Pois eu também escrevi pro namorado da Eva pra ele publicar como conheci ela e, embora infelizmente não tenha comido a namorada dele, fui testemunha de como, de surpresa, outros caras comeram. O mais engraçado é que foi o próprio Rubén quem me apresentou ela e me colocou de bandeja, toda peladinha, sem imaginar o que ia acontecer com a namorada dele.
Minha paixão é o surfe, pratico há anos, e naquela época eu tinha 22 anos, um corpaço sem um grama de gordura, definido e bem sarado, porque passava o dia surfando e, sinceramente, também transando. Embora tivesse pegado muitas minas, nenhuma era tão gostosa quanto a Eva. Uff, toda vez que lembro daquele rabo perfeito e macio da loira, acabo batendo uma.
Naquela época, junto com meu sócio, Fran, dava aulas de surfe e a gente tinha uma pequena lojinha na orla onde guardávamos as pranchas.
Eu tava preparando minha prancha, tinha uma chuvinha fina e quase ninguém na praia. Aí apareceu o Rubén na minha vida, ele queria dar um curso de surfe de presente pra namorada dele.
- Desculpa te incomodar, sou o Rubén e tô procurando informações sobre surfe. Tava fazendo esporte na praia, te vi e, por acaso, tava pensando no que dar de presente pra minha namorada.
Sinceramente, não entendia direito o que aquele cara de moletom queria, porque ele começou a enrolar muito e parecia que a única coisa que ele queria era que a namorada dele tivesse umas aulas de surfe, mas eu percebia ele meio nervoso, meio indeciso, ansioso. Ele falava com o olhar no chão.
- Na verdade, talvez ela não goste do presente, mas não sei o que dar, e sempre que a gente vem pra praia, ela fica um tempão olhando os surfistas e já comentou que adoraria surfar.
Muitas minas aparecem na área onde a gente costuma surfar, quase no fim da praia, somos muitos surfando lá e não vou mentir se disser que todos nós éramos uns gostosos.
O Rubén tava super nervoso, eu não conseguia entender tanta ansiedade só pra contratar uma aula de surf.
- Você fica falando direto que sua namorada tem uma peculiaridade, ela tem alguma deficiência que atrapalha praticar surf?
- Não, não, não é isso, sério... é... é, minha namorada é que, não, não sei... é, não sei, ela não tem deficiência nenhuma
- Então me diz que peculiaridade é essa?
- É que ela é um pouco... não sei bem como explicar.
E finalmente ele soltou, disse que a namorada dele era nudista.
- E queria entrar em contato com o curso pra poder fazer isso pelada
- Mas como assim pelada? De peito de fora?
- Não, mais
- De peito de fora e fio dental?
- Não, nudista total
- Mas você quer que ela surfe com a xereca toda de fora?
- Xereca?
- Bom, com a buceta, a perseguida, a ppk toda de fora?
- Claro, já te falei que ela é nudista.
- Então não sei.
- Relaxa, já imaginava que não dava, mas como ela adora fazer tudo que pode pelada, achei que seria um presente legal.
Achei que a namorada dele fosse um bagulho feio e comentei
- Bom, a gente dá a aula numa parte da praia que não é de nudismo. Na real, essa praia não tem área de nudismo nenhuma, a gente faz no final da praia, uma área mais tranquila.
- Sim, eu sei, por isso eu queria... queria, isso... desculpa, tô meio nervoso, queria, por isso queria perguntar se dava pra fazer a atividade pelada. Mesmo a praia não sendo de nudismo, quando a gente vem ou ela vem sozinha pra essa praia, minha namorada não usa biquíni.
Nessa hora lembrei que umas duas vezes a gente tinha visto uma loira que era uma gostosa, com um coelhinho loiro lindo, e que era o comentário geral por vários dias na praia, já que era a única que ficava pelada e era muito gostosa.
Se aquela loira gostosa tava acompanhada do Rubén, a verdade é que nunca tínhamos reparado nela.
Confesso que comecei a ficar excitado, não tinha visto bem aquela mina. Só de longe um par de vezes, mas se era a mesma loira, puta merda. O comentário geral era que ela era muito gostosa, pra caralho. Eu precisava ter certeza.
— Cê não tem uma foto da sua namorada?
Rubén abriu a pochete, tirou a carteira e de lá duas fotos da Eva. Uma era uma foto do rosto dela, tipo de documento, e na outra ele aparecia com ela. Era de meio corpo e os dois estavam numa praia com o torso nu. Resumindo, dava pra ver uns peitões impressionantes. A mina era uma delícia, linda pra caralho.
Chamei meu parceiro Fran, que estava colocando as pranchas de surf na areia, na expectativa de que o tempo melhorasse e os turistas chegassem.
Fran é muito gente boa, mas preciso dizer que tato e delicadeza com os clientes ele nunca teve. A gente explicou isso pra ele.
— Mas então você não se importa que ela esteja mostrando os peitos e com toda a buceta de fora?
— Não, porque ela gosta e o corpo é algo natural.
— Mas com tudo de fora e todo mundo olhando pra ela?
Depois de perguntar umas 14 vezes, mas trocando algumas palavras, combinamos que no dia seguinte ele viesse acompanhado da namorada.
No dia seguinte, Rubén apareceu com a Eva. A foto não fazia justiça a ela — era muito mais gostosa.
O presente tinha encantado ela e ela tava doida pra começar as aulas. E tava uma gostosa, toda sorridente e feliz com o presente do namorado.
Tava na nossa sede nós quatro, a Eva e o Rubén, e eu com meu sócio. Quando não passou nem dois minutos, eu ouvi:
— Eva, acho que se você vai fazer o curso com a gente pelada, melhor já mostrar essa buceta pra gente ir acostumando a ver — comentou o Fran.
O Fran, que já falei que não tem muito tato, foi quem falou isso. Não tinha nem 2 minutos que a gente tinha conhecido a Eva e ele já mandou na frente do namorado dela pra ela mostrar a xereca. Eu completei, pra fazer parecer que era uma brincadeira do meu sócio:
— É, senão a gente vai ficar o tempo todo disfarçando pra olhar. Esticando tanto o pescoço que vai dar torcicolo, hehehe.
Claro, tanto o comentário do Fran quanto o meu eram brincadeira. Insisto, era zoeira, então a gente ficou muito surpreso com a atitude da mina.
— Eles têm toda razão, né, amor? — disse a Eva, virando pro Rubén. — Deixa eu tirar a calcinha na frente desses caras, meu bem? A Eva falou num tom sexy, mas dava pra ver que era só pra entrar na brincadeira. Pelo menos a gente pensou isso.
— Eva, se é importante pros instrutores — disse o Rubén.
A Eva puxou a calcinha branca até os joelhos, e eu e meu sócio pudemos, pela primeira vez, admirar aquela maravilha rosadinha!
Eu e meu sócio não acreditávamos.
Depois, ela se aproximou do meu parceiro ainda com a calcinha nos joelhos e, se apoiando no ombro dele pra não perder o equilíbrio, tirou a calcinha e entregou pro namorado guardar (pelo que li, é uma das poucas vezes que a Eva tira a calcinha na frente de um estranho e não perde ela, hehe).
Eva virou de costas...
Já dava pra ver um pouquinho daquele tesão alheio que ela tem entre as pernas...
depois colocou as mãos nas nádegas dela e fez o impensável, ABRIU AS BUNDAS PRA MOSTRAR PRA GENTE AQUELA BUÇETA DELICIOSA!
- Caralho, ela abriu as pernas inteirinha.
- Claro, era um comentário do meu parceiro Fran, que olhava hipnotizado para a entreperna da Eva.
Eu, pessoalmente, não conseguia articular palavra. Estávamos ali no nosso pequeno local, com o namorado dela na frente. E mais, o namorado dela segurava na mão a calcinha branquinha da namorada. Não conseguia parar de admirá-la. Estava tão perto que senti um cheiro gostoso de buceta limpa. O silêncio constrangedor depois da besteira que meu sócio falou foi quebrado pela Eva.
- Como podem ver, uma bucetinha normal.
Normal, normal não era. Tinha uma xereca linda; porque o namorado dela estava na frente, senão eu teria baixado meu short e começado a meter nessa Promíscua que estava sem calcinha e de pernas bem abertas, se tocando na ppk na nossa frente. Com a outra mão, ela descobriu a capinha do clitóris para se expor toda. A mina estava nos dando um tour completo pela buceta dela! Eu falei alto sem perceber o que passava na minha cabeça naquele momento:
- É a buceta mais gostosa que já vi na vida.
Eva sorriu em sinal de agradecimento pelo elogio. O namorado dela não disse nada, e Fran, se virando pro Rubén, falou:
- Pelo visto, não te incomoda que a gente admire sua namorada.
- Não, não me incomoda. Tenho total confiança na Eva, e ela gosta de fazer nudismo. É normal que no começo vocês admirem tanta beleza, porque minha namorada é linda, mas a experiência nos diz, porque já fizemos isso com amigos, que logo vocês vão se acostumar com o corpo nu da minha namorada. O corpo nu não tem nenhum componente sexual pra gente, e além disso, confio na fidelidade absoluta da minha namorada.
Rubén fez essa afirmação e ganhou um beijão da namorada, que naquele momento fechou as pernas para se aproximar dele e dar o beijo, o que nos permitiu admirar a raba da namorada dele. Infelizmente, o que Rubén não sabia naquela altura é que, no tempo que estavam namorando, a namorada dele já tinha sido infiel e tinha Comido por todo o time de basquete, parte da diretoria e até o reitor da Universidade... Pelo que sei agora, calculo que, desde que começaram a namorar, pelo menos sessenta caras já tinham enfiado em pelo menos um dos três buracos da namorada dele, quando não nos três. Mas ainda faltava muito tempo até Rubén descobrir que estavam se aproveitando da ingenuidade da pobre namorada dele.
