De novo eu comi o taxista, bom, agora eu tava saindo da academia, era umas 10 da noite de uma sexta, já tinha mandado mensagem pra ele passar me pegar, meu velhinho gostoso. Eu saí muito cansada porque naquele dia tinha treinado perna, o que eu queria era ir pra casa logo…
Depois de um tempo, meu taxista chegou, parou e eu entrei. Ele pegou o rádio comunicador pra avisar a central que tinha pegado uma corrida e deu um dos bairros mais afastados, supus que fez isso porque queria alguma coisa. Cê sabe do que eu tô falando. Ele me perguntou: - TAXISTA: Como foi teu dia, minha princesa? - EU: Normal, meio cansada e mais ainda depois do treino. E o seu? - TAXISTA: Pouco movimento, bebê, mas tudo tranquilo. - EU: Ahhh... Que bom... Minhas pernas tão doendo hoje. Nós dois sabíamos o que queríamos, ele aproximou a mão da minha perna e começou a acariciar: - TAXISTA: Coitadinha, conheço um creme que tira essas dores. Mas é muito difícil de conseguir. - EU: Ué, sério? - eu entrando no jogo dele - E como eu consigo? Ele acariciou minha perna e depois enfiou a mão na minha entreperna pra acariciar minha buceta por cima da calcinha fio dental e da legging, tava suada, obviamente minha legging também tava toda molhada de suor. Depois ele levou a mão pra própria calça:
- TAXISTA: Mmm... Já tá molhadinha, olha —desabotoando a calça enquanto dirigia— cê tem que mexer essa mangueira pra ver se sai, e se não sair, a gente vê o que faz, mas enquanto isso, faz ela sair daqui do jeito que quiser. Já não lembrava dessa tranca enorme que era grossa e grande. Desci rápido pra começar a chupar. Dei beijinhos, muitos, em várias partes do pau. Ele diminuiu a velocidade do carro, eu já tava esquentando com aquele pedaço na boca que ainda não tava durinho. Era enorme, eu tirava a cabecinha pra beijar, tava gostosa. Ele parou num semáforo e um carro encostou do lado, e o motorista demorou pra falar alguma coisa:
-CHICO: Anda logo! Onde você conseguiu essa carne, pai? Tá uma delícia.
-MOTORISTA: Kkkk essa não é comprada, é sorte ter ela. —enquanto me dava um tapa forte na minha bunda. E acelerou, largando aquele carro ali. Eu continuei brincando, enfiava toda aquela carne e mexia minha língua em volta. Ele freou e encostou, me puxou pelo cabelo, tirou de dentro da boca dele e perguntou:
-MOTORISTA: Quer fazer uma putaria hoje?
-EU: O quê?
-MOTORISTA: Já passei por várias paradas e por estar contigo não peguei nenhuma —me beijou—. No primeiro filho da puta que eu ver fazendo sinal, vou parar e vamos dar um show. Eu batia uma punheta pra ele enquanto pensava. Era muito excitante, mas eu tinha medo de me conhecerem ou algo assim. Aí ele disse:
-MOTORISTA: Vou te dar 500 conto mais o que ele pagar se quiser te comer, basicamente você vai se prostituir por um dia, topa?
-EU: Cê acha que eu sou uma puta?
