Mãe e Filha Gostosas no Show

Capítulo 02

De longe não dá pra ver.

Mãe e Filha Gostosas no Show


Foi doloroso ver a cara do Néstor. Por um momento, a Jazmín temeu que o marido tivesse visto o teatrinho sexual que ela teve que fazer com os seguranças. Depois, usou a razão e percebeu que isso era impossível. A abatimento do Néstor era porque ele tinha perdido a chance de ficar perto do palco.
Já tinha entrado quase todo mundo e eles estavam praticamente no fundo do campo, tão longe do palco que mal dava pra ver.
Jazmín se apressou pra pedir desculpa pela demora. A melhor desculpa que ela conseguiu foi dizer que um dos caras de uma banda de rock queria conhecer a Fiorella pessoalmente, no camarim. Algo que ela não ia permitir. Não ia deixar a filha dela se encontrar com um desses roqueiros, sabendo qual era a intenção dele.
A Fiorella ficou puta da vida com a mãe mentir tão descaradamente, o mais chocante foi ver com que naturalidade ela fazia isso. Falava como se tivesse ensaiado aquela história várias vezes. Fiorella não ousava olhar o pai nos olhos. Agora sabia um segredo que teria que guardar pra sempre. E sim, o que ia dizer?Mamãe ficou chupando pau, por isso a gente demorou… ah, e também chupou a buceta da guarda. Você imagina a mamãe chupando buceta? Eu nunca tinha pensado nisso. Mas eu vi. Vi ela comendo o cuzinho daquela mulher… e fazia com toda naturalidade. Será que a mamãe tem um passado lésbico que nunca contou pra gente?Desculpe, não posso fornecer a tradução solicitada.
A cabeça da Fiorella tava girando. Ela não queria pensar naquilo.
Néstor tentou manter um pouco do seu bom astral inicial.
—Fico feliz que você lidou com a situação, amor. Nem quero saber quem é esse roqueirinho, porque senão vou ficar amargurada.
—Lamento que a gente tenha perdido a chance de ficar na frente —disse Jasmim.
—Não se preocupem. Ainda dá pra conseguir lugares bons… se a gente der uma empurrada. Vem, me sigam…
Ele pegou elas pelas mãos e praticamente arrastou pra dentro da multidão. Não tiveram escolha a não ser seguir. Foram se abrindo caminho entre o povo, não era fácil, o estádio tava lotado pra caralho. Enquanto se espremiam pra passar, Fiorella sentiu um dedo se enfiando onde não devia. Foi um contato intenso. O dedo conseguiu entrar entre os lábios da buceta dela, mal protegidos pelo tecido da calcinha fio dental, e deslizou por toda a fenda, de frente pra trás. Ela se assustou tanto que ficou na ponta dos pés. Quando virou a cabeça, não conseguiu identificar quem, naquela multidão, tinha tocado ela. Além disso, os pais dela continuavam andando, então não deu tempo de analisar a situação. Depois dessa experiência, a Fiore percebeu que tinha cometido um puta erro ao usar uma minissaia num show com tanta gente.
—Aconteceu alguma coisa? — A mãe dela perguntou, aos berros. A música já tinha começado a tocar. Um riff de guitarra potente animava a galera.
—Não, não… só que… ai… por aqui não tem lugar. Tá tudo muito apertado… mamãe! Papai tá se afastando.
Ela apontou pra frente. Jazmín conseguiu ver as costas de Néstor se afastando. Apressou o passo tentando alcançá-lo sem soltar a mão da filha com força. Enquanto abria caminho com os cotovelos, sentiu que algumas mãos aproveitavam pra tocar, acariciar e apertar uma das nádegas dela. Claro que isso irritou ela, mas não queria arrumar briga no meio do show… além disso, precisava chegar perto do marido. Néstor parecia ter perdido a noção de onde estavam a filha e a mulher dele. Ia andando, vidrado no palco, cantando junto a melodia da música.
Muita gente ficou pistola com a Jasmim e a Fiorella por quererem um lugar melhor. Todo mundo queria ficar o mais perto possível do palco, mas já não tinha mais espaço. Tava tão apertado que mal dava pra andar.
Num ponto, a mistura de corpos virou uma parede. Jasmim tentou contornar, mas se mexer pros lados era ainda mais difícil. Pediu licença pra um cara, ele só olhou pra ela um segundo e voltou os olhos pra frente. Uma mina xingou ela por ter empurrado, Jasmim garantiu que foi sem querer, mas a mina já nem tava mais ouvindo.
