Depois daquela conversa com o Roberto, onde decidi surpreender eles e tirar umas fotos, esperei uns cinco dias inusitados em casa sem sair. Fingi que tava meio gripado e que não me sentia bem. A ideia era deixar a Analía bem puta da vida por eu estar ali e, de quebra, toda excitada, depois de cinco dias seguidos sem o machinho dela vir em casa cuidar dela.
E pra garantir de vez, filho da puta, quando os cinco dias se passaram, esperei e fiquei mais dois dias em casa. Pra tirar ela totalmente do sério. Ela não merecia menos.
Finalmente, no oitavo dia, de manhã falei que ia sair por aí com o Roberto, almoçar e depois a gente ia pro porto passear e zoar um pouco. Era uma saída, no papel, bem longa. Ia ficar muitas horas fora de casa. Se a Analía ficou feliz, não notei visivelmente. Ela disse que tudo bem, que eu me divertisse como sempre, mas eu sabia que por dentro ela tava morrendo de tesão por eu estar saindo, depois de tantos dias.
Quando chegou a hora, um pouco antes do meio-dia, me despedi e fui felizão pra saída com meu amigo. Ou pelo menos era o que ela pensava. Na real, saí e fui pro bar da esquina tomar um cafezinho e vigiar pra ver quando o Jony chegava em casa. Ele devia estar longe quando a Analía avisou, porque demorou quase cinquenta minutos pra chegar. Eu já tava começando a me preocupar, mas finalmente vi ele tocar a campainha e entrar.
A questão pra mim agora era em que momento entrar em casa pra pegar eles. Era realmente, como dizem, todo um problema. Se eu fosse na hora, corria o risco de chegar e eles só estarem almoçando alguma coisa que a Analía tinha preparado. Não vou tirar foto disso.
Por outro lado, se esperasse demais e passasse do ponto, podia correr o risco de entrar em casa tarde demais, quando já tinham feito tudo o que tinham que fazer, e aí também não daria pra tirar foto de nada grave.
No entanto, enquanto pedia a contei pro garçom, me veio uma ideia. Ia confiar na safadeza da Analía, que eu já tinha visto esses dias como ela tava pegando fogo de tesuda. Tinha uma chance, talvez mínima, mas chance ainda assim, que de tão no calor que estavam Analía, Jony ou os dois, que simplesmente esquecerem do almoço, ou deixarem pra depois, e já terem começado a trepar assim que o cara chegou.
Quanto mais eu pensava, mais provável parecia. Decidi fazer isso e me jogar nessa opção. Esperei uns cinco minutos a mais no bar pra dar tempo, caso estivessem esquentando os motores, e fui na curta distância pra casa.
Como sempre ao entrar, fiz isso em silêncio e com um cuidado danado de não fazer nenhum barulho de chaves. Sem a Analía perceber, há uns dias eu tava passando lubrificante nas dobradiças de todas as portas da casa. Algumas eram velhas e às vezes rangiam, e eu realmente não precisava de nenhuma surpresa dessas. Ela nem notou nem em nenhum momento disse algo sobre as portas de repente não rangirem mais.
Entrando em casa devagar pelo corredor comprido, a casa tava como sempre em silêncio, mas eu sorri pra mim mesmo quando meu faro não sentiu nenhum cheiro de comida. Eu tinha acertado, Analía não tava cozinhando. Talvez Jony não tivesse fome, ou talvez tivessem ido direto trepar.
Não gostei quando me aproximei da sala e não ouvi nada. Espiei discretamente e não tinha ninguém lá. Com certeza tinham subido pro quarto porque no térreo da casa só tinha mesmo a cozinha, a sala, um banheiro e pouco mais. Então devagar e em silêncio comecei a subir as escadas. Por sorte (e obviamente sem ter antecipado tudo isso), há uns anos a gente tinha trocado a escada de madeira toda caindo aos pedaços que a casa tinha originalmente por uma de cimento e azulejos. Não faria nenhum barulho ao subir.