Fazia muito calor no nosso escritório, o que fazia a umidade do suor dar um brilho sensual na buceta da Eva.
— Bom, para de falar do meu coelhinho. De qualquer forma, muito obrigada pelos elogios, vocês vão me fazer ficar vermelha — Eva colocou as mãos na virilha, marcando a bucetinha gostosa dela e fazendo a rachinha se abrir — a verdade é que eu também gosto muito — disse sorrindo.
Eu não sei o que vocês acham, mas uma coisa é a namorada dele ser nudista e não se importar de ficar pelada na praia, outra bem diferente é sentar numa mesa com as pernas abertas mostrando a xereca toda pra dois desconhecidos e abrindo bem os lábios menores pra mostrar tudo com detalhe. E isso na frente do namorado!
Eva desceu da mesa e, sem arrumar a minissaia que estava na cintura, virou-se e, enquanto empinava a bunda pra fora e abria um pouco as pernas, disse:
— E essa é minha raba.
Caralho, que rabão que a gente tinha a pouco mais de dois metros. A gente já tinha visto ela de relance, mas agora ela tava de bunda pra gente, olhando direto pra nós. E como ela tinha separado um pouco as pernas, dava pra ver claramente a buceta dela protegida por aqueles pelinhos loiros.
Vocês podem imaginar como eu e meu colega estávamos de pau duro, dava pra ver claramente nos nossos sungões que a gente tava com uma ereção total. Garanto que não tava de sunga colada, mas dava pra notar.
Pedimos pra ela se despir completamente, confirmando o que já sabíamos pela foto: ela também tinha uns peitões bons.
A Eva foi deixando toda a roupa dela, bom, a camiseta e a minissaia apoiadas na mesa, e o namorado dela continuava guardando a calcinha dela.
A Eva tava completamente pelada no nosso escritório. Comentei, na frente do namorado dela, que ela ia ter que aparar um pouco o volume dos pelos da buceta. Na real, não tinha motivo especial, eu só queria falar da xereca da Eva na frente do namorado dela, o Rubén, enquanto a namorada dele ficava totalmente nua na nossa frente.
O Rubén perguntou quanto volume ela teria que aparar e por que os pelos pubianos atrapalhavam o surfe. Não tinha resposta, então improvisei. Confesso que fiquei meio puto com a pergunta do Rubén, porque entendi que ele queria salvar a dignidade dele como homem, já que a namorada dele tava pelada na frente de dois estranhos. Então, aproximei meu rosto a uns dois centímetros da xota da namorada dele e, nessa posição, comentei:
- Bom, a principal razão é que, como a prancha é áspera, todos os pelinhos da periquita vão ficar grudados na prancha, e também vai ser bom pra que o Fran não fique mais atento à buceta da Eva do que dando a aula.
- É verdade, não consigo tirar os olhos daquele triângulo loiro que ela tem entre as pernas. O dia tá ruim pra sair pra surfar com uma iniciante, mas o mais incrível é que a gente pode curtir o corpaço que a sua namorada Eva tem. Rubén, me desculpa se eu exagerei. mas é que a sua mina é uma gostosa, ela tem uns peitões e uma buceta impressionante. Tinha que falar e tá falado.
Já falei que o Fran era um bruto absoluto, a Eva estava totalmente relaxada e sorrindo, mas dava pra ver que o Rubén tava super desconfortável. Pra mudar de assunto, o Rubén começou a falar do tempo ruim.
- "A verdade é que o dia tá horrível pra surfar" - ele disse, tentando amenizar o clima da conversa, mas sem sucesso, porque o Fran insistiu.
- "O dia pode estar horrível, mas a sua mina tá uma gostosa. Desculpa se eu passei do ponto, mas eu insisto que ela tem uns peitos e uma buceta que são de comer de joelhos" - foi o que o Fran falou em seguida.
Não sei bem por que, mas eu entrei na onda dos comentários sem noção do meu colega.
- "Mas o maior problema com ela pelada é que, em algum momento, pra corrigir alguma posição, a gente pode acabar apoiando a mão em algum lugar... não sei bem como dizer."
Confesso pra vocês, e não sou de me gabar, que já peguei umas minas muito gostosas, mas a beleza da Eva superava todas. Além disso, ela tava no meio do nosso trampo pelada e com o namorado na frente, porra, isso não era normal.
O Rubén falou:
- "Não se preocupa. Isso não tem importância. Faz anos que nossos amigos na praia ou na piscina passam creme na bunda e nos peitos dela e não acontece nada. Então, cê vai entender que por um roçado acidental ou um toque pra corrigir uma posição, a gente não vai se escandalizar."
Eu não tava acreditando, o namorado dela tava dizendo que, além de curtir ver o corpo da mina dele, a gente ia poder tocar. Não sei o meu colega, mas eu garanto que a minha pica tava estourando e doendo.
Combinamos o preço, o namorado pagou a matrícula, o seguro e 5 aulas, e marcamos de nos ver no começo do curso. Com essa mina, eu teria feito de graça, mas melhor ainda se o namorado pagasse.
Chegou o dia da primeira aula, a gente tinha 5 alunos, incluindo a Eva, os outros eram um casal jovem, um cara e uma mina, namorados. Os outros eram dois cunhados e suas mulheres, que eram irmãs, e decidiram ficar nas toalhas.
Eu coloquei eles em duplas pra passar creme. Logicamente, a Eva não tinha parceiro, então passei creme nas mãos e, sem hesitar, comecei a aplicar também nas partes mais íntimas dela. Ela abria um pouco as pernas pra facilitar o serviço. Pacientemente, comecei a espalhar o creme pelas virilhas e pelo púbis, fazendo uma massagem na buceta e no cu. Sem dúvida, foram umas carícias intensas, sem deixar um único centímetro quadrado do corpo dela intacto. Com maior cara de pau, espalhava o creme com as duas mãos: ora passava nos dois peitos ao mesmo tempo, ora enquanto massageava um peito, com a outra mão passava no rabo dela.
Os outros quatro alunos, que claro estavam de roupa de neoprene, terminaram de passar o creme bem rápido e, digamos, não se estenderam tanto quanto eu. Eles não paravam de olhar.
Em todos os homens de neoprene dava pra ver um volume bem grande, mas quem parecia estar curtindo muito era a nossa outra aluna, que sem muito disfarce ficava se acariciando na entreperna. E acho que a cena foi curtida tanto pelo namorado quanto pela namorada. Os cunhados estavam adorando, se ofereceram pra passar creme também, mas claro que não cedi uma tarefa tão delicada.
Como já tinha passado creme três vezes na Eva, o que significou percorrer três vezes todas as partes do corpo dela, percebi que ela estava meio desconfortável.
— Tô passando bastante creme pra evitar que seu corpo raspe na prancha e, claro, pra você não se queimar.
— Claro, é lógico. Te confesso que achei meio estranho você passar tanto creme, já foram três camadas.
Eu tava eufórico, ali esperando meu parceiro com seis pranchas no meio de uma praia, rodeado de pedestres e surfistas, com a loira pelada em pé enquanto eu não parava de passar a mão na buceta e no cu dela, e aplicava mais creme. Nas três vezes que passei creme, dei um belo trato na perereca da Eva, abri bem os lábios da buceta dela e passava a mão totalmente aberta por dentro da xereca dela. Na primeira camada que passei, me segurei um pouco, mas como quando tava passando creme por toda a buceta dela ela não disse nada e nem perdeu o sorriso, na segunda e terceira aplicação cheguei até a enfiar uns dois dedos.
Cada vez mais gente se aproximava do lugar onde eu tava passando creme nela. Os pedestres homens paravam, vários surfistas conhecidos e alguns que eu não conhecia de nada chegavam pra falar comigo enquanto eu aplicava quantidades enormes de creme no cu e nos peitos da Eva.
Nessa hora, também chegou meu parceiro Fran, que como eu disse é um bruto total. Virando pra ela, ele falou:
— E que sorte o seu namoradinho deixar você mostrar esse rabo.
Dizendo isso, deu uma palmada sonora e forte na bunda direita dela, deixando a marca da mão na pele, e continuou: "que Que bunda gostosa você tem, sua safada", enquanto agarrava com toda a mão uma das nádegas com força.
Como vi uma certa confusão na cara da Eva, que, embora eu tivesse massageado o corpo inteiro dela sem a menor reclamação da parte dela, a palmada fortíssima do Fran e o aperto na bunda pareceram não agradar, e imagino que o comentário sobre a bunda dela também não. Mais uma vez, intervim pra salvar a situação.
- Meu sócio quis dizer que é preciso ter uns glúteos fortes pra aguentar o peso do corpo em cima da prancha.
- Ahhh, claro.
A mina se inclinou um pouco, empinando a bunda pra fora, enquanto pedia a opinião do Fran, que com as duas mãos agarrou as nádegas dela e começou a amassá-las descaradamente, enquanto pedia pra ela contrair e relaxar os músculos.
- Claro, Fran, elas são fortes?
A verdade é que fiquei alucinado como a Eva se prestava a deixar o Fran verificar a dureza dos glúteos dela.
Como já falei, naquele momento já tinha vários homens olhando ao nosso redor, e houve um murmúrio geral enquanto o Fran amassava aquele bundão a pedido da loira, que ingenuamente empinava a bunda pra facilitar a "inspeção técnica" do meu sócio.
- Acho que sim, você tem uma boa bunda pro surfe e com certeza pra outras coisas também, yummy - disse o Fran, sem parar de amassar a bunda dela.
