Fala, comunidade! Nesse ponto já tô começando a me soltar mais e escrever já não parece tão vergonhoso ou fico na dúvida se posto ou não. Dessa vez quero compartilhar com vocês o dia que literalmente criou esse ciclo de insegurança com a minha esposa e me fez ser, no começo do relacionamento, um cara hipersensível que pensava demais em tudo.
Já tava terminando o primeiro ano na faculdade; a diferença de tempo entre o post anterior e esse é de tipo um ano e meio ou 2 anos. (Resumindo o que rolou nesse tempo pra focar no que vou contar hoje, porque dá pra mais material em posts futuros: a gente ficou sem se falar por uns 9 meses, voltamos a ser amigos e meses depois começamos a namorar) A Lily não entrou na faculdade logo depois do ensino médio, como é o padrão aqui na minha cidade, ela tirou esse "descanso" e começou a trabalhar. Já eu, entrei na faculdade, e durante os primeiros 3 meses de aula, o contato e a conversa com a Lily eram meio escassos.
Cada um seguia seu próprio rumo de vida e suas escolhas. Mais ou menos com o passar do tempo, sem querer, a gente começou um namoro, mesmo que o tempo que tínhamos pra ficar juntos fosse pouco, já que ela tava no trampo e eu nos estudos, ficava complicado. Mesmo assim, eu me arrisquei e topei seguir esse relacionamento. Nossos encontros costumavam ser devagar, e o sexo rolava tipo uma vez a cada dois meses (nada frequente). Ela se dedicava de cabeça ao compromisso do trabalho, e o que vinha depois, na ordem de prioridade, não incluía o parceiro sentimental, mas sim as bebedeiras com os amigos.
Essa situação muitas vezes me deixava meio inquieto, porque a gente pensa que você vai querer passar o pouco tempo livre que tem com sua parceira, mas com ela não era assim. A vez que ela me deu uma surpresa completa e um baque de açúcar foi numa tarde de meados de abril, era o aniversário da filha de uma prima muito próxima. Tive o cuidado de, com antecedência, convidá-la e ficar lembrando da data pra que ela pudesse ir (não era nada demais, um rolê, mas pra ter uma aproximação com minha família). Resumo, naquele dia de manhã ela me avisou que talvez pudesse, porque precisava esperar uma colega cobrir o turno seguinte. Até aí tudo bem. A surpresa vem quando eu tava ajudando a servir a comida pros convidados e chega uma mensagem dela mais ou menos assim: "Sinceramente, não sei se te falo isso, mas não tô me sentindo muito bem. Fiz um teste de gravidez uns dias atrás e deu positivo.
Eu, ao ler essas mensagens, senti um baque profundo, então larguei o que tava fazendo e comecei a mandar mensagem pra ela. Como não tive resposta na hora, decidi ligar. Mas foi inútil, ela não atendia as ligações, e me mandou uma mensagem dizendo que não podia falar naquele momento porque tava ocupada. Insisti de novo com ligação até que ela atendeu uma e, com um tom meio irritado, me disse pra não encher o saco, que não podia me atender agora porque tava no médico. Perguntei onde ela tava pra eu ir até lá e acompanhar ela, mas ela respondeu algo que me deixou calado... — "um amigo" me trouxe, já tá aqui comigo, você fica aí, não vem. E desligou.
Que tipo de comentário foi aquele vindo da sua mina? Por escrito, eu perguntei várias coisas, entre elas o motivo de outra pessoa estar acompanhando ela, por que ela tinha se dirigido a outro antes do namorado, e como ela podia dizer que não era nada. No meio disso tudo, ela me responde com algo que quase me fez cair sentado de susto — "Não sei quem é o pai". Senti como se tivessem atirado em mim, me deixado sem alma e me pisado de volta no chão em segundos. Ela estava aceitando e confirmando que tinha me traído. E não só isso, porque no momento em que ela me escreveu isso, eu comecei a fazer as contas e realmente aquele filho não podia ser meu, já que não tinha rolado nada entre nós há alguns meses. O que tinha acontecido é que ela tinha saído algumas vezes depois do trabalho com os amigos dela, e isso me fez pensar com quem poderia ter sido.
Lily continua sem responder, e eu só quero me jogar no chão de tão idiota que fui. Depois de um tempo, ela me responde com um -É brincadeira, só estava zoando. Ainda tô no trampo, mas tava entediada. Passei de todo deprimido pra puto da vida em menos de um segundo, com vontade de dar uns tapas bem dados nela. Mas senti o sangue voltar pro corpo e consegui respirar melhor. Mesmo assim, ela não apareceu naquele dia e não quis me ver à noite. Isso me deixou cheio de dúvidas e desconfiança, pensando se tinha algo de verdade naquela brincadeira.

