Estávamos no meu quarto, eu e minha mina, nos beijando bem intensamente. Ela tava passando a mão no meu volume e já tinha desabotoado o botão da minha calça, enquanto eu segurava firme na bunda dela. Até que (toc toc) batem na porta do meu quarto. Era meu pai, que não queria a gente trancado lá. Abotoei a calça e fui abrir. No fim, ele não queria nada, só cortar nosso momento, porque com certeza dava pra ouvir o barulho do nosso beijo. Ele era um estraga-prazeres e sempre cortava esses momentos. Como nós dois éramos menores, não podíamos ir pra lugar nenhum, e na casa dele menos ainda íamos ter privacidade com a mãe dele por perto. Mas na minha também não deixavam, sempre cortavam na melhor parte. Então, depois que meu pai entrou, tivemos que disfarçar e deixar pra outra hora. Mal e mal tinha tocado nela por cima da roupa algumas vezes, e o mais longe que chegamos foi quando, no parque, fomos pra parte escura e ela me fez um boquete.
Depois daquela noite, meu pai e minha mãe ficaram conversando. Minha mãe me defendia, dizia que a gente tava naquela idade em que os hormônios tão a mil, mas meu pai não queria saber. Falava que aquilo não era coisa pra fazer agora, que eu tinha que me cuidar e que já tava cansado de tudo. Hoje, por exemplo, ele chegou cansado do trabalho e teve que aturar um filho que tá na idade de contestar tudo, com uma esposa que mal tem apetite sexual. Naquela noite, ele ficou olhando pro teto do quarto, desejando ter outra vida, uma em que não precisasse tanto se estressar e pudesse transar com mais liberdade.
Mas naquela mesma noite, minha namorada Aylen também ficou encarando o teto do quarto dela, pensando no que fazer com o tesão que tava no corpo dela. Com uma mãe que era muito dura com ela e vivia enchendo o saco, ela já não queria mais ser mulher, queria ter controle e ser mais do que era agora.
No dia seguinte, minha namorada acorda com o barulho do despertador, desliga ele meio dormindo e levanta pra ir ao banheiro. Ainda sonolenta, não percebeu nada, até que chegou lá. Enquanto escova os dentes, fica olhando fixamente no espelho e percebe que ela não era ela mesma — o rosto era diferente, era o de um homem, era o do meu pai. Ela se assusta e dá um grito. Minha mãe se aproxima e pergunta: "Tá bem, Fabián?"
Fabián (Aylen): "Ah, sim, q-q-querida, tô bem. Só lembrei de uns papéis muito importantes que eu precisava ter pronto pra hoje e não terminei."
Minha mãe ri, dá um beijo nele e fala que vai esperar ele lá embaixo preparando o café da manhã pra ele ir trabalhar. Ela se troca, desce, toma café e vai pro trampo. Hoje ia ser um dia longo, já que ela sabia que ele trabalhava como administrador numa fábrica, mas não fazia ideia do que ele fazia exatamente, então ia ter que se virar nos trinta.
Algumas horas depois, o despertador de Aylen (agora Fabián) toca. Ele desliga e se levanta, sentindo que tinha dormido muito e que estava bem descansado. Abre os olhos e vê que o quarto não era o dele. Olha pra baixo e vê dois melões saindo da sua camiseta. Ele dá um grito, bem agudo, e pula da cama. Corre até o espelho e descobre que não tinha mais o corpo de um homem casado, com filhos, quase 50 anos. Tinha o corpo de uma adolescente de 16, mais precisamente o da namorada do seu filho adolescente. Ele olha, angustiado, pensando no que tinha acontecido, e percebeu que a última coisa que pediu antes de dormir foi um desejo de ser uma pessoa despreocupada, com muita oportunidade sexual. Esse corpo se encaixava perfeitamente no seu desejo. Andou pela casa toda e percebeu que não tinha ninguém. Ele sabia que Aylen morava só com a mãe, já que os pais eram separados e o pai estava em outra cidade. Então, percorreu a casa e viu que a mãe não estava, já devia ter ido trabalhar. Eram 10 da manhã. Ele estava com um pouco de fome, na real. Então preparou algo pra comer e pegou o celular de Aylen, agora dele, pra ver o que tinha que fazer hoje. Chegou uma mensagem do namorado dela, ou seja, do filho dele, perguntando se ela ia pra escola. Ele disse que sim e, então, teve que se preparar porque entrava em uma hora no colégio. Tomou um banho rápido e saiu direto pra pegar o ônibus que levava até a escola.
