Foi no começo do verão, fomos pra uma cidade litorânea disputar a final do torneio de futebol de bairro. A gente ganhou. Pra comemorar, fomos num bar balada da cidade dançar e ver se pegava alguma gostosa. No meio da galera tava o Ramiro, um jogador reserva com quem, quando éramos mais novos, a gente tinha praticado masturbação cruzada, mas só uma vez, porque nas outras ele inventava qualquer desculpa e era eu quem acabava batendo uma pra ele. Os anos passaram, a gente tinha perdido contato. Mas antes da viagem, tava faltando um jogador, e o Javier, o goleiro, trouxe ele sem saber que eu conhecia, e ele viajou com a gente. Eu não tava namorando, mas já tava saindo com umas gostosas fazia tempo, e aquela situação eu já tinha esquecido, mas ele não tanto. No meio da zoeira durante a noite, ele aproveitou pra passar a mão na minha bunda mais de uma vez. Eu tentei ignorar, mesmo com a calça de futebol e a mão grande dele sendo bem perceptível. A noite seguiu, peguei umas gostosas e esqueci do assunto. Num momento, fui no banheiro porque entre o que tava bebendo e o calor, não aguentava mais. Fui mijar no mictório, meio tonto já, e do meu lado chega o Ramiro e puxa a rola pra fora como se tivesse mijando também. Meu olho desviou na hora, porque ela já tava meia dura e eu tinha esquecido como ela era grossa, e agora ainda tinha a novidade de como ele tinha ficado peludo. O banheiro era bem pequeno e os mictórios muito colados, além do Ramiro ser grandão, me batendo uma cabeça e meia de altura, corpo definido, pele branca, uma barriguinha só, mas braços e pernas bem grandes. E ele comenta num tom baixo, meio tarado: Ramiro: — Tava com saudade? Enquanto batia uma pra cima e pra baixo. Eu: — Uff, puta merda, já tinha esquecido como você era... um cavalo, véi. Respondi meio tonto. E continuei: — Mas essa onda já era, foi legal no passado, mas já foi. E saí do banheiro. Tentei achar algum dos outros caras que vieram comigo, mas não consegui encontrar ninguém. Deviam ter ido embora. E aí caiu a ficha que nem Lembrava como ir pro hotel, fui do terminal até o hotel e de lá tanto pro torneio quanto pra cá viemos de táxi, então não lembrava onde ficava. Mando mensagem pra vários e ninguém responde. Tava puto pra caralho. Quem não tava fudendo, tava dormindo com certeza. Não me restava nada além de perguntar pro único que sobrou, o Ramiro. Começo a procurar ele e quando me acha, ao me ver, esboça um sorriso que me deixou meio nervoso, mas não tinha outra opção. Ele me diz que sabe como chegar, que é a umas quadras só. Que ele me acompanhava. Mesmo tentando recusar e pedir pra ele só me falar onde era, ele insistiu. Começamos a andar por uma avenida que tinha mata de pinho dos dois lados. Era a área dos camping. Disso eu lembrava de ter visto. E mesmo meio nervoso, como a gente tava meio calado, puxo o assunto do banheiro. E falo que me desculpasse, mas já não tava mais interessado naquilo, embora não tirasse aquela cock da cabeça. E quase como se lesse meu pensamento, Ramiro fala:
— Mas a vista do amigo você não tirou, né? — enquanto pega no próprio volume, debochando, e me abraça com o outro braço.
Eu:
— Não... Nada... Nada a ver. — respondo com um tom nervoso involuntário.
Ramiro:
— Bate uma punheta cruzada de despedida, ué. Depois desse fim de semana a gente nunca mais se vê.
Eu:
— Não... não... — mas antes que eu respondesse, ele me leva assim abraçado do jeito que tava e me enfia no meio dos pinos. Tinha umas mesas de concreto que mal dava pra ver por causa da falta de luz, e enquanto a gente se afastava do caminho e ia pra mesa, Ramiro ia falando:
— Ficou de boca cheia d'água quando viu a minha, não vai embora com vontade. — com um tom cúmplice, enquanto o abraço pelas costas virava carícias que percorriam toda a minha lombar. Eu não tava pensando muito claro, mas falei pra mim mesmo: já foi, é só uma punheta, não acontece nada, e assim tiro essa cock da cabeça e não penso mais nisso.
