Bom, como é que cês tão? Faz tempo que não escrevo... Até tive umas experiências aqui e ali nesse último ano, mas a real é que não tinha muito o que contar. Porém, hoje tô aqui pra retomar uma parada que deixei pendurada há uns meses já.
A parada é que no meu último relato, eu tinha contado que a namorada de um amigo me pediu pra comer ela. Eles iam se casar, ela dizia que precisava transar comigo, que minha esposa tinha contado umas paradas, que ela com meu amigo não se dava bem e que queria se despedir da solteirice com uma experiência diferente. Quando contei aqui, muitos de vocês falaram pra eu meter a rola e outros tantos disseram que a guria era uma puta, que se o cara era meu amigo de verdade, eu tinha que contar tudo porque a mina ia continuar traindo ele mesmo depois de casados, etc etc.
A real é que decidi não fazer nada, não dei bola pra guria, não contei nada pra ele e fingi demência. Eles casaram, são felizes e a amizade continua firme e cada vez mais forte. Nesse tempo todo, a gente compartilhou jantares, saídas, dias de praia, uma relação harmoniosa, bonita, e aquela situação chata tinha ficado no passado, e até dava pra jurar que nunca tinha rolado... Só que tudo foi pro caralho na sexta.
Aqui no litoral, tá terminando a festa da cerveja em Santa Clara, e na sexta, além da breja e da comida, quem fechava a noite era o Mario Luis. Então fomos nós: meu amigo, a esposa dele, outro amigo e eu (minha mulher não foi porque tava se sentindo mal), pra comer, beber e dançar um pouco. A noite tava legal, mesmo ameaçando cair um temporal, no fim não deu nada. O calor convidava a beber, e a real é que a gente exagerou um pouco... O outro amigo, que não faz parte da história, quando o Mario Luis começou a tocar, foi embora, e a gente ficou. Meu amigo e a esposa dele estavam realmente animados, dançavam, bebiam, riam. Eu me segurei um pouco quando o show começou, porque sabia que na volta... Ia ser foda, na noite anterior tinham feito várias blitz, então a partir daquele momento parei de beber. A verdade é que foi tudo muito bom, Mario Luis arrasou, e foi tão bom que nem percebi que meu amigo tinha ficado muito bêbado. A gente tinha ido tudo no meu carro, então eu era o responsável por dirigir... Esse arrombado mal conseguia andar, então tivemos que carregar ele quase arrastando, mas a mulher dele também não tava melhor. Abrimos a porta do Sandero, jogamos ele como um saco de batatas no banco de trás e ela sentou na frente comigo.
Não foi bem a gente sair de Santa Clara, essa filha da puta que tava claramente bêbada começou a pegar nas próprias tetas, a acariciar as pernas. Eu me fiz de besta, que não tava olhando, até que num momento que fui trocar a marcha, ela pegou na minha mão e levou pra perna dela. Minha reação foi instantânea, tirei a mão e olhei pra ela pra falar que era maluca, mas essa puta mostrou a língua e riu... "Cê é louca, ele tá atrás..." falei, e ela caiu na risada e respondeu "Não seja cagão, ele tá todo destruído, não percebe nada". Falei pra ela não encher o saco, que ia dar merda, e continuei dirigindo. A grande puta caiu na risada, e enquanto a gente ia pra casa dela, num momento ela abaixou a alça e ficou com uma teta de fora, se masturbava, se acariciava bem sexy. Já tava começando a ficar excitado... Pedi pra ela se cobrir, pra não ser idiota, que podiam nos ver (na festa da cerveja vai muita gente de Mar del Plata) e ela caiu na risada de novo mas me obedeceu. A verdade é que queria chegar na casa desses dois o mais rápido possível pra deixar eles na porta e vazar. Mas não tive sorte, esse arrombado continuava destruído, mal respondia quando eu falava, então do mesmo jeito que subimos ele, tivemos que descer. Antes disso, abrir o portão da casa, a porta, etc...
O problema foi quando a gente colocou ele pra dentro, levamos pro quarto e jogamos na cama. Quando ele caiu... Sobre o colchão, a gente se olhou, eu e a gostosa, e sorrimos com cumplicidade.
Saímos rápido e em silêncio pra não acordar ele...
Assim que saí do quarto, senti uma sensação estranha no corpo. A gostosa é bonita, tem uma vibe, lembrei da parada do carro e tudo ficou esquisito. Então, rapidamente, fui direto pra porta de casa (a casa é nos fundos, na frente tem tipo um pátio, tudo fechado com um muro e o portão é de ferro, não dá pra ver nada da rua) e ela me seguiu bem pertinho.
