Minha tia e o novo namorado + fotos!

Fala, galera! Desculpa pela demora com essa história, tinha prometido postar semanas atrás e não consegui!
Tomara que vocês gostem, porque eu adoraria continuar postando capítulos dessa nova história!


Deixo umas fotos de presente pra vocês e não esqueçam de me visitar no meu Instagram
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.nessa_innocentotakuComo todo verão com minha mãe, a gente visitava a irmã dela em Santa Rosa de Calamuchita, Córdoba, e aquele ano não ia ser diferente. As festas tinham chegado e a gente se preparava pra ir logo depois do Ano Novo, mas um sustinho com meu pai botou nossos planos em risco. Ele é dono e gerente de um bazarzão em Buenos Aires, fundou faz tempo, antes de eu nascer. Minha mãe sempre cuidou da casa e, se por algum motivo ele não podia ficar na loja, ela assumia. Naquele fim de ano, meu pai levou um tombo que deixou ele engessado e de repouso por pelo menos um mês. Minha mãe tinha que tomar o lugar dele na loja, mas a gente, como todo ano, já tinha tudo pronto pra ir pra casa da minha tia durante janeiro e uns dias de fevereiro.

Eu adorava visitar ela. Santa Rosa é um lugar muito lindo, tinha uma paz danada, diferente do que eu vivia todo dia em CABA. Amava passar as tardes no jardim dela, lendo mangás novos que comprava antes de ir pra estrear lá, as caminhadas no fim da tarde e outros prazeres da vida "campestre".

Minha tia, quando soube, insistiu pra eu ir sozinha, que já era grandinha. Meus pais tinham medo de eu pegar um ônibus sozinha pra Córdoba. Foi uma semana de muita insistência até que finalmente aceitaram.

Tava super animada, nunca tinha feito algo assim. Pode parecer bobeira, mas pra mim era um passo enorme. Minha mãe ia se juntar a gente assim que meu pai pudesse voltar ao trabalho. Ele já tinha botado em prática a ideia de se recuperar o mais rápido possível.

Foi assim que o dia chegou. A despedida foi eterna, eles custaram a aceitar a ideia de me deixar ir sozinha, mas tiveram que engolir. E então, depois de muitas, muitas horas de viagem, cheguei no terminal onde minha tia me esperava com um sorrisão.

A figura exuberante dela e o vestido florido com um decote que pouco deixava pra imaginação chamavam a atenção de todo mundo no terminal.

