Açúcar (2)

Que lembranças vívidas de prazer eu tenho ao recordar, Pedro tinha a mão dele dentro da minha saia, já tinha puxado minha calcinha fio dental e me masturbava com os dedos grossos dele.

Ele mantinha o olhar fixo nos meus olhos, via minhas caretas que agradeciam a mão brincalhona dele, minha buceta ficava molhada esperando ansiosa que ele enfiasse os dedos bem fundo em mim, mas não, ele se fazia de difícil. Me acariciava quase me torturando, mas sabendo pelos meus gestos que eu me contorcia de prazer.

Minha boca estava seca, entreaberta sem conseguir respirar.

Meus bicos dos peitos estavam duros, aparecendo marcados pelo meu top dourado apertado. Minha saia preta, super curta, mal escondia os movimentos inquietos dele.

Um gole de um gin tônico me fez recuperar levemente a compostura e lembrar que ao meu redor, tinha gente jantando enquanto nós, naquele camarote de um restaurante muito chique de Puerto Madero, estávamos brincando como dois adolescentes no cio.

Se dependesse de mim, me jogava de quatro na mesa pra que aquele velho depravado que me apalpava com 20 anos me comesse. Eu não sabia me controlar, mas ele sim, sabia bem como fazer.

Ele tirou a mão de mim e com os dedos molhados dos meus fluidos, levantou o braço fazendo o gesto pra pedir outra rodada de bebidas.

A garçonete, muito gostosa, típica desse tipo de lugar, sorriu pra ele sem perceber nada e foi direto pro balcão.

Por minha parte, eu era como uma criança que tiraram o doce, queria chorar por não ter ele entre minhas pernas. Minha calcinha fio dental preta de renda estava completamente encharcada. Disfarçadamente tirei ela e entreguei na mão dele. Ele levou até a barba grisalha, cheirou e me devolveu. Guardei na minha bolsa e fiquei sem nada, caso meu homem decidisse voltar a brincar comigo.

Ao nosso redor, mesas de negócios, casais muito ricos e alguns grupos de amigos da alta sociedade.

Todos olhavam de vez em quando, especulando que eu era a puta dele.

Era só nosso segundo encontro.

Embora ele tenha me recebido com o presente da bolsa onde guardei A tanga era só um agrado que o Pedro tinha me dado. Por que eu não podia gostar daquele homem?

Ele não era um cara super gostoso, mas era tarado e me tratava mais que bem... Na vida não dá pra ter tudo.

Talvez, uma das coisas que eu mais gostava nele é que ele tentava disfarçar o olhar pras minhas tetas. Ele já tinha me visto engolir o pau inteiro dele, mas mesmo assim disfarçava pra olhar meu decote pronunciado, que tantas mesas ao redor se deliciavam.

Me dava uma ternura. Depois eu lembrava que de ternura ele tinha pouco. Cada beijo, ele adorava morder meus lábios como se tivesse marcando território, me beijava com muita paixão, sem me soltar até ele decidir.

A calça social dele mal disfarçava a ereção, a mesa e o box eram a única coisa que protegiam. Por sorte, a luz baixa ajudava ainda mais.

Mesmo assim, ele notou meu olhar no volume dele e, sem nenhuma vergonha, abaixou a braguilha pra liberar o pau. Levou minha mão até o falo e me convidou pra massagear. Tarefa que eu não recusei, o jantar, os drinks e a carteira faziam ele merecer aquela punheta.

Eu movia pra cima e pra baixo num ritmo bem suave, pouca pressão nos dedos, quase fazendo carícias e brincando com a cabecinha dele.

Ele me olhava enquanto eu dava prazer pra ele naquele restaurante. Tinha um olhar penetrante, quase intimidador.

Senti a garçonete se aproximar e não parei, não tive coragem de desafiar os olhos dele. A exigência dele.

Ela deixou os drinks enquanto eu continuei com meu vai e vem que, quase sem perceber, endureci, aplicando um ou dois pontos a mais de pressão na hora de segurar aquele membro.