Nas escadas, depois de alguns passos, já ouvi eles. Tavam no quarto, obviamente pelo que se escutava, já transando. Apesar de terem fechado ou deixado a porta do quarto entreaberta, era claro o que tava rolando lá dentro. Eu sorri e tirei meu celular do bolso, preparando ele na minha mão.
Me aproximei deslizando até a porta do quarto, que não tava fechada, só muito entreaberta, por sorte. Já ouvia claramente eles transando, os dois gemendo e falando coisas um pro outro, e o som das batidas da cama e do colchão. A última prova de fogo pra mim era se eles não iam me ver na hora que eu abrisse a porta. Tudo dependia de como eles tinham se posicionado na cama. Se eu tivesse sorte, estariam de costas pra porta e não me veriam. E se não tivesse sorte, por causa da distribuição do quarto e de como ele era pequeno, se estivessem de frente e prestando um pouco de atenção, dava pra perceber e ver claramente quando a porta se abria. Sem mais delongas, criei coragem e bem devagar empurrei a porta do quarto pra abrir um pouco. Ver se eu tinha sorte.
E eu tive sorte.
Eles estavam virados na cama pro lado oposto à porta, era muito difícil perceberem ela abrir um pouco. Analía tava montada em cima do Jony e o cara tava metendo forte nela por baixo. Mas forte de verdade. A pica dura do cara parecia um pistão que subia e descia rápido na buceta da minha mulher enquanto ela gritava e gemia de prazer. Eu tinha a rabuda da Analía em primeiro plano e uma boa vista de toda a ação. Comecei a tirar fotos deles de boa, enquanto ouvia entre os gemidos e suspiros.
"Vadia gostosa! Aaaahhh... como você me excita, mamãe...", falou Jony.
Analía, entre os suspiros e gemidos, respondeu: "Ssssiii meu amor... lindo... ai, que pica!!!"
"Uffff... cê gosta da minha pica, hein?", riu o cara sem diminuir o ritmo.
"Adoro, siiiim!!!", gemia Analía.
"Vou encher você todinha de porra...", falou ele e se distraiu um tempo chupando os peitos dela enquanto continuava metendo firme.
"Mmmmm!!! Sim... sim, bebê, me enche. Todaaaa... Adoro quando você me enche!!!”, minha mulher grunhiu.
Ele continuou metendo forte por uns momentos, até que também começou a ofegar pesado, segurou a bunda dela e deu uma estocada funda, enterrando a pica até as bolas e gemendo no orgasmo. Eu via clarinho a pica do cara pulsando sem parar, cuspindo todo o leite bem fundo na buceta da minha mulher. Analía sentiu isso e também gozou, mas foi um orgasmo forte que a fez se tensionar e só grunhir de prazer ao sentir o machinho encher ela. Não consegui evitar tirar uma foto deles bem naquele momento.
Ficaram assim por um bom tempo, juntinhos. Analía se deixou cair sobre o cara e ficaram um tempão se beijando, se acariciando e trocando umas sacanagens baixinho.
Eu já tava pronto pra sair voado escada abaixo e dar o fora se visse que iam começar a se vestir, alguém ameaçasse ir pro banheiro ou qualquer coisa, mas não. Parece que o cara também tava muito tarado depois desses dias sem ver minha mulher, porque num momento não sei o que cochicharam, ele riu, tirou ela de cima e colocou ela de quatro na cama. O cara ainda tinha outra bala no pente, aparentemente. Analía meio que reclamou, falando pra ele parar pra ver se o marido não voltava, mas não ofereceu muita resistência. Jony se posicionou atrás daquele rabão, guiou a pica que ainda tava dura e enfiou de novo na buceta, bombando sem parar e até o fundo.
Analía na hora levou a mão no meio das pernas pra se esfregar e se dar mais prazer, enquanto o cara curtia ela com tudo. Jony era de meter forte. Forte e rápido. Segurava firme na cintura dela e metia sem dó, ou às vezes se debruçava por cima dela que nem um carrapato agachado, com as mãos agarrando os peitos da minha mulher e continuava metendo assim. Ou puxava o cabelo dela, ou enfiava um ou dois dedos no cu dela enquanto continuava metendo com o pau.
