O Jogo da Porta - Parte 4

Depois disso, passaram-se duas semanas. Sim, duas semanas inteiras em que ninguém tocou a campainha em casa. Eu tava louca de tesão. Não tenho mais vergonha de admitir, tava viciada no jogo da porta, e não tava rolando.

Primeiro, tesão físico, claro. Eu explodia de vontade de transar e o Ariel não me encostava um dedo. Não sabia pra que caralho a gente ainda morava junto. Parecíamos colegas de apartamento, mais do que um casal. Dormíamos na mesma cama, sim, mas pra quê? A gente tava tão frio, tão distante sempre, nos ignorávamos tanto e nenhum dos dois parecia querer fazer esforço pra se aproximar de novo. E se, além disso, ninguém tinha tocado a campainha no que parecia uma eternidade, eu tava pirada.

E também tava com tesão de raiva. A Roxy também, por sorte, tava passando pela própria seca, mas as secas dela eram diferentes. Com mais aguinha aparentemente, porque ela deu um jeito de fazer outro gol e ficar 4-2. Ela trabalhava remoto pra uma empresa e disse que foi um cara do trampo que foi buscar uns papéis. Parabenizei ela, como sempre, e fiquei ainda mais puta por como tudo tava dando errado pra mim nos últimos dias. Até pensei em largar o jogo de tão desanimada que tava. Que ela ganhasse, que me importava. Já era.

Até que chegou aquela quarta-feira. Aquela quarta-feira que, olhando agora, foi crucial e linda. Aquela quarta-feira que me complicou e, ao mesmo tempo, resolveu quase tudo. Mas isso eu só ia entender muito tempo depois.

Tinha sido uma manhã normal, como todas. O Ariel foi trabalhar, como sempre. E eu sozinha em casa, na expectativa, como sempre. Continuava fazendo bastante calor e eu tinha colocado um topzinho de biquíni verde bem micro e uma calcinha de lycra com uma estampa meio abstrata que era super confortável e eu amava. E ainda mostrava bem a raba. Pra variar um pouco o "uniforme" do jogo, coloquei um topzinho laranja por cima, bem bonito. Sim. alguém tocou a campainha, não queria sair pra atender de biquíni, não dava. Ainda tinha um pouco de vergonha, imagina se eu cruzava com algum vizinho ou vizinha…

Lá pelas onze, bem cedo, levei um susto com a campainha da rua enquanto tava varrendo o chão. Me assustei, e veio aquela onda de nervosismo de sempre, mas não sabia o que ou quem podia ser. Atendi o porteiro e quando ouvi, entendi na hora, pensando que era uma burra, como é que eu tinha esquecido disso…
Oooolha... sim... da água...Como é que eu tinha esquecido. Eram os caras que traziam os galões de água pro bebedouro, que o Ariel comprava porque não queria água da torneira. Vinham todo mês entregar e eu, com tudo isso, feito uma idiota…

Falei que já ia abrir, mas não fui lá muito animada pelo corredor. Eles vinham de caminhonete deixar, mas às vezes vinha um cara, às vezes outro. Não sabia quem podia ser dessa vez, mas lembrava que gostar, no sentido de gostar mesmo, não gostava de nenhum. Ou pelo menos, nas condições normais que eu tinha antes de começar com o jogo, nunca tinha reparado em nenhum deles desse jeito.

Quando abri a porta, vi ele, já conhecia aquele. Chamava-se Domingo, o véio. Bom, eu chamava de véio meio na maldade, injustamente. Devia ter uns cinquenta e cinco, talvez sessenta, não sabia. Era um moreno do interior, super gente boa o cara, pelo menos sempre foi legal quando trazia a água. Tinha um sotaque meio do norte… do Santiago, ou de Tucumã, não sabia. Mas eu gostava do cara, sempre foi muito educado e simpático. Tinha um bundão bem gostoso o véio, fruto com certeza de levantar aqueles galões enormes de vinte litros o dia inteiro. Tinha uma pele morena escura, claro, se é que tava no sol o dia todo além da cor natural dele. Era meio feinho de cara, pra ser sincera. Tinha um rosto meio quadrado, com traços meio rústicos e um pescoço largo. Também já tinha um monte de cabelos brancos no cabelo raspado dele.

Pelo menos, era assim que eu sempre tinha visto ele. Mas agora era diferente. Agora com certeza era diferente porque quando abri a porta da rua e vi ele, juro, não minto, aquele pequeno apertão que senti na minha buceta me acertou igual uma frigideirada na mente. Não sei se era por causa do jogo, pela tesão que eu tava acumulada ou pelos dois… mas eu sorri pra ele e fiquei olhando. Olhando diferente. Olhando como o macho gostoso que meu corpinho tava pedindo aos berros todos esses dias. Normalmente eu nem teria dado bola pra um Tipo assim, mas as coisas que eu tava descobrindo sobre mim, e as coisas que eu tava sentindo… conspiraram.

Eu tinha estacionado a caminhonete comprida que a empresa de água tinha bem ali na frente do portão e ele tava com o carrinho do lado, com a porta aberta pronto pra descarregar. Quando me viu, e com certeza quando me viu daquele jeito tão pouca roupa, ele sorriu. Claro que a gente se conhecia, ele já tinha vindo entregar água tantas vezes, mas o tratamento nunca passava do simpático, do cordial e de um “oi, tudo bem, como cê tá?”. Nada além disso. Nunca tinha me visto assim. E eu, sinceramente, nunca tinha visto ele assim, com esses olhos que eu tinha agora.