Cruzei o olhar com a garçonete enquanto ela ia embora, ela me olhava com nojo, não porque tinha percebido a cena, mas porque me via como uma puta que tava dando pra aquele velho.

O jeito que ela me menosprezou foi combustível que acelerou o movimento da minha mão. Já era uma punheta com todas as letras. Os olhos dele já estavam fechados e a cabeça jogada pra trás.

Dei um beijo no pescoço dele pra disfarçar um pouco. A putaria que a gente tava dando.

Pela primeira vez senti medo de sermos descobertos, mas longe de me fazer parar, eu simplesmente continuei com meu dever.

Ele abriu os olhos e, com os copos cheios, sem ter tomado um gole, ajeitou a calça tirando minha mão sutilmente.

Deixou uma quantidade boa de grana em cima da mesa, que cobria generosamente a gorjeta da mina, e me levou pela mão pra fora.

Sem calcinha, atravessei o salão inteiro com a bunda vermelha de tanto tesão que tava. Os olhos deles grudaram em nós, a gente tramava alguma coisa, os olhares nos julgavam.

Entramos na garagem que ficava a poucos metros e, na escuridão daquele lugar, sem nem me deixar subir no carro, me fez ajoelhar pra chupar o pau dele contra a BMW azul.

Meus joelhos estavam naquele chão sujo, cheio de terra e graxa.

Meus lábios, com restos do líquido pré-seminal do meu amante, que em segundos já tava me sufocando com o pau dele.

Não era enorme, mas o suficiente pra tirar meu ar e fazer escapar algumas lágrimas dos meus olhos.

Uma das minhas mãos acompanhava o movimento da minha cabeça, batendo uma pra aquela piroca que meu homem tava me servindo. A outra mão respondia às minhas necessidades, acariciando meu clitóris enquanto eu me dedicava a dar prazer pro Pedro.

Senti uns jatos quentes na minha garganta, o Pedro gozou na minha boca e eu respondi como uma dama, lambendo cada gota que ele me dava.

Cuidado pra dar o que ele merecia, cuidado pra continuar impecável pra ele, nem uma gota escapou dos meus lábios.

Se ele me pedisse, eu teria continuado de joelhos até ele se cansar de me ter pendurada na cabeça do pau dele.

Só porque ele quis, a gente subiu no carro dele e ele me levou pra um hotel muito famoso de Puerto Madero.

A suíte era incrível, tava nos esperando com um champagne dentro de um balde de gelo e uma vista da cidade imperdível.

"A cidade é bonita de noite, mas sua bunda é ainda melhor." Ele me elogiou enquanto eu tava besta olhando pela janela enorme. Você acha? Não viu tudo ainda..."

Pedro estava sentado numa poltrona de couro, admirando a vista, mas o olhar dele tava no meu corpo.

Rebolando e de costas pra ele, fui descendo a minissaia, minha calcinha fio-dental tava guardada na bolsa, então não tinha nada pra esconder minha nudez.

Mexi a bundinha devagar, dançando sensual e terminando de tirar o top. Fiquei sem nada, só com o olhar atento dele em mim, com a cidade ao fundo.

Virei pra olhar ele e já tava se masturbando, deixando o pau duro.

Não consegui evitar a vontade de ajudar, me ajoelhei no carpete e me aproximei de quatro.

Meus olhos se cravaram no membro dele, minhas mãos acariciavam o falo enquanto eu mordia os lábios pra mostrar que queria devorar tudo.

"Você ia gostar que eu chupasse tudo de novo?" falei do jeito mais puta que consegui.

"Você acha que eu poderia te dizer não?" foi a resposta dele.

Ia responder, mas já tava atirada e com o pau dele dentro da minha boca de novo.

Sentia uma vontade imensa de ser a putinha dele, embora, ao mesmo tempo, evitasse o olhar muitas vezes porque ele não me encantava, eu focava naqueles centímetros de carne que não distinguiam idade, eu gostava sem discussão nem debate.

