sorpresa de verano 3

Continuo o relato com a Cami. Lá pelas 10 da manhã, desci pra tomar café da manhã. Ela veio até o balcão fazer umas perguntas sem sentido e ficava fazendo carinha pra mim. Minha colega, que tinha me visto sair do quarto, tava se acabando de rir. Quando a Cami se afastou, minha coleça, rindo, me contou que tinham ligado de dois quartos durante a noite por causa de "barulhos incômodos" vindo do quarto dela. Aí eu respondi que deviam ser os mesmos barulhos que reclamaram no verão passado do quarto que tava em reforma. A gente riu cúmplice, e eu contei tudo o que tinha rolado — a gente tinha muita intimidade. Umas 12:30, o telefone da recepção tocou e eu vi que era do quarto dela.
Y: Bom dia, em que posso te ajudar?
C: é errado eu ficar muito excitada quando você fala assim comigo?
Y: de jeito nenhum estamos aqui pra servir ela
C: Isso você já provou ontem, só quero saber como tenho que me vestir pra ocasião.
Y: o dia tá ideal pra você ir pra praia, só te recomendo levar protetor solar.
C: tá bom, entendi, você vai me passar?
Y: claro, como eu disse, estamos aqui pra te servir.
C: já tô molhada, sua puta mãe! me escuta, vou almoçar aqui, que tal a gente se encontrar às 14h na duna de ontem?
Y: perfeito, Srta. Camila, já anotei aqui.
C: Espero que sua surpresa inclua me foder, porque você me deixou a mil, beijinhos.
De novo minha colega que tava do lado começou a fazer piadas pra mim, e num momento ela colocou a mão na minha pica: “eu no seu lugar esperava pra sair do balcão, pena que nessa hora não posso me ajoelhar pra chupar ela” — a gente riu. Daí a pouco a Camila apareceu de novo, vestindo uma maiô inteira preta com um decote que ia quase até o umbigo e as costas totalmente de fora, e na altura da cintura um pareô de rede que deixava à mostra a bunda gostosa dela. Perto das 13:30 ela chegou no balcão e perguntou pra minha colega se tinha um quarto disponível ou se podia adicionar alguém no quarto dela, porque uma amiga tinha se liberado do trampo e queria ver se podiam dividir uns dias. O hotel não tava lotado, mas quase, e minha colega informou que à tarde podia confirmar a disponibilidade, mas se ela quisesse já podia adicionar a amiga como hóspede no quarto dela e, se no caso tivesse outro quarto disponível, elas se mudavam. A Cami agradeceu e saiu do hotel, e eu vi ela indo pro lado que a gente tinha combinado de se encontrar. A Sofi, minha colega, me viu olhando pra ela e caiu na risada.
Parece que a festa acabou pra você.
Y: não se preocupa, enquanto eles conversavam já bloqueei um quarto pra ela.
S: kkkkk que filho da puta, verdade que ela é gostosa
Y: Quer que eu te apresente ela?
Você quer festa, mas sério, nunca entendi como podia sair com um viado.
Y: e como é que você sabe que ele era viado?
S: cê não sabia? A Jenni — uma das camareiras — pegou ele um dia no quartinho de limpeza chupando a pica do venezuelano que trabalhava no bar.
Y: olha só você
Quando ela nos contou, a gente não acreditou, ainda mais porque todas queriam dar pro venezuelano kkkk
Y: cê percebe, tudo puta.
S: nunca reclamou, você - me dando um beijo na bochecha - se a farra acabar amanhã, é minha vez no turno da noite, então com o tesão que tudo que você me contou me deixou, a gente pode se dar um jeito
Y: amanhã também tenho plantão à noite, e por mais que a zoeira continue, você vai ter o seu como todo ano, pequena.
