Isso aconteceu no fim de semana passado. Acontece que uma colega de trabalho da minha esposa estava casando, e fomos convidados, entre outros, os 3 casais dos meus relatos anteriores e mais algumas colegas, mas elas foram sem acompanhante.
Algumas porque seus parceiros não tinham relação e nem se conheciam, e outras porque não tinham mesmo.
Eu conhecia todas elas porque, pelo meu trabalho, acabo encontrando muito com elas e, sinceramente, sempre tive uma boa relação com algumas, nada sexual, mas muita intimidade.
Uma delas, a Maya, morena de cabelo liso e olhos verdes, com uma cara linda.
Magrinha, mas com uns peitos bem formados e uma bunda redonda muito bem colocada.
Ela é divorciada há uns dois anos e tem um filho de 6 anos. A gente se dá super bem porque, mais de uma vez, ficamos com o menino, e ela tem muita confiança na minha esposa e em mim pra contar os problemas dela.
Sinceramente, ela não estava muito bem desde o divórcio e nem queria vir pro casamento, mas no fim, de tanto insistirem, ela resolveu aparecer.
A situação é que a gente ficava zoando ela, dizendo que, como ela veio solteira e também teria muito solteiro por lá, era só aproveitar e dar uma trepadinha. As três mulheres do grupo de troca de casais falavam, entre risadas, que se nenhum a convencesse, elas podiam emprestar os maridos por um tempo, assim se livravam deles por um momento. Ela ria e não dizia nada.
A celebração rolou normal, embora os 3 casais que praticamos as trocas ficássemos nos provocando, mas nos comportando e mantendo a compostura, já que o resto das colegas não sabia de nada e não dava pra ficar de gracinha na frente de todo mundo, embora eu admita que teve uns amassos e umas encostadas de rola.
A pobre da Maya levou umas cantadas de alguns caras, e é preciso reconhecer que ela estava uma gostosa com o vestido que usava, que caía perfeitamente nela. Era curto, de paetês, justo em cima e com saia rodada. Eu dei umas olhadas nela, sim. já tinha dado em cima de mim em algum baile, mas com tanta gente e por ser a Maya, com tudo que ela sabia e como a gente se dava, acabei me segurando pra não fazer nem falar nada.
Depois dos bailes e, claro, de tanto cuba-libre, a gente já tava todo mundo meio alterado, o pessoal começou a sumir. Os outros dois casais já tinham desaparecido fazia tempo, e só restavam poucos convidados quando minha mulher veio me buscar, dizendo que já tava cansada e que era hora de ir pra casa.
Cris: — Miguelito, já tá na hora de ir, meus pés tão moídos e não aguento mais.
Eu: — Já tava na hora, também não aguento mais.
Cris: — Viu a Maite? Falei que avisaria ela quando a gente fosse embora.
Eu: — Acho que ela tá lá fora fumando. Vou chamar ela e a gente vai.
Cris: — Se ela tiver com o primo da noiva, resgata ela, que ele tá bêbado e chato pra caralho, e ela já tá de saco cheio.
Eu: — Mas ela quer ser resgatada ou deixo ela se aproveitar?
Cris: — Qual o quê! Traz ela, que ele passou a noite inteira em cima dela e ela não aguenta mais.
Fui procurar ela e, quando vi ela lá fora, tava com uma cara de nojo, claro, com o primo bêbado e mão-pelada. Então cheguei perto dela, peguei ela por trás da cintura, abracei e falei alto:
Eu: — Então, amor, vamos embora. Hoje você não ia dormir comigo e com a Cris?
Maya me olhou, encostou a bunda na minha virilha e disse:
Maya: — Já tava demorando pra vir me buscar. Vamos ter que ir, que tô morrendo de vontade de deitar.
A gente se virou e o bêbado ficou lá, todo desconcertado, vendo como eu levei a Maya agarrada pela cintura, me aproximei da minha mulher, agarrei ela também e saí com as duas.
No caminho pro carro, a gente ficou rindo do que o outro devia estar pensando. Eu falei que a gente ia ter que pedir um táxi, que não tava em condições de dirigir, e outro casal que tava perto disse que eles não tinham bebido, então podiam dar uma carona.
