surpresas de verão

Como todo verão, estou trabalhando na costa, e por sorte, até agora, tive vários encontros, mas esse foi de longe um dos mais prazerosos e tarados que já tive. O começo da temporada foi difícil, não foi como outros anos e o hotel estava quase vazio, esperávamos o pior, mas nos esforçamos para atender ao máximo os hóspedes que estavam lá. Entre eles estava a Camila, uma gostosinha de 26 anos muito bonita que, até o verão anterior, sempre vinha com o marido e um filho, mas este ano, quando fez o check-in, chegou sozinha. Foi aí que ela me contou que tinha se separado e que o marido tinha ido com o filho e a nova namorada para o sul. A verdade é que achei a Camila mais linda do que nunca, era verdade que ela tinha emagrecido, e agora os peitos dela se destacavam ainda mais. Ela não tem um corpo de modelo, tem um corpo mais cheinho, não era gorda, mas agora, mais magra, as tetas chamavam muito mais atenção e aquele bumbum, naquele dia, apertado numa legging, era um poema. A típica baixinha gostosa que mal passava de 1,60, morena com o cabelo curto até os ombros, olhos escuros mas com um olhar bonito e uma boquinha bem linda. E ela tem duas particularidades que, por algum motivo, sempre me chamaram a atenção: duas pintinhas perto da comissura da boca e uma tatuagem de uma borboleta bem delicada no meio das costas.
Naquela primeira noite, depois do trabalho, decidi ir pro centro. Eu ia encontrar com um date do app do cupido, mas na última hora ele cancelou porque tinha se queimado demais na praia. Aí resolvi ir jantar e aproveitar pra ver algum dos shows de rua, mas enquanto esperava pra pedir minha comida, apareceu a Camila. Ela tava com um vestido florido que da cintura pra cima era justinho, marcando bem o corpo e realçando o decote, que dava pra ver que ela tava sem sutiã. A parte de baixo era soltinha, até o joelho.
C: jantando sozinho?
Y: tinha um encontro, mas cancelaram.
C: que pena, pelo menos você tem uma desculpa, eu janto sozinha porque nem tenho um encontro
Y: bom, mas aqui com certeza você vai conseguir um encontro
Tomara, mas pra começar, posso sentar nessa mesa?
Não respondi, só me levantei e puxei a cadeira para ela. O resto da noite passamos conversando de um jeito bem gostoso. Ela me contou que tinha se separado do parceiro porque viraram só amigos, que estava tudo bem entre eles, mas não eram mais um casal, nem tinham mais intimidade. E aí descobriu que ele era gay. Ela me contou que o novo parceiro dele era um amigo de infância, que parece que sempre teve aquela tensão rolando entre os dois. Foi aí que ela entendeu porque não transavam mais, que nos últimos tempos ele tinha dificuldade de manter a ereção e essas coisas típicas.

Já no final do jantar, tinha muitos olhares cúmplices e uns toques de mão, piadas de duplo sentido. Na hora de pagar, tentei convidar, mas ela não deixou. Pagou a parte dela, então convidei para tomar um sorvete. Comprei os sorvetes e ela sugeriu irmos comer nas dunas que ficam ali pertinho. A noite estava perfeita, linda, com um céu maravilhoso e uma lua cheia daquelas.

Depois de um tempo sentados nas dunas, comendo sorvete e comentando como a noite estava linda, que até dava vontade de entrar no mar, ela se encostou mais em mim e eu a abracei.