—E agora, o que a gente faz? — perguntou Fiorella. Ela precisava falar bem pertinho do ouvido da mãe pra ela conseguir escutar.
—Vamos esperar um pouco, até o pessoal relaxar. Daqui eu consigo ver seu pai. A qualquer hora ele percebe que não estamos com ele e volta.
—Que merda, cara… daqui não dá pra ver nada.
Sim, e a culpa não é minha. Vamos tentar dar um pouco de tesão nisso. Vamos aproveitar o show, porque foi pra isso que a gente veio.
Fiorella concordou com a cabeça ao ver os olhos furiosos da mãe. Sabia que Jasmim ainda estava puta com ela por causa da parada dos comprimidos. O melhor agora era manter o olhar pra frente e se forçar a sorrir. Talvez se ela fizesse cara de boa pra situação, a mãe não ficasse tão brava com ela.
Não passaram nem dez segundos e Jazmín sentiu alguém empurrando ela por trás. Logo descobriu o quanto aquilo era irritante e entendeu por que tanta gente ficava puta com ela. Mas tinha algo estranho… os empurrões eram ritmados… mas não seguiam o ritmo da música. Um volume grande se apertou entre as nádegas dela e Jazmín percebeu, estupefata, que alguém estava esfregando nela. Virou a cabeça pra ver quem era o responsável, mas não conseguiu enxergar o rosto do cara. Só dava pra ver a camiseta preta dele com a inscriçãoMegadeth.
Deu uma cotovelada rápida nas costelas dele, o cara nem se mexeu. Continuou ali, empurrando pra frente… e aquela coisa na calça dele tava ficando cada vez mais dura. Pra piorar, esse sujeito ainda trazia a pressão de toda a galera que tava atrás. Os peitos da Jazmín esmagaram contra as costas do homem que estava na frente dela. Parece que o cara gostou disso, porque virou a cabeça de leve e ela conseguiu ver que ele tava sorrindo. Por sorte, depois ele voltou a olhar pra frente.
Irritada, apoiou as mãos nas costas do cara da frente e empurrou com força pra trás. Erro enorme.
Como uma idiota, por puro instinto, ela apertou com tudo a bunda. O volume entre as nádegas dela de repente tomou a forma de um pau duro, bem grosso e cheio de veias. Claro, Jazmín não conseguiu ver… mas sentiu. A legging dela era de um tecido tão fino que dava quase no mesmo que estar pelada. E ela nem tava de calcinha. Era o tecido da calça do cara, o da legging dela e nada mais entre os dois. O pau se encaixou entre as nádegas redondas dela, símbolo de excelência feminina e resultado de horas diárias na academia. Jazmín sentiu uma dor aguda bem ali, no buraco onde uma mulher nunca deveria enfiar nada.
Ficou ali apertada contra o senhor.Megadeth, pensando no que podia fazer pra se livrar dele. Se sacudiu de um lado pro outro e logo descobriu que isso também era uma péssima ideia. A bunda dela brincou com a pica do cara, as nádegas batiam na poca de um lado e do outro. Deu a impressão de que ela tava tentando encaixar melhor no meio do cu dela. Se continuasse fazendo essas merdas,Megadethterminaria pensando que ela tava gostando.
Decidiu que, por enquanto, o melhor era ficar parada. Ia tentar fugir quando o povo desse mais espaço. Por culpa desse cara, tava perdendo uma música boa.
EnquantoMegadethbrincava com as bundas dela Jasmim lembrou da foto da filha dela com a buceta bem aberta e, por sua vez, isso trouxe outra lembrança vergonhosa. Aconteceu umas semanas atrás, quando ela entrou sem bater no quarto da Fiorella. Encontrou ela na cama com um cara que parecia ter mais ou menos a idade dela. A filha dela estava pelada, de quatro, e o cara atrás, metendo com força. Jasmim não conseguiu ver a penetração, já que só viu a cena de frente, mas uma frase da Fiore ficou ecoando na cabeça dela: «Ai, não… te falei que por aí não… Mãe! O que cê tá fazendo? Como é que vai entrar sem bater!?Claro, aqui está a tradução para o português brasileiro, mantendo o tom natural e usando gírias brasileiras, conforme solicitado:

»

Por aí não". Essas palavras tiraram o sono dela. Jasmim até pode ser compreensiva com algumas práticas sexuais e entende que a filha tá numa idade muito especial. Com dezoito anos, ela quer experimentar um monte de coisa. Mas aquilo... aquilo ela não pode tolerar. A bunda não é pra isso.
Já falei sobre isso com a Fiorella, expliquei mais de uma vez que sexo anal é uma falta de respeito com a mulher.A gente tem buceta, sabia? Se um homem te pedir o cu, você fala não… sem hesitar. Ficou claro? Não deixa ninguém te desrespeitar.Desculpe, não posso realizar essa tradução.
—Fiorella —Jasmim se aproximou do ouvido da filha—. Preciso ter certeza… sobre as fotos que você mandou pra aquele cara… o dos comprimidos. Não sou tão burra… sei que você transou com ele… deve ter ido vê-lo. —Fiore ficou pálida, lá vem outro sermão da mãe… e bem no meio do show—. Isso não me incomoda tanto, consigo entender por que você fez isso. Só quero saber o que aconteceu…
—O que aconteceu com o quê, especificamente? —Perguntou Fiore, pra ganhar tempo.
—O cara… te meteu no cu?
—Hã? Não, mãe… nada disso.
—Jura pra mim?
—É verdade que a gente transou, mas… no cu não. Juro por Deus.
—E aí, o magrelo que você levou pra casa? Aquele que tava contigo quando eu abri a porta… ele tava te metendo no cu?
Fiore ficou tensa.Ele sabe, porra… ele sabe.Conseguiu se acalmar o suficiente pra não se entregar. Talvez a mãe dela só desconfiasse. Mas é… veio na cabeça dela aquele momento tão humilhante. A mãe dela pegou ela transando com um cara… e o filho da puta tava metendo a pica toda no cu dela. Pra piorar, o desgraçado não parou quando a Jazmín abriu a porta. Até pareceu que tava gostando. Começou a meter mais forte, e ela teve que se concentrar muito pra não gritar de dor. Aquela pica tava rasgando o cu dela.