A gente achou uma boa ideia e entrou no carro com eles.
Já dentro do carro, a gente percebeu que nossa casa era mais perto. e que quem nos levava tinha que desviar muito pra levar a Maya em casa, então minha mulher sugeriu que, já que ela tava sozinha e sem o filho, podia dormir aqui com a gente e no dia seguinte eu levava ela rapidinho em casa. A Maya topou, falando que não tava a fim de ficar sozinha em casa.
Quando nos deixaram perto de casa, peguei as duas pela cintura e falei:
Eu — Pois é, o cara não tava tão errado quando pensou que eu ia dormir com dois monumentos de mulher.
Maya — Hahahaha. Acho que ele não tava pensando em dormir, não.
Cris — Também acho. Ficou de boca aberta.
Com a zoeira e a provocação, entramos em casa rindo.
Arrumei a cama pra ela em outro quarto, peguei uma toalha caso quisesse tomar banho e falei que, se não se importassem, ia tomar uma ducha pra tirar o suor do dia todo. Antes, preparei uma bebida pra elas e deixei as duas na sala batendo papo.
Fui pro banheiro e entrei no chuveiro. Não tinha terminado de ensaboar a cabeça quando senti duas mãos me agarrando pela cintura por trás, descendo até pegar na minha pica, enquanto dois peitos colavam nas minhas costas.
Joguei as mãos pra trás e agarrei a bunda dela. Foi aí que percebi que quem tava me agarrando não era minha mulher. Era a Maya que tava comigo no chuveiro, segurando minha pica e acariciando.
Maya — Não me diz que isso te surpreende.
Eu — Pois é, surpreendeu.
Maya — Desde que a Cris me contou sobre as saídas de vocês, fico pensando se devia ou não fazer isso.
Eu — Por mim, fica à vontade, mas ela contou pra todo mundo ou o quê?
Maya — Ela me contou antes, quando a gente tava no baile. Falei que precisava de uma boa trepada e que nenhum dos convidados me animava, então ela se ofereceu como voluntário. Espero que não se importe.
Me virei e agarrei um peito dela. Eles são redondos, com um mamilo escuro que pressionava contra a palma da minha mão.
Eu — É óbvio que não me importo e que tô dentro. Encantado.
Abaixei a cabeça e comecei a lamber e chupar um mamilo enquanto com a outra mão acariciava a bunda dela.
Ela não parava de acariciar meu pau e segurar minhas bolas. Deslizava a mão pra cima e pra baixo com suavidade e parava pra acariciar a ponta.
Eu, por trás, já tinha chegado até a buceta dela e comecei a enfiar o dedo devagar. Senti como ela estava molhada e como ela gemia.
Ela colocou as mãos no meu peito e me empurrou contra a parede, se agachou e meteu meu pau na boca com vontade, segurando minhas bolas com uma mão.
Ficamos assim por um tempo, eu quase gozando na boca dela quando a levantei e virei ela. Me abaixei e comecei a chupar a buceta dela por trás. Deslizava a língua de trás pra frente, enfiando primeiro um dedo e depois outro na buceta. Ela era totalmente depilada e bem apertadinha. De vez em quando eu levava a língua até o cu dela e sentia ela dar um pequeno susto quando eu enfiava a ponta enquanto continuava brincando com a buceta dela.
Fiquei de pé e comecei a meter o pau nela por trás, na buceta.
Segurei uma perna dela e levantei pra facilitar, e com a outra mão agarrei um peito, beliscando devagar o mamilo. Estavam duríssimos.
Comecei a bombar devagar pra ir acelerando aos poucos enquanto ela gemia cada vez mais alto até que senti ela gozar entre espasmos.
A porta do banheiro abriu e apareceu minha mulher.
Cris — Vocês me deixaram sozinha na sala e eu tô entediada.
Ela se despiu e entrou no chuveiro com a gente, agarrando meu pau.
Cris — Acho que você ainda não terminou.