Confesso que fiquei chocado. Será que, como o namorado dela pensava, ela era uma nudista que vivia com total naturalidade em mostrar e deixar tocarem o corpo dela? Era pura ingenuidade ou, pelo contrário, ela gostava de provocar os homens? A verdade é que não tenho nada claro se ela era realmente uma ingênua ou uma putinha.
Antes eu falei que tínhamos público masculino ao redor da Eva. Sério, tinha muita gente acompanhando nossas aulas, porque antes de entrar na água a gente faz exercícios em seco, na beira da praia, pra aprender a manter o equilíbrio.
Um grupo inteiro, depois descobrimos que era uma turma de escola, uns 15 adolescentes se aproximaram, se posicionaram na beira da praia na nossa frente, tipo em três filas. Sem dúvida, eles se colocaram ali pra se deliciar com a vista. Corpo nu da nossa aluna.
A galera se aproximou mais quando estávamos quase terminando os exercícios práticos em terra. Nesse momento, nossos cinco alunos tinham uma perna apoiada no chão e a outra precisavam esticar para trás o máximo possível. Claro que todo mundo não parava de olhar pra minha aluna nudista. Calculo que naquela hora tinha uns 50 homens ao nosso redor admirando, e muitos deles fotografando nossa aula.
A verdade é que o público cada vez chegava mais perto da gente, então tanto eu quanto o Fran concordamos que era hora de colocar nossos alunos na água com as pranchas deles.
Mal tínhamos dez minutos na água quando a situação complicou.
O que ninguém esperava é que, de repente, um dos moleques gritou algo que, de onde estávamos, mal deu pra entender, e todos, os 18, saíram correndo mar adentro na nossa direção e, claro, cercaram a Eva.
Nós, que estávamos junto com a Eva, fomos empurrados pra longe por aquela multidão de moleques que rodeavam a Eva e não paravam de passar a mão nela.
No meio do caos que era, parecia que eles tinham uma certa organização, porque a gente conseguia ouvir tudo claramente.
– Eu fico com a bunda dela!
– E eu, e eu.
– Eu vou meter na buceta dela, que não pode estar mais gostosa!
– Vou fazer uma siririca nos peitões dela.
– Vou comer o cu dela e não ligo de dividir.
– Dá um boquete na gente, aposto que tu chupa pra caralho.
– Otário é o último.
Era difícil ouvir com tanto barulho e os moleques batendo água, mas parecia mesmo que eles tinham dividido os buracos e os peitos da Eva.
As mãos dos adolescentes percorriam o corpo de Eva e, pra ser sincero, a gente ficou um tempão totalmente paralisado de surpresa com aquele ataque à nossa aluna nua.
Quando uma mão conseguia tocar a buceta, a bunda ou os peitos de Eva, rapidinho era substituída por outra. Num dado momento, percebi os movimentos de alguns moleques que pareciam estar comendo a Eva.
Lembro de um gordinho que, se posicionando entre as pernas abertas dela – que não parava de gritar –, seguraram ela pelos quadris, enquanto um par de colegas empurravam ela pelas costas pra não levantar. Ele baixou a sunga na frente, ficou de frente pra Eva e, apontando o pau ereto direto pra buceta dela, meteu de uma vez, até os colhões baterem. Outro tava fazendo a mesma coisa com o cu de Eva e, sem soltar as nádegas dela, começou a balançar pra frente e pra trás, pra frente e pra trás, comendo ela também.
Vários moleques começaram a rir escandalosamente e, quando ela tentou fugir depois que os jovens pararam de penetrá-la, sentiu umas mãos enormes segurando seus quadris e a cabeça de outra pica enorme tentando entrar no cu dela. Ela gritava aterrorizada e tentou se afastar, mas a galera a segurava firme.
Depois, quando conversamos com ela, ela confirmou que chegou a ser penetrada por duas picas na buceta e mais três no cu. Mas a maioria dos moleques se aproximava e, batendo punheta, gozava no mar. Só cinco conseguiram comer ela e gozar dentro.
Ela não parava de suspirar, mas também de gritar, pedindo pra eles deixarem ela em paz. Sinceramente, acho que ela deve ter tido orgasmos, porque, como tô falando, entre um grito e outro, ela não parava de suspirar. Talvez fosse desespero, porque eram 15 moleques gritando e passando a mão nela. Sei lá.
Alguns soltavam cantadas, até o gordo que comeu ela primeiro dizia que a amava, muitos agradeciam a generosidade dela por se mostrar totalmente nua pra eles... Mas um moleque, bem vermelho de sol, que tava metendo no cu dela — disso não tenho dúvida — gritou:
- Vai, puta, mexe essa raba, você é a melhor puta da praia. Que puta boa que você é, dá pra ver que é puta por vocação! Promíscua, vagabunda! Que cu gostoso você tem. A voz grossa dele enquanto metia nela se destacou por cima das outras vozes.
Não deu tempo de ela gritar muito mais, porque pela cara que fez, ela gozou no cu da Eva. Imediatamente ele se retirou pra deixar o buraco livre pro próximo.
A verdade é que a gente tentou tirar os moleques, tanto eu quanto o Fran tentamos. Mas além dos moleques, os dois cunhados também entraram na brincadeira pra passar a mão nela. Lembro perfeitamente como um deles conseguiu enfiar a mão entre as dos moleques e agarrou a teta direita. Era impossível tirar os moleques, no fim a gente desistiu de tentar e ficamos pasmos enquanto eles metiam o sarrafo. Tinha tanta gente em volta da Eva passando a mão nela e comendo ela que mal dava pra ver.
Por sorte pra Eva, um jovem salva-vidas veio correndo e apitando com um apito, então todo mundo saiu correndo.
O salva-vidas chegou até a Eva, jogou ela no ombro e tirou ela da água, levando pra um pequeno posto de socorro onde eu, o Fran e os cunhados acompanhamos.
Quando chegaram na areia, a salvo, a Eva, em agradecimento, deu um beijo na bochecha do jovem salva-vidas loiro e barbudo. Ele, aproveitando a aproximação dela, meteu nela por trás e apertou ela contra o peito, abraçando e colando o corpo no dela, e deu um beijo na boca dela.
— Não, não, isso não, por favor. Não faz isso. Você foi muito gentil e me salvou daqueles moleques, mas eu tenho namorado.
De novo, o jovem salva-vidas, atrevido, puxou ela pra perto, dessa vez agarrando ela pelas nádegas, e deu outro beijo, agora na bochecha. Sem se afastar dela nem soltar a bunda, ele disse:
— Você deixou aqueles moleques loucos, eles ficaram desesperados com essa sua bucetuda, se eu não parasse eles, iam te arrebentar de pica. Claro, enquanto falava isso, ele amassava a bunda da Eva, sem ela dar nenhum sinal de tirar a mão dele. Ela não tinha reclamado nada dele passar a mão, mas quando ele foi beijar ela na boca, aí lembrou do namorado. Sem dúvida, o salva-vidas não era burro e sabia que aquela loira... que estava pelada, e meio atordoada pelo que tinha passado, como eu disse, nua com toda a naturalidade podia dar mais uma alegria.
- Valeu, valeu, por vontade própria nunca teria deixado me destruírem, como você falou, na porrada. Fui atacada.
- Meus colegas salva-vidas e eu já tínhamos te visto algumas vezes pelada na praia. A gente já imaginava que, numa praia urbana e sendo a única que ficava nua, um dia podia dar problema de ordem pública.
- Não venho muito a essa praia, mas meu irmão mora perto e às vezes, quando venho visitá-lo, dou uma passada na praia – disse Eva.
O salva-vidas levou ela, bem segura pela cintura e pela bunda, até o posto médico. Uma salinha bem pequena na beira da praia, com uma maca. Claro que tanto eu quanto meu sócio entramos com a Eva, embora não fizesse muito sentido, os cunhados também aproveitaram a bagunça e se enfiaram no posto.
Lá estava ela, pelada no meio do posto da praia, e nós cinco. O salva-vidas pediu que ela se deitasse porque precisava examiná-la.
- Descansa um pouco, vou avisar pelo rádio que estou fazendo uma intervenção que vai levar um bom tempo.
- Claro, claro, não se preocupa. Se eu realmente estou bem, dói um pouco os peitos por causa dos beliscões e o cu dói pra caralho.
- Colegas, informo que estou no posto B3 fazendo um atendimento à loira nudista. Hoje ela voltou à praia, como sempre, totalmente pelada, e teve um incidente por assalto. Vou ficar atendendo por um bom tempo porque preciso fazer uma revisão profunda, já que a paciente diz ter danos nos peitos e no cu. Tirei ela da água completamente nua e, imediatamente, do jeito que estava, trouxe para o posto. Tenho a paciente aqui deitada na maca, completamente pelada.
A verdade é que a mensagem passada pelo rádio nos pareceu dar informação demais.
Eva continuava deitada, pelada de barriga pra cima na maca, no momento em que uma... Dupla de policiais locais entrou no dispensário, a gente mal cabia lá com os 7 caras e a Eva. Mas logo esse número foi ultrapassado.
Além do socorrista da Cruz Vermelha, dois colegas socorristas que estavam na zona de reforço se aproximaram, junto com o coordenador dos socorristas, que veio acompanhado de um senhor de paletó. Eles estavam na base e ouviram o incidente pelo rádio e vieram; o de terno devia ser o vice-presidente da Cruz Vermelha, mas a verdade é que nunca explicou o que fazia ali.
Aos cinco da Cruz Vermelha, juntou-se a primeira patrulha de policiais locais que chegou, e depois outros dois agentes da Polícia Local trouxeram o professor e um pai dos garotos. Parece que os garotos eram de Murcia e estavam numa viagem de estudos. Era um colégio religioso masculino do Opus Dei, segundo o professor explicou. Como os cunhados, o Fran e eu também estávamos dentro, éramos 15 homens que ficavam junto da Eva nua.