Teve que viajar em pé, porque não tinha lugar vazio. No meio do transporte público, sentiu um homem um pouco mais velho se encostar atrás dela e, sem nenhuma vergonha, começou a encostar o pau nela. Era a primeira vez que ela estava sendo assediada. Não soube como reagir, então só se afastou um pouco e começou a olhar pra aquele homem com medo, até que um senhor muito gentil viu isso e ofereceu o lugar pra ela, pra que não passasse por mais desconfortos.
Ao chegar na escola, pensou que o melhor era agir normal, já que, de qualquer forma, ninguém ia acreditar nela. Acreditar que era um homem adulto de quase 50 anos preso no corpo de uma garota de 16 anos magicamente, e por uma coincidência bizarra ainda era a namorada do próprio filho, não soava muito realista. Então, assim que ela chegou, o namorado já estava esperando na porta, como de costume.
Namorado: Como cê tá, love? (dá um beijinho nela)
Aylen ficou parada, pensativa. O filho dela tinha beijado ela, mas, supostamente, isso era algo rotineiro, algo normal que faziam todo dia, ainda mais sendo namorados.
Namorado: Love, cê tá bem?
Aylen: Ahh, sim, só fiquei pensando se tranquei a porta de casa, acho que sim.
Entraram num dia normal, rotineiro no colégio, mas para surpresa dos professores, Aylen se saiu super bem naquele dia. Era como se ela não fosse ela mesma. Para Fabián, aquilo era moleza: matemática, química e tecnologia eram coisas que ele usava todo dia no trabalho e que dominava de olhos fechados. Não só foi um aluno exemplar com a melhor média da escola, como também era fera em números e tecnologia, uma pessoa tão inteligente que sabia até mais que os próprios professores. Então, o ensino médio não foi problema nenhum. Mas o Mirko percebeu que algo estava estranho, porque Aylen não era muito inteligente e, do nada, tava resolvendo exercícios difíceis sem suar. Ele não ligou muito, pelo contrário, até elogiou ela. Fabián pensou que tinha cagado tudo e que o filho tava desconfiando, mas não deu muita bola.
Depois da aula, como de costume, já que não tinha ninguém em casa ainda, Aylen foi pra casa do Mirko. A mãe dele passava pra buscá-los e iam almoçar lá. Foi assim, um dia normal e tranquilo, até que no meio do almoço chegou o Fabián (Aylen no corpo do pai) pra almoçar também. Ela não tinha se divertido nada, achou o trampo dele bem complicado e, ao contrário do Fabián, não conseguiu se adaptar. O almoço foi estranho. Mirko e a mãe dele não desconfiaram de nada, mas Fabián e Aylen não se desgrudaram. tira os olhos de cima, depois de comer, Aylen e Mirko subiram pro quarto dele, mas Fabián chamou ela.
Fabián: Aylen, pode vir aqui um instante? Preciso falar com você.
Aylen olha pro Mirko e fala que já sobe com ele, esses dois vão pra fora enquanto a mãe lava a louça.
Fabián: Fabián, é você?
Aylen: Sim, você é a Aylen, né?
Fabián: Graças a Deus, acordei nesse corpo e não sei o que fazer, fui pro trabalho e não entendi nada.