Ela se agachou e meteu na boca.
Maya também se agachou e as duas começaram a lamber meu pau. Uma cuidava do pau e a outra das bolas, se alternando.
Quando eu estava prestes a gozar, minha mulher enfiou o pau na boca da Clara enquanto dizia:
Cris — Toma, faz tempo que você não come um pau bom e gozam dentro. Chupa!!!
Não aguentei mais e gozei na boca dela. boca da Maya que quase engasgou.
As duas se levantaram e começaram a se beijar, passando a gozada de uma boca pra outra. Eu não tinha mãos pra apalpar tanta bunda, tanto peito.
Acabamos nos ensaboando uns nos outros e passando a água.
Daí fomos pra cama, os três na mesma, e as duas começaram a me acariciar até eu ter uma ereção considerável de novo. Uma tava me chupando a pica enquanto a outra sentava na minha cara e eu lambia a buceta dela até a Maya se agachar em cima da minha pica e começar a descer até enfiar tudo.
Ela começou a cavalgar enquanto eu lambia os peitos da minha mulher e ela acariciava o clitóris da Maya. A Maya não parava de gemer até que minha mulher se levantou e, depois de beijá-la, colocou a buceta na frente da boca dela pra ela chupar.
Demoramos um pouco pra gozar, e gozamos os três praticamente ao mesmo tempo.
Já sem forças pra continuar, ficamos os três dormindo na cama até a manhã seguinte.
Quando acordei, tinha uma agarrada nas tetas e a outra atrás de mim, me segurando.
Levantei pra preparar o café e logo a Maya apareceu na cozinha.
Maya – Bom dia.
Eu – Bom dia. Quer café?
Maya – Depois da noite passada, "preciso" comer.
Eu – Vou te preparar umas torradas, o café já tá pronto.
Maya – Ok.
Quando minha mulher se levantou e apareceu na cozinha, primeiro me deu um beijo e depois na Maya.
Cris – Já tem café?
Eu – Vou te fazer umas torradas.
Maya – Você tem um marido que é uma delícia. Meia-noite transando com a gente e ainda faz café.
Eu – Hahahaha. Como não, depois do bem que a gente se divertiu.
Cris – Depois do café, a gente paga ele.
Maya – E precisa esperar?
Ela se aproximou de mim e começou a me beijar e a passar a mão por baixo do short que eu tava usando.
Cris – Porra, você tá com fome mesmo!!!!!
Maya – É que tava há muito tempo sem me divertir tanto e tenho que compensar.
Ela me empurrou pra A cadeira e me fez sentar, se ajoelhando na minha frente e começando um boquete.
Quando já tinha uma boa ereção, ela se levantou e sentou em cima de mim, enfiando meu pau na buceta dela e começou a cavalgar com gosto. Minha mulher se levantou e começou a passar a mão entre minhas pernas, acariciando minhas bolas e a bunda dela.
Quando já tava nessa por um tempo, a gente levantou e foi pra cama.
Lá deitadas, elas começaram a se beijar e apalpar os peitos enquanto eu metia a mão nas duas bucetas que tinha à disposição. Quando começaram a fazer um 69 entre elas, eu tava com a bunda da minha mulher na minha frente e comecei a lamber pra lubrificar.
Quando já tava bem lubrificada, me coloquei atrás dela e, com cuidado, enfiei no cu dela até o fundo. Comecei a bombar enquanto elas continuavam se lambendo e, de vez em quando, sentia a língua da Maya lambendo minhas bolas.
Quando gozei no cu da minha mulher e me deitei na cama, elas continuaram se lambendo até gozarem e se deitarem do meu lado.
Maya — Fica sabendo que eu também quero seu pau no meu cu e não vou ficar sem ele.
Eu — Me dá um tempo que vocês tão me deixando exausto.
Cris — Eu cuido de preparar você pra quem tá há muito tempo sem provar.
Maya ficou de quatro na minha frente e, enquanto minha mulher começava a lamber o cu dela, ela pegou meu pau e começou a estimular, coisa que não demorou nada. Cris abriu a gaveta do criado-mudo e tirou um consolo que a gente tinha comprado há pouco tempo e enfiou na buceta pra começar a lubrificar enquanto lambia o cu dela.