Estávamos totalmente apertados. Todos dentro da cabine do socorrista, que não era muito grande, enquanto a loira se recuperava do susto. Ela ficava consciente e completamente pelada em cima da maca, enquanto todos a admiravam. Os mais sortudos eram os socorristas, que não paravam de acariciá-la para ela se acalmar e viviam colocando as mãos no peito dela pra ver se o coração ainda estava acelerado. Pelo menos o primeiro socorrista pensava na gente e dava instruções pra Eva.
- A posição correta é assim, deitada, mas você tem que abrir as pernas porque a gente precisa que tudo isso respire um pouco. - E dizendo isso, com toda a cara de pau, ele colocou a mão bem na buceta dela, abrindo bem os lábios menores. - Assim que seus sinais vitais estiverem bons, vou aplicar soro pra limpar bem a bunda e a ppk, que devem estar cheias de porra desses moleques.
Mas quando você acha que não cabe mais ninguém, apareceu um coroa de uns 60 anos, que era o comissário de polícia, e ele vinha acompanhado de um padre velho de batina, quase careca, que depois a gente descobriu que era o Dom Ângelo, diretor do colégio do Opus Dei. Lá estávamos nós, 17 caras vestidos e uma loira gostosa pra caralho, completamente pelada.
Confesso que a gente mal deu bola pra eles quando entraram, porque naquele momento o salva-vidas estava enfiando no xereca da Eva uma garrafa de soro pra limpar os restos de porra, já que, como vocês sabem, vários moleques tinham dado sorte, meteram no calor do momento e chegaram até a gozar.
O padre não tirava os olhos da Eva nem por um segundo, e às vezes até tocava nela disfarçadamente. Ele estava ao lado da maca onde Eva continuava nua, deitada de barriga pra cima.
O comissário interveio:
- Padre, talvez o senhor se sinta desconfortável com a testemunha assim, quem sabe é melhor esperar lá fora.
- Não se preocupe, comissário. Essa jovem se despe com toda naturalidade, sem malícia. A verdade é que Deus lhe deu um corpo maravilhoso e ela faz bem em mostrá-lo. É um prazer ver a criação de Deus, observando uma garota assim pelada, tão jovem e gostosa. Olhar e admirar, sem malícia, claro. Sem o pecado da luxúria.
Aí meu sócio, que já falei que é um grosso, entrou na conversa:
- É verdade, padre. Ela tem uma ppk e uns peitos do caralho, são obras de Deus tanta perfeição.
O padre olhou pra ele horrorizado, como se ele tivesse dito uma blasfêmia, mas não falou nada. A verdade é que meu sócio disse o que todo mundo pensava: que peitões e, principalmente, que boceta a loira tinha. Ali deitada na maca com as pernas abertas, enquanto o loirinho da Cruz Vermelha enfiava o soro nela. O padre continuou, digamos, fazendo o trabalho dele.
— Permita-me abençoá-la e oferecer seu sacrifício e dor a Deus Nosso Senhor.
Dizendo isso e soltando umas frases em latim que eu não entendi, ele apoiou o polegar na testa dela e fez lentamente o sinal da cruz. Como pra se justificar, completou:
— Vou abençoar também onde mais sofreu — e apoiando o polegar na buceta da Eva, fez lentamente o sinal da cruz, enquanto o polegar dele se perdia entre os lábios vaginais da Eva.
O padre devia ser do Opus, mas o que era certo é que era um espertalhão. Aproximando o rosto dos peitos da Eva, que claramente tinham marcas de hematomas e arranhões causados pela molecada, ele disse:
— Vejo que aqui também sofreu muito, vou abençoar também seus seios. Os divinos seios de mulher criados por Deus para dar alimento e cuidado às crianças...
O padre soltou um discurso de vários minutos sobre a criação da vida por Deus e a importância da amamentação.
Enquanto soltava o discurso, não parava de acariciar os peitos da Eva, claro. Pessoalmente, eu tava alucinando: um padre velho de batina na frente de uma loira pelada enquanto passava a mão nos peitos dela — bem, segundo ele, tava abençoando, mas com total descaramento ele tava apalpando os peitos e já tinha acariciado a xereca da loira.
Os jovens socorristas que tinham ajudado a Eva estavam cuidando dela, mas principalmente não paravam de passar a mão nela. O socorrista loiro, que era o mais ousado, interrompeu o padre pra dizer:
— Padre, por aqui ela também sofreu muito. Por favor, moça, fique de quatro em cima da maca pra eu poder explicar pro sacerdote.
A pobre e ingênua Eva, ajudada pelo socorrista, se levantou, virou de costas pra gente e subiu na maca, ficando de quatro, apoiando os cotovelos e os joelhos, pra que todos pudéssemos admirar aquele rabo magnífico dela. sua buceta.
- não sei se o senhor consegue ver direito, pai, disse o socorrista, mas o cu sofreu muito.
- sim, meu filho, sim, acho que tô vendo muito bem
Claro, o padre não conseguia tirar os olhos da bunda enorme da Eva.
— Acho, padre, que o senhor vai ver melhor se a gente abrir as bandas do cu dela. Esse ano ela sofreu muito por causa dos alunos, como já te falei.
— Ohhh, como me entristece ouvir isso, meu filho.
O salva-vidas pediu pro chefe dele, o vice-presidente da Cruz Vermelha, ajudar segurando a Eva pelos glúteos e abrindo eles pra que o Padre pudesse observar bem o cu da minha namorada. Bom, o padre e todo mundo que tava ali. Certeza que o vice-presidente depois seria recompensado por isso.
— Vê, padre, como o cu dela tá dilatado.
— Tô vendo, filho, tô vendo.
— A coitada sofreu muito, olha como consigo enfiar dois dedos sem nenhum esforço e sem nenhum lubrificante.
E o filho da puta do salva-vidas enfiou dois dedos no cu da Eva, que realmente não soltou nenhum som de desconforto ou dor. Quem acompanhou as aventuras da Eva sabe que naquela época o rabo dela já recebia uma boa dose de carne fresca, então o cu dela tava totalmente preparado pra receber dois dedos simples.
O salva-vidas, que era um espertinho, agarrou Eva pelos dois glúteos, levantou ela levemente da maca e, virando pro padre, disse:
- Padre, o ânus sofreu muito, por favor, abençoe ele - enquanto o jovem falava isso, um sorriso malicioso estava no rosto dele.
- O senhor tem razão, rapaz, tem razão. Que distraído que sou, por favor, abram bem os glúteos pra minha bênção chegar exatamente no ponto do sofrimento.
E claro, o padre espertalhão abençoou enquanto o salva-vidas e o chefe dele continuavam segurando, abrindo e levantando a bunda de Eva.
Depois da bênção, o comissário, apoiado pelos quatro agentes fardados, começou a investigação perguntando pra gente, as testemunhas, e saindo pra fora. Eu contei o que tinha acontecido e que vocês já sabem.
- Mas o senhor tá me dizendo que ela tava no meio dessa praia, que não é de nudismo, pelada?
- Isso mesmo, comissário.
- Mas tinha mais gente nua?
- Não, ela era a única em toda a...
- Então, quando aqueles 15 moleques se aproximaram da beira e ficaram olhando pra ela, ela não tentou se cobrir e vestir o biquíni?
- Exatamente, mas além disso, teria sido impossível vestir o biquíni porque ele tava no meu escritório, ela já saiu nua de lá.
- Pelada, saiu pelo calçadão já pelada?
- Sim, sim.
- Mas não levava nada pra se cobrir, uma toalha ou algo?
- Não, comissário, saiu nuazinha, decidida e sorrindo. Acho que a intenção dela era, depois da aula, voltar pelada pra pegar as coisas.
O comissário pareceu refletir e me disse:
- O que temos aqui é uma piranha. Agora mesmo ela tá de pernas bem abertas na frente de um monte de caras e super de boa.
- É que ela é nudista.
- Pode ser o nudista que quiser, mas o que não é normal é a gente, quase 20 caras, vendo limparem a buceta dela e a mina não querer privacidade nem mandar a gente vazar. Isso mostra que a tipa é uma vagabunda safada.
- Bom, o salva-vidas tem que limpar o sêmen dos moleques dela. Acho... que ela tá mais preocupada com isso do que com a gente olhando pra ela - tentava justificar a Eva na frente do delegado.
- Pelo amor de Deus, o salva-vidas passou mais de dez minutos enfiando os dedos nela e gastou três garrafas de meio litro de soro na buceta. Essa operação não devia ter durado mais de um minuto.
-
Como vocês sabem, isso aconteceu nos anos 90 e a sensibilidade de respeito pela mulher mudou muito nesses anos. Sem dúvida nenhuma, Eva foi estuprada por aquele grupo de moleques e agredida sexualmente com os toques.
Pra o delegado, Eva merecia o que tinha acontecido por sair nua e ele queria prendê-la e levá-la pra delegacia pra um interrogatório mais aprofundado. Os policiais locais apoiavam o chefe deles.
Os da Cruz Vermelha achavam que ela era uma mulher muito corajosa defendendo o nudismo numa praia que era de roupa e urbana. E queriam fazer dela madrinha de honra e apresentar pra todos os salva-vidas homens, isso último deixaram bem claro..
O padre, o diretor da escola e o pai que participava da viagem de estudos entendiam que os alunos deles tinham sido muito mal-educados e que ela tinha ficado com uma má impressão da escola, então, principalmente o padre insistia pra ela passar uns dias descansando na paróquia dele e conhecer a escola e o internato masculino.
Meu sócio e eu, e acho que os dois cunhados, a única coisa que a gente queria era foder a Eva naquela maca, porque já tava quarenta e cinco minutos naquele dispensário e a Eva continuava pelada e de pernas abertas.