Aylen: Fica tranquilo, (explica tudo que faz, como faz e deixa o celular pra ele consultar qualquer coisa) me diz uma coisa, você mora com sua mãe, mas ela nunca tá em casa, né?
Fabián: Sim, a mamãe trabalha muito.
Aylen: Por isso você passa tanto tempo aqui, sua casa é muito solitária, bom, o que eu supostamente tenho que fazer com meu filho?
Fabián: Eu não sei, agir normal, acho, o que eu tenho que fazer com sua esposa?
Aylen: Agir normal?
Nenhum dos dois teve resposta, ambos voltaram pra dentro, Fabián ficou na sala vendo uma série com a esposa e Aylen subiu pra jogar uns videogames com o namorado. Como de costume, não jogaram só os jogos, aos poucos a distância entre eles foi ficando cada vez menor, Mirko olhava pra ela com tesão, as irmãs dele estavam voando por todo lado naquele momento, normal num adolescente, Aylen também tava sentindo calor, mas tava ignorando completamente o Mirko porque sabia o que ia rolar e não queria, mas não dá pra evitar o inevitável.
Mirko segurou o rosto dela e começou a beijá-la com muita paixão. Fabián tentou resistir, mas não conseguiu — Mirko era mais forte e, além disso, o corpo dela a traiu, então ela começou a retribuir o beijo do filho, mesmo sentindo nojo, não conseguiu evitar; era muito gostoso. Enquanto se beijavam, Mirko foi escalando a situação e começou a apalpar ela, como já era costume pra ele. No começo, Aylen segurou a mão dele, mas aos poucos foi deixando. Ele não só agarrou a bunda dela, como apertou, espremeu e deu uns tapas. Mas conforme a resistência de Aylen foi diminuindo, Mirko moveu a mão pra entreperna dela, tocando de leve por cima da calcinha e da saia do uniforme. Aylen estava com tesão e afim, e mesmo não querendo na mente, o corpo dela pedia por aquilo aos berros.
Mirko: Posso?
Aylen: Sim, por favor.
Ela não conseguiu negar, seu corpo a traiu e antes que dissesse não, sua língua foi mais rápida e disse sim. Mirko não hesitou nem um segundo e enfiou a mão dentro da saia dela, foi direto na buceta dela.
Na sala já se ouvia o barulho, como de costume. A esposa dele, como sempre, disse para ele não interferir, mas dessa vez Fabián não se levantou. Ele olhou fixamente para ela e começou a beijá-la, o que provocou uma onda de sensações na esposa. Ele não deu importância a isso, mas estava mais concentrado nela.
Fabián: Me diz, love, não tá afim de brincar a mesma coisa também?
Ele disse enquanto pegava a mão dela e a apoiava no pau dele, que aos poucos ia endurecendo.
No quarto, a coisa escalou ainda mais, sem ninguém pra parar ou interromper. Mirko desabotoou a calça e Aylen se ajoelhou, pronta pra dar um boquete no filho dela — uma prática que ela não fazia a menor ideia de como fazer, mas que era novidade pra todo mundo.
Já na sala, a esposa tava dando o boquete da vida num pobre coitado do Fabián, que não fazia ideia do que o esperava. Ele tava com os olhos virados, se deliciando enquanto uma senhora já mais velha mostrava o que supostamente fez por mais de 30 anos. Tava recebendo o primeiro boquete dele e, no fim das contas, era a coisa mais satisfatória que ele já tinha experimentado na vida.
De volta no quarto e com os hormônios a mil, o boquete que o pai dela deu no corpo da namorada não foi nada bom, na verdade dá pra classificar como muito ruim, mas isso não importou pra um Mirko que não precisou de muito pra esporrar uma baita carga de porra direto na cara da namorada.
Passou uns lenços pra ela e limpou o rosto que escorria esperma pra todo lado, Aylen estava enojada e muito puta da vida, isso era estranho, tinha porra na cara e tinha dado um boquete no filho dela, mas por outro lado estava completamente tesuda e extasiada, precisava de mais, o corpo pedia, os hormônios gritavam pra ela transar.