O cara curtia minha mulher por completo, e a filha da puta parecia que não aguentava mais de tanto prazer de ser comida daquele jeito. Ela de repente teve um orgasmo intenso e forte, que sacudiu o corpo inteiro dela, fez ela se tensar e finalmente cair exausta com o tronco em cima da cama, ofegando desesperada por um pouco de ar. E o cara, ao ver ela gozar assim, também se excitou e começou a meter mais forte, as mãos segurando a bunda dela como dois alicates e de novo enfiando na buceta dela duro e rápido, até que de novo ele não aguentou e com um gemido longo enfiou mais uma vez até o saco e ali deixou, enchendo minha mulher de novo com o gozo dele.
Ficaram assim um tempinho se recuperando até que o cara saiu e em poucos segundos o gozo dele também começou a escorrer da buceta da Analía, devagar e pingando lentamente. Ele tinha enchido ela bem e de verdade. Os dois se jogaram na cama, se abraçaram e se beijaram, acariciando os corpos suados assim por um tempo.
Eu já tinha visto o suficiente e capturado o suficiente. Não precisava continuar ali e me expor. Não precisava capturar uma terceira transa, se é que ia ter. Deixei a porta entreaberta do jeito que estava e fui descendo devagar as escadas, deixando os amantes lá no quarto, enquanto ouvia as risadinhas suaves da Analía sumindo aos poucos conforme eu descia as escadas.
Saí de casa e fui caminhar por aí. Tinha tempo. Não queria voltar pro bar de novo. Fiquei andando pelo bairro e a... Pensar o que fazer. O que fazer com a Analía e com esse material que eu tinha acabado de gravar.
Deixar as coisas como estavam não era uma opção. Viver assim pra sempre, me fazendo de otário enquanto comiam a minha mulher, mesmo que eu detestasse ela e não me importasse muito, não era uma situação boa. Tinha que confrontar ela e fazer ela botar tudo pra fora. Mas com que objetivo? Pra expulsar ela de casa e mandar ela morar em outro lugar com o amante? Podia ser. Mas eu sabia que, se tinha uma coisa na vida da Analía que ela não queria perder por nada, era a casa. A opção então era confrontar ela e mandar ela cortar esse cara, se ela fosse capaz. Era isso ou o divórcio e ela vazar. Basicamente, colocar as coisas de um jeito que ela tivesse que escolher: a rola ou a casa. Não tinha chance dela ficar com as duas.
Mas, por outro lado… eu queria continuar com a Analía ali? Casado? Morando junto? Pra quê? Pra continuar nos tratando igual merda o tempo todo? Não era uma boa chance de cortar tudo de uma vez, mandar ela pra puta que pariu já que eu tinha os argumentos pra isso, e… não digo refazer minha vida, não na minha idade, mas pelo menos viver tranquilo na minha casa?
A ideia de não perdoar porra nenhuma, propor o divórcio e mandar ela pro caralho tava cada vez mais atraente. Eu tava com a vantagem aqui. Eu era o prejudicado e ela a adúltera. Fiquei pensando e repensando todos os detalhes na minha cabeça por uns dias até que me decidi a sentar com ela e falar tudo uma noite.
Depois de jantar, sentamos e comecei a contar tudo. Tudo que eu sabia, tudo que eu tinha, tudo que ela tava fazendo. Vocês imaginam que deu a maior merda, né? O pior desfecho possível. Eu também imaginava e esperava por isso. Briga. Gritos, xingamentos, ameaças… o que geralmente acontece quando um casamento chega no ponto de acabar, e ainda por cima por esses motivos.
Mas não. Às vezes tem final feliz.
Ela me desmontou de verdade, vendo como a Analía tava mal. quando eu contava tudo pra ela. Ela nem conseguia me olhar de vergonha e vi que umas lágrimas escaparam. Ou ela se sentiu realmente tocada e envergonhada, ou estava fazendo uma atuação que eu nunca tinha visto na vida, e não me parecia ser isso.