E me considero alguém paciente, mas com uma sede de vingança alta demais, e naquele dia prometi a mim mesmo que ia cobrar aquela brincadeira com algo muito maior pra ela.
Já tava terminando o primeiro ano na faculdade; a diferença de tempo entre o post anterior e esse é de tipo um ano e meio ou 2 anos. (Resumindo o que rolou nesse tempo pra focar no que vou contar hoje, porque dá pra mais material em posts futuros: a gente ficou sem se falar por uns 9 meses, voltamos a ser amigos e meses depois começamos a namorar) A Lily não entrou na faculdade logo depois do ensino médio, como é o padrão aqui na minha cidade, ela tirou esse "descanso" e começou a trabalhar. Já eu, entrei na faculdade, e durante os primeiros 3 meses de aula, o contato e a conversa com a Lily eram meio escassos.
Cada um seguia seu próprio rumo de vida e suas escolhas. Mais ou menos com o passar do tempo, sem querer, a gente começou um namoro, mesmo que o tempo que tínhamos pra ficar juntos fosse pouco, já que ela tava no trampo e eu nos estudos, ficava complicado. Mesmo assim, eu me arrisquei e topei seguir esse relacionamento. Nossos encontros costumavam ser devagar, e o sexo rolava tipo uma vez a cada dois meses (nada frequente). Ela se dedicava de cabeça ao compromisso do trabalho, e o que vinha depois, na ordem de prioridade, não incluía o parceiro sentimental, mas sim as bebedeiras com os amigos.
Essa situação muitas vezes me deixava meio inquieto, porque a gente pensa que você vai querer passar o pouco tempo livre que tem com sua parceira, mas com ela não era assim. A vez que ela me deu uma surpresa completa e um baque de açúcar foi numa tarde de meados de abril, era o aniversário da filha de uma prima muito próxima. Tive o cuidado de, com antecedência, convidá-la e ficar lembrando da data pra que ela pudesse ir (não era nada demais, um rolê, mas pra ter uma aproximação com minha família). Resumo, naquele dia de manhã ela me avisou que talvez pudesse, porque precisava esperar uma colega cobrir o turno seguinte. Até aí tudo bem. A surpresa vem quando eu tava ajudando a servir a comida pros convidados e chega uma mensagem dela mais ou menos assim: "Sinceramente, não sei se te falo isso, mas não tô me sentindo muito bem. Fiz um teste de gravidez uns dias atrás e deu positivo.
Eu, ao ler essas mensagens, senti um baque profundo, então larguei o que tava fazendo e comecei a mandar mensagem pra ela. Como não tive resposta na hora, decidi ligar. Mas foi inútil, ela não atendia as ligações, e me mandou uma mensagem dizendo que não podia falar naquele momento porque tava ocupada. Insisti de novo com ligação até que ela atendeu uma e, com um tom meio irritado, me disse pra não encher o saco, que não podia me atender agora porque tava no médico. Perguntei onde ela tava pra eu ir até lá e acompanhar ela, mas ela respondeu algo que me deixou calado... — "um amigo" me trouxe, já tá aqui comigo, você fica aí, não vem. E desligou.
Que tipo de comentário foi aquele vindo da sua mina? Por escrito, eu perguntei várias coisas, entre elas o motivo de outra pessoa estar acompanhando ela, por que ela tinha se dirigido a outro antes do namorado, e como ela podia dizer que não era nada. No meio disso tudo, ela me responde com algo que quase me fez cair sentado de susto — "Não sei quem é o pai". Senti como se tivessem atirado em mim, me deixado sem alma e me pisado de volta no chão em segundos. Ela estava aceitando e confirmando que tinha me traído. E não só isso, porque no momento em que ela me escreveu isso, eu comecei a fazer as contas e realmente aquele filho não podia ser meu, já que não tinha rolado nada entre nós há alguns meses. O que tinha acontecido é que ela tinha saído algumas vezes depois do trabalho com os amigos dela, e isso me fez pensar com quem poderia ter sido.
Lily continua sem responder, e eu só quero me jogar no chão de tão idiota que fui. Depois de um tempo, ela me responde com um -É brincadeira, só estava zoando. Ainda tô no trampo, mas tava entediada. Passei de todo deprimido pra puto da vida em menos de um segundo, com vontade de dar uns tapas bem dados nela. Mas senti o sangue voltar pro corpo e consegui respirar melhor. Mesmo assim, ela não apareceu naquele dia e não quis me ver à noite. Isso me deixou cheio de dúvidas e desconfiança, pensando se tinha algo de verdade naquela brincadeira.

E me considero alguém paciente, mas com uma sede de vingança alta demais, e naquele dia prometi a mim mesmo que ia cobrar aquela brincadeira com algo muito maior pra ela.
2 comentários - Inseguridades
Ya debes saber que esa tipa es puta y esa broma no es ningún juego.
Lo más sano es cortarla de raíz.
Saludos.