Fizeram isso. Sem ninguém pra atrapalhar, ela se deitou na cama, abriu as pernas e deu entrada pro Mirko, que nem precisou de descanso: viu a namorada se despindo e já tava pronto e duro pra continuar o jogo. Devagarzinho, ele começou a introduzir o pau, o que causou uma baita dor, já que Aylen era virgem. Era a primeira vez que eles iam tão longe. No quarto dela, numa quarta-feira, às 3:16 da tarde, estavam fazendo o que nunca conseguiram fazer. Muito lentamente, ele meteu até o fundo da buceta dela, pra depois tirar devagar até quase sair toda e meter de novo até o fundo, bem devagarinho. Cada metida levava uns 3 segundos, foi bem lento, mas isso fez com que Aylen quase não reclamasse da dor, embora ela tenha suspirado e apertado os dentes várias vezes, pedindo pra ele ir devagar, sem ser bruto.
Na sala, as coisas eram diferentes. Embora os dois estivessem em silêncio pra não fazer barulho, o negócio não tava nada devagar, pelo contrário, era extremamente rápido. Num segundo, tinha entre 3 e 4 enfiadas de pau. Os casados estavam no auge, curtindo o melhor sexo selvagem que dá pra ter de forma silenciosa.
Enquanto isso, no quarto já começaram a acelerar um pouco o ritmo e a transar de verdade, embora ainda incomodasse um pouco, não era dor, só um leve desconforto. Já o Mirko tava experimentando o céu na terra, naquele momento podia morrer que era completamente feliz. Mas a Aylen, que tava gemendo com a mão na boca o mais baixo possível, se perguntava se aquilo tava certo, não conseguia parar de se sentir uma puta, mas realmente não deu pra evitar. Ela já não tava mais olhando nos olhos do filho, e sim no namorado, um que tava metendo a pica nela e ela tava adorando.
Continuaram transando, embora não por muito tempo, porque por causa da inexperiência do Mirko ele não aguentou muito, mas tirou da buceta da namorada antes de gozar e jogou a segunda carga na barriga dela. Enquanto os dois ficaram bem cansados, se limparam como deram, trocaram de roupa e desceram pra beber água porque tavam realmente exaustos.
Lá embaixo estavam a mãe e o pai dela, os dois com um sorrisão no rosto olhando pra eles, enquanto a Aylen descia toda descabelada e mancando, e o Mirko tava vermelho, com uns chupões no pescoço e com um sorriso idiota de quem tinha acabado de passar o melhor momento da vida dele.
A mãe dela olha pra ele, leva a mão fechada na boca, tosse e aponta pra braguilha dele com os olhos. O Mirko percebe e levanta ela, no que parecia ser uma cena que ia se repetir direto todo dia de agora em diante. Fim.
Depois daquela noite, meu pai e minha mãe ficaram conversando. Minha mãe me defendia, dizia que a gente tava naquela idade em que os hormônios tão a mil, mas meu pai não queria saber. Falava que aquilo não era coisa pra fazer agora, que eu tinha que me cuidar e que já tava cansado de tudo. Hoje, por exemplo, ele chegou cansado do trabalho e teve que aturar um filho que tá na idade de contestar tudo, com uma esposa que mal tem apetite sexual. Naquela noite, ele ficou olhando pro teto do quarto, desejando ter outra vida, uma em que não precisasse tanto se estressar e pudesse transar com mais liberdade.
Fabián (Aylen): "Ah, sim, q-q-querida, tô bem. Só lembrei de uns papéis muito importantes que eu precisava ter pronto pra hoje e não terminei."
Minha mãe ri, dá um beijo nele e fala que vai esperar ele lá embaixo preparando o café da manhã pra ele ir trabalhar. Ela se troca, desce, toma café e vai pro trampo. Hoje ia ser um dia longo, já que ela sabia que ele trabalhava como administrador numa fábrica, mas não fazia ideia do que ele fazia exatamente, então ia ter que se virar nos trinta.