Depois daquela conversa, tava a mil, fui me trocar, peguei as chaves de uma jeep que a gente tem pra levar passageiros nas dunas de vez em quando e fui buscar a Cami. Quando cheguei no lugar combinado, ela tava linda, igualzinha como tava no hotel, mas com a bolsa dela, uns óculos escuros e um chapeuzinho que com certeza tinha acabado de comprar. Ela entrou no carro e me deu um beijinho.
Y: cê tá uma gostosa
C: tenta me deixar gostosa pra você
Y: você é gostosa
C: Você vai me dizer pra onde vai me levar?
Y: vamos pra praia
C: mas já tamo na praia
Y: não vamos pra zona virgem, já vai ver
C: beleza, ok
No caminho, fui acariciando as pernas dela e de vez em quando ela tocava na minha perna e na minha entreperna. Depois de um tempinho de viagem, o celular dela tocou — era o ex. Eles começaram a falar sobre coisas do filho. Pelo visto ele perguntou se ela podia comer alguma coisa, porque ela respondeu que nunca tinha querido comer, mas que queria experimentar e mandou ele ir em frente. Ele também perguntou como ela estava se sentindo, e ela respondeu que estava muito bem e se divertindo muito, enquanto apertava minha perna. Na sequência, ela disse que naquela noite ou no dia seguinte a irmã dele ia chegar, então ela estaria mais acompanhada. Eles se despediram com ela rindo. Quando desligou, ela me olhou, me encarou e começou a acariciar minha rola de novo.
C: como não vou dizer que tô adorando se desde ontem à noite gozei mais vezes do que nos últimos dois anos
Y: epa, tanto assim?
C: e uma roçada até que teve, mas com o moleque dando volta fica complicado.
Y: bom, fico feliz de ter ajudado, e principalmente de você estar sozinha, pena que isso acaba agora que sua cunhada tá chegando
C: ex-cunhada, e não acaba nada, quem sabe se eu gosto da sua surpresa, vai se foder, uma eu
Y: e aí? bom, espero que você goste. E falando do seu ex, fiquei sabendo de uma coisa. Não ia te contar, mas me sinto culpado.
C: O quê? Não me diga que eu dei em cima dela quando ela esteve aqui?
Y: não não! kkkkk eu nem tinha percebido que ele era viado
C: bom, eu também não, então não se sinta mal kkkkk
Y: acontece que hoje de manhã, quando saí do teu quarto, a Sofi passou bem na hora, a mina que tava comigo na recepção.
C: ai não, que mico, mano!
Y: de boa, a gente tem história e é cúmplice kkk
C: ah, tenho que ficar com ciúmes?
Y: você não foi pro jardim de infância, não te ensinaram a dividir?
C: kkkkk sim, eu compartilho tudo, até meu marido eu compartilhei kkkk
Y: bom, é exatamente sobre isso
C: Ele comeu ela? Não me fode.
Y: não, sua burra, mas contei tudo o que tinha rolado entre a gente, do seu ex não falei nada, mas ela, quando você foi embora do hotel hoje, celebrou que tivesse acontecido o nosso lance e ficou feliz porque não entendia como você podia estar com um viado.
C: ela já percebeu, e eu não.
Y: na real, ela nem percebeu, mas o verão passado uma das faxineiras pegou ele chupando a buceta do venezuelano que trabalhava no bar.
C: hahaha não acredito, não é possível, tá me zoando?
Y: não, bucetuda, desculpa te falar isso, não queria que você ficasse mal.
C: não fico bolado não, lembra que te falei que minha última foda foi presente de reis?
Y: sim, para, no Natal passado você estava aqui.
C: claro
Y: bom, capaz que chupar ela deu pra te dar essa alegria
C: não, tarado, o presente de reis quem me deu foi o venezuelano
Y: não, dale, tá me zoando!
C: não! naquela noite eu tinha ficado com vontade de transar e a gente discutiu em parte por causa disso, e eu saí do quarto, ele ficou com o menino e eu queria ir beber alguma coisa
Y: que pena que ela não trabalhe naquela noite
C: com o tesão que eu tava, com certeza você dava conta, mas o negócio é que fui pro bar do hotel, não tinha quase ninguém, e sentei no balcão, e quem me atendeu foi esse moleque.
