Olá, sou nova por aqui e quero contar algumas das minhas experiências de vida, agora que estou solteira, coisas que nunca imaginei que fossem acontecer comigo. Venho de um relacionamento longo onde me foderam no final, mas fazer o quê, isso é papo pra outro dia e eu não costumo me envolver com muitos caras. Parceiros sexuais, juro que foram 3, mas com o que rolou recentemente, o número subiu um pouco, haha.
Sou do Peru e vou dar alguns detalhes meus, mas óbvio que a única coisa que vou mudar é meu nome e o das pessoas envolvidas nas histórias. Sou uma mulher que mora em Trujillo, embora não tenha nascido lá, vivo com uma das minhas irmãs mais velhas e a família dela, o resto mora por conta própria. Aqui sempre serei María, tenho 32 anos, fisicamente sou de pele meio morena, um pouco baixinha, com fé chego a 1,65 cm.
Cara bonita, corpo magro, não chego a ser fininha, mas tenho meus atributos. Bunda não é meu forte, mas vou pra academia pelo menos 3 vezes por semana e dá pra tonificar, principalmente as pernas. No fim, uma bunda mediana, mas de quatro tudo fica melhor, haha.
O que chama atenção mesmo são meus peitos, sou 38D, são grandes e largos. Claro, são meio caídos por causa do volume, é natural, e eu já sou orgulhosamente base 3.
Tenho vida sexual desde os 18 anos e desde a primeira vez os caras sempre amaram meus peitos. Quando eles conseguiam me excitar bem, eu realizava o desejo deles de fazer um bom espanhol, e por isso meus peitos se desgastam um pouco. Até hoje tenho dificuldade em aceitar e me sentir totalmente confortável com o tamanho do meu busto. Admito que é uma das áreas que mais me excita, mas tem que saber levar o ritmo, acho que sou meio atípica pra me soltar.
Porque sim, venho de uma parte da selva, mas deixei minhas conterrâneas mal faladas, porque não sou tão fogosa como mulher, já que não me envolvo assim com qualquer um, mesmo considerando o que já passei. vivido ultimamente.
Por isso no sexo não sou de maratona, desde que a gente faça bem feito por um período de tempo legal já tá ótimo, e isso varia pra cada mulher. Pra mim, com uma hora e meia ou às vezes duas entre as preliminares e o resto já tá gostoso, e também sei que às vezes deixava alguma das minhas parceiras sem terminar porque demoravam demais e a gente acaba cansando de tanto ficar naquela repetição. Desculpa pelo começo tão longo, mas queria dar esses detalhes pra vocês entenderem melhor meu contexto. Vou compartilhar o que vivi porque sinto que me excita a ideia de estranhos saberem das minhas experiências, juro que é 100% real.
Bom, vamos lá. Esse relato começa com uma experiência que tive no mês de maio passado. Lembro que foi durante a primeira semana, quando fui com 2 amigos pra Pimentel, uma praia ao norte de Trujillo. Desde que tô solteira, costumo fazer de vez em quando essas viagens escondidas pra praias próximas, assim como lugares no campo, e vou sozinha ou com meu grupo de amigos. Nesse caso, estavam Carlos, meu melhor amigo de anos, e Miguel, outro grande amigo. Já adianto que foi com esse último que aconteceu tudo.
Porque com o Carlinhos, tenho mais que certeza, e com o outro também, mas vocês vão ver como as circunstâncias podem rolar, mesmo que hoje eu ainda veja o Miguel como amigo e o que aconteceu simplesmente aconteceu, e acho que ele aproveitou na hora.
Saímos cedo, umas 7h, e fomos rumo a Chiclayo, uma cidade antes da zona da praia de Pimentel. Eu tava meio entediada e ao mesmo tempo feliz porque tinha celular de novo, já que tinham roubado o meu num show em Lima, no Ultra que rolou em março, e aí tenho outra história pra contar...
Então o Carlos passou por mim junto com o Miguel e me falaram pra fazer algo no feriado de 1º de Maio. Era durante a semana, mas adoro planos assim, que surgem do nada. Arrumei minha mochila, bolsa de praia com biquíni e o resto, vestido Vestido florido largo porque amo esse estilo e partimos rumo à praiazinha, lembro que tava muito calor, no caminho compramos bebidas e petiscos, a gente passou cantando, eu colocava o Spotify, a gente ria, também nos atualizávamos sobre nossas vidas já que, por causa do trabalho e outras coisas pessoais, a gente acaba se fechando no próprio mundinho e tudo bem.
Carlos comentou que tava saindo com uma mina nova, já que, assim como eu, tava bloqueado emocionalmente, e que agora com a Jimena ele tava se divertindo, se conhecendo e tal. Miguel tava naquela de não estar aberto também pra interagir muito com as mulheres, não tinha se dado muito bem, por causa da atitude dele, ele é mais na dele, embora às vezes mostre um lado mais ousado que até então eu desconhecia.
E por mim, eu tava falando que tava vivendo um dia de cada vez, me conhecendo mais; como eu disse, venho de um relacionamento longo, uns 10 anos mais ou menos, e não é que tudo tenha sido ruim, só meio no final, mas eu não tinha me dedicado a curtir atividades sozinha ou com meus amigos, mas de forma mais frequente. Nós três ficávamos fazendo piada dos nossos traumas kkkk, tentando ver o lado bom das coisas, mas meus amigos diziam que a mais ferrada era eu e, pois é, eles tinham razão.
