Continuando a história.
Maurício: Maria, você tem uns peitos espetaculares, me deixou quase sem palavras e olha que já vi outras peitudas, mas você é incrível. Achei que não ia aceitar meu pedido.
Maria: Se considere sortudo, eu não sou assim e, mesmo que não acredite, tanto faz, mas só alguns poucos viram meus peitos expostos desse jeito e fico feliz que você gostou.
Maurício: Vou escolher acreditar em você kkk, pena que estamos num lugar escuro, senão apreciaria melhor, principalmente quando seus bicos cresceram rápido, percebi kkk
Maria: Kkk bom, o que posso dizer, são coisinhas que meus bicos ficam duros, o frio da brisa, sabe como é kkk
Maurício: Ei, mas tenho a lanterna do celular
E rapidamente ele ligou apontando pros meus peitos e eu só falei:
Maria: Nem pense em me filmar assim, nunca fui de mandar nudes e essas coisas. Espero que seja a lanterna, seu menino atrevido!
Maurício: Calma, olha o celular, tá vendo?
Maria: Ah, tá bom, então continua iluminando meus peitos kkk mas se apressa, já devem ter passado uns 20 minutos e a gente precisa voltar.
E de quebra, me devolve meu sutiã, por favor, já me acostumei a ficar de peito de fora.
Maurício: Você alegrou minha noite, que sorte o homem que estiver com você, não só pela parte sexual que também é importante, mas dá pra ver que você é uma mulher agradável, com senso de humor e quando você procura, fica ainda mais gostosa.
E então Maurício pegou meu sutiã das mãos dele e foi direto colocar as taças nos meus peitos, segurando por cima do tecido fino minhas mamas grandes que já estavam com a pele arrepiada, e rapidamente encostou o torso no meu e levou as mãos pra trás pra fechar o gancho.
Maurício: Acho que assim tá bom, né? Só falta subir as alças nos seus ombros e dar um último ajuste.
Maria: Eu falei pra você me passar o sutiã, não pra colocar em mim aproveitando pra apalpar meus peitos.
Maurício: Era necessário, não podia perder a oportunidade. Além disso, só falta você levantar as alças e ajustar pra não cair as taças do seu sutiã, haja.
E se afastou de mim e, claramente, como o tecido era fino, caiu pra frente deixando meus peitos expostos de novo. Naquele momento, nos olhamos fixamente.
Maria: Bom, se despede que já vou guardar eles.
E coloquei minhas mãos na cintura, como dando tempo pra um último olhar, enquanto ele ficava vidrado nas minhas tetas. Foi aí que ele se aproximou de novo, tanto que o torso dele colou nos meus peitos, me encarando e falou.
Maurício: Você é uma mulher linda e sexy pra caralho, precisa saber disso.
Dizendo isso enquanto brincava com meu cabelo até segurar meu rosto... e me beijou! Respondi tímida de início, mas segundos depois senti a língua dele invadindo minha boca, e isso me esquentou, enquanto ele me puxava pela nuca, apertando meu corpo contra o dele, deixando meus peitos esmagados no peito dele.
Me deixei levar pelo momento e também usei minha língua com habilidade, foi um beijo longo e cheio de tesão.
Deve ter durado um minuto, lembro que depois nos separamos, e eu, com cara de excitada pelo beijo, continuei ali de pé, mostrando minhas tetas, enquanto ele me encarava, como se quisesse retomar o beijo, e foi com as duas mãos tocar nelas desde a base, me olhando nos olhos, pra imediatamente amassar meus peitos de leve e levar os dedos até meus mamilos, puxando eles primeiro de mansinho e depois aumentando a força até um pouco bruto, e soltando eles, fazendo minha pele vibrar e minha buceta ficar ainda mais molhada, enquanto, ao soltar meus mamilos com um pouco de força, fez meus peitos balançarem de um jeito excitante pra ele.
Maria: Você gosta de tratar elas bem e depois beliscar meus mamilos. (Falei num tom submisso e com voz de brincadeira).
Maurício: Suas tetas são tão macias e...
Imediatamente a boca dele foi na minha de novo, e ficamos enroscados em outro beijo, enquanto ele continuava apalpando meus peitos sem parar e com ainda mais vontade. No meio da escuridão da praia. Ele foi pro meu pescoço por uns segundos e desceu beijando até minha teta direita, que ele pegou com as duas mãos, apertou firme fazendo ela parecer um balão prestes a estourar, e esticou a língua pra brincar com meu mamilo, depois babando todo meu seio.
Eu tava me segurando, mas foi inevitável soltar um gemido leve, quase abafado. Maurício tava concentrado no meu seio direito, passando a língua e dando beijinhos e chupões suaves, até que soltou e me disse:
Maurício: Definitivamente você vai me criar essa noite, e falta mimar sua outra teta. Olha só pra elas, uma tá bem molhada, cheia de saliva, e a outra contrasta.
Maria: Nossa! Faz tempo que não chupavam meus peitos com tanta vontade, você deve se sentir privilegiado. E sério que quer babar bem minhas mamas grandes?
Maurício: Sim! Vou te dar uma chupada nas suas tetas que você nunca vai esquecer!
E ele se jogou na minha teta esquerda e repetiu o processo. Brincava com meu mamilo e fazia a língua girar, e dessa vez fui eu que apertei ele contra meu peito com paixão. Ele, quase se engasgando, tentando batalhar pra continuar grudado, começou a babar todo meu seio, tentando enfiar na boca, mas claramente não cabia. Numa das tentativas, ele abriu mais a boca e, por causa da baba que já tinha nas tetas, ficou colado, e quando soltou fez um barulho igual a desentupir um chupão, enquanto fios de baba ficavam no meu peito, e ele alternava entre os dois seios.