Eu já tava com outra ereção e, me levantando, me coloquei atrás da Maya enquanto minha mulher segurava meu pau e guiava até o cu dela. Colocou bem na entrada e me incentivou a empurrar devagar.
Maya — Porraaaaa!!! Você vai me partir toda, mas não para, nem pense.
Quando já tava tudo dentro, comecei a bombar devagar e minha mulher se colocou debaixo da Maya pra poder lamber o clitóris dela e pra Maya poder fazer o mesmo. Mesmo.
Eu continuei agarrado nas cadeiras da Maya e babando dentro do cu dela sem parar. Ela não parava de gemer com a buceta da Cris na boca.
Quando eu já tava começando a cansar, saí do cu da Maya e me deitei na cama. Ajudei ela a ficar por cima de mim de costas, enquanto ela mesma pegava na minha pica e sentava em cima de mim, enfiando de novo a minha pica no cu dela.
Minha mulher mudou de posição e ficou na frente dela, lambendo a buceta dela e, de vez em quando, minhas bolas, enquanto a Maya me cavalgava e eu segurava os peitos dela por trás. Os bicos dela estavam durinhos como pedra, e eu ficava beliscando eles. A Cris pegou o vibrador e enfiou na própria buceta. Agora ela tinha os dois buracos ocupados e cavalgava com mais força.
Maya — Continua!!! Continua!!! Não para que eu vou gozar!!!
Na hora, gozei no cu dela enquanto ela, entre espasmos, também gozava.
Nós três deitamos, e eu não demorei pra cair no sono.
Quando acordei, minha mulher tava de quatro, e a Maya tava enfiando o vibrador na buceta dela.
Eu tava exausto, então fiquei só olhando as duas se divertindo por um tempo até perceber que tava de pau duro de novo. Me coloquei atrás da Maya e, num movimento só, enfiei tudo na buceta dela.
Quando eu tava quase gozando, a Maya tirou a pica, e as duas se ajoelharam na minha frente, começando a chupar minha pica juntas. Gozei na boca das duas, e elas começaram a se beijar, dividindo minha gozada.
Como já era tarde, pedimos comida delivery enquanto tomávamos banho, e depois de comer, ficamos sentados no sofá conversando de boa.
Maya — Ainda bem que vocês me animaram a ir no casório, senão eu perdia toda a festa depois.
Cris — Quem te animou mesmo foi eu contar que a gente fazia trocas.
Maya — Isso também.
Eu — Então isso já tava planejado? E eu sempre sou o último a saber.
Cris — Você sabe que eu gosto de te dividir, mas com quem eu escolho.
Eu — Por acaso eu Já me ouviu reclamar?
Maya — Espero que não, porque eu pretendo continuar aproveitando essa pica. O que vocês não me disseram é com quem fazem as trocas. A Cris já me falou que é só gente próxima e conhecida, mas não consigo imaginar com quem.
Eu — Isso são assuntos pessoais, cada um conta se quiser.
Nisso, minha mulher estava no celular trocando mensagens.
Cris — Acabaram de me dar permissão pra te contar.
Maya — Então conta logo, quero uma surpresa.
Eu — Bom, começamos com o Iker e a Erika, que já tinham feito antes. E com o Julián e a Carol, que eram novatos como a gente. Nem te conto o fim de semana que passamos.
Maya — Não fode!!!!!
Cris — Passamos o fim de inteiro fazendo isso, kkkkkkkkkk
Maya — Então eu tô dentro nos próximos rolês. Já tô impaciente!!!!! E dá pra vocês três me comerem ao mesmo tempo?
Eu — Ao mesmo tempo, separado, com as outras mulheres, sem elas... do jeito que rolar.
Maya — Então já podem ir preparando, porque eu tenho muito tempo perdido pra recuperar.
Cris — Vamos começar a alinhar os calendários, mas já te aviso. Esses três juntos são perigosos pra caralho e não vão nos deixar em paz.