— Finalmente, gata! Deixaram você viajar sozinha, não acredito — ela falou alto enquanto me abraçava. me dava um abraço enorme
Desde muito nova, a gente teve uma relação muito próxima, ela era a tia que me deixava fazer o que meus pais não deixavam. Sofri muito quando ela foi pra Córdoba morar por causa do trabalho, mas todo verão era uma oportunidade que eu esperava ansiosa pra poder visitar ela.
— Nossa, como você tá grande! Já é toda uma mulher, cada ano que te vejo não acredito como você cresce. Ainda tá de namoro?
— Tô sim, vamos fazer 2 anos daqui a alguns meses.
— Ah, que bom, e imagino que já fizeram aquilo, né? — enquanto a gente ia pro carro.
Ela sempre falava comigo com maior naturalidade, me fazia sentir igual a ela. Eu tinha um certo pudor em falar dessas coisas, porque era algo que eu só conversava com a Naomi, minha melhor amiga.
— Sim, tia, mas não muitas vezes — falei rindo.
— Ah, esse cara me parece meio bocó, vou ter que te apresentar um cordobês — disse rindo.
Faltando umas quadras pra chegar...
— Pipu (era como ela me chamava), preciso te perguntar uma coisa.
— Fala, tia.
— Tô num relacionamento há um ano, e faz uns meses que ele mora comigo. Não contei pra vocês por telefone porque preferia dizer pessoalmente. O negócio é que durante esse mês que vocês iam ficar, ele ia ficar em outro lugar, mas aproveitando que a Mabel (minha mãe) não tá, queria saber se te incomoda ele ficar aqui, com a gente esse mês. Óbvio que sua mãe não pode saber, senão ela me mata!
Não dava pra dizer não. Mesmo a ideia de conviver com um estranho não me parecer legal, eu via que ela tava super animada, e além disso, ela sempre foi super parceira comigo.
— Pode deixar, tia, eu não falo nada, pode esquecer.
— Aiii, que alegria, obrigada, pipu. Mais tarde vou te apresentar ele, é um amor de pessoa, chama Hugo, tem uma oficina mecânica perto do centro. Vou pedir pra ele fazer um churrasco hoje à noite pra te receber.
Depois de um pequeno passeio pela cidade, a gente chegou na casa dela. Ficava meio afastada do centro, era uma casa antiga, meio deteriorada, mas minha tia cuidava dela o melhor que podia. podia, tinha um quintalzão, sem vizinhos perto, pra mim, era o paraíso. Era tipo estar no meio do nada, sem barulho chato, sem hora, só eu e minhas leituras.
Naquela tarde conheci o Hugo, minha tia deu a boa notícia de que ele podia ficar enquanto minha mãe não estivesse.
Ele era um homem alto, fortão, grandalhão, lá pelos quarenta e poucos anos, tava sem barbear fazia uns dias, cabelo curto, vestia uma camisa bege cheia de manchas de graxa e uma calça jeans bem gasta. Nos pés, umas botas também bem detonadas.
— Oi! Desculpa o visual, mas acabei de voltar da oficina, sua tia falou muito de você! — disse com uma voz rouca, grave, imponente.
Cumprimentei ele meio tímida, a gente bateu um papo rápido os três e eu continuei desfazendo as malas e arrumando o quarto que minha tia tinha preparado pra mim.
Nos primeiros dias, a convivência foi super tranquila, tudo era perfeito demais, mas eu percebia minha tia meio desconfortável.
Só no quinto dia que as coisas começaram a ficar mais "normais". Hugo e ela começaram a ter discussões que às vezes acabavam com um portão batendo. A casa não tava sempre limpa, os pratos começavam a acumular na pia. Enfim, coisas comuns de uma convivência que eles tinham tentado esconder porque eu tava ali, mas depois resolviam na cama, do meu quarto dava pra ouvir tudo.
No começo, eu morria de vergonha de ouvir eles transando, me incomodava, eram muito barulhentos, mas com o passar dos dias comecei a curtir, a curiosidade tinha tomado conta de mim, adorava imaginar eles enquanto me tocava na cama.
Era domingo, fui com minha tia no centro fazer as compras e o Hugo ficou em casa fazendo a "churrasqueira" pra comer algo na grelha. Quando voltei, notei que no meu quarto as coisas não estavam como eu tinha deixado, sou muito detalhista com isso, e vi que a gaveta onde eu tinha colocado minha roupa íntima tava entreaberta. Alguém tinha fuçado. Embora não faltasse nenhuma peça de roupa, era óbvio que não estavam do jeito que eu tinha guardado. Parece que a curiosidade também tinha tomado conta do Hugo. Não falei nada pra minha tia e fingi que nada tinha acontecido.

O segundo toque de atenção foi naquela mesma tarde. Minha tia ia se encontrar com as amigas e o Hugo ia jogar uma partida de futebol. Quando terminasse, ele passaria pra me buscar e a gente voltaria pra casa.

Passei a tarde lendo um dos mangás que tinha comprado e aproveitei que estava sozinha pra tomar um banho. Tava um calor do caralho, e cair na água ia me fazer muito bem. Minha tia tinha montado uma piscina inflável lá fora, mas a água não tava tão gelada, e eu preferia ficar limpinha e cheirosa pro resto da tarde/noite.

Tava tomando banho numa boa quando, de repente, a porta do banheiro abriu de uma vez.

— Uuui, desculpa! Não sabia que você tava aqui — era o Hugo, tinha voltado do jogo sem a minha tia.
— Ia buscar sua tia, mas tô morrendo de vontade de mijar e quis aproveitar que passei pela porta — continuou, sem preocupação.
— Quase morri do susto — falei, enquanto minha alma voltava pro corpo aos poucos.
— Me desculpa, não foi minha intenção. Vi a luz acesa no quarto e pensei que você tivesse lá.

Achei que ele fosse embora ou pelo menos esperasse depois dessa conversinha.

— Te incomoda se eu mijar? É que não aguento mais.

O que eu podia dizer? Dava pra sentir na voz dele a necessidade de urinar. Só uma cortina branca nos separava.

— Tá bom, sim — falei, enquanto tentava voltar ao batimento cardíaco normal depois do susto.
— Valeu! É que eu não aguentava mais — enquanto eu ouvia o barulho de um jato forte batendo no vaso.

Ele tava com muita vontade mesmo, porque demorou um tempão fazendo aquilo.

— Não espia, hein, que eu ainda não terminei — disse, rindo.

Era um comentário totalmente sem noção, mas de certo modo, o tom de brincadeira que ele usou me deixou curiosa.

