virei escrava dela

Meu nome é Julieta, sou gordinha, barriguda, peitão, bico rosa. Pesava uns 90 quilos, tenho 1,70. Aos 18 anos, tava decidida a dar pro amigo do meu pai. Amava aquilo. Ele era alto, musculoso, moreno, tinha 48. Me conhecia desde sempre, era tipo meu tio.

Mas eu ficava doida por ele, me masturbava pensando nele me comendo. Num fim de semana, ele veio jantar em casa, como sempre. E eu pensei que era minha chance.

Me arrumei, vesti um conjunto de lingerie que tinha comprado sem meus pais saberem. Era preto com renda e uma tanga minúscula que entrava toda no meu cu. Coloquei uma regata que marcava bem meus peitos, decotada, e uma minissaia que apertava minha bunda.

Mesmo sendo gorda, adoro me vestir bem provocante, marcar tudo, meus peitões e minha bunda. Por cima, vesti uma camisola longa e solta pra disfarçar, porque se meu velho me visse daquele jeito, me matava.

Aí falei que ia encontrar minha melhor amiga, e Hernán — esse é o nome dele — se ofereceu pra me levar, algo que ele sempre fazia.

Entramos no carro, ele deu a partida e eu tirei a camisola. Ele me olhou pasmo. Adorei ele me olhar daquele jeito. Hernán: "Nena, o que você vestiu? Se seu pai te vê, te mata." Eu: "Gostou? Não vai contar, né?" H: "Pff, sim, gostar eu gosto, mas não sei, não acho certo, você é muito novinha, se cobre um pouco, parece que tá procurando..." Eu: "Procurando o quê?" (Me fazendo de sonsa, enquanto ajeitava meus peitos)

H: "Bom, você parece uma puta, o que quer que eu diga? Assim não posso te deixar ir a lugar nenhum. Vamos pra minha casa, vou ligar pro seu pai, porque fiquei sem bateria agora, e vamos conversar." Eu não falei nada, estávamos indo pra casa dele, isso era o que importava.

Chegamos e ele foi direto pro telefone. Eu: "Para, Hernán, meu pai não, por favor, não liga pra ele. Ele vai me matar." H: "E tá certo, você acha que pode andar assim?" Eu: "Mas você não gostou?" (E dou uma voltinha devagar) "Não acha que fica bem em mim?" (E pego na minha bunda)