Mas eu tinha que ter muito, muito cuidado com um cara desse. Ele nunca tinha me dado nenhum sinal em nenhuma das vezes que veio, claro, mas eu tinha a intuição de que esse cara não engolia desaforo. Que era daqueles que se eu vacilasse (muito ou pouco, não sabia), talvez ele ficasse puto e rolasse uma situação feia. Não era preconceituosa, de jeito nenhum. Não tinha nada a ver com a cor da pele do cara, a condição social dele, de onde ele era nem nada disso. Eu não sou dessas pessoas que julgam assim. Mas eu tinha essa intuição de ter cuidado se quisesse fazer alguma coisa. Se algo rolasse, tinha certeza de que não ia ser igual com o técnico ou com o Marianito. Isso era outra parada. Outra parada mais pesada, talvez, se acontecesse.

Ele me viu da calçada ali esperando do lado do veículo e riu ao me ver daquele jeito, me olhando de cima a baixo, “Eeeehh… o que cê tá fazendo, gostosa?”, me cumprimentou, “Quantas eu vou descer?”

Eu me fortaleci mentalmente como pude naquele segundo que tinha e deixei um sorriso doce no rosto, “Oooolá, como cê tá? Eeeh… quatro pode ser?”, falei melosa e sorrindo.

“Prontooo… bora lá…”, ele disse animado e começou a carregar os galões enormes no carrinho dele. Fechou a porta do veículo e os trouxe pra perto.

Eu olhava pra ele meio perdida na imagem do morenão carregando os galões pesados como se fosse nada, saboreando aquilo na minha cabeça. Tão distraída que tava Olhando pra ele, quando ele veio… juro, juro que não percebi, mas feito uma idiota falei: “Você não entra com isso pra mim? Dá?”. Mal terminei de falar, me toquei do que tinha dito e subiu uma vergonha que com certeza me deixou vermelha.

Domingo já tinha se aproximado com o carrinho e não parecia ter nenhum pudor em me olhar do jeito que eu tava, de top e calcinha justa. Ele se cagou de rir: “Pô, gostosa, claro que dá…”, falou rindo e começou a me seguir pelo corredor comprido com o carrinho. Não que eu necessariamente quisesse fazer aquilo, mas com a calcinha de lycra que eu tinha vestido, que deixava ver praticamente metade da bunda, não tinha como eu andar naturalmente sem rebolar e mostrar a raba pro velho que vinha atrás de mim.

“Buah… buah…”, ouvi ele falar nas minhas costas e logo soltou um barulhinho de beijo. Ele tava de olho na minha bunda, não tinha como não estar.

Eu olhei pra ele por cima do ombro enquanto andava e sorri: “Hmm? Que foi?”

“Lorca, né?”, ele riu enquanto empurrava o carrinho e me sorria, “Já tá pesado logo cedo…”

“Ah, viu só?”

A tesão que eu já tava sentindo era inacreditável. Nunca tinha visto o velho daquele jeito, com esses olhos e esse desejo que ele tava. E olha que eu já tinha visto ele muitas vezes desde que a gente morava ali. Mas nunca assim. Nenhuma das outras vezes que ele veio eu me senti tão observada e desejada. Claro que nas outras vezes eu nunca tinha me feito de desejada daquele jeito. Me sentir já praticamente nua com o olhar dele só fazia aumentar ainda mais a tesão e o nervosismo.

Chegamos em casa e eu fiz ele entrar com o carrinho, fechando a porta atrás de mim e guiando ele até a cozinha pra descarregar os pesados galões cheios perto do dispenser e levar os vazios. Eu já tava pensando na melhor forma de encarar a situação, enquanto via ele fazer o trabalho dele.

“Valeu, quanto é?”, perguntei.

“Bom… quatro são… dezesseis…”, ele falou me olhando com um sorrisinho e uma fome nos olhos…

“Posso te pagar…” Transferir? Não tenho dinheiro..."
"Sim, pode ser..."
Eu sorri pra ele e passei a mão no meu cabelo comprido, "Perfeito... espera aí que vou avisar meu namorado pra te transferir agora... dá pra esperar um pouquinho?"
"Claaaaro, com certeza... pode deixar", ele disse, "Sem pressa". O sorriso dele me dava a impressão de que não se importava nem um pouco em ficar ali comigo, daquele jeito.

Peguei meu celular e comecei a escrever pro Ariel. Fora qualquer joguinho, o cara tinha que ser pago pelo trabalho dele e eu não ia fazer a típica idiotice de "Ai, não tenho, como posso te pagar..." e essas merdas. Mas enquanto escrevia pro Ariel, sorri sozinha, escondida do velho, e me virei, fingindo distração enquanto digitava e me inclinei só um pouquinho sobre a pia da cozinha, pra dar pro velho um belo close da minha raba. Eu estava brincando totalmente com fogo.
O Jogo da Porta - Parte 4E quando terminei de mandar a mensagem, mesmo sem precisar, também gravei e mandei um áudio pra Ariel, enquanto fingia que tava me virando sem interesse, mostrando mais de mim pro velho. Não olhei diretamente pra ele, mas sabia que ele não tava tirando os olhos de mim.