Y: claro, ele tava no balcão à noite.
C: exato, imagina só, eu tava mó tesão e você viu como era aquele cara, todo moreninho musculoso e com o uniforme, uma bomba.
Y: agora tô ficando com ciúme eu!
C: não se preocupa, você não vai ser aquele moreninho musculoso, mas na cama ele não chega nem no seu calcanhar haha
Y: é bom saber disso
C: questão que a gente começou a conversar e tal, papo vai, papo vem, contei porque a gente tinha discutido. Ela falou que eu era um idiota por não aproveitar uma mina daquela, e eu na hora perguntei quando o turno dela terminava. Ela disse que ainda ia demorar, mas que precisava pegar umas coisas no depósito. E questão que ela me comeu gostoso lá no depósito, gozou na minha boca, e quando voltei pro quarto falei pro meu ex que tava tudo bem e meti um beijão na boca dele.
Y: kkkkkk bom, evidentemente não foi a única boca que eu enchi
C: hahaha que muvuca, mas beleza já foi, os dois curtiram
No meio de tanta conversa, já estávamos andando pela praia e finalmente chegamos onde eu queria levar ela: na praia de nudismo.
C: então essa era sua surpresa
Y: cê gosta?
C: nunca estive numa, não sei se vou ter coragem.
Y: imaginei que você nunca esteve, fica tranquilo, ninguém vai te encher o saco, mas é obrigatório tirar a roupa pra ficarmos.
C: ok, me animo
Descemos do jipe com nossas coisas, peguei uma barraca de praia que tinha trazido, procuramos um lugar que ficasse escondido de olheiros e nos despimos completamente. Vê-la à luz do sol com a marquinha do bronzeado do dia anterior estava uma delícia, passei bronzeador no corpo todo dela e ela fez o mesmo em mim. Naquele dia a praia não estava muito cheia, tinha um casal mais velho onde o homem estava pescando, um cara sozinho sentado numa ponta que percebemos que não parava de massagear o pau, alguns grupinhos isolados e duas minas de uns 20 anos que não paravam de nos olhar.
C: Essas duas não param de olhar pra cá.
Y: capaz que tu gostou dela
C: elas devem gostar da sua pica
Y: pra mim, tão olhando pras suas tetas
Nós rimos e seguimos na nossa, o calor tava cada vez mais sufocante, então fomos entrar no mar. Depois de passar as ondas, nos abraçamos na água, que tava uma delícia, e ficamos nos beijando.
C: que sensação gostosa estar assim, achei que não ia gostar
Y: viu, é gostoso
C: Você sempre vem aqui?
Y: às vezes, eu venho com a Sofi, a mina da recepção, e às vezes só na pegada de paquera.
C: e ela se levanta?
Y: às vezes sim
Contei pra ela um par de experiências que tive no passado, e ela achou muito interessante uma com uma mulher bem velhinha no meu primeiro verão no hotel, que acabou sendo passageira.
C: entre a conversa dessa manhã, o que você me contou sobre meu ex, e tudo isso que você me falou agora, me deixou com o tesão lá em cima.
Y: e eu que pensei que os bicos duros eram porque você tava com frio kkk
C: não, ontem você realizou a minha de transar na praia, obviamente o mar também é um pendente
Y: topa? mesmo que nos vejam?
C: acho que é o que mais me deixa com tesão
Sem mais palavras, me beijou e começou a me bater uma. Aos poucos, montou em mim, enroscou as pernas na minha cintura e enfiou meu pau pra dentro, enquanto minhas mãos seguravam a bunda dela. A gente mal se mexia — o próprio balanço do mar já provocava as penetrações. E assim, naquele ritmo lento, entre beijos, ficamos sei lá quanto tempo até os dois gozarmos gostoso juntos.