— Haha, não — respondi, corada.
— Pronto, linda, não vou mais te atrapalhar. Vou buscar sua tia. Não conta nada disso que aconteceu, ok?
— Não, não, não falo nada — falei. enquanto via uma silhueta enorme através da cortina.
—valeu, gostosa, a gente se vê — enquanto fechava a porta.
Ele foi embora me deixando com uma dúvida: será que ele também tinha visto minha silhueta pelada?
Era a primeira vez que ele me chamava assim, gostosa, me chamou a atenção. Não podia contar pra minha tia, não sabia como ela ia reagir, não queria que eles brigassem de novo.
Naquela noite, ouvi de novo eles transando, minha tia realmente curtia, eles se putiavam muito, parecia que nem ligavam pra minha presença em casa. Na verdade, parecia que faziam de propósito. Nos meus pensamentos, o Hugo começava a ganhar destaque…
—vai, isso, filho da puta, continua, me come toda — era o mais suave que dava pra ouvir.
Com o passar dos dias, fui ficando mais à vontade com o Hugo, e ele aproveitava toda vez que minha tia não tava perto pra fazer alguma piada sobre o que aconteceu no domingo. Tudo isso foi despertando em mim a vontade de criar outra situação parecida, pra ver o que ia rolar.
Era quarta-feira, ela trabalhava até tarde, esperei ele chegar do trabalho, deixei tudo pronto pra me enfiar no banheiro assim que ouvisse a caminhonete. Chegou a hora, ouvi o barulho do motor na entrada de casa e corri rápido pro banheiro. Esperei uns minutos enquanto tomava banho, pareceram uma eternidade, de repente a porta do banheiro abriu.
—opa, de novo — ele disse com uma voz debochada
—sem problemas — falei entre risos, fingindo surpresa.
—te assustei?
—um pouco
—te incomoda se eu fizer? vou ter que começar a mijar na oficina antes de sair, acho — enquanto ria.
—não me incomoda — falei timidamente
Dessa vez, o jato não foi tão longo, mas ele continuava ali. Em silêncio.
—dessa vez deixo você espiar se quiser — de novo entre risos.
Me pegou de surpresa total, não esperava que ele fosse tão direto, tava muito nervosa, não sabia como responder, mas queria fazer.
—é? não precisa — falei com a voz bem trêmula.
—pode sim, você mereceu por guardar o segredo haha-
demorei uns segundos pra responder.
- bom, mas não olha, não, tô com vergonha-
-haha, então tá, eu olho pro outro lado-

