NOTA:Esta história é uma adaptação e continuação da série publicada há vários anos por "sumadrid" (perfil 683026) em outro site. Foi continuada por outra pessoa, então o texto final é de autoria conjunta.1 – O acampamentoFui buscá-la na casa dela numa quinta-feira quente do final de julho. Fumei um cigarro esperando por ela na porta do prédio. Reparei no vestido branco curto de verão enquanto ela descia os últimos degraus. Como ela tava gostosa.
Ela me deu um beijo longo na boca e agradeceu mais uma vez pela pequena escapada que a gente ia dar. Tinha sido um parto reservar um lote naquele camping na beira da praia. Tão tarde naquela altura do verão foi uma verdadeira façanha, mas pela minha mina eu faria qualquer coisa.
Ver ela tão gostosa dissipava qualquer dúvida sobre o valor do esforço. A Susana carregava uma mochila bem pequena. Qualquer garota de vinte anos arrumando a mala tentaria levar meio armário, mesmo que fosse pra praia. Mas minha namorada era realista, só precisava de uns dois vestidos de verão e alguns biquínis.
A gente foi pra estação de ônibus. Já no caminho eu percebia como outros caras olhavam pra minha mina. Era totalmente compreensível. Ela tinha um corpo esbelto com curvas delicadas, peitos volumosos e firmes, e pernas torneadas. Era o centro das atenções de muitos homens invejosos.
A viagem de ônibus foi super normal, e pra falar a verdade, a gente dormiu na maior parte do trajeto.
Graças ao ar-condicionado, não passamos calor nenhum. A única coisa é que os mamilos da Susana marcavam por baixo do vestido por causa do vento fresco que chegava. Parece que ela não tava de sutiã. Ainda bem que ela dormia, porque a coitada teria passado muita vergonha com os olhares indiscretos constantes dos caras sentados ao nosso redor.
Chegamos felizes na cidade onde ficava o camping. Assim que chegamos, eu montei a barraca enquanto a Susana foi comprar uns refrigerantes. Enrolado tentando entender a posição daqueles tubos de plástico, vi que do nosso lado tinha um grupo de três caras tocando violão enquanto fumavam uns baseados e tomavam umas Cervejas. Resignado, pensei comigo mesmo que com certeza iam nos encher o saco a noite toda.
Quando finalmente a Susana chegou, eu já tinha montado tudo. Os caras do lado, claro, ficaram olhando pra ela feito bobos. Não era pra menos; a Susana tava completamente encharcada. Ela me contou que tinha passado na piscina do camping, explorando o lugar, e que tinha começado a conversar com o salva-vidas. Parece que o cara, que já tinha se enturmado rapidinho, empurrou ela na água pra fazer uma brincadeira.
Não dei muita importância, mas a verdade é que ela tava bem gostosa com toda a roupa colada no corpo. Dava pra ver os biquinhos rosa clarinho através do tecido branco, e o resto do vestido grudava na pele dela, marcando perfeitamente as curvas. Dava vontade de meter ela na barraca e foder ela, mesmo que fosse em plena luz do dia. Falei que ia tirar um cochilo porque tava cansado, mas ela preferiu ficar lá fora, dando uma volta e arrumando nossas coisas no lote.
Apesar do barulho que os vizinhos faziam, capotei por umas horas. Quando acordei, senti o sol de verão batendo forte na lona da barraca, transformando ela num forno. Saí rapidinho, suando igual um porco, e fui procurar a Susana. Depois de uns segundos sem ver ela, ouvi a risada dela vindo da barraca ao lado, a daqueles caras barulhentos.
Cheguei de mansinho e abri o zíper da barraca sem avisar. Um calor abafado escapou pela abertura, misturado com um cheiro inconfundível. Lá estava ela, rindo e se divertindo com os três vizinhos desconhecidos, com um baseado na mão. Eles estavam sentados em círculo, passando o beck de mão em mão.
Minha mina, toda suada, tava com as pernas dobradas, sentada nos calcanhares. Com a roupa ainda meio molhada, seja pelo mergulho de antes ou pelo suor, a Susana parecia completamente relaxada e feliz.
Pra minha surpresa, deduzi que a Susana não tava de calcinha. deitadas, já que as reconheci estiradas sobre as pernas de um dos caras. Ele me disse que era porque estavam molhadinhas e queria que secassem. Os caras, por sua vez, estavam sem camisa, mostrando corpos esculturais diante dos quais minha namorada não parecia nem um pouco incomodada. Os torsos dos novos amigos da Susana brilhavam de suor, e é que o calor e o cheiro de humanidade e de baseado eram fortes ali dentro. A verdade é que a barraca cheirava a hormônios que dava até pra trás.
Finalmente, meio puto, falei pra Susana:
— Vamos, que a gente precisa comer alguma coisa.
— Mas amor, não fica bravo não, já tô saindo, só tava passando um tempo com esses caras tão legais — disse ela, sorrindo.
Em seguida, ela se ajoelhou como uma gata e, do fundo da barraca, foi rastejando em direção à entrada onde eu estava. Fez isso sem pressa nenhuma, deixando que os novos amigos contemplassem toda a beleza dela. Suponho que, pelo vestido curto que era, eles estavam vendo as coxas lisas dela. E talvez até pudessem ver a rachinha dela sem dificuldade, dependendo do que a saia mínima deixava à mostra.
Quando estava prestes a sair, ela parou, virou a cabeça e disse:
— Bom, pessoal, saibam que foi um prazer conhecer vocês, me diverti muito. É uma pena que a gente não tenha nada de comida pra oferecer pra vocês.
Eu intervim seco:
— A gente tem comida, mas não o suficiente pra todo mundo, é uma pena.
Eu não tinha ido acampar pra fazer amigos, mas sim pra curtir minha mina, e por isso meu comentário saiu meio grosso.
— A gente pode ir de carro até a cidade aqui do lado e comprar um jantar pra todo mundo — disse um deles, sem tirar os olhos da bunda da minha namorada.
Susana, lá de baixo, me olhou com cara de gata faminta, pra ver o que eu achava da ideia. Ela tava excitadíssima com a ideia de dividir o jantar com esses caras tão legais. Eu recusei por um tempo, prolongando a discussão por uns minutos enquanto minha namorada tentava me convencer com voz carinhosa e rebolando a bunda de um jeito provocante enquanto os caras seguiam ela com o olhar. Acabei aceitando a proposta, mesmo sem muita vontade, pra ser sincero.
Combinamos que eles três iriam fazer compras enquanto eu e a Susana íamos pra piscina dar um mergulho antes do sol se pôr. Na volta, eles passariam pra nos pegar de carro e a gente faria um churrasquinho com o fogão portátil que eles tinham.
Colocamos os trajes de banho e chegamos na piscina depois de uma caminhada, porque ficava um pouco longe. Esses são os problemas de reservar em cima da hora. Tinha bastante gente, incluindo um monte de mina gata. Mas eu podia me orgulhar da minha mina, a mais gostosa de todas. Pelo menos pra mim, isso é fato.
Ela tava linda com o biquíni branco, que destacava aquelas curvas deliciosas que ela tem. Os velhos que estavam por lá também admiravam ela, e não paravam de olhar enquanto ela passava protetor ou deitava na toalha. Depois de uns minutos de paz e relax, eu entrei na água, e ela foi, segundo ela disse, cumprimentar o salva-vidas. Ele era aquele típico bombado de academia, usando óculos escuros de marca e uma tatuagem tribal na panturrilha.
Ele também não deixou passar despercebido o corpaço da minha mina, e lá da água eu via ele olhando ela de cima a baixo, elogiando, o que fazia a Susana rir. Ela sempre foi muito impressionada por tatuagens, e esse cara parecia um catálogo de loja de tatuagem. Ele mostrava as tatuagens, aproveitando pra contrair os músculos e flertar um pouco com ela. Eles conversavam animados, e ela entrava na brincadeira toda feliz.
Ela até se permitia passar a mão em alguns músculos dele com a desculpa de tocar nas tatuagens. Eu tava ficando bem ciumento com a cena, mas aí percebi que tudo não passava de uma estratégia da Susana pra fazer o cara se sentir confiante. Num momento de distração, Susana agarrou ele pela cintura pra jogar ele na água, querendo dar o troco na brincadeira Aquela manhã. Ela, que não tem mais de um metro e sessenta, tentava jogar na piscina um monstro de músculos que era vinte centímetros mais alto que ela.
Ficaram se empurrando e rindo por uns segundos que pra mim duraram uma eternidade, até que ele se posicionou atrás dela e a envolveu com os braços fortes, amassando os peitos dela e se apertando contra o corpo dela. Caíram juntos na água, onde ficaram submersos por mais uma eternidade até voltarem à superfície, ainda abraçados.
Eu comecei a nadar na direção deles, pra ajudar minha pequena contra aquele gigante. Mas ela conseguiu se virar e, de frente pra ele, apoiou as mãos nos ombros dele e se ergueu pra tentar afogá-lo. Sempre rindo, Susana tirou metade do corpo da água pra pegar impulso, enquanto ele segurava ela pela cintura. Percebi que, com a luta, a parte de baixo do biquíni tinha deslizado um pouco, deixando à mostra parte daquela bunda maravilhosa e branquinha.
Susana mudou de estratégia e virou uma cobra; enquanto enroscava as pernas torneadas no tronco do salva-vidas, abraçou ele pelo pescoço com os braços, fazendo com que os peitos dela se espremessem contra o rosto do cara. Ele acabou perdendo o equilíbrio e os dois foram parar debaixo d'água de novo.
Mergulhei pra ver o que tava rolando. Embora não desse pra enxergar muito bem, vi os dois afundando abraçados e se debatendo. Os peitos de Susana continuavam pressionando a cara dele, e ele segurava ela com força contra o corpo com uma mão, enquanto a outra agarrava a coxa dela.
Depois de mais um pouco de luta, finalmente se soltaram um do outro e voltaram à superfície. Susana não parava de rir da situação. Ele saiu da água e voltou pra cadeira de salva-vidas. Dava pra ver que ele tava de pau duro. Ela ficou na água, apoiada na borda da piscina, conversando com ele, se divertindo. Os peitões generosos dela ficavam apertados entre os braços, à vista de todo mundo.
Eu tava com Um baita puta saco, então fui pra toalha sem querer falar com ela. Daqui a pouco chegaram os vizinhos de barraca, já voltando de comprar a janta. Sem nem me ver, foram direto falar com minha namorada. A Susana tava toda à vontade batendo papo com aqueles desconhecidos, até o salva-vidas se juntou a eles enquanto eu me entediava na toalha. Parecia que minha mina tava convidando eles pra mergulhar com ela na água, dizendo que tava uma delícia. Todo mundo se divertia com minha namorada, todo mundo menos eu.
Finalmente ela chegou perto da toalha, pensei que fosse ficar um tempo comigo, como devia ser. Mas não, tava muito enganado.
— Amor — ela me disse —, vamos preparar a janta. Vou na frente com eles no carro deles pra ajudar.
Dá pra você levar minhas coisas pra barraca? É que tô toda molhada e não quero pegar um resfriado, já tá escurecendo e a barraca fica longe…
Com aquele olhar de pena me convenceu e me pediu pra pegar o vestidinho de verão que tinha deixado na bolsa dela. Ela vestiu por cima do biquíni ainda encharcado, molhando também o vestido branco de quebra.
Ela se olhou e disse:
— Ah, acho melhor tirar a parte de baixo, senão vai molhar tudo.
Sem mais nem menos, se livrou do biquíni, diante do meu olhar atônito, ficando só com o vestido, tão curtinho que era e tão molhado que tava que dava pra ver tudo. Mesmo não fazendo nada de frio, os mamilos molhados dela furaram o tecido úmido do vestido. Os peitões dela balançavam a cada passo que dava em direção aos nossos vizinhos, que estavam todos de boca aberta com a situação.
Vi eles caminharem até o carro e entrarem, pra depois saírem cantando pneu em direção à barraca. Até o salva-vidas tinha se auto-convidado pra festa pra não perder detalhe do que pudesse rolar.2 – A festaApós dez minutos de caminhada, finalmente cheguei na minha barraca também, cansado e puto da vida com a minha namorada por ter me deixado na mão por causa daqueles quatro idiotas.
Vi ela com aquele mesmo vestido e percebi que ainda não tinha colocado calcinha, porque, enquanto ela se mexia de um lado pro outro, a saia subia mais do que devia. Ela dizia que com aquele calor ficava mais confortável assim. E isso logo depois de falar que estava começando a esfriar. Eu não entendia essas mudanças repentinas de temperatura que minha namorada sentia; pra mim, era um entardecer quente de verão bem normal.
Os quatro caras estavam de sunga, com os torsos nus, e cuidando da minha namorada como se ela fosse uma princesa. Mas, principalmente, garantiam que ela não ficasse sem bebida, porque quanto mais ela bebia, mais carinhosa ficava com eles.
Os caras não perdiam nenhuma chance de se aproximar dela, abraçá-la e, se preciso (não que fosse necessário), dar uns beijos carinhosos brincando com ela. Eu não acreditava que ela agia daquele jeito tão confiante e inocente com uns caras que acabara de conhecer. Um deles começou a tocar violão, enquanto o resto preparava o jantar com a minha menina.
Eu fiz a única coisa que me veio à cabeça naquele momento: também cair na bebida. Quando o jantar ficou pronto, sentamos na mesa. Era uma mesa de camping com bancos acoplados nas laterais que os vizinhos tinham trazido. A verdade é que a gente ficava bem apertado. A Susana não conseguiu sentar do meu lado e ficou na frente, entre dois dos caras. Eu fiquei num canto, do lado oposto, junto com o salva-vidas e outro vizinho.
A palhaçada continuava na minha cara. Cada vez que um pedaço de comida "caía" nas pernas dela, um dos seus seguranças se apressava pra pegar, demorando também pra "limpar" a mancha que tinha feito. Um dos caras brincou, dizendo pra ela levantar a saia do vestido pra não sujar, e ela levou a sério. Alegre como Foi, ela deixou a buceta à mostra por uns segundos, antes de eu dar uma bronca nela e mandar ela se cobrir.
Depois, um dos pedaços de comida caiu "acidentalmente" bem no meio do decote da Susana, e um dos caras não hesitou em pegar com as mãos, enfiando o nariz ali e se esbaldando de um jeito que me deixou alucinado. Eu também já tava meio bêbado na época e me sentia cada vez mais lento e lerdo nas reações. Cada vez mais eu ficava em segundo plano, enquanto ela era o centro das atenções daqueles tarados no cio.
Umas duas vezes fui mijar num pinheiro perto e tive que ficar de olho no grupo pra ver se a coisa não passava do ponto. Cada vez que um deles ia mijar, dava pra ver o pau duro por baixo do tecido da sunga. Ela olhava pra eles e, sinceramente, não parecia muito incomodada. Um deles, com a desculpa de que tava muito escuro, foi mijar bem atrás de um arbusto que mal escondia, deixando a rola à mostra pra minha namorada.