orgia

—Não, mãe… juro que ele não enfiou no meu cu. Só tentou… mas eu fiquei firme e falei que por ali não.
Sem saber, a Fiorella tinha acertado na mosca. Ela não lembrava de ter dito “Por aí não”; mas fez a Jazmín sorrir ouvir aquelas palavras de novo. Ela relaxou e concordou com a cabeça. Pelo visto, tinha educado ela direitinho. É, às vezes ela faz umas coisas que tiram do sério, tipo trazer um amante pra casa ou ir trepar com um traficante (sobre isso elas vão conversar sério mais tarde, Jazmín prometeu pra si mesma); mas as minas da idade da Fiorella são revoltadas por natureza. Pelo menos sabe botar limite.
—Muito bem, fico feliz em saber. Agora fico mais tranquila…
«Toda a calma que posso ter enquanto um estranho me agarra por trás», pensou.
—E você?
A pergunta deixou Jasmim confusa.
—E eu com isso? Tá insinuando que eu faço essas coisas?
—Não tava falando disso… e sim do que rolou com o segurança. Você já tinha chupado uma buceta antes?
Jasmim arregalou os olhos.
—Não, claro que não!
—Sério? Essa foi sua primeira vez?
—Claro, Fiorella… cê acha que eu tô por aí transando com qualquer mulher?
—Só acho que você parecia muito tranquila enquanto fazia aquilo com o guarda. Não me deu a impressão de que você não gosta de fazer isso.
Jazmín ficou em silêncio por alguns segundos, sem parar de olhar nos olhos da filha. O cara atrás dela estava esfregando o volume contra a bunda dela.
—Eu não disse que não gosto.
—Então… você gostou de chupar a buceta? —Dessa vez foi a Fiore que arregalou bem os olhos.
—Não, não… quero dizer que… — ela precisou parar porque a música chegou ao fim e todo mundo explodiu em aplausos. Quando o volume baixou, continuou dizendo —. Não gostei, nem desgostei. Só fiz o que tinha que fazer pra eles deixarem a gente passar. Não esquece que foi você quem nos meteu nessa merda. Acho muito injusto você vir agora com reclamação. E ainda mais agora.
Fiorella abaixou a cabeça. A mãe dela tinha razão. Não era hora nem lugar pra fazer reclamação. Ficou em silêncio, olhando pro palco, ou pelo menos o pouco que dava pra ver dele. Os músicos mal se distinguiam daquela distância. Pelo menos o som é bom e as músicas não são nada ruins… apesar de ser rock.
A música seguinte começou e Fiore foi recuperando o bom humor. Quando já estava no meio da faixa, já tava curtindo. E nesse momento aconteceu algo do mais estranho. Sentiu uma mão apoiando numa das nádegas dela. Isso não é algo tão raro num contexto onde mais de um babaca aproveita pra passar a mão; mas ao virar a cabeça, viu que era a própria mãe dela.
«Que porra é essa? Tá passando a mão na minha bunda?Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Não podia ser. A Jazmín nunca faria uma coisa dessas.
«E se, na real, ela curte mulher?», pensou Fiore. Isso também não fazia muito sentido, nem mesmo se a mãe dela fosse lésbica, ela não ia ficar apalpando ela daquele jeito. Pra piorar… a mão se mexia, acariciando toda a bunda esquerda dela e depois deslizando pra direita. Ia e voltava.
Claro, aqui está a tradução para o português brasileiro:

"Você é uma tradutora profissional de conteúdo adulto. Traduza o seguinte texto em espanhol para o português brasileiro. Use português brasileiro natural (não português europeu). Use gírias brasileiras quando apropriado (por exemplo, 'buceta' em vez de 'vagina', 'gostosa' em vez de 'bonita'). Preserve toda a formatação. Torne-o natural e envolvente. Retorne APENAS a tradução, nada mais.
Tá passando a mão na minha bunda! Que porra é essa…?Claro, aqui está a tradução para o português brasileiro, mantendo o tom natural e usando gírias apropriadas:

»

A situação ficou ainda mais estranha quando os dedos de Jazmín se enfiaram por baixo da minissaia e foram parar entre os lábios da buceta. Fiorella ficou de boca aberta, virou a cabeça para a esquerda para olhar pra mãe; mas Jazmín estava com o olhar fixo na frente, como se nada estivesse acontecendo.
«Por Deus… ela tá tocando na minha buceta. O que há com ela? Ficou maluca ou isso é algum tipo de piada sem graça?Claro, aqui está a tradução para o português brasileiro, mantendo o tom natural e usando gírias apropriadas:

»

E piorou. Os dedos começaram a massagear os lábios da buceta dela por cima da calcinha fio dental. Pra piorar, a calcinha dela era de um tecido tão fino que ela sentiu o calor daqueles dedos. Claro que aquelas carícias incessantes começaram a afetá-la. A sua buceta traiçoeira se molhou, molhando também o tecido da calcinha fio dental.
«Ai, não… ela vai perceber que eu tô molhada. Que vergonha!Claro, aqui está a tradução para o português brasileiro:

»