Não tinha mais volta, eu tava entrando na brincadeira do namorado da minha tia, a curiosidade tava me matando. Corri a cortina devagar e espiei, o rosto dele tava virado pra porta, comecei a descer o olhar, vi ele. Mesmo mole, dava pra ver que era grande e grosso. Dava pra entender por que minha tia gemia tão alto à noite. A cabeça tava molhada, brilhando, tinha bastante pelo, mas ainda assim se destacava. Uma eletricidade percorreu meu corpo. Fechei a cortina rápido, minha cara devia estar vermelha.
- já foi?- ele perguntou.
- aham- eu mal conseguia falar.
- e aí, o que achou? gostou?- enquanto ria
- os ratos comeram sua língua?- insistiu.
- sim- consegui soltar, morrendo de timidez
- sim, os ratos comeram ou sim, gostou?-
- gostei- adorei! mas não podia falar assim
- Ah, que bom, é mais um segredo nosso, fecha?-
- sim, sim-
- mas pra ficar no zero a zero, eu teria que te espionar um pouco também, não acha?
A brincadeira tava indo longe demais e rápido demais, mas alguma coisa dentro de mim não queria parar.
- o que cê acha? posso?- insistiu.
A voz grave dele ecoava na minha cabeça, eu não tinha coragem de falar que sim, mas também não queria falar que não.
- posso ou não, princesa?- insistiu de novo.
- sim- falei bem baixinho, enquanto escondia o rosto inteiro com as mãos.
Tava morrendo de vergonha, não conseguia olhar nos olhos dele.
Senti a cortina sendo puxada devagar. Os olhos dele, com certeza, me percorriam de cima a baixo.
- mmm, não precisa ter vergonha, cê tem um corpo muito gostoso- ele disse
Eu tava completamente vermelha.
- ei, não se esconde, deixa eu ver essa carinha linda que cê tem- enquanto a mão dele passava pela água e soltava meu rosto com cuidado.
Ele tinha aparecido meio corpo, a camisa do trabalho com alguns botões abertos.
- cê é muito linda, sabia?-
- obrigada- respondi envergonhada.
O olhar dele me percorria uma e outra vez, enquanto ele puxava mais a cortina, deixando a parte de baixo à mostra.
Meus olhos voaram na direção dele. Agora sim, estava bem ereto, era muito grande, grande demais, minha curiosidade vencia a timidez.
— Viu como ele ficou quando te viu? — o comentário dele me deixou completamente vermelha.
— Haha, não precisa ter vergonha, quer tocar nele? — enquanto ele ia abaixando a calça, revelando umas pernas peludas, que pareciam fortes.
Eu não sabia o que responder, a situação já tinha me dominado completamente. O jogo tinha escapado do meu controle.
— Te vejo muito tensa, deixa eu te ajudar a relaxar primeiro?
Meu corpo assentiu sem que eu conseguisse processar.
— Ok, espera aí que vou tirar isso, porque vou molhar a roupa —
Ele começou a tirar a camisa, desabotoando tudo, deixando o torso peludo à mostra. Tinha uma barriguinha, mas no geral era um corpo forte, eu gostava, e muito.
— Passa o sabonete pra mim — ele ordenou com doçura.
— Sim — enquanto eu me virava pra pegar, senti ele soltar uma respiração profunda.
— Humm, que bunda gostosa você tem — embora ele tenha dito com ternura, parecia que a fera dentro dele podia sair a qualquer momento.
Ele pegou o sabonete, esfregou nas mãos e me devolveu. Deixou a água cair sobre elas pra lavar.
— Agora sim, tenho as mãos limpas —
As mãos dele eram todas cortadas, cheias de calos, eram mãos de trabalho, eram mãos de “homem”.
— Chega mais perto — ele disse.
Dei uns passos tímidos, quase ficando fora do alcance da água, ele tinha um dos pés dentro do chuveiro.
— Vou fazer uma coisa que vai te ajudar a relaxar bastante, pra você não ficar tão tensa, tão nervosa —
Eu abaixei a cabeça e deixei ele fazer…
De novo, uma eletricidade percorreu meu corpo, as mãos dele, ásperas, estavam roçando minha barriguinha, ele tinha começado a acariciar devagar meu corpo, meu abdômen, minha cintura, minhas coxas. Parou na minha pélvis, o dedo dele começou a descer lentamente até chegar na minha buceta. Devagar… Pouquinho, com suavidade, foi separando meus lábios, posicionando o dedo no meu clitóris, começou a esfregar devagar. Arranhava, mas eu adorava. Sabia como me estimular.
Um prazer intenso, desconhecido, me percorria por completo. A adrenalina, o tesão, o proibido, era um coquetel que nunca tinha experimentado.
Aos poucos fui me entregando ao prazer daquelas carícias, precisei apoiar uma das mãos na parede porque, por momentos, minhas pernas fraquejavam. Eu tinha me afastado completamente do chuveiro, estava a poucos centímetros dele. Com a outra mão, me segurava para eu não cair, os movimentos dos dedos dele aceleravam. Minhas pernas se abriam sozinhas. Por momentos, o pau enorme dele dava espasmos, eu olhava hipnotizada.
– Mmmmmmm – eu mal conseguia conter os gemidos.
De repente, ele parou, o dedo começou a descer e fazer círculos sobre o buraquinho molhado da minha buceta.
– Tá gostando muito, não é, princesa?
Eu adorava que ele me chamasse assim, que um homem como ele me chamasse assim.
– Sim – mal conseguia expressar o que sentia, por dentro eu pegava fogo, mas por fora tinha algo que não me deixava soltar.
O dedo dele começou a se enfiar no meu buraquinho, era grosso. Era impossível disfarçar a pequena dor que me causava.
– Mmm, você tá bem apertadinha, princesa, vou devagar –
O dedo dele foi ganhando espaço no meu buraquinho, agora conseguia entrar e sair com certa facilidade, eu estava aproveitando como nunca.
– Ahhh –
– Mmm, isso, garota, aproveita – agora entrava e saía com fluidez, ele estava me comendo.
Nem meu namorado, com o corpo dele, fazia a força que ele fazia só com a mão.
– Mmmmmmmmmmmmmm, ahhhhhhhhhhhhhhh –
– Isso, garota, assim –
– Mmmmmmmm, ahhhhhhhhhhhh – meu orgasmo não demorou a chegar. Nunca antes tinha sentido tanto prazer, meu corpo ficou tremendo no dedo dele por pelo menos um minuto, eu estava disposta a tudo. Aos poucos, ele foi tirando o dedo, minhas pernas tremiam.
– Gostou, princesa? – o dedão dele se posicionou sobre meu clitóris, acariciando suavemente.
– Sim – eu estava super ofegante.
– Mmmmmmm, que Corpinho gostoso que você tem, que pele tão macia, deixa eu entrar um pouquinho no chuveiro com você?
Nem esperou minha resposta, deu um passo pra frente e já estava dentro.
— Não vamos contar nada pra sua tia, né? — falou num tom sugestivo.
— Não, não — eu não podia contar isso pra ninguém.
— Agora é sua vez — enquanto apertava com a mão o enorme membro dele, completamente duro.
Deu uns passos pra frente e me encostou na parede. A gente tava debaixo do chuveiro. A voz dele já não soava tão meiga, tão doce, era bem o contrário.
O pau dele batia no meu corpo, um pouco acima do meu umbigo. Com timidez, aproximei minhas mãos e segurei. Apertei com firmeza, senti as veias dele através dos meus dedos. Foi tão bom, nunca tinha experimentado algo assim, sempre imaginei como seria segurar um pau tão grande enquanto lia algum hentai, agora tava vivendo aquilo.
Comecei a masturbar ele com as duas mãos.
— Mmmmmmm, siiiim — enquanto ele segurava meu rosto e passava os dedos na minha boca.
— Forte, gata — ele ordenou.
Comecei a masturbar ele rápido, forte, como ele pedia, enquanto chupava os dedos dele.
— Ahhhhhh, siiiim, continua, garota —
O pau dele tava muito duro, eu apertava cada vez mais forte, apertava e isso deixava ele louco.
— Mmmmm, assim, sim —
Os dedos dele iam cada vez mais fundo, me dava ânsia. Isso fazia ele aproveitar mais.
— Continua que já vem, gostosa, continua, ahhhhhhhhhhhh, siiiiiiiiiiiiiim —
Enquanto chupava os dedos dele como podia, senti um jato forte de porra bater no meu peitinho, ele tinha gozado pra caralho.
— Mmmm, siiiim, gostosa — enquanto pressionava o pau dele contra meu peito.
Continuei masturbando ele até que ele me parou. Tava com muita vergonha de olhar nos olhos dele. Custava acreditar no que tinha acontecido.
Ele apoiou a mão no meu queixo e levantou. A gente se olhou por um instante. A água escorria pelos nossos corpos. Ele colocou as mãos nas minhas axilas e, como se eu fosse uma pluma, me levantou e me levou contra a parede. Eu enrolei minhas pernas nele pra me segurar. Ele começou... a me beijar, nunca tinham feito assim, sentia os lábios grossos dele roçando nos meus, a barba arranhava, eu amava. Me sentia a mulher dele, a putinha dele. Nunca tinha experimentado aquilo... Ele continuou me beijando enquanto a água morna do chuveiro esfriava. A dureza dele não diminuía, estava roçando os lábios da minha buceta, mas o tempo estava contra a gente e ele tinha que buscar minha tia.
O celular dele começou a tocar, era o começo do fim do nosso momento lindo, ele tinha que ir embora o mais rápido possível. Com um beijão ele se despediu e saiu voando pra buscar ela. Minhas pernas mal conseguiam me manter em pé no chuveiro, cederam, fiquei sentada na banheira, a água, agora fria, caía sobre mim, instintivamente meus dedos foram buscar meu sexo, me masturbei como nunca, revivendo na minha mente tudo que tinha acontecido.Minha tia e o novo namorado + fotos!