Na escuridão, com a mão direita, desci até minha virilha e, por cima da saia, comecei a apalpar de leve minha buceta. Como ele tava tão entretido lá em cima, não queria que ele percebesse. Já tava na hora de voltar, a gente tava começando a se atrasar.
Maria: Adoro que você curte meus peitos, não pensei que você ia achar tão bom. Continua, me chupa! Deixa minhas mamas grandes bem molhadas com sua saliva, ah, isso!
Eu tava claramente excitada, e depois de uns 5 minutos, pelo que lembro, ele... Eu falei que já devíamos voltar.
Maurício: Calma, só mais um minuto e pronto, deixa eu terminar de me criar com essas tetonas enormes que você tem, do jeito que você chama.
Maria: Haha, você tem sorte mesmo, hoje tô nos meus 5 minutos de fraqueza, tenho um moleque de 19 anos chupando meus peitos, mas já temos que voltar, tá ficando tarde, a gente vê depois.
Não sei por que falei isso, queria que acabasse logo, embora admita que tava gostando, mas ao mesmo tempo o tempo me deixava ansiosa.
Maurício: Já já, Maria, você vai pro bar com as tetas bem babadas, haha.
E dito isso, ele deu as últimas lambidas e chupadas nos meus peitos, deixando eles cheios de fios de baba. Já estavam grudando daqueles quase 10 minutos que a gente tava assim.
Ele mesmo arrumou, abotoou o último botão da minha blusa, e a gente foi andando rápido pro bar. Bem antes de entrar na área do terraço, ele vinha por trás com a mão na minha lombar, perto da minha bunda, e antes que tudo se iluminasse pelo local, ele baixou a mão por cima da saia e agarrou minhas nádegas nuas. Foi tão rápido que quando percebi, os dedos dele já estavam apalpando o quanto minha calcinha tava molhada.
Maria: Ei, calma, podem nos ver, a gente já tá perto de entrar. Não faz isso comigo, por favor!
Maurício: Sabia que você ia estar molhada, e agora vai ficar assim por mais um tempo…
E ele continuou a brincar por fora da minha buceta até que puxou o tecido e enfiou dois dedos, que entraram suavemente por causa do quanto eu tava molhada. Aí soltei um gemido alto com a penetração dos dedos dele e com o tesão de saber que alguém podia nos ver do terraço do bar, mesmo que quase ninguém olhasse pra escuridão da praia.
Maria: Pelo amor de Deus, tira os dedos, não faz isso comigo, ahhh!
Você tá me invadindo.
E ele mexeu os dedos no meu clitóris por uns segundos, penetrou com os dedos mais uma vez, mas com força, segurou um pouco e tirou de repente, me deixando com uma sensação de vazio muito gostosa. E ainda por cima... que me arrancou outro gemido, e eu tampei a boca porque já estávamos praticamente na porta do terraço.
Ele levou os dedos à boca pra lamber, e isso me deixou ainda mais excitada. A expressão dele dizia tudo: ele tinha gostado dos meus sucos vaginais, e eu já tava no fogo. O álcool tinha baixado, mas eu tava pilhada com o que tinha rolado na beira.
Entrei direto no banheiro e vi o Maurício indo pro palco com meus amigos, que já estavam bem bebados. Tinha passado meia hora no máximo, mas pareceu muito mais com tudo que aconteceu.
Já no banheiro — que bom que era privativo e tinha secador de ar em cada cabine pra não sair sem sutiã mas com blusa, ou pior, de sutiã sem blusa —, total que me despi completamente. A primeira coisa que vi foram meus peitos ainda brilhando das lambidas e chupões que o Maurício tinha dado. Continuavam bem babados, mesmo já guardados, e claro que meu sutiã tava grudento por razões óbvias.
Comecei a brincar com meus bicos, a beliscá-los, a apalpar meus seios, me lambuzando com o resto de baba que o Maurício tinha deixado. E também outra coisa que tava muito molhada era minha calcinha, que descansava na pia. Pensar que minutos atrás tinham enfiado dedo em mim e saboreado... Eu me tocava pra ver se a tesão baixava, mas só consegui ficar mais pilhada.
Deixei minha saliva cair sobre meus peitos e lembrava dos momentos gostosos na praia. Me olhava no espelho e minha expressão era de uma puta oferecida que tinha se deixado levar pelo momento, permitindo que um moleque de 19 anos chupasse meus seios. Me sentia ansiosa e meio mal porque era algo novo pra mim. Já tinha tido outras experiências, mas são diferentes, nunca tão jovens e nunca tão fácil de me deixar levar.
Tudo isso enquanto me olhava no espelho e continuava amassando minhas tetas com uma mão, e com a outra já me dedava e voltava minha cara de puta submissa.
Eu tava tão no fogo. que comecei a levantar um peito pra poder chupar ele mesmo, me vendo assim com meu próprio peito puxando pra minha boca e com a outra mão enfiando dois dedos na minha buceta. Essa é a vantagem de ter peitos grandes, uma mulher consegue lamber ou, nesse caso, chupar os próprios peitos com mais facilidade. Eu tava solta no banheiro, trancada supostamente pra secar minha roupa, mas assim que entrei, me vi pelada, com babas na buceta e, principalmente, nos peitos, e me excitei. Isso sem contar minha cara de putinha submissa que faço quando tô excitada.
Me concentrei por uns minutos e terminei num orgasmo intenso, mordi meu mamilo e deixei meus dedos bem fundo, mantendo eles lá, imaginando que o Maurício entrava no banheiro e me encontrava assim, me masturbando e me pegando com força, fazendo o que viesse na cabeça dele. Já soltava uns últimos gemidos meio abafados dentro do box, não sei se alguém lá fora ouviu, mas eu tava tentando aliviar a vontade que tava. No final, quando acabei, me senti ainda com mais vontade!