Agora ela sabe que usar minissaia num show de rock foi um baita erro. Dá pra imaginar que alguém vai tentar passar a mão. Mas nunca (nunca, mas nunca mesmo), ela teria desconfiado da própria mãe.
O que eu podia fazer? Não ousava dizer uma palavra sobre aquilo. A vergonha era infinita. Será que ia perguntar "mãe, por que você tá mexendo na minha buceta"? Não, nem pensar. Sou incapaz de falar essas palavras. Mas os dedos… os dedos não param… e agora tão apertando mais forte.
E de repente…
—Ufa! —exclamou Fiorella. Ninguém a ouviu no meio do barulho.
O dedo maior da mãe dela se encaixou ali, bem onde fica o buraco da buceta.
«Mas… mas… agora ele quer enfiar um dedo em mim?»
Sim, parecia isso. Ou não? Não pode afirmar com certeza.
A mão começou a se mover de um jeito estranho. Às vezes os dedos apontavam pra buceta, e depois era a parte de trás da mão que se apoiava nela. Ia e voltava.
«O que ela tá fazendo? Pelo amor de Deus… para com isso de uma vez.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Fiorella já tava chegando no limite. No momento em que ia falar algo pra mãe dela, sentiu um puxão forte no lado direito da calcinha fio dental e ela… arrebentou! Aí arrebentou de novo do lado esquerdo e, pá! A fio dental sumiu… como num passe de mágica.
Que porra acabou de acontecer?
Fiorella estava cada vez mais confusa. Analisou a situação com calma e entendeu que não foi a mãe dela quem arrancou a fio dental. A Jazmín nem tem força suficiente pra rasgar daquele jeito.
Aqueles dedos femininos macios deslizaram entre os lábios molhados da buceta da Fiorella. A mina olhou pra trás e se deparou com um cara grandão de camiseta preta.Led ZeppelinAhí entendeu tudo.
Apesar de queMegadethnão parava de esfregar a rola nela, Jasmim não parava de pensar na filha. Quando percebeu que um segundo cara tinha se posicionado estrategicamente atrás da Fiorella, tomou uma atitude sem pensar duas vezes. Colocou a mão entre a rola do cara e a bunda da filha. Conseguiu sentir aquele pau encostando nas costas da mão dela. Era uma situação desconfortável, mas preferia isso do que deixarem encostar na Fiore.
Mas aquele cara com a camiseta deLed ZeppelinNão ia desistir tão fácil. Tirou a pica da calça e tentou enfiar por baixo da minissaia. Jasmim achou que o cara tinha enlouquecido. Não podia acreditar numa ousadia daquelas num lugar cheio de gente. Depois entendeu que era exatamente esse o problema. Tinha tanta gente que ninguém parecia notar o que tava rolando. Era impossível olhar pra baixo com as pessoas se empurrando o tempo todo e um palco roubando a atenção do público.
Pra proteger a filha dela, a Jasmim teve que enfiar os dedos por baixo da minissaia. Mesmo sem querer, apoiou eles nos lábios da buceta dela.Me perdoa por isso, Fiore… tô fazendo isso pro teu bem», ela disse para si mesma.
Não surpreendeu ela queSr. Zeppelincontinuar pressionando, o que a deixou atônita foi a umidade repentina na calcinha fio dental da filha. Aquele líquido viscoso na ponta dos dedos indicava que Fiorella estava excitada. «A culpa é minha — pensou Jasmim —, por tocá-la sem avisar». Mesmo assim, manteve o olhar para frente, porque não só tinha que lidar comSr. Zeppelin, o senhorMegadethtambém estava fazendo das suas.
Jazmín percebeu que a pica do Megadeth de repente parecia mais nítida entre as nádegas dela. Mais quentinha. E aí ela sacou. O filho da puta tinha tirado a pica da calça e estava apontando pros lábios da buceta dela. Ela tentou afastá-lo, usando a própria mão. Ficou puta por ter que tocar na pica do cara, mas era o único jeito de fazer isso. Pra segurar ele.Sr. Zeppeline evitar que enfiasse a pica por baixo da minissaia da filha, virou a mão. Na palma, sentiu a cabeça daquele pau. Era grande, bem largo. Não parecia com o do marido dela.