Num certo momento, ela já tava bem bêbada também e precisou mijar. Como os banheiros ficavam a uns cem metros, eu, feito um cavalheiro, me ofereci pra acompanhar. Mas ela não quis e disse que podia fazer igual a gente e mijar atrás de um pinheiro. Foi só levantar o vestido e se agachar.
De repente, ela começou a gritar e deu um pulo na nossa frente, ainda segurando o vestido na altura da cintura.
— Tem uma cobra ou alguma coisa aí que se mexeu! — exclamou histérica.
Eu fiquei puto de ver ela deixar a bucetinha depilada à mostra pra todo mundo, mesmo que sem querer. Mesmo assim, fui ver se encontrava o que tinha se mexido, mas não vi mais nada.
— Dá um jeito, amor, que nojo! — gritou me incentivando, mas aí exclamou — Ai…! Não aguento mais, vai escapar…
A Susana começou a mijar sem querer, a urina escorrendo pelas pernas enquanto ela apertava uma na outra tentando segurar, sem sucesso. Eu olhei pros quatro caras, que olhavam pra ela de boca aberta enquanto ela mijava em cima delas. Sorte que ela não tava de tênis e não sujou. Ela terminou com as pernas molhadas, com um fio de mijo transparente saindo da sua rachinha exposta até uma poça no chão debaixo dos pés descalços dela.
Falei pra ela ir tomar um banho pra se limpar e também pra clarear a cabeça, que ela tava muito afetada, embora na real eu tivesse quase pior. Quis acompanhar ela, mas nosso amigo salva-vidas me mandou sentar e insistiu em ir com ela. Como já tava bem escuro, era melhor ele guiar ela, já que trabalhava ali e conhecia o caminho.
Aceitei resignado e eles foram juntos pros banheiros. Eu não sabia do que falar com os caras na mesa, que continuavam alucinados com o que tinha rolado, mas não ousavam comentar comigo. Me senti como um convidado estranho e desconfortável na festa particular deles.
Demoraram pra voltar, e de repente começou a se ouvir o som da água do chuveiro caindo e gritos da Susana ao longe. Me aproximei como pude pra ver o que tava rolando. Quando entrei, vi ela abraçada nele, ainda com o vestido, mas debaixo do chuveiro, gritando por causa da água fria e rindo. Eles nem me viram.
Ele aproveitava pra chegar perto do corpo dela e abraçar. As pernas deles se entrelaçavam e a Susana ficava completamente imobilizada quando ele segurava ela nos braços. O amigo salva-vidas tentava tirar o vestido dela e queria ajudar a limpar esfregando as pernas nuas dela. Ela se desviava rindo pra ele não fazer, mas sem muita resistência.
Quando finalmente me viram, também não pararam de fazer bagunça na hora, mas acabaram saindo dos chuveiros. Eu tava bem puto, mas bêbado demais pra reclamar direito. Então peguei a mão dela e levei de volta pro lote com os vizinhos.
A Susana, que tava completamente encharcada, entrou na barraca pra vestir algo seco. Mas bebida como Ela se descuidou e não fechou o zíper para se trocar. Saiu ainda mais gostosa do que tinha entrado, com uma camiseta branca que ficava pequena nela e grudava nos peitos como uma segunda pele.
Embaixo, uma minissaia vaporosa, também branca, que batia acima do meio da coxa. Parecia que branco e curto era o uniforme obrigatório pra aquela noite.
Claro que ela não tava de sutiã, então, puto, perguntei se pelo menos tinha colocado calcinha.
Ela levantou a saia na frente, desafiadora, pra me mostrar na frente de todo mundo a calcinha branca de algodão dela. Era meio infantil, e ela exibia enquanto apertava as pernas e reclamava da minha chatice.
Eu, com uma das piores bebedeiras da minha vida, decidi logo que a festa tinha acabado e que já era hora de ir dormir. Minha namorada reclamou porque tinha acabado de se vestir, e que se soubesse, já teria ficado pelada. Mas, de qualquer jeito, no fim ela também decidiu que era hora de cair na cama. Todo mundo ficou triste, mas ela prometeu que passaria pra dar um beijo de boa noite em todos.
Minha mina me acompanhou até nossa barraca, mas com a ajuda de dois caras que me seguraram pra eu não quebrar nada por causa do meu estado. Ao entrar, desabei na hora no saco de dormir. Vi a Susana começar a se despir de novo, ficando só de calcinha, pronta pra dormir. Com essa última imagem, apaguei.
Quando acordei, tava sozinho. Olhei o relógio e era uma da tarde. O saco de dormir da minha namorada não parecia ter sido usado, mas encontrei o top e a minissaia da noite anterior jogados em cima dele. Minha cabeça tava rodando e doía pra caralho. Saí da barraca pra procurar a Susana, achando que ela tava fora preparando algo pra comer, mas quando saí, não encontrei ela. Não sabia onde ela tava.
Peguei meu celular e liguei pra ela. Minha surpresa foi enorme quando começou a tocar de dentro de uma das barracas. dos nossos vizinhos. Na noite anterior, eu estava bêbado demais pra reagir, mas dessa vez não ia deixar passar, apesar da puta ressaca. Então peguei um pedaço de pau do chão e gritei pro pessoal da barraca abrir e mandei a Susana sair. Ia rolar uma merda.
Depois de várias ameaças sem resposta, eu mesmo abri o zíper, só pra encontrar a barraca vazia.
Nesse momento, a Susana chegava com os amigos, tomando um café que tinha comprado no bar do camping. Ela tava usando outro vestidinho de praia curtíssimo, e zoava com um dos caras. Me explicaram que tinham acordado cedo pra tomar café. Perguntei pra Susana onde ela tinha dormido, e ela disse que comigo, mas que com certeza eu não lembrava, de tão bêbado que tava.
Fiquei puto de ver eles tão de boa depois do quanto a gente tinha bebido, e eu sendo o único com aquela ressaca fudendo meus neurônios sem dó. Os olhares de cumplicidade da Susana com aqueles caras, insistindo que ela tinha dormido comigo na nossa barraca, me deixaram com raiva. Mas não tive escolha a não ser confiar nela.3 – A praiaEle narra:
Naquele dia decidimos ir pra praia todos juntos; minha namorada e nossos novos e inseparáveis amigos. Como éramos cinco, cabíamos perfeitamente no carro deles, então ainda tínhamos que agradecer pra sempre por terem nos levado. Me deixaram ir na frente, no banco do carona, enquanto minha namorada sentava bem atrás do meu banco, perdendo assim o contato visual com ela. O caminho foi curto e passei o tempo todo bolando uns baseados pros caras e também pra minha namorada, que agora também fumava.
Ela tinha se arrumado toda gostosa pra ir pra praia; um biquíni azul escuro que caía super bem nela e um pareô branco que amarrava na cintura. Minha namorada devia estar sentindo muito os baseados, porque não parava de rir nervosa. Um dos caras, o Nacho, não parava de zoar com ela. Quando chegamos, me surpreendi que, apesar da viagem de carro ter sido curta e com poucos buracos, minha namorada acabou com a roupa toda desalinhada, não só o pareô, mas também o biquíni.
Ela narra:
Sentei atrás com esses caras tão legais que a gente tinha conhecido. A verdade é que gostei muito deles e tava me divertindo pra caralho com eles. Não parávamos de zoar enquanto dividíamos uns baseados que meu namorado tinha bolado. Mas aí aconteceu uma coisa que foi meio constrangedora; um cigarro caiu debaixo do meu pareô e o Nacho, sem nem perguntar, simplesmente meteu a mão lá embaixo.
Começou a apalpar entre minhas pernas e, sem querer, começou a tocar diretamente minhas coxas e a parte de baixo do biquíni.
Eu olhava pra ele incrédula, me perguntando como ele tinha tanta cara de pau. Mas, por outro lado, sabia que o cara só tava tentando achar o cigarro dele, então decidi ajudar. Me recostei nele, apoiando meus braços nas pernas fortes dele pra facilitar ele encontrar o que procurava. Perguntei se tava perto e ele disse que sim, que já tinha localizado, mas pra eu ficar assim pra ele conseguir pegar. Nessa posição, aproveitei pra pedir um baseado pro meu namorado, que colocou na minha boca e acendeu.
Ainda bem que ele tapou minha boca com o cigarro naquele momento, porque justo o Nacho se confundiu e, sem querer, passou a mão por toda a minha bucetinha, enfiando um pouco o biquíni pra dentro. Fiquei meio puta e perguntei o que ele tava fazendo. Nacho, sem parar de esfregar o dedo na minha vulvinha, respondeu que o cigarro tinha caído entre as costuras do banco e ele achou que era por ali que tava procurando.
Que erro danado, me confundir com o banco, mas não dava pra negar que tava me dando prazer, mesmo que por acidente. Também não queria falar mais nada na frente do meu namorado pra ele não ficar bolado. Eu tava achando graça e morrendo de rir da situação, porque era cômico ele confundir minha calcinha com o banco. Mas, por outro lado, reparei no volume que começava a crescer debaixo da sunga dele e não quis que a coisa passasse dos limites. Então me ajeitei direitinho no banco e falei que a gente ia achar o cigarro quando chegasse.
Quando finalmente estacionamos perto da praia, fomos procurar um lugar livre, o que foi fácil porque tava quase vazia. Parecia mentira ter tão pouca gente, talvez porque era um lugar mais afastado e dava pra chegar só de carro. Além disso, naquela hora, com aquele sol de lascar, pouca gente se atrevia a passar por ali.
Nos instalamos na beira e, um por um, todos começaram a mostrar seus corpaços, ficando só de sunga. Passaram protetor um no outro, já que eu me recusei a fazer isso. Pedi pro meu namorado me ajudar com o protetor, mas o idiota não quis, porque parecia meio puto por algum motivo.
Ele narra:
Me recusei a passar protetor nela. Passei a viagem toda bolando baseados pra eles e minha namorada cagando pra mim.
Agora ainda tinha que passar protetor nela. Nem fodendo. No final, o grande amigo dela, Nacho, se encarregou de passar o protetor. E olha que ele fez isso com muito gosto. Maestria, sem nenhuma pressa e sem esquecer nenhum cantinho. A verdade é que eu estava ficando com um pouco de ciúme, porque ela não se segurava, mas na real ela estava fazendo um bom trabalho protegendo minha namorada do sol.
Quando ela passava o creme nas costas, apoiava o corpo na bunda dela. Depois espalhou por trás das pernas, passando também pela virilha. Como ela fazia tão bem, Susana pediu pra ela passar na frente, pela barriga e tudo mais. Eu passei o creme sozinho, porque já sou grandinho, e aproveitei pra descansar um pouco enquanto elas terminavam.
Nacho, Carlos e Pedro, que era o nome do trio, se levantaram depois de um tempo e começaram a insistir com a Susana pra ela se juntar a eles pra dar um mergulho. Achavam que iam se divertir mais se ela fosse junto, já que ela era muito gente boa. Ela queria pegar sol e tava firme que não ia, mas eles continuavam insistindo. A conversa se estendeu demais pra minha paciência, então sem pensar chutei a areia enquanto falava que eles eram uns chatos e deixassem ela em paz.
Azar o meu que a areia foi parar na barriga da Susana, deixando ela toda cheia de areia, igual uma croquete.
Ela conta:
Com olhos de fúria me levantei toda suja de areia. Não tinha como ficar tranquila tomando sol na praia. Agora ia ter que ir com esses caras pra água me limpar, quisesse ou não. Ainda por cima depois ia ter que passar mais creme sozinha porque o babaca do meu namorado não ia querer passar. Fui andando até a água sem falar nada e com cara de poucos amigos. Nacho, Carlos e Pedro seguiram meu rastro e em segundos estávamos todos na água.
A verdade é que estava gostosa, nem muito fria nem muito quente. Olhei pra areia e lá estava o idiota do meu namorado, fumando de boa e indo pra um quiosque comprar uma cerveja ou algo assim. Lavei bem toda a areia e depois fui saindo pra voltando na direção das toalhas. Mas o Pedro me parou com um grito, pedindo pra eu ficar mais um tempo com eles. Não tava muito a fim, então comecei a me virar de novo pra sair quando, de repente, o Carlos jogou uma sunga na minha direção, que ficou flutuando a um palmo de mim.
O Nacho saiu correndo pra pegar, mas quando me viu, parou e me pediu pra entregar pra ele.
Comecei a rir ao ver um cara tão forte paralisado na frente de uma mina do meu tamanho. Aceitei levar, me aproximei dele me divertindo e, tenho que admitir, de olho pra ver se conseguia enxergar alguma coisa. O nível da água batia acima do meu umbigo, mas nele, por ser mais alto, chegava bem mais embaixo. Dava pra ver perfeitamente a barriga dele e o pelo preto da buceta.
Quando tava quase entregando a sunga tão desejada, o Nacho esticou a mão pra pegar, mas eu fui mais rápida e me abaixei, desviando da mão dele. Joguei a sunga pra trás dele, na direção do Carlos. O problema é que o Nacho, tentando agarrar a sunga, deu um pulo enquanto se virava, e esquecendo que tava pelado, o pau dele solto e tão perto de mim bateu no meu peito. Não sei se ele percebeu, mas eu, com certeza, sim.
O Nacho correu pro Carlos, mas ele jogou a sunga de volta pra mim e eu escondi atrás das costas. Eu, me divertindo, desafiei ele a vir buscar. E olha se veio. Já sem a vergonha de me ver pelado, ele correu na minha direção, e como eu segurava a sunga dele atrás do meu corpo, ele me abraçou por inteiro tentando alcançar. Passou as mãos na minha bunda e me apertou contra ele enquanto tentava arrancar a peça. Senti o pau dele esfregando no meu umbigo, mas eu não desisti, continuei lutando.
A verdade é que o cara parecia ter dificuldade em achar a sunga dele, porque por mais que procurasse e revirasse, as mãos dele só iam parar na minha bunda e nas minhas pernas, se apertando mais contra mim. O pau dele, de tanto esfregar contra minha barriga, acho que ele estava ficando animado porque cada vez estava maior, embora sem ficar totalmente duro. Estava tipo uma lingüicinha, mas o tamanho já começava a me assustar.
Tentei continuar concentrada no jogo, quando de repente tropecei, caindo devagar sobre meus joelhos. Enquanto caía, a linguiça dele esfregou na minha barriga, depois nos meus peitos, e por último no meu pescoço e no meu rosto. Quando consegui me estabilizar de joelhos, fiquei com o rosto bem na altura da água, na altura do pau do Nacho. Ele não se deu ao trabalho de afastar, só ria me olhando de cima, e acariciando minha cabeça com a mão.
A situação ficou meio desconfortável pra mim, então me levantei com a ajuda dele. Mas por ele me segurar tão perto, ao me levantar, esfreguei de novo o pau dele com meu corpo inteiro, do pescoço, peitos e barriga. Ficamos de novo um na frente do outro, como antes de eu tropeçar. Só que agora eu sentia o pau dele dando umas batidinhas na minha barriga. Nacho começou a rir de nervoso, imagino, e pra cortar a tensão me pediu de novo, de brincadeira, pra devolver a sunga dele.