Maya — É isso que eu espero, kkkkkkkkk
Então já estamos planejando um fim de semana numa casa no campo.
Algumas porque seus parceiros não tinham relação e nem se conheciam, e outras porque não tinham mesmo.
Eu conhecia todas elas porque, pelo meu trabalho, acabo encontrando muito com elas e, sinceramente, sempre tive uma boa relação com algumas, nada sexual, mas muita intimidade.
Uma delas, a Maya, morena de cabelo liso e olhos verdes, com uma cara linda.
Magrinha, mas com uns peitos bem formados e uma bunda redonda muito bem colocada.
Ela é divorciada há uns dois anos e tem um filho de 6 anos. A gente se dá super bem porque, mais de uma vez, ficamos com o menino, e ela tem muita confiança na minha esposa e em mim pra contar os problemas dela.
Sinceramente, ela não estava muito bem desde o divórcio e nem queria vir pro casamento, mas no fim, de tanto insistirem, ela resolveu aparecer.
A situação é que a gente ficava zoando ela, dizendo que, como ela veio solteira e também teria muito solteiro por lá, era só aproveitar e dar uma trepadinha. As três mulheres do grupo de troca de casais falavam, entre risadas, que se nenhum a convencesse, elas podiam emprestar os maridos por um tempo, assim se livravam deles por um momento. Ela ria e não dizia nada.
A celebração rolou normal, embora os 3 casais que praticamos as trocas ficássemos nos provocando, mas nos comportando e mantendo a compostura, já que o resto das colegas não sabia de nada e não dava pra ficar de gracinha na frente de todo mundo, embora eu admita que teve uns amassos e umas encostadas de rola.
A pobre da Maya levou umas cantadas de alguns caras, e é preciso reconhecer que ela estava uma gostosa com o vestido que usava, que caía perfeitamente nela. Era curto, de paetês, justo em cima e com saia rodada. Eu dei umas olhadas nela, sim. já tinha dado em cima de mim em algum baile, mas com tanta gente e por ser a Maya, com tudo que ela sabia e como a gente se dava, acabei me segurando pra não fazer nem falar nada.
Depois dos bailes e, claro, de tanto cuba-libre, a gente já tava todo mundo meio alterado, o pessoal começou a sumir. Os outros dois casais já tinham desaparecido fazia tempo, e só restavam poucos convidados quando minha mulher veio me buscar, dizendo que já tava cansada e que era hora de ir pra casa.
Cris: — Miguelito, já tá na hora de ir, meus pés tão moídos e não aguento mais.
Eu: — Já tava na hora, também não aguento mais.
Cris: — Viu a Maite? Falei que avisaria ela quando a gente fosse embora.
Eu: — Acho que ela tá lá fora fumando. Vou chamar ela e a gente vai.
Cris: — Se ela tiver com o primo da noiva, resgata ela, que ele tá bêbado e chato pra caralho, e ela já tá de saco cheio.
Eu: — Mas ela quer ser resgatada ou deixo ela se aproveitar?
Cris: — Qual o quê! Traz ela, que ele passou a noite inteira em cima dela e ela não aguenta mais.
Fui procurar ela e, quando vi ela lá fora, tava com uma cara de nojo, claro, com o primo bêbado e mão-pelada. Então cheguei perto dela, peguei ela por trás da cintura, abracei e falei alto:
Eu: — Então, amor, vamos embora. Hoje você não ia dormir comigo e com a Cris?
Maya me olhou, encostou a bunda na minha virilha e disse:
Maya: — Já tava demorando pra vir me buscar. Vamos ter que ir, que tô morrendo de vontade de deitar.
A gente se virou e o bêbado ficou lá, todo desconcertado, vendo como eu levei a Maya agarrada pela cintura, me aproximei da minha mulher, agarrei ela também e saí com as duas.
No caminho pro carro, a gente ficou rindo do que o outro devia estar pensando. Eu falei que a gente ia ter que pedir um táxi, que não tava em condições de dirigir, e outro casal que tava perto disse que eles não tinham bebido, então podiam dar uma carona.