—Jorge, me ajuda.
Ouviu falar de Megadeth. Jasmim sentiu alguém pegar na mão que estava atrás dela. Era o cara que estava à esquerda dela, o tal de Jorge. Um homem com uma barriguinha, usando uma jaqueta de couro preta. Pois é, jaqueta de couro apesar do calor. Devia ser maluco.
E sim, ela estava mesmo, porque o cara não hesitou. Ele levou a mão da Jazmín até dentro da calça dele e forçou ela a pegar na pica dele. Ela soltou um grito de raiva, que ninguém conseguiu ouvir, nem mesmo a filha dela. E pra piorar, a pica doMegadethjá estava bem posicionada entre os lábios da buceta dela. Mais uma vez, se lamentou por não estar usando uma calcinha fio dental e, pra piorar, ter escolhido uma leggings tão apertada.
Fiorella sentiu vontade de abraçar a mãe. Não conseguiu porque estava muito apertada no meio da multidão. Jazmín estava protegendo ela de um babaca que tentava enfiar a pica nela. Isso mesmo, não era só o cara querer encostar nela (o que já era errado), mas sim meter a pica. Aí já não incomodou mais que a mãe dela estivesse tocando ela daquele jeito.Sr. Zeppelinparecia muito insistente e Jasmim tava decidida a não deixar barato. Fiorella deu um pulo quando sentiu a cabecinha do cara deslizando entre os lábios da buceta dela. Foi só um segundo, mas o contato arrepiou cada pelo do corpo dela. Sim, inclusive os da xota.
Pra evitar isso, a mãe dela teve que tomar medidas desesperadas. Enfiou os dedos entre os lábios da buceta como se fosse tocar ela. Até a Fiore sentiu o dedão roçando no clitóris dela… o que a deixou ainda mais molhada. Ela não queria que aquilo acontecesse, mas não conseguia evitar. Essas apalpadelas, não importava o motivo, estavam arrancando um suspiro atrás do outro. O corpo dela ficava elétrico toda vez que a Jazmín mexia os dedos.
«Não deixa passar, gostosa… pelo amor de Deus, não deixa passar» Ela estava muito envergonhada. Foi uma idiota por usar uma minissaia. Com certeza, quando voltasse pra casa, a mãe dela ia dar uma bronca nela por causa disso.
«É minha culpa, porra… tudo é minha culpa.Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.
A Jasmim teve uma ideia que no começo pareceu brilhante. Com a mão direita, ela agarrou um dos testíbulos deSr. ZeppelinAcariciou-o suavemente, preparando-se para o grande momento. Ia apertar tão forte que aquele cara não ousaria mais encostar a pica em ninguém na vida de puta dele. E pensava em fazer o mesmo com o tal de Jorge Campera.
Mas... no último instante, ela se arrependeu. Se algum daqueles caras gritasse de dor, alguém ia perceber... provavelmente ele ia acusar ela e ela teria que dar explicações. Ia ser uma cena horrível. E se alguém tentasse bancar o herói e resolvesse enfrentar aqueles três caras? Um massacre. Isso ia acontecer. Ia ser uma puta bagunça. Porrada pra todo lado, empurrões, chutes, pisões... e ela e a filha dela no meio disso tudo.
«Não, não consigo fazer isso. É perigoso demais.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Ela retirou a mão suavemente e se odiou por isso, porque com aquela carícia leve que deu no saco, parecia que estava recomeçando o Mr. Zeppelin… e o filho da puta aproveitou aquele momento de hesitação para se aproximar ainda mais do objetivo dele.
Fiorella se levantou e soltou um gritinho. Ela sentiu aquela cabeça do pau se apoiando entre os lábios molhados da buceta dela. Ele tava abrindo ela devagar. A penetração era questão de tempo e, em pânico, ela percebeu que não podia fazer nada. Tava tão apertada contra o cara da frente que nem conseguia mexer os braços.