Começo a dançar pra ele, me mexendo, rebolando minha bunda. Eu: vai, Hernán, bota uma música e vamos dançar. (Enquanto me aproximo e pego nas mãos dele. Giro e encosto minha bunda, enquanto me abraço com as mãos dele.) Cê não gosta de mim?
H: o que cê tá fazendo?
Eu sorrio porque ele não saiu, viro e coloco as mãos dele na minha bunda, seguro o rosto dele e beijo ele. Hernán se afasta.
H: para, Julieta. Para.
Eu me aproximo, toco na pica dele, me ajoelho, abro o zíper e tiro a pica dele. Hernán me olha...
H: para...
Eu: por favor. (E dou um beijinho na pica dele) eu quero (e passo a língua) não vou contar pra ninguém, juro. Por favor.
H: cê é uma putinha mesmo, né?
Eu sorrio triunfante e meto a pica dele na minha boca. Adorava, era tão grande, do jeito que eu tinha imaginado. Passava a língua de ponta a ponta, enchendo de saliva e enfiando na boca.
Hernán gemia. Vai, mete tudo. Engole tudo, bebê. E ele segura minha cabeça e empurra a pica bem fundo. Sentia que tava engasgando. Ele solta, eu respiro e tusso.
Assim, muito bem, de novo, abre bem a boca. E ele mete. Segura minha cabeça e começa a foder minha boca. Enfia até o fundo. Meus olhos lacrimejam e eu tenho ânsia.
Ele ri. Não queria isso, putinha?
Eu olho pra ele, com os olhos cheios de lágrima e saliva escorrendo até meus peitos, sim.
Ele me pega, me levanta e põe meus peitos pra fora, chupa forte e morde. E me dá um tapa, eu solto um gritinho. Isso, bebê, grita. Ele me bate de novo, e de novo, e de novo, até deixar meus peitos vermelhos.
Tira a roupa. Eu começo a tirar... Não. Dança pra mim, como cê tava fazendo antes, dança e tira a roupa. Ele senta no sofá. E eu começo a dançar e tirar a roupa devagar, enquanto olho pra ele.
Ele se toca na pica. Eu fico pelada na frente dele. Vem, bebê. Eu dou um passo. Não. Vem igual bebê vem... Eu olho pra ele. De quatro, putinha.
Eu fico de quatro e vou engatinhando até ele.
Assim que eu gosto. Beija a pica.
Eu dou um beijinho. Outro, vai, agradece, que é a pica que vai te alimentar. Eu dou um beijinho, Obrigada.
Muito bem, levanta. Mmm, olha só o que você é, como eu adoro que você seja gorda. Você é uma vaquinha bebê, sim, olha essas tetas gigantes, são como úberes (aperta minhas tetas) e essa sua bunda (me vira e dá um tapa) e essa barriga (começa a sacudir ela), mmmm, sim, me beija a barriga e morde de leve. Eu pego no cabelo dele e puxo a cabeça dele pra trás devagar e beijo ele. Ele me segura pela cabeça e pelo quadril e me senta em cima dele enquanto continua me beijando. Aperta minha bunda. H: Não aguento mais, quero te comer. Fica de joelhos no sofá com suas tetas penduradas no encosto. (Ele levanta) Mmm sim, que vista gostosa. Abre suas nádegas pra mim (eu abro) mmmm sim. Que linda você é, o que você é? Eu: uma vaquinha bebê. H: hahaha sim. Fala com voz de bebê, vaquinha bebê. Eu: zô uma vaquinha bebê H: haha muge. Eu: muuuuu H: sim, mais. Muge e mexe a bunda. Eu: muuuu, enquanto mexo a bunda com as nádegas abertas. muuuuu muuuuu H: (fica atrás e cospe no meu cu) Eu: para Hernan que por aí... H: dá um tapa em cada nádega. Shhhh. Você é uma vaquinha bebê, se comporta. Dá outro tapa. Nada de Hernán, meu macho, ok? Eu: Sim. H: (Tapa) Sim o quê, vaquinha? Eu: sim, meu macho. começa a enfiar um dedo no meu cu... Eu: aaahh H: sshh, relaxa. O que seu macho tá fazendo com você? Eu: tá enfiando (dá um tapa) H: como você tem que falar? Eu: como uma bebê. Meu macho tá enfiando um dedo no meu tiny ass (Meu macho tira o dedo, cospe no meu cu e no pau dele e começa a meter) aaaaahhh, não, por favor, Hernan Ele me tapa de novo, e de novo. H: O que eu te falei, vaca? (segura meus braços pelas costas e me tapa de novo) muge. Eu: muuuuu muuuu (de repente enfia tudo de uma vez) aaaaaahhhhhhhh (sinto que ele me rasga toda, que tá no meu estômago) aaahhhhh (choro) H: shhh, você vai se acostumar, vaquinha, já tá tudo dentro. Sente. Eu: mm sim, meu macho. (ele começa a se mexer) mmmmm H: no final você gosta. Você é a vaquinha bebê mais puta do mundo. Agora vem a parte boa. (E tira até a metade e enfia de novo) (mete, forte) Eu: aaah. (continua assim, me dando forte) aaahh, ahhhh siiiim.... H: (me dá um tapa) adoro que tudo balance em você, gorda. Suas tetas balançam e batem uma na outra. Muge e grita o que você é. Eu: mmmm siiiim, muuuuuuu, sou uma vaquinha bebê, muuuuu muuuuu sou uma vaca bem puta. H: do que você gosta, gorda puta? Eu: que meu macho me arrebente a buceta. mmmm siiiim hernan mete e tira sem parar. Enquanto me dá tapas. Solta meus braços e com uma mão pega meu cabelo e com a outra me bate. H: sim, você me encanta. Era isso que você queria? Eu: siim, meu macho. siiiim, mmmmm muuuuu muuuuu H: hahaha você gosta de mugir. Gosta de ser uma vaquinha bebê bem puta. (e começa uma metida e tirada forte e rápida) Quero gozar na sua cara e nas suas tetas, vaca. Eu: mmmm siiiim. H: (tira de dentro) vira de joelhos. Assim. Mostra a língua e oferece suas tetas. O que você quer? Eu: quero que você goze nas minhas tetas e na minha linguinha, papai. H: (me dá um tapa) Hah, papai? você gosta assim? ok. Eu: siim, papai. Quero meu gozo. Hernan goza e enche meus peitos e minha cara de porra. H: se limpa e engole tudo. Não quero nem uma gota sobrando. Eu: muuuuu

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