Entre zoar nossas vidas, como eu disse, tava muito calor e conforme a gente se aproximava de Chiclayo, sentia ainda mais, então meus peitos tavam sofrendo porque tavam suando, o vestido era bonito mas comprido com um decote leve, não costumo mostrar muito, não é meu estilo e acho que só tenho uns 3 vestidos no máximo que sinto que deixam elas bem expostas e raramente falo, foda-se, que se alegrem com a vista pelo menos.
Chegamos em Chiclayo no meio da manhã e, claro, fomos tomar café da manhã num café que eu queria conhecer há um tempão (eu amo café kkkk). Foi lá que no banheiro consegui ajeitar melhor meus peitos e secá-los com um paninho por causa do calor insuportável da cidade, já que na última meia hora antes de chegar eu tentava secar um pouco do suor, mas estamos no Peru e, ao entrar nas cidades, tem muitos buracos, lombadas e essas coisas.
A questão é que, numa primeira tentativa de ajeitar meus peitos e ao mesmo tempo com um pedaço de papel higiênico conseguir secar um pouco de quebra, justo um imprudente estava trocando de faixa sem sinalizar, então o Carlos quase bateu nele e fez com que minha manobra de ser o mais natural e recatada possível terminasse com metade do meu peito direito pra fora do sutiã, mas dentro do meu vestido, claro. O que ainda assim era desconfortável porque apertava, já que não estava no lugar certo. Só aproveitei pra passar um pedaço de papel e secar a lateral do meu peito, já que era aquele lado que estava fora do sutiã. Além disso, não queria que meu vestido ficasse todo suado e marcado por uns minutos até secar.
Por isso tive que abrir consideravelmente a taça do meu sutiã do lado direito pra conseguir colocar ele no lugar e, pra piorar, restos do papel higiênico ficaram grudados na lateral, então tive que tirar os pedacinhos úmidos e, pra isso, puxei meu peito direito pro meio junto com o outro, que já estava no lugar certo. E como eu ia no banco do carona, o Miguel no meio sentado atrás, como durante toda a viagem, ele se ligou no movimento e deve ter apreciado meio peito se juntando com o outro, embora sem chegar a ver meu mamilo nesse primeiro movimento. Mas acho que a partir desse momento desconfortável, o Miguel se interessou ainda mais pelas minhas amiguinhas.
E pra coroar a cena, depois de ter tirado os restos de papel, chegou a hora de me ajeitar direito e foi aí que eu dei uma boa vista do meu peito direito, já que estiquei a taça e me guardei o mais rápido que pude. Devem ter sido uns 3 ou 4 segundos que, nesse momento, tenho certeza de que o Miguel me viu, porque quando terminei, viro a cabeça e encontro o olhar dele cravado no meu peito, já que ele vinha apoiado entre os dois bancos. Os caras na frente esticando o peito pra frente. Falei brincando, "já não dá pra se ajeitar sem ter um monte de olheiro", mas falei num tom de boa, tipo indireta.
Por outro lado, o Carlos concentrado na direção me fala "fica tranquila, pra mim você é tipo um brother com peito" e é verdade, tem muita confiança e amizade por trás, tanto faz, e termina dizendo pra eu terminar de me secar quando chegarmos na cafeteria. E o Miguel responde: "Fica de boa, Maria, não foi minha intenção, a culpa foi daquele idiota que cortou o Carlos na frente, foi tudo muito rápido e meio brusco, você é um brother com peito como o Carlinhos falou", e ri.
Me passa um pedaço de papel maior e fala: "Vai, seca o que der porque o calor tá horrível", e apontando pra camisa dele e do Carlos também fala que eles tão meio suados e que a roupa gruda na pele. Eu rio, pego o papel e só seco por cima dos meus peitos.
Chegamos na cafeteria, primeiro vou pros banheiros que são individuais, lembro rapidinho do momento chato no carro, mas não dou importância e saio com o rostinho lavado e perfumado, pronta pro lugar que tá espetacular, bem arrumadinho com lanternas, vários tipos de planta e um terraço com uma vista foda pra um jardim interno enquanto tomávamos nossos cafés.
Conversamos que tínhamos que aproveitar o dia porque amanhã quinta-feira a gente ia trabalhar e precisava no máximo chegar de madrugada de volta em Trujillo porque entramos 9h no trampo. E foi isso, terminamos e partimos mais ou menos meia hora depois pra área da praia de Pimentel. Nessa altura eu já tinha colocado o biquíni e saí correndo pro mar, uma das poucas coisas que me dão paz e me relaxam. Montamos o guarda-sol que alugamos no local, cangas, cervejinhas pra eles porque eu, no máximo, uma ou duas latinhas de cerveja já bastam.
