Minha vizinha gostosa

Minha vizinha gostosaMinha atração por mulheres milf vem desde pequeno, mas nunca tive chance de chegar perto de nenhuma, principalmente por vergonha ou medo de um escândalo daqueles. Como já falei, eu e minha mãe morávamos numa casa alugada, antiga, e nossos vizinhos eram quase todos bem mais velhos. Acho que nos viam como netos e pegaram um carinho danado pela gente. Também eram bem compreensivos com as festas que eu organizava alguns sábados em casa. A gente, por nossa vez, ajudava eles no que dava. Do lado do nosso apartamento morava uma buceta com o marido, que era bem mais velho que ela. A buceta devia ter uns 58 anos e o marido passava dos 65, porque já tava aposentado e parecia um vovô de verdade. A buceta, porém, tinha uma vitalidade danada e era uma mulher bem alegre, sempre sorria quando a gente conversava. Além disso, ainda mantinha um físico relativamente gostoso: rabão bonito, cintura boa, peitões de respeito, e dava pra ver que tinha sido muito bonita quando nova. Sinceramente, eu já tinha de olho nela desde a primeira vez que vi, especialmente porque em casa ela sempre usava um roupão que deixava à mostra parte das coxas e do decote. A buceta era responsável por cuidar dos assuntos do condomínio, então vinha direto no nosso apartamento pra avisar disso ou daquilo. Comecei a olhar pra ela com olhar safado e a sorrir mirando no decote, mas sempre de um jeito bem sutil. Ela parecia entrar na brincadeira, porque respondia aos meus olhares com outros bem parecidos e cada vez arrumava uma desculpa mais besta pra bater na minha porta. Mas eu não tinha coragem de dar o próximo passo.vadiaUm dia, quando eu voltava da universidade, ela me viu enquanto dirigia e me convidou pra entrar no carro. Aceitei na hora. Quando entrei, percebi que a saia dela estava anormalmente levantada e dava pra ver quase todas as pernas, um pouco cheinhas, mas muito, muito gostosas. A gente ia conversando, mas meus olhos caíam direto nas coxas apetitosas dela. Ela percebia e, longe de ficar brava, sorria de um jeito safado. Além disso, toda vez que trocava de marcha, abria um pouco mais as pernas, como se quisesse que metessem a mão. Eu tava a mil, meu pau tava saindo do lugar, mas não dava pra notar porque eu tava sentado. Quando saí do carro, tentei ajeitar meu pau duro, mas foi impossível, a ereção era tão grande que não dava pra fazer nada. Quando chegamos no portão, ela ia na frente e, ao tentar abrir a porta, sem querer, bati na bunda dela. Ela sentiu perfeitamente a dureza do meu troço e, sorrindo, disse: — Uai, uai, uai, mas menino! Ficou assim só de olhar minhas pernas? — Não, não… bom… desculpa — respondi —, é que… sei lá. Isso é… — Menino!, mas eu já tô velha!, bah!. E não tem problema, homem, fica tranquilo. É sempre bom sentir que ainda…, cê sabe, com a velha que eu sou… Diante da resposta dela, eu me abri na hora: — Não, buceta, você tá muito bem. Na real, você me parece uma mulher muito gostosa. Seu marido tem muita sorte. — Uai!, coitado!, esse aí já não tem mais força pra nada, o pobre!. Você sim que tá bem!. Mas beleza, até amanhã. Entrei em casa feito um raio e fui direto pro meu quarto, onde bati uma punheta inesquecível pensando na buceta. Bufff, lembro que o jato de porra foi tremendo. Passaram uns dias e chegou o sábado. Era outubro e tavam começando a ligar o aquecimento. Eu tava fazendo comida e percebi que não tinha sal, então pensei em pedir pra buceta. Bati na porta dela e a buceta abriu. Ela me convidou pra entrar e disse que a marido tinha ido pra cidade e ia ficar fora o dia inteiro. Ela tava usando o roupão de sempre, bem desabotoado, deixando ver o decote gostoso e as coxas cheinhas. Foi