Mas já vou avisando que infelizmente isso último não aconteceu, embora alguma das três anteriores que eu comentei tenha rolado.
Já me digam qual vocês acham que foi a próxima aventura da noiva do Rubén.
Continua...
Minha paixão é o surfe, pratico há anos, e naquela época eu tinha 22 anos, um corpaço sem um grama de gordura, definido e bem sarado, porque passava o dia surfando e, sinceramente, também transando. Embora tivesse pegado muitas minas, nenhuma era tão gostosa quanto a Eva. Uff, toda vez que lembro daquele rabo perfeito e macio da loira, acabo batendo uma.
Naquela época, junto com meu sócio, Fran, dava aulas de surfe e a gente tinha uma pequena lojinha na orla onde guardávamos as pranchas.
Eu tava preparando minha prancha, tinha uma chuvinha fina e quase ninguém na praia. Aí apareceu o Rubén na minha vida, ele queria dar um curso de surfe de presente pra namorada dele.
- Desculpa te incomodar, sou o Rubén e tô procurando informações sobre surfe. Tava fazendo esporte na praia, te vi e, por acaso, tava pensando no que dar de presente pra minha namorada.
Sinceramente, não entendia direito o que aquele cara de moletom queria, porque ele começou a enrolar muito e parecia que a única coisa que ele queria era que a namorada dele tivesse umas aulas de surfe, mas eu percebia ele meio nervoso, meio indeciso, ansioso. Ele falava com o olhar no chão.
- Na verdade, talvez ela não goste do presente, mas não sei o que dar, e sempre que a gente vem pra praia, ela fica um tempão olhando os surfistas e já comentou que adoraria surfar.
Muitas minas aparecem na área onde a gente costuma surfar, quase no fim da praia, somos muitos surfando lá e não vou mentir se disser que todos nós éramos uns gostosos.
O Rubén tava super nervoso, eu não conseguia entender tanta ansiedade só pra contratar uma aula de surf.
- Você fica falando direto que sua namorada tem uma peculiaridade, ela tem alguma deficiência que atrapalha praticar surf?
- Não, não, não é isso, sério... é... é, minha namorada é que, não, não sei... é, não sei, ela não tem deficiência nenhuma
- Então me diz que peculiaridade é essa?
- É que ela é um pouco... não sei bem como explicar.
E finalmente ele soltou, disse que a namorada dele era nudista.
- E queria entrar em contato com o curso pra poder fazer isso pelada
- Mas como assim pelada? De peito de fora?
- Não, mais
- De peito de fora e fio dental?
- Não, nudista total
- Mas você quer que ela surfe com a xereca toda de fora?
- Xereca?
- Bom, com a buceta, a perseguida, a ppk toda de fora?
- Claro, já te falei que ela é nudista.
- Então não sei.
- Relaxa, já imaginava que não dava, mas como ela adora fazer tudo que pode pelada, achei que seria um presente legal.
Achei que a namorada dele fosse um bagulho feio e comentei
- Bom, a gente dá a aula numa parte da praia que não é de nudismo. Na real, essa praia não tem área de nudismo nenhuma, a gente faz no final da praia, uma área mais tranquila.
- Sim, eu sei, por isso eu queria... queria, isso... desculpa, tô meio nervoso, queria, por isso queria perguntar se dava pra fazer a atividade pelada. Mesmo a praia não sendo de nudismo, quando a gente vem ou ela vem sozinha pra essa praia, minha namorada não usa biquíni.
Nessa hora lembrei que umas duas vezes a gente tinha visto uma loira que era uma gostosa, com um coelhinho loiro lindo, e que era o comentário geral por vários dias na praia, já que era a única que ficava pelada e era muito gostosa.
Se aquela loira gostosa tava acompanhada do Rubén, a verdade é que nunca tínhamos reparado nela. Confesso que comecei a ficar excitado, não tinha visto bem aquela mina. Só de longe um par de vezes, mas se era a mesma loira, puta merda. O comentário geral era que ela era muito gostosa, pra caralho. Eu precisava ter certeza.
— Cê não tem uma foto da sua namorada?
Rubén abriu a pochete, tirou a carteira e de lá duas fotos da Eva. Uma era uma foto do rosto dela, tipo de documento, e na outra ele aparecia com ela. Era de meio corpo e os dois estavam numa praia com o torso nu. Resumindo, dava pra ver uns peitões impressionantes. A mina era uma delícia, linda pra caralho.
Chamei meu parceiro Fran, que estava colocando as pranchas de surf na areia, na expectativa de que o tempo melhorasse e os turistas chegassem. Fran é muito gente boa, mas preciso dizer que tato e delicadeza com os clientes ele nunca teve. A gente explicou isso pra ele.
— Mas então você não se importa que ela esteja mostrando os peitos e com toda a buceta de fora?
— Não, porque ela gosta e o corpo é algo natural.
— Mas com tudo de fora e todo mundo olhando pra ela?
Depois de perguntar umas 14 vezes, mas trocando algumas palavras, combinamos que no dia seguinte ele viesse acompanhado da namorada.
No dia seguinte, Rubén apareceu com a Eva. A foto não fazia justiça a ela — era muito mais gostosa.
O presente tinha encantado ela e ela tava doida pra começar as aulas. E tava uma gostosa, toda sorridente e feliz com o presente do namorado. Tava na nossa sede nós quatro, a Eva e o Rubén, e eu com meu sócio. Quando não passou nem dois minutos, eu ouvi:
— Eva, acho que se você vai fazer o curso com a gente pelada, melhor já mostrar essa buceta pra gente ir acostumando a ver — comentou o Fran.
O Fran, que já falei que não tem muito tato, foi quem falou isso. Não tinha nem 2 minutos que a gente tinha conhecido a Eva e ele já mandou na frente do namorado dela pra ela mostrar a xereca. Eu completei, pra fazer parecer que era uma brincadeira do meu sócio:
— É, senão a gente vai ficar o tempo todo disfarçando pra olhar. Esticando tanto o pescoço que vai dar torcicolo, hehehe.
Claro, tanto o comentário do Fran quanto o meu eram brincadeira. Insisto, era zoeira, então a gente ficou muito surpreso com a atitude da mina.
— Eles têm toda razão, né, amor? — disse a Eva, virando pro Rubén. — Deixa eu tirar a calcinha na frente desses caras, meu bem? A Eva falou num tom sexy, mas dava pra ver que era só pra entrar na brincadeira. Pelo menos a gente pensou isso.
— Eva, se é importante pros instrutores — disse o Rubén.
A Eva puxou a calcinha branca até os joelhos, e eu e meu sócio pudemos, pela primeira vez, admirar aquela maravilha rosadinha!
Eu e meu sócio não acreditávamos.
Depois, ela se aproximou do meu parceiro ainda com a calcinha nos joelhos e, se apoiando no ombro dele pra não perder o equilíbrio, tirou a calcinha e entregou pro namorado guardar (pelo que li, é uma das poucas vezes que a Eva tira a calcinha na frente de um estranho e não perde ela, hehe). Eva virou de costas...
Já dava pra ver um pouquinho daquele tesão alheio que ela tem entre as pernas... depois colocou as mãos nas nádegas dela e fez o impensável, ABRIU AS BUNDAS PRA MOSTRAR PRA GENTE AQUELA BUÇETA DELICIOSA!
- Caralho, ela abriu as pernas inteirinha. - Claro, era um comentário do meu parceiro Fran, que olhava hipnotizado para a entreperna da Eva.
Eu, pessoalmente, não conseguia articular palavra. Estávamos ali no nosso pequeno local, com o namorado dela na frente. E mais, o namorado dela segurava na mão a calcinha branquinha da namorada. Não conseguia parar de admirá-la. Estava tão perto que senti um cheiro gostoso de buceta limpa. O silêncio constrangedor depois da besteira que meu sócio falou foi quebrado pela Eva.
- Como podem ver, uma bucetinha normal.
Normal, normal não era. Tinha uma xereca linda; porque o namorado dela estava na frente, senão eu teria baixado meu short e começado a meter nessa Promíscua que estava sem calcinha e de pernas bem abertas, se tocando na ppk na nossa frente. Com a outra mão, ela descobriu a capinha do clitóris para se expor toda. A mina estava nos dando um tour completo pela buceta dela! Eu falei alto sem perceber o que passava na minha cabeça naquele momento:
- É a buceta mais gostosa que já vi na vida.
Eva sorriu em sinal de agradecimento pelo elogio. O namorado dela não disse nada, e Fran, se virando pro Rubén, falou:
- Pelo visto, não te incomoda que a gente admire sua namorada.
- Não, não me incomoda. Tenho total confiança na Eva, e ela gosta de fazer nudismo. É normal que no começo vocês admirem tanta beleza, porque minha namorada é linda, mas a experiência nos diz, porque já fizemos isso com amigos, que logo vocês vão se acostumar com o corpo nu da minha namorada. O corpo nu não tem nenhum componente sexual pra gente, e além disso, confio na fidelidade absoluta da minha namorada.
Rubén fez essa afirmação e ganhou um beijão da namorada, que naquele momento fechou as pernas para se aproximar dele e dar o beijo, o que nos permitiu admirar a raba da namorada dele. Infelizmente, o que Rubén não sabia naquela altura é que, no tempo que estavam namorando, a namorada dele já tinha sido infiel e tinha Comido por todo o time de basquete, parte da diretoria e até o reitor da Universidade... Pelo que sei agora, calculo que, desde que começaram a namorar, pelo menos sessenta caras já tinham enfiado em pelo menos um dos três buracos da namorada dele, quando não nos três. Mas ainda faltava muito tempo até Rubén descobrir que estavam se aproveitando da ingenuidade da pobre namorada dele.
Fazia muito calor no nosso escritório, o que fazia a umidade do suor dar um brilho sensual na buceta da Eva.