"Oi, amor... te mandei pra você transferir pro pessoal da água, se liga que eles tão aqui, já entregaram... beijo... fala sério...
jogoMe virei e sorri pro Domingos. Sim, ele tava me olhando que nem um lobo olhando pra uma ovelhinha. Meus pelinhos do braço arrepiaram, "Pronto... a-agora que ele me mandar o comprovante, te passo, ok? Desculpa a demora..."
"Tudo bem, bebê...", ele sorriu pra mim.
"Ai, senta aqui, por favor...", falei apontando pra uma das cadeiras da mesinha da cozinha. O velho agradeceu e sentou pra esperar, enquanto me encarava.

Eu já tava me envalentando aos poucos. Sim, queria ir com cuidado, mas por outro lado pensava: que tanto de cuidado eu realmente precisava ter com um cara assim, cascudo, que eu já via como ele tava praticamente me comendo com os olhos. Talvez eu pudesse acelerar um pouco mais e ver no que dava... e não precisava "trabalhar" tanto quanto tinha feito com os outros. Fiquei uns segundos em silêncio e me veio uma ideia. Mas dessa vez, diferente do que tinha escapado sem querer na porta, dessa vez eu sabia exatamente o que tava dizendo.

Sem olhar pra ele e num tom totalmente casual, falei: "Ai... me faz um favor, não dá pra você colocar pra mim?"
O velho começou a rir alto enquanto me olhava, "Hahaha... Que isso, mamãe?"
Eu ri também, "Ué... a água... o galão. Eu não consigo..."
"Aaaah, a água! Sim, sim... hahahah..." ele riu e foi até o bebedouro, carregando um daqueles galões no aparelho como se fosse nada.
"Valeu."
"De nada, linda...", ele disse e sentou de novo sem tirar os olhos de mim. Eu me virei de novo pra continuar mostrando a bunda e comecei a enxaguar uns pratos que nem precisavam ser enxaguados. Sentia os olhos do velho praticamente em todo o meu corpo já. Em uma fração de segundo, vi ele pelo reflexo meio transparente da janela e percebi como ele tinha aproveitado pra dar uma ajustada no volume enquanto eu tava de costas. Nem quis pensar na ereção que ele devia ter debaixo da calça.

"E... co-como vai o trampo? Bem?", perguntei sem olhar, baixando a vista de volta pros pratos.
"Sim, vai bem... sabe como é a situação. igual..."
"Bom, eu é que fico feliz..."
"E você? Como é que cê tá?", ele me perguntou.
Eu dei de ombros e continuei enxaguando, "Bem. Bom, sei lá, não sei... Meio deprê, na real..."
"Ah, é? Por quê?"
"Nada... coisas da vida... de casal. Normais.", respondi.
"É... aí não posso te ajudar..."
"Mmm... bom, sei lá, talvez não...", falei sem muito interesse e me virei um pouquinho pra olhar pra ele, "O que cê faria se sua mulher tivesse saindo com outro?"
"Eu não tenho mulher...", ele riu
"Tá bom, vai, se tivesse", acompanhei a risada, "O que faria?"
"Mandava ela pra merda...", ele disse com um sorriso, "O quê, seu namorado tá com outra?"
Eu suspirei, "Sabe que acho que sim..."
"Então manda ele pastar...", ele falou.
"Não sei se é tão fácil assim...", falei e me virei pra enxaguar os pratos à toa de novo.
"Por que não?"
"Bom... primeiro porque não tenho provas... e depois, sei lá. É uma coisa que eu acho. Ele não me dá mais bola... tá super frio... distante comigo, sei lá..."
Ouvi ele rir, "Ah, esse cara é um baita dum babaca..."
"Por quê?"
Ele demorou um pouquinho pra responder, não sabia se já tava se animando a me apressar, já se tocando ou o quê, eu não via, mas finalmente ele disse, "Tem essa gostosa em casa e vai se perder por aí? Um idiota...". Eu sentia, juro que era como se eu sentisse de alguma forma fisicamente o olhar do cara no corpo todo.
Eu deixei um sorriso doce lindo por cima do ombro, "Ai... obrigada..."
"É a verdade..."

Eu peguei o celular e olhei, com um suspiro, "Como esse cara demora... desculpa, Domingo..."
"Nada, tudo bem, rainha. Te falei que não tem pressa", ele respondeu.
"Mas me dá vergonha... cê tá trabalhando e eu te prendendo aqui..."
"É, um descanso nunca faz mal..."
"Mmm... verdade..."

A gente continuou conversando mais um tempinho assim, eu me fazendo de que enxaguava os pratos devagar, bem devagar, e Domingo olhando pra minha bunda de onde tava, até que finalmente o celular vibrou e quando olhei, Ariel tinha me mandado o print do comprovante de transferência.
"Ai, finalmente, olha... aqui tá", falei meio que me virando, mostrando a tela pra ele. por cima do meu ombro.
“Vamo vê se ‘tá bom…”, ele disse e eu ouvi ele se levantar. Chegou perto de mim e ficou atrás, sem me tocar mas quase colado, olhando a tela do celular. Meus pelinhos da nuca arrepiaram, “É… ‘tá bom… ‘tá muito bom…”, ouvi ele falar num tom grosso, baixinho, assim tão perto, só pra mim e por trás.

