Mentiras e Verdades

Como vai? Eu trabalho num famoso laboratório de remédios, o da R. Uns anos atrás entrou uma laboratorista muito gostosa, a Mariel, 1,75 de altura, cabelo preto pesado, peitos operados, harmônicos pro corpo dela (dá pra ver que foi um trampo caro), olhos verdes e franja (que ela nunca tira). Ela tem cara de atleta alemã e uma bunda muito simpática, que com o jaleco faz a gente ficar na dúvida se é boa mesmo ou se é só o jeito que ela fica. Eu tenho 1,85, então as altas me chamam mais atenção. Com o tempo, fomos criando uma certa amizade, mais de colegas, mas na festa de fim de ano fomos passando algumas barreiras com piadas de duplo sentido e uns toques "involuntários" que me deixaram de pau duro, mas nada além disso. Na festa de fim de ano fui com minha esposa e dava pra ver que ela tava desconfortável, embora a Reina tenha notado a tensão entre nós. "Tira ela pra dançar, vai, ela tá dando voltas e você também. É ela, né? A com quem você sai em grupo? Para de frescura, você sabe que não sou ciumenta..." Me surpreendeu, mas se vocês leram os outros relatos, sabem que ela já vinha com uma ideia na cabeça. Chamo ela e apresento, elas se cumprimentam, elogiam a roupa uma da outra, se estudam como se fossem concorrentes, e tiro a Mariel pra dançar... Dançamos 2 ou 3 músicas entre risadas e roçadas, escapou um "verdade que você tá muito gostosa, bom, sempre foi, mas hoje uff, tremenda" ela riu e se aproximou na "voltinha" e colou aquela bunda, que era muito boa, em cima do meu pau, me deixou desconfortável, olhei pra Reina e depois pra Mariel e as duas estavam se olhando, com a Reina "aprovando" como as coisas estavam indo. Paramos de dançar, voltamos a beber algo, conversamos os três e comecei a ver uma boa vibe. Fui ao banheiro e quando voltei a Mariel não estava. Perguntei o que houve e a Rei me disse que ela tinha que ir, então falei vamos. No carro, conversamos sobre a situação, eu sinceramente pedi desculpas, a fantasia e a infidelidade não combinam. Ela, bem natural, disse que dava pra ver a tensão sexual e a atração, que eu não me preocupasse, às vezes acontece, mas enquanto a gente não passar A barreira não deu em nada. Aí está meu problema hoje. Passamos as férias de janeiro e voltamos pra Buenos Aires. Dia 25 de janeiro é o aniversário da Mariel, e ela convidou todo mundo do setor que costuma sair de vez em quando pra comer junto. Somos 11. Chegamos no apartamento dela, muito bonito na região da Plaza Italia, comemos e bebemos consideravelmente, e conforme a noite avançava, os soldados iam caindo. Em um momento, ficamos só 5: Micky e Nadia (são um casal), Nancy, 60 anos, e Milfon — na época dela, devia ser um fogo (ela é bem gostosa de corpo, mas o tempo e a bagagem não caíram bem). O casal foi embora, Mariel deu as chaves pra Nancy, que desceu pra abrir o portão. Naquele momento, senti aquele verdadeiro formigamento no pau. Mariel se aproximou e disse: "Como você se salvou na festa de fim de ano? Dá pra acreditar que sua mulher tava aqui?" Eu retruquei, meio com a coragem do quinto fernet: "E você tá vendo ela aqui? Olha, medo eu não tenho de ninguém." Nos olhamos e, na hora, já estávamos nos beijando. Molhado, intenso, profundo — me fez subir o pau pra caralho! Nancy abriu a porta, minha cara de terror, mas minhas mãos, como tenazes na bunda da Mariel, me entregavam. "Gente, vou ficar porque ainda tem dois fernets, mas eu não conto nada. Se não se importam, claro." Nos olhamos e nos beijamos de novo (eu fico excitado quando me veem). Sem muita cerimônia, tirei o vestido que ela tava usando, e surgiram uns peitos lindos que chupei como um bezerro recém-nascido, enquanto ela gemia e passava a mão nas minhas costas. Ela tirou minha camiseta e minha braguilha tava explodindo pra caralho. Ela me sentou no sofá e começou a chupar meu pau — eu tava todo molhado pela intensidade de como tudo tava rolando. Passei a língua na cabeça dele, com toda força pra pegar o suco e depois engasgar. Nancy se aproximou de um sofá pra ver melhor. Fiz a Mariel levantar e tirei a legging dela: duas pernas super macias, com depilação definitiva, um perfume dos sonhos e uma calcinha fio-dental preta que me deixou ainda mais excitado. Ela se virou e colocou a bunda na minha cara pra eu mordiscar e lamber enquanto queria tocar nela. Tava meio... Desconfortável, eu percebi, mas meu tesão era incontrolável e, de um puxão, arranquei a calcinha fio-dental dela. Ali estava a verdade: Mariel é mulher transexual. Apareceu um pau de uns 4 centímetros à mostra. E me senti confuso, mas com o pau duro. Nos olhamos com a Nancy, que com o fernet na mão me disse: "Você não vai comer essa buceta? Vai, Pepê, por que tanta enrolação?" Ela me contou que estava em tratamento hormonal e que por isso era tão feminina. E enquanto eu hesitava, ela começou a chupar meu pau de novo, e meu pau tomou a decisão por mim. Parei ela e a beijei, comecei a bater uma pra ela, e com o dedo babado, empurrava o cu dela como se fosse um botão. Mariel pegou os dois paus e batia uma pros dois juntos, mas chegou a hora da verdade: sentei no sofá esperando que ela sentasse, e ela se aproximou, deixando seus 10 centímetros colados no meu rosto. E como eu gosto que a outra pessoa que transa comigo aproveite, chupei o pau dela. Ela acariciava minha cabeça e tinha uma cara de não acreditar (sinceramente, eu também não). Coloquei ela de quatro e comi, intenso, forte, duro, como se quisesse enfiar tudo pra dentro. Trocamos de posição e ela ficou de barriga pra cima, com as pernas nos meus ombros, enquanto eu bombava, com uma mão batendo uma pra ela e com a outra apertando os peitos dela, tudo muito, muito intenso. Sentia que meu pau tinha crescido 5 centímetros. De repente, ela gozou, o leite dela ficou todo na barriga dela e parte na minha mão. Ela pegou minha mão, limpou com a boca, e aí não aguentei mais. Quando estou prestes a gozar, ela pede o leite nos peitos. Tirei o pau e bati uma pra dar o leite pra ela. Depois do primeiro jato, ela se levanta e começa a chupar meu pau, me seca, e me deixa todo limpo. Caí rendido no sofá, e olhei pra Nancy. A milf estava numa punhetação terrível. Nos olhamos com a Mariel e nos levantamos pra aproximar os paus dela. Ela chupou um pouco e gozou. Pedi permissão pra tomar banho. Enquanto eu tomava banho, a Nancy foi embora. E a Mariel entrou no banho. Conversamos sobre a experiência. Foi minha primeira vez com uma transexual. Nós Beijamos mais um pouco e fui embora. Cheguei em casa e a Reina me perguntou como foi. Menti. No dia 2 de fevereiro, indo pra oferenda de Iemanjá, viajando pra Mardel, contei pra ela. Me sentia mal mentindo, mas a Reina levou numa boa, me perguntou um monte e notei que ela tava com tesão (não ficou brava). Naquela noite a gente transou igual doida, fizemos a oferenda e voltamos pra casa. Será que a gente consegue incluir ela num ménage?

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