-MOTORISTA: Não, mas uma vagabunda sim. Ouvir isso me deixou a mil e acabei aceitando, com um pouco de medo, porque nunca tinha me prostituído. Continuei chupando ele, e acariciando as bolas dele, estavam enormes! Enfiava na boca e enchia, e eu gostava disso, imaginar quanto leite eles tinham guardado ali me motivava a continuar chupando, e de repente ele parou. Eu já não queria mais, já tinha me assustado, tava muito nervosa. Aí meu motorista disse:
- TAXISTA: Às suas ordens... - CHICO2: Se quanto.... Uau!! -soou surpreso- que que tá rolando aqui? Hehe - TAXISTA: Nada, jovem, só passando o tempo, me diga, pra onde te levo? Claro, se não se importar com essa situação. - CHICO2: Haha, claro que não, a gente tem que suprir as necessidades. Me leva pra.... Subi e arrancamos. Eu ia esfregando a pica do taxista, massageando os ovo dele. O silêncio começou a ficar estranho: - CHICO2: E me diga, como é que você tem um pedaço desse de mulher? - TAXISTA: É pura sorte, a gente se conheceu por acaso, aqui mesmo. Hehe. Eu tava curioso pra ver o garoto. - TAXISTA: Quer tocar nela? -me dando um tapa na bunda. - CHICO2: Não, como assim. Ela vai ficar brava. - TAXISTA: Não tem problema, ela adora, como cê acha que ela tá aqui? Ela adora que você tá olhando pra ela agora. Além disso, quem resiste a essa rabeta e a essa puta gostosa. -Enfiando a mão na minha legging.- - CHICO2: Então vamos ver... Começou a me tocar, pegou na minha bunda e acariciou. Eu ficava molhada, chupando aquela vara e a outra mão apalpando minha bunda. -CHICO2: Pois é, cê tem razão, ela é bem gostosa. - TAXISTA: Né? Hehe. Depois de um tempo em que eu me entretia brincando com a pica do meu taxista, dando umas chupadas boas esperando ele ficar bem duro, o que ia acontecendo devagar. Mal tava tomando forma pra eu fazer uns boquetes fundos. E depois de um tempo de silêncio, meu taxista disse: - TAXISTA: Cê ia gostar de comer ela? Ela tá se oferecendo. O garoto ficou calado um tempo: - CHICO2: Não entendi. Hehe. - TAXISTA: Sim, quanto você pagaria por um boquete dela? - CHICO2: Ah, só pelo boquete uns 200 - TAXISTA: Haha não, cê tá muito baixo. -dando um tapa forte na bunda e apertando a nádega enquanto falava, essa puta mama bem gostoso e aperta como você não tem ideia. Ele acariciava e dava uns beijos nas bolas dele e fazia uma punheta, mal o pau do taxista ficava um pouco mais duro. Quando o garoto disse: -CHICO2: Tá bom, tenho 700 mas quero foder ela também. Naquele momento eu já não me sentia mais vadia por causa do sexo, não prostituta, porque estavam me vendendo, eu estava vendendo minha buceta. Cobrar por algo que eu gosto foi uma ótima ideia. O taxista me perguntou se eu topava, e eu respondi que sim, mordendo o pau dele hehe e dando uma chupada forte. O cara perguntou onde a gente ia fazer, e o taxista disse: - TAXISTA: Aqui no táxi, enquanto eu te levo, você vai brincar. Ele encostou o carro, eu me levantei já meio despenteada e olhei pra trás, e me surpreendi com o que vi. Ele parecia muito novinho, depois me disse que tinha 18 anos, mas parecia bem mais novo. Ele ficou surpreso e disse: - GAROTO2: Mas como você é gostosa! - EU: Ehhh... Valeu hehe. Não sabia o que mais dizer. Me senti muito sem graça, estar com um moleque hahaha, eu muito velha. O taxista disse: - TAXISTA: Vai, vadiazinha, se apressa que não temos muito tempo, lembra? Saí do carro pra trocar de lugar com o garoto no banco de trás. Quando a gente se sentou lá, dava pra ver o nervosismo do moleque. Meu taxista arrancou, eu tava com muito tesão, mas nervosa com a situação. Me joguei pra tirar a calça dele, na cueca dele dava pra ver um volume grande. Ele me levantou antes de eu começar a chupar e tirou minha blusa, me deixando só com o top de academia. Ele puxou o top pra cima e começou a chupar meus bicos, fazia isso de um jeito incrível pra ser só um garoto de 18 anos. Em pouco tempo ele conseguiu deixar meus bicos durinhos. Já apressada, desci até a virilha dele e mordi o pau dele por cima da cueca, parecia grande. Puxei a cueca dele pra baixo, e aí vi que não era muito comprido, uns 15 centímetros, mas era bem grosso, além de ter uns ovo enormes, isso já era mais que suficiente pra mim. Peguei o tronco do pau dele e a primeira coisa que chupei foram aqueles ovo enormes. Ele era um cara bem moreno, e como eu já disse antes, eu gosto muito disso, então os ovo dele eram bem escuros. Os ovo dele estavam bem ressecados, eu gostei ainda mais. Passei minha língua desde a base dos ovo dele até a cabeça do pau dele de um jeito bem lenta, ele só se mexeu como se tivesse sentido calafrios. O taxista me olhava e só mostrava um sorriso de deboche. Não dei muita bola pra ele e continuei chupando aquele tronquinho salgado e gostoso.