Eu engoli seco e continuei com minha pantomima dos pratos. Sentia minhas mãos tremendo. Fiquei um tempinho assim em silêncio, sentindo que o velho não voltava pra cadeira dele nem se afastava. Criei coragem e falei, do jeito mais desinteressado que consegui.
“Bom… ótimo, já termino isso. Ah… antes de você ir, quero provar…”
Ouvi a risadinha dele baixinho atrás de mim, “O que cê qué prová...”
“A água… eeeh… sempre deixam ela e vão embora antes de eu poder provar, sabe? Pra ver se ‘tá boa.”, falei, virando só um pouco pra olhar ele de lado.

Na hora senti ele apoiar as duas mãos nas minhas cadeiras, de lado, me sentindo suave só onde começavam os lados das minhas nádegas e eu tinha a pele de fora. A sensação daqueles dedos grossos e calejados deslizando devagar na minha pele macia quase me matou.
“A água ‘tá boa… Não qué prová outra coisa, bebê?”
“Que… que coisa… que cê tá falando…”, falei baixinho.
Domingo me segurou um pouco mais forte e me encostou por trás. Na hora senti o quanto ele tava duro por baixo da calça, e como encaixou bem na racha entre minhas nádegas, “Essa aqui que eu tenho, cês não qué prová....”

Eu não consegui responder nada quando senti que ele deslizou uma das mãos direto e começou a massagear bem minha bunda, enquanto levou a outra pra frente e sentiu uma das minhas tetinhas por cima do top. Enfiou a cara no meu pescoço e começou a me atiçar ali embaixo da minha orelha, beijando e lambendo devagar pra sentir meu gosto. Eu soltei um gemidinho e fechei os olhos, sentindo ele apoiar ainda mais forte a pica, me apertando muito contra a borda da pia da cozinha. cozinha, empurrando os quadris dela contra minha bunda e se esfregando ali. Deus, como eu sentia ela dura.

“Ai… Domingo… não, você tá trabalhando… o que cê tá fazendo…”, suspirei com os olhinhos fechados de prazer.
“Mmmh… Que me importa, gostosa…”, ele disse. Ter aquele coroa colado em mim daquele jeito e ele me apalpando tava me deixando louca por dentro, “Vai, mina, tô com umas vontades danada… Como cê tá boa…”, ele rosnou um pouco no meu ouvido e me matou.
Não sei como fiz pra me fazer de difícil, “Não… para, Domingo… não posso…”
“Poder pode… ou não quer?”, ele falou isso e senti ele soltar minha bunda e com aquela mão desabotoar a calça, logo encostando o pau dele direto na minha bunda. Senti ele duro e fervendo.
“Mmmmh…”, só consegui falar com meus olhinhos fechados. O coroa já não falava nada. Me apalpava e esfregava o pau forte contra minha bunda. Ele virou um pouco minha cara e sem dizer nada me deu um beijo de língua profundo que eu respondi na hora, gemendo de prazer no beijo.
“É isso aí… Agora sim, gostosa…”, ele sorriu e olhou nos meus olhos, nossos lábios e narizes se roçando, “Por que cê se faz de difícil… cê tava me provocando desde que cheguei…”
“Mmmhh…”, só consegui falar e beijei ele de novo.

Ele riu e me deu uma enfiada por trás que me fez vibrar, beijei ele mais fundo e me perdi em como as mãos dele continuavam curtindo meu corpo. Ele começou a chupar minha orelha e falava sussurrando no meu ouvido enquanto continuava me apertando, “Qual é… o corno do teu namorado não te dá atenção?”
“N-não… não… ele me deixa sozinha… é um filho da puta… mmmh…”, respondi, levando uma mão pra trás e acariciando a nuca dele, os cabelos grisalhos e raspados quase no zero.
“Bom…”, ouvi ele falar no meu ouvido, “Esse macho de verdade vai te dar atenção agora, cê vai ver, linda…”
“Mmmh… vai…”, implorei e me virei pra encarar ele. Enlacei meus braços no pescoço largo dele e começamos a nos beijar, forte e profundo, a devorar as bocas um do outro. Ele encostou o pau que já tava pra fora quase na minha umbigo e logo senti a mão dele e os dedos esfregando e sentindo minha buceta por cima da calcinha. Separei um pouquinho uma das minhas pernas pra dar um acesso melhor, quase como um reflexo. O velho tava me deixando completamente besta.

A gente se virou e ele se apoiou com a bunda na borda da pia, me pegou pelo cabelo comprido e prendeu num punho suave, me fazendo descer até ficar cara a cara com o pau dele, lindo e ereto. Ele tinha um pau grande, não sei se era de tão tarado que tava ou se já era assim naturalmente. Também cheio de veias e com uma cor um pouco mais marrom escura que o resto da pele. Uma cabeça roxa escura que tava explodindo de inchada. Eu não consegui evitar passar a língua nos lábios e soltar um gemidinho ao ver aquilo. É, a única coisa é que o velho tinha um cheirinho... mas fazer o quê, ele tava trabalhando e não posso falar nada, fui eu que deixei ele com tesão.

Ele não precisou falar nada. Sozinha eu abri bem a boca e comecei a chupar ele. Ali mesmo na cozinha. Sentir aquele pau foi a glória. Grosso e quente na minha boca, duro como pedra. Comecei a chupar ele com um tesão que nem eu conhecia, mamando gostoso e fundo, enquanto fechava os olhos e me perdia na sensação.