Algumas horas depois, o despertador de Aylen (agora Fabián) toca. Ele desliga e se levanta, sentindo que tinha dormido muito e que estava bem descansado. Abre os olhos e vê que o quarto não era o dele. Olha pra baixo e vê dois melões saindo da sua camiseta. Ele dá um grito, bem agudo, e pula da cama. Corre até o espelho e descobre que não tinha mais o corpo de um homem casado, com filhos, quase 50 anos. Tinha o corpo de uma adolescente de 16, mais precisamente o da namorada do seu filho adolescente. Ele olha, angustiado, pensando no que tinha acontecido, e percebeu que a última coisa que pediu antes de dormir foi um desejo de ser uma pessoa despreocupada, com muita oportunidade sexual. Esse corpo se encaixava perfeitamente no seu desejo. Andou pela casa toda e percebeu que não tinha ninguém. Ele sabia que Aylen morava só com a mãe, já que os pais eram separados e o pai estava em outra cidade. Então, percorreu a casa e viu que a mãe não estava, já devia ter ido trabalhar. Eram 10 da manhã. Ele estava com um pouco de fome, na real. Então preparou algo pra comer e pegou o celular de Aylen, agora dele, pra ver o que tinha que fazer hoje. Chegou uma mensagem do namorado dela, ou seja, do filho dele, perguntando se ela ia pra escola. Ele disse que sim e, então, teve que se preparar porque entrava em uma hora no colégio. Tomou um banho rápido e saiu direto pra pegar o ônibus que levava até a escola.Teve que viajar em pé, porque não tinha lugar vazio. No meio do transporte público, sentiu um homem um pouco mais velho se encostar atrás dela e, sem nenhuma vergonha, começou a encostar o pau nela. Era a primeira vez que ela estava sendo assediada. Não soube como reagir, então só se afastou um pouco e começou a olhar pra aquele homem com medo, até que um senhor muito gentil viu isso e ofereceu o lugar pra ela, pra que não passasse por mais desconfortos.
Ao chegar na escola, pensou que o melhor era agir normal, já que, de qualquer forma, ninguém ia acreditar nela. Acreditar que era um homem adulto de quase 50 anos preso no corpo de uma garota de 16 anos magicamente, e por uma coincidência bizarra ainda era a namorada do próprio filho, não soava muito realista. Então, assim que ela chegou, o namorado já estava esperando na porta, como de costume.
Namorado: Como cê tá, love? (dá um beijinho nela)
Aylen ficou parada, pensativa. O filho dela tinha beijado ela, mas, supostamente, isso era algo rotineiro, algo normal que faziam todo dia, ainda mais sendo namorados.
Namorado: Love, cê tá bem?
Aylen: Ahh, sim, só fiquei pensando se tranquei a porta de casa, acho que sim.
Entraram num dia normal, rotineiro no colégio, mas para surpresa dos professores, Aylen se saiu super bem naquele dia. Era como se ela não fosse ela mesma. Para Fabián, aquilo era moleza: matemática, química e tecnologia eram coisas que ele usava todo dia no trabalho e que dominava de olhos fechados. Não só foi um aluno exemplar com a melhor média da escola, como também era fera em números e tecnologia, uma pessoa tão inteligente que sabia até mais que os próprios professores. Então, o ensino médio não foi problema nenhum. Mas o Mirko percebeu que algo estava estranho, porque Aylen não era muito inteligente e, do nada, tava resolvendo exercícios difíceis sem suar. Ele não ligou muito, pelo contrário, até elogiou ela. Fabián pensou que tinha cagado tudo e que o filho tava desconfiando, mas não deu muita bola.