C: acho que isso foi o mais perto de transar que eu tive em muito tempo
Y: que gostoso que você gostou
C: adorei, mas agora tá me dando um frio, vamos sair?
Y: sai tu se quiser, eu preciso esperar mais um pouquinho ainda
C: haha e eu vou sair toda melada de porra
Y: com certeza disfarça, mas mais que o meu, haha
C: bom, te espero.
Enquanto ela ia embora, fiquei admirando a vista do corpo molhado dela. Vi quando chegou na nossa barraca e notei que uma das minas que tava de olho na gente foi até ela. Primeiro estendeu a mão, depois deram um beijo no rosto e começaram a conversar. Tava tentando adivinhar do que elas falavam quando de repente um "oi" me tirou do transe. Aí percebi que a outra mina tava a poucos metros de mim dentro d'água. Uma gostosa, corpuda, cheinha mas bem proporcionada, com dois peitões lindos e o cabelo loiro comprido cobrindo um dos peitos. Uns olhos verdes maravilhosos que pareciam esmeraldas, e ela continuava se aproximando de mim.
Y: Oi, foi mal, não te vi.
H: desculpa - com aquele sotaque típico americano quando tentam falar português - não queria te assustar, me chamo Hope
Y: de boa, prazer Hope — deixa eu me apresentar também — cê não é daqui, de onde cê é?
H: Minha amiga e eu somos do Texas, mas a minha amiga é filha de argentinos e a gente tá conhecendo.
Y: que legal! bom, espero que vocês estejam curtindo, e fica tranquilo, não me assustou, só me surpreendeu você ter vindo falar comigo
H: A gente viu vocês sim, eu e minha amiga, mas não tivemos coragem de cumprimentar você e sua mina. A maioria do pessoal que a gente viu era mais velho, tirando aquele cara que não para de se tocar, hein.
Y: se hoje não tem muita gente, mas ela não é minha namorada, somos amigos.
H: ah! que lindo ter um amigo que te trate assim
Y: tipo assim?
H: talvez vocês não perceberam, mas a gente tava perto de vocês agora há pouco, não era difícil perceber que vocês estavam, como é que vocês falam? transando?
Y: ahhh bom sim, aqui a gente chama de amigos com benefícios
H: ah! entendi, a gente tem algo parecido, amigos com benefícios
Y: claro! igual ao filme
H: bom, é legal ter amigos assim
Y: viram muito?
H: eu queria ver mais
Y: o que você queria ver
H: isso - enquanto segurava minha pica que já começava a endurecer de novo - boa
Y: no final, você não é tão tímida assim
H: sou sim, mas me deixaram com muito tesão — nessa hora, bati o olho pra nossa barraca e percebi que a Cami e a outra mina não estavam, e a lona da frente da barraca tava levantada — eu tava afim de você, mas minha amiga só curte mina — piscando um olho enquanto começava a me masturbar
Y: Bom, isso explica por que não as vejo.
H: A gente tinha uma aposta, mas parece que eu perdi.
Y: qual aposta?
H: que com certeza sua amiga só gostava de homem e ia dar um fora nela.
Y: e te incomoda ter perdido?
H: de jeito nenhum, era só uma desculpa pra poder chegar perto de você.
Nesse momento a gente começou a se beijar e se acariciar, ela tinha a pele além de bem branca, muito macia, beijava muito bem e acariciava a piroca com uma delicadeza que rapidamente deixou ela dura pra caralho.
H: adoraria sentir essa buceta dentro de mim, mas a gente precisa de camisinha
Y: e eu não trouxe porque com a minha amiga a gente tem intimidade
H: eu tenho, mas com as nossas coisas
Nessa hora, vi que só tinham ficado na praia o garoto tarado e o casal que tava pescando, e os dois estavam longe da nossa barraca.