Analía desabou a chorar, pedindo perdão uma vez atrás da outra, dizendo que eu não merecia nada daquilo. Que sempre fui bom com ela, mas ela se sentia tão insatisfeita depois de tantos anos que tudo isso explodiu e ela não soube lidar. Que tinha perdido o controle, de um jeito muito ruim. Ela não queria perder a vida que tinha comigo, nem nossa casa, nem a mim.
A gente ficou discutindo um bom tempo, mas discutimos de boa. Tranquilos. Sem gritos nem agressão. Os dois tentando se entender. Foi a conversa que a gente deveria ter tido há 10... 15 anos... sei lá. No fim, nos abraçamos, nos beijamos e prometemos recomeçar, dessa vez fazendo direito.
E olha, desde então, não consigo descrever o quanto sou feliz com ela. O quanto a gente é feliz. Acabaram as brigas e a energia ruim, fazemos mais coisas juntos, nos tratamos muito melhor, nos amamos. Até voltamos a transar umas duas vezes, depois de tantos anos — eu, claro, com a ajuda do comprimido, mas ela não ligava. E eu também não. Voltei a ter minha mulher, minha esposa que um dia eu quis, perdi, e hoje recuperei.
Jony, claro, nunca mais apareceu. Nem toca no assunto comigo, e eu não puxo. Nunca mais tocou a campainha de casa, nunca mais vi ele. Analía faz as coisas dela, claro, a gente não fica grudado o tempo todo, mas não só voltei a confiar nela como não vi nada nela que me parecesse, nem que fosse um pingo, suspeito. Nada. Essas últimas três semanas foram realmente incríveis.
Eu adoraria poder continuar contando como estou bem, como a gente está bem, mas preciso parar de escrever, infelizmente. Estou com uma dor no estômago realmente impressionante. O jantar que a Analía fez me caiu horrível. como nunca antes. Ela cozinha muito bem, não é isso, mas essa coisa nova que ela fez tinha um gosto estranho e horrível, me caiu super mal.
Lembro do que o Roberto me disse naquela vez, que a Analía ia esperar eu morrer pra ficar com a casa e com o cara e... Nah. Não acredito. Não acredito que a Analía seria capaz de... Não, ela não é capaz. Nem passaria pela cabeça dela.
Não?
E pra garantir de vez, filho da puta, quando os cinco dias se passaram, esperei e fiquei mais dois dias em casa. Pra tirar ela totalmente do sério. Ela não merecia menos.
Finalmente, no oitavo dia, de manhã falei que ia sair por aí com o Roberto, almoçar e depois a gente ia pro porto passear e zoar um pouco. Era uma saída, no papel, bem longa. Ia ficar muitas horas fora de casa. Se a Analía ficou feliz, não notei visivelmente. Ela disse que tudo bem, que eu me divertisse como sempre, mas eu sabia que por dentro ela tava morrendo de tesão por eu estar saindo, depois de tantos dias.
Quando chegou a hora, um pouco antes do meio-dia, me despedi e fui felizão pra saída com meu amigo. Ou pelo menos era o que ela pensava. Na real, saí e fui pro bar da esquina tomar um cafezinho e vigiar pra ver quando o Jony chegava em casa. Ele devia estar longe quando a Analía avisou, porque demorou quase cinquenta minutos pra chegar. Eu já tava começando a me preocupar, mas finalmente vi ele tocar a campainha e entrar.
A questão pra mim agora era em que momento entrar em casa pra pegar eles. Era realmente, como dizem, todo um problema. Se eu fosse na hora, corria o risco de chegar e eles só estarem almoçando alguma coisa que a Analía tinha preparado. Não vou tirar foto disso.
Por outro lado, se esperasse demais e passasse do ponto, podia correr o risco de entrar em casa tarde demais, quando já tinham feito tudo o que tinham que fazer, e aí também não daria pra tirar foto de nada grave.
No entanto, enquanto pedia a contei pro garçom, me veio uma ideia. Ia confiar na safadeza da Analía, que eu já tinha visto esses dias como ela tava pegando fogo de tesuda. Tinha uma chance, talvez mínima, mas chance ainda assim, que de tão no calor que estavam Analía, Jony ou os dois, que simplesmente esquecerem do almoço, ou deixarem pra depois, e já terem começado a trepar assim que o cara chegou.
