Olá, essa história é sobre uma situação que rolou comigo no auge da pandemia. Naquela época, eu tinha uma namorada que tava trabalhando em instalações do governo na área administrativa e, por isso, tinha autorização especial pra sair de casa. Aí aconteceu que um dos colegas dela pegou o vírus e mandaram todo mundo pra casa em quarentena. Era final de novembro, e a família dela queria pintar a casa. Me chamaram pra fazer o serviço, e eu aceitei, já que ia passar mais tempo com ela lá.
Naquela época, ela tinha 20 anos, 1,57m, magrinha, com uns peitinhos pequenos, mas pontudos, com um mamilo delicioso. A bunda e as pernas eram bem torneadas por causa da dança que ela praticou anos antes. A visão dela de quatro era uma maravilha, e sem dúvida aquela buceta enorme que ela tem... Meu Deus, além de gorda, rosada, bem suculenta e apertadíssima. (Foto daquele rabo que me enlouquece até hoje.)
Enfim, quando cheguei na casa dela, vi ela de máscara, o que achei estranho, e também me cumprimentou meio distante, o que também achei estranho. Mas como eu tava chegando carregado com as tintas e falando com o resto da família, deixei passar. Até a noite, quando ficamos sozinhos pra ver um filme, aproveitei pra perguntar por que ela tava usando a máscara e tal. Resumindo, acabamos brigando porque ela não queria me contar que tinha chance de estar contaminada. Ela foi dormir no quarto e eu fiquei no sofá da sala. Não passaram nem cinco minutos e senti alguém se jogar do meu lado — era ela, pedindo desculpas por não ter me falado. Eu disse que não importava, só queria que ela ficasse bem. Ela falou pra gente ficar em paz e, já que não podia tirar a máscara, disse: "Tira ela pra mim, vou te masturbar até você gozar na minha mão". E eu não ia recusar. Abaixei a calça até os joelhos e ela começou a mexer a mão. Daí ela se levantou, ficou brincando com o tronco, passando as unhas de leve, me dando uma sensação de cócegas enquanto subia e descia. Depois subiu pra cabeça e começou a fazer círculos com os dedos em volta — tava sensacional. Aí pegou ele inteiro e começou a bater uma punheta devagar, subindo e descendo, aumentando a velocidade e diminuindo de novo, assim por uns dez minutos. Quando eu falei pra ela ficar de quatro no braço do sofá, com a tesão que tava, ela só me olhou por um segundo, olhou pra entrada da sala, mordeu o lábio e se ajoelhou. Levantei o vestido que ela tava usando como pijama e admirei aquela bunda maravilhosa e gostosa que ela tem. Puxei a calcinha fio dental branca que ela tava usando e, mesmo a buceta dela estando toda melada, só usei dois dedos pra pegar aquele líquido delicioso, passar na entrada do cu dela e enfiar a cabeça de vez pra chupar tudo bem gostoso, sem deixar um único lugar sem passar a língua, enquanto ela brincava com o clitóris dela. Sinceramente, não sei como não fomos descobertos, e mais ainda como ela conseguiu se segurar. Vontade de gemir igual a puta que eu era naquele momento. Eu tava vazando pré-gozo pra caralho, parei de comer a bunda dela, puxei ela pelo cabelo, cheguei perto do ouvido dela e falei simplesmente: "abre essas nádegas que vou te deixar cheia de porra no cu igual a puta que você é". Não passaram nem 5 segundos e as mãos dela já seguravam aquele par de nádegas bem abertas, deixando à vista aquele buraquinho que ia ser perfurado pela segunda vez na vida dela.
Peguei meu pau e coloquei a cabeça na entrada, quando tô prestes a enfiar tudo, a porta do