— Bom, para de falar do meu coelhinho. De qualquer forma, muito obrigada pelos elogios, vocês vão me fazer ficar vermelha — Eva colocou as mãos na virilha, marcando a bucetinha gostosa dela e fazendo a rachinha se abrir — a verdade é que eu também gosto muito — disse sorrindo.
Eu não sei o que vocês acham, mas uma coisa é a namorada dele ser nudista e não se importar de ficar pelada na praia, outra bem diferente é sentar numa mesa com as pernas abertas mostrando a xereca toda pra dois desconhecidos e abrindo bem os lábios menores pra mostrar tudo com detalhe. E isso na frente do namorado!
Eva desceu da mesa e, sem arrumar a minissaia que estava na cintura, virou-se e, enquanto empinava a bunda pra fora e abria um pouco as pernas, disse:
— E essa é minha raba.
Caralho, que rabão que a gente tinha a pouco mais de dois metros. A gente já tinha visto ela de relance, mas agora ela tava de bunda pra gente, olhando direto pra nós. E como ela tinha separado um pouco as pernas, dava pra ver claramente a buceta dela protegida por aqueles pelinhos loiros.Vocês podem imaginar como eu e meu colega estávamos de pau duro, dava pra ver claramente nos nossos sungões que a gente tava com uma ereção total. Garanto que não tava de sunga colada, mas dava pra notar.
Pedimos pra ela se despir completamente, confirmando o que já sabíamos pela foto: ela também tinha uns peitões bons.
A Eva foi deixando toda a roupa dela, bom, a camiseta e a minissaia apoiadas na mesa, e o namorado dela continuava guardando a calcinha dela.
A Eva tava completamente pelada no nosso escritório. Comentei, na frente do namorado dela, que ela ia ter que aparar um pouco o volume dos pelos da buceta. Na real, não tinha motivo especial, eu só queria falar da xereca da Eva na frente do namorado dela, o Rubén, enquanto a namorada dele ficava totalmente nua na nossa frente.
O Rubén perguntou quanto volume ela teria que aparar e por que os pelos pubianos atrapalhavam o surfe. Não tinha resposta, então improvisei. Confesso que fiquei meio puto com a pergunta do Rubén, porque entendi que ele queria salvar a dignidade dele como homem, já que a namorada dele tava pelada na frente de dois estranhos. Então, aproximei meu rosto a uns dois centímetros da xota da namorada dele e, nessa posição, comentei:
- Bom, a principal razão é que, como a prancha é áspera, todos os pelinhos da periquita vão ficar grudados na prancha, e também vai ser bom pra que o Fran não fique mais atento à buceta da Eva do que dando a aula.
- É verdade, não consigo tirar os olhos daquele triângulo loiro que ela tem entre as pernas. O dia tá ruim pra sair pra surfar com uma iniciante, mas o mais incrível é que a gente pode curtir o corpaço que a sua namorada Eva tem. Rubén, me desculpa se eu exagerei. mas é que a sua mina é uma gostosa, ela tem uns peitões e uma buceta impressionante. Tinha que falar e tá falado.
Já falei que o Fran era um bruto absoluto, a Eva estava totalmente relaxada e sorrindo, mas dava pra ver que o Rubén tava super desconfortável. Pra mudar de assunto, o Rubén começou a falar do tempo ruim.- "A verdade é que o dia tá horrível pra surfar" - ele disse, tentando amenizar o clima da conversa, mas sem sucesso, porque o Fran insistiu.
- "O dia pode estar horrível, mas a sua mina tá uma gostosa. Desculpa se eu passei do ponto, mas eu insisto que ela tem uns peitos e uma buceta que são de comer de joelhos" - foi o que o Fran falou em seguida.
Não sei bem por que, mas eu entrei na onda dos comentários sem noção do meu colega.
- "Mas o maior problema com ela pelada é que, em algum momento, pra corrigir alguma posição, a gente pode acabar apoiando a mão em algum lugar... não sei bem como dizer."
Confesso pra vocês, e não sou de me gabar, que já peguei umas minas muito gostosas, mas a beleza da Eva superava todas. Além disso, ela tava no meio do nosso trampo pelada e com o namorado na frente, porra, isso não era normal.
O Rubén falou:
- "Não se preocupa. Isso não tem importância. Faz anos que nossos amigos na praia ou na piscina passam creme na bunda e nos peitos dela e não acontece nada. Então, cê vai entender que por um roçado acidental ou um toque pra corrigir uma posição, a gente não vai se escandalizar."
Eu não tava acreditando, o namorado dela tava dizendo que, além de curtir ver o corpo da mina dele, a gente ia poder tocar. Não sei o meu colega, mas eu garanto que a minha pica tava estourando e doendo.
Combinamos o preço, o namorado pagou a matrícula, o seguro e 5 aulas, e marcamos de nos ver no começo do curso. Com essa mina, eu teria feito de graça, mas melhor ainda se o namorado pagasse.
Chegou o dia da primeira aula, a gente tinha 5 alunos, incluindo a Eva, os outros eram um casal jovem, um cara e uma mina, namorados. Os outros eram dois cunhados e suas mulheres, que eram irmãs, e decidiram ficar nas toalhas.
Eu coloquei eles em duplas pra passar creme. Logicamente, a Eva não tinha parceiro, então passei creme nas mãos e, sem hesitar, comecei a aplicar também nas partes mais íntimas dela. Ela abria um pouco as pernas pra facilitar o serviço. Pacientemente, comecei a espalhar o creme pelas virilhas e pelo púbis, fazendo uma massagem na buceta e no cu. Sem dúvida, foram umas carícias intensas, sem deixar um único centímetro quadrado do corpo dela intacto. Com maior cara de pau, espalhava o creme com as duas mãos: ora passava nos dois peitos ao mesmo tempo, ora enquanto massageava um peito, com a outra mão passava no rabo dela.
Os outros quatro alunos, que claro estavam de roupa de neoprene, terminaram de passar o creme bem rápido e, digamos, não se estenderam tanto quanto eu. Eles não paravam de olhar.
Em todos os homens de neoprene dava pra ver um volume bem grande, mas quem parecia estar curtindo muito era a nossa outra aluna, que sem muito disfarce ficava se acariciando na entreperna. E acho que a cena foi curtida tanto pelo namorado quanto pela namorada. Os cunhados estavam adorando, se ofereceram pra passar creme também, mas claro que não cedi uma tarefa tão delicada.Como já tinha passado creme três vezes na Eva, o que significou percorrer três vezes todas as partes do corpo dela, percebi que ela estava meio desconfortável.
— Tô passando bastante creme pra evitar que seu corpo raspe na prancha e, claro, pra você não se queimar.
— Claro, é lógico. Te confesso que achei meio estranho você passar tanto creme, já foram três camadas.
Eu tava eufórico, ali esperando meu parceiro com seis pranchas no meio de uma praia, rodeado de pedestres e surfistas, com a loira pelada em pé enquanto eu não parava de passar a mão na buceta e no cu dela, e aplicava mais creme. Nas três vezes que passei creme, dei um belo trato na perereca da Eva, abri bem os lábios da buceta dela e passava a mão totalmente aberta por dentro da xereca dela. Na primeira camada que passei, me segurei um pouco, mas como quando tava passando creme por toda a buceta dela ela não disse nada e nem perdeu o sorriso, na segunda e terceira aplicação cheguei até a enfiar uns dois dedos.
Cada vez mais gente se aproximava do lugar onde eu tava passando creme nela. Os pedestres homens paravam, vários surfistas conhecidos e alguns que eu não conhecia de nada chegavam pra falar comigo enquanto eu aplicava quantidades enormes de creme no cu e nos peitos da Eva.
Nessa hora, também chegou meu parceiro Fran, que como eu disse é um bruto total. Virando pra ela, ele falou:
— E que sorte o seu namoradinho deixar você mostrar esse rabo.
Dizendo isso, deu uma palmada sonora e forte na bunda direita dela, deixando a marca da mão na pele, e continuou: "que Que bunda gostosa você tem, sua safada", enquanto agarrava com toda a mão uma das nádegas com força.
Como vi uma certa confusão na cara da Eva, que, embora eu tivesse massageado o corpo inteiro dela sem a menor reclamação da parte dela, a palmada fortíssima do Fran e o aperto na bunda pareceram não agradar, e imagino que o comentário sobre a bunda dela também não. Mais uma vez, intervim pra salvar a situação.- Meu sócio quis dizer que é preciso ter uns glúteos fortes pra aguentar o peso do corpo em cima da prancha.
- Ahhh, claro.
A mina se inclinou um pouco, empinando a bunda pra fora, enquanto pedia a opinião do Fran, que com as duas mãos agarrou as nádegas dela e começou a amassá-las descaradamente, enquanto pedia pra ela contrair e relaxar os músculos.
- Claro, Fran, elas são fortes?
A verdade é que fiquei alucinado como a Eva se prestava a deixar o Fran verificar a dureza dos glúteos dela.
Como já falei, naquele momento já tinha vários homens olhando ao nosso redor, e houve um murmúrio geral enquanto o Fran amassava aquele bundão a pedido da loira, que ingenuamente empinava a bunda pra facilitar a "inspeção técnica" do meu sócio.
- Acho que sim, você tem uma boa bunda pro surfe e com certeza pra outras coisas também, yummy - disse o Fran, sem parar de amassar a bunda dela.
Confesso que fiquei chocado. Será que, como o namorado dela pensava, ela era uma nudista que vivia com total naturalidade em mostrar e deixar tocarem o corpo dela? Era pura ingenuidade ou, pelo contrário, ela gostava de provocar os homens? A verdade é que não tenho nada claro se ela era realmente uma ingênua ou uma putinha.