A gente achou uma boa ideia e entrou no carro com eles.
Já dentro do carro, a gente percebeu que nossa casa era mais perto. e que quem nos levava tinha que desviar muito pra levar a Maya em casa, então minha mulher sugeriu que, já que ela tava sozinha e sem o filho, podia dormir aqui com a gente e no dia seguinte eu levava ela rapidinho em casa. A Maya topou, falando que não tava a fim de ficar sozinha em casa.
Quando nos deixaram perto de casa, peguei as duas pela cintura e falei:
Eu — Pois é, o cara não tava tão errado quando pensou que eu ia dormir com dois monumentos de mulher.
Maya — Hahahaha. Acho que ele não tava pensando em dormir, não.
Cris — Também acho. Ficou de boca aberta.
Com a zoeira e a provocação, entramos em casa rindo.
Arrumei a cama pra ela em outro quarto, peguei uma toalha caso quisesse tomar banho e falei que, se não se importassem, ia tomar uma ducha pra tirar o suor do dia todo. Antes, preparei uma bebida pra elas e deixei as duas na sala batendo papo.
Fui pro banheiro e entrei no chuveiro. Não tinha terminado de ensaboar a cabeça quando senti duas mãos me agarrando pela cintura por trás, descendo até pegar na minha pica, enquanto dois peitos colavam nas minhas costas.
Joguei as mãos pra trás e agarrei a bunda dela. Foi aí que percebi que quem tava me agarrando não era minha mulher. Era a Maya que tava comigo no chuveiro, segurando minha pica e acariciando.
Maya — Não me diz que isso te surpreende.
Eu — Pois é, surpreendeu.
Maya — Desde que a Cris me contou sobre as saídas de vocês, fico pensando se devia ou não fazer isso.
Eu — Por mim, fica à vontade, mas ela contou pra todo mundo ou o quê?
Maya — Ela me contou antes, quando a gente tava no baile. Falei que precisava de uma boa trepada e que nenhum dos convidados me animava, então ela se ofereceu como voluntário. Espero que não se importe.
Me virei e agarrei um peito dela. Eles são redondos, com um mamilo escuro que pressionava contra a palma da minha mão.
Eu — É óbvio que não me importo e que tô dentro. Encantado.
Abaixei a cabeça e comecei a lamber e chupar um mamilo enquanto com a outra mão acariciava a bunda dela.
Ela não parava de acariciar meu pau e segurar minhas bolas. Deslizava a mão pra cima e pra baixo com suavidade e parava pra acariciar a ponta.
Eu, por trás, já tinha chegado até a buceta dela e comecei a enfiar o dedo devagar. Senti como ela estava molhada e como ela gemia.
Ela colocou as mãos no meu peito e me empurrou contra a parede, se agachou e meteu meu pau na boca com vontade, segurando minhas bolas com uma mão.
Ficamos assim por um tempo, eu quase gozando na boca dela quando a levantei e virei ela. Me abaixei e comecei a chupar a buceta dela por trás. Deslizava a língua de trás pra frente, enfiando primeiro um dedo e depois outro na buceta. Ela era totalmente depilada e bem apertadinha. De vez em quando eu levava a língua até o cu dela e sentia ela dar um pequeno susto quando eu enfiava a ponta enquanto continuava brincando com a buceta dela.
Fiquei de pé e comecei a meter o pau nela por trás, na buceta.
Segurei uma perna dela e levantei pra facilitar, e com a outra mão agarrei um peito, beliscando devagar o mamilo. Estavam duríssimos.
Comecei a bombar devagar pra ir acelerando aos poucos enquanto ela gemia cada vez mais alto até que senti ela gozar entre espasmos.
A porta do banheiro abriu e apareceu minha mulher.
Cris — Vocês me deixaram sozinha na sala e eu tô entediada.
Ela se despiu e entrou no chuveiro com a gente, agarrando meu pau.
Cris — Acho que você ainda não terminou.
Ela se agachou e meteu na boca.
Maya também se agachou e as duas começaram a lamber meu pau. Uma cuidava do pau e a outra das bolas, se alternando.