Mas é claro que eu recusei de novo, não ia dar assim, depois de tudo isso. Nacho me agarrou de novo por trás, brincando e tentando recuperar, como antes. Só que parecia que a estratégia dele tinha mudado um pouco. Eu ainda sentia o pau grosso dele esfregando em mim, mas agora as mãos dele não procuravam mais a sunga dele, e sim tirar a minha.
Ele enfiou as mãos por baixo do tecido da calcinha do biquíni e apertou minhas nádegas. "Que jeito estranho de tirar meu biquíni", pensei. Depois começou a puxar ela pra baixo, e eu resisti me contorcendo junto com ele.
Com tanto movimento, o pau dele já estava completamente duro, e os amigos dele começaram a aplaudir e incentivar ele a continuar "me despindo" quando viram o que ele pretendia.
Entre risadas, ele conseguiu puxar minha calcinha até joelhos. Com uma mão ele me imobilizava contra ele enquanto com a outra me despia. Eu, sinceramente, também não é que eu me opusesse muito, só achava graça e ria. No fundo, era divertido negar e continuar o jogo, e pra ser justo, ele já tava sem sunga. Minha única preocupação era evitar encostar muito no pau dele, pra ele não pensar que eu tava tentando me aproveitar da situação.
Por fim, ele conseguiu tirar a parte de baixo do biquíni de vez. Tentei pegar de volta, mas ele segurava bem alto com o braço esticado e eu não alcançava. Aí eles fizeram uma roda em volta de mim e ficaram passando meu biquíni entre eles. Cada vez que eu tentava ir pra cima de um, pulava nele, geralmente tentando manter as pernas fechadas, por causa de estar pelada e tal. Mas às vezes, sem querer, eu pulava em cima de um deles de pernas abertas. Na verdade, acabei passando por todos eles, mais cedo ou mais tarde. Depois sentia um pouco de vergonha porque, sem querer, esfregava minha bucetinha pelada nas pernas musculosas deles enquanto tentava recuperar minha calcinha.
Olhava pra areia, pensando que meu namorado talvez quisesse vir brincar com a gente na água também.
Mas ele parecia um morto, mal se mexia pra beber uma cerveja ou fumar um cigarro olhando pro infinito. Meus companheiros engraçadinhos aproveitavam pra continuar brincando comigo. Os que estavam atrás de mim sempre me davam palmadinhas amigáveis, quase todas na bunda, embora algumas, sem querer, escapavam e entravam na rachinha que meus glúteos formam.
Em algumas ocasiões, até empurravam mais do que deviam e eu caía em cima do que tava na frente de um jeito indesejado. Por exemplo, uma vez eu ia pular no Nacho, tentando pegar minha calcinha que ele segurava lá em cima, e o Carlos, ao me empurrar por trás, fez com que eu caísse pra frente e a mão dele escorregou pro meu xerequinho por trás. Isso fez com que eu me abrisse mais do que devia ao pular, quase como se fosse abraçar ele com minhas pernas na cintura dele. cintura.
Pulei de um jeito tão descontrolado em cima do Nacho que ele perdeu o equilíbrio e caiu pra trás comigo por cima.
Ele teve a fineza de soltar meu biquíni pra me segurar com um dos braços fortes dele, enquanto o outro foi direto pro pau dele, provavelmente pra desviar e não enfiar sem querer na minha bucetinha. Sinceramente, não foi muito habilidoso, porque a cabeça do pau dele bateu direto na minha xota pelada.
Não entendi direito o que o Nacho queria, porque com o braço que me segurava, ele empurrava minha cintura pra baixo em vez de pra cima. Acho que ele se desorientou quando perdeu o equilíbrio, mas podia ter feito o pau dele entrar fundo em mim. Na real, senti a cabeça deslizando entre meus lábios da buceta, e só consegui evitar que entrasse acidentalmente porque me virei um pouco de lado. Por um momento, fiquei puta com o que podia ter rolado. Mas quando vi a cara de palhaço dele, percebi que não foi de propósito e me levantei pra continuar brincando com meus amigos queridos.
Outra vez, fui pular em cima do Pedro e, por trás, me empurraram com força na minha bunda. Dessa vez, o pulo saiu mais alto do que eu esperava e tive que abrir as pernas pra não acertar um joelho nele. Fiquei abraçada nele pra não cair, enquanto ele me segurava pelas nádegas. O coitado não percebeu que uma mão ficou bem pertinho da minha bucetinha, e um dos dedos dele ficou roçando de leve nela.
Com o Carlos também rolou algo parecido, mas no caso dele, o dedo não ficou apertando minha xota, e sim meu cu. E foi com tanta má sorte que, na real, entrou um pouquinho enquanto eu me debatia com ele pra tirar meu biquíni. Não dava pra reclamar do erro, porque era eu que me apoiava forte na mão dele pra me impulsionar pra cima. Na verdade, aproveitei a situação pra tentar puxar a sunga dele e deixar mais um dos caras pelado.
Sinceramente, foi facinho roubar a sunga do Carlos, até juraria que ele me ajudou. Embora eu não acredite, porque que vergonha ficar pelada na frente dos amigos dele. A gente tava na água, eu em cima do Carlos, e ele tava me segurando pela bunda com o dedo no meu cu. Eu tinha ficado meio deitada em cima dele, de pernas abertas. Aí puxei a sunga dele pra baixo, e desceu fácil até o joelho. O Carlos se levantou como pôde enquanto eu fiquei de joelhos na frente dele, ainda segurando a sunga dele.
O Carlos me olhava de cima sorrindo e eu sorria pra ele enquanto continuava puxando a sunga dele até o tornozelo. A verdade é que a situação era meio constrangedora, porque na frente da minha cara, a poucos centímetros, tava o pau dele meio mole. Grosso demais, pensei, isso poderia arrebentar uma pessoa do meu tamanho. Ainda bem que tava descansando, porque se aquilo inchasse…
Olhando nos olhos dele, pedi pra ele levantar um pé pra eu poder tirar a sunga. Ele continuava me olhando sorrindo. Passou a mão no meu rosto, acariciando meu queixo e aproximando um pouco o pau dele da minha carinha.
Eu continuava sorrindo pra ele, esperando ele levantar um dos pés. A mão dele foi do meu queixo pro meu pescoço, acariciando minha nuca depois. Sem pensar, talvez ele fez um pouco de pressão ali.
O Carlos finalmente levantou um dos pés debaixo d'água, me deixando tirar uma parte da sunga. Pra não perder o equilíbrio, a mão dele apoiou mais forte na minha nuca. Claro, isso fez com que minha cara ficasse ainda mais colada no pau grosso dele. Talvez demais pro meu gosto. Como eu tava olhando pra baixo naquele momento, não percebi que o Carlos tinha levado a outra mão pro pau dele, segurando pela base. Quando levantei a cabeça, quase trombei com aquele monstro de carne.
Tive que jogar a cabeça pra trás pra poder olhar nos olhos dele, desviando do membro. Fiquei meio séria, porque me senti ameaçada e não entendia se era uma brincadeira ou o que tava rolando. Ele me olhava sorrindo, ainda acariciando minha nuca com uma mão e com a outra segurando ela.
— Carlos! — falei sério —. Levanta a outra perna, por favor.
— Só com uma condição — ele disse puxando minha nuca.
— Que condição? — estranhei ele pedir condições num momento desses.
— É simples, Susaninha, só precisa fechar os olhos e abrir bem a boca.
Olhei confusa, surpresa, e pra ser sincera, divertida. Não sabia o que ele queria com isso. Mas desses caras tão legais eu só esperava alguma besteira relacionada à brincadeira, então relaxei. Fechei os olhos e abri bem a boca.
Naquele momento, tava convencida de que ele ia tentar jogar água salgada dentro da minha boca, ou algo assim. Por isso levei um baita susto quando não senti nenhum líquido entrando, mas sim algo sólido. Sólido, quente e bem molinho.
— Porra Carlos, não exagera! — ouvi o Nacho falar atrás de mim.
Eu não conseguia abrir mais a boca, e mesmo assim ela tava completamente cheia daquela coisa molinha.
Passei a língua e tinha um gosto bem salgado. Devia ser algo que ele tinha achado no mar, mas não fazia ideia do que era.
Finalmente minha boca foi liberada e aí sim, caiu um monte de água do mar no meu rosto e na minha boca, ainda aberta. Engasguei um pouco, mas depois comecei a rir por ter adivinhado as intenções dele. Abri os olhos e lá estava meu amigo Carlos, que levantou a outra perna sorrindo pra mim.
— O que era aquilo que você colocou na minha boquinha? Quase não coube! — perguntei enquanto tirava completamente a sunga dele.
— Nada, Susana, era só um peixe que consegui pegar e queria te pregar uma peça.
— Pois não senti as escamas, pra ser sincera — respondi sorrindo —. Que peixe mais estranho e macio, viu.
Levantei com a ajuda do Carlos, que me abraçou bem junto dele pra eu não cair na água. Senti cada volume da musculatura dele contra meus peitos, e me segurei com as mãos nos antebraços fortes dele. Me virei pra continuar... Brincando com os outros, mas ele me abraçou, eu de costas pra ele.
Tentei escapar, mas claro, ele era mais forte.
Com tanto movimento, não dava pra evitar esfregar minha pele na dele, e também sentia a anatomia dele na minha costa. Ele era um cara bem divertido, pra ser sincera, mas não sei se ele percebia que a pica grande dele tava se esfregando entre minhas nádegas com tanta brincadeira. Mas no fim ele me soltou daquela prisão e tudo voltou ao normal.
Continuamos brincando, agora com Nacho e Carlos sem sunga, igual a mim. Assim o jogo era mais justo. Mas entre eles não se jogavam as sungas, só ficavam brincando de jogar a minha. Eu tentava pegar de volta e sempre acabava caindo em cima de um deles, já que por trás não paravam de me empurrar.
Às vezes a gente acabava debaixo d’água, eles me segurando e eu aproveitando pra dar uns afogões e me vingar um pouco. Eu gostava da intimidade que a gente tava criando e de ninguém se sentir desconfortável com a nudez, ou com o fato de que às vezes minha bucetinha esfregava nas coxas deles ou nos paus deles com o movimento. Talvez outras pessoas me chamariam de Promíscua, mas esses caras não, parecíamos irmãos.
Ainda faltava o Pedro pra desarmar e de algum jeito me sentir vencedora do jogo. Toda vez que passavam minha sunga pra ele, eu corria na direção dele e, de pretexto, me jogava em cima e fazia ele cair debaixo de mim.
Então tentava puxar a sunga dele pra baixo, mas era meio difícil porque ele mal se deixava fazer.
— Susana, não continua não, que você vai levar um susto e tanto — ele me dizia às vezes.
Eu não sabia do que ele tava falando, mas sendo tão curiosa, a única coisa que ele conseguia com essas palavras era me incentivar a continuar. Puxar a sunga dele pra baixo não dava resultado, ele sempre conseguia colocar de novo e a gente recomeçava.
Então decidi que tinha que mudar de estratégia. Ia vencer ele pelo cansaço. Na próxima vez que me aproximasse dele, ia me jogar no torso dele, me segurando nele com todo o meu corpo, e quando ele se cansasse do meu peso, eu aproveitaria pra roubar a sunga dele. Era o plano perfeito!
Foi o que eu fiz. Numa das vezes em que ele tava com meu biquíni, corri na direção dele. Pulei nele o mais alto que consegui, e me agarrei feito uma lapa no torso dele. Consegui fazer uma chave com minhas pernas enrolando o corpo forte dele, enquanto com meus braços abraçava a cabeça dele. Ele ficou de pé o tempo todo, enquanto meus peitos ficavam na altura do rosto dele. Espero não ter sufocado ele demais. Ele, com os braços, me segurava pelas costas. Eu tava certa de que ele não ia aguentar muito naquela posição.
Mas eu me enganei. Ele era um cara forte e fez questão de mostrar. Baixou as mãos até minha bunda pra me segurar melhor, enquanto tentava respirar com dificuldade entre minhas tetas. Acho que ele tava com dificuldade, porque tinha que abrir bem a boca pra pegar ar, fazendo sem querer a língua dele passar direto pelo tecido do meu biquíni, ou direto na minha pele. Consegui descer meu pé direito pelas costas dele até a tira da sunga. Com ele, comecei a puxar pra baixo. No fim das contas, meu plano tava dando certo. Senti uma alegria danada.
Nessa hora, ouvi meu namorado me chamando da areia, fazendo gestos com a mão pra eu voltar pra ele. Pensei que ele devia estar puto com alguma coisa, então afrouxei um pouco o Pedro, pronta pra terminar a brincadeira e ir pra areia com meu namorado.
Mas alguma coisa me impediu. Carlos tinha se colocado atrás de mim, me segurando pela cintura e falando pro Pedro:
— Vamos fazer uma afogadinha na nossa amiga!
Começou a puxar meu corpo pra baixo. Conforme eu descia centímetro por centímetro, meu pé ia entrando na sunga do Pedro, fazendo ela descer junto. Carlos também tinha se colado em mim por trás. Tavam me fazendo o que chamam de sanduíche humano; meus amigos eram o pão e eu era a alface.
Quando minha cara ficou na altura da cara do Pedro, vi que ele tava com um olhar estranho. Eu Lembrei da cara que o Carlos fez quando tirei a sunga dele. Continuavam puxando minha cintura pra baixo até que algo me fez parar. Senti um troço batendo na minha entreperna e me impedindo de descer mais.
Pedro mordeu o lábio inferior enquanto apertava com força minhas nádegas, separando elas um pouco. Me assustei porque percebi o que era aquilo entre minhas pernas. Bem, não só entre minhas pernas, mas naquele momento tava começando a entrar entre meus lábios da buceta.
Além disso, devia ser bem grosso, e me pareceu que tava bem inchado, porque forçava a abertura da minha buceta de um jeito que eu nunca tinha sentido. Me senti mal porque na real tava gostando muito, e por curiosidade queria saber o que aconteceria se entrasse de vez.
Agora sentia minha xereca bem aberta, e com o Carlos empurrando pra baixo, entrou mais uns centímetros.
Tive que me segurar pra não gritar, e não queria que o Pedro pensasse que eu tava me aproveitando da situação. Foi difícil pra caralho porque deu um puta tesão quando senti aquela bagaça se mexer um pouco mais, se cravando em mim. Se eu descuidasse, ia gozar com ele entrando tudo. Isso me deu muito medo e olhei pra costa, onde meu namorado continuava fazendo sinal pra eu sair da água.
Com um movimento de quadril, consegui me levantar um pouco e tirei aquela barra dura de carne que ameaçava acabar com nosso jogo inocente entre amigos. Olhei pro Pedro, que tava com cara de sofrimento, provavelmente pelo constrangimento da situação. No fim das contas, ele não teve culpa, e foi minha culpa por ter puxado a sunga dele bem naquele momento.