Enfiei tudo na boca e ele, meio sem jeito, segurou minha cabeça e me prendeu pra eu não tirar aquele pau grosso da minha boca, já tava me engasgando. Me irritou um pouco ele fazer isso, mas quando vi que o pau dele tava todo babado, fiquei com muito tesão. Continuei chupando aquele cara quando o taxista falou:
- TAXISTA: E aí, valeu o combinado? Haha
- CHICO2: Claro, a putinha é boa. – aí virando pra mim – Faz seus peitos brincarem, gostosa.
Me levantei um pouco e comecei a fazer um espanhol nele, ele só gemia.
Depois de um tempo, ele me pegou pela cabeça e, com força, enfiou o pau na minha boca como se estivesse me comendo por ali. Eu não gostava, mas me deixou muito excitada.

Depois me levantou e me acomodou no banco tipo posição de cachorrinho, mas com minha cabeça encostando no banco, mostrando toda a minha buceta. Por cima da roupa, ele acariciou minha xereca e disse:
- CHICO2: Vou te destruir.
- TAXISTA: Mas faz rápido, filho, porque já já chegamos e lá não vou esperar nada, você desce rápido. Então toma.
O taxista deu uma camisinha pra ele. O garoto abriu e me entregou, dizendo: "Vadia, coloca com a boca." Peguei a camisinha e coloquei com a boca, fazendo um boquete profundo pra encaixar direitinho. Adorei fazer aquilo, me fez sentir uma puta, barata e suja.
O cara se apressou, baixou minha legging e me deu um tapa forte na bunda, dava pra sentir a marca da mão dele, só gemi. Ele aproximou o rosto da minha buceta e começou a lamber, e do mesmo jeito que fez com meus peitos, conseguiu me esquentar. Eu gemia igual uma puta, tive meu primeiro orgasmo e isso me fez perder a noção, quando de repente sinto ele começando a meter no meu cu, achei que fosse o dedo dele... Ele tava me fodendo pelo cu! O pau grosso dele machucava. Ele colocou só a ponta e, vendo que não entrava fácil, tirou e colocou mais saliva, cuspindo no meu cuzinho e na mão dele pra lubrificar a camisinha.
-EU: Mas o que cê tá... Ahh!
-CARA2: Te falei que queria te foder e vou fazer valer o que vou pagar. O pau duro dele tava destruindo meu cu, já tava doendo, conseguiu arrancar uma lágrima porque era grosso pra caralho. Uma vez lá dentro, esperou meu cu se acostumar e me dava umas palmadas fortes, isso fazia eu me mexer e aí doía. Eu gritava de dor, as lágrimas tavam escorrendo de tanta dor que eu sentia. Ele começou a meter rápido, um entra e sai, e apesar da dor, comecei a gostar, era muito gostoso sentir o pau dele raspar meu cu... De repente o taxista para, eu já tava toda besta com aquele vai e vem, e ele fala:

- TAXISTA: Chegamos, então acaba logo.
- CHICO2: Claro que sim... Ele começou a dar umas estocadas bem rápidas, fez doer e eu reagir, acabei me levantando e gritando bem alto, implorando pra ele me arrebentar toda.
- EU: Ahhhhh já! Por favor!!!
O taxista olhando e rindo.
- TAXISTA: Kkkk ai, menina, mas quem mandou ser tão puta, tá sendo usada por um desconhecido que tá te arrebentando o cu.
Eu só gritava de dor.