A praia tava meio cheia e o Carlos com o Miguel foram dar uma olhada pra ver se encontravam alguma mina que desse bola pra eles. hahaha. Eu já tava de biquíni, que por sinal era bem normal, tipo calcinha clássica por baixo e a parte de cima mais ou menos decotada, é um azul meio escuro que sempre uso, é um dos meus favoritos. Eu tava descansando meio sentada, apoiada na bolsa e tomando uma cerveja porque o calor não dava trégua, aproveitando aqueles minutos sozinha. Até que meus amigos apareceram e me chamaram pra jogar vôlei enquanto o Carlos deixava mais latas dentro do cooler que tinham acabado de comprar. A gente começou a jogar, era passar a bola entre os três e quem perdesse o controle da bola mais vezes ia pagar os drinks no almoço. E assim a gente ficou jogando um bom tempo, claro que com o movimento os peitos balançavam no ritmo das minhas esticadas e alguns pulos que eu dava pra devolver a bola, eu tava ligada que isso podia desconcentrar meus amigos, principalmente o Miguel, que tentava me passar a bola com mais frequência com a desculpa de que era melhor pra ele não perder, e eu, pra não deixar a bola cair na areia, até me joguei na areia umas duas vezes pra salvar o ponto. E sim, óbvio que com tanto movimento e minha vontade de não perder, me esforcei e fiquei em primeiro lugar com menos perdas de bola, mas no custo de que a parte de cima do meu biquíni tava com uma das tiras pro lado, e olha que a tira era grossa, não daquelas fininhas. Eu continuei jogando numa boa quando, quase no final pra gente ir almoçar, nós três ficamos super competitivos e jogávamos a bola com mais força e rapidez. Além disso, o sol era um fator contra porque atrapalhava nossa visão. Quando o jogo acabou porque já tava com fome, o Carlos me fala: "Ei, se arruma direito que agora já tão querendo pular pra fora", e o Miguel confirmando: "É, Maria, guarda bem esses melões, você tá me desconcentrando", e fica zoando. Eu obedeci, me ajeitei porque tava focada no jogo. E aí a gente falou: "últimos 10 minutos, então bora dar tudo". Tudo. Onde Carlos e Miguel estavam perdendo mais no jogo, eu já me sentia vencedora e foi assim haha. Mas ainda assim mantinha minha concentração e, acima de tudo, a mesma vontade de ganhar, então continuava pulando, rindo, até que no final Carlos foi o perdedor quando Miguel, jogando a bola longe de mim, conseguiu dar um salto grande pra trás e devolver como pude pra qualquer um dos dois, que até caí haha, e foi aí que Carlos, já na capela, interfere com a bola e faz qualquer merda, perdendo a última chance.
Com Miguel dissemos: bebida de graça kkkk e eu naquele momento meio cega pelo sol, já juntando as coisas com os caras, quando Miguel, que estava mais perto de mim pegando as sandálias, me aponta: "amiguinha, seu último salvamento nos presenteou com a vista de um dos seus mamilos", ele ri e dá meia-volta como quem vai embora e enquanto caminha me diz se afastando: "São só um par de peitos, Maria, fica tranquila haha."
Fiquei paralisada, sem reação, e só quando ele falou aquilo de costas, olhei pro meu biquíni e, de fato, do lado esquerdo estava meio mamilo pra fora e eu morri de vergonha, só consegui dizer: "Não foi de propósito, desculpa, amigo", me ajeitei na hora e saí atrás deles rumo ao restaurante.
Carlos perguntou o que tinha acontecido quando já estávamos sentados e Miguel solta o comentário que eu tô meio exibicionista e rimos todos, me zoam na boa e eu disse "sorry, rapaziada, mas com o movimento do vôlei era possível", Carlos acrescenta uma piada dizendo que eu tô solteira e se agora a parada é sair mostrando mais, então vai em frente, que todo Pimentel se ganhe com você, rematando com a frase: "Advogada peruana (aliás, é minha profissão) visita as praias do litoral norte exibindo levemente suas partes íntimas." Todos rimos e já estavam me pegando pra zuar.
De tarde saímos pra passear, modo fotos, comendo cremoladas, tudo show e, bom, eles de vez em quando com suas... Com uma cerveja na mão e não os culpo, porque o calor só tinha diminuído um pouco. Nem com os gins do almoço que tomei consegui me refrescar de verdade, e a caminhada ajudou a passar as três taças que bebi. O pôr do sol já estava chegando, e subimos numa colina pequena onde dava pra ver melhor, era meio perigosa, mas valia a pena. Lá só tinha umas poucas pessoas, e um casal de jovens, chuto uns 20 anos no máximo, se aproximou pra pedir se alguém de nós podia tirar umas fotos deles.
E meus amigos não são tão bons nisso, então eu gentilmente me ofereci. Os meninos posaram na frente do começo do pôr do sol, consegui tirar umas fotos boas, mesmo com o ventão que fazia minha blusa branca, aquela clássica de praia, abrir e voar, me deixando de biquíni — o que é normal, afinal estamos na praia. Mas o que não é tão comum é encontrar uma mina gostosa, e agora afirmo com mais orgulho, com um belo par de peitos, e pior ainda, eu me agachar meio sentada, fazendo meus peitos ficarem apertados contra meus joelhos. Acho que naquele momento os dois carinhas estavam felizes olhando pro celular, sim, claro…
Por dentro pensei: "Nossa, tô meio exibicionista com poses meio sugestivas com meus peitos", e decidi que ia alegrar o resto do dia deles, e ri por dentro. Depois que acabamos aqueles 5 minutos de fotos, meus amigos já estavam metros à frente, conversando e matando tempo. Nisso, os dois garotos se aproximaram e se apresentaram. O mais alto se chamava Maurício, e o outro, não tão alto quanto o amigo, era Javier. Eles me agradeceram, eu também me apresentei, e na hora eles disseram: "Você é muito gostosa, sorte de um deles", pensando que um dos meus amigos era meu namorado. E eu falei: "Não!!" Kkkk, "eles são meus melhores amigos, e a gente tá passando o dia juntos". Então:
Maurício: "Tá solteira? Dá pra ver que você é uma mina animada, prazer em te conhecer, e queria ter uma chance de te convidar pra tomar algo."
Maria: "Muito obrigada", e ri, dizendo: "Pelo menos... Te levo uns 10 anos, se não for mais, e a você também, me referindo ao Javier, haha.
Javier: Sim, nós dois temos 19 anos e estudamos em Chiclayo e… Po, tentando não se perde nada, já que você diz que são seus melhores amigos, a gente tá aqui sozinho passando o dia igual a vocês. Eu tenho namorada, mas acho que meu amigo Maurício curtiu você, hahaha.