O pau dele tava agora entre a barriga dele e a minha, e eu, tendo evitado a penetração acidental, fiquei mais tranquila. Embora não tivesse visto, pela pressão na minha barriga, adivinhei que também era um pau bem comprido. Sem exagerar, posso dizer que quando a base do pau dele tava na altura do meu umbigo, a ponta chegava a tocar meus seios. Ele percorria toda a minha barriga, embora fosse bem maior que eu.
Carlos continuou empurrando por trás de mim para baixo, e a situação ficou constrangedora de novo, já que a ponta macia daquele monstro começou a se alojar entre meus seios. Eu ainda estava com a parte de cima do biquíni, mas como meus peitos são grandes, o fio que ligava os dois panos ficava bem afastado do meu colo, deixando o pau abrir caminho. Mas ao mesmo tempo, o biquíni apertava minhas tetas, então Pedro devia estar sentindo o pau bem espremido entre elas.
Pedro já estava com a cara toda desfigurada, provavelmente de vergonha. Igual a mim. E eu temia o pior, porque se Carlos continuasse me puxando para baixo, sem saber o que estava rolando, aquela rola ia direto na minha cara.
Pelo menos meu namorado não conseguia ver o que acontecia de longe, porque o idiota com certeza teria interpretado errado e ficado com ciúmes.
Olhei para baixo, pro meu decote, e vi a ponta do pau dele aparecendo entre meus peitos. Olhei para Pedro horrorizada. Ainda bem que ele parecia controlar a situação e me segurou pelos braços para evitar que eu descesse mais. Eu já estava quase de joelhos na frente dele. O problema é que por trás ainda tentavam me puxar mais para baixo, enquanto Pedro me segurava contra ele puxando para cima.
Sem querer, estavam fazendo o pau dele subir e descer enquanto meus seios o apertavam. Tentei amenizar a situação, sorrindo para Pedro, deixando claro que acima de tudo éramos amigos. Não queria que nossa amizade sofresse por causa desse incidente idiota. Também não queria que ele percebesse que, apesar de tudo, eu estava ficando bem excitada. Não queria que pensasse que eu era uma qualquer. Ele era um amigo, e eu não podia me aproveitar sexualmente dele.
A vara de carne dele continuou percorrendo meu peito ritmicamente por mais alguns segundos. Até que de repente, Tudo parou. Pedro soltava palavrões pro céu, enquanto eu sentia meu pescoço recebendo descargas molhadas de algo quente. Olhei pra baixo e vi que o pau de Pedro começava a recuar, já ficando mole de novo.
Parece que a pressa tinha passado, finalmente, e o pau dele se libertou completamente da armadilha que eu tinha feito sem querer. Ele caiu na minha frente, ofegante. Carlos, que estava me segurando por trás, passou a mão no meu pescoço, tirando algo que tinha grudado em mim.
— Susana, achei uma parada relacionada àquele peixinho que te mostrei antes. Quer experimentar?
— Carlos me perguntou.
— Bom, se você acha que vale a pena… — respondi, curiosa e já bem mais calma.
— Beleza — respondeu Carlos —, então abre bem a boca e fecha os olhinhos.
Sorri enquanto fazia o que ele pedia, louca pra descobrir o que era aquilo sobre o peixe misterioso. Senti os dedos dele entrarem na minha boca, com uma boa quantidade de uma substância viscosa e quente neles.
Ele pediu pra eu lamber, e eu lambi. Pediu pra eu engolir, e eu engoli. Tentei sentir bem o gosto pra adivinhar o que era, aquele sabor me era muito familiar, e se não fosse pelo sal da água, acho que teria descoberto.
Lembrei do meu namorado e rapidamente me preparei pra voltar pra areia. Mas então Nacho gritou:
— Não vai esquecer de nada, não?!
Me virei e vi meus amigos em fila, um do lado do outro. A água batia neles abaixo da cintura, o que me deixava ver tudo sem dificuldade. Eles estavam com os paus bem duros e grossos, exceto o do Pedro, que tinha murchado. Aí percebi que Nacho tinha colocado minha calcinha do biquíni de um jeito que ela se segurava no pau ereto dele.
Que idiota fui, ia sair da água sem me lembrar de vestir o biquíni de novo. Me aproximei do Nacho pra ele me devolver, mas ele disse pra eu pegar sozinha. Achei a brincadeira meio sem graça, porque pra alcançar tive que roçar o pau dele com a mão, coisa que não queria fazer. Mas foi só um segundo e já consegui colocar o biquíni de novo pra sair.
Pedro também conseguiu se vestir rápido e me acompanhar, mas os outros dois disseram que precisavam de um momento pra achar as sungas deles antes de sair. Achei muito estranho porque vi que estavam flutuando bem do lado deles.4 – De volta ao acampamentoPassamos um tempinho tomando sol, mas lá pelas três da tarde bateu uma fome danada e a gente decidiu voltar. Já no camping, encontramos nosso amigo o salva-vidas, que tinha vindo na direção das nossas barracas dizendo que estava nos procurando o dia inteiro. Contamos pra ele que a gente tinha ido pra praia e que era uma pena ele não ter podido vir.
Depois de comer, meu namorado queria tirar uma soneca. Fui com ele pra nossa barraca e me ofereci pra dar uma trepada com ele, porque, sinceramente, depois de tudo o que rolou na praia, eu tinha ficado com um tesão danado. Quando tirei o biquíni, percebi que ele tinha encharcado por dentro com as babas da minha bucetinha.
Mas o babaca do meu namorado disse que estava puto comigo e que queria dormir um pouco. Fiquei pelada em cima do meu saco de dormir por um tempinho, tentando dar uma cochilada também, mas não conseguia relaxar. Ouvindo as risadas dos meus amigos conversando com o salva-vidas na barraca ao lado, peguei o primeiro vestido que encontrei e fui visitá-los enquanto meu namorado ficava roncando.
Quando me viram, notei que mudaram de assunto bem rápido, não sei por quê. Fiquei curiosa, então, sem mais nem menos, perguntei do que estavam falando. Nacho respondeu com evasivas, dizendo que era particular. Fiquei meio decepcionada porque achava que já tinham intimidade suficiente comigo, então falei isso.
— Susana, é que a gente fica com vergonha, só isso — disse Nacho pra me animar.
— Por que você ia ter vergonha? Me fala do que vocês estavam falando, por favor… — perguntei com cara de triste, mais intrigada do que antes.
— Bom, já que você insiste… — disse Nacho finalmente. — A gente tava comentando como é engraçado que você não tem nenhum pelinho na sua rachinha.
— Ai, mas como é que vocês falam disso? — perguntei meio assustada.
— Bom, é que a gente tava contando pro salva-vidas como foi divertido brincar na praia e como foi legal quando conseguimos roubar seu biquíni…
— Verdade, foi divertido — comentei rindo —, e é mesmo engraçado que eu deixa ele raspado porque vocês têm ao contrário, têm tudo barbudo!
A gente riu todo mundo da situação. Percebi que meus amigos continuavam com os mesmos sungas de praia e estavam sem camisa pra pegar sol nos músculos. Só o salva-vidas que tava com a camiseta branca do uniforme.
—Poxa, que pena ter perdido isso — falou justo o salva-vidas com carinha de triste.
—Bom, por que você não vem na próxima vez? — perguntei inocente.
—Não vou poder porque tenho que trabalhar aqui no camping — continuou triste —. Fazer o quê…!
—Ó Susaninha, por que você não mostra pra ele como você tá depilada? Assim ele fica menos triste por não ter ido — falou o Carlos na hora.
—Ai, que isso! Vai me ver meio camping… — respondi envergonhada.
—Bom, então se põe aqui dentro da barraca e pronto.
Pensei um pouco porque não entendia direito como aquilo ia fazer ele se sentir menos triste se no final ele não poderia ir pra praia do mesmo jeito. Mas como tinha tanta intimidade com eles quanto com meus irmãos e a gente já tinha se visto pelado, também não achei que tivesse muita importância.
—Tá bom então… se isso te fizer sentir melhor…
Entrei na barraca dele, que tava com um cheirinho ruim de suor, e me ajoelhei bem na entrada mas com o zíper aberto pra eles me verem. Eu me tapava só o suficiente pra que se alguém passasse no caminho não me visse. Depois, apertando bem minhas pernas, levantei o vestido até a cintura.
—Nossa! Se você não tá de calcinha…! — exclamou o Nacho.
—É que o biquíni tava sujo e bom… — me desculpei.
Mas eles tavam nem aí, estavam todos bestas me olhando lá embaixo. Como os caras podem ser bobos às vezes. Me inclinei pra me olhar, e pude ver como tava bonito meu monte de Vênus todo peladinho e brilhante que nem o de uma menina, e mesmo fechando bem as pernas dava pra ver parte dos meus lábios da buceta bem salientes.
Perguntei pro salva-vidas se já tava bom com aquilo, porque eu já tava cansando de ficar de joelhos e eu
comecei a sentir um pouco de dor porque o chão era duro e tinha umas pedrinhas. Ele disse que sim, mas que não era justo porque os outros também tinham visto ela por trás. Eu pensei que era uma besteira, porque todo mundo tem bunda e que diferença faz ele ver a minha se todas são iguais.
Mas pra acabar logo com isso, virei de costas pra eles e me curvei pra frente. Fiquei assim por um tempo e achei engraçado que eles não falaram nada, ficaram em silêncio o tempo todo. Quando cansei, me levantei e falei que já era o suficiente e que, se ele tava tão triste com isso, que desse um jeito de vir com a gente pra praia no dia seguinte. Mas ele insistiu que não podia tirar folga porque era alta temporada.
Como meu namorado ia acordar daqui a pouco, falei que era melhor eu ir jantar com ele naquela noite, porque achei que ele tava meio bravo comigo por não passar tanto tempo com ele. Os caras insistiram pra eu ficar com eles de qualquer jeito. Eu recusei, mas eles ficaram mais tranquilos quando eu disse que ia dar uma passada pra dar boa noite antes de dormir.
Com meu namorado, jantamos no bar do camping. E ainda bem que depois da soneca ele tinha se acalmado um pouco e tava menos irritado. Quando voltamos pra nossa barraca, ele perguntou se eu queria foder com ele. Eu, verdade seja dita, hesitei porque tinha prometido pros caras que passaria pra vê-los antes de dormir, mas não podia recusar depois de tudo que a gente tinha discutido naquele dia.
O problema é que ele não aguentou quase nada: montei em cima dele e em cinco minutos ele já tinha gozado dentro de mim. E, como de costume, apagou feito uma pedra logo depois. Coloquei então uma calcinha branca de algodão que eu tinha pra dormir e uma camiseta justinha, mas elástica, que era bem confortável e que eu gostava de usar como pijama.
Assim fui pra barraca ao lado, onde dava pra ouvir as risadas dos meus três bons amigos. Eles ficaram muito felizes quando me viram, e Me ofereceram um baseado e uma garrafa de vinho que estavam dividindo enquanto jogavam cartas. A única diferença é que estavam pelados. Me disseram que geralmente dormiam assim, e que como já era tarde, não esperavam mais que eu viesse e tinham se acomodado. Mas eu falei que não tinha problema, que era de boa e que afinal já tinha visto eles na praia.
Sentei com eles completando o círculo, cruzando as pernas como se fosse ioga. Me incentivaram a entrar no jogo de cartas deles, mesmo eu não entendendo muito bem as regras. Eu perdia todas as rodadas, mas levava na brincadeira e tanto fazia. Nacho fez a piada de que era uma pena não estarmos jogando algo com prendas, porque eu já teria que pagar todas.
Achamos a piada engraçada, mas riram ainda mais quando eu falei que de qualquer jeito eles já não tinham mais nenhuma prenda pra pagar, então na teoria eu já tinha ganhado. Ao perder a rodada seguinte por causa disso, continuando a brincadeira, levantei minha camiseta como se fosse pagar prenda por ter perdido. Mas pensei que era melhor não fazer esse tipo de piada de novo porque vi que o Nacho, que tinha ficado todo bobo olhando pra mim, estava com o pau meio duro e não queria que ele passasse vergonha por causa dessas brincadeirinhas.
Depois cansei e deixei eles jogarem um pouco enquanto eu ficava olhando, deitada num dos colchonetes deles. Sem perceber, acabei dormindo. Quando acordei, era metade da noite. Notei que o Carlos, o dono do colchonete onde eu tinha dormido, tinha se aninhado em mim e, por instinto, tinha dormido segurando meus peitos.
Graças a terem deixado uma lanterninha acesa, consegui afastá-lo com cuidado sem acordá-lo.
Quando me sentei, notei que minha calcinha estava toda molhada de novo, não sei por quê, e o borrão de umidade era bem visível por ser tão branquinha. Afastei ela pra frente e vi que a baba da minha bucetinha tinha inundado tudo de novo. Me preparei pra sair de lá. loja, mas aí um barulho me parou. Não tinha percebido que o Nacho tinha acordado.
— Não vai me dar um beijinho de boa noite? — ele falou do colchão dele.
Me aproximei na surdina pra dar um beijinho amigável, embora não quisesse prolongar muito porque me dava um pouco de vergonha ele continuar pelado. Como a loja tava na penumbra, não dava pra ter certeza, mas me pareceu que o pauzão dele tava maior que o normal. O bobinho não se mexeu pra facilitar eu dar o beijinho, e tive que me colocar diretamente em cima dele pra conseguir dar. Ainda bem que o Nacho me segurou pela cintura porque não percebi que o pinto dele tava bem mais pra cima do que eu imaginava, e sem querer quase esmaguei ele com minha bunda, coitadinho.
Me inclinei pra dar o beijinho, mirando na bochecha dele. Mas ele, sempre brincalhão, virou um pouco a cabeça fazendo com que eu encontrasse os lábios dele. Comecei a rir pra caramba e sem querer escorreguei um pouco com um joelho que tava apoiando e acabei caindo em cima dele. Dessa vez o Nacho não conseguiu fazer nada pra me segurar e fiquei sentada diretamente em cima da vara dele. Percebi que, como minha calcinha tava tão molhada, dava pra sentir muito bem através do tecido o quanto o pau dele tava quente. Nacho me olhou meio estranho, acho que o coitado ficou meio sem graça com a situação. Por isso resolvi agir como se nada tivesse acontecido e só sorri pra amenizar.
Perguntei sussurrando se amanhã eles iam com a gente pra praia de novo. Ele não ouviu direito e tive que repetir me aproximando mais dele e sussurrando direto no ouvido dele. Com o movimento, acabei roçando um pouco entre a gente, o que fez o pau dele dar um pulo que senti direto na minha entreperna. Nacho falou que claro que iam com a gente, e que se a gente quisesse, ele nos levaria pra uma cala mais privada que ele conhece e é muito bonita. Fiquei super feliz, e dei uns pulinhos de alegria em cima dele. Mas depois me arrependi. um pouco porque acho que machuquei o pau dele, já que começou a murchar de repente. Além disso, o rosto dele ficou muito tenso e ele teve que se segurar pra não gritar e acordar os outros amigos.