C: não ri, mas eu me sinto uma adolescente
Um pouco eu também, embora no seu caso não tenha sido há tanto tempo assim.
C: É verdade que você é meio vovô, né? Quando você vinha pra praia, usava aquelas sungas que cobriam até o joelho, não era?
Y: kkkk também vamos exagerar não
C: Tá bom, tá bom, não se ofenda. E você também vinha com seus namoradinhos pra se beijar na praia?
Y: de qualquer jeito com as novinhas
hahaha bom, talvez você fosse tipo o Diego, quem sabe
kkkk não, se eu viesse pra beijar os amores de verão, e outras coisas
C: e outras coisas, olha que safado o adolescente
Y: hahaha você só veio pra beijar?
C: sabe que isso é uma coisa pendente, se ao menos me beijar
Y: olha só, é bom saber
C: e sabe de uma coisa - enquanto segurava meu rosto com uma mão - agora eu adoraria que você me beijasse como uma adolescente
Em seguida, aproximei seus lábios da minha boca e nos fundimos em um beijo, suave mas intenso. Sua boquinha mal permitia o entrelaçar das nossas línguas, e sua língua gelada pelo sorvete me dava um prazer extra. Minhas mãos percorreram suas costas, e a mão dela, que antes segurava meu rosto, deslizou por baixo da minha camiseta e acariciou minha barriga e meu peito. Aos poucos fomos nos movendo até que ela ficou sentada de cavalinho em cima de mim, e gradualmente minhas mãos pousaram na sua bunda enquanto agora as duas mãos dela acariciavam minha cabeça. Por um tempo que não sei dizer quanto, nossas bocas praticamente não se separaram, só o fizeram quando ela começou um movimento leve e minha mão apertou sua bunda, e ela se afastou para deixar escapar um pequeno gemido. Aproveitei para beijar seu pescoço e sentir novamente seu perfume, que era delicioso. Por cima, sua pele era mais macia do que parecia à vista. Então ela voltou a segurar meu rosto, me deu um selinho e me encarou.
C: você conhece bem por aqui, né?
Y: conheço sim, por quê?
C: Tem que ter um lugar onde a gente possa resolver o que tá pendente sem ter ninguém olhando.
Y: kkkk sim, mas não tenho camisinhas bonitas
C: O bom de não ser mais adolescente é que a gente já se cuida de outras formas - e ela me deu outro beijo - a menos que você queira deixar essa pobre garota na abstinência, cheia de vontade
Y: Ah, então em abstinência? - E eu dei um beijo nela - Faz muito tempo?
C: e a última foi presente de Natal, te digo
Y: nossa, tem que resolver isso, qual você prefere, Medano ou a casinha dos salva-vidas?
C: medano!
Peguei ela pela mão e fomos para um lugar que ficava a uns metros de onde estávamos, mas que ficava mais ou menos rodeado pela vegetação, ainda com vista para o mar. A luz da lua era tão intensa que dava pra ver tudo. Quando chegamos lá, começamos a nos beijar em pé. Ela já estava acariciando minha virilha, e minhas mãos agora massageavam sua bunda por baixo do vestido. O fio dental que ela usava era tão minúsculo que tive que deslizar o dedo pelo meio da fenda para senti-lo, e quando passei a mão para frente, foi uma coisa absurda: ela estava encharcada. Enquanto continuávamos nos beixando, ela já tinha desabotoado minha calça e tirado meu pau para fora, começando a me masturbar. Mas foram só uns segundos. Ela se ajoelhou e começou a brincar com a boca, engolindo ele inteiro e depois tirando para dar uns beijinhos.
C: essas eram as coisas que você fazia com seus amores de verão? tô mandando bem?
Isso e muito mais, e você faz muito bem
C: mas não quero aproveitar só na boca
Y: e onde você quer ela?
C: aqui - me olhando com cara de putinha e apontando pra entreperna enquanto levantava o vestido e me deixava ver a parte da frente de uma linda calcinha de renda - eu quero