Maria: Hahaha, vocês são demais, agradeço o convite, mas tô bem assim, sério, galera, valeu. Falei de forma educada.
Os dois entenderam numa boa e se despediram, tanto Maurício quanto Javier com um abraço e um beijo na bochecha como se fôssemos conhecidos pelo menos. Admito que me surpreendeu a atitude deles, a segurança, e o Maurício foi quem me abraçou um pouco mais forte que o normal na despedida, então óbvio que pensei: Deve ter feito pra sentir meus peitos, e pensei na fascinação desses caras, mas também entendi a cena onde eu tava agachada dando uma vista generosa onde meus seios estavam apertados entre si e contra meus joelhos por causa da minha posição sentada; por um momento pensei em falar "não se passa", mas falei, é um menino pra mim, e o que eu expressei foi direto.
Maria: Não acha que não sei que aquele abraço foi pra sentir minhas… E segurei elas levemente com as duas mãos, mas você me caiu bem e é isso, já estamos nos despedindo, então boa sorte.
Maurício: Desculpa, exibido e ri, é que não queria perder a oportunidade desde que você tirou as fotos, com todo respeito, seus peitos são muito gostosos nesse biquíni, e fica tranquila, a gente vai, é só um elogio sincero.
Javier: É Maria, eu tenho namorada, mas acho que é inevitável não reparar, mesmo que seja uns segundos, nesses peitos lindos, e ainda remata dizendo: Com uma boa caída pelo tamanho, dá pra ver, mas isso deixa mais atraente, mais natural.
Já tinham sido sinceros sobre meu corpo.
Maria: Suponho que valeu, mas que diretos, e solto uma risada nervosa.
Aí lembro que meus amigos chegaram e me perguntaram. Se a gente foi passear por outra parte da praia, já que tava escurecendo, e os caras (Maurício e Javier) se despediram de mim todo alegre.
O Miguel pergunta como foi com os pivetes (é assim que a gente chama os jovens no Peru). Eu falo que foi tudo bem, que tenho moral com os novinhos e que foram ousados, principalmente um deles elogiando meus peitos, falei exatamente assim, palavras textuais. Eles me responderam que é normal, se trompassem com uma mulher assim, com um par de melões desse tamanho, iam tentar puxar papo, mas como sou amiga deles, então nada, com essas tetonas não rola nada kkkk.
Eu só falo: homem, né, e entro na brincadeira também. Depois de passear e tal, achamos um lugar bom pra jantar que tinha coquetelaria artesanal.
Chegando no local, sentamos na área do terraço, onde tinha um bar bem grandinho. Pedimos umas tábuas de frutos do mar com peixe grelhado, frutos do mar e polvo, bem completa. O Carlos, que já tinha pago a aposta do vôlei, levantou com o Miguel e foram até o bar. Quando voltaram, vinham felizes com uma garrafa de gin na mão, e eu perguntei:
Maria: Não vamos mais tarde pra noite? Você não vai poder dirigir assim, falei me referindo ao Carlos.
Carlos: Já tô tomando cerveja desde a tarde, e mesmo sendo só quatro latas, não vou conseguir. Além disso, o restaurante tá irado, vamos ficar que vai ter música ao vivo com uma banda local, já perguntei.
Maria: Sério? Bom, vamos jantando e já que compraram, fazer o quê, né kkkk.
E aí justo o garçom chegou trazendo o gelo com umas Perkins roxas pra misturar.
Miguel: Vamos brindar pelo Dia do Trabalho, a gente merece, e por essa escapada, mesmo que seja só até amanhã e a gente chegue virado no trabalho.
E todo mundo começou a celebrar enquanto chegava nosso pedido da tábua de frutos do mar. A banda ao vivo começou a tocar músicas do Maná, Bacilos e esse estilo, o clima tava esquentando, e junto com os drinks, já todo mundo no local tava cantando junto. músicas. Foi aí que a gente parou pra ficar mais perto da banda e eu trombei com os meninos que conheci na praia.
Maurício: Maria, que prazer te encontrar por aqui, hoje é meu dia de sorte haha
Javier: Pois é!! Oi Maria, quanto tempo hahaha. Te apresento minha namorada, Carolina.
A gente se cumprimentou e também apresentei meus amigos. A parada foi que a gente se juntou enquanto cantava junto com a banda.
Eles tinham uma garrafa de Jagger na mesa e de vez em quando iam de shot em shot. Eu também já tava no terceiro copo de gin da noite e tava começando a bater, porque já tava meio eufórica, já que a gente curte esse tipo de bar com música ao vivo. A noite tava fresca e eu tava com uma blusa branca meio folgada e fechada até quase o pescoço, o tecido era fresco, fininho, e isso ajudava pro clima de praia. Junto com uma saia estilo palazzo quase até o chão, verdade, tava no meu estilo, recatada haha. Mas entre a animação do ambiente e o álcool, já tava com toda vontade de continuar a farra.
Foi aí que eu esquentei e desabotoei um botão porque já sentia que começava a suar, e tinha colocado um sutiã fininho pra ser tão fresco quanto a blusa, mas erro, porque depois, todo mundo pulando e mais grudado, eu sentia uns roçares leves e uns toques do Maurício e até do meu amigo Miguel. Achei que era pela euforia do momento e não liguei.
Daí, Maurício me pegou pela mão pra dançar porque começaram a tocar uma salsa, e foi bem natural, eu grudei no corpo dele. Ele dançava bem e eu sou dois pés esquerdos, péssima, tanto que ele teve trabalho pra me conduzir, mas acho que a vontade dele de sentir meus peitos voltou, porque em minutos ele me encostou bem no torso dele e eu senti que meus seios estavam sendo levemente amassados.