Depois da aula, como de costume, já que não tinha ninguém em casa ainda, Aylen foi pra casa do Mirko. A mãe dele passava pra buscá-los e iam almoçar lá. Foi assim, um dia normal e tranquilo, até que no meio do almoço chegou o Fabián (Aylen no corpo do pai) pra almoçar também. Ela não tinha se divertido nada, achou o trampo dele bem complicado e, ao contrário do Fabián, não conseguiu se adaptar. O almoço foi estranho. Mirko e a mãe dele não desconfiaram de nada, mas Fabián e Aylen não se desgrudaram. tira os olhos de cima, depois de comer, Aylen e Mirko subiram pro quarto dele, mas Fabián chamou ela.
Fabián: Aylen, pode vir aqui um instante? Preciso falar com você.
Aylen olha pro Mirko e fala que já sobe com ele, esses dois vão pra fora enquanto a mãe lava a louça.
Fabián: Fabián, é você?
Aylen: Sim, você é a Aylen, né?
Fabián: Graças a Deus, acordei nesse corpo e não sei o que fazer, fui pro trabalho e não entendi nada.
Aylen: Fica tranquilo, (explica tudo que faz, como faz e deixa o celular pra ele consultar qualquer coisa) me diz uma coisa, você mora com sua mãe, mas ela nunca tá em casa, né?
Fabián: Sim, a mamãe trabalha muito.
Aylen: Por isso você passa tanto tempo aqui, sua casa é muito solitária, bom, o que eu supostamente tenho que fazer com meu filho?
Fabián: Eu não sei, agir normal, acho, o que eu tenho que fazer com sua esposa?
Aylen: Agir normal?
Nenhum dos dois teve resposta, ambos voltaram pra dentro, Fabián ficou na sala vendo uma série com a esposa e Aylen subiu pra jogar uns videogames com o namorado. Como de costume, não jogaram só os jogos, aos poucos a distância entre eles foi ficando cada vez menor, Mirko olhava pra ela com tesão, as irmãs dele estavam voando por todo lado naquele momento, normal num adolescente, Aylen também tava sentindo calor, mas tava ignorando completamente o Mirko porque sabia o que ia rolar e não queria, mas não dá pra evitar o inevitável.
Mirko segurou o rosto dela e começou a beijá-la com muita paixão. Fabián tentou resistir, mas não conseguiu — Mirko era mais forte e, além disso, o corpo dela a traiu, então ela começou a retribuir o beijo do filho, mesmo sentindo nojo, não conseguiu evitar; era muito gostoso. Enquanto se beijavam, Mirko foi escalando a situação e começou a apalpar ela, como já era costume pra ele. No começo, Aylen segurou a mão dele, mas aos poucos foi deixando. Ele não só agarrou a bunda dela, como apertou, espremeu e deu uns tapas. Mas conforme a resistência de Aylen foi diminuindo, Mirko moveu a mão pra entreperna dela, tocando de leve por cima da calcinha e da saia do uniforme. Aylen estava com tesão e afim, e mesmo não querendo na mente, o corpo dela pedia por aquilo aos berros.
Mirko: Posso? Aylen: Sim, por favor.
Ela não conseguiu negar, seu corpo a traiu e antes que dissesse não, sua língua foi mais rápida e disse sim. Mirko não hesitou nem um segundo e enfiou a mão dentro da saia dela, foi direto na buceta dela.
Na sala já se ouvia o barulho, como de costume. A esposa dele, como sempre, disse para ele não interferir, mas dessa vez Fabián não se levantou. Ele olhou fixamente para ela e começou a beijá-la, o que provocou uma onda de sensações na esposa. Ele não deu importância a isso, mas estava mais concentrado nela.
Fabián: Me diz, love, não tá afim de brincar a mesma coisa também?
Ele disse enquanto pegava a mão dela e a apoiava no pau dele, que aos poucos ia endurecendo.
No quarto, a coisa escalou ainda mais, sem ninguém pra parar ou interromper. Mirko desabotoou a calça e Aylen se ajoelhou, pronta pra dar um boquete no filho dela — uma prática que ela não fazia a menor ideia de como fazer, mas que era novidade pra todo mundo.
