Depois do banho com a Cami, fomos os dois pra cama entre beijos. Deitamos nus e ficamos nos beijando e acariciando nossos corpos. Eu não conseguia parar de beijar aqueles peitos lindos, enquanto sentia a mão dela acariciando meu pau e minhas bolas. Num momento, ela se levantou nua como estava e foi apagar a luz, e abriu as cortinas do quarto. De novo, a gente só era iluminado pela luz da lua. Ela voltou pra cama e ficou de quatro pra me chupar. Dessa vez, ela fazia com mais delicadeza do que na praia, como se estivesse aproveitando cada centímetro com os lábios e a língua, enquanto as mãos dela acariciavam minhas bolas e o períneo. Enquanto ela fazia isso, meus dedos começaram a brincar na buceta dela, que estava encharcada. Chegou uma hora que eu não aguentei mais, puxei ela pra perto e terminamos num lindo 69. Não sei quanto tempo a gente ficou assim, mas sei que ela gozou um monte de vezes na minha boca. E quando eu estava prestes a gozar, avisei ela.
Y: não aguento mais, vou gozar
C: sim, papai, é isso que eu quero - colocando meu pau de volta na boca - mas espera, vem
Ela se levantou, pegou um travesseiro, colocou no chão e se ajoelhou. Eu me acomodei na beirada, e ela colocou meu pau entre as tetas lindas dela e começou a me bater uma punheta com elas, sem tirar os olhos de mim.
C: vai, papai, me dá o leitinho, por favor
Y: quer gozar?
C: sim, enche meus peitos de porra por favor, dá a porra pra essa puta
Não aguentei mais e gozei. O primeiro jato foi direto na cara dela, e o resto caiu naquelas tetas gostosas. Ela meteu na boca e deixou ela limpinha de novo, e com as mãos pegou o resto que tinha caído nas tetas e espalhou como se fosse um creme. Depois, com o dedo, pegou o que caiu no rosto dela e saboreou.
C: hoje vou economizar o creme antes de dormir
Y: um pouco de colágeno não faz mal, né?
C: tu não é muito colágeno, digamos assim
Y: mas bem que te fiz gozar
C: aprovado, meu deus, nunca chuparam minha buceta desse jeito, não sei como você faz
Y: experiência e eu curto
C: e eu nem te conto
Naquele momento, Cami se levantou, pegou o roupão do quarto e saiu na varanda pra ver a noite. Eu fui até a geladeira, peguei as duas garrafinhas de champanhe que sempre colocam, vesti a cueca e fui atrás dela. Sentei na cadeira, e ela sentou no meu colo. Ficamos nos acariciando e trocando uns beijos por um tempo. Quando o champanhe já tava acabando, ela falou comigo de novo.
C: tenho que te agradecer
Y: por quê?
C: pensei que essas férias iam ser um fiasco, que eu já não podia agradar ninguém, o tempinho que fiquei na praia nem senti que me olhavam
Y: com certeza, você é uma gostosa
C: Valeu mesmo, você me fez sentir assim, e principalmente desejada.
Y: sempre te olhei, mas tinha que manter as aparências.
C: sim, eu já sei que você sempre me olhava, mas mesmo assim no verão passado eu te mandei umas indiretas e você nem deu bola.
Y: sou meio devagar.
C: hoje você não foi lerdo
Y: você foi direta, o que não é a mesma coisa
C: pode ser, juro que quando sentei na sua mesa não achei que ia terminar perdendo a conta de quantas vezes você me fez gozar e tomando todo o seu leite.
Y: olha que louco, quando eu te vi no bar, tava morrendo de vontade de terminar a noite assim.
C: que tarado - naquele momento ele me beijou e voltou a acariciar minha pica - falando de gozo, essa tá pronta pra mais uma rodada?
Y: é questão de experimentar, e onde você quer a próxima gozada
C: Na real, ia te dar a tiny ass, mas isso vou guardar pra amanhã, quero sentir você na buceta.
Y: curti a ideia
C: olha, que soldadinho obediente bonzinho já tá pronto, parece
Y: e você? - enquanto passava um dedo entre os lábios dela e sentia eles já molhadinhos - parece que sim
nos beijamos e eu tirei o pau de dentro da cueca e comecei a acariciar ela, enquanto aos poucos ela foi se ajeitando pra ficar sentada de frente pra mim, igual a gente tinha ficado na praia, com o pau todo dentro dela, e ela começou a se mexer devagarzinho, era inacreditável que ela ainda estivesse tão molhada depois de tudo que a gente tinha feito, e depois de um tempo, enquanto ela gemia baixinho, começou a morder meu ombro e enquanto eu sentia a buceta dela apertando meu pau com um novo orgasmo, tenho que admitir que doeu pra caralho e deixou a marca dos dentes, quando ela parou de me morder, olhou nos meus olhos e me deu um selinho
C: desculpa, te destruí, mas se não, eu ia gritar e todo mundo ia ouvir.