Nisso o cara começou a diminuir a velocidade, tirou o pau da minha bunda e removeu a camisinha. Assim que vi o que ele tava fazendo, falei: "não tira, eu não te conheço". Ele respondeu: "puta não fala, e se eu tô pagando pelo teu cu, eu faço o que eu quiser com ele". Terminou de tirar a camisinha, pegou com a mão, levou até minha boca e mandou: "abre, pega, mastiga como chiclete". Peguei com a boca e comecei a mastigar como se fosse goma de mascar, tava comendo parte dos meus fluidos e dos dele. Ele pegou o pau dele e enfiou de novo no meu cu, continuou metendo bem forte até eu sentir um jorrinho dentro de mim — ele tava gozando. Enquanto isso, falava: "que buceta gostosa você tem, puta. A vantagem é que você não vai reclamar de gravidez". Tirou o pau e ainda conseguiu jorrar nas minhas costas e parte das minhas nádegas, pra finalizar com um tapa enorme na minha bunda que me fez gemer... — CARA 2: Ahhh sim, que apertado você tem esse cu, gata, mmmhhhh... Eu já tava muito cansada. Só me joguei no banco, deixando minha bunda pro ar. Ele jogou as notas na minha cara como uma mera puta... — CARA 2: Toma, e valeu pela recomendação, senhor. Quem diria que seria uma surpresa tão boa. — TAXISTA: Imagina, garoto. Olha, pega esse cartão, quando quiser é só falar que te levo onde você quiser, haha. Eu já não quis falar nada. Me sentia muito cansada e dolorida do cu, das pernas e da barriga — academia e agora essa foda. Mas sabia que agora iam me tratar como puta, algo que não quero. Antes de descer, o cara me deu outro tapa forte na bunda que doeu pra caralho, fazendo meu cu tremer! Ele só pegou minha calcinha fio dental e falou: "vou ficar com isso de lembrança da fodida que te dei", e foi embora. Aí meu taxista disse: — TAXISTA: Haha, você foi incrível. Pega teu dinheiro e descansa um pouco que isso ainda não acabou. Eu, tentando me arrumar e limpando meu cu, minhas nádegas e minhas costas da porra que tinham deixado, fiquei paralisada — ele ainda queria me comer. — EU: Não! Me leva pra casa agora! TAXISTA: Haha, cê acha o quê? Depois de ver aquela cena pornô com minha putinha favorita, fiquei dura pra caralho. Tinha razão, o pauzão dele tava duríssimo, fiquei com vontade de meter aquilo na boca. Não falei mais nada quando ele diz: - TAXISTA: Chegamos, outro estacionamento pra foder, mas agora fora do carro. - EU: O quê? Não! Isso eu não vou fazer. Continua.
Depois de um tempo, meu taxista chegou, parou e eu entrei. Ele pegou o rádio comunicador pra avisar a central que tinha pegado uma corrida e deu um dos bairros mais afastados, supus que fez isso porque queria alguma coisa. Cê sabe do que eu tô falando. Ele me perguntou: - TAXISTA: Como foi teu dia, minha princesa? - EU: Normal, meio cansada e mais ainda depois do treino. E o seu? - TAXISTA: Pouco movimento, bebê, mas tudo tranquilo. - EU: Ahhh... Que bom... Minhas pernas tão doendo hoje. Nós dois sabíamos o que queríamos, ele aproximou a mão da minha perna e começou a acariciar: - TAXISTA: Coitadinha, conheço um creme que tira essas dores. Mas é muito difícil de conseguir. - EU: Ué, sério? - eu entrando no jogo dele - E como eu consigo? Ele acariciou minha perna e depois enfiou a mão na minha entreperna pra acariciar minha buceta por cima da calcinha fio dental e da legging, tava suada, obviamente minha legging também tava toda molhada de suor. Depois ele levou a mão pra própria calça:
- TAXISTA: Mmm... Já tá molhadinha, olha —desabotoando a calça enquanto dirigia— cê tem que mexer essa mangueira pra ver se sai, e se não sair, a gente vê o que faz, mas enquanto isso, faz ela sair daqui do jeito que quiser. Já não lembrava dessa tranca enorme que era grossa e grande. Desci rápido pra começar a chupar. Dei beijinhos, muitos, em várias partes do pau. Ele diminuiu a velocidade do carro, eu já tava esquentando com aquele pedaço na boca que ainda não tava durinho. Era enorme, eu tirava a cabecinha pra beijar, tava gostosa. Ele parou num semáforo e um carro encostou do lado, e o motorista demorou pra falar alguma coisa:
-CHICO: Anda logo! Onde você conseguiu essa carne, pai? Tá uma delícia. -MOTORISTA: Kkkk essa não é comprada, é sorte ter ela. —enquanto me dava um tapa forte na minha bunda. E acelerou, largando aquele carro ali. Eu continuei brincando, enfiava toda aquela carne e mexia minha língua em volta. Ele freou e encostou, me puxou pelo cabelo, tirou de dentro da boca dele e perguntou:
-MOTORISTA: Quer fazer uma putaria hoje?