Antes eu falei que tínhamos público masculino ao redor da Eva. Sério, tinha muita gente acompanhando nossas aulas, porque antes de entrar na água a gente faz exercícios em seco, na beira da praia, pra aprender a manter o equilíbrio.
Um grupo inteiro, depois descobrimos que era uma turma de escola, uns 15 adolescentes se aproximaram, se posicionaram na beira da praia na nossa frente, tipo em três filas. Sem dúvida, eles se colocaram ali pra se deliciar com a vista. Corpo nu da nossa aluna.
A galera se aproximou mais quando estávamos quase terminando os exercícios práticos em terra. Nesse momento, nossos cinco alunos tinham uma perna apoiada no chão e a outra precisavam esticar para trás o máximo possível. Claro que todo mundo não parava de olhar pra minha aluna nudista. Calculo que naquela hora tinha uns 50 homens ao nosso redor admirando, e muitos deles fotografando nossa aula.
A verdade é que o público cada vez chegava mais perto da gente, então tanto eu quanto o Fran concordamos que era hora de colocar nossos alunos na água com as pranchas deles.
Mal tínhamos dez minutos na água quando a situação complicou. O que ninguém esperava é que, de repente, um dos moleques gritou algo que, de onde estávamos, mal deu pra entender, e todos, os 18, saíram correndo mar adentro na nossa direção e, claro, cercaram a Eva.
Nós, que estávamos junto com a Eva, fomos empurrados pra longe por aquela multidão de moleques que rodeavam a Eva e não paravam de passar a mão nela.
No meio do caos que era, parecia que eles tinham uma certa organização, porque a gente conseguia ouvir tudo claramente.
– Eu fico com a bunda dela!
– E eu, e eu.
– Eu vou meter na buceta dela, que não pode estar mais gostosa!
– Vou fazer uma siririca nos peitões dela.
– Vou comer o cu dela e não ligo de dividir.
– Dá um boquete na gente, aposto que tu chupa pra caralho.
– Otário é o último.
Era difícil ouvir com tanto barulho e os moleques batendo água, mas parecia mesmo que eles tinham dividido os buracos e os peitos da Eva.
As mãos dos adolescentes percorriam o corpo de Eva e, pra ser sincero, a gente ficou um tempão totalmente paralisado de surpresa com aquele ataque à nossa aluna nua. Quando uma mão conseguia tocar a buceta, a bunda ou os peitos de Eva, rapidinho era substituída por outra. Num dado momento, percebi os movimentos de alguns moleques que pareciam estar comendo a Eva.
Lembro de um gordinho que, se posicionando entre as pernas abertas dela – que não parava de gritar –, seguraram ela pelos quadris, enquanto um par de colegas empurravam ela pelas costas pra não levantar. Ele baixou a sunga na frente, ficou de frente pra Eva e, apontando o pau ereto direto pra buceta dela, meteu de uma vez, até os colhões baterem. Outro tava fazendo a mesma coisa com o cu de Eva e, sem soltar as nádegas dela, começou a balançar pra frente e pra trás, pra frente e pra trás, comendo ela também.
Vários moleques começaram a rir escandalosamente e, quando ela tentou fugir depois que os jovens pararam de penetrá-la, sentiu umas mãos enormes segurando seus quadris e a cabeça de outra pica enorme tentando entrar no cu dela. Ela gritava aterrorizada e tentou se afastar, mas a galera a segurava firme.Depois, quando conversamos com ela, ela confirmou que chegou a ser penetrada por duas picas na buceta e mais três no cu. Mas a maioria dos moleques se aproximava e, batendo punheta, gozava no mar. Só cinco conseguiram comer ela e gozar dentro.
Ela não parava de suspirar, mas também de gritar, pedindo pra eles deixarem ela em paz. Sinceramente, acho que ela deve ter tido orgasmos, porque, como tô falando, entre um grito e outro, ela não parava de suspirar. Talvez fosse desespero, porque eram 15 moleques gritando e passando a mão nela. Sei lá.
Alguns soltavam cantadas, até o gordo que comeu ela primeiro dizia que a amava, muitos agradeciam a generosidade dela por se mostrar totalmente nua pra eles... Mas um moleque, bem vermelho de sol, que tava metendo no cu dela — disso não tenho dúvida — gritou:
- Vai, puta, mexe essa raba, você é a melhor puta da praia. Que puta boa que você é, dá pra ver que é puta por vocação! Promíscua, vagabunda! Que cu gostoso você tem. A voz grossa dele enquanto metia nela se destacou por cima das outras vozes.
Não deu tempo de ela gritar muito mais, porque pela cara que fez, ela gozou no cu da Eva. Imediatamente ele se retirou pra deixar o buraco livre pro próximo. A verdade é que a gente tentou tirar os moleques, tanto eu quanto o Fran tentamos. Mas além dos moleques, os dois cunhados também entraram na brincadeira pra passar a mão nela. Lembro perfeitamente como um deles conseguiu enfiar a mão entre as dos moleques e agarrou a teta direita. Era impossível tirar os moleques, no fim a gente desistiu de tentar e ficamos pasmos enquanto eles metiam o sarrafo. Tinha tanta gente em volta da Eva passando a mão nela e comendo ela que mal dava pra ver.
Por sorte pra Eva, um jovem salva-vidas veio correndo e apitando com um apito, então todo mundo saiu correndo.
O salva-vidas chegou até a Eva, jogou ela no ombro e tirou ela da água, levando pra um pequeno posto de socorro onde eu, o Fran e os cunhados acompanhamos.
Quando chegaram na areia, a salvo, a Eva, em agradecimento, deu um beijo na bochecha do jovem salva-vidas loiro e barbudo. Ele, aproveitando a aproximação dela, meteu nela por trás e apertou ela contra o peito, abraçando e colando o corpo no dela, e deu um beijo na boca dela.
— Não, não, isso não, por favor. Não faz isso. Você foi muito gentil e me salvou daqueles moleques, mas eu tenho namorado.
De novo, o jovem salva-vidas, atrevido, puxou ela pra perto, dessa vez agarrando ela pelas nádegas, e deu outro beijo, agora na bochecha. Sem se afastar dela nem soltar a bunda, ele disse:
— Você deixou aqueles moleques loucos, eles ficaram desesperados com essa sua bucetuda, se eu não parasse eles, iam te arrebentar de pica. Claro, enquanto falava isso, ele amassava a bunda da Eva, sem ela dar nenhum sinal de tirar a mão dele. Ela não tinha reclamado nada dele passar a mão, mas quando ele foi beijar ela na boca, aí lembrou do namorado. Sem dúvida, o salva-vidas não era burro e sabia que aquela loira... que estava pelada, e meio atordoada pelo que tinha passado, como eu disse, nua com toda a naturalidade podia dar mais uma alegria.
- Valeu, valeu, por vontade própria nunca teria deixado me destruírem, como você falou, na porrada. Fui atacada.
- Meus colegas salva-vidas e eu já tínhamos te visto algumas vezes pelada na praia. A gente já imaginava que, numa praia urbana e sendo a única que ficava nua, um dia podia dar problema de ordem pública.
- Não venho muito a essa praia, mas meu irmão mora perto e às vezes, quando venho visitá-lo, dou uma passada na praia – disse Eva.
O salva-vidas levou ela, bem segura pela cintura e pela bunda, até o posto médico. Uma salinha bem pequena na beira da praia, com uma maca. Claro que tanto eu quanto meu sócio entramos com a Eva, embora não fizesse muito sentido, os cunhados também aproveitaram a bagunça e se enfiaram no posto.
Lá estava ela, pelada no meio do posto da praia, e nós cinco. O salva-vidas pediu que ela se deitasse porque precisava examiná-la.
- Descansa um pouco, vou avisar pelo rádio que estou fazendo uma intervenção que vai levar um bom tempo.
- Claro, claro, não se preocupa. Se eu realmente estou bem, dói um pouco os peitos por causa dos beliscões e o cu dói pra caralho.
- Colegas, informo que estou no posto B3 fazendo um atendimento à loira nudista. Hoje ela voltou à praia, como sempre, totalmente pelada, e teve um incidente por assalto. Vou ficar atendendo por um bom tempo porque preciso fazer uma revisão profunda, já que a paciente diz ter danos nos peitos e no cu. Tirei ela da água completamente nua e, imediatamente, do jeito que estava, trouxe para o posto. Tenho a paciente aqui deitada na maca, completamente pelada.
A verdade é que a mensagem passada pelo rádio nos pareceu dar informação demais.
Eva continuava deitada, pelada de barriga pra cima na maca, no momento em que uma... Dupla de policiais locais entrou no dispensário, a gente mal cabia lá com os 7 caras e a Eva. Mas logo esse número foi ultrapassado.
Além do socorrista da Cruz Vermelha, dois colegas socorristas que estavam na zona de reforço se aproximaram, junto com o coordenador dos socorristas, que veio acompanhado de um senhor de paletó. Eles estavam na base e ouviram o incidente pelo rádio e vieram; o de terno devia ser o vice-presidente da Cruz Vermelha, mas a verdade é que nunca explicou o que fazia ali.Aos cinco da Cruz Vermelha, juntou-se a primeira patrulha de policiais locais que chegou, e depois outros dois agentes da Polícia Local trouxeram o professor e um pai dos garotos. Parece que os garotos eram de Murcia e estavam numa viagem de estudos. Era um colégio religioso masculino do Opus Dei, segundo o professor explicou. Como os cunhados, o Fran e eu também estávamos dentro, éramos 15 homens que ficavam junto da Eva nua.
Estávamos totalmente apertados. Todos dentro da cabine do socorrista, que não era muito grande, enquanto a loira se recuperava do susto. Ela ficava consciente e completamente pelada em cima da maca, enquanto todos a admiravam. Os mais sortudos eram os socorristas, que não paravam de acariciá-la para ela se acalmar e viviam colocando as mãos no peito dela pra ver se o coração ainda estava acelerado. Pelo menos o primeiro socorrista pensava na gente e dava instruções pra Eva.