na cozinha e trouxe sal, mas percebi que tinha desabotoado mais uns botões, deixando as pernas à mostra quando andava. Fiquei besta e ela percebeu de novo, me deu um sorriso, mas eu não tive coragem de esticar a mão e passar a mão naquela bunda apetitosa. Resumo: voltei pra casa com um puta tesão, tanto que tive que bater uma punheta.esposaDe tarde foi ela quem bateu na minha porta. Disse que precisava purgar os radiadores do aquecimento pra funcionarem direito e me perguntou se eu precisava de ajuda. Ali vi a hora!!!, falei que sim com um sorriso encantador e ela entrou em casa. Tava com o roupão de antes, bem aberto, ainda mais do que antes, com uma parte dos peitos à mostra. Ela se abaixava pra purgar os radiadores e me deixava ver as tetas e as coxas dela, quase até a buceta. Fiquei duro que nem um cavalo. Pensei que já tava na hora, então enquanto ela falava, de cócoras, coloquei a mão na parte interna da coxa dela. Mmmmm, deus, que sensação!, meu pau era uma barra de ferro!! Ela se assustou e ficou em silêncio, me olhando. Eu mantinha a mão ali, acariciando a coxa. A outra mão foi pras tetas. Ela então tentou escapar das minhas mãos: — Ei, ei, você não acha que tá passando dos limites? Isso não tá certo! — use a palavra: buceta — falei — deixa, por favor. Você me excita pra caralho e você desabotoa os botões, então também quer isso — falei apontando pro volume que eu tinha entre as pernas. — Não, não, não se engana! — Vem — falei. Agarrei ela pelas nádegas e apertei meu pau contra a buceta dela. Ela então pareceu concordar porque soltou um gemido. Aí enfiei a língua na boca dela e dei um beijo enquanto acariciava a buceta. Ela gemia: — Ai!, aaaaai!, sim, siiiim, quanto tempo sem sentir um pau duro!, aaahhh Levei ela pro meu quarto e tirei o roupão enquanto acariciava o corpo todo e beijava ela. Tava uma gostosa e a buceta dela tava toda molhada, então sem pensar tirei a calcinha dela, abaixei minha calça e de uma enfiada penetrei ela que nem um touro. Ela gozou na primeira, dando gritos de prazer, gritava pra caralho. Dava pra ver que tava há anos sem foder. Aí continuei bombando que nem um louco, gostava pra caralho, me excitava ver aquela senhora gritando de prazer. Ela teve outro orgasmo bem rápido. Tava fora de si. Aí coloquei ela de quatro e Penetrei por trás. Ela dizia que não, que assim não, mas assim que sentiu meu pau, se apertava toda igual uma putinha. Gritava pra caralho. Tava adorando, uma delícia. Balançava a cabeça sem controle, no maior êxtase. Eu já não aguentava mais, a gente já tava há mais de dez minutos transando, então trocamos de posição de novo e continuei macetando ela por cima. Ela fechava os olhos, tava no céu. Eu metia e metia, dando uma foda de primeira. Ela gozou de novo, apertava minha bunda com as mãos e mexia a bunda no ritmo das minhas estocadas. Eu tava louco, dava umas enfiadas fortíssimas até que gozei. Foi uma gozada impressionante, não parava de sair. O prazer era indescritível. A gente continuava metendo sem parar. Bufff, que foda! Aí ela voltou a si e começou a falar que a gente era doido e tal, e tal, então se vestiu e foi embora rápido. Juro que fiquei deitado lá, parecendo um morto, e quando comecei a lembrar do que tinha acabado de rolar, tive que bater uma porque o pau ficou duro igual uma vara. Nos dias seguintes, a gente se falava menos, até que um dia conversamos abertamente sobre isso. Ela queria repetir, admitiu que tinha me provocado, então fiquei comendo minha vizinha de 59 anos durante um curso inteiro, he he. Foi maravilhoso.infiel

gostosa

3 comentários - Minha vizinha gostosa

Que suerte bro ojalá tener tanta suerte de pillar e a una madura así y cojerla