Dei boa noite com cara de santinha pra ele não ficar bravo comigo, e saí de cima dele pra voltar pra minha barraca. Senti um ventinho frio soprando no tecido molhado da minha calcinha, o que me arrepiou — tava realmente encharcada. Passei a mão na mancha e percebi que agora tava até pegajosa de tanto melado. Devagar e sem fazer barulho, fui engatinhando pra fora pra voltar pro meu namorado antes do amanhecer.
Ela me deu um beijo longo na boca e agradeceu mais uma vez pela pequena escapada que a gente ia dar. Tinha sido um parto reservar um lote naquele camping na beira da praia. Tão tarde naquela altura do verão foi uma verdadeira façanha, mas pela minha mina eu faria qualquer coisa.
Ver ela tão gostosa dissipava qualquer dúvida sobre o valor do esforço. A Susana carregava uma mochila bem pequena. Qualquer garota de vinte anos arrumando a mala tentaria levar meio armário, mesmo que fosse pra praia. Mas minha namorada era realista, só precisava de uns dois vestidos de verão e alguns biquínis.
A gente foi pra estação de ônibus. Já no caminho eu percebia como outros caras olhavam pra minha mina. Era totalmente compreensível. Ela tinha um corpo esbelto com curvas delicadas, peitos volumosos e firmes, e pernas torneadas. Era o centro das atenções de muitos homens invejosos.
A viagem de ônibus foi super normal, e pra falar a verdade, a gente dormiu na maior parte do trajeto.
Graças ao ar-condicionado, não passamos calor nenhum. A única coisa é que os mamilos da Susana marcavam por baixo do vestido por causa do vento fresco que chegava. Parece que ela não tava de sutiã. Ainda bem que ela dormia, porque a coitada teria passado muita vergonha com os olhares indiscretos constantes dos caras sentados ao nosso redor.
Chegamos felizes na cidade onde ficava o camping. Assim que chegamos, eu montei a barraca enquanto a Susana foi comprar uns refrigerantes. Enrolado tentando entender a posição daqueles tubos de plástico, vi que do nosso lado tinha um grupo de três caras tocando violão enquanto fumavam uns baseados e tomavam umas Cervejas. Resignado, pensei comigo mesmo que com certeza iam nos encher o saco a noite toda.
Quando finalmente a Susana chegou, eu já tinha montado tudo. Os caras do lado, claro, ficaram olhando pra ela feito bobos. Não era pra menos; a Susana tava completamente encharcada. Ela me contou que tinha passado na piscina do camping, explorando o lugar, e que tinha começado a conversar com o salva-vidas. Parece que o cara, que já tinha se enturmado rapidinho, empurrou ela na água pra fazer uma brincadeira.
Não dei muita importância, mas a verdade é que ela tava bem gostosa com toda a roupa colada no corpo. Dava pra ver os biquinhos rosa clarinho através do tecido branco, e o resto do vestido grudava na pele dela, marcando perfeitamente as curvas. Dava vontade de meter ela na barraca e foder ela, mesmo que fosse em plena luz do dia. Falei que ia tirar um cochilo porque tava cansado, mas ela preferiu ficar lá fora, dando uma volta e arrumando nossas coisas no lote.
Apesar do barulho que os vizinhos faziam, capotei por umas horas. Quando acordei, senti o sol de verão batendo forte na lona da barraca, transformando ela num forno. Saí rapidinho, suando igual um porco, e fui procurar a Susana. Depois de uns segundos sem ver ela, ouvi a risada dela vindo da barraca ao lado, a daqueles caras barulhentos.
Cheguei de mansinho e abri o zíper da barraca sem avisar. Um calor abafado escapou pela abertura, misturado com um cheiro inconfundível. Lá estava ela, rindo e se divertindo com os três vizinhos desconhecidos, com um baseado na mão. Eles estavam sentados em círculo, passando o beck de mão em mão.
Minha mina, toda suada, tava com as pernas dobradas, sentada nos calcanhares. Com a roupa ainda meio molhada, seja pelo mergulho de antes ou pelo suor, a Susana parecia completamente relaxada e feliz.
Pra minha surpresa, deduzi que a Susana não tava de calcinha. deitadas, já que as reconheci estiradas sobre as pernas de um dos caras. Ele me disse que era porque estavam molhadinhas e queria que secassem. Os caras, por sua vez, estavam sem camisa, mostrando corpos esculturais diante dos quais minha namorada não parecia nem um pouco incomodada. Os torsos dos novos amigos da Susana brilhavam de suor, e é que o calor e o cheiro de humanidade e de baseado eram fortes ali dentro. A verdade é que a barraca cheirava a hormônios que dava até pra trás.
Finalmente, meio puto, falei pra Susana:
— Vamos, que a gente precisa comer alguma coisa.
— Mas amor, não fica bravo não, já tô saindo, só tava passando um tempo com esses caras tão legais — disse ela, sorrindo.
Em seguida, ela se ajoelhou como uma gata e, do fundo da barraca, foi rastejando em direção à entrada onde eu estava. Fez isso sem pressa nenhuma, deixando que os novos amigos contemplassem toda a beleza dela. Suponho que, pelo vestido curto que era, eles estavam vendo as coxas lisas dela. E talvez até pudessem ver a rachinha dela sem dificuldade, dependendo do que a saia mínima deixava à mostra.
Quando estava prestes a sair, ela parou, virou a cabeça e disse:
— Bom, pessoal, saibam que foi um prazer conhecer vocês, me diverti muito. É uma pena que a gente não tenha nada de comida pra oferecer pra vocês.
Eu intervim seco:
— A gente tem comida, mas não o suficiente pra todo mundo, é uma pena.
Eu não tinha ido acampar pra fazer amigos, mas sim pra curtir minha mina, e por isso meu comentário saiu meio grosso.
— A gente pode ir de carro até a cidade aqui do lado e comprar um jantar pra todo mundo — disse um deles, sem tirar os olhos da bunda da minha namorada.
Susana, lá de baixo, me olhou com cara de gata faminta, pra ver o que eu achava da ideia. Ela tava excitadíssima com a ideia de dividir o jantar com esses caras tão legais. Eu recusei por um tempo, prolongando a discussão por uns minutos enquanto minha namorada tentava me convencer com voz carinhosa e rebolando a bunda de um jeito provocante enquanto os caras seguiam ela com o olhar. Acabei aceitando a proposta, mesmo sem muita vontade, pra ser sincero.
Combinamos que eles três iriam fazer compras enquanto eu e a Susana íamos pra piscina dar um mergulho antes do sol se pôr. Na volta, eles passariam pra nos pegar de carro e a gente faria um churrasquinho com o fogão portátil que eles tinham.
Colocamos os trajes de banho e chegamos na piscina depois de uma caminhada, porque ficava um pouco longe. Esses são os problemas de reservar em cima da hora. Tinha bastante gente, incluindo um monte de mina gata. Mas eu podia me orgulhar da minha mina, a mais gostosa de todas. Pelo menos pra mim, isso é fato.
Ela tava linda com o biquíni branco, que destacava aquelas curvas deliciosas que ela tem. Os velhos que estavam por lá também admiravam ela, e não paravam de olhar enquanto ela passava protetor ou deitava na toalha. Depois de uns minutos de paz e relax, eu entrei na água, e ela foi, segundo ela disse, cumprimentar o salva-vidas. Ele era aquele típico bombado de academia, usando óculos escuros de marca e uma tatuagem tribal na panturrilha.
Ele também não deixou passar despercebido o corpaço da minha mina, e lá da água eu via ele olhando ela de cima a baixo, elogiando, o que fazia a Susana rir. Ela sempre foi muito impressionada por tatuagens, e esse cara parecia um catálogo de loja de tatuagem. Ele mostrava as tatuagens, aproveitando pra contrair os músculos e flertar um pouco com ela. Eles conversavam animados, e ela entrava na brincadeira toda feliz.
Ela até se permitia passar a mão em alguns músculos dele com a desculpa de tocar nas tatuagens. Eu tava ficando bem ciumento com a cena, mas aí percebi que tudo não passava de uma estratégia da Susana pra fazer o cara se sentir confiante. Num momento de distração, Susana agarrou ele pela cintura pra jogar ele na água, querendo dar o troco na brincadeira Aquela manhã. Ela, que não tem mais de um metro e sessenta, tentava jogar na piscina um monstro de músculos que era vinte centímetros mais alto que ela.
Ficaram se empurrando e rindo por uns segundos que pra mim duraram uma eternidade, até que ele se posicionou atrás dela e a envolveu com os braços fortes, amassando os peitos dela e se apertando contra o corpo dela. Caíram juntos na água, onde ficaram submersos por mais uma eternidade até voltarem à superfície, ainda abraçados.
Eu comecei a nadar na direção deles, pra ajudar minha pequena contra aquele gigante. Mas ela conseguiu se virar e, de frente pra ele, apoiou as mãos nos ombros dele e se ergueu pra tentar afogá-lo. Sempre rindo, Susana tirou metade do corpo da água pra pegar impulso, enquanto ele segurava ela pela cintura. Percebi que, com a luta, a parte de baixo do biquíni tinha deslizado um pouco, deixando à mostra parte daquela bunda maravilhosa e branquinha.
Susana mudou de estratégia e virou uma cobra; enquanto enroscava as pernas torneadas no tronco do salva-vidas, abraçou ele pelo pescoço com os braços, fazendo com que os peitos dela se espremessem contra o rosto do cara. Ele acabou perdendo o equilíbrio e os dois foram parar debaixo d'água de novo.
Mergulhei pra ver o que tava rolando. Embora não desse pra enxergar muito bem, vi os dois afundando abraçados e se debatendo. Os peitos de Susana continuavam pressionando a cara dele, e ele segurava ela com força contra o corpo com uma mão, enquanto a outra agarrava a coxa dela.
Depois de mais um pouco de luta, finalmente se soltaram um do outro e voltaram à superfície. Susana não parava de rir da situação. Ele saiu da água e voltou pra cadeira de salva-vidas. Dava pra ver que ele tava de pau duro. Ela ficou na água, apoiada na borda da piscina, conversando com ele, se divertindo. Os peitões generosos dela ficavam apertados entre os braços, à vista de todo mundo.
Eu tava com Um baita puta saco, então fui pra toalha sem querer falar com ela. Daqui a pouco chegaram os vizinhos de barraca, já voltando de comprar a janta. Sem nem me ver, foram direto falar com minha namorada. A Susana tava toda à vontade batendo papo com aqueles desconhecidos, até o salva-vidas se juntou a eles enquanto eu me entediava na toalha. Parecia que minha mina tava convidando eles pra mergulhar com ela na água, dizendo que tava uma delícia. Todo mundo se divertia com minha namorada, todo mundo menos eu.
Finalmente ela chegou perto da toalha, pensei que fosse ficar um tempo comigo, como devia ser. Mas não, tava muito enganado.
— Amor — ela me disse —, vamos preparar a janta. Vou na frente com eles no carro deles pra ajudar.
Dá pra você levar minhas coisas pra barraca? É que tô toda molhada e não quero pegar um resfriado, já tá escurecendo e a barraca fica longe…
Com aquele olhar de pena me convenceu e me pediu pra pegar o vestidinho de verão que tinha deixado na bolsa dela. Ela vestiu por cima do biquíni ainda encharcado, molhando também o vestido branco de quebra.
Ela se olhou e disse:
— Ah, acho melhor tirar a parte de baixo, senão vai molhar tudo.
Sem mais nem menos, se livrou do biquíni, diante do meu olhar atônito, ficando só com o vestido, tão curtinho que era e tão molhado que tava que dava pra ver tudo. Mesmo não fazendo nada de frio, os mamilos molhados dela furaram o tecido úmido do vestido. Os peitões dela balançavam a cada passo que dava em direção aos nossos vizinhos, que estavam todos de boca aberta com a situação.
Vi eles caminharem até o carro e entrarem, pra depois saírem cantando pneu em direção à barraca. Até o salva-vidas tinha se auto-convidado pra festa pra não perder detalhe do que pudesse rolar.2 – A festaApós dez minutos de caminhada, finalmente cheguei na minha barraca também, cansado e puto da vida com a minha namorada por ter me deixado na mão por causa daqueles quatro idiotas.
Vi ela com aquele mesmo vestido e percebi que ainda não tinha colocado calcinha, porque, enquanto ela se mexia de um lado pro outro, a saia subia mais do que devia. Ela dizia que com aquele calor ficava mais confortável assim. E isso logo depois de falar que estava começando a esfriar. Eu não entendia essas mudanças repentinas de temperatura que minha namorada sentia; pra mim, era um entardecer quente de verão bem normal.
Os quatro caras estavam de sunga, com os torsos nus, e cuidando da minha namorada como se ela fosse uma princesa. Mas, principalmente, garantiam que ela não ficasse sem bebida, porque quanto mais ela bebia, mais carinhosa ficava com eles.
Os caras não perdiam nenhuma chance de se aproximar dela, abraçá-la e, se preciso (não que fosse necessário), dar uns beijos carinhosos brincando com ela. Eu não acreditava que ela agia daquele jeito tão confiante e inocente com uns caras que acabara de conhecer. Um deles começou a tocar violão, enquanto o resto preparava o jantar com a minha menina.
Eu fiz a única coisa que me veio à cabeça naquele momento: também cair na bebida. Quando o jantar ficou pronto, sentamos na mesa. Era uma mesa de camping com bancos acoplados nas laterais que os vizinhos tinham trazido. A verdade é que a gente ficava bem apertado. A Susana não conseguiu sentar do meu lado e ficou na frente, entre dois dos caras. Eu fiquei num canto, do lado oposto, junto com o salva-vidas e outro vizinho.
A palhaçada continuava na minha cara. Cada vez que um pedaço de comida "caía" nas pernas dela, um dos seus seguranças se apressava pra pegar, demorando também pra "limpar" a mancha que tinha feito. Um dos caras brincou, dizendo pra ela levantar a saia do vestido pra não sujar, e ela levou a sério. Alegre como Foi, ela deixou a buceta à mostra por uns segundos, antes de eu dar uma bronca nela e mandar ela se cobrir.
Depois, um dos pedaços de comida caiu "acidentalmente" bem no meio do decote da Susana, e um dos caras não hesitou em pegar com as mãos, enfiando o nariz ali e se esbaldando de um jeito que me deixou alucinado. Eu também já tava meio bêbado na época e me sentia cada vez mais lento e lerdo nas reações. Cada vez mais eu ficava em segundo plano, enquanto ela era o centro das atenções daqueles tarados no cio.
Umas duas vezes fui mijar num pinheiro perto e tive que ficar de olho no grupo pra ver se a coisa não passava do ponto. Cada vez que um deles ia mijar, dava pra ver o pau duro por baixo do tecido da sunga. Ela olhava pra eles e, sinceramente, não parecia muito incomodada. Um deles, com a desculpa de que tava muito escuro, foi mijar bem atrás de um arbusto que mal escondia, deixando a rola à mostra pra minha namorada.
Num certo momento, ela já tava bem bêbada também e precisou mijar. Como os banheiros ficavam a uns cem metros, eu, feito um cavalheiro, me ofereci pra acompanhar. Mas ela não quis e disse que podia fazer igual a gente e mijar atrás de um pinheiro. Foi só levantar o vestido e se agachar.