Y: de sacanagem, não gritei de dor
C: vamos entrar?
Não respondi nada, só me levantei sem deixar ela sair. Ela cruzou as pernas na minha cintura e a gente foi se beijando. Quando cheguei na cama, deixei a gente cair e comecei a me mexer, enquanto ela deixava as pernas caírem sobre o colchão e as mãos dela se agarravam forte na minha bunda. De vez em quando, ela cravava as unhas nas minhas costas. Eu alternava entre os lábios dela e os peitos, e aos poucos os gemidos dela foram virando gritos, enquanto eu aumentava o ritmo da minha penetrada. Como antes, algo destravou nela, e ela começou a ter uma enxurrada de orgasmos, o que fez eu gozar também. Os sons do quarto pareciam cena de filme pornô. Aos poucos, fomos relaxando e meu pau foi saindo de dentro dela, entre beijos. A gente se acomodou na cama de conchinha e dormimos.
Não sei quanto tempo dormi, mas acordei com a Cami chupando minha buceta.
C: sei que você tem que ir embora com segurança e queria que você fosse satisfeito
Y: que horas são?
C: as 7
Y: A gente tem tempo pra mais um, quer um rapidinho?
C: sim, por favor
Cami subiu de novo em cima de mim e começou a rebolar rápido, eu via as tetas dela quicando e era lindo demais, foi tipo uma rapidinha porque entre a sensibilidade da minha pica e a facilidade dela de gozar, em menos de dois minutos a gente já tava coordenando um orgasmo junto com gritos. Cami ficou toda largada na cama, eu me troquei e dei um beijo nela.
Y: Fazia tempo que não via uma mulher tão gostosa logo de manhã.
C: enganador
Y: tô falando sério
C: deve ser que essa mulher tá bem comida
Y: fico feliz que seja assim
C: te vejo no café da manhã?
Y: pode ser
C: que bom
Y: Tenho uma ideia, tô de folga à tarde, topa um negócio?
C: a que
Y: é surpresa, me fala sim ou não
C: se eu me animar
Y: ok, à 1 eu fico livre
C: sabe onde me encontrar
Dei outro beijo nela e saí do quarto, e cruzei com uma colega de trabalho, com quem já tivemos nossos momentos no passado. Ela me olhou cúmplice, sorriu e seguiu seu caminho.
No próximo eu conto a surpresa.
Y: não aguento mais, vou gozar
C: sim, papai, é isso que eu quero - colocando meu pau de volta na boca - mas espera, vem
Ela se levantou, pegou um travesseiro, colocou no chão e se ajoelhou. Eu me acomodei na beirada, e ela colocou meu pau entre as tetas lindas dela e começou a me bater uma punheta com elas, sem tirar os olhos de mim.
C: vai, papai, me dá o leitinho, por favor
Y: quer gozar?
C: sim, enche meus peitos de porra por favor, dá a porra pra essa puta
Não aguentei mais e gozei. O primeiro jato foi direto na cara dela, e o resto caiu naquelas tetas gostosas. Ela meteu na boca e deixou ela limpinha de novo, e com as mãos pegou o resto que tinha caído nas tetas e espalhou como se fosse um creme. Depois, com o dedo, pegou o que caiu no rosto dela e saboreou.
C: hoje vou economizar o creme antes de dormir
Y: um pouco de colágeno não faz mal, né?
C: tu não é muito colágeno, digamos assim
Y: mas bem que te fiz gozar
C: aprovado, meu deus, nunca chuparam minha buceta desse jeito, não sei como você faz
Y: experiência e eu curto
C: e eu nem te conto
Naquele momento, Cami se levantou, pegou o roupão do quarto e saiu na varanda pra ver a noite. Eu fui até a geladeira, peguei as duas garrafinhas de champanhe que sempre colocam, vesti a cueca e fui atrás dela. Sentei na cadeira, e ela sentou no meu colo. Ficamos nos acariciando e trocando uns beijos por um tempo. Quando o champanhe já tava acabando, ela falou comigo de novo.
C: tenho que te agradecer
Y: por quê?