Então falei: pronto, hora de secar a blusa e o sutiã, principalmente. E fiz isso, a saia escura também, mas era mais disfarçado. Depois lavei minha buceta pra não ficar com tanto fluido e limpei os peitos com sabão pra não ter resto de baba ou algo do tipo.
Quando saí, o Carlos tava me chamando junto com o Miguel, dizendo que eu ia perder o show e que o Maurício já tinha contado que eu tinha caído na beira e por isso fui no banheiro secar a roupa. Por dentro eu pensei: ufa, achei que ele tinha dito algo mais.
Me integrei ao grupo do jeito mais natural possível e, com a roupa seca, me senti aliviada. Na hora, os caras me deram dois shots, um de Jagger e outro de Gin. E eu falei: não tem jeito, só um, vou morrer, afirmei rindo, haha.
Eles insistiram, porque eu tinha sumido tanto tempo, que tinha que ficar na mesma vibe que os outros. E foi assim, pressão social, mandei primeiro o de Gin e depois o de Jagger. do Jagger. Na hora peguei uma garrafa d'água que tinha na nossa mesa e dei uns bons goles, mas foi inútil, o álcool ia bater no meu cérebro rápido mesmo.
Aí levantei o olhar e vejo o Maurício lá em cima com mais dois caras prontos pro show, e era a vez do segundo participante; nosso pequeno atrevido ia ser o último. Então a gente observou, o outro cara não ia mal, não tinha visto como o primeiro fez, mas parecia que tudo tava disputado. Quando finalmente chegou a vez do Maurício, claro que perguntaram com quem ele veio e ele apontou pra gente. Começou a dançar, me olhava de vez em quando e colocaram aquela música que diz "suavecito pra baixo, pra baixo", com um mix daquele tipo de música que não lembro direito.
A questão é que eles estavam empatados com o primeiro participante. E marcaram um desempate, no final colocaram uma música brasileira tocada pela banda e foi sucesso, Maurício ganhou e levou não uma, mas as duas jarras. E a gente tava mais feliz pelo álcool não, era porque ele tinha ganhado e mandou muito bem.
Por dentro pensei, depois de ter visto meus peitos, apalpado e chupado à vontade, ele tava mais que motivado e agora eu tinha que mostrar o decote, não me escapava o detalhe, mas me surpreendi quando ele mal chegou com as duas jarras e em segundos me disse no ouvido: "Ganhei as duas, então são 2 botões", mas isso já era mostrar boa parte dos meus peitos e dava pra notar o sutiã.
Ele repetiu de novo e eu falei "pô, agora um eu desabotoo, mas o segundo já ia mostrar meu sutiã em parte", então saí rumo ao banheiro pra ver como ficaria. Desabotoei um e já dava pra ver bem o decote, mas com o segundo botão já ia até praticamente o começo do meio dos meus peitos e eu arrumava em forma de V pra ficar mais estético, mas só conseguia que meus dois peitos se destacassem. Admito que me via meio puta mostrando as tetas e sair assim era sei lá, me olhei de novo no espelho, respirei fundo e saí! Fechei a porta e me encontro no corredor do lado dos homens com o Miguel, que rapidamente me devorou com o olhar e disse.
Miguel: Maria, que decote lindo nessa blusa e você com ela tão desabotoada, vai chamar muita atenção e mais ainda hahaha
Sabíamos bem do que ele tava falando, que me vendo assim eu chamava olhares, mas também ia fazer com que eles se aliviassem em particular pela vista que eu tava dando dos meus peitos.
Maria: Hahaha é que tá calor e me sinto mais confortável assim.
Tentando disfarçar, voltamos os dois conversando, ele dizia que eu tava super gostosa usando a blusa daquele jeito, que eu devia fazer isso mais vezes em Trujillo.
Maria: Haha engraçado, você quer que eu saia por aí alegrando a vida dos outros.
Miguel: Claro! Dá até pra ver um pouco do sutiã, mas fica tranquila, acho que pra usar desse jeito era melhor ter colocado um sutiã menor, que cobrisse menos, mas com um decote igual ao que você tá agora não dá pra notar haha
Maria: Fica feio? Me fala que ainda dá tempo.
Miguel: Não fica feio, só tô dizendo que com um menor ficaria mais estético.
E isso me pegou, me deixou pensando e eu falei vou ao banheiro, tiro o sutiã e fico só de blusa. O que eu tava pensando era uma loucura, ia dar pra ver a caída dos meus peitos e meus bicos podiam aparecer a qualquer momento, ficando daquele jeito.
Acho que os dois últimos shots tavam me fazendo pensar umas merdas, umas idiotices que eu já tava prestes a cometer.
Então voltei ao banheiro e o Miguel me seguiu, ele disse "te espero pra te falar como fica antes de você sair por esse corredor pra área do bar". Tirei o sutiã por dentro da blusa e guardei. Ficava mais estético sim, nisso o Miguel tinha razão, mas era visível que meus dois peitos caíam um pouco pros lados e com a caída dava pra ver que eu tava sem nada por baixo da blusa. Vocês vão ver uma foto que vou postar no meu perfil pra ver como eles ficam de verdade quando eu ando sem sutiã por baixo.
Voltando ao relato, assim que abri a porta, o Miguel se Ficou olhando besta e eu falei: "Tá na cara, né?" enquanto segurava meus peitos de novo. Acho que naquela noite eu tava com mania de fazer isso.
Miguel: Que apareça, não importa, você tá linda e estilosa kkkk.
Maria: Então por que você tá rindo? Malvado kkk.
Miguel: É que Maria, vou te falar uma verdade sincera, mas desse jeito dá pra ver os melões gostosos que você carrega. Andou três passos e eles já tão balançando do jeito que querem kkkk. Você vai ser a inveja do resto da noite.
Maria: Kkkk você tá me forçando a me exibir, seu amigo safado.
