Excursão gostosa no colégio

Lembro que quando eu tava no ensino médio, organizaram uma excursão pra um estado vizinho. Eram seis grupos, mas só tinham contratado cinco ônibus. Meu grupo era o último, e tiveram que nos espalhar pelos outros ônibus. Na época, eu tinha uma namorada, e ela tava no grupo A. Pra minha sorte, me colocaram no B. Tentei trocar com alguns colegas, mas ninguém quis, e os professores não deixavam.

Quando chegamos na primeira parada, eu corria pra ver minha mina e passar um tempo com ela. Fiquei nessa quase o trajeto inteiro. Os colegas do ônibus ficavam tirando sarro de mim, e de tanto subir e descer, eu ia perdendo o lugar. O esquema é que acabei sentado no segundo banco, atrás do motorista, com uma mina que era muito tímida, calada, quase não falava com ninguém. Era a cdf da sala.

Na última parada, fomos pra um parque aquático. Ficamos nos toboáguas e nas piscinas. Passei o tempo todo com minha namorada, nos pegando escondido dos professores. Na volta, já era tarde, tava escurecendo. A mina que tava sentada comigo começou a puxar assunto: perguntou se eu amava muito minha namorada, que eu passava muito tempo com ela, que tinha visto a gente bem juntinho na piscina. Dava pra notar um tom de ciúme ou algo assim. Ela disse que nunca tinha tido namorado, porque os pais eram muito rígidos, e que ela focava nos estudos. Falou também que muitos colegas zoavam ela, dizendo que ela não era bonita, porque sempre se vestia de forma recatada, toda tapada, com blusas ou moletons grandes e óculos. A verdade é que ela não era feia, tinha traços muito bonitos.

Ela me disse que nunca tinha beijado um garoto, e como era quase fim de ano e do terceiro ciclo, falou que não queria sair do ensino médio sem pelo menos ter beijado alguém. Não sei o que aconteceu, mas quando percebi, a gente tava se pegando feio. Dava pra ver que ela realmente não tinha experiência. Eu já tinha beijado ela antes, mas no começo ela beijava meio forçado, só que a cada beijo ela melhorava. Como já era tarde da noite, dentro do caminhão tava escuro e ninguém tava vendo a gente, de tanto beijo a gente começou a se esquentar. Eu comecei a passar a mão na barriga dela e tentava subir minha mão, no começo ela segurava e falava que não, mas eu tava cada vez mais tarado e ela acabou deixando eu apalpar os peitos por cima da blusa. E que surpresa que eu tive, porque uma das tetas dela não cabia na minha mão. Agora eu entendia por que ela usava roupa tão largona, era pra esconder aquele par de peitos que ela tinha. Comecei a desabotoar a blusa dela, passei a mão por dentro, por cima do sutiã, e era tão macio que eu não parei até tirar o sutiã dela e descer os beijos pelo pescoço até chegar nuns biquinhos tão pequenos, mas tão duros e gostosos. Ela tampava a boca pra não gemer, porque na frente da gente tavam os professores e não podia fazer barulho, senão a gente ia ser pego. Enquanto eu chupava as tetas dela, minha mão começou a descer e primeiro eu passei a mão nas pernas dela por cima da calça. Minha mão subia, graças a Deus, até chegar na buceta dela, mas bem antes de chegar lá eu passava pra outra perna, descia e subia de novo, cada vez mais perto da buceta dela, até que ela começou a reboliar tentando encontrar minha mão quando eu passava por ali. Comecei a esfregar por cima da calça e meti a mão, esfreguei tudo, desabotoei o botão e abaixei o zíper, e fui enfiando a mão devagar, primeiro por cima da calcinha, que tava toda molhada. Passei a mão nos lábios dela, esfreguei, fiz círculos, tentava enfiar junto com a calcinha e ela tava muito molhada. Meti a mão e toquei nela, tinha pouquinha pelos, os lábios dela estavam inchados e meus dedos deslizavam porque ela tava toda lubrificada. Comecei a tentar enfiar um dedo lá dentro, mas só conseguia enfiar a pontinha, e quando ela sentiu que eu tava penetrando, escapou um gemido dela. O professor na frente virou e perguntou: "O que que houve, jovens? O que vocês estão fazendo? Fingindo que tava dormindo, porque tava escuro e eu não conseguia ver direito onde minhas mãos estavam, nem que ela tinha a blusa desabotoada. Ela falou pro professor que tinha machucado um dedo na alavanca de reclinar os bancos. Demoramos um tempão pra recomeçar, porque o professor tava muito de olho. Na real, eu queria comer ela, mas não dava, foi só amasso no caminho inteiro...

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