Falei pra ele: Ei, você dança bem, mas já sei o que você quer sentir…
Continua.
Sou do Peru e vou dar alguns detalhes meus, mas óbvio que a única coisa que vou mudar é meu nome e o das pessoas envolvidas nas histórias. Sou uma mulher que mora em Trujillo, embora não tenha nascido lá, vivo com uma das minhas irmãs mais velhas e a família dela, o resto mora por conta própria. Aqui sempre serei María, tenho 32 anos, fisicamente sou de pele meio morena, um pouco baixinha, com fé chego a 1,65 cm.
Cara bonita, corpo magro, não chego a ser fininha, mas tenho meus atributos. Bunda não é meu forte, mas vou pra academia pelo menos 3 vezes por semana e dá pra tonificar, principalmente as pernas. No fim, uma bunda mediana, mas de quatro tudo fica melhor, haha.
O que chama atenção mesmo são meus peitos, sou 38D, são grandes e largos. Claro, são meio caídos por causa do volume, é natural, e eu já sou orgulhosamente base 3.
Tenho vida sexual desde os 18 anos e desde a primeira vez os caras sempre amaram meus peitos. Quando eles conseguiam me excitar bem, eu realizava o desejo deles de fazer um bom espanhol, e por isso meus peitos se desgastam um pouco. Até hoje tenho dificuldade em aceitar e me sentir totalmente confortável com o tamanho do meu busto. Admito que é uma das áreas que mais me excita, mas tem que saber levar o ritmo, acho que sou meio atípica pra me soltar.
Porque sim, venho de uma parte da selva, mas deixei minhas conterrâneas mal faladas, porque não sou tão fogosa como mulher, já que não me envolvo assim com qualquer um, mesmo considerando o que já passei. vivido ultimamente.
Por isso no sexo não sou de maratona, desde que a gente faça bem feito por um período de tempo legal já tá ótimo, e isso varia pra cada mulher. Pra mim, com uma hora e meia ou às vezes duas entre as preliminares e o resto já tá gostoso, e também sei que às vezes deixava alguma das minhas parceiras sem terminar porque demoravam demais e a gente acaba cansando de tanto ficar naquela repetição. Desculpa pelo começo tão longo, mas queria dar esses detalhes pra vocês entenderem melhor meu contexto. Vou compartilhar o que vivi porque sinto que me excita a ideia de estranhos saberem das minhas experiências, juro que é 100% real.
Bom, vamos lá. Esse relato começa com uma experiência que tive no mês de maio passado. Lembro que foi durante a primeira semana, quando fui com 2 amigos pra Pimentel, uma praia ao norte de Trujillo. Desde que tô solteira, costumo fazer de vez em quando essas viagens escondidas pra praias próximas, assim como lugares no campo, e vou sozinha ou com meu grupo de amigos. Nesse caso, estavam Carlos, meu melhor amigo de anos, e Miguel, outro grande amigo. Já adianto que foi com esse último que aconteceu tudo.
Porque com o Carlinhos, tenho mais que certeza, e com o outro também, mas vocês vão ver como as circunstâncias podem rolar, mesmo que hoje eu ainda veja o Miguel como amigo e o que aconteceu simplesmente aconteceu, e acho que ele aproveitou na hora.
Saímos cedo, umas 7h, e fomos rumo a Chiclayo, uma cidade antes da zona da praia de Pimentel. Eu tava meio entediada e ao mesmo tempo feliz porque tinha celular de novo, já que tinham roubado o meu num show em Lima, no Ultra que rolou em março, e aí tenho outra história pra contar...
Então o Carlos passou por mim junto com o Miguel e me falaram pra fazer algo no feriado de 1º de Maio. Era durante a semana, mas adoro planos assim, que surgem do nada. Arrumei minha mochila, bolsa de praia com biquíni e o resto, vestido Vestido florido largo porque amo esse estilo e partimos rumo à praiazinha, lembro que tava muito calor, no caminho compramos bebidas e petiscos, a gente passou cantando, eu colocava o Spotify, a gente ria, também nos atualizávamos sobre nossas vidas já que, por causa do trabalho e outras coisas pessoais, a gente acaba se fechando no próprio mundinho e tudo bem.
Carlos comentou que tava saindo com uma mina nova, já que, assim como eu, tava bloqueado emocionalmente, e que agora com a Jimena ele tava se divertindo, se conhecendo e tal. Miguel tava naquela de não estar aberto também pra interagir muito com as mulheres, não tinha se dado muito bem, por causa da atitude dele, ele é mais na dele, embora às vezes mostre um lado mais ousado que até então eu desconhecia.
E por mim, eu tava falando que tava vivendo um dia de cada vez, me conhecendo mais; como eu disse, venho de um relacionamento longo, uns 10 anos mais ou menos, e não é que tudo tenha sido ruim, só meio no final, mas eu não tinha me dedicado a curtir atividades sozinha ou com meus amigos, mas de forma mais frequente. Nós três ficávamos fazendo piada dos nossos traumas kkkk, tentando ver o lado bom das coisas, mas meus amigos diziam que a mais ferrada era eu e, pois é, eles tinham razão.
Entre zoar nossas vidas, como eu disse, tava muito calor e conforme a gente se aproximava de Chiclayo, sentia ainda mais, então meus peitos tavam sofrendo porque tavam suando, o vestido era bonito mas comprido com um decote leve, não costumo mostrar muito, não é meu estilo e acho que só tenho uns 3 vestidos no máximo que sinto que deixam elas bem expostas e raramente falo, foda-se, que se alegrem com a vista pelo menos.