De repente, ela começou a gritar e deu um pulo na nossa frente, ainda segurando o vestido na altura da cintura.
— Tem uma cobra ou alguma coisa aí que se mexeu! — exclamou histérica.
Eu fiquei puto de ver ela deixar a bucetinha depilada à mostra pra todo mundo, mesmo que sem querer. Mesmo assim, fui ver se encontrava o que tinha se mexido, mas não vi mais nada.
— Dá um jeito, amor, que nojo! — gritou me incentivando, mas aí exclamou — Ai…! Não aguento mais, vai escapar…
A Susana começou a mijar sem querer, a urina escorrendo pelas pernas enquanto ela apertava uma na outra tentando segurar, sem sucesso. Eu olhei pros quatro caras, que olhavam pra ela de boca aberta enquanto ela mijava em cima delas. Sorte que ela não tava de tênis e não sujou. Ela terminou com as pernas molhadas, com um fio de mijo transparente saindo da sua rachinha exposta até uma poça no chão debaixo dos pés descalços dela.
Falei pra ela ir tomar um banho pra se limpar e também pra clarear a cabeça, que ela tava muito afetada, embora na real eu tivesse quase pior. Quis acompanhar ela, mas nosso amigo salva-vidas me mandou sentar e insistiu em ir com ela. Como já tava bem escuro, era melhor ele guiar ela, já que trabalhava ali e conhecia o caminho.
Aceitei resignado e eles foram juntos pros banheiros. Eu não sabia do que falar com os caras na mesa, que continuavam alucinados com o que tinha rolado, mas não ousavam comentar comigo. Me senti como um convidado estranho e desconfortável na festa particular deles.
Demoraram pra voltar, e de repente começou a se ouvir o som da água do chuveiro caindo e gritos da Susana ao longe. Me aproximei como pude pra ver o que tava rolando. Quando entrei, vi ela abraçada nele, ainda com o vestido, mas debaixo do chuveiro, gritando por causa da água fria e rindo. Eles nem me viram.
Ele aproveitava pra chegar perto do corpo dela e abraçar. As pernas deles se entrelaçavam e a Susana ficava completamente imobilizada quando ele segurava ela nos braços. O amigo salva-vidas tentava tirar o vestido dela e queria ajudar a limpar esfregando as pernas nuas dela. Ela se desviava rindo pra ele não fazer, mas sem muita resistência.
Quando finalmente me viram, também não pararam de fazer bagunça na hora, mas acabaram saindo dos chuveiros. Eu tava bem puto, mas bêbado demais pra reclamar direito. Então peguei a mão dela e levei de volta pro lote com os vizinhos.
A Susana, que tava completamente encharcada, entrou na barraca pra vestir algo seco. Mas bebida como Ela se descuidou e não fechou o zíper para se trocar. Saiu ainda mais gostosa do que tinha entrado, com uma camiseta branca que ficava pequena nela e grudava nos peitos como uma segunda pele.
Embaixo, uma minissaia vaporosa, também branca, que batia acima do meio da coxa. Parecia que branco e curto era o uniforme obrigatório pra aquela noite.
Claro que ela não tava de sutiã, então, puto, perguntei se pelo menos tinha colocado calcinha.
Ela levantou a saia na frente, desafiadora, pra me mostrar na frente de todo mundo a calcinha branca de algodão dela. Era meio infantil, e ela exibia enquanto apertava as pernas e reclamava da minha chatice.
Eu, com uma das piores bebedeiras da minha vida, decidi logo que a festa tinha acabado e que já era hora de ir dormir. Minha namorada reclamou porque tinha acabado de se vestir, e que se soubesse, já teria ficado pelada. Mas, de qualquer jeito, no fim ela também decidiu que era hora de cair na cama. Todo mundo ficou triste, mas ela prometeu que passaria pra dar um beijo de boa noite em todos.
Minha mina me acompanhou até nossa barraca, mas com a ajuda de dois caras que me seguraram pra eu não quebrar nada por causa do meu estado. Ao entrar, desabei na hora no saco de dormir. Vi a Susana começar a se despir de novo, ficando só de calcinha, pronta pra dormir. Com essa última imagem, apaguei.
Quando acordei, tava sozinho. Olhei o relógio e era uma da tarde. O saco de dormir da minha namorada não parecia ter sido usado, mas encontrei o top e a minissaia da noite anterior jogados em cima dele. Minha cabeça tava rodando e doía pra caralho. Saí da barraca pra procurar a Susana, achando que ela tava fora preparando algo pra comer, mas quando saí, não encontrei ela. Não sabia onde ela tava.
Peguei meu celular e liguei pra ela. Minha surpresa foi enorme quando começou a tocar de dentro de uma das barracas. dos nossos vizinhos. Na noite anterior, eu estava bêbado demais pra reagir, mas dessa vez não ia deixar passar, apesar da puta ressaca. Então peguei um pedaço de pau do chão e gritei pro pessoal da barraca abrir e mandei a Susana sair. Ia rolar uma merda.
Depois de várias ameaças sem resposta, eu mesmo abri o zíper, só pra encontrar a barraca vazia.
Nesse momento, a Susana chegava com os amigos, tomando um café que tinha comprado no bar do camping. Ela tava usando outro vestidinho de praia curtíssimo, e zoava com um dos caras. Me explicaram que tinham acordado cedo pra tomar café. Perguntei pra Susana onde ela tinha dormido, e ela disse que comigo, mas que com certeza eu não lembrava, de tão bêbado que tava.
Fiquei puto de ver eles tão de boa depois do quanto a gente tinha bebido, e eu sendo o único com aquela ressaca fudendo meus neurônios sem dó. Os olhares de cumplicidade da Susana com aqueles caras, insistindo que ela tinha dormido comigo na nossa barraca, me deixaram com raiva. Mas não tive escolha a não ser confiar nela.3 – A praiaEle narra:
Naquele dia decidimos ir pra praia todos juntos; minha namorada e nossos novos e inseparáveis amigos. Como éramos cinco, cabíamos perfeitamente no carro deles, então ainda tínhamos que agradecer pra sempre por terem nos levado. Me deixaram ir na frente, no banco do carona, enquanto minha namorada sentava bem atrás do meu banco, perdendo assim o contato visual com ela. O caminho foi curto e passei o tempo todo bolando uns baseados pros caras e também pra minha namorada, que agora também fumava.
Ela tinha se arrumado toda gostosa pra ir pra praia; um biquíni azul escuro que caía super bem nela e um pareô branco que amarrava na cintura. Minha namorada devia estar sentindo muito os baseados, porque não parava de rir nervosa. Um dos caras, o Nacho, não parava de zoar com ela. Quando chegamos, me surpreendi que, apesar da viagem de carro ter sido curta e com poucos buracos, minha namorada acabou com a roupa toda desalinhada, não só o pareô, mas também o biquíni.
Ela narra:
Sentei atrás com esses caras tão legais que a gente tinha conhecido. A verdade é que gostei muito deles e tava me divertindo pra caralho com eles. Não parávamos de zoar enquanto dividíamos uns baseados que meu namorado tinha bolado. Mas aí aconteceu uma coisa que foi meio constrangedora; um cigarro caiu debaixo do meu pareô e o Nacho, sem nem perguntar, simplesmente meteu a mão lá embaixo.
Começou a apalpar entre minhas pernas e, sem querer, começou a tocar diretamente minhas coxas e a parte de baixo do biquíni.
Eu olhava pra ele incrédula, me perguntando como ele tinha tanta cara de pau. Mas, por outro lado, sabia que o cara só tava tentando achar o cigarro dele, então decidi ajudar. Me recostei nele, apoiando meus braços nas pernas fortes dele pra facilitar ele encontrar o que procurava. Perguntei se tava perto e ele disse que sim, que já tinha localizado, mas pra eu ficar assim pra ele conseguir pegar. Nessa posição, aproveitei pra pedir um baseado pro meu namorado, que colocou na minha boca e acendeu.
Ainda bem que ele tapou minha boca com o cigarro naquele momento, porque justo o Nacho se confundiu e, sem querer, passou a mão por toda a minha bucetinha, enfiando um pouco o biquíni pra dentro. Fiquei meio puta e perguntei o que ele tava fazendo. Nacho, sem parar de esfregar o dedo na minha vulvinha, respondeu que o cigarro tinha caído entre as costuras do banco e ele achou que era por ali que tava procurando.
Que erro danado, me confundir com o banco, mas não dava pra negar que tava me dando prazer, mesmo que por acidente. Também não queria falar mais nada na frente do meu namorado pra ele não ficar bolado. Eu tava achando graça e morrendo de rir da situação, porque era cômico ele confundir minha calcinha com o banco. Mas, por outro lado, reparei no volume que começava a crescer debaixo da sunga dele e não quis que a coisa passasse dos limites. Então me ajeitei direitinho no banco e falei que a gente ia achar o cigarro quando chegasse.
Quando finalmente estacionamos perto da praia, fomos procurar um lugar livre, o que foi fácil porque tava quase vazia. Parecia mentira ter tão pouca gente, talvez porque era um lugar mais afastado e dava pra chegar só de carro. Além disso, naquela hora, com aquele sol de lascar, pouca gente se atrevia a passar por ali.
Nos instalamos na beira e, um por um, todos começaram a mostrar seus corpaços, ficando só de sunga. Passaram protetor um no outro, já que eu me recusei a fazer isso. Pedi pro meu namorado me ajudar com o protetor, mas o idiota não quis, porque parecia meio puto por algum motivo.
Ele narra:
Me recusei a passar protetor nela. Passei a viagem toda bolando baseados pra eles e minha namorada cagando pra mim.
Agora ainda tinha que passar protetor nela. Nem fodendo. No final, o grande amigo dela, Nacho, se encarregou de passar o protetor. E olha que ele fez isso com muito gosto. Maestria, sem nenhuma pressa e sem esquecer nenhum cantinho. A verdade é que eu estava ficando com um pouco de ciúme, porque ela não se segurava, mas na real ela estava fazendo um bom trabalho protegendo minha namorada do sol.
Quando ela passava o creme nas costas, apoiava o corpo na bunda dela. Depois espalhou por trás das pernas, passando também pela virilha. Como ela fazia tão bem, Susana pediu pra ela passar na frente, pela barriga e tudo mais. Eu passei o creme sozinho, porque já sou grandinho, e aproveitei pra descansar um pouco enquanto elas terminavam.
Nacho, Carlos e Pedro, que era o nome do trio, se levantaram depois de um tempo e começaram a insistir com a Susana pra ela se juntar a eles pra dar um mergulho. Achavam que iam se divertir mais se ela fosse junto, já que ela era muito gente boa. Ela queria pegar sol e tava firme que não ia, mas eles continuavam insistindo. A conversa se estendeu demais pra minha paciência, então sem pensar chutei a areia enquanto falava que eles eram uns chatos e deixassem ela em paz.
Azar o meu que a areia foi parar na barriga da Susana, deixando ela toda cheia de areia, igual uma croquete.
Ela conta:
Com olhos de fúria me levantei toda suja de areia. Não tinha como ficar tranquila tomando sol na praia. Agora ia ter que ir com esses caras pra água me limpar, quisesse ou não. Ainda por cima depois ia ter que passar mais creme sozinha porque o babaca do meu namorado não ia querer passar. Fui andando até a água sem falar nada e com cara de poucos amigos. Nacho, Carlos e Pedro seguiram meu rastro e em segundos estávamos todos na água.
A verdade é que estava gostosa, nem muito fria nem muito quente. Olhei pra areia e lá estava o idiota do meu namorado, fumando de boa e indo pra um quiosque comprar uma cerveja ou algo assim. Lavei bem toda a areia e depois fui saindo pra voltando na direção das toalhas. Mas o Pedro me parou com um grito, pedindo pra eu ficar mais um tempo com eles. Não tava muito a fim, então comecei a me virar de novo pra sair quando, de repente, o Carlos jogou uma sunga na minha direção, que ficou flutuando a um palmo de mim.
O Nacho saiu correndo pra pegar, mas quando me viu, parou e me pediu pra entregar pra ele.
Comecei a rir ao ver um cara tão forte paralisado na frente de uma mina do meu tamanho. Aceitei levar, me aproximei dele me divertindo e, tenho que admitir, de olho pra ver se conseguia enxergar alguma coisa. O nível da água batia acima do meu umbigo, mas nele, por ser mais alto, chegava bem mais embaixo. Dava pra ver perfeitamente a barriga dele e o pelo preto da buceta.
Quando tava quase entregando a sunga tão desejada, o Nacho esticou a mão pra pegar, mas eu fui mais rápida e me abaixei, desviando da mão dele. Joguei a sunga pra trás dele, na direção do Carlos. O problema é que o Nacho, tentando agarrar a sunga, deu um pulo enquanto se virava, e esquecendo que tava pelado, o pau dele solto e tão perto de mim bateu no meu peito. Não sei se ele percebeu, mas eu, com certeza, sim.
O Nacho correu pro Carlos, mas ele jogou a sunga de volta pra mim e eu escondi atrás das costas. Eu, me divertindo, desafiei ele a vir buscar. E olha se veio. Já sem a vergonha de me ver pelado, ele correu na minha direção, e como eu segurava a sunga dele atrás do meu corpo, ele me abraçou por inteiro tentando alcançar. Passou as mãos na minha bunda e me apertou contra ele enquanto tentava arrancar a peça. Senti o pau dele esfregando no meu umbigo, mas eu não desisti, continuei lutando.
A verdade é que o cara parecia ter dificuldade em achar a sunga dele, porque por mais que procurasse e revirasse, as mãos dele só iam parar na minha bunda e nas minhas pernas, se apertando mais contra mim. O pau dele, de tanto esfregar contra minha barriga, acho que ele estava ficando animado porque cada vez estava maior, embora sem ficar totalmente duro. Estava tipo uma lingüicinha, mas o tamanho já começava a me assustar.
Tentei continuar concentrada no jogo, quando de repente tropecei, caindo devagar sobre meus joelhos. Enquanto caía, a linguiça dele esfregou na minha barriga, depois nos meus peitos, e por último no meu pescoço e no meu rosto. Quando consegui me estabilizar de joelhos, fiquei com o rosto bem na altura da água, na altura do pau do Nacho. Ele não se deu ao trabalho de afastar, só ria me olhando de cima, e acariciando minha cabeça com a mão.
A situação ficou meio desconfortável pra mim, então me levantei com a ajuda dele. Mas por ele me segurar tão perto, ao me levantar, esfreguei de novo o pau dele com meu corpo inteiro, do pescoço, peitos e barriga. Ficamos de novo um na frente do outro, como antes de eu tropeçar. Só que agora eu sentia o pau dele dando umas batidinhas na minha barriga. Nacho começou a rir de nervoso, imagino, e pra cortar a tensão me pediu de novo, de brincadeira, pra devolver a sunga dele.
Mas é claro que eu recusei de novo, não ia dar assim, depois de tudo isso. Nacho me agarrou de novo por trás, brincando e tentando recuperar, como antes. Só que parecia que a estratégia dele tinha mudado um pouco. Eu ainda sentia o pau grosso dele esfregando em mim, mas agora as mãos dele não procuravam mais a sunga dele, e sim tirar a minha.