Quando eu estava prestes a gozar, minha mulher enfiou o pau na boca da Clara enquanto dizia:
Cris — Toma, faz tempo que você não come um pau bom e gozam dentro. Chupa!!!
Não aguentei mais e gozei na boca dela. boca da Maya que quase engasgou.
As duas se levantaram e começaram a se beijar, passando a gozada de uma boca pra outra. Eu não tinha mãos pra apalpar tanta bunda, tanto peito.
Acabamos nos ensaboando uns nos outros e passando a água.
Daí fomos pra cama, os três na mesma, e as duas começaram a me acariciar até eu ter uma ereção considerável de novo. Uma tava me chupando a pica enquanto a outra sentava na minha cara e eu lambia a buceta dela até a Maya se agachar em cima da minha pica e começar a descer até enfiar tudo.
Ela começou a cavalgar enquanto eu lambia os peitos da minha mulher e ela acariciava o clitóris da Maya. A Maya não parava de gemer até que minha mulher se levantou e, depois de beijá-la, colocou a buceta na frente da boca dela pra ela chupar.
Demoramos um pouco pra gozar, e gozamos os três praticamente ao mesmo tempo.
Já sem forças pra continuar, ficamos os três dormindo na cama até a manhã seguinte.
Quando acordei, tinha uma agarrada nas tetas e a outra atrás de mim, me segurando.
Levantei pra preparar o café e logo a Maya apareceu na cozinha.
Maya – Bom dia.
Eu – Bom dia. Quer café?
Maya – Depois da noite passada, "preciso" comer.
Eu – Vou te preparar umas torradas, o café já tá pronto.
Maya – Ok.
Quando minha mulher se levantou e apareceu na cozinha, primeiro me deu um beijo e depois na Maya.
Cris – Já tem café?
Eu – Vou te fazer umas torradas.
Maya – Você tem um marido que é uma delícia. Meia-noite transando com a gente e ainda faz café.
Eu – Hahahaha. Como não, depois do bem que a gente se divertiu.
Cris – Depois do café, a gente paga ele.
Maya – E precisa esperar?
Ela se aproximou de mim e começou a me beijar e a passar a mão por baixo do short que eu tava usando.
Cris – Porra, você tá com fome mesmo!!!!!
Maya – É que tava há muito tempo sem me divertir tanto e tenho que compensar.
Ela me empurrou pra A cadeira e me fez sentar, se ajoelhando na minha frente e começando um boquete.
Quando já tinha uma boa ereção, ela se levantou e sentou em cima de mim, enfiando meu pau na buceta dela e começou a cavalgar com gosto. Minha mulher se levantou e começou a passar a mão entre minhas pernas, acariciando minhas bolas e a bunda dela.
Quando já tava nessa por um tempo, a gente levantou e foi pra cama.
Lá deitadas, elas começaram a se beijar e apalpar os peitos enquanto eu metia a mão nas duas bucetas que tinha à disposição. Quando começaram a fazer um 69 entre elas, eu tava com a bunda da minha mulher na minha frente e comecei a lamber pra lubrificar.
Quando já tava bem lubrificada, me coloquei atrás dela e, com cuidado, enfiei no cu dela até o fundo. Comecei a bombar enquanto elas continuavam se lambendo e, de vez em quando, sentia a língua da Maya lambendo minhas bolas.
Quando gozei no cu da minha mulher e me deitei na cama, elas continuaram se lambendo até gozarem e se deitarem do meu lado.
Maya — Fica sabendo que eu também quero seu pau no meu cu e não vou ficar sem ele.
Eu — Me dá um tempo que vocês tão me deixando exausto.
Cris — Eu cuido de preparar você pra quem tá há muito tempo sem provar.
Maya ficou de quatro na minha frente e, enquanto minha mulher começava a lamber o cu dela, ela pegou meu pau e começou a estimular, coisa que não demorou nada. Cris abriu a gaveta do criado-mudo e tirou um consolo que a gente tinha comprado há pouco tempo e enfiou na buceta pra começar a lubrificar enquanto lambia o cu dela.