Miguel: Me declaro culpado, mas me agradece, na verdade. Agora que você tá mais soltinha essa noite, nunca te vi assim. Sempre foi meio provocante na brincadeira, mas hoje você tá espetacular, Maria.
Maria: Valeu kkkk o que posso dizer? São coisinhas kkkk. Mas para de me olhar assim que me deixa sem graça.
Miguel: Relaxa, na verdade tô te dando o veredito antes de você sair pro bar. Espera, deixa eu arrumar você.
E foi direto arrumar o decote em V que tinha se formado e abriu mais, deixando quase metade do peito de fora. Faltava pouco pro meu mamilo, mas já dava pra ver bem mais. Os dedos dele chegaram a tocar o meio dos meus peitos enquanto mexia na minha blusa.
Maria: Ei, você tá me arrumando ou querendo aproveitar pra roçar nos meus peitos?
Falei num tom de pergunta e de boa, e ele só conseguiu voltar com as mãos, mas dessa vez por baixo da minha blusa, agarrando meus dois peitos com cada mão e me apalpou enquanto sussurrava no meu ouvido:
Miguel: Maria, adoro seus peitos. Sempre olhava de canto e hoje confirmei minhas suspeitas. Você me fascina com essas tetonas! Olha como me deixou duro. E levou minha mão até a calça dele, que já mostrava um pau avantajado.
Foi aí que eu reagi de vez e falei: "Calma, a gente tá no corredor, qualquer um pode ver a gente", como se não tivesse importância que ele ainda tinha as duas mãos brincando com meus peitos e já tava esticando meus mamilos.
Miguel: Você vai sair com os mamilos bem parados pra ficar bem na mostra!
Naquela noite eu tava realmente como outra mulher, já eram duas pessoas que em menos de uma hora estavam apalpando meus peitos. E eu me molhava e me molhava de novo.
Miguel: Agora você tá pronta!
Ele disse isso enquanto dava os últimos puxões nos meus mamilos por dentro da minha blusa, foi meio bruto, uma mistura de dor e excitação pra mim. Como resultado, eles ficaram bem pontudos e eu saí rumo ao bar com toda a atitude!
Cheguei num passo acelerado com os caras e, quando me viram, tentavam disfarçar os olhares, mas claramente perceberam que eu tava sem sutiã por baixo. Começamos a brindar com a cerveja que desceu como água, já misturando dois tipos de drinks mais a cerveja, foi aí que eu detonei, acho, porque lembro da minha atitude muito mais relaxada do que vinha sendo até aquele momento.
A banda ia tocar por mais uma hora até as 4 da manhã e pedimos a última garrafa de gin, com essa garrafa a gente com certeza ia morrer haha.
Eu já tava meio eufórica, falando mais alto e, principalmente, rindo de todas as besteiras que a gente falava.
Carlos me provocava por causa do Maurício, que tava dando em cima do menino, que era uma pegadora de novinho. Eu afirmava que ele é que se grudava, embora admitisse que o garoto me caía bem hahaha.
A gente continuava cantando junto as músicas e dançando meio em grupo. Aí Maurício voltou ao ataque, de forma natural me pegou pela cintura pelo lado e me girou pra dançar mais a dois, e a gente acabou no meio, dançando até o chão com os caras nos incentivando. É uma das coisas que lembro, porque depois só por momentos, até que a gente já tava saindo do lugar.
Lembro que Miguel também me puxou pra dançar, no final a gente acabou em doses de gin pra zerar a garrafa, e a gente tinha que achar um hotel pra pelo menos dormir umas 5 horas até voltar mais tarde pra Trujillo dirigindo.
Saímos do bar andando em direção à beira do rio, onde tinham outros bares que ainda estavam abertos. abertos.
Eu tava toda sorridente, andando como dava, tava bêbada e eles falaram "vamos achar um lugar pra passar umas horas, descansar, e depois, se a cabeça permitir, comer alguma coisa".
Eu tava com minha bolsa e do meu lado veio o Miguel, que tava meio cambaleando e se apoiava em mim, e eu nele. O Maurício também tentava andar do meu lado, e o Carlos disse pra gente caminhar uns 5 minutos, que tinham passado o endereço de um hotel decente pra ver se a gente conseguia ficar umas horas, pelo menos.
O Maurício, o Javier e a namorada dele estavam com a gente. Quando chegamos, ele lembrou que o cara da recepção não queria alugar por umas horas, e a tarifa era muito alta pra pagar inteira. Foi aí que o Maurício disse que conhecia outro, uns 10 minutos adiante, do outro lado da praia, decente — e mais, já tinha se hospedado lá, brincando que tinha ido com outra mulher. Eu por dentro tava rindo, e tomei a iniciativa de ir logo pra esse hotel, largar as coisas e sair pra pegar alguma comida rápida, pra depois descansar.
No caminho, o Carlos e o Javier estavam muito mal, queriam vomitar e tropeçavam pra caralho. Acho que a gente demorou o dobro pra chegar nesse hotel, que até que era bonitinho. Dessa vez o senhor deixou a gente ficar. Aí era hora de ir buscar o carro. O Miguel foi com o Carlos, e o Maurício com os amigos dele se despedindo. Eu ia ficar na recepção esperando, porque tava me dando um puta enjoo andar bêbada e tava com fome, haha.
Maria: "Gente, vou esperar vocês aqui, já não aguento mais. E, de quebra, por favor, achem um hambúrguer, alguma coisa pra comer, o que encontrarem, por favor!"
Carlos: "Mal dou conta de mim mesmo pra buscar o carro e as coisas."
Miguel: "É, vou com ele pra ele não se esborrachar, hahaha."
Maria: "Não façam merda e venham com cuidado."
Maurício: "Bom, a gente já vai."
Javier: "É, já tá meio tarde, vamos pedir um táxi pra Chiclayo."
Maria: "Foi um prazer, galera. Foi uma boa noite."
Continua.
Maurício: Maria, você tem uns peitos espetaculares, me deixou quase sem palavras e olha que já vi outras peitudas, mas você é incrível. Achei que não ia aceitar meu pedido.
Maria: Se considere sortudo, eu não sou assim e, mesmo que não acredite, tanto faz, mas só alguns poucos viram meus peitos expostos desse jeito e fico feliz que você gostou.
Maurício: Vou escolher acreditar em você kkk, pena que estamos num lugar escuro, senão apreciaria melhor, principalmente quando seus bicos cresceram rápido, percebi kkk
Maria: Kkk bom, o que posso dizer, são coisinhas que meus bicos ficam duros, o frio da brisa, sabe como é kkk
Maurício: Ei, mas tenho a lanterna do celular
E rapidamente ele ligou apontando pros meus peitos e eu só falei:
Maria: Nem pense em me filmar assim, nunca fui de mandar nudes e essas coisas. Espero que seja a lanterna, seu menino atrevido!
Maurício: Calma, olha o celular, tá vendo?
Maria: Ah, tá bom, então continua iluminando meus peitos kkk mas se apressa, já devem ter passado uns 20 minutos e a gente precisa voltar.
E de quebra, me devolve meu sutiã, por favor, já me acostumei a ficar de peito de fora.
Maurício: Você alegrou minha noite, que sorte o homem que estiver com você, não só pela parte sexual que também é importante, mas dá pra ver que você é uma mulher agradável, com senso de humor e quando você procura, fica ainda mais gostosa.
E então Maurício pegou meu sutiã das mãos dele e foi direto colocar as taças nos meus peitos, segurando por cima do tecido fino minhas mamas grandes que já estavam com a pele arrepiada, e rapidamente encostou o torso no meu e levou as mãos pra trás pra fechar o gancho.
Maurício: Acho que assim tá bom, né? Só falta subir as alças nos seus ombros e dar um último ajuste.
Maria: Eu falei pra você me passar o sutiã, não pra colocar em mim aproveitando pra apalpar meus peitos.
Maurício: Era necessário, não podia perder a oportunidade. Além disso, só falta você levantar as alças e ajustar pra não cair as taças do seu sutiã, haja.
E se afastou de mim e, claramente, como o tecido era fino, caiu pra frente deixando meus peitos expostos de novo. Naquele momento, nos olhamos fixamente.
Maria: Bom, se despede que já vou guardar eles.
E coloquei minhas mãos na cintura, como dando tempo pra um último olhar, enquanto ele ficava vidrado nas minhas tetas. Foi aí que ele se aproximou de novo, tanto que o torso dele colou nos meus peitos, me encarando e falou.
Maurício: Você é uma mulher linda e sexy pra caralho, precisa saber disso.
Dizendo isso enquanto brincava com meu cabelo até segurar meu rosto... e me beijou! Respondi tímida de início, mas segundos depois senti a língua dele invadindo minha boca, e isso me esquentou, enquanto ele me puxava pela nuca, apertando meu corpo contra o dele, deixando meus peitos esmagados no peito dele.
Me deixei levar pelo momento e também usei minha língua com habilidade, foi um beijo longo e cheio de tesão.
Deve ter durado um minuto, lembro que depois nos separamos, e eu, com cara de excitada pelo beijo, continuei ali de pé, mostrando minhas tetas, enquanto ele me encarava, como se quisesse retomar o beijo, e foi com as duas mãos tocar nelas desde a base, me olhando nos olhos, pra imediatamente amassar meus peitos de leve e levar os dedos até meus mamilos, puxando eles primeiro de mansinho e depois aumentando a força até um pouco bruto, e soltando eles, fazendo minha pele vibrar e minha buceta ficar ainda mais molhada, enquanto, ao soltar meus mamilos com um pouco de força, fez meus peitos balançarem de um jeito excitante pra ele.
Maria: Você gosta de tratar elas bem e depois beliscar meus mamilos. (Falei num tom submisso e com voz de brincadeira).
Maurício: Suas tetas são tão macias e...
Imediatamente a boca dele foi na minha de novo, e ficamos enroscados em outro beijo, enquanto ele continuava apalpando meus peitos sem parar e com ainda mais vontade. No meio da escuridão da praia. Ele foi pro meu pescoço por uns segundos e desceu beijando até minha teta direita, que ele pegou com as duas mãos, apertou firme fazendo ela parecer um balão prestes a estourar, e esticou a língua pra brincar com meu mamilo, depois babando todo meu seio.
Eu tava me segurando, mas foi inevitável soltar um gemido leve, quase abafado. Maurício tava concentrado no meu seio direito, passando a língua e dando beijinhos e chupões suaves, até que soltou e me disse:
Maurício: Definitivamente você vai me criar essa noite, e falta mimar sua outra teta. Olha só pra elas, uma tá bem molhada, cheia de saliva, e a outra contrasta.
Maria: Nossa! Faz tempo que não chupavam meus peitos com tanta vontade, você deve se sentir privilegiado. E sério que quer babar bem minhas mamas grandes?
Maurício: Sim! Vou te dar uma chupada nas suas tetas que você nunca vai esquecer!
E ele se jogou na minha teta esquerda e repetiu o processo. Brincava com meu mamilo e fazia a língua girar, e dessa vez fui eu que apertei ele contra meu peito com paixão. Ele, quase se engasgando, tentando batalhar pra continuar grudado, começou a babar todo meu seio, tentando enfiar na boca, mas claramente não cabia. Numa das tentativas, ele abriu mais a boca e, por causa da baba que já tinha nas tetas, ficou colado, e quando soltou fez um barulho igual a desentupir um chupão, enquanto fios de baba ficavam no meu peito, e ele alternava entre os dois seios.
Na escuridão, com a mão direita, desci até minha virilha e, por cima da saia, comecei a apalpar de leve minha buceta. Como ele tava tão entretido lá em cima, não queria que ele percebesse. Já tava na hora de voltar, a gente tava começando a se atrasar.
Maria: Adoro que você curte meus peitos, não pensei que você ia achar tão bom. Continua, me chupa! Deixa minhas mamas grandes bem molhadas com sua saliva, ah, isso!
Eu tava claramente excitada, e depois de uns 5 minutos, pelo que lembro, ele... Eu falei que já devíamos voltar.
Maurício: Calma, só mais um minuto e pronto, deixa eu terminar de me criar com essas tetonas enormes que você tem, do jeito que você chama.
Maria: Haha, você tem sorte mesmo, hoje tô nos meus 5 minutos de fraqueza, tenho um moleque de 19 anos chupando meus peitos, mas já temos que voltar, tá ficando tarde, a gente vê depois.
Não sei por que falei isso, queria que acabasse logo, embora admita que tava gostando, mas ao mesmo tempo o tempo me deixava ansiosa.
Maurício: Já já, Maria, você vai pro bar com as tetas bem babadas, haha.
E dito isso, ele deu as últimas lambidas e chupadas nos meus peitos, deixando eles cheios de fios de baba. Já estavam grudando daqueles quase 10 minutos que a gente tava assim.
Ele mesmo arrumou, abotoou o último botão da minha blusa, e a gente foi andando rápido pro bar. Bem antes de entrar na área do terraço, ele vinha por trás com a mão na minha lombar, perto da minha bunda, e antes que tudo se iluminasse pelo local, ele baixou a mão por cima da saia e agarrou minhas nádegas nuas. Foi tão rápido que quando percebi, os dedos dele já estavam apalpando o quanto minha calcinha tava molhada.
Maria: Ei, calma, podem nos ver, a gente já tá perto de entrar. Não faz isso comigo, por favor!
Maurício: Sabia que você ia estar molhada, e agora vai ficar assim por mais um tempo…
E ele continuou a brincar por fora da minha buceta até que puxou o tecido e enfiou dois dedos, que entraram suavemente por causa do quanto eu tava molhada. Aí soltei um gemido alto com a penetração dos dedos dele e com o tesão de saber que alguém podia nos ver do terraço do bar, mesmo que quase ninguém olhasse pra escuridão da praia.
Maria: Pelo amor de Deus, tira os dedos, não faz isso comigo, ahhh!
Você tá me invadindo.
E ele mexeu os dedos no meu clitóris por uns segundos, penetrou com os dedos mais uma vez, mas com força, segurou um pouco e tirou de repente, me deixando com uma sensação de vazio muito gostosa. E ainda por cima... que me arrancou outro gemido, e eu tampei a boca porque já estávamos praticamente na porta do terraço.
Ele levou os dedos à boca pra lamber, e isso me deixou ainda mais excitada. A expressão dele dizia tudo: ele tinha gostado dos meus sucos vaginais, e eu já tava no fogo. O álcool tinha baixado, mas eu tava pilhada com o que tinha rolado na beira.
Entrei direto no banheiro e vi o Maurício indo pro palco com meus amigos, que já estavam bem bebados. Tinha passado meia hora no máximo, mas pareceu muito mais com tudo que aconteceu.
Já no banheiro — que bom que era privativo e tinha secador de ar em cada cabine pra não sair sem sutiã mas com blusa, ou pior, de sutiã sem blusa —, total que me despi completamente. A primeira coisa que vi foram meus peitos ainda brilhando das lambidas e chupões que o Maurício tinha dado. Continuavam bem babados, mesmo já guardados, e claro que meu sutiã tava grudento por razões óbvias.
Comecei a brincar com meus bicos, a beliscá-los, a apalpar meus seios, me lambuzando com o resto de baba que o Maurício tinha deixado. E também outra coisa que tava muito molhada era minha calcinha, que descansava na pia. Pensar que minutos atrás tinham enfiado dedo em mim e saboreado... Eu me tocava pra ver se a tesão baixava, mas só consegui ficar mais pilhada.
Deixei minha saliva cair sobre meus peitos e lembrava dos momentos gostosos na praia. Me olhava no espelho e minha expressão era de uma puta oferecida que tinha se deixado levar pelo momento, permitindo que um moleque de 19 anos chupasse meus seios. Me sentia ansiosa e meio mal porque era algo novo pra mim. Já tinha tido outras experiências, mas são diferentes, nunca tão jovens e nunca tão fácil de me deixar levar.
Tudo isso enquanto me olhava no espelho e continuava amassando minhas tetas com uma mão, e com a outra já me dedava e voltava minha cara de puta submissa.
Eu tava tão no fogo. que comecei a levantar um peito pra poder chupar ele mesmo, me vendo assim com meu próprio peito puxando pra minha boca e com a outra mão enfiando dois dedos na minha buceta. Essa é a vantagem de ter peitos grandes, uma mulher consegue lamber ou, nesse caso, chupar os próprios peitos com mais facilidade. Eu tava solta no banheiro, trancada supostamente pra secar minha roupa, mas assim que entrei, me vi pelada, com babas na buceta e, principalmente, nos peitos, e me excitei. Isso sem contar minha cara de putinha submissa que faço quando tô excitada.
Me concentrei por uns minutos e terminei num orgasmo intenso, mordi meu mamilo e deixei meus dedos bem fundo, mantendo eles lá, imaginando que o Maurício entrava no banheiro e me encontrava assim, me masturbando e me pegando com força, fazendo o que viesse na cabeça dele. Já soltava uns últimos gemidos meio abafados dentro do box, não sei se alguém lá fora ouviu, mas eu tava tentando aliviar a vontade que tava. No final, quando acabei, me senti ainda com mais vontade!
Então falei: pronto, hora de secar a blusa e o sutiã, principalmente. E fiz isso, a saia escura também, mas era mais disfarçado. Depois lavei minha buceta pra não ficar com tanto fluido e limpei os peitos com sabão pra não ter resto de baba ou algo do tipo.
Quando saí, o Carlos tava me chamando junto com o Miguel, dizendo que eu ia perder o show e que o Maurício já tinha contado que eu tinha caído na beira e por isso fui no banheiro secar a roupa. Por dentro eu pensei: ufa, achei que ele tinha dito algo mais.
Me integrei ao grupo do jeito mais natural possível e, com a roupa seca, me senti aliviada. Na hora, os caras me deram dois shots, um de Jagger e outro de Gin. E eu falei: não tem jeito, só um, vou morrer, afirmei rindo, haha.
Eles insistiram, porque eu tinha sumido tanto tempo, que tinha que ficar na mesma vibe que os outros. E foi assim, pressão social, mandei primeiro o de Gin e depois o de Jagger. do Jagger. Na hora peguei uma garrafa d'água que tinha na nossa mesa e dei uns bons goles, mas foi inútil, o álcool ia bater no meu cérebro rápido mesmo.
Aí levantei o olhar e vejo o Maurício lá em cima com mais dois caras prontos pro show, e era a vez do segundo participante; nosso pequeno atrevido ia ser o último. Então a gente observou, o outro cara não ia mal, não tinha visto como o primeiro fez, mas parecia que tudo tava disputado. Quando finalmente chegou a vez do Maurício, claro que perguntaram com quem ele veio e ele apontou pra gente. Começou a dançar, me olhava de vez em quando e colocaram aquela música que diz "suavecito pra baixo, pra baixo", com um mix daquele tipo de música que não lembro direito.
A questão é que eles estavam empatados com o primeiro participante. E marcaram um desempate, no final colocaram uma música brasileira tocada pela banda e foi sucesso, Maurício ganhou e levou não uma, mas as duas jarras. E a gente tava mais feliz pelo álcool não, era porque ele tinha ganhado e mandou muito bem.
Por dentro pensei, depois de ter visto meus peitos, apalpado e chupado à vontade, ele tava mais que motivado e agora eu tinha que mostrar o decote, não me escapava o detalhe, mas me surpreendi quando ele mal chegou com as duas jarras e em segundos me disse no ouvido: "Ganhei as duas, então são 2 botões", mas isso já era mostrar boa parte dos meus peitos e dava pra notar o sutiã.
Ele repetiu de novo e eu falei "pô, agora um eu desabotoo, mas o segundo já ia mostrar meu sutiã em parte", então saí rumo ao banheiro pra ver como ficaria. Desabotoei um e já dava pra ver bem o decote, mas com o segundo botão já ia até praticamente o começo do meio dos meus peitos e eu arrumava em forma de V pra ficar mais estético, mas só conseguia que meus dois peitos se destacassem. Admito que me via meio puta mostrando as tetas e sair assim era sei lá, me olhei de novo no espelho, respirei fundo e saí! Fechei a porta e me encontro no corredor do lado dos homens com o Miguel, que rapidamente me devorou com o olhar e disse.
Miguel: Maria, que decote lindo nessa blusa e você com ela tão desabotoada, vai chamar muita atenção e mais ainda hahaha
Sabíamos bem do que ele tava falando, que me vendo assim eu chamava olhares, mas também ia fazer com que eles se aliviassem em particular pela vista que eu tava dando dos meus peitos.
Maria: Hahaha é que tá calor e me sinto mais confortável assim.
Tentando disfarçar, voltamos os dois conversando, ele dizia que eu tava super gostosa usando a blusa daquele jeito, que eu devia fazer isso mais vezes em Trujillo.
Maria: Haha engraçado, você quer que eu saia por aí alegrando a vida dos outros.
Miguel: Claro! Dá até pra ver um pouco do sutiã, mas fica tranquila, acho que pra usar desse jeito era melhor ter colocado um sutiã menor, que cobrisse menos, mas com um decote igual ao que você tá agora não dá pra notar haha
Maria: Fica feio? Me fala que ainda dá tempo.
Miguel: Não fica feio, só tô dizendo que com um menor ficaria mais estético.
E isso me pegou, me deixou pensando e eu falei vou ao banheiro, tiro o sutiã e fico só de blusa. O que eu tava pensando era uma loucura, ia dar pra ver a caída dos meus peitos e meus bicos podiam aparecer a qualquer momento, ficando daquele jeito.
Acho que os dois últimos shots tavam me fazendo pensar umas merdas, umas idiotices que eu já tava prestes a cometer.
Então voltei ao banheiro e o Miguel me seguiu, ele disse "te espero pra te falar como fica antes de você sair por esse corredor pra área do bar". Tirei o sutiã por dentro da blusa e guardei. Ficava mais estético sim, nisso o Miguel tinha razão, mas era visível que meus dois peitos caíam um pouco pros lados e com a caída dava pra ver que eu tava sem nada por baixo da blusa. Vocês vão ver uma foto que vou postar no meu perfil pra ver como eles ficam de verdade quando eu ando sem sutiã por baixo.
Voltando ao relato, assim que abri a porta, o Miguel se Ficou olhando besta e eu falei: "Tá na cara, né?" enquanto segurava meus peitos de novo. Acho que naquela noite eu tava com mania de fazer isso.
Miguel: Que apareça, não importa, você tá linda e estilosa kkkk.
Maria: Então por que você tá rindo? Malvado kkk.
Miguel: É que Maria, vou te falar uma verdade sincera, mas desse jeito dá pra ver os melões gostosos que você carrega. Andou três passos e eles já tão balançando do jeito que querem kkkk. Você vai ser a inveja do resto da noite.
Maria: Kkkk você tá me forçando a me exibir, seu amigo safado.
Miguel: Me declaro culpado, mas me agradece, na verdade. Agora que você tá mais soltinha essa noite, nunca te vi assim. Sempre foi meio provocante na brincadeira, mas hoje você tá espetacular, Maria.
Maria: Valeu kkkk o que posso dizer? São coisinhas kkkk. Mas para de me olhar assim que me deixa sem graça.
Miguel: Relaxa, na verdade tô te dando o veredito antes de você sair pro bar. Espera, deixa eu arrumar você.
E foi direto arrumar o decote em V que tinha se formado e abriu mais, deixando quase metade do peito de fora. Faltava pouco pro meu mamilo, mas já dava pra ver bem mais. Os dedos dele chegaram a tocar o meio dos meus peitos enquanto mexia na minha blusa.
Maria: Ei, você tá me arrumando ou querendo aproveitar pra roçar nos meus peitos?
Falei num tom de pergunta e de boa, e ele só conseguiu voltar com as mãos, mas dessa vez por baixo da minha blusa, agarrando meus dois peitos com cada mão e me apalpou enquanto sussurrava no meu ouvido:
Miguel: Maria, adoro seus peitos. Sempre olhava de canto e hoje confirmei minhas suspeitas. Você me fascina com essas tetonas! Olha como me deixou duro. E levou minha mão até a calça dele, que já mostrava um pau avantajado.
Foi aí que eu reagi de vez e falei: "Calma, a gente tá no corredor, qualquer um pode ver a gente", como se não tivesse importância que ele ainda tinha as duas mãos brincando com meus peitos e já tava esticando meus mamilos.
Miguel: Você vai sair com os mamilos bem parados pra ficar bem na mostra!
Naquela noite eu tava realmente como outra mulher, já eram duas pessoas que em menos de uma hora estavam apalpando meus peitos. E eu me molhava e me molhava de novo.
Miguel: Agora você tá pronta!
Ele disse isso enquanto dava os últimos puxões nos meus mamilos por dentro da minha blusa, foi meio bruto, uma mistura de dor e excitação pra mim. Como resultado, eles ficaram bem pontudos e eu saí rumo ao bar com toda a atitude!
Cheguei num passo acelerado com os caras e, quando me viram, tentavam disfarçar os olhares, mas claramente perceberam que eu tava sem sutiã por baixo. Começamos a brindar com a cerveja que desceu como água, já misturando dois tipos de drinks mais a cerveja, foi aí que eu detonei, acho, porque lembro da minha atitude muito mais relaxada do que vinha sendo até aquele momento.
A banda ia tocar por mais uma hora até as 4 da manhã e pedimos a última garrafa de gin, com essa garrafa a gente com certeza ia morrer haha.
Eu já tava meio eufórica, falando mais alto e, principalmente, rindo de todas as besteiras que a gente falava.
Carlos me provocava por causa do Maurício, que tava dando em cima do menino, que era uma pegadora de novinho. Eu afirmava que ele é que se grudava, embora admitisse que o garoto me caía bem hahaha.
A gente continuava cantando junto as músicas e dançando meio em grupo. Aí Maurício voltou ao ataque, de forma natural me pegou pela cintura pelo lado e me girou pra dançar mais a dois, e a gente acabou no meio, dançando até o chão com os caras nos incentivando. É uma das coisas que lembro, porque depois só por momentos, até que a gente já tava saindo do lugar.
Lembro que Miguel também me puxou pra dançar, no final a gente acabou em doses de gin pra zerar a garrafa, e a gente tinha que achar um hotel pra pelo menos dormir umas 5 horas até voltar mais tarde pra Trujillo dirigindo.
Saímos do bar andando em direção à beira do rio, onde tinham outros bares que ainda estavam abertos. abertos.
Eu tava toda sorridente, andando como dava, tava bêbada e eles falaram "vamos achar um lugar pra passar umas horas, descansar, e depois, se a cabeça permitir, comer alguma coisa".
Eu tava com minha bolsa e do meu lado veio o Miguel, que tava meio cambaleando e se apoiava em mim, e eu nele. O Maurício também tentava andar do meu lado, e o Carlos disse pra gente caminhar uns 5 minutos, que tinham passado o endereço de um hotel decente pra ver se a gente conseguia ficar umas horas, pelo menos.
O Maurício, o Javier e a namorada dele estavam com a gente. Quando chegamos, ele lembrou que o cara da recepção não queria alugar por umas horas, e a tarifa era muito alta pra pagar inteira. Foi aí que o Maurício disse que conhecia outro, uns 10 minutos adiante, do outro lado da praia, decente — e mais, já tinha se hospedado lá, brincando que tinha ido com outra mulher. Eu por dentro tava rindo, e tomei a iniciativa de ir logo pra esse hotel, largar as coisas e sair pra pegar alguma comida rápida, pra depois descansar.
No caminho, o Carlos e o Javier estavam muito mal, queriam vomitar e tropeçavam pra caralho. Acho que a gente demorou o dobro pra chegar nesse hotel, que até que era bonitinho. Dessa vez o senhor deixou a gente ficar. Aí era hora de ir buscar o carro. O Miguel foi com o Carlos, e o Maurício com os amigos dele se despedindo. Eu ia ficar na recepção esperando, porque tava me dando um puta enjoo andar bêbada e tava com fome, haha.
Maria: "Gente, vou esperar vocês aqui, já não aguento mais. E, de quebra, por favor, achem um hambúrguer, alguma coisa pra comer, o que encontrarem, por favor!"
Carlos: "Mal dou conta de mim mesmo pra buscar o carro e as coisas."
Miguel: "É, vou com ele pra ele não se esborrachar, hahaha."
Maria: "Não façam merda e venham com cuidado."
Maurício: "Bom, a gente já vai."
Javier: "É, já tá meio tarde, vamos pedir um táxi pra Chiclayo."
Maria: "Foi um prazer, galera. Foi uma boa noite."
Continua.
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