A gente ia levar uma vizinha pra fazer compra e deixou ela com uma amiga. Aí minha amiga desceu no mercado com ela pra comprar também. Enquanto elas descem, um casal me para e pergunta: "Você faz corrida?" Eu respondi que não, mas perguntei o que eles precisavam. O cara disse que iam até um bairro aqui perto. Falei: "Beleza, levo vocês", até porque minha amiga e a vizinha iam demorar um tempão. Aí eles carregam tudo no carro, levavam umas coisas pra casa, mas também muito álcool. A gente foi, eles foram me indicando o caminho, e era um bairro popular da região. Eles desceram e foram levando as coisas. De repente, sai de dentro um cara todo pelado, tipo um bombadinho, de short de futebol igual os que usam agora. E me deu uma quentura — era quase meio-dia — e ele falou: "Bora festejar o aniversário do meu irmão, vamos começar com esse vinhozinho." Respondi que era uma pena, porque tinha que esperar minhas vizinhas, senão descia pra festejar. E ele disse: "Desce, mano, toma uns tragos, não dá nada." Pensei um pouco, mas a quentura falou mais alto. Falei que sim, desci do carro, tranquei e entrei na casa. O cara preparou um vinho numa jarra e começou a passar. Estávamos eu, o cara que eu tava afim, o aniversariante, a namorada dele, e num cômodo tava a mãe deles. Tudo bem até que lembrei das minhas vizinhas e mandei mensagem dizendo que ia mandar um carro pra elas, porque tinha surgido um imprevisto. Aí a gente continuou bebendo, e eles estavam pelados por causa do calor. Me falaram pra ficar à vontade, e eu também fiquei pelado. Já quase na hora do almoço, a gente tinha tomado um vinho e tava na metade do Fernet. O irmão do aniversariante foi pro banheiro falando: "Ainda não almoçamos, mas eu quero a sobremesa." Não entendi o que ele quis dizer até me ligar depois. Ele saiu e a gente continuou. Uns minutos depois, fui eu pro banheiro, fiz xixi, e a quentura falou mais alto: comecei a me tocar. Enquanto tava me tocando e enfiando os dedos, sinto a porta do banheiro abrir e alguém entrar. Era o irmão. Ele me viu e falou: "Uuuu, desculpa, queria pegar água. todo morrendo de vergonha porque não sabia como ele podia reagir, falei que não tinha problema, que estava experimentando. Ele diz "tá bom", tira do bolso um saquinho e um canudo sem o cartucho, e pergunta "quer fumar?". Eu nunca tinha provado, já estive em ambientes que tinha, mas nunca dei bola até aquele momento. Falei que sim, ele me ofereceu, e senti um prazer que me fez ficar mais excitada. Enquanto isso, ele fumava e eu via ele se tocando na cock que já tava meia bomba. Ele diz "tá uma delícia". Faço que sim com a cabeça e ele fala "faz o que você tava fazendo, me deixou com tesão". Aí eu falo "sim, eu também tô com um tesão danado". Ele continuava se esfregando na cock. Até que vejo ele tirar a cock pra fora e começar a bater uma, isso me deixou com tesão total, comecei a dilatar mais e meter outro dedo. Ele pergunta "quer chupar ela?" e eu respondo que sim. Me abaixei e comecei a chupar, a cock dele era normal, não era pequena mas também não era gigante. Comecei a meter a boca nele e ele começou a gemer e falar "adorei". Eu tava muito excitada e falei "não goza, quero que você meta". Logo depois, ele tira, me levanta e me faz encostar na parede do banheiro. Dá mais um tiro e abre meus cachepos pra meter. Primeiro entrou a cabeça e depois o resto, eu quase não gemia pra não ser ouvida porque tinha música alta. Depois de três bombadas suaves, ele começou a acelerar o ritmo. Dava pra sentir ele batendo na minha bunda com o quadril, isso me deixava mais excitada, ainda mais com o efeito daquela droga que me transformou numa puta. Ele começou a bombar mais rápido até que senti a respiração dele e minha bunda bem molhada, era porque ele tinha gozado. Eu tava super excitada e ele parecia que também continuava. Ele tirou a cock, me virou e mandou eu limpar a cock dele com a boca, engoli todo o leite, me limpei e voltamos pra cozinha. Parte 2 em breve.
4 comentários - Sem querer me comeram e adorei