- A posição correta é assim, deitada, mas você tem que abrir as pernas porque a gente precisa que tudo isso respire um pouco. - E dizendo isso, com toda a cara de pau, ele colocou a mão bem na buceta dela, abrindo bem os lábios menores. - Assim que seus sinais vitais estiverem bons, vou aplicar soro pra limpar bem a bunda e a ppk, que devem estar cheias de porra desses moleques.Mas quando você acha que não cabe mais ninguém, apareceu um coroa de uns 60 anos, que era o comissário de polícia, e ele vinha acompanhado de um padre velho de batina, quase careca, que depois a gente descobriu que era o Dom Ângelo, diretor do colégio do Opus Dei. Lá estávamos nós, 17 caras vestidos e uma loira gostosa pra caralho, completamente pelada.
Confesso que a gente mal deu bola pra eles quando entraram, porque naquele momento o salva-vidas estava enfiando no xereca da Eva uma garrafa de soro pra limpar os restos de porra, já que, como vocês sabem, vários moleques tinham dado sorte, meteram no calor do momento e chegaram até a gozar.
O padre não tirava os olhos da Eva nem por um segundo, e às vezes até tocava nela disfarçadamente. Ele estava ao lado da maca onde Eva continuava nua, deitada de barriga pra cima.
O comissário interveio:
- Padre, talvez o senhor se sinta desconfortável com a testemunha assim, quem sabe é melhor esperar lá fora.
- Não se preocupe, comissário. Essa jovem se despe com toda naturalidade, sem malícia. A verdade é que Deus lhe deu um corpo maravilhoso e ela faz bem em mostrá-lo. É um prazer ver a criação de Deus, observando uma garota assim pelada, tão jovem e gostosa. Olhar e admirar, sem malícia, claro. Sem o pecado da luxúria.
Aí meu sócio, que já falei que é um grosso, entrou na conversa:
- É verdade, padre. Ela tem uma ppk e uns peitos do caralho, são obras de Deus tanta perfeição.
O padre olhou pra ele horrorizado, como se ele tivesse dito uma blasfêmia, mas não falou nada. A verdade é que meu sócio disse o que todo mundo pensava: que peitões e, principalmente, que boceta a loira tinha. Ali deitada na maca com as pernas abertas, enquanto o loirinho da Cruz Vermelha enfiava o soro nela. O padre continuou, digamos, fazendo o trabalho dele.
— Permita-me abençoá-la e oferecer seu sacrifício e dor a Deus Nosso Senhor.
Dizendo isso e soltando umas frases em latim que eu não entendi, ele apoiou o polegar na testa dela e fez lentamente o sinal da cruz. Como pra se justificar, completou:
— Vou abençoar também onde mais sofreu — e apoiando o polegar na buceta da Eva, fez lentamente o sinal da cruz, enquanto o polegar dele se perdia entre os lábios vaginais da Eva.
O padre devia ser do Opus, mas o que era certo é que era um espertalhão. Aproximando o rosto dos peitos da Eva, que claramente tinham marcas de hematomas e arranhões causados pela molecada, ele disse:
— Vejo que aqui também sofreu muito, vou abençoar também seus seios. Os divinos seios de mulher criados por Deus para dar alimento e cuidado às crianças...
O padre soltou um discurso de vários minutos sobre a criação da vida por Deus e a importância da amamentação.
Enquanto soltava o discurso, não parava de acariciar os peitos da Eva, claro. Pessoalmente, eu tava alucinando: um padre velho de batina na frente de uma loira pelada enquanto passava a mão nos peitos dela — bem, segundo ele, tava abençoando, mas com total descaramento ele tava apalpando os peitos e já tinha acariciado a xereca da loira.
Os jovens socorristas que tinham ajudado a Eva estavam cuidando dela, mas principalmente não paravam de passar a mão nela. O socorrista loiro, que era o mais ousado, interrompeu o padre pra dizer:
— Padre, por aqui ela também sofreu muito. Por favor, moça, fique de quatro em cima da maca pra eu poder explicar pro sacerdote.
A pobre e ingênua Eva, ajudada pelo socorrista, se levantou, virou de costas pra gente e subiu na maca, ficando de quatro, apoiando os cotovelos e os joelhos, pra que todos pudéssemos admirar aquele rabo magnífico dela. sua buceta.
- não sei se o senhor consegue ver direito, pai, disse o socorrista, mas o cu sofreu muito.
- sim, meu filho, sim, acho que tô vendo muito bem
Claro, o padre não conseguia tirar os olhos da bunda enorme da Eva. — Acho, padre, que o senhor vai ver melhor se a gente abrir as bandas do cu dela. Esse ano ela sofreu muito por causa dos alunos, como já te falei.
— Ohhh, como me entristece ouvir isso, meu filho.
O salva-vidas pediu pro chefe dele, o vice-presidente da Cruz Vermelha, ajudar segurando a Eva pelos glúteos e abrindo eles pra que o Padre pudesse observar bem o cu da minha namorada. Bom, o padre e todo mundo que tava ali. Certeza que o vice-presidente depois seria recompensado por isso.
— Vê, padre, como o cu dela tá dilatado.
— Tô vendo, filho, tô vendo.
— A coitada sofreu muito, olha como consigo enfiar dois dedos sem nenhum esforço e sem nenhum lubrificante.
E o filho da puta do salva-vidas enfiou dois dedos no cu da Eva, que realmente não soltou nenhum som de desconforto ou dor. Quem acompanhou as aventuras da Eva sabe que naquela época o rabo dela já recebia uma boa dose de carne fresca, então o cu dela tava totalmente preparado pra receber dois dedos simples.
O salva-vidas, que era um espertinho, agarrou Eva pelos dois glúteos, levantou ela levemente da maca e, virando pro padre, disse:- Padre, o ânus sofreu muito, por favor, abençoe ele - enquanto o jovem falava isso, um sorriso malicioso estava no rosto dele.
- O senhor tem razão, rapaz, tem razão. Que distraído que sou, por favor, abram bem os glúteos pra minha bênção chegar exatamente no ponto do sofrimento.
E claro, o padre espertalhão abençoou enquanto o salva-vidas e o chefe dele continuavam segurando, abrindo e levantando a bunda de Eva.
Depois da bênção, o comissário, apoiado pelos quatro agentes fardados, começou a investigação perguntando pra gente, as testemunhas, e saindo pra fora. Eu contei o que tinha acontecido e que vocês já sabem.
- Mas o senhor tá me dizendo que ela tava no meio dessa praia, que não é de nudismo, pelada?
- Isso mesmo, comissário.
- Mas tinha mais gente nua?
- Não, ela era a única em toda a...
- Então, quando aqueles 15 moleques se aproximaram da beira e ficaram olhando pra ela, ela não tentou se cobrir e vestir o biquíni?
- Exatamente, mas além disso, teria sido impossível vestir o biquíni porque ele tava no meu escritório, ela já saiu nua de lá.
- Pelada, saiu pelo calçadão já pelada?
- Sim, sim.
- Mas não levava nada pra se cobrir, uma toalha ou algo?
- Não, comissário, saiu nuazinha, decidida e sorrindo. Acho que a intenção dela era, depois da aula, voltar pelada pra pegar as coisas.
O comissário pareceu refletir e me disse:
- O que temos aqui é uma piranha. Agora mesmo ela tá de pernas bem abertas na frente de um monte de caras e super de boa.
- É que ela é nudista.
- Pode ser o nudista que quiser, mas o que não é normal é a gente, quase 20 caras, vendo limparem a buceta dela e a mina não querer privacidade nem mandar a gente vazar. Isso mostra que a tipa é uma vagabunda safada.
- Bom, o salva-vidas tem que limpar o sêmen dos moleques dela. Acho... que ela tá mais preocupada com isso do que com a gente olhando pra ela - tentava justificar a Eva na frente do delegado.
- Pelo amor de Deus, o salva-vidas passou mais de dez minutos enfiando os dedos nela e gastou três garrafas de meio litro de soro na buceta. Essa operação não devia ter durado mais de um minuto.
-
Como vocês sabem, isso aconteceu nos anos 90 e a sensibilidade de respeito pela mulher mudou muito nesses anos. Sem dúvida nenhuma, Eva foi estuprada por aquele grupo de moleques e agredida sexualmente com os toques.
Pra o delegado, Eva merecia o que tinha acontecido por sair nua e ele queria prendê-la e levá-la pra delegacia pra um interrogatório mais aprofundado. Os policiais locais apoiavam o chefe deles.
Os da Cruz Vermelha achavam que ela era uma mulher muito corajosa defendendo o nudismo numa praia que era de roupa e urbana. E queriam fazer dela madrinha de honra e apresentar pra todos os salva-vidas homens, isso último deixaram bem claro..
O padre, o diretor da escola e o pai que participava da viagem de estudos entendiam que os alunos deles tinham sido muito mal-educados e que ela tinha ficado com uma má impressão da escola, então, principalmente o padre insistia pra ela passar uns dias descansando na paróquia dele e conhecer a escola e o internato masculino.
Meu sócio e eu, e acho que os dois cunhados, a única coisa que a gente queria era foder a Eva naquela maca, porque já tava quarenta e cinco minutos naquele dispensário e a Eva continuava pelada e de pernas abertas.
Mas já vou avisando que infelizmente isso último não aconteceu, embora alguma das três anteriores que eu comentei tenha rolado.
Já me digam qual vocês acham que foi a próxima aventura da noiva do Rubén.
Continua...
5 comentários - Eva, inocente ou puta? Surfe nu😳🌊