Ele, por sua vez, percorria todo meu corpo, com as mãos, olhos ou língua. Não perdia chance de provar minha pele macia.

Me pegou pelo cabelo e levantou meu olhar, cruzamos os olhos enquanto minha língua ainda tava pra fora, babando. O pau dele brilhava da minha chupada.

Me puxou pro colo dele e começamos a nos beijar de língua. Eu completamente nua e ele vestido, mas com o pau pra fora.

Aquele momento foi estranho pra mim. A paixão com que ele me beijava, não era nem de longe a mesma que eu sentia por aquele senhor. As mãos dele não perdiam chance de apalpar todos meus buraquinhos, os dedos alternavam entre minha buceta e meu cu. Os únicos momentos que a barba dele não tava nos meus lábios, eram os que ele se distraía chupando meus peitos, coisa que fazia muito bem. bem, e me transportava para fantasias lindas.

Sentia os dedos dele brincando entre minhas pernas, entrando e saindo da minha buceta molhada de tanto roçar.

Eu era uma menina no colo dele, tínhamos uma diferença de idade que deixava tudo muito real.

Ele me levantou e me levou pra cama que estava a poucos metros dali. Deitada de barriga pra cima, ele se dedicou a percorrer com a língua toda a minha anatomia. Em minutos, todos os meus cantos estavam cobertos pela saliva dele, eu estava marcada pelo meu macho naquela noite.

Ele me virou e foi direto pro meu rabo. Abriu com as mãos minhas nádegas e percorreu todo o meu cu com a língua. Era incrível a paixão com que aquele senhor se dedicava a me dar prazer oral. Como ele curtia lamber meu cuzinho.

Eu gemia de verdade, meu corpo relaxava enquanto minhas costas se arqueavam torcidas de prazer.

Senti a língua dele descer até minha buceta e fiquei de quatro na frente dele. Um dedinho entrou no meu rabo e a língua dele acariciava meu clitóris.

Ele seguiu esse processo com muita facilidade, até colocou mais um dedo no meu cu, que não ofereceu resistência nenhuma.

Isso deu muita confiança pra ele, eu sabia o que vinha, era tarde pra me negar. Senti um cuspe no meu cu e a próxima coisa foi a pressão do pau dele, que começou a entrar devagar.

Meu rabo naquela noite era o desejo dele e ele não ia ficar sem realizar.

Eu também não ia dizer não pra ele. Aquele homem me tratava como uma verdadeira puta mimada.

De quatro como eu estava, relaxei meu corpo e deixei o pau dele entrar, que com muita facilidade se perdeu entre minhas nádegas.

Ele começou com uma foda calma, segurando meus glúteos com muita força mas com um ritmo suave, me cuidando.

Eu rebolava pra ele enquanto ele fazia o vai e vem.

O ritmo foi aumentando quase descaradamente, o que começou tranquilo rapidamente virou um anal violento que me deixou imóvel e mordendo a colcha cara daquele hotel.

Pedro esqueceu da mulher inocente com quem estava e se dedicou a arrebentar meu cu, era pra isso que ele veio e era isso que ia fazer. fazer.

Meus gemidos abafados não eram algo que o fizesse parar, muito pelo contrário, só o incentivavam a mais, a estocadas mais profundas e tapas na minha bunda que deixavam os dedos marcados na minha nudez.

Ele metia e tirava num ritmo voraz, tava destruindo minha buceta.

"Pelo...amor...de Deus... Você tá... me rasgando... o cu..."

Meu comentário fez com que eu ganhasse os dedos dele na minha boca, calando meus pensamentos.

Ele buscou mais profundidade nas investidas, meus olhos reviravam, meus gemidos viraram gritos e ofegos, sentia a boca seca.

O pau dele continuava me arrombando sem piedade.

Pensei que ia me atravessar, foram longos minutos sentindo o corpo do Pedro em cima de mim, o peso dele caía sobre mim a cada avanço e abria ainda mais minha buceta arrombada.