Chegamos em Chiclayo no meio da manhã e, claro, fomos tomar café da manhã num café que eu queria conhecer há um tempão (eu amo café kkkk). Foi lá que no banheiro consegui ajeitar melhor meus peitos e secá-los com um paninho por causa do calor insuportável da cidade, já que na última meia hora antes de chegar eu tentava secar um pouco do suor, mas estamos no Peru e, ao entrar nas cidades, tem muitos buracos, lombadas e essas coisas.
A questão é que, numa primeira tentativa de ajeitar meus peitos e ao mesmo tempo com um pedaço de papel higiênico conseguir secar um pouco de quebra, justo um imprudente estava trocando de faixa sem sinalizar, então o Carlos quase bateu nele e fez com que minha manobra de ser o mais natural e recatada possível terminasse com metade do meu peito direito pra fora do sutiã, mas dentro do meu vestido, claro. O que ainda assim era desconfortável porque apertava, já que não estava no lugar certo. Só aproveitei pra passar um pedaço de papel e secar a lateral do meu peito, já que era aquele lado que estava fora do sutiã. Além disso, não queria que meu vestido ficasse todo suado e marcado por uns minutos até secar.
Por isso tive que abrir consideravelmente a taça do meu sutiã do lado direito pra conseguir colocar ele no lugar e, pra piorar, restos do papel higiênico ficaram grudados na lateral, então tive que tirar os pedacinhos úmidos e, pra isso, puxei meu peito direito pro meio junto com o outro, que já estava no lugar certo. E como eu ia no banco do carona, o Miguel no meio sentado atrás, como durante toda a viagem, ele se ligou no movimento e deve ter apreciado meio peito se juntando com o outro, embora sem chegar a ver meu mamilo nesse primeiro movimento. Mas acho que a partir desse momento desconfortável, o Miguel se interessou ainda mais pelas minhas amiguinhas.
E pra coroar a cena, depois de ter tirado os restos de papel, chegou a hora de me ajeitar direito e foi aí que eu dei uma boa vista do meu peito direito, já que estiquei a taça e me guardei o mais rápido que pude. Devem ter sido uns 3 ou 4 segundos que, nesse momento, tenho certeza de que o Miguel me viu, porque quando terminei, viro a cabeça e encontro o olhar dele cravado no meu peito, já que ele vinha apoiado entre os dois bancos. Os caras na frente esticando o peito pra frente. Falei brincando, "já não dá pra se ajeitar sem ter um monte de olheiro", mas falei num tom de boa, tipo indireta.
Por outro lado, o Carlos concentrado na direção me fala "fica tranquila, pra mim você é tipo um brother com peito" e é verdade, tem muita confiança e amizade por trás, tanto faz, e termina dizendo pra eu terminar de me secar quando chegarmos na cafeteria. E o Miguel responde: "Fica de boa, Maria, não foi minha intenção, a culpa foi daquele idiota que cortou o Carlos na frente, foi tudo muito rápido e meio brusco, você é um brother com peito como o Carlinhos falou", e ri.
Me passa um pedaço de papel maior e fala: "Vai, seca o que der porque o calor tá horrível", e apontando pra camisa dele e do Carlos também fala que eles tão meio suados e que a roupa gruda na pele. Eu rio, pego o papel e só seco por cima dos meus peitos.
Chegamos na cafeteria, primeiro vou pros banheiros que são individuais, lembro rapidinho do momento chato no carro, mas não dou importância e saio com o rostinho lavado e perfumado, pronta pro lugar que tá espetacular, bem arrumadinho com lanternas, vários tipos de planta e um terraço com uma vista foda pra um jardim interno enquanto tomávamos nossos cafés.
Conversamos que tínhamos que aproveitar o dia porque amanhã quinta-feira a gente ia trabalhar e precisava no máximo chegar de madrugada de volta em Trujillo porque entramos 9h no trampo. E foi isso, terminamos e partimos mais ou menos meia hora depois pra área da praia de Pimentel. Nessa altura eu já tinha colocado o biquíni e saí correndo pro mar, uma das poucas coisas que me dão paz e me relaxam. Montamos o guarda-sol que alugamos no local, cangas, cervejinhas pra eles porque eu, no máximo, uma ou duas latinhas de cerveja já bastam.