Ouvi ele gemer baixinho e rouco ao me ver e me sentir assim.
"Siim... mmmh... vai indo... garota chupadora de pau... hahaha...". Eu não falava nada, tava totalmente focada em satisfazer aquele pau, "Chupa bem gostoso..."
"Mmmhhh...", só respondi de boca cheia. Não sabia nem que merda queria falar.
"Vai contar... Mmmh... pro corno do teu namorado?"
Eu finalmente abri os olhos, olhei pra cima, balançando a cabeça que não com a boca cheia de pau, "Mmmhhh..."
"Conta pra ele... aaaahhh... conta como você chupa pau de homem mais velho quando ele não tá...", ele riu e soltou um pouco meu cabelo, acariciando minha cabeça enquanto eu continuava cuidando dele e curtindo.
Eu neguei de novo com a cabeça, "Mmmh!"
Ele riu e me deu um tapinha suave, mas eu nem me importei, continuei olhando pra ele pasma. perdida na sensação, "garota vadia... chupadora de pau..."
Eu concordei devagar enquanto continuava chupando ele. Não podia negar. Não tinha uma única coisa que o Domingos tinha dito, desde que chegou, que fosse mentira. E me deixava louca de tesão por dentro aceitar isso.

Quando tive que largar minha doce chupada por um momento pra pegar um pouco de ar, sorri pra ele de baixo e ele fez o mesmo, "Que linda que você é, bebê... mmmhh..."
"Você também, mmmh...", falei entre minhas respirações.
"Gostou, hein?", ele riu.
"Amei...", sorri pra ele e comecei a dar beijinhos de carinho no pau moreno dele de novo, esfregando ele suavemente no meu rosto.
Ele me pegou pelo cabelo de novo e pressionou meu rosto contra ele, "Mmmh... chupa minhas bolas agora, vai..."

Eu só sorri e obedeci, enterrando minha carinha e esticando minha língua pra encontrar aquelas duas ameixas lindas que o velho carregava penduradas. Sim, a verdade é que tinha cheiro, e eram um pouco peludas, mas eu não ligava. Minha língua começou a lamber, acariciar e amar elas, enquanto eu imaginava toda a porra que deviam ter dentro. Não importava se estavam sujas, a suja era eu. Minha língua tava amando e lavando elas, aproveitando o gosto salgado e gostoso daquele escroto. Minhas mãos acariciavam as pernas fortes e escuras que ele tinha, como dois troncos pra me agarrar. Até fechei os olhos de puro prazer e, abrindo bem a boca, coloquei um dos testículos pra dentro, amando e lambendo ele, gemendo meu prazer pra ele ouvir.

Quando abri os olhos de novo, vi o Domingos com um punho apertado em volta do pau duro dele, se batendo devagar enquanto eu adorava as bolas dele. Isso eu não podia permitir. Larguei as bolas e voltei pro pau dele, sem ele pedir, como a vadia que eu era. Queria comer ele. Engolir ele. Ouvi ele gemer forte de prazer ao sentir minha boca molhada e quente de novo em volta do pau dele, minha língua tentando se enrolar nele dentro da minha boca.
"Aaaahhh siiiim... mmmh... que bom... Linda… mmmh…”

Depois de um tempinho assim, resolvi mudar um pouco a vibe. Não que eu não tivesse gostando, pelo contrário, mas eu também não era ou me sentia TÃO submissa assim, nunca fui, e queria tomar um pouco as rédeas. Além disso, já tava incomodada de ficar tanto tempo naquela posição. Parei de chupar ele e me levantei, sorrindo pra ele.

“Vem”, falei, “Vamos pra sala… minhas pernas tão doendo…”, e só virei, indo pra sala e tirando o top. Joguei ele pra lá e fiquei só de microbiquíni. Esperei o Domingo me seguir e ele fez o mesmo, desabotoando a camisa que tava usando e jogando de lado.

Sentei no sofá, “Deita”, falei sorrindo e comecei a acariciar o torso nu e peludo dele enquanto ele me sorria e passava a mão no meu cabelo. Sim, ele tinha um corpão da porra pra idade. Músculos fortes debaixo daquela pele morena e aqueles pelos, às vezes mais escuros, em alguns lugares já um pouco mais brancos. Mas que corpo lindo de macho que ele tinha. Pelo menos, do jeito que eu gostava e me excitava nos homens. Pra não deixar broxar, sentei um pouco de lado e comecei a chupar ele de novo, mas dessa vez devagar, querendo sentir cada centímetro e cada dobra da pele daquela pica, que endurecia de novo na minha boca tão docemente. A gente se olhava e se dizia toda a tesão que sentia um pelo outro com os olhos, num silêncio quebrado só pelos nossos sons suaves de prazer.
jovenzinhaMas o Domingo já tava muito tarado depois do rolê na cozinha e não queria outro boquete. Ele se levantou e puxou minha calcinha, eu ajudei ele a tirar e me deitei no sofá. Não falamos nada, a gente sabia tudo pelos olhares e desejos. Sozinha, só abri as pernas pra ele, pra aquele velho gostoso que finalmente ia aproveitar meu corpinho do jeito que ele queria.

E olha se não aproveitou.
magrinhaFoi lindo sentir ele dentro de mim. Tão lindo que eu também não aguentei muito. De repente veio um orgasmo súbito, e eu comecei a tremer enquanto ele ria de como estava fazendo a mulher debaixo dele gozar. Meu corpinho se sacudia de prazer e até minhas mãos se crispavam, tremendo sozinhas no ar, eu me ouvia soltando gritinhos finos e curtos, com os olhos bem fechados como se fosse uma menina sentindo o primeiro clímax. Mas não. Era esse velho e a pica linda dele dentro de mim. Ele me comia gostoso, fundo e firme, se divertindo tanto quanto eu estava me divertindo com ele.