Assim que saímos pro pátio, ela me agarrou pelo braço como se quisesse que eu parasse de andar. Rapidamente, me olhou, agradeceu por tudo que fiz por eles e me abraçou. Até aí tudo bem, levei na boa... Mas do nada, ela começou a passar a mão na minha bunda e se apertar contra mim... nessa hora a gente se olhou, ela sorriu e disse: "você não sai daqui até me foder" e partiu pra cima. Desviei o beijo, segurei ela pelos braços e empurrei pro lado: "qual é, mina? Cê tá louca? Para com isso", falei, mas ela nem ligou. De novo, me olhou, baixou as duas alças e ficou de peitos de fora... Me encarou e disse: "vem, chupa eles, não seja viado que nem seu amigo" e avançou de novo. As mãos dela foram direto pro meu pau e começou a me apalpar por cima da bermuda. Quando vi, ela já tava tirando meu cinto e ajoelhada, enfiando ele na boca... pfff, o jeito que essa mulher chupava pau, incrível, voraz, infernal, agressiva. Ela passava a língua na cabeça, me chupava devagar, de repente engolia tudo, cuspia, tirava da boca e me punhetava com as mãos, e de novo enfiava tudo pra dentro. Era infernal... Tive que me apoiar na parede do lado pra não cair com a chupada de pau que ela tava me dando. Já não dava mais pra me segurar, a seriedade e a atitude de não fazer nada foram pro caralho, já tava na dança e tinha que dançar. Segurei a cabeça dela e comecei a apertar contra mim, fazendo ela engolir tudo por um tempo, tinha tirado, a queria fazer uma merda. Quando tirei da boca dela, ela tava com os olhinhos lacrimejando, mas com um sorriso lindo, de maluca, de uma gostosa que tinha conseguido o que queria. Ela tirou a camiseta, ficou de peitos de fora, encaixou meu pau entre aqueles dois peitinhos pequenos mas durinhos e começou a me esfregar... Nenhum dos dois lembrava mais do meu amigo, que tava bêbado na cama, a poucos passos de onde a gente tava. Quando senti que já tava bem duro, agarrei ela pelos pulsos, levantei e fiz ela girar, ficando de costas pra mim. Ela tava usando uma daquelas saias indianas, meio de malha, então só precisei levantar pra bunda dela ficar à disposição pra mim... Apoiei meu pau entre as nádegas dela, com as duas mãos agarrei firme os peitos dela e falei no ouvido: "você queria que eu te comesse, né? aguenta agora" e mordi a orelha dela, fazendo ela soltar um gemidinho. "sim, viado, me come toda, me come toda" foi a resposta dela. Tava com o pau duríssimo, e já tava esfregando na buceta dela. Mas tinha um problema, não tinha camisinha e não ia meter no pelo. Então falei: "gata, não temos camisinha" e ela respondeu: "eu me cuido, não dá nada, mete mesmo assim"... eu caí na risada e falei que ela era doida. Enquanto isso, ia tocando a buceta dela, tava toda molhada a gostosa, e o clitóris dela tava duro que nem pedra. "Não seja viado, me come, me come, preciso de você dentro de mim" ela disse, e diante da minha segunda recusa, ela falou: "faz no meu cu, faz no meu cu". Ouvir aquilo foi a glória, então na hora desci pra chupar o cu dela e meter uns dedos. Rapidamente percebi que aquele cu já tava bem preparado, então não foi difícil dilatar e ter dois dedos entrando e saindo. Ela gemia e escondia a cabeça bem perto da parede... até que me agarrou pelo cabelo, me fez levantar e disse: "mete"... Não fiz questão de esperar muito, encaixei na porta do cu dela e empurrei a cabeça devagar, bem devagar até entrar. Depois que entrou a cabeça, cabeça, fiquei parado, e ela mesma começou a se mexer e a enfiar a pica bem fundo... Uma sensação muito gostosa foi sentir aquela bunda se abrindo e engolindo minha pica. O convite pra começar a furar ela já tava feito, então segurei ela pela cintura e comecei a serrar... Meti com tanta vontade, enquanto minhas bolas batiam na bunda dela, ela pedia pra eu continuar, "amo, amo, me dá, me dá pica" ela falava toda hora. Levei a sério, e em silêncio, sem falar nada, peguei o ritmo e fui metendo cada vez mais forte, mais intenso. Adorava ver o cabelo dela balançando, me dava tesão ver ela rebolar a cintura. A gente tava no escuro do quintal, ao ar livre, com uma luz fraca da varanda da