Ele enfiou as mãos por baixo do tecido da calcinha do biquíni e apertou minhas nádegas. "Que jeito estranho de tirar meu biquíni", pensei. Depois começou a puxar ela pra baixo, e eu resisti me contorcendo junto com ele.
Com tanto movimento, o pau dele já estava completamente duro, e os amigos dele começaram a aplaudir e incentivar ele a continuar "me despindo" quando viram o que ele pretendia.
Entre risadas, ele conseguiu puxar minha calcinha até joelhos. Com uma mão ele me imobilizava contra ele enquanto com a outra me despia. Eu, sinceramente, também não é que eu me opusesse muito, só achava graça e ria. No fundo, era divertido negar e continuar o jogo, e pra ser justo, ele já tava sem sunga. Minha única preocupação era evitar encostar muito no pau dele, pra ele não pensar que eu tava tentando me aproveitar da situação.
Por fim, ele conseguiu tirar a parte de baixo do biquíni de vez. Tentei pegar de volta, mas ele segurava bem alto com o braço esticado e eu não alcançava. Aí eles fizeram uma roda em volta de mim e ficaram passando meu biquíni entre eles. Cada vez que eu tentava ir pra cima de um, pulava nele, geralmente tentando manter as pernas fechadas, por causa de estar pelada e tal. Mas às vezes, sem querer, eu pulava em cima de um deles de pernas abertas. Na verdade, acabei passando por todos eles, mais cedo ou mais tarde. Depois sentia um pouco de vergonha porque, sem querer, esfregava minha bucetinha pelada nas pernas musculosas deles enquanto tentava recuperar minha calcinha.
Olhava pra areia, pensando que meu namorado talvez quisesse vir brincar com a gente na água também.
Mas ele parecia um morto, mal se mexia pra beber uma cerveja ou fumar um cigarro olhando pro infinito. Meus companheiros engraçadinhos aproveitavam pra continuar brincando comigo. Os que estavam atrás de mim sempre me davam palmadinhas amigáveis, quase todas na bunda, embora algumas, sem querer, escapavam e entravam na rachinha que meus glúteos formam.
Em algumas ocasiões, até empurravam mais do que deviam e eu caía em cima do que tava na frente de um jeito indesejado. Por exemplo, uma vez eu ia pular no Nacho, tentando pegar minha calcinha que ele segurava lá em cima, e o Carlos, ao me empurrar por trás, fez com que eu caísse pra frente e a mão dele escorregou pro meu xerequinho por trás. Isso fez com que eu me abrisse mais do que devia ao pular, quase como se fosse abraçar ele com minhas pernas na cintura dele. cintura.
Pulei de um jeito tão descontrolado em cima do Nacho que ele perdeu o equilíbrio e caiu pra trás comigo por cima.
Ele teve a fineza de soltar meu biquíni pra me segurar com um dos braços fortes dele, enquanto o outro foi direto pro pau dele, provavelmente pra desviar e não enfiar sem querer na minha bucetinha. Sinceramente, não foi muito habilidoso, porque a cabeça do pau dele bateu direto na minha xota pelada.
Não entendi direito o que o Nacho queria, porque com o braço que me segurava, ele empurrava minha cintura pra baixo em vez de pra cima. Acho que ele se desorientou quando perdeu o equilíbrio, mas podia ter feito o pau dele entrar fundo em mim. Na real, senti a cabeça deslizando entre meus lábios da buceta, e só consegui evitar que entrasse acidentalmente porque me virei um pouco de lado. Por um momento, fiquei puta com o que podia ter rolado. Mas quando vi a cara de palhaço dele, percebi que não foi de propósito e me levantei pra continuar brincando com meus amigos queridos.
Outra vez, fui pular em cima do Pedro e, por trás, me empurraram com força na minha bunda. Dessa vez, o pulo saiu mais alto do que eu esperava e tive que abrir as pernas pra não acertar um joelho nele. Fiquei abraçada nele pra não cair, enquanto ele me segurava pelas nádegas. O coitado não percebeu que uma mão ficou bem pertinho da minha bucetinha, e um dos dedos dele ficou roçando de leve nela.
Com o Carlos também rolou algo parecido, mas no caso dele, o dedo não ficou apertando minha xota, e sim meu cu. E foi com tanta má sorte que, na real, entrou um pouquinho enquanto eu me debatia com ele pra tirar meu biquíni. Não dava pra reclamar do erro, porque era eu que me apoiava forte na mão dele pra me impulsionar pra cima. Na verdade, aproveitei a situação pra tentar puxar a sunga dele e deixar mais um dos caras pelado.
Sinceramente, foi facinho roubar a sunga do Carlos, até juraria que ele me ajudou. Embora eu não acredite, porque que vergonha ficar pelada na frente dos amigos dele. A gente tava na água, eu em cima do Carlos, e ele tava me segurando pela bunda com o dedo no meu cu. Eu tinha ficado meio deitada em cima dele, de pernas abertas. Aí puxei a sunga dele pra baixo, e desceu fácil até o joelho. O Carlos se levantou como pôde enquanto eu fiquei de joelhos na frente dele, ainda segurando a sunga dele.
O Carlos me olhava de cima sorrindo e eu sorria pra ele enquanto continuava puxando a sunga dele até o tornozelo. A verdade é que a situação era meio constrangedora, porque na frente da minha cara, a poucos centímetros, tava o pau dele meio mole. Grosso demais, pensei, isso poderia arrebentar uma pessoa do meu tamanho. Ainda bem que tava descansando, porque se aquilo inchasse…
Olhando nos olhos dele, pedi pra ele levantar um pé pra eu poder tirar a sunga. Ele continuava me olhando sorrindo. Passou a mão no meu rosto, acariciando meu queixo e aproximando um pouco o pau dele da minha carinha.
Eu continuava sorrindo pra ele, esperando ele levantar um dos pés. A mão dele foi do meu queixo pro meu pescoço, acariciando minha nuca depois. Sem pensar, talvez ele fez um pouco de pressão ali.
O Carlos finalmente levantou um dos pés debaixo d'água, me deixando tirar uma parte da sunga. Pra não perder o equilíbrio, a mão dele apoiou mais forte na minha nuca. Claro, isso fez com que minha cara ficasse ainda mais colada no pau grosso dele. Talvez demais pro meu gosto. Como eu tava olhando pra baixo naquele momento, não percebi que o Carlos tinha levado a outra mão pro pau dele, segurando pela base. Quando levantei a cabeça, quase trombei com aquele monstro de carne.
Tive que jogar a cabeça pra trás pra poder olhar nos olhos dele, desviando do membro. Fiquei meio séria, porque me senti ameaçada e não entendia se era uma brincadeira ou o que tava rolando. Ele me olhava sorrindo, ainda acariciando minha nuca com uma mão e com a outra segurando ela.
— Carlos! — falei sério —. Levanta a outra perna, por favor.
— Só com uma condição — ele disse puxando minha nuca.
— Que condição? — estranhei ele pedir condições num momento desses.
— É simples, Susaninha, só precisa fechar os olhos e abrir bem a boca.
Olhei confusa, surpresa, e pra ser sincera, divertida. Não sabia o que ele queria com isso. Mas desses caras tão legais eu só esperava alguma besteira relacionada à brincadeira, então relaxei. Fechei os olhos e abri bem a boca.
Naquele momento, tava convencida de que ele ia tentar jogar água salgada dentro da minha boca, ou algo assim. Por isso levei um baita susto quando não senti nenhum líquido entrando, mas sim algo sólido. Sólido, quente e bem molinho.
— Porra Carlos, não exagera! — ouvi o Nacho falar atrás de mim.
Eu não conseguia abrir mais a boca, e mesmo assim ela tava completamente cheia daquela coisa molinha.
Passei a língua e tinha um gosto bem salgado. Devia ser algo que ele tinha achado no mar, mas não fazia ideia do que era.
Finalmente minha boca foi liberada e aí sim, caiu um monte de água do mar no meu rosto e na minha boca, ainda aberta. Engasguei um pouco, mas depois comecei a rir por ter adivinhado as intenções dele. Abri os olhos e lá estava meu amigo Carlos, que levantou a outra perna sorrindo pra mim.
— O que era aquilo que você colocou na minha boquinha? Quase não coube! — perguntei enquanto tirava completamente a sunga dele.
— Nada, Susana, era só um peixe que consegui pegar e queria te pregar uma peça.
— Pois não senti as escamas, pra ser sincera — respondi sorrindo —. Que peixe mais estranho e macio, viu.
Levantei com a ajuda do Carlos, que me abraçou bem junto dele pra eu não cair na água. Senti cada volume da musculatura dele contra meus peitos, e me segurei com as mãos nos antebraços fortes dele. Me virei pra continuar... Brincando com os outros, mas ele me abraçou, eu de costas pra ele.
Tentei escapar, mas claro, ele era mais forte.
Com tanto movimento, não dava pra evitar esfregar minha pele na dele, e também sentia a anatomia dele na minha costa. Ele era um cara bem divertido, pra ser sincera, mas não sei se ele percebia que a pica grande dele tava se esfregando entre minhas nádegas com tanta brincadeira. Mas no fim ele me soltou daquela prisão e tudo voltou ao normal.
Continuamos brincando, agora com Nacho e Carlos sem sunga, igual a mim. Assim o jogo era mais justo. Mas entre eles não se jogavam as sungas, só ficavam brincando de jogar a minha. Eu tentava pegar de volta e sempre acabava caindo em cima de um deles, já que por trás não paravam de me empurrar.
Às vezes a gente acabava debaixo d’água, eles me segurando e eu aproveitando pra dar uns afogões e me vingar um pouco. Eu gostava da intimidade que a gente tava criando e de ninguém se sentir desconfortável com a nudez, ou com o fato de que às vezes minha bucetinha esfregava nas coxas deles ou nos paus deles com o movimento. Talvez outras pessoas me chamariam de Promíscua, mas esses caras não, parecíamos irmãos.
Ainda faltava o Pedro pra desarmar e de algum jeito me sentir vencedora do jogo. Toda vez que passavam minha sunga pra ele, eu corria na direção dele e, de pretexto, me jogava em cima e fazia ele cair debaixo de mim.
Então tentava puxar a sunga dele pra baixo, mas era meio difícil porque ele mal se deixava fazer.
— Susana, não continua não, que você vai levar um susto e tanto — ele me dizia às vezes.
Eu não sabia do que ele tava falando, mas sendo tão curiosa, a única coisa que ele conseguia com essas palavras era me incentivar a continuar. Puxar a sunga dele pra baixo não dava resultado, ele sempre conseguia colocar de novo e a gente recomeçava.
Então decidi que tinha que mudar de estratégia. Ia vencer ele pelo cansaço. Na próxima vez que me aproximasse dele, ia me jogar no torso dele, me segurando nele com todo o meu corpo, e quando ele se cansasse do meu peso, eu aproveitaria pra roubar a sunga dele. Era o plano perfeito!
Foi o que eu fiz. Numa das vezes em que ele tava com meu biquíni, corri na direção dele. Pulei nele o mais alto que consegui, e me agarrei feito uma lapa no torso dele. Consegui fazer uma chave com minhas pernas enrolando o corpo forte dele, enquanto com meus braços abraçava a cabeça dele. Ele ficou de pé o tempo todo, enquanto meus peitos ficavam na altura do rosto dele. Espero não ter sufocado ele demais. Ele, com os braços, me segurava pelas costas. Eu tava certa de que ele não ia aguentar muito naquela posição.
Mas eu me enganei. Ele era um cara forte e fez questão de mostrar. Baixou as mãos até minha bunda pra me segurar melhor, enquanto tentava respirar com dificuldade entre minhas tetas. Acho que ele tava com dificuldade, porque tinha que abrir bem a boca pra pegar ar, fazendo sem querer a língua dele passar direto pelo tecido do meu biquíni, ou direto na minha pele. Consegui descer meu pé direito pelas costas dele até a tira da sunga. Com ele, comecei a puxar pra baixo. No fim das contas, meu plano tava dando certo. Senti uma alegria danada.
Nessa hora, ouvi meu namorado me chamando da areia, fazendo gestos com a mão pra eu voltar pra ele. Pensei que ele devia estar puto com alguma coisa, então afrouxei um pouco o Pedro, pronta pra terminar a brincadeira e ir pra areia com meu namorado.
Mas alguma coisa me impediu. Carlos tinha se colocado atrás de mim, me segurando pela cintura e falando pro Pedro:
— Vamos fazer uma afogadinha na nossa amiga!
Começou a puxar meu corpo pra baixo. Conforme eu descia centímetro por centímetro, meu pé ia entrando na sunga do Pedro, fazendo ela descer junto. Carlos também tinha se colado em mim por trás. Tavam me fazendo o que chamam de sanduíche humano; meus amigos eram o pão e eu era a alface.
Quando minha cara ficou na altura da cara do Pedro, vi que ele tava com um olhar estranho. Eu Lembrei da cara que o Carlos fez quando tirei a sunga dele. Continuavam puxando minha cintura pra baixo até que algo me fez parar. Senti um troço batendo na minha entreperna e me impedindo de descer mais.
Pedro mordeu o lábio inferior enquanto apertava com força minhas nádegas, separando elas um pouco. Me assustei porque percebi o que era aquilo entre minhas pernas. Bem, não só entre minhas pernas, mas naquele momento tava começando a entrar entre meus lábios da buceta.
Além disso, devia ser bem grosso, e me pareceu que tava bem inchado, porque forçava a abertura da minha buceta de um jeito que eu nunca tinha sentido. Me senti mal porque na real tava gostando muito, e por curiosidade queria saber o que aconteceria se entrasse de vez.
Agora sentia minha xereca bem aberta, e com o Carlos empurrando pra baixo, entrou mais uns centímetros.
Tive que me segurar pra não gritar, e não queria que o Pedro pensasse que eu tava me aproveitando da situação. Foi difícil pra caralho porque deu um puta tesão quando senti aquela bagaça se mexer um pouco mais, se cravando em mim. Se eu descuidasse, ia gozar com ele entrando tudo. Isso me deu muito medo e olhei pra costa, onde meu namorado continuava fazendo sinal pra eu sair da água.
Com um movimento de quadril, consegui me levantar um pouco e tirei aquela barra dura de carne que ameaçava acabar com nosso jogo inocente entre amigos. Olhei pro Pedro, que tava com cara de sofrimento, provavelmente pelo constrangimento da situação. No fim das contas, ele não teve culpa, e foi minha culpa por ter puxado a sunga dele bem naquele momento.
O pau dele tava agora entre a barriga dele e a minha, e eu, tendo evitado a penetração acidental, fiquei mais tranquila. Embora não tivesse visto, pela pressão na minha barriga, adivinhei que também era um pau bem comprido. Sem exagerar, posso dizer que quando a base do pau dele tava na altura do meu umbigo, a ponta chegava a tocar meus seios. Ele percorria toda a minha barriga, embora fosse bem maior que eu.