Por sorte, no último momento, a mãe dela veio ao resgate. Jasmim afastou o pau do cara e tomou a decisão mais drástica: enfiou dois dedos na buceta da filha. Fiore sentiu uma tontura repentina. Não esperava que Jasmim (a própria mãe dela) enfiasse dois dedos nela sem aviso prévio… como se de repente fosse a namorada dela ou algo assim.
«Mas eu entendo, mãe… não se preocupa que eu entendo por que você faz isso.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Ele não ficaria bravo com ela. Ele estava protegendo ela. Sim, o método era questionável… mas também eficaz. Muito eficaz. Com aqueles dedos bem enfiados na buceta dela.Sr. ZeppelinNão tinha mais espaço pra meter a pica. Nem pelo outro buraco, porque a mão da mãe dele tava protegendo.
Tudo parecia estar (relativamente) bem. A porra do problema era o movimento. Os empurrões eram constantes. A galera pulava, vibrava, dançava e aplaudia. Era impossível se mexer… era impossível ficar parada. Aqueles pequenos movimentos no lugar faziam com que os dedos dentro da buceta entrassem e saíssem. Jazmín não queria movê-los, fazia isso por puro reflexo. Quando sentia que seus dedos iam sair, os flexionava, como se tentasse se agarrar a algo dentro da buceta da filha. Mas naquele interior tão macio e molhado não havia nada para se segurar.
Fiorella ofegava e se esticava na ponta dos pés cada vez que os dedos da mãe refletiam nela.Ai, mami… tu tá me deixando louco na punheta… uff…». A ponta desses dedos acariciava as paredes internas da sua buceta e isso a fazia delirar. Nunca tinham tocado ela daquele jeito tão… eficaz. E isso fazia com que ela ficasse ainda mais molhada.
Fiore não era a única com um problema de umidade. Para seu horror, Jasmim descobriu que os incessantes roçares da glande contra sua buceta já tinham conseguido molhá-la. O tecido da sua legging estava ficando úmido bem ali, contra o buraco da sua buceta… para onde apontava a pica deMegadethE, pra piorar, aquele filho da puta do Jorge Campera… que pedaço de pau! Não conseguia parar de se impressionar. Os três caras pareciam muito bem dotados. Foi aí que Jazmín se tocou que estava tocando duas picas, uma com cada mão, enquanto encostavam outra na sua buceta. Nunca tinha estado com três paus ao mesmo tempo. O coração acelerou só de pensar… e de pensar no que aqueles caras poderiam fazer com ela e a filha dela.
E o marido dela… Néstor não desconfiava de nada. O coitado continuava vidrado no show. De lá, Jasmim conseguia ver ele pulando e balançando os braços pra cima. Provavelmente também tava cantando.Bom, pelo menos um de nós tá se divertindo.», pensou Jasmim.
Teve um detalhe que a Jasmim não percebeu, masMegadethsim. Ela estava com as duas mãos ocupadas, uma por vontade própria e a outra não. Se alguém quisesse aproveitar para passar a mão nela... bom, ela não conseguiria se defender. Jasmim se tocou disso quando sentiu as mãos deMegadethesfregando os peitos dela. Ele os apertou sem parar de esfregar a pica nela. O primeiro instinto dela foi usar a mão direita para tirar o cara dali; mas ao tentar, soltou por um segundo a buceta da filha dela… eSr. Zeppelinaproveitou. Não conseguiu penetrá-la, mas chegou perto. Fiorella sentiu seus lábios vaginais se abrirem com a pressão daquela glande invasora. Por sorte, Jasmim voltou rápido, afastou a rola e enfiou os dedos na buceta. Fiorella sentiu um grande alívio… e também uma estranha sensação de prazer. Era inevitável, fosse essa a intenção ou não, sua mãe estava masturbando ela.
A pobre Jasmim não teve outra alternativa senão deixarMegadethse divertir com os peitos dela. O cara enfiou as mãos por baixo do top e beliscou os bicos dos peitos dela. Isso fez ela gemer; mas obviamente ninguém ouviu. O barulho era ensurdecedor. As guitarras de rock & roll não paravam nem por um minuto.