Quanto mais eu pensava, mais provável parecia. Decidi fazer isso e me jogar nessa opção. Esperei uns cinco minutos a mais no bar pra dar tempo, caso estivessem esquentando os motores, e fui na curta distância pra casa.
Como sempre ao entrar, fiz isso em silêncio e com um cuidado danado de não fazer nenhum barulho de chaves. Sem a Analía perceber, há uns dias eu tava passando lubrificante nas dobradiças de todas as portas da casa. Algumas eram velhas e às vezes rangiam, e eu realmente não precisava de nenhuma surpresa dessas. Ela nem notou nem em nenhum momento disse algo sobre as portas de repente não rangirem mais.
Entrando em casa devagar pelo corredor comprido, a casa tava como sempre em silêncio, mas eu sorri pra mim mesmo quando meu faro não sentiu nenhum cheiro de comida. Eu tinha acertado, Analía não tava cozinhando. Talvez Jony não tivesse fome, ou talvez tivessem ido direto trepar.
Não gostei quando me aproximei da sala e não ouvi nada. Espiei discretamente e não tinha ninguém lá. Com certeza tinham subido pro quarto porque no térreo da casa só tinha mesmo a cozinha, a sala, um banheiro e pouco mais. Então devagar e em silêncio comecei a subir as escadas. Por sorte (e obviamente sem ter antecipado tudo isso), há uns anos a gente tinha trocado a escada de madeira toda caindo aos pedaços que a casa tinha originalmente por uma de cimento e azulejos. Não faria nenhum barulho ao subir.
Nas escadas, depois de alguns passos, já ouvi eles. Tavam no quarto, obviamente pelo que se escutava, já transando. Apesar de terem fechado ou deixado a porta do quarto entreaberta, era claro o que tava rolando lá dentro. Eu sorri e tirei meu celular do bolso, preparando ele na minha mão.
Me aproximei deslizando até a porta do quarto, que não tava fechada, só muito entreaberta, por sorte. Já ouvia claramente eles transando, os dois gemendo e falando coisas um pro outro, e o som das batidas da cama e do colchão. A última prova de fogo pra mim era se eles não iam me ver na hora que eu abrisse a porta. Tudo dependia de como eles tinham se posicionado na cama. Se eu tivesse sorte, estariam de costas pra porta e não me veriam. E se não tivesse sorte, por causa da distribuição do quarto e de como ele era pequeno, se estivessem de frente e prestando um pouco de atenção, dava pra perceber e ver claramente quando a porta se abria. Sem mais delongas, criei coragem e bem devagar empurrei a porta do quarto pra abrir um pouco. Ver se eu tinha sorte.
E eu tive sorte.
Eles estavam virados na cama pro lado oposto à porta, era muito difícil perceberem ela abrir um pouco. Analía tava montada em cima do Jony e o cara tava metendo forte nela por baixo. Mas forte de verdade. A pica dura do cara parecia um pistão que subia e descia rápido na buceta da minha mulher enquanto ela gritava e gemia de prazer. Eu tinha a rabuda da Analía em primeiro plano e uma boa vista de toda a ação. Comecei a tirar fotos deles de boa, enquanto ouvia entre os gemidos e suspiros.
"Vadia gostosa! Aaaahhh... como você me excita, mamãe...", falou Jony.
Analía, entre os suspiros e gemidos, respondeu: "Ssssiii meu amor... lindo... ai, que pica!!!"
"Uffff... cê gosta da minha pica, hein?", riu o cara sem diminuir o ritmo.
"Adoro, siiiim!!!", gemia Analía.
"Vou encher você todinha de porra...", falou ele e se distraiu um tempo chupando os peitos dela enquanto continuava metendo firme.
"Mmmmm!!! Sim... sim, bebê, me enche. Todaaaa... Adoro quando você me enche!!!”, minha mulher grunhiu.