Domingo me comeu assim por um tempo e me virou, me colocando de quatro e, sem muita cerimônia, enfiou de novo na minha buceta, que recebeu de volta com gosto. Ele ria e, entre gemidos, me acariciava, dizendo como eu estava gostosa assim, eu fazia carinhas por cima do ombro e aproveitava com ele.

"N-não... não goza dentro de mim... por favor...", consegui dizer com os olhos fechados enquanto sorria e curtia a foda.
Ouvi ele rir, "Ufff... vai, mami, não quer?"
Olhei meio séria enquanto ele continuava, "Não... não, sério, não..."
"Mmmh... que pena hein... tô com uma vontade de encher essa sua buceta... Ufff..."

Um lampejo de desejo passou pelo meu rosto, mas tentei olhar séria, o máximo que pude, "Não... não...". Eu estava tomando anticoncepcional, não ia dar em nada, mas nunca tinha deixado ninguém fazer isso até agora. Não tinha um porquê, não tinha um motivo. Parecia um limite que, dentro de toda essa loucura linda do jogo, eu precisava ter.
infidelidade“Dá-lhe, mami… deixa eu…”, ele riu.
“Não, Domingo… por favor…”
Ele se inclinou sobre mim, apoiando o peito nas minhas costas e deixando um pouco do peso dele ali. Pegou um pouco do meu cabelo e começou a meter de novo daquele jeito, o que me deu umas ondinhas de prazer. Com a outra mão, ele acariciava meu lado e minha barriga enquanto me comia bem devagar.
“Não quer… mhhh… não quer que eu faça um neném aí nessa barriguinha linda?”, ele disse e riu.
Um relâmpago de arrepios no meu clitóris quando ouvi ele falar aquilo, tão perto, “Não… não posso… ahhh…”
Domingo passou o braço na minha cintura e começou a acariciar minha barriga baixa com aquela mãozona, suave e devagar, em círculos, enquanto continuava abrindo minha buceta com o pau dele, “Mmmh… aaaahh… que vontade de encher você de porra, mami… toda essa barriguinha, bem fundo… uffff…”
“Não, Domingo! Aaaahhh…” eu não sabia se brigava com ele ou continuava gozando com aquele pau e o que ele falava, que me deixava louca.
Ele apertou forte minha barriga, senti aqueles dedos cravando na minha pele, “Sabe como você ia ser linda… aaahhh… mmmhh… com essa barriguinha linda, bem inchadinha… aaahh… carregando meu neném dentro… mmhh… meu bebezinho…”
“Aayyy… Domingo, nãooo! Aaaahhh!”, eu fechei os olhos e tremi. Ele continuou me comendo e falando.
“… mmmhh… e você mostra pro puto do seu namorado… hahaha… aaaahh… siiiim… e fala… fala pra ele que foi assim que seu macho de verdade deixou… uffff…”

Eu quase explodi ali mesmo. Quase gozei toda em cima daquele pau lindo e duro que eu tinha dentro, cobrindo ele com toda minha lubrificação, mas me segurei e coloquei uma mão pra trás, no peito dele, “Ai… chega, Domingo! Não… aaahhh… Não posso, te falei!”.
Ele riu e aliviou um pouco, mas só um pouco, as estocadas de quadril, e tirou a mão da minha barriga, amassando minha bunda no lugar, “garota linda… puta comedora de pau… leiteira… mmmm…”, ele disse sorrindo.

Ficou só uns segundos assim, do mesmo jeito, até que tirou e eu senti ele pegar forte no meu cabelo. Na nuca, empurrando um pouco pra baixo.
"Bom…", ouvi ele falar baixinho, "… se aí não posso te encher…"

Logo senti a ponta do pau dele pressionando meu cu, forte, empurrando pra entrar. Soltei um gemido e uma respirada rápida, não esperava por isso. Não era nenhuma novata em sexo anal, já tinha feito na vida e, se fosse bem feito, não me desagradava. Mas quase nunca mais fazia porque, oh surpresa, Ariel não ligava pra isso. As poucas duas ou três vezes que tentamos, não ficamos satisfeitos nenhum dos dois, acho.

Mas agora, esse pau e esse homem eram outra coisa… assim que senti, me assustei, sentindo a dor que ele tava me dando ao querer entrar ali, no meu buraquinho tão apertado. Não era questão, pelo que parecia, de lubrificação. Tinha acabado de tirar da minha buceta e tava toda molhada. Não, era só questão de tamanho e de como eu era apertada ali. E ainda por cima, Domingo não era lá muito delicado. Doía, mas criei coragem e deixei. Deixei e não falei nada além de reclamar da dor, porque queria sentir. Mordi o lábio e tentei aguentar, relaxando o máximo que dava.