Eu já tava com outra ereção e, me levantando, me coloquei atrás da Maya enquanto minha mulher segurava meu pau e guiava até o cu dela. Colocou bem na entrada e me incentivou a empurrar devagar.
Maya — Porraaaaa!!! Você vai me partir toda, mas não para, nem pense.
Quando já tava tudo dentro, comecei a bombar devagar e minha mulher se colocou debaixo da Maya pra poder lamber o clitóris dela e pra Maya poder fazer o mesmo. Mesmo.
Eu continuei agarrado nas cadeiras da Maya e babando dentro do cu dela sem parar. Ela não parava de gemer com a buceta da Cris na boca.
Quando eu já tava começando a cansar, saí do cu da Maya e me deitei na cama. Ajudei ela a ficar por cima de mim de costas, enquanto ela mesma pegava na minha pica e sentava em cima de mim, enfiando de novo a minha pica no cu dela.
Minha mulher mudou de posição e ficou na frente dela, lambendo a buceta dela e, de vez em quando, minhas bolas, enquanto a Maya me cavalgava e eu segurava os peitos dela por trás. Os bicos dela estavam durinhos como pedra, e eu ficava beliscando eles. A Cris pegou o vibrador e enfiou na própria buceta. Agora ela tinha os dois buracos ocupados e cavalgava com mais força.
Maya — Continua!!! Continua!!! Não para que eu vou gozar!!!
Na hora, gozei no cu dela enquanto ela, entre espasmos, também gozava.
Nós três deitamos, e eu não demorei pra cair no sono.
Quando acordei, minha mulher tava de quatro, e a Maya tava enfiando o vibrador na buceta dela.
Eu tava exausto, então fiquei só olhando as duas se divertindo por um tempo até perceber que tava de pau duro de novo. Me coloquei atrás da Maya e, num movimento só, enfiei tudo na buceta dela.
Quando eu tava quase gozando, a Maya tirou a pica, e as duas se ajoelharam na minha frente, começando a chupar minha pica juntas. Gozei na boca das duas, e elas começaram a se beijar, dividindo minha gozada.
Como já era tarde, pedimos comida delivery enquanto tomávamos banho, e depois de comer, ficamos sentados no sofá conversando de boa.
Maya — Ainda bem que vocês me animaram a ir no casório, senão eu perdia toda a festa depois.
Cris — Quem te animou mesmo foi eu contar que a gente fazia trocas.
Maya — Isso também.
Eu — Então isso já tava planejado? E eu sempre sou o último a saber.
Cris — Você sabe que eu gosto de te dividir, mas com quem eu escolho.
Eu — Por acaso eu Já me ouviu reclamar?
Maya — Espero que não, porque eu pretendo continuar aproveitando essa pica. O que vocês não me disseram é com quem fazem as trocas. A Cris já me falou que é só gente próxima e conhecida, mas não consigo imaginar com quem.
Eu — Isso são assuntos pessoais, cada um conta se quiser.
Nisso, minha mulher estava no celular trocando mensagens.
Cris — Acabaram de me dar permissão pra te contar.
Maya — Então conta logo, quero uma surpresa.
Eu — Bom, começamos com o Iker e a Erika, que já tinham feito antes. E com o Julián e a Carol, que eram novatos como a gente. Nem te conto o fim de semana que passamos.
Maya — Não fode!!!!!
Cris — Passamos o fim de inteiro fazendo isso, kkkkkkkkkk
Maya — Então eu tô dentro nos próximos rolês. Já tô impaciente!!!!! E dá pra vocês três me comerem ao mesmo tempo?
Eu — Ao mesmo tempo, separado, com as outras mulheres, sem elas... do jeito que rolar.
Maya — Então já podem ir preparando, porque eu tenho muito tempo perdido pra recuperar.
Cris — Vamos começar a alinhar os calendários, mas já te aviso. Esses três juntos são perigosos pra caralho e não vão nos deixar em paz.
Maya — É isso que eu espero, kkkkkkkkk
Então já estamos planejando um fim de semana numa casa no campo.
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