Eu:
— Bom... já foi. — falo e abaixo um pouco a calça e mostro a cock. Mas antes que ele reagisse, de uma vez só ele puxa minha calça até o tornozelo. Ele faz o mesmo, mas se ele baixa até os joelhos. Eu ainda nem tinha ela dura, e ele já tava com a pica dura igual um mastro. Ele pega minha mão direita e leva até o pau dele pra eu começar a bater uma, enquanto ele pega no meu pau e, como por nervosismo ainda não tinha subido, ele fala num tom debochado Ramiro: - Epa, o que foi? Tá nervosinho? Beleza, sem problema, começa você que quando subir a gente cuida dela. Enquanto eu batia uma pra ele, ele me puxa pra tirar minha camiseta e, mesmo eu recusando, ele falou que não tinha problema. E joga ela em cima da mesa e quase na hora manda eu sentar na beirada, enquanto tateia no escuro, pega minha camiseta, levanta minha calça e coloca tudo na mesa. E pega meu outro braço pra eu massagear os ovos dele enquanto eu batia uma. Eu fico pelado no escuro, batendo uma pra ele e massageando as bolas, sentado com o pau a dez centímetros da minha cara, mesmo quase não vendo, eu sentia e cheirava. Ele ia me corrigindo, pra eu pegar de um jeito ou de outro e com a outra mão alternar entre massagem nos ovos e carícias na barriga e nas pernas. Enquanto isso, ele acariciava minha cabeça. Nessa altura, o pau dele já tava quase roçando minha cara de tão perto. Ficamos assim uns minutos em silêncio no escuro, só se ouvia um ou outro carro passando na estrada, até que ele fala sem rodeios e num tom de ordem. Ramiro: - Chupa ele agora, que não aguento mais! E sem pensar, o pau que já tava roçando agora pedia pra entrar na minha boca, forcejei uns segundos e percebi que era inútil, então comecei a chupar ele. O gosto era do caralho. Ficamos um bom tempo enquanto ele ia me corrigindo pra não morder e pra chupar de um jeito ou de outro. Eu tentava fazer pressão com as mãos pra não me engasgar, porque de vez em quando ele queria enfiar até o fundo da garganta e, com a grossura que era, eu me engasgava pra caralho, ainda mais que ele segurava minha cabeça com as duas mãos e fazia força e acelerava sem parar. Num momento, escuto uns galhos estalando como se alguém tivesse se aproximando e ouço uma voz Desconhecido: - Desculpa interromper, rapazes. mas não podem transar aqui, sou o Raul, o guarda do camping que fica lá na entrada a 50 metros. Enquanto acendia uma lanterna e nos iluminava, continuou falando enquanto se aproximava. Dava pra ouvir os engasgos daqui. Eu fiquei super nervoso e queria parar de chupar o pau, mas o Ramiro não soltava minha nuca. Olhei pra onde vinha a voz e o Ramiro disse:
-já tamos terminando, me dá cinco por favor! Falou num tom misturado de excitação e pressa. E aumentou o ritmo que tava comendo minha boca. E continuou... Com certeza você vem pra isso? Quando chegou do nosso lado, iluminou meu rosto de novo e aí percebi que era o flash do celular, não uma lanterna, e deu pra ver minha cara toda vermelha dos engasgos constantes e os olhos lacrimejando. Enquanto o pau continuava entrando e saindo da minha boca sem parar. Raul:
-Cara.. Como você tá dando... Vai quebrar a mandíbula dele.
Ramiro:
-Ele pediu... Pra eu comer a boca dele sem parar.... Que ele adora... Não é? Respondeu com a voz ofegante de excitação enquanto esboçava um sorriso que não dava pra ver.
Raul:
-Tomara que minha mulher me pedisse algo assim.
Raul é um cara de uns quarenta e poucos anos, gordinho, e o Ramiro percebeu que com a luz do celular ele tava se mexendo no volume e disse:
Ramiro:
-Aqui tem esse... Agora ele engole meu leite e depois chupa o seu. Falou num tom muito excitado. Enquanto o Raul respondeu algo que não consegui ouvir, senti o pau dele ficar super duro e comecei a levar uma porrada de leite quente na boca, que cuspi pra todo lado mesmo ele não tirando o pau da minha boca.