Ele tirou os dedos da minha boca e eu pude falar de novo.

"Deus... Deus... Deus..."

Ele não ia me salvar por mais que eu o chamasse várias vezes.

Aquele velho queria brincar com meu corpo de vinte e poucos anos até se cansar.

"Você gosta, sua putinha, não é?" Pedro me acusou usando palavras que nunca tinham saído da boca dele até então.

"Tá caladinha agora, né? Custa admitir o quão puta você é?"

Paf... Paf... Paf... a pélvis dele continuava batendo na minha bunda. O pau dele tava enterrado dentro de mim e eu não conseguia responder.

"Vou encher essa bunda divina de porra, ouviu?"

Sim, eu tinha ouvido muito bem. Nunca ia dizer não pra ele. Mas também não conseguia falar pra afirmar a vontade dele.

Também não precisou. Todos aqueles insultos excitaram meu macho e fizeram ele descarregar o semen quente dentro de mim. Minha bucetinha foi enchendo enquanto eu sentia o pau dele pulsar dentro de mim. Meu cu finalmente relaxou e eu comecei a gozar junto com ele, senti meu corpo tremendo e uma eletricidade percorrendo minhas costas enquanto Pedro deixava as últimas gotas de porra na parte de fora do meu cu.

Eu tava feliz de ver a expressão dele, sabia que tinha feito meu trabalho direito e até passado com louvor.

O pau dele já Flácida, descansava sobre uma das minhas pernas, a mesma que começava a ter um fio de gozo escorrendo de dentro da minha buceta.

Pedro beijou uma das bandas da minha raba.

"Porra, que brinquedo lindo esse" foi a frase que acompanhou aquele gesto carinhoso.

"Vou tomar um banho e vazar, mas o quarto tá pago. Pode ficar."

Fiquei sozinha na cama e vi ele se afastar.

Adormeci, completamente exausta.

Na manhã seguinte, o sol que entrava por aquela janelona que começou tudo, me acordou agressivamente.

Tava meio desorientada, vi minha roupa numa cadeira, com outro envelope em cima.

Não consegui evitar, pulei da cama e fui conferir. Aquele cu que tantas vezes dei de presente pro idiota do meu ex, me fez ganhar mais mil dólares.

Voltei feliz pra cama até o café da manhã chegar.

9 comentários - Açúcar (2)

Que gusto leer un relato bien estructurado, con un desarrollo coherente, sin la palabra polla, pico o copa C ni D. Sin giladas. Hermoso!/a
Ayyy gracias 😍
Magnífico relato.
🤭 hay una frase que me robé de alguna charla nuestra!
@BohemianFantasy Es un honor.
ObyJuan +1
Ojalá todas aprendieran de vos
🙈 nooo que apenas puedo con mí vida yo jajaja
Ante la imaginación del relato, no dejo de pensar en tu despertar con el olor de los fluidos de ambos y una hermosa masturbación de regalo para la ciudad que asoma en el ventanal de aquel hotel. Expuesta mostrando a ese buenos aire que estabas toda extasi
Extasiada de tu machito... Que tú sonrisa era no solo del placer de tu anal sino de la tarea cumplída y si recompensa... No pq seas su puta...sino pq sos su nena puta
@tin26cam 🙈 me vas a sacar el puesto de escritora
Quién no quisiera ser ese "Lucky Sugar" y disfrutar esos placeres y esa pendeja... Extraño a María , aunque ésta historia cada vez se pone más interesante jaja... Estaré a la espera de el prox Cap.
@BohemianFantasy De solo leer su nombre "María..." se me eriza la piel y se me escapa un suspiro... Hasta que se cumpla ese algún día voy a tener que imaginarla jaja... Saludos y Éxitos en esta nueva historia!!!
@morocho_sex tendrás que hacer una junta de firmas para que vuelva jajaja
@BohemianFantasy #mariavolvé jajaja