-EU: O quê?
-MOTORISTA: Já passei por várias paradas e por estar contigo não peguei nenhuma —me beijou—. No primeiro filho da puta que eu ver fazendo sinal, vou parar e vamos dar um show. Eu batia uma punheta pra ele enquanto pensava. Era muito excitante, mas eu tinha medo de me conhecerem ou algo assim. Aí ele disse:
-MOTORISTA: Vou te dar 500 conto mais o que ele pagar se quiser te comer, basicamente você vai se prostituir por um dia, topa?
-EU: Cê acha que eu sou uma puta?
-MOTORISTA: Não, mas uma vagabunda sim. Ouvir isso me deixou a mil e acabei aceitando, com um pouco de medo, porque nunca tinha me prostituído. Continuei chupando ele, e acariciando as bolas dele, estavam enormes! Enfiava na boca e enchia, e eu gostava disso, imaginar quanto leite eles tinham guardado ali me motivava a continuar chupando, e de repente ele parou. Eu já não queria mais, já tinha me assustado, tava muito nervosa. Aí meu motorista disse:
- TAXISTA: Às suas ordens... - CHICO2: Se quanto.... Uau!! -soou surpreso- que que tá rolando aqui? Hehe - TAXISTA: Nada, jovem, só passando o tempo, me diga, pra onde te levo? Claro, se não se importar com essa situação. - CHICO2: Haha, claro que não, a gente tem que suprir as necessidades. Me leva pra.... Subi e arrancamos. Eu ia esfregando a pica do taxista, massageando os ovo dele. O silêncio começou a ficar estranho: - CHICO2: E me diga, como é que você tem um pedaço desse de mulher? - TAXISTA: É pura sorte, a gente se conheceu por acaso, aqui mesmo. Hehe. Eu tava curioso pra ver o garoto. - TAXISTA: Quer tocar nela? -me dando um tapa na bunda. - CHICO2: Não, como assim. Ela vai ficar brava. - TAXISTA: Não tem problema, ela adora, como cê acha que ela tá aqui? Ela adora que você tá olhando pra ela agora. Além disso, quem resiste a essa rabeta e a essa puta gostosa. -Enfiando a mão na minha legging.- - CHICO2: Então vamos ver... Começou a me tocar, pegou na minha bunda e acariciou. Eu ficava molhada, chupando aquela vara e a outra mão apalpando minha bunda. -CHICO2: Pois é, cê tem razão, ela é bem gostosa. - TAXISTA: Né? Hehe. Depois de um tempo em que eu me entretia brincando com a pica do meu taxista, dando umas chupadas boas esperando ele ficar bem duro, o que ia acontecendo devagar. Mal tava tomando forma pra eu fazer uns boquetes fundos. E depois de um tempo de silêncio, meu taxista disse: - TAXISTA: Cê ia gostar de comer ela? Ela tá se oferecendo. O garoto ficou calado um tempo: - CHICO2: Não entendi. Hehe. - TAXISTA: Sim, quanto você pagaria por um boquete dela? - CHICO2: Ah, só pelo boquete uns 200 - TAXISTA: Haha não, cê tá muito baixo. -dando um tapa forte na bunda e apertando a nádega enquanto falava, essa puta mama bem gostoso e aperta como você não tem ideia. Ele acariciava e dava uns beijos nas bolas dele e fazia uma punheta, mal o pau do taxista ficava um pouco mais duro. Quando o garoto disse: -CHICO2: Tá bom, tenho 700 mas quero foder ela também. Naquele momento eu já não me sentia mais vadia por causa do sexo, não prostituta, porque estavam me vendendo, eu estava vendendo minha buceta. Cobrar por algo que eu gosto foi uma ótima ideia. O taxista me perguntou se eu topava, e eu respondi que sim, mordendo o pau dele hehe e dando uma chupada forte. O cara perguntou onde a gente ia fazer, e o taxista disse: - TAXISTA: Aqui no táxi, enquanto eu te levo, você vai brincar. Ele encostou o carro, eu me levantei já meio despenteada e olhei pra trás, e me surpreendi com o que vi. Ele parecia muito novinho, depois me disse que tinha 18 anos, mas parecia bem mais novo. Ele