Ramiro:
-Shhh. Falou pra calar meus engasgos e ânsias. Relaxa e engole tudo. Sem ter outra opção, obedeci e depois de alguns minutos tava com o pau limpo. Pra minha surpresa, o Raul já tinha tirado o pau pra fora, era um pau bem mais normal, parecido com o meu mas mais escuro. E mesmo o Ramiro tirando o pau meio mole, o espanto do Raul foi notável. Antes que eu percebesse, tava chupando o pau de um completo estranho e, mesmo ele comendo minha boca bem mais de boa que o Ramiro... Ramiro. Minha mandíbula já tava doendo e toda travada. A gente ficou uns 15 minutos, talvez um pouco mais, sei lá. Já tinha perdido a noção do tempo. E sinto a mesma coisa de novo. A pica tensa e enche minha boca de porra, que era bem menos, e antes que falassem alguma coisa, eu já tava engolindo. Ramiro e Raúl limpam a pica toda e a porra respingada com minha camiseta. Enquanto eu me trocava, Ramiro pede pro Raúl passar o vídeo. Porque não era só que ele tava me iluminando, ele tava me gravando. Enquanto a gente ia pro hotel. Eu já não aguentava mais. E Ramiro fala pra mim:
Ramiro: — Agora a gente chega e dorme sossegado, amanhã praia e à noite a gente volta, né?
Aí o Raúl me calou bem. Continua...
— Mas a vista do amigo você não tirou, né? — enquanto pega no próprio volume, debochando, e me abraça com o outro braço.
Eu:
— Não... Nada... Nada a ver. — respondo com um tom nervoso involuntário.
Ramiro:
— Bate uma punheta cruzada de despedida, ué. Depois desse fim de semana a gente nunca mais se vê.
Eu:
— Não... não... — mas antes que eu respondesse, ele me leva assim abraçado do jeito que tava e me enfia no meio dos pinos. Tinha umas mesas de concreto que mal dava pra ver por causa da falta de luz, e enquanto a gente se afastava do caminho e ia pra mesa, Ramiro ia falando:
— Ficou de boca cheia d'água quando viu a minha, não vai embora com vontade. — com um tom cúmplice, enquanto o abraço pelas costas virava carícias que percorriam toda a minha lombar. Eu não tava pensando muito claro, mas falei pra mim mesmo: já foi, é só uma punheta, não acontece nada, e assim tiro essa cock da cabeça e não penso mais nisso.
Eu:
— Bom... já foi. — falo e abaixo um pouco a calça e mostro a cock. Mas antes que ele reagisse, de uma vez só ele puxa minha calça até o tornozelo. Ele faz o mesmo, mas se ele baixa até os joelhos. Eu ainda nem tinha ela dura, e ele já tava com a pica dura igual um mastro. Ele pega minha mão direita e leva até o pau dele pra eu começar a bater uma, enquanto ele pega no meu pau e, como por nervosismo ainda não tinha subido, ele fala num tom debochado Ramiro: - Epa, o que foi? Tá nervosinho? Beleza, sem problema, começa você que quando subir a gente cuida dela. Enquanto eu batia uma pra ele, ele me puxa pra tirar minha camiseta e, mesmo eu recusando, ele falou que não tinha problema. E joga ela em cima da mesa e quase na hora manda eu sentar na beirada, enquanto tateia no escuro, pega minha camiseta, levanta minha calça e coloca tudo na mesa. E pega meu outro braço pra eu massagear os ovos dele enquanto eu batia uma. Eu fico pelado no escuro, batendo uma pra ele e massageando as bolas, sentado com o pau a dez centímetros da minha cara, mesmo quase não vendo, eu sentia e cheirava. Ele ia me corrigindo, pra eu pegar de um jeito ou de outro e com a outra mão alternar entre massagem nos ovos e carícias na barriga e nas pernas. Enquanto isso, ele acariciava minha cabeça. Nessa altura, o pau dele já tava quase roçando minha cara de tão perto. Ficamos assim uns minutos em silêncio no escuro, só se ouvia um ou outro carro passando na estrada, até que ele fala