Ele continuou metendo forte por uns momentos, até que também começou a ofegar pesado, segurou a bunda dela e deu uma estocada funda, enterrando a pica até as bolas e gemendo no orgasmo. Eu via clarinho a pica do cara pulsando sem parar, cuspindo todo o leite bem fundo na buceta da minha mulher. Analía sentiu isso e também gozou, mas foi um orgasmo forte que a fez se tensionar e só grunhir de prazer ao sentir o machinho encher ela. Não consegui evitar tirar uma foto deles bem naquele momento.
Ficaram assim por um bom tempo, juntinhos. Analía se deixou cair sobre o cara e ficaram um tempão se beijando, se acariciando e trocando umas sacanagens baixinho.Eu já tava pronto pra sair voado escada abaixo e dar o fora se visse que iam começar a se vestir, alguém ameaçasse ir pro banheiro ou qualquer coisa, mas não. Parece que o cara também tava muito tarado depois desses dias sem ver minha mulher, porque num momento não sei o que cochicharam, ele riu, tirou ela de cima e colocou ela de quatro na cama. O cara ainda tinha outra bala no pente, aparentemente. Analía meio que reclamou, falando pra ele parar pra ver se o marido não voltava, mas não ofereceu muita resistência. Jony se posicionou atrás daquele rabão, guiou a pica que ainda tava dura e enfiou de novo na buceta, bombando sem parar e até o fundo.
Analía na hora levou a mão no meio das pernas pra se esfregar e se dar mais prazer, enquanto o cara curtia ela com tudo. Jony era de meter forte. Forte e rápido. Segurava firme na cintura dela e metia sem dó, ou às vezes se debruçava por cima dela que nem um carrapato agachado, com as mãos agarrando os peitos da minha mulher e continuava metendo assim. Ou puxava o cabelo dela, ou enfiava um ou dois dedos no cu dela enquanto continuava metendo com o pau.O cara curtia minha mulher por completo, e a filha da puta parecia que não aguentava mais de tanto prazer de ser comida daquele jeito. Ela de repente teve um orgasmo intenso e forte, que sacudiu o corpo inteiro dela, fez ela se tensar e finalmente cair exausta com o tronco em cima da cama, ofegando desesperada por um pouco de ar. E o cara, ao ver ela gozar assim, também se excitou e começou a meter mais forte, as mãos segurando a bunda dela como dois alicates e de novo enfiando na buceta dela duro e rápido, até que de novo ele não aguentou e com um gemido longo enfiou mais uma vez até o saco e ali deixou, enchendo minha mulher de novo com o gozo dele.
Ficaram assim um tempinho se recuperando até que o cara saiu e em poucos segundos o gozo dele também começou a escorrer da buceta da Analía, devagar e pingando lentamente. Ele tinha enchido ela bem e de verdade. Os dois se jogaram na cama, se abraçaram e se beijaram, acariciando os corpos suados assim por um tempo.
Eu já tinha visto o suficiente e capturado o suficiente. Não precisava continuar ali e me expor. Não precisava capturar uma terceira transa, se é que ia ter. Deixei a porta entreaberta do jeito que estava e fui descendo devagar as escadas, deixando os amantes lá no quarto, enquanto ouvia as risadinhas suaves da Analía sumindo aos poucos conforme eu descia as escadas.
Saí de casa e fui caminhar por aí. Tinha tempo. Não queria voltar pro bar de novo. Fiquei andando pelo bairro e a... Pensar o que fazer. O que fazer com a Analía e com esse material que eu tinha acabado de gravar.
Deixar as coisas como estavam não era uma opção. Viver assim pra sempre, me fazendo de otário enquanto comiam a minha mulher, mesmo que eu detestasse ela e não me importasse muito, não era uma situação boa. Tinha que confrontar ela e fazer ela botar tudo pra fora. Mas com que objetivo? Pra expulsar ela de casa e mandar ela morar em outro lugar com o amante? Podia ser. Mas eu sabia que, se tinha uma coisa na vida da Analía que ela não queria perder por nada, era a casa. A opção então era confrontar ela e mandar ela cortar esse cara, se ela fosse capaz. Era isso ou o divórcio e ela vazar. Basicamente, colocar as coisas de um jeito que ela tivesse que escolher: a rola ou a casa. Não tinha chance dela ficar com as duas.