Y: bom, a barraca já tá ocupada, mas a gente pode ir pro jipe.
Vamos.
enquanto saíamos da água e íamos até onde tinham deixado as coisas delas, Hope me contou que tinha 19 anos, que tinha feito aniversário fazia pouco, e isso me deixava mais excitado ainda, mas o que mais me deixou louco foi ela me dizer que a namorada dela (ela não chamava mais de amiga) tinha acabado de fazer 18 anos. Imaginar aquela barraca com a Cami e uma garota de 18 anos me deixou a mil. Ajudei a Hope a juntar todas as coisas dela e levamos até nossa barraca, jogamos tudo ao lado e dava pra ouvir uns gemidos gostosos. Nós nos aproximamos, cada um de um lado. Ouvir gemidos em inglês me deixou maluco. Quando espiamos, o que vi lá dentro era lindo: elas estavam fazendo um 69 e, na minha vista, ficou a buceta da Cami, que estava por cima sendo lambida pela outra garota, que brincava com um dos dedos no booty dela e só parava de lamber pra gemer. Hope olhou cúmplice e se afastou. Fomos até o jipe, que estava a poucos metros da barraquinha, esticamos a lona na parte de trás. Hope tinha a pélvis bem peluda, cheia de uns pelos loiros lindos como o cabelo dela. Mas quando estávamos prestes a subir no jipe, ela se ajoelhou e começou a me chupar. Foram uns segundos e, sem que eu percebesse, ela já tinha aberto a camisinha e colocado em mim, pra em seguida se levantar e virar de costas. Entendi na hora o que ela queria e comecei a meter. Ainda dava pra ouvir os gemidos das garotas, que estavam cada vez mais fortes, e logo começaram a ser acompanhados pelos da Hope, que já não falava mais em espanhol, tudo era em inglês. Depois de um tempo assim, penetrando ela por trás, dando tapas que deixavam meus dedos marcados no booty branco dela e acariciando os peitos dela, minhas pernas já não aguentavam mais, e sugeri subirmos no jipe. Subi primeiro e ajudei ela a subir. Quando me sentei na lona, a pélvis dela ficou na altura da minha boca e aproveitei pra chupar ela. O gosto era uma mistura do salgado do mar com um fluxo de gosto doce. Quando levei o clitóris dela, que estava bem inchado e parecia quase um pequeno pau, à boca e comecei a chupar ele, enquanto Enfiei um dedo na buceta dela, e ela começou a tremer toda, até que explodiu num squirt lindo que molhou tudo. As pernas dela falharam, e eu segurei ela antes que caísse, coloquei ela sentada em cima de mim, e rapidamente encaixei meu pau dentro dela sem dar tempo de se recuperar. Comecei a chupar os peitos dela enquanto ela voltava a se ligar na situação e acariciava minha cabeça, gemendo de novo em inglês, o que me fazia sentir num filme pornô. Em pouco tempo, dois novos orgasmos chegaram no corpo da Hope, não tão intensos quanto o primeiro, mas o segundo foi forte o suficiente pra me levar ao limite de gozar. Falei pra ela, e foi como se um gatilho tivesse sido ativado: com uma velocidade incrível, ela pulou, tirou a camisinha do meu pau e, antes do primeiro jato sair, já tinha ele inteiro na boca dela. Enquanto ela acariciava minhas bolas e sugava cada gota de porra que saía de mim, notei que estávamos sendo observados pela Cami e pela outra garota, abraçadas, sorrindo, com os rostos molhados dos orgasmos que elas tinham tido. A outra mina era bem gostosa, com peitos quase como dois coneinhos, e diferente da Hope, era toda depilada. Era morena, cabelo curto e castanho, e um sorriso lindo. Quando a Hope finalmente parou de lamber meu pau, ajoelhou e me deu um selinho. Ao virar, viu a namorada dela e a Cami, e simplesmente soltou um "oi", igual o que tinha me dado na água.


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