava a língua. Nos olhos dela dava pra ver o tesão. No fim das contas, era uma adolescente que queria explorar a sexualidade, mas tinha medo de que pensassem que era uma puta. Talvez fosse mesmo. Eu já tava perto de gozar e avisei ela. — Você vai ser o primeiro a gozar em cima de mim. — Fui o primeiro que você beijou do jeito certo, fui o primeiro que tocou na sua pica, vou ser o primeiro a gozar em cima de você e vou ser o primeiro a te comer. E bufando, soltei toda minha porra na cara da minha prima que, ao sentir, acho que ela também gozou. Todos os meus jatos de porra acertaram a testa dela e de lá foram escorrendo até os olhos. Saí de cima dela e, sorrindo...
- Agora entendo por que chamam o sêmen de "cum". E aí, como foram suas primeiras experiências? - Você não vai acreditar, mas fiquei super surpresa com tudo que a gente fez. Sempre via nos filmes pornô, mas não entendia por que faziam aquilo. Agora vejo que é pelo vício, pelo prazer do sexo.
- É, Lú, é mais pelo prazer mesmo.
E olhando, vejo ela com os dedos tirando meu cum dos olhos e levando à boca. Fiquei olhando surpreso, no fim ela ia ficar viciada em cum humano. Depois disso, cada um se trocou e, como ainda estava chovendo, decidimos que ela ficaria pra dormir. No dia seguinte, ela foi embora umas 9 da manhã, prometendo voltar pra realizar outras fantasias.
2 comentários - Agora é a vez da minha prima gostosa de rabão.