ficou surpreso e disse: - GAROTO2: Mas como você é gostosa! - EU: Ehhh... Valeu hehe. Não sabia o que mais dizer. Me senti muito sem graça, estar com um moleque hahaha, eu muito velha. O taxista disse: - TAXISTA: Vai, vadiazinha, se apressa que não temos muito tempo, lembra? Saí do carro pra trocar de lugar com o garoto no banco de trás. Quando a gente se sentou lá, dava pra ver o nervosismo do moleque. Meu taxista arrancou, eu tava com muito tesão, mas nervosa com a situação. Me joguei pra tirar a calça dele, na cueca dele dava pra ver um volume grande. Ele me levantou antes de eu começar a chupar e tirou minha blusa, me deixando só com o top de academia. Ele puxou o top pra cima e começou a chupar meus bicos, fazia isso de um jeito incrível pra ser só um garoto de 18 anos. Em pouco tempo ele conseguiu deixar meus bicos durinhos. Já apressada, desci até a virilha dele e mordi o pau dele por cima da cueca, parecia grande. Puxei a cueca dele pra baixo, e aí vi que não era muito comprido, uns 15 centímetros, mas era bem grosso, além de ter uns ovo enormes, isso já era mais que suficiente pra mim. Peguei o tronco do pau dele e a primeira coisa que chupei foram aqueles ovo enormes. Ele era um cara bem moreno, e como eu já disse antes, eu gosto muito disso, então os ovo dele eram bem escuros. Os ovo dele estavam bem ressecados, eu gostei ainda mais. Passei minha língua desde a base dos ovo dele até a cabeça do pau dele de um jeito bem lenta, ele só se mexeu como se tivesse sentido calafrios. O taxista me olhava e só mostrava um sorriso de deboche. Não dei muita bola pra ele e continuei chupando aquele tronquinho salgado e gostoso.
Enfiei tudo na boca e ele, meio sem jeito, segurou minha cabeça e me prendeu pra eu não tirar aquele pau grosso da minha boca, já tava me engasgando. Me irritou um pouco ele fazer isso, mas quando vi que o pau dele tava todo babado, fiquei com muito tesão. Continuei chupando aquele cara quando o taxista falou: - TAXISTA: E aí, valeu o combinado? Haha
- CHICO2: Claro, a putinha é boa. – aí virando pra mim – Faz seus peitos brincarem, gostosa.
Me levantei um pouco e comecei a fazer um espanhol nele, ele só gemia.

Depois de um tempo, ele me pegou pela cabeça e, com força, enfiou o pau na minha boca como se estivesse me comendo por ali. Eu não gostava, mas me deixou muito excitada.

Depois me levantou e me acomodou no banco tipo posição de cachorrinho, mas com minha cabeça encostando no banco, mostrando toda a minha buceta. Por cima da roupa, ele acariciou minha xereca e disse: - CHICO2: Vou te destruir.
- TAXISTA: Mas faz rápido, filho, porque já já chegamos e lá não vou esperar nada, você desce rápido. Então toma.
O taxista deu uma camisinha pra ele. O garoto abriu e me entregou, dizendo: "Vadia, coloca com a boca." Peguei a camisinha e coloquei com a boca, fazendo um boquete profundo pra encaixar direitinho. Adorei fazer aquilo, me fez sentir uma puta, barata e suja.
O cara se apressou, baixou minha legging e me deu um tapa forte na bunda, dava pra sentir a marca da mão dele, só gemi. Ele aproximou o rosto da minha buceta e começou a lamber, e do mesmo jeito que fez com meus peitos, conseguiu me esquentar. Eu gemia igual uma puta, tive meu primeiro orgasmo e isso me fez perder a noção, quando de repente sinto ele começando a meter no meu cu, achei que fosse o dedo dele... Ele tava me fodendo pelo cu! O pau grosso dele machucava. Ele colocou só a ponta e, vendo que não entrava fácil, tirou e colocou mais saliva, cuspindo no meu cuzinho e na mão dele pra lubrificar a camisinha.