Já na sala, a esposa tava dando o boquete da vida num pobre coitado do Fabián, que não fazia ideia do que o esperava. Ele tava com os olhos virados, se deliciando enquanto uma senhora já mais velha mostrava o que supostamente fez por mais de 30 anos. Tava recebendo o primeiro boquete dele e, no fim das contas, era a coisa mais satisfatória que ele já tinha experimentado na vida.
De volta no quarto e com os hormônios a mil, o boquete que o pai dela deu no corpo da namorada não foi nada bom, na verdade dá pra classificar como muito ruim, mas isso não importou pra um Mirko que não precisou de muito pra esporrar uma baita carga de porra direto na cara da namorada. Passou uns lenços pra ela e limpou o rosto que escorria esperma pra todo lado, Aylen estava enojada e muito puta da vida, isso era estranho, tinha porra na cara e tinha dado um boquete no filho dela, mas por outro lado estava completamente tesuda e extasiada, precisava de mais, o corpo pedia, os hormônios gritavam pra ela transar.
Fizeram isso. Sem ninguém pra atrapalhar, ela se deitou na cama, abriu as pernas e deu entrada pro Mirko, que nem precisou de descanso: viu a namorada se despindo e já tava pronto e duro pra continuar o jogo. Devagarzinho, ele começou a introduzir o pau, o que causou uma baita dor, já que Aylen era virgem. Era a primeira vez que eles iam tão longe. No quarto dela, numa quarta-feira, às 3:16 da tarde, estavam fazendo o que nunca conseguiram fazer. Muito lentamente, ele meteu até o fundo da buceta dela, pra depois tirar devagar até quase sair toda e meter de novo até o fundo, bem devagarinho. Cada metida levava uns 3 segundos, foi bem lento, mas isso fez com que Aylen quase não reclamasse da dor, embora ela tenha suspirado e apertado os dentes várias vezes, pedindo pra ele ir devagar, sem ser bruto.
Na sala, as coisas eram diferentes. Embora os dois estivessem em silêncio pra não fazer barulho, o negócio não tava nada devagar, pelo contrário, era extremamente rápido. Num segundo, tinha entre 3 e 4 enfiadas de pau. Os casados estavam no auge, curtindo o melhor sexo selvagem que dá pra ter de forma silenciosa.
Enquanto isso, no quarto já começaram a acelerar um pouco o ritmo e a transar de verdade, embora ainda incomodasse um pouco, não era dor, só um leve desconforto. Já o Mirko tava experimentando o céu na terra, naquele momento podia morrer que era completamente feliz. Mas a Aylen, que tava gemendo com a mão na boca o mais baixo possível, se perguntava se aquilo tava certo, não conseguia parar de se sentir uma puta, mas realmente não deu pra evitar. Ela já não tava mais olhando nos olhos do filho, e sim no namorado, um que tava metendo a pica nela e ela tava adorando.Continuaram transando, embora não por muito tempo, porque por causa da inexperiência do Mirko ele não aguentou muito, mas tirou da buceta da namorada antes de gozar e jogou a segunda carga na barriga dela. Enquanto os dois ficaram bem cansados, se limparam como deram, trocaram de roupa e desceram pra beber água porque tavam realmente exaustos.
Lá embaixo estavam a mãe e o pai dela, os dois com um sorrisão no rosto olhando pra eles, enquanto a Aylen descia toda descabelada e mancando, e o Mirko tava vermelho, com uns chupões no pescoço e com um sorriso idiota de quem tinha acabado de passar o melhor momento da vida dele. A mãe dela olha pra ele, leva a mão fechada na boca, tosse e aponta pra braguilha dele com os olhos. O Mirko percebe e levanta ela, no que parecia ser uma cena que ia se repetir direto todo dia de agora em diante. Fim.
2 comentários - Meu pai trocou de corpo com minha namorada