"Para, Domingo… mmmh… Devagar…", falei.
"Shhh… fica tranquila, puta… abre porque esse bum não vou perder…", ele disse e enfiou mais fundo.
infieis e amadorasFicou assim por uns segundos, tentando enfiar aquilo em mim e, pra ser sincera, não foi legal. Eu queria deixar ele tentar mais um pouquinho, só um instante, pra ele perceber que não dava. Mas de repente… de repente consegui relaxar e entrou. Aquela cabeça dura e gostosa que ele tinha entrou, alargando meu cu e me penetrando devagar. Mais… e mais… e um pouco mais… ouvi ele gemer forte de prazer ao sentir minha bunda apertada envolvendo ele, e aí senti ele segurar minha cintura. E começar a bombar em mim entre gemidos fortes e xingamentos. E sentir aquela pica… aquela grossura… cada vez mais fundo em mim, tão sensível. Mais… mais e mais fundo, me preenchendo toda, rachando meu cu ao meio do jeito que eu sentia.

De repente, senti uma onda de prazer que quebrou na costa rochosa da dor que eu tinha e a afogou, como se a fizesse desaparecer. Só sobrou o prazer. Um prazer incrível, avassalador, intenso. Ondas e ondas. Não consegui evitar soltar um gemido longo e lascivo, forte, quase um soluço de prazer que ecoou nas paredes enquanto sentia aquela pica me preenchendo.
O Jogo da Porta - Parte 4Deixei minha cabeça cair e uma coxa tremia sozinha, bem devagar. Que sensação incrível sentir a buceta tão cheia daquele macho, daquela pica. Domingo começou a me foder mais forte quando sentiu que eu tava curtindo daquele jeito e riu…

“Jajaja… aaahh… olha como você gosta de ter o cu arrombado também… ahhhmmmm… jajajaja…”, ele disse e me apertou mais. E começou a me foder mais forte, “sua putinha de merda! Aaahhh!”

Eu já tava meio fora de mim. Fora de prazer, fora de tesão. Cada vez sentia ela mais fundo, como se o comprimento nunca acabasse, e sentia ela mais grossa pelo apertado que meu pobre cu tava. Mas foi quando senti o Domingo zurrar, se jogar um pouco nas minhas costas e me segurar pela frente com um dos brações dele, fortes e peludos, que eu me perdi de vez. Ele grunhiu no meu ouvido com um tom rouco de tesão do caralho, “Você vai levar… ufff… toda a porra agora… puta… seeehh….”

Senti que ele me apertou com aquele braço como se fosse um torno, um alicate, e acelerou o ritmo das estocadas, me fodendo forte e sem piedade. Abrindo e alargando meu cu sem cerimônia e enchendo o apertado da minha entranha com todo o comprimento e o amor da pica incrível dele. A única coisa que eu sentia era minha buceta cheia de pica. Uma vez e outra e outra. Até as bolas, aquelas ameixas lindas que batiam forte no meu clitóris a cada empurrão do velho. Do meu macho. Do meu dono.

Até que finalmente Domingo berrou como um cavalo e gozou, me enchendo de jorros de esperma quente. E eu me perdi. Eu fui embora. Tava em outro mundo, em outro planeta, não aqui. Aqui só tinha ficado meu corpo, usado e reusado por esse velho gostoso que tanto amou ele.
jogo“Unnnffff… toma… aaah… toma… todo o leite… puta… seeeeh… aaahhh que gostosa que você é, filha da putaaaa… aaahhh…”, ouvi ele dizer, mas distante. No meu ouvido, mas distante. Só sentia minha bunda absolutamente cheia daquela pica e de todo aquele leite quentinho. E não queria sentir mais nada.

Domingo me aproveitou um tempo assim, virou minha cabeça e a gente se beijou um pouco de língua, unidos tão docemente como estávamos, até que ele saiu e eu desabei no sofá, ficando com minha raba no ar. Senti que ele se afastou um pouco pra recuperar o fôlego e sentou do outro lado do sofá, e ouvi ele rir e me dizer, “Uff… que lindo que te deixei, brotinho… tirava uma foto, hahaha…”, senti a mão dele dar um tapinha suave na minha bunda e aí voltei bastante a mim.

Como pude, reclamando de exausta e da sensação de ter o cu tão usado e pulsando, me arrastei, dei uns beijos no velho e deixei ele lá, me desculpando pra me levantar como dava e fui penosamente ao banheiro me limpar. Fiquei um bom tempo até voltar pra sala. Ele ainda estava lá, de olhos fechados, largado confortavelmente no nosso sofá e se recuperando. Eu sorri e devagar, ainda com certa dificuldade pra me mexer, me aninhei junto dele e o abracei, sentindo o braço dele me envolver e acariciar minhas costas, as pontas dos dedos roçando onde começava minha bunda. Eu dava beijinhos suaves no peito peludo dele e ele me acariciava. Ficamos assim um bom tempo, conversando baixinho. A fúria e o tesão já tinham passado, e eu amei ficar assim com ele.

“Você tem que ir?”, perguntei suave, brincando com meus dedos nos pelos do peito dele.
“É… devia… mas ‘to tão bem aqui assim… hehehe”, ele sorriu pra mim. Eu também sorri.
“Que horas são?”, perguntei.
“Meia-noite e meia…”, ele disse, “Não tem pressa…”
“Não vai ter problema no trampo…”
Ele riu baixinho, “Nah… eles sabem que eu sempre paro umas uma hora pra comer e tal. Volto umas duas...”
“Ah, ok…”, sussurrei.
“Duas e meia…”, ele riu e eu também, “Que… cê qué que eu vá embora, eu vou, né?”
Me virei e olhei pra ele, apoiando o queixo no peito dele, “Não… não, nada a ver, fica. Bom, se quiser…”
Ele sorriu pra mim e começou a passar a mão no meu cabelo, “Claro que quero… Que linda que cê é, mocinha… um docinho, um sweety…”
Eu sorri feliz, “Valeu… você também… eh… foi uma surpresa… não esperava por isso…”
“Eu também não, né?”, ele riu, “Eu vim te deixar a água só…”
“É, e você deixou.”
“A água e… umas coisinhas a mais te deixei… hehehe”, ele riu de um jeito safado. Eu só sorri docemente, “Olha que se eu ficar…”
“O quê, vamos ver?”
“É que não vou ficar pra jogar baralho, sabia?”, ele fez uma caretinha, “Talvez eu tenha que te dar de novo…”
Eu ri, “É, mas na Booty não, por favor…”
Ele riu e me olhou um pouco surpreso, “Ah, é? Cê quer mais?”
Eu concordei com um sorriso, “Sim, mas na Booty não, te falei… doeu… e pronto.”