A praia tava meio cheia e o Carlos com o Miguel foram dar uma olhada pra ver se encontravam alguma mina que desse bola pra eles. hahaha. Eu já tava de biquíni, que por sinal era bem normal, tipo calcinha clássica por baixo e a parte de cima mais ou menos decotada, é um azul meio escuro que sempre uso, é um dos meus favoritos. Eu tava descansando meio sentada, apoiada na bolsa e tomando uma cerveja porque o calor não dava trégua, aproveitando aqueles minutos sozinha. Até que meus amigos apareceram e me chamaram pra jogar vôlei enquanto o Carlos deixava mais latas dentro do cooler que tinham acabado de comprar. A gente começou a jogar, era passar a bola entre os três e quem perdesse o controle da bola mais vezes ia pagar os drinks no almoço. E assim a gente ficou jogando um bom tempo, claro que com o movimento os peitos balançavam no ritmo das minhas esticadas e alguns pulos que eu dava pra devolver a bola, eu tava ligada que isso podia desconcentrar meus amigos, principalmente o Miguel, que tentava me passar a bola com mais frequência com a desculpa de que era melhor pra ele não perder, e eu, pra não deixar a bola cair na areia, até me joguei na areia umas duas vezes pra salvar o ponto. E sim, óbvio que com tanto movimento e minha vontade de não perder, me esforcei e fiquei em primeiro lugar com menos perdas de bola, mas no custo de que a parte de cima do meu biquíni tava com uma das tiras pro lado, e olha que a tira era grossa, não daquelas fininhas. Eu continuei jogando numa boa quando, quase no final pra gente ir almoçar, nós três ficamos super competitivos e jogávamos a bola com mais força e rapidez. Além disso, o sol era um fator contra porque atrapalhava nossa visão. Quando o jogo acabou porque já tava com fome, o Carlos me fala: "Ei, se arruma direito que agora já tão querendo pular pra fora", e o Miguel confirmando: "É, Maria, guarda bem esses melões, você tá me desconcentrando", e fica zoando. Eu obedeci, me ajeitei porque tava focada no jogo. E aí a gente falou: "últimos 10 minutos, então bora dar tudo". Tudo. Onde Carlos e Miguel estavam perdendo mais no jogo, eu já me sentia vencedora e foi assim haha. Mas ainda assim mantinha minha concentração e, acima de tudo, a mesma vontade de ganhar, então continuava pulando, rindo, até que no final Carlos foi o perdedor quando Miguel, jogando a bola longe de mim, conseguiu dar um salto grande pra trás e devolver como pude pra qualquer um dos dois, que até caí haha, e foi aí que Carlos, já na capela, interfere com a bola e faz qualquer merda, perdendo a última chance.
Com Miguel dissemos: bebida de graça kkkk e eu naquele momento meio cega pelo sol, já juntando as coisas com os caras, quando Miguel, que estava mais perto de mim pegando as sandálias, me aponta: "amiguinha, seu último salvamento nos presenteou com a vista de um dos seus mamilos", ele ri e dá meia-volta como quem vai embora e enquanto caminha me diz se afastando: "São só um par de peitos, Maria, fica tranquila haha."
Fiquei paralisada, sem reação, e só quando ele falou aquilo de costas, olhei pro meu biquíni e, de fato, do lado esquerdo estava meio mamilo pra fora e eu morri de vergonha, só consegui dizer: "Não foi de propósito, desculpa, amigo", me ajeitei na hora e saí atrás deles rumo ao restaurante.
Carlos perguntou o que tinha acontecido quando já estávamos sentados e Miguel solta o comentário que eu tô meio exibicionista e rimos todos, me zoam na boa e eu disse "sorry, rapaziada, mas com o movimento do vôlei era possível", Carlos acrescenta uma piada dizendo que eu tô solteira e se agora a parada é sair mostrando mais, então vai em frente, que todo Pimentel se ganhe com você, rematando com a frase: "Advogada peruana (aliás, é minha profissão) visita as praias do litoral norte exibindo levemente suas partes íntimas." Todos rimos e já estavam me pegando pra zuar.
De tarde saímos pra passear, modo fotos, comendo cremoladas, tudo show e, bom, eles de vez em quando com suas... Com uma cerveja na mão e não os culpo, porque o calor só tinha diminuído um pouco. Nem com os gins do almoço que tomei consegui me refrescar de verdade, e a caminhada ajudou a passar as três taças que bebi. O pôr do sol já estava chegando, e subimos numa colina pequena onde dava pra ver melhor, era meio perigosa, mas valia a pena. Lá só tinha umas poucas pessoas, e um casal de jovens, chuto uns 20 anos no máximo, se aproximou pra pedir se alguém de nós podia tirar umas fotos deles.
E meus amigos não são tão bons nisso, então eu gentilmente me ofereci. Os meninos posaram na frente do começo do pôr do sol, consegui tirar umas fotos boas, mesmo com o ventão que fazia minha blusa branca, aquela clássica de praia, abrir e voar, me deixando de biquíni — o que é normal, afinal estamos na praia. Mas o que não é tão comum é encontrar uma mina gostosa, e agora afirmo com mais orgulho, com um belo par de peitos, e pior ainda, eu me agachar meio sentada, fazendo meus peitos ficarem apertados contra meus joelhos. Acho que naquele momento os dois carinhas estavam felizes olhando pro celular, sim, claro…
Por dentro pensei: "Nossa, tô meio exibicionista com poses meio sugestivas com meus peitos", e decidi que ia alegrar o resto do dia deles, e ri por dentro. Depois que acabamos aqueles 5 minutos de fotos, meus amigos já estavam metros à frente, conversando e matando tempo. Nisso, os dois garotos se aproximaram e se apresentaram. O mais alto se chamava Maurício, e o outro, não tão alto quanto o amigo, era Javier. Eles me agradeceram, eu também me apresentei, e na hora eles disseram: "Você é muito gostosa, sorte de um deles", pensando que um dos meus amigos era meu namorado. E eu falei: "Não!!" Kkkk, "eles são meus melhores amigos, e a gente tá passando o dia juntos". Então:
Maurício: "Tá solteira? Dá pra ver que você é uma mina animada, prazer em te conhecer, e queria ter uma chance de te convidar pra tomar algo."
Maria: "Muito obrigada", e ri, dizendo: "Pelo menos... Te levo uns 10 anos, se não for mais, e a você também, me referindo ao Javier, haha.
Javier: Sim, nós dois temos 19 anos e estudamos em Chiclayo e… Po, tentando não se perde nada, já que você diz que são seus melhores amigos, a gente tá aqui sozinho passando o dia igual a vocês. Eu tenho namorada, mas acho que meu amigo Maurício curtiu você, hahaha.
Maria: Hahaha, vocês são demais, agradeço o convite, mas tô bem assim, sério, galera, valeu. Falei de forma educada.