casa que batia na altura da cintura. Meu corpo tava suado, num movimento tirei a bermuda que tava enroscada numa das minhas pernas, e continuei metendo mais forte. Não sei quanto tempo passou, pra mim não foi muito, quando comecei a ouvir ela gemer e ela fala "você me mata, você me mata" e de repente sinto a pica molhada. Ela tava gozando na pica. Isso me deixou louco... tava bem enfiado nela e sentia a cabeça endurecendo cada vez mais, sinal de que ia gozar. Avisei e falei "encho você ou você toma?". "Quero dentro, tudo dentro" ela disse e eu obedeci... com uma mão segurei firme na cintura dela e com a outra peguei no cabelo e puxei ela pra mim... Levei minha boca até o ouvido dela e com um grunhido, soltei toda a porra dentro. Me esvaziei na bunda dela, ela me agarrou pelo cu pra eu não sair. Deixei até a última gota. Quando tirei, ela se ajoelhou, limpou, olhou nos meus olhos e riu; eu também ri, o que mais eu ia fazer?
Vesti a bermuda, ela colocou a camiseta dela e abriu o portão pra mim. Entrei no Sandero e voltei pra casa feito um bebê.
Sábado ao meio-dia meu amigo me escreveu, agradeceu por ter levado ele e por toda a confusão que causei. A verdade é que não senti nada, nem culpa, nem vergonha. Nada disso. Ela também me escreveu, também me agradeceu, disse que se divertiu muito, que transar comigo foi exatamente como ela esperava e sonhava, mas que não ia estragar o casamento dela nem interferir na amizade que tenho com o marido dela. Disse pra eu ficar tranquilo, que isso nunca tinha acontecido e que nunca contaria nada. Agradeci, falei que também curti, mas que concordava com o que ela propôs. Ela disse que sabia, riu e fechou dizendo: "um dia, se teu amigo se animar a chamar mais alguém pra cama, você vai ser o primeiro que vou convidar, hahaha" e pronto.
Fim de uma história que começou há um tempão atrás...
A parada é que no meu último relato, eu tinha contado que a namorada de um amigo me pediu pra comer ela. Eles iam se casar, ela dizia que precisava transar comigo, que minha esposa tinha contado umas paradas, que ela com meu amigo não se dava bem e que queria se despedir da solteirice com uma experiência diferente. Quando contei aqui, muitos de vocês falaram pra eu meter a rola e outros tantos disseram que a guria era uma puta, que se o cara era meu amigo de verdade, eu tinha que contar tudo porque a mina ia continuar traindo ele mesmo depois de casados, etc etc.
A real é que decidi não fazer nada, não dei bola pra guria, não contei nada pra ele e fingi demência. Eles casaram, são felizes e a amizade continua firme e cada vez mais forte. Nesse tempo todo, a gente compartilhou jantares, saídas, dias de praia, uma relação harmoniosa, bonita, e aquela situação chata tinha ficado no passado, e até dava pra jurar que nunca tinha rolado... Só que tudo foi pro caralho na sexta.
Aqui no litoral, tá terminando a festa da cerveja em Santa Clara, e na sexta, além da breja e da comida, quem fechava a noite era o Mario Luis. Então fomos nós: meu amigo, a esposa dele, outro amigo e eu (minha mulher não foi porque tava se sentindo mal), pra comer, beber e dançar um pouco. A noite tava legal, mesmo ameaçando cair um temporal, no fim não deu nada. O calor convidava a beber, e a real é que a gente exagerou um pouco... O outro amigo, que não faz parte da história, quando o Mario Luis começou a tocar, foi embora, e a gente ficou. Meu amigo e a esposa dele estavam realmente animados, dançavam, bebiam, riam. Eu me segurei um pouco quando o show começou, porque sabia que na volta... Ia ser foda, na noite anterior tinham feito várias blitz, então a partir daquele momento parei de beber. A verdade é que foi tudo muito bom, Mario Luis arrasou, e foi tão bom que nem percebi que meu amigo tinha ficado muito bêbado. A gente tinha ido tudo no meu carro, então eu era o responsável por dirigir... Esse arrombado mal conseguia andar, então tivemos que carregar ele quase arrastando, mas a mulher dele também não tava melhor. Abrimos a porta do Sandero, jogamos ele como um saco de batatas no banco de trás e ela sentou na frente comigo.