casal

namorado

24 comentários - Minha tia e o novo namorado + fotos!

Que lindo relato. Me imagine toda la situación.
leobar4 +1
Delicioso relato. Revivi cada párrafo en mi cabeza. ¡Felicitaciones!
Haces los mejores relatos Nessa, y las fotos se agradecen estas muuuuy linda!
Que hermoso mi vida!! Escribime si estás aún allá, éste finde voy para Sta Rosa.. soy de Córdoba capital mi amor 🔥😍
Hay pocas cosas que me calienten tanto como un relato bien desarrollado y con buena estructura. Es re por ahí.
Atemu7
Tendrías que certificar las fotos.
Atemu7
Para saber que esas fotos son tuyas.
que hermoso para llenarte tanto de leche hasta dejarte preñada y seguirte dando duro toda panzona !
Excelente relato. 🧐👌‼ No esperaba menos de tí, mi bebé. 😘💕 ¿Y las fotitos son de tu hermoso cuerpecito? 👉👈 ¡Vaya! Para decir entonces que, aparte de guapísima y talentosísima, también estás buenísima... 🔥🤤🤤🤤💕 Me fascinas. :3
Muy buen relato, excitante y bien llevado
Hay continuación?
Me gusta tu cuerpo y tu colita parada me llamo Hugo Quiero levantarte en mis brazos y hacerte mía
Q hermosa nena q rica conchita tenes, m encanta tu relato, tenes más?