Os dois entenderam numa boa e se despediram, tanto Maurício quanto Javier com um abraço e um beijo na bochecha como se fôssemos conhecidos pelo menos. Admito que me surpreendeu a atitude deles, a segurança, e o Maurício foi quem me abraçou um pouco mais forte que o normal na despedida, então óbvio que pensei: Deve ter feito pra sentir meus peitos, e pensei na fascinação desses caras, mas também entendi a cena onde eu tava agachada dando uma vista generosa onde meus seios estavam apertados entre si e contra meus joelhos por causa da minha posição sentada; por um momento pensei em falar "não se passa", mas falei, é um menino pra mim, e o que eu expressei foi direto.
Maria: Não acha que não sei que aquele abraço foi pra sentir minhas… E segurei elas levemente com as duas mãos, mas você me caiu bem e é isso, já estamos nos despedindo, então boa sorte.
Maurício: Desculpa, exibido e ri, é que não queria perder a oportunidade desde que você tirou as fotos, com todo respeito, seus peitos são muito gostosos nesse biquíni, e fica tranquila, a gente vai, é só um elogio sincero.
Javier: É Maria, eu tenho namorada, mas acho que é inevitável não reparar, mesmo que seja uns segundos, nesses peitos lindos, e ainda remata dizendo: Com uma boa caída pelo tamanho, dá pra ver, mas isso deixa mais atraente, mais natural.
Já tinham sido sinceros sobre meu corpo.
Maria: Suponho que valeu, mas que diretos, e solto uma risada nervosa.
Aí lembro que meus amigos chegaram e me perguntaram. Se a gente foi passear por outra parte da praia, já que tava escurecendo, e os caras (Maurício e Javier) se despediram de mim todo alegre.
O Miguel pergunta como foi com os pivetes (é assim que a gente chama os jovens no Peru). Eu falo que foi tudo bem, que tenho moral com os novinhos e que foram ousados, principalmente um deles elogiando meus peitos, falei exatamente assim, palavras textuais. Eles me responderam que é normal, se trompassem com uma mulher assim, com um par de melões desse tamanho, iam tentar puxar papo, mas como sou amiga deles, então nada, com essas tetonas não rola nada kkkk.
Eu só falo: homem, né, e entro na brincadeira também. Depois de passear e tal, achamos um lugar bom pra jantar que tinha coquetelaria artesanal.
Chegando no local, sentamos na área do terraço, onde tinha um bar bem grandinho. Pedimos umas tábuas de frutos do mar com peixe grelhado, frutos do mar e polvo, bem completa. O Carlos, que já tinha pago a aposta do vôlei, levantou com o Miguel e foram até o bar. Quando voltaram, vinham felizes com uma garrafa de gin na mão, e eu perguntei:
Maria: Não vamos mais tarde pra noite? Você não vai poder dirigir assim, falei me referindo ao Carlos.
Carlos: Já tô tomando cerveja desde a tarde, e mesmo sendo só quatro latas, não vou conseguir. Além disso, o restaurante tá irado, vamos ficar que vai ter música ao vivo com uma banda local, já perguntei.
Maria: Sério? Bom, vamos jantando e já que compraram, fazer o quê, né kkkk.
E aí justo o garçom chegou trazendo o gelo com umas Perkins roxas pra misturar.
Miguel: Vamos brindar pelo Dia do Trabalho, a gente merece, e por essa escapada, mesmo que seja só até amanhã e a gente chegue virado no trabalho.
E todo mundo começou a celebrar enquanto chegava nosso pedido da tábua de frutos do mar. A banda ao vivo começou a tocar músicas do Maná, Bacilos e esse estilo, o clima tava esquentando, e junto com os drinks, já todo mundo no local tava cantando junto. músicas. Foi aí que a gente parou pra ficar mais perto da banda e eu trombei com os meninos que conheci na praia.
Maurício: Maria, que prazer te encontrar por aqui, hoje é meu dia de sorte haha
Javier: Pois é!! Oi Maria, quanto tempo hahaha. Te apresento minha namorada, Carolina.
A gente se cumprimentou e também apresentei meus amigos. A parada foi que a gente se juntou enquanto cantava junto com a banda.
Eles tinham uma garrafa de Jagger na mesa e de vez em quando iam de shot em shot. Eu também já tava no terceiro copo de gin da noite e tava começando a bater, porque já tava meio eufórica, já que a gente curte esse tipo de bar com música ao vivo. A noite tava fresca e eu tava com uma blusa branca meio folgada e fechada até quase o pescoço, o tecido era fresco, fininho, e isso ajudava pro clima de praia. Junto com uma saia estilo palazzo quase até o chão, verdade, tava no meu estilo, recatada haha. Mas entre a animação do ambiente e o álcool, já tava com toda vontade de continuar a farra.
Foi aí que eu esquentei e desabotoei um botão porque já sentia que começava a suar, e tinha colocado um sutiã fininho pra ser tão fresco quanto a blusa, mas erro, porque depois, todo mundo pulando e mais grudado, eu sentia uns roçares leves e uns toques do Maurício e até do meu amigo Miguel. Achei que era pela euforia do momento e não liguei.
Daí, Maurício me pegou pela mão pra dançar porque começaram a tocar uma salsa, e foi bem natural, eu grudei no corpo dele. Ele dançava bem e eu sou dois pés esquerdos, péssima, tanto que ele teve trabalho pra me conduzir, mas acho que a vontade dele de sentir meus peitos voltou, porque em minutos ele me encostou bem no torso dele e eu senti que meus seios estavam sendo levemente amassados.
Falei pra ele: Ei, você dança bem, mas já sei o que você quer sentir…
Continua.
2 comentários - Sedutora e mais... parte 1