Domingo se recostou um pouco, se acomodando no sofá e fechando os olhos, com um sorrisinho feliz de malandro que sentia que tinha conquistado a gatinha, “Eeeeh… sei não, gostosa… eu gozo dentro, então… vai ter que ser aí”
“Ai, fala sério, Domingo… de verdade…”
“Tô falando sério. Eu gozo dentro, já avisei…”
Eu sorri pra ele, “Bom, tenho minha boquinha, né?”, falei e peguei um dos dedos dele de brincadeira, acariciando meus lábios com a ponta.
“Eeeh, sei não. Não é a mesma coisa…”
“Ah, o quê, cê não gostou do que eu fiz na cozinha?”, falei, “Não te vi passando mal, não…”
Ele acariciou minha bochecha, “Não, verdade que cê chupa muito bem, rainha. Dá pra ver que cê gosta…”
Eu sorri feliz, “Sim, adoro…”

Ficamos um tempinho assim em silêncio até que ele falou, “Pena que cê não gosta que gozem na buceta…”
“... não falei que não gostava”, respondi.
“Mas cê não quis…”, ele disse, “O quê, tem medo de engravidar?”
Eu olhei pra ele por um momento e concordei, mentindo pra ele. Com as pílulas não ia rolar, mas ele não precisava saber. E naquele momento eu queria fantasiar um pouco, “É…” Sim, óbvio… pode acontecer, né?"
Ele suspirou, "E você não toma a pílula e tal?"
"Não. Me faz mal. Por isso te falei. Não posso tomar.", menti.
Ele me olhou e mordeu o lábio, sorrindo, "Sabe o que me deixava com tesão pensar… olha… imaginar que te deixava prenhinha… quando tava te comendo, digo… agora…"
Eu fiz um pouco de cara de brava e franzi a testa, "Ah, que… pra esfregar na cara do meu namorado? É pra isso? Ouvi o que você disse."
Ele riu, "Não, para…"
"Nunca vou entender essas coisas de homem, que… que, precisam comer a mulher dos outros pra foder com ele assim?"
"Paraaaa, cara!", riu e me apertou, "Nada a ver…"
"E então?", olhei pra ele.
Ele me olhou por um segundinho, "Te falei porque de verdade adoraria te fazer um…"
Eu fiz cara de surpresa, "… sério mesmo? Por quê? Nem me conhece…"
Ele me apertou de novo e me acariciou, "Não importa, bebê… quando a gente vê uma gostosa assim tão delícia como você… ufff… A gente tem que deixar a marca. Bem cheinha e bem prenhinha do macho… e se a mina é de outro, melhor ainda hahaha… não tem nada mais lindo que ouvir a gatinha dos outros gozando quando você enche ela bem cheinha…", eu só olhava pra ele pasma, curtindo na minha cabeça a fantasia e as imagens que vinham, "E não me diga que você não fica com tesão porque não acredito… hahaha"

Eu ri e não falei nada. Só olhava pra ele.
"E aí?", ele perguntou depois de um momento de troca de olhares.
"E aí o quê?"
"Fica com tesão ou não?"
"Não vou responder…", ri sozinha.
Ele sorriu, "Bom, sabe o quê… vamos fazer uma coisa, mais fácil…"
"O quê, vamos ver?"

Senti a mãozona dele querer acariciar mais e melhor minha bunda e me deslizei um pouco pra cima, pra ele poder pegar bem. Ele acariciava minha rabeta devagar e suave, sentindo minhas nádegas macias tranquilamente. Me olhou e disse sorrindo safado, "Linda, se eu agora ficar e não voltar a trabalhar por um tempo… te aviso… outro filho vou te meter." Eu ri baixinho do jeito que ele falou, sem parar de olhar pra ele e ser acariciada na sua Abraço, ele continuou: "E se você não quiser de novo na Booty... bom, então vai ter que ser na buceta. Que também tô morrendo de vontade... então, pombinha... se ficar, ficou. E se tiver medo de ficar, me fala e eu vou embora agora, porque se eu ficar, já sabe. Tá avisada.", ele me disse.

Eu só fiquei olhando pra ele por um tempo que pareceu uma eternidade, enquanto a gente se acariciava. Depois teria tempo de contar pra Roxy esse gol que eu tinha acabado de fazer. E de quebra perguntar se ele valia um ou dois. Ela ia saber me dizer. Tomara que dois.

Olhei suave e com amor nos olhos pro Domingo e acariciei devagar os pelinhos do peito dele, "... fica...", falei num sussurrinho.

0 comentários - O Jogo da Porta - Parte 4