Carlos continuou empurrando por trás de mim para baixo, e a situação ficou constrangedora de novo, já que a ponta macia daquele monstro começou a se alojar entre meus seios. Eu ainda estava com a parte de cima do biquíni, mas como meus peitos são grandes, o fio que ligava os dois panos ficava bem afastado do meu colo, deixando o pau abrir caminho. Mas ao mesmo tempo, o biquíni apertava minhas tetas, então Pedro devia estar sentindo o pau bem espremido entre elas.
Pedro já estava com a cara toda desfigurada, provavelmente de vergonha. Igual a mim. E eu temia o pior, porque se Carlos continuasse me puxando para baixo, sem saber o que estava rolando, aquela rola ia direto na minha cara.
Pelo menos meu namorado não conseguia ver o que acontecia de longe, porque o idiota com certeza teria interpretado errado e ficado com ciúmes.
Olhei para baixo, pro meu decote, e vi a ponta do pau dele aparecendo entre meus peitos. Olhei para Pedro horrorizada. Ainda bem que ele parecia controlar a situação e me segurou pelos braços para evitar que eu descesse mais. Eu já estava quase de joelhos na frente dele. O problema é que por trás ainda tentavam me puxar mais para baixo, enquanto Pedro me segurava contra ele puxando para cima.
Sem querer, estavam fazendo o pau dele subir e descer enquanto meus seios o apertavam. Tentei amenizar a situação, sorrindo para Pedro, deixando claro que acima de tudo éramos amigos. Não queria que nossa amizade sofresse por causa desse incidente idiota. Também não queria que ele percebesse que, apesar de tudo, eu estava ficando bem excitada. Não queria que pensasse que eu era uma qualquer. Ele era um amigo, e eu não podia me aproveitar sexualmente dele.
A vara de carne dele continuou percorrendo meu peito ritmicamente por mais alguns segundos. Até que de repente, Tudo parou. Pedro soltava palavrões pro céu, enquanto eu sentia meu pescoço recebendo descargas molhadas de algo quente. Olhei pra baixo e vi que o pau de Pedro começava a recuar, já ficando mole de novo.
Parece que a pressa tinha passado, finalmente, e o pau dele se libertou completamente da armadilha que eu tinha feito sem querer. Ele caiu na minha frente, ofegante. Carlos, que estava me segurando por trás, passou a mão no meu pescoço, tirando algo que tinha grudado em mim.
— Susana, achei uma parada relacionada àquele peixinho que te mostrei antes. Quer experimentar?
— Carlos me perguntou.
— Bom, se você acha que vale a pena… — respondi, curiosa e já bem mais calma.
— Beleza — respondeu Carlos —, então abre bem a boca e fecha os olhinhos.
Sorri enquanto fazia o que ele pedia, louca pra descobrir o que era aquilo sobre o peixe misterioso. Senti os dedos dele entrarem na minha boca, com uma boa quantidade de uma substância viscosa e quente neles.
Ele pediu pra eu lamber, e eu lambi. Pediu pra eu engolir, e eu engoli. Tentei sentir bem o gosto pra adivinhar o que era, aquele sabor me era muito familiar, e se não fosse pelo sal da água, acho que teria descoberto.
Lembrei do meu namorado e rapidamente me preparei pra voltar pra areia. Mas então Nacho gritou:
— Não vai esquecer de nada, não?!
Me virei e vi meus amigos em fila, um do lado do outro. A água batia neles abaixo da cintura, o que me deixava ver tudo sem dificuldade. Eles estavam com os paus bem duros e grossos, exceto o do Pedro, que tinha murchado. Aí percebi que Nacho tinha colocado minha calcinha do biquíni de um jeito que ela se segurava no pau ereto dele.
Que idiota fui, ia sair da água sem me lembrar de vestir o biquíni de novo. Me aproximei do Nacho pra ele me devolver, mas ele disse pra eu pegar sozinha. Achei a brincadeira meio sem graça, porque pra alcançar tive que roçar o pau dele com a mão, coisa que não queria fazer. Mas foi só um segundo e já consegui colocar o biquíni de novo pra sair.
Pedro também conseguiu se vestir rápido e me acompanhar, mas os outros dois disseram que precisavam de um momento pra achar as sungas deles antes de sair. Achei muito estranho porque vi que estavam flutuando bem do lado deles.4 – De volta ao acampamentoPassamos um tempinho tomando sol, mas lá pelas três da tarde bateu uma fome danada e a gente decidiu voltar. Já no camping, encontramos nosso amigo o salva-vidas, que tinha vindo na direção das nossas barracas dizendo que estava nos procurando o dia inteiro. Contamos pra ele que a gente tinha ido pra praia e que era uma pena ele não ter podido vir.
Depois de comer, meu namorado queria tirar uma soneca. Fui com ele pra nossa barraca e me ofereci pra dar uma trepada com ele, porque, sinceramente, depois de tudo o que rolou na praia, eu tinha ficado com um tesão danado. Quando tirei o biquíni, percebi que ele tinha encharcado por dentro com as babas da minha bucetinha.
Mas o babaca do meu namorado disse que estava puto comigo e que queria dormir um pouco. Fiquei pelada em cima do meu saco de dormir por um tempinho, tentando dar uma cochilada também, mas não conseguia relaxar. Ouvindo as risadas dos meus amigos conversando com o salva-vidas na barraca ao lado, peguei o primeiro vestido que encontrei e fui visitá-los enquanto meu namorado ficava roncando.
Quando me viram, notei que mudaram de assunto bem rápido, não sei por quê. Fiquei curiosa, então, sem mais nem menos, perguntei do que estavam falando. Nacho respondeu com evasivas, dizendo que era particular. Fiquei meio decepcionada porque achava que já tinham intimidade suficiente comigo, então falei isso.
— Susana, é que a gente fica com vergonha, só isso — disse Nacho pra me animar.
— Por que você ia ter vergonha? Me fala do que vocês estavam falando, por favor… — perguntei com cara de triste, mais intrigada do que antes.
— Bom, já que você insiste… — disse Nacho finalmente. — A gente tava comentando como é engraçado que você não tem nenhum pelinho na sua rachinha.
— Ai, mas como é que vocês falam disso? — perguntei meio assustada.
— Bom, é que a gente tava contando pro salva-vidas como foi divertido brincar na praia e como foi legal quando conseguimos roubar seu biquíni…
— Verdade, foi divertido — comentei rindo —, e é mesmo engraçado que eu deixa ele raspado porque vocês têm ao contrário, têm tudo barbudo!
A gente riu todo mundo da situação. Percebi que meus amigos continuavam com os mesmos sungas de praia e estavam sem camisa pra pegar sol nos músculos. Só o salva-vidas que tava com a camiseta branca do uniforme.
—Poxa, que pena ter perdido isso — falou justo o salva-vidas com carinha de triste.
—Bom, por que você não vem na próxima vez? — perguntei inocente.
—Não vou poder porque tenho que trabalhar aqui no camping — continuou triste —. Fazer o quê…!
—Ó Susaninha, por que você não mostra pra ele como você tá depilada? Assim ele fica menos triste por não ter ido — falou o Carlos na hora.
—Ai, que isso! Vai me ver meio camping… — respondi envergonhada.
—Bom, então se põe aqui dentro da barraca e pronto.
Pensei um pouco porque não entendia direito como aquilo ia fazer ele se sentir menos triste se no final ele não poderia ir pra praia do mesmo jeito. Mas como tinha tanta intimidade com eles quanto com meus irmãos e a gente já tinha se visto pelado, também não achei que tivesse muita importância.
—Tá bom então… se isso te fizer sentir melhor…
Entrei na barraca dele, que tava com um cheirinho ruim de suor, e me ajoelhei bem na entrada mas com o zíper aberto pra eles me verem. Eu me tapava só o suficiente pra que se alguém passasse no caminho não me visse. Depois, apertando bem minhas pernas, levantei o vestido até a cintura.
—Nossa! Se você não tá de calcinha…! — exclamou o Nacho.
—É que o biquíni tava sujo e bom… — me desculpei.
Mas eles tavam nem aí, estavam todos bestas me olhando lá embaixo. Como os caras podem ser bobos às vezes. Me inclinei pra me olhar, e pude ver como tava bonito meu monte de Vênus todo peladinho e brilhante que nem o de uma menina, e mesmo fechando bem as pernas dava pra ver parte dos meus lábios da buceta bem salientes.
Perguntei pro salva-vidas se já tava bom com aquilo, porque eu já tava cansando de ficar de joelhos e eu
comecei a sentir um pouco de dor porque o chão era duro e tinha umas pedrinhas. Ele disse que sim, mas que não era justo porque os outros também tinham visto ela por trás. Eu pensei que era uma besteira, porque todo mundo tem bunda e que diferença faz ele ver a minha se todas são iguais.
Mas pra acabar logo com isso, virei de costas pra eles e me curvei pra frente. Fiquei assim por um tempo e achei engraçado que eles não falaram nada, ficaram em silêncio o tempo todo. Quando cansei, me levantei e falei que já era o suficiente e que, se ele tava tão triste com isso, que desse um jeito de vir com a gente pra praia no dia seguinte. Mas ele insistiu que não podia tirar folga porque era alta temporada.
Como meu namorado ia acordar daqui a pouco, falei que era melhor eu ir jantar com ele naquela noite, porque achei que ele tava meio bravo comigo por não passar tanto tempo com ele. Os caras insistiram pra eu ficar com eles de qualquer jeito. Eu recusei, mas eles ficaram mais tranquilos quando eu disse que ia dar uma passada pra dar boa noite antes de dormir.
Com meu namorado, jantamos no bar do camping. E ainda bem que depois da soneca ele tinha se acalmado um pouco e tava menos irritado. Quando voltamos pra nossa barraca, ele perguntou se eu queria foder com ele. Eu, verdade seja dita, hesitei porque tinha prometido pros caras que passaria pra vê-los antes de dormir, mas não podia recusar depois de tudo que a gente tinha discutido naquele dia.
O problema é que ele não aguentou quase nada: montei em cima dele e em cinco minutos ele já tinha gozado dentro de mim. E, como de costume, apagou feito uma pedra logo depois. Coloquei então uma calcinha branca de algodão que eu tinha pra dormir e uma camiseta justinha, mas elástica, que era bem confortável e que eu gostava de usar como pijama.
Assim fui pra barraca ao lado, onde dava pra ouvir as risadas dos meus três bons amigos. Eles ficaram muito felizes quando me viram, e Me ofereceram um baseado e uma garrafa de vinho que estavam dividindo enquanto jogavam cartas. A única diferença é que estavam pelados. Me disseram que geralmente dormiam assim, e que como já era tarde, não esperavam mais que eu viesse e tinham se acomodado. Mas eu falei que não tinha problema, que era de boa e que afinal já tinha visto eles na praia.
Sentei com eles completando o círculo, cruzando as pernas como se fosse ioga. Me incentivaram a entrar no jogo de cartas deles, mesmo eu não entendendo muito bem as regras. Eu perdia todas as rodadas, mas levava na brincadeira e tanto fazia. Nacho fez a piada de que era uma pena não estarmos jogando algo com prendas, porque eu já teria que pagar todas.
Achamos a piada engraçada, mas riram ainda mais quando eu falei que de qualquer jeito eles já não tinham mais nenhuma prenda pra pagar, então na teoria eu já tinha ganhado. Ao perder a rodada seguinte por causa disso, continuando a brincadeira, levantei minha camiseta como se fosse pagar prenda por ter perdido. Mas pensei que era melhor não fazer esse tipo de piada de novo porque vi que o Nacho, que tinha ficado todo bobo olhando pra mim, estava com o pau meio duro e não queria que ele passasse vergonha por causa dessas brincadeirinhas.
Depois cansei e deixei eles jogarem um pouco enquanto eu ficava olhando, deitada num dos colchonetes deles. Sem perceber, acabei dormindo. Quando acordei, era metade da noite. Notei que o Carlos, o dono do colchonete onde eu tinha dormido, tinha se aninhado em mim e, por instinto, tinha dormido segurando meus peitos.
Graças a terem deixado uma lanterninha acesa, consegui afastá-lo com cuidado sem acordá-lo.
Quando me sentei, notei que minha calcinha estava toda molhada de novo, não sei por quê, e o borrão de umidade era bem visível por ser tão branquinha. Afastei ela pra frente e vi que a baba da minha bucetinha tinha inundado tudo de novo. Me preparei pra sair de lá. loja, mas aí um barulho me parou. Não tinha percebido que o Nacho tinha acordado.
— Não vai me dar um beijinho de boa noite? — ele falou do colchão dele.
Me aproximei na surdina pra dar um beijinho amigável, embora não quisesse prolongar muito porque me dava um pouco de vergonha ele continuar pelado. Como a loja tava na penumbra, não dava pra ter certeza, mas me pareceu que o pauzão dele tava maior que o normal. O bobinho não se mexeu pra facilitar eu dar o beijinho, e tive que me colocar diretamente em cima dele pra conseguir dar. Ainda bem que o Nacho me segurou pela cintura porque não percebi que o pinto dele tava bem mais pra cima do que eu imaginava, e sem querer quase esmaguei ele com minha bunda, coitadinho.
Me inclinei pra dar o beijinho, mirando na bochecha dele. Mas ele, sempre brincalhão, virou um pouco a cabeça fazendo com que eu encontrasse os lábios dele. Comecei a rir pra caramba e sem querer escorreguei um pouco com um joelho que tava apoiando e acabei caindo em cima dele. Dessa vez o Nacho não conseguiu fazer nada pra me segurar e fiquei sentada diretamente em cima da vara dele. Percebi que, como minha calcinha tava tão molhada, dava pra sentir muito bem através do tecido o quanto o pau dele tava quente. Nacho me olhou meio estranho, acho que o coitado ficou meio sem graça com a situação. Por isso resolvi agir como se nada tivesse acontecido e só sorri pra amenizar.
Perguntei sussurrando se amanhã eles iam com a gente pra praia de novo. Ele não ouviu direito e tive que repetir me aproximando mais dele e sussurrando direto no ouvido dele. Com o movimento, acabei roçando um pouco entre a gente, o que fez o pau dele dar um pulo que senti direto na minha entreperna. Nacho falou que claro que iam com a gente, e que se a gente quisesse, ele nos levaria pra uma cala mais privada que ele conhece e é muito bonita. Fiquei super feliz, e dei uns pulinhos de alegria em cima dele. Mas depois me arrependi. um pouco porque acho que machuquei o pau dele, já que começou a murchar de repente. Além disso, o rosto dele ficou muito tenso e ele teve que se segurar pra não gritar e acordar os outros amigos.
Dei boa noite com cara de santinha pra ele não ficar bravo comigo, e saí de cima dele pra voltar pra minha barraca. Senti um ventinho frio soprando no tecido molhado da minha calcinha, o que me arrepiou — tava realmente encharcada. Passei a mão na mancha e percebi que agora tava até pegajosa de tanto melado. Devagar e sem fazer barulho, fui engatinhando pra fora pra voltar pro meu namorado antes do amanhecer.
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