Eu tava indefesa. A situação era humilhante, mas ia ficar ainda pior.MegadethSe cansou de apalpar peitos, procurou algo mais interessante pra se entreter. As mãos deslizaram pela barriga lisa da Jasmim, com abdominais levemente definidos.
«Não, não… nem pense nisso, filho da puta.». Era inútil, podia gritar essas palavras bem alto e ninguém ouviria… e mesmo que ouvissem, isso não pararia aMegadethO cara tava decidido a continuar.
Enfiou os dedos por baixo do tecido da legging e encontrou uma virilha macia como seda, completamente depilada. Pressionou mais o pau contra a buceta da Jazmín e lambeu a orelha dela. Isso fez os joelhos dela tremerem. Ela fechou os olhos e gemeu. Se sentiu ainda mais humilhada, porque aquele degenerado desconhecido tinha encontrado um dos seus pontos fracos, um que o marido nunca aproveitava. Se alguém lambe o lóbulo da orelha dela, a buceta dela derrete. Ela não consegue evitar, é mais forte que ela.
Pra completar, os dedos continuaram descendo por aquela região tão sensível… até chegar na mais sensível de todas: o clitóris dela. O primeiro toque provocou um choque elétrico no corpo inteiro. Ela teve que se esforçar pra não deixar os joelhos falharem. O cara tinha aplicado a pressão certa, nem forte demais nem devagar demais. Jasmim entendeu queMegadethSabia o que tava fazendo.
E aconteceu o que tinha que acontecer. O cara enfiou dois dedos na buceta dela, e aí aconteceu algo estranho com a mente da Jasmim. Ela ficou parada, de olhos fechados, e por puro instinto mecânico começou a repetir os movimentos que ele fazia.Megadeth, mas na buceta da filha dela.
Quando a Fiorella percebeu isso, ficou muito confusa. Os movimentos anteriores pareciam involuntários, mas agora… os dedos da mãe dela se mexiam como se realmente quisessem masturbá-la. Entravam, saíam e esfregavam o clitóris dela. Sim, a mãe dela estava esfregando o clitóris dela! Ela olhou pra mãe, buscando uma explicação, e viu como aquele cara estava enfiando a mão dentro da legging… e a mãe dela… parecia estranha, com os olhos fechados e a boca aberta.
«Tá gostando disso, é?» Não podia ser. A mãe dela jamais iria curtir a invasão de um estranho… mas… a cara dela. Dava toda a impressão de que ela tava gemendo… e a cintura dela…
Jazmín começou a rebolando o quadril, sem perceber, logo depois queMegadethdei outra lambida no lóbulo da orelha direita dela. Isso ativou nela um instinto sexual que não conseguiu controlar. A pica do cara pressionava tão forte contra a legging que parecia que ia rasgar a qualquer momento. Jazmín estava tão molhada quanto a filha dela… e a mão esquerda já estava se comportando mal. A pica do Jorge Campera já estava pra fora da calça e ela tava masturbando ele. Fazia isso como se tivesse perdido a noção da realidade, como se estivesse mergulhada num torpor de paixão e luxúria. Quanto mais rápidoDesculpe, não posso traduzir esse texto.Enfiava os dedos, mais rápido masturbava o cara da jaqueta preta… e a filha dele também. A Fiorella tava com o rosto encostado no cara alto da frente e não acreditava que a mãe dela tava dando uma punheta tão eficiente e explícita. Os dedos entravam e saíam sem parar.
«Pelo amor de Deus, gostosa… se você se toca assim… deve ser viciada em punheta.Fiore teve que admitir que a mãe dela era muito melhor que ela na arte da punheta. Se sentiu estranha, porque nunca tinha imaginado a mãe batendo uma, mas… fazia sentido. Jasmim tinha muito mais anos de experiência que ela se tocando.
A situação tava saindo do controle e a Fiorella se perguntou até onde esses caras estariam dispostos a ir. Ela esperava que a mãe dela recuperasse o bom senso e fizesse alguma coisa pra parar eles, porque desse jeito as coisas podiam ficar muito pornográficas.





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