Tirei a camiseta e coloquei na areia, sentando em cima dela. Ela se levantou e veio até mim, mas antes que pudesse se deitar sobre mim novamente, puxei ela e a virei de costas. Levantei o vestido e vi aquele rabão lindo, acariciei e ela entendeu na hora. Inclinando um pouco o corpo, eu desci a calcinha, revelando uma bucetinha daquelas que parecem uma borboleta – quase um reflexo da boca dela, pequenininha. O filete de lubrificação que esticou quando puxei a calcinha foi uma visão linda. Aproximei a boca e comecei a beijá-la como havia beijado sua boca minutos antes, e em poucos segundos ela teve um orgasmo gostoso que molhou meu rosto todo. Ela se virou, ajoelhou e ficou com os lábios roçando a cabeça do meu pau. Segurou meu rosto, me beijou e, ao se afastar, me olhou mordendo os lábios. Pegou meu pau e começou a esfregar entre seus lábios.
Que delícia o que você acabou de fazer, acho que nunca ninguém me chupou desse jeito. O que eu sei é que nunca tinha gozado assim com uma boca.
Y: eu curto muito e sua buceta é linda, tão apertadinha
C: É pequenininha, sabe, e faz tempo que a única coisa que entra é meu vibrador, e ele é menor que essa beleza - enquanto apertava meu pau - me deixa eu enfiar?
Y: é toda sua, Cami
sem tirar os olhos dos meus, posicionei o pau na buceta dela e ela começou a descer lentamente. No início, mordeu os lábios de novo, mas logo a boca se abriu e, aos poucos, os olhos dela foram ficando vidrados e a cabeça se inclinando. Era verdade que ela estava apertada, mas tão molhada que entrava fácil. Enquanto ela descia, eu fui puxando o decote até aparecerem aqueles peitões que eu sempre admirei. Eram realmente grandes, mas firmes, com auréolas grandes mas mamilos pequenos. E, enquanto ela já tinha quase todo o meu pau dentro, comecei a beijá-los e acariciá-los. No momento em que meu pau estava completamente dentro, ela subiu quase até tirar por completo e desceu de novo, mas dessa vez ajustando para cruzar as pernas atrás de mim e apertou minha cabeça contra seu peito direito enquanto eu dava pequenas mordidas no mamilo. Pude sentir um novo orgasmo dela com um lindo grito. Quando se recuperou, começou a se mover suavemente; minhas mãos ajudavam segurando sua bunda e minha boca alternava entre os peitos e os lábios dela. Não sei quanto tempo passou naquele movimento lento e prazeroso, mas um novo orgasmo a atingiu. Ela me beijou e se levantou, deu as costas e, de cócoras de novo, sentou no meu pau até enfiar tudo dentro.
C: sempre quis saber como era transar vendo o mar
Y: gostou?
C: quase tanto quanto seu pau, pena que não aproveitei no verão passado
Y: aproveita essa buceta agora
ela começou a se mexer cada vez mais rápido e um novo orgasmo a atingiu, mas esse pareceu uma verdadeira cascata de orgasmos, o que fez ela cair para frente, ficando de quatro na areia. Eu me levantei e a penetrei nessa posição, mas em segundos veio outro orgasmo, e eu já sentia que o meu estava chegando
Y: vou gozar na sua buceta
C: sim, mas não aí, quero na boca, por favor si - de novo falando com voz de neném -
Y: seus desejos são ordens
ela se virou e enfiou meu pau na boca, e em segundos comecei a gozar, quando terminou de cuspir porra meu pau se afastou e ela me mostrou sua boquinha cheia e como engolia tudo para depois me mostrar sorridente que não tinha sobrado nada dentro e voltou a chupar até deixar bem limpinho, ajudei ela a se levantar e voltamos a nos beijar como adolescentes apaixonados.
C: você também dorme no hotel?
Y: sim, claro
C: não quer vir dormir comigo hoje?
Y: eu adoraria
caminamos de mãos dadas até o hotel, ela tinha colocado o seu thong no meu bolso, então por baixo do vestido ela estava completamente pelada. Ao chegar no hotel, entramos separados, eu fui buscar o carregador no meu quarto e fui para o dela, passei pela recepção para pegar a outra chave do seu quarto, e ao entrar a encontrei completamente nua, ela estava uma gostosa, entramos no banho para tirar a areia que estava grudada na gente (transar na praia tem consequências) entre beijos e carícias, e voltamos para a cama, mas isso eu vou contar na próxima parte


1 comentários - surpresas de verão