-EU: Mas o que cê tá... Ahh! -CARA2: Te falei que queria te foder e vou fazer valer o que vou pagar. O pau duro dele tava destruindo meu cu, já tava doendo, conseguiu arrancar uma lágrima porque era grosso pra caralho. Uma vez lá dentro, esperou meu cu se acostumar e me dava umas palmadas fortes, isso fazia eu me mexer e aí doía. Eu gritava de dor, as lágrimas tavam escorrendo de tanta dor que eu sentia. Ele começou a meter rápido, um entra e sai, e apesar da dor, comecei a gostar, era muito gostoso sentir o pau dele raspar meu cu... De repente o taxista para, eu já tava toda besta com aquele vai e vem, e ele fala:


- TAXISTA: Chegamos, então acaba logo. - CHICO2: Claro que sim... Ele começou a dar umas estocadas bem rápidas, fez doer e eu reagir, acabei me levantando e gritando bem alto, implorando pra ele me arrebentar toda.
- EU: Ahhhhh já! Por favor!!!
O taxista olhando e rindo.
- TAXISTA: Kkkk ai, menina, mas quem mandou ser tão puta, tá sendo usada por um desconhecido que tá te arrebentando o cu.
Eu só gritava de dor.


Nisso o cara começou a diminuir a velocidade, tirou o pau da minha bunda e removeu a camisinha. Assim que vi o que ele tava fazendo, falei: "não tira, eu não te conheço". Ele respondeu: "puta não fala, e se eu tô pagando pelo teu cu, eu faço o que eu quiser com ele". Terminou de tirar a camisinha, pegou com a mão, levou até minha boca e mandou: "abre, pega, mastiga como chiclete". Peguei com a boca e comecei a mastigar como se fosse goma de mascar, tava comendo parte dos meus fluidos e dos dele. Ele pegou o pau dele e enfiou de novo no meu cu, continuou metendo bem forte até eu sentir um jorrinho dentro de mim — ele tava gozando. Enquanto isso, falava: "que buceta gostosa você tem, puta. A vantagem é que você não vai reclamar de gravidez". Tirou o pau e ainda conseguiu jorrar nas minhas costas e parte das minhas nádegas, pra finalizar com um tapa enorme na minha bunda que me fez gemer... — CARA 2: Ahhh sim, que apertado você tem esse cu, gata, mmmhhhh... Eu já tava muito cansada. Só me joguei no banco, deixando minha bunda pro ar. Ele jogou as notas na minha cara como uma mera puta... — CARA 2: Toma, e valeu pela recomendação, senhor. Quem diria que seria uma surpresa tão boa. — TAXISTA: Imagina, garoto. Olha, pega esse cartão, quando quiser é só falar que te levo onde você quiser, haha. Eu já não quis falar nada. Me sentia muito cansada e dolorida do cu, das pernas e da barriga — academia e agora essa foda. Mas sabia que agora iam me tratar como puta, algo que não quero. Antes de descer, o cara me deu outro tapa forte na bunda que doeu pra caralho, fazendo meu cu tremer! Ele só pegou minha calcinha fio dental e falou: "vou ficar com isso de lembrança da fodida que te dei", e foi embora. Aí meu taxista disse: — TAXISTA: Haha, você foi incrível. Pega teu dinheiro e descansa um pouco que isso ainda não acabou. Eu, tentando me arrumar e limpando meu cu, minhas nádegas e minhas costas da porra que tinham deixado, fiquei paralisada — ele ainda queria me comer. — EU: Não! Me leva pra casa agora! TAXISTA: Haha, cê acha o quê? Depois de ver aquela cena pornô com minha putinha favorita, fiquei dura pra caralho. Tinha razão, o pauzão dele tava duríssimo, fiquei com vontade de meter aquilo na boca. Não falei mais nada quando ele diz: - TAXISTA: Chegamos, outro estacionamento pra foder, mas agora fora do carro. - EU: O quê? Não! Isso eu não vou fazer. Continua.
0 comentários - Gostosa do taxista 3