sem rodeios e num tom de ordem. Ramiro: - Chupa ele agora, que não aguento mais! E sem pensar, o pau que já tava roçando agora pedia pra entrar na minha boca, forcejei uns segundos e percebi que era inútil, então comecei a chupar ele. O gosto era do caralho. Ficamos um bom tempo enquanto ele ia me corrigindo pra não morder e pra chupar de um jeito ou de outro. Eu tentava fazer pressão com as mãos pra não me engasgar, porque de vez em quando ele queria enfiar até o fundo da garganta e, com a grossura que era, eu me engasgava pra caralho, ainda mais que ele segurava minha cabeça com as duas mãos e fazia força e acelerava sem parar. Num momento, escuto uns galhos estalando como se alguém tivesse se aproximando e ouço uma voz Desconhecido: - Desculpa interromper, rapazes. mas não podem transar aqui, sou o Raul, o guarda do camping que fica lá na entrada a 50 metros. Enquanto acendia uma lanterna e nos iluminava, continuou falando enquanto se aproximava. Dava pra ouvir os engasgos daqui. Eu fiquei super nervoso e queria parar de chupar o pau, mas o Ramiro não soltava minha nuca. Olhei pra onde vinha a voz e o Ramiro disse:
-já tamos terminando, me dá cinco por favor! Falou num tom misturado de excitação e pressa. E aumentou o ritmo que tava comendo minha boca. E continuou... Com certeza você vem pra isso? Quando chegou do nosso lado, iluminou meu rosto de novo e aí percebi que era o flash do celular, não uma lanterna, e deu pra ver minha cara toda vermelha dos engasgos constantes e os olhos lacrimejando. Enquanto o pau continuava entrando e saindo da minha boca sem parar. Raul:
-Cara.. Como você tá dando... Vai quebrar a mandíbula dele.
Ramiro:
-Ele pediu... Pra eu comer a boca dele sem parar.... Que ele adora... Não é? Respondeu com a voz ofegante de excitação enquanto esboçava um sorriso que não dava pra ver.
Raul:
-Tomara que minha mulher me pedisse algo assim.
Raul é um cara de uns quarenta e poucos anos, gordinho, e o Ramiro percebeu que com a luz do celular ele tava se mexendo no volume e disse:
Ramiro:
-Aqui tem esse... Agora ele engole meu leite e depois chupa o seu. Falou num tom muito excitado. Enquanto o Raul respondeu algo que não consegui ouvir, senti o pau dele ficar super duro e comecei a levar uma porrada de leite quente na boca, que cuspi pra todo lado mesmo ele não tirando o pau da minha boca.
Ramiro:
-Shhh. Falou pra calar meus engasgos e ânsias. Relaxa e engole tudo. Sem ter outra opção, obedeci e depois de alguns minutos tava com o pau limpo. Pra minha surpresa, o Raul já tinha tirado o pau pra fora, era um pau bem mais normal, parecido com o meu mas mais escuro. E mesmo o Ramiro tirando o pau meio mole, o espanto do Raul foi notável. Antes que eu percebesse, tava chupando o pau de um completo estranho e, mesmo ele comendo minha boca bem mais de boa que o Ramiro... Ramiro. Minha mandíbula já tava doendo e toda travada. A gente ficou uns 15 minutos, talvez um pouco mais, sei lá. Já tinha perdido a noção do tempo. E sinto a mesma coisa de novo. A pica tensa e enche minha boca de porra, que era bem menos, e antes que falassem alguma coisa, eu já tava engolindo. Ramiro e Raúl limpam a pica toda e a porra respingada com minha camiseta. Enquanto eu me trocava, Ramiro pede pro Raúl passar o vídeo. Porque não era só que ele tava me iluminando, ele tava me gravando. Enquanto a gente ia pro hotel. Eu já não aguentava mais. E Ramiro fala pra mim:
Ramiro: — Agora a gente chega e dorme sossegado, amanhã praia e à noite a gente volta, né?
Aí o Raúl me calou bem. Continua...
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