C: pensei que essas férias iam ser um fiasco, que eu já não podia agradar ninguém, o tempinho que fiquei na praia nem senti que me olhavam
Y: com certeza, você é uma gostosa
C: Valeu mesmo, você me fez sentir assim, e principalmente desejada.
Y: sempre te olhei, mas tinha que manter as aparências.
C: sim, eu já sei que você sempre me olhava, mas mesmo assim no verão passado eu te mandei umas indiretas e você nem deu bola.
Y: sou meio devagar.
C: hoje você não foi lerdo
Y: você foi direta, o que não é a mesma coisa
C: pode ser, juro que quando sentei na sua mesa não achei que ia terminar perdendo a conta de quantas vezes você me fez gozar e tomando todo o seu leite.
Y: olha que louco, quando eu te vi no bar, tava morrendo de vontade de terminar a noite assim.
C: que tarado - naquele momento ele me beijou e voltou a acariciar minha pica - falando de gozo, essa tá pronta pra mais uma rodada?
Y: é questão de experimentar, e onde você quer a próxima gozada
C: Na real, ia te dar a tiny ass, mas isso vou guardar pra amanhã, quero sentir você na buceta.
Y: curti a ideia
C: olha, que soldadinho obediente bonzinho já tá pronto, parece
Y: e você? - enquanto passava um dedo entre os lábios dela e sentia eles já molhadinhos - parece que sim
nos beijamos e eu tirei o pau de dentro da cueca e comecei a acariciar ela, enquanto aos poucos ela foi se ajeitando pra ficar sentada de frente pra mim, igual a gente tinha ficado na praia, com o pau todo dentro dela, e ela começou a se mexer devagarzinho, era inacreditável que ela ainda estivesse tão molhada depois de tudo que a gente tinha feito, e depois de um tempo, enquanto ela gemia baixinho, começou a morder meu ombro e enquanto eu sentia a buceta dela apertando meu pau com um novo orgasmo, tenho que admitir que doeu pra caralho e deixou a marca dos dentes, quando ela parou de me morder, olhou nos meus olhos e me deu um selinho
C: desculpa, te destruí, mas se não, eu ia gritar e todo mundo ia ouvir.
Y: de sacanagem, não gritei de dor
C: vamos entrar?
Não respondi nada, só me levantei sem deixar ela sair. Ela cruzou as pernas na minha cintura e a gente foi se beijando. Quando cheguei na cama, deixei a gente cair e comecei a me mexer, enquanto ela deixava as pernas caírem sobre o colchão e as mãos dela se agarravam forte na minha bunda. De vez em quando, ela cravava as unhas nas minhas costas. Eu alternava entre os lábios dela e os peitos, e aos poucos os gemidos dela foram virando gritos, enquanto eu aumentava o ritmo da minha penetrada. Como antes, algo destravou nela, e ela começou a ter uma enxurrada de orgasmos, o que fez eu gozar também. Os sons do quarto pareciam cena de filme pornô. Aos poucos, fomos relaxando e meu pau foi saindo de dentro dela, entre beijos. A gente se acomodou na cama de conchinha e dormimos.
Não sei quanto tempo dormi, mas acordei com a Cami chupando minha buceta.
C: sei que você tem que ir embora com segurança e queria que você fosse satisfeito
Y: que horas são?
C: as 7
Y: A gente tem tempo pra mais um, quer um rapidinho?
C: sim, por favor
Cami subiu de novo em cima de mim e começou a rebolar rápido, eu via as tetas dela quicando e era lindo demais, foi tipo uma rapidinha porque entre a sensibilidade da minha pica e a facilidade dela de gozar, em menos de dois minutos a gente já tava coordenando um orgasmo junto com gritos. Cami ficou toda largada na cama, eu me troquei e dei um beijo nela.
Y: Fazia tempo que não via uma mulher tão gostosa logo de manhã.
C: enganador
Y: tô falando sério
C: deve ser que essa mulher tá bem comida
Y: fico feliz que seja assim
C: te vejo no café da manhã?
Y: pode ser
C: que bom
Y: Tenho uma ideia, tô de folga à tarde, topa um negócio?
C: a que
Y: é surpresa, me fala sim ou não
C: se eu me animar
Y: ok, à 1 eu fico livre
C: sabe onde me encontrar
Dei outro beijo nela e saí do quarto, e cruzei com uma colega de trabalho, com quem já tivemos nossos momentos no passado. Ela me olhou cúmplice, sorriu e seguiu seu caminho.
No próximo eu conto a surpresa.
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