Mas, por outro lado… eu queria continuar com a Analía ali? Casado? Morando junto? Pra quê? Pra continuar nos tratando igual merda o tempo todo? Não era uma boa chance de cortar tudo de uma vez, mandar ela pra puta que pariu já que eu tinha os argumentos pra isso, e… não digo refazer minha vida, não na minha idade, mas pelo menos viver tranquilo na minha casa?
A ideia de não perdoar porra nenhuma, propor o divórcio e mandar ela pro caralho tava cada vez mais atraente. Eu tava com a vantagem aqui. Eu era o prejudicado e ela a adúltera. Fiquei pensando e repensando todos os detalhes na minha cabeça por uns dias até que me decidi a sentar com ela e falar tudo uma noite.
Depois de jantar, sentamos e comecei a contar tudo. Tudo que eu sabia, tudo que eu tinha, tudo que ela tava fazendo. Vocês imaginam que deu a maior merda, né? O pior desfecho possível. Eu também imaginava e esperava por isso. Briga. Gritos, xingamentos, ameaças… o que geralmente acontece quando um casamento chega no ponto de acabar, e ainda por cima por esses motivos.
Mas não. Às vezes tem final feliz.
Ela me desmontou de verdade, vendo como a Analía tava mal. quando eu contava tudo pra ela. Ela nem conseguia me olhar de vergonha e vi que umas lágrimas escaparam. Ou ela se sentiu realmente tocada e envergonhada, ou estava fazendo uma atuação que eu nunca tinha visto na vida, e não me parecia ser isso.
Analía desabou a chorar, pedindo perdão uma vez atrás da outra, dizendo que eu não merecia nada daquilo. Que sempre fui bom com ela, mas ela se sentia tão insatisfeita depois de tantos anos que tudo isso explodiu e ela não soube lidar. Que tinha perdido o controle, de um jeito muito ruim. Ela não queria perder a vida que tinha comigo, nem nossa casa, nem a mim.
A gente ficou discutindo um bom tempo, mas discutimos de boa. Tranquilos. Sem gritos nem agressão. Os dois tentando se entender. Foi a conversa que a gente deveria ter tido há 10... 15 anos... sei lá. No fim, nos abraçamos, nos beijamos e prometemos recomeçar, dessa vez fazendo direito.
E olha, desde então, não consigo descrever o quanto sou feliz com ela. O quanto a gente é feliz. Acabaram as brigas e a energia ruim, fazemos mais coisas juntos, nos tratamos muito melhor, nos amamos. Até voltamos a transar umas duas vezes, depois de tantos anos — eu, claro, com a ajuda do comprimido, mas ela não ligava. E eu também não. Voltei a ter minha mulher, minha esposa que um dia eu quis, perdi, e hoje recuperei.
Jony, claro, nunca mais apareceu. Nem toca no assunto comigo, e eu não puxo. Nunca mais tocou a campainha de casa, nunca mais vi ele. Analía faz as coisas dela, claro, a gente não fica grudado o tempo todo, mas não só voltei a confiar nela como não vi nada nela que me parecesse, nem que fosse um pingo, suspeito. Nada. Essas últimas três semanas foram realmente incríveis.
Eu adoraria poder continuar contando como estou bem, como a gente está bem, mas preciso parar de escrever, infelizmente. Estou com uma dor no estômago realmente impressionante. O jantar que a Analía fez me caiu horrível. como nunca antes. Ela cozinha muito bem, não é isso, mas essa coisa nova que ela fez tinha um gosto estranho e horrível, me caiu super mal.
Lembro do que o Roberto me disse naquela vez, que a Analía ia esperar eu morrer pra ficar com a casa e com o cara e... Nah. Não acredito. Não acredito que a Analía seria capaz de... Não, ela não é capaz. Nem passaria pela cabeça dela.
Não?
1 comentários - Ajudando as mais necessitadas - Parte 3 (fim)