Não foi bem a gente sair de Santa Clara, essa filha da puta que tava claramente bêbada começou a pegar nas próprias tetas, a acariciar as pernas. Eu me fiz de besta, que não tava olhando, até que num momento que fui trocar a marcha, ela pegou na minha mão e levou pra perna dela. Minha reação foi instantânea, tirei a mão e olhei pra ela pra falar que era maluca, mas essa puta mostrou a língua e riu... "Cê é louca, ele tá atrás..." falei, e ela caiu na risada e respondeu "Não seja cagão, ele tá todo destruído, não percebe nada". Falei pra ela não encher o saco, que ia dar merda, e continuei dirigindo. A grande puta caiu na risada, e enquanto a gente ia pra casa dela, num momento ela abaixou a alça e ficou com uma teta de fora, se masturbava, se acariciava bem sexy. Já tava começando a ficar excitado... Pedi pra ela se cobrir, pra não ser idiota, que podiam nos ver (na festa da cerveja vai muita gente de Mar del Plata) e ela caiu na risada de novo mas me obedeceu. A verdade é que queria chegar na casa desses dois o mais rápido possível pra deixar eles na porta e vazar. Mas não tive sorte, esse arrombado continuava destruído, mal respondia quando eu falava, então do mesmo jeito que subimos ele, tivemos que descer. Antes disso, abrir o portão da casa, a porta, etc...
O problema foi quando a gente colocou ele pra dentro, levamos pro quarto e jogamos na cama. Quando ele caiu... Sobre o colchão, a gente se olhou, eu e a gostosa, e sorrimos com cumplicidade.
Saímos rápido e em silêncio pra não acordar ele...
Assim que saí do quarto, senti uma sensação estranha no corpo. A gostosa é bonita, tem uma vibe, lembrei da parada do carro e tudo ficou esquisito. Então, rapidamente, fui direto pra porta de casa (a casa é nos fundos, na frente tem tipo um pátio, tudo fechado com um muro e o portão é de ferro, não dá pra ver nada da rua) e ela me seguiu bem pertinho.
Assim que saímos pro pátio, ela me agarrou pelo braço como se quisesse que eu parasse de andar. Rapidamente, me olhou, agradeceu por tudo que fiz por eles e me abraçou. Até aí tudo bem, levei na boa... Mas do nada, ela começou a passar a mão na minha bunda e se apertar contra mim... nessa hora a gente se olhou, ela sorriu e disse: "você não sai daqui até me foder" e partiu pra cima. Desviei o beijo, segurei ela pelos braços e empurrei pro lado: "qual é, mina? Cê tá louca? Para com isso", falei, mas ela nem ligou. De novo, me olhou, baixou as duas alças e ficou de peitos de fora... Me encarou e disse: "vem, chupa eles, não seja viado que nem seu amigo" e avançou de novo. As mãos dela foram direto pro meu pau e começou a me apalpar por cima da bermuda. Quando vi, ela já tava tirando meu cinto e ajoelhada, enfiando ele na boca... pfff, o jeito que essa mulher chupava pau, incrível, voraz, infernal, agressiva. Ela passava a língua na cabeça, me chupava devagar, de repente engolia tudo, cuspia, tirava da boca e me punhetava com as mãos, e de novo enfiava tudo pra dentro. Era infernal... Tive que me apoiar na parede do lado pra não cair com a chupada de pau que ela tava me dando. Já não dava mais pra me segurar, a seriedade e a atitude de não fazer nada foram pro caralho, já tava na dança e tinha que dançar. Segurei a cabeça dela e comecei a apertar contra mim, fazendo ela engolir tudo por um tempo, tinha tirado, a queria fazer uma merda. Quando tirei da boca dela, ela tava com os olhinhos lacrimejando, mas com um sorriso lindo, de maluca, de uma gostosa que tinha conseguido o que queria. Ela tirou a camiseta, ficou de peitos de fora, encaixou meu pau entre aqueles dois peitinhos pequenos mas durinhos e começou a me esfregar... Nenhum dos dois lembrava mais do meu amigo, que tava bêbado na cama, a poucos passos de onde a gente tava. Quando senti que já tava bem duro, agarrei ela pelos pulsos, levantei e fiz ela girar, ficando de costas pra mim. Ela tava usando uma daquelas saias indianas, meio de malha, então só precisei levantar pra bunda dela ficar à disposição pra mim... Apoiei meu pau entre as nádegas dela, com as duas mãos agarrei firme os peitos dela e falei no ouvido: "você queria que eu te comesse, né? aguenta agora" e mordi a orelha dela, fazendo ela soltar um gemidinho. "sim, viado, me come toda, me come toda" foi a resposta dela. Tava com o pau duríssimo, e já tava esfregando na buceta dela. Mas tinha um problema, não tinha camisinha e não ia meter no pelo. Então falei: "gata, não temos camisinha" e ela respondeu: "eu me cuido, não dá nada, mete mesmo assim"... eu caí na risada e falei que ela era doida. Enquanto isso, ia tocando a buceta dela, tava toda molhada a gostosa, e o clitóris dela tava duro que nem pedra. "Não seja viado, me come, me come, preciso de você dentro de mim" ela disse, e diante da minha segunda recusa, ela falou: "faz no meu cu, faz no meu cu". Ouvir aquilo foi a glória, então na hora desci pra chupar o cu dela e meter uns dedos. Rapidamente percebi que aquele cu já tava bem preparado, então não foi difícil dilatar e ter dois dedos entrando e saindo. Ela gemia e escondia a cabeça bem perto da parede... até que me agarrou pelo cabelo, me fez levantar e disse: "mete"... Não fiz questão de esperar muito, encaixei na porta do cu dela e empurrei a cabeça devagar, bem devagar até entrar. Depois que entrou a cabeça, cabeça, fiquei parado, e ela mesma começou a se mexer e a enfiar a pica bem fundo... Uma sensação muito gostosa foi sentir aquela bunda se abrindo e engolindo minha pica. O convite pra começar a furar ela já tava feito, então segurei ela pela cintura e comecei a serrar... Meti com tanta vontade, enquanto minhas bolas batiam na bunda dela, ela pedia pra eu continuar, "amo, amo, me dá, me dá pica" ela falava toda hora. Levei a sério, e em silêncio, sem falar nada, peguei o ritmo e fui metendo cada vez mais forte, mais intenso. Adorava ver o cabelo dela balançando, me dava tesão ver ela rebolar a cintura. A gente tava no escuro do quintal, ao ar livre, com uma luz fraca da varanda da casa que batia na altura da cintura. Meu corpo tava suado, num movimento tirei a bermuda que tava enroscada numa das minhas pernas, e continuei metendo mais forte. Não sei quanto tempo passou, pra mim não foi muito, quando comecei a ouvir ela gemer e ela fala "você me mata, você me mata" e de repente sinto a pica molhada. Ela tava gozando na pica. Isso me deixou louco... tava bem enfiado nela e sentia a cabeça endurecendo cada vez mais, sinal de que ia gozar. Avisei e falei "encho você ou você toma?". "Quero dentro, tudo dentro" ela disse e eu obedeci... com uma mão segurei firme na cintura dela e com a outra peguei no cabelo e puxei ela pra mim... Levei minha boca até o ouvido dela e com um grunhido, soltei toda a porra dentro. Me esvaziei na bunda dela, ela me agarrou pelo cu pra eu não sair. Deixei até a última gota. Quando tirei, ela se ajoelhou, limpou, olhou nos meus olhos e riu; eu também ri, o que mais eu ia fazer?
Vesti a bermuda, ela colocou a camiseta dela e abriu o portão pra mim. Entrei no Sandero e voltei pra casa feito um bebê.
Sábado ao meio-dia meu amigo me escreveu, agradeceu por ter levado ele e por toda a confusão que causei. A verdade é que não senti nada, nem culpa, nem vergonha. Nada disso. Ela também me escreveu, também me agradeceu, disse que se divertiu muito, que transar comigo foi exatamente como ela esperava e sonhava, mas que não ia estragar o casamento dela nem interferir na amizade que tenho com o marido dela. Disse pra eu ficar tranquilo, que isso nunca tinha acontecido e que nunca contaria nada. Agradeci, falei que também curti, mas que concordava com o que ela propôs. Ela disse que sabia, riu e fechou dizendo: "um dia, se teu amigo se animar a chamar mais alguém pra cama, você vai ser o primeiro que vou convidar, hahaha" e pronto.
Fim de uma história que começou há um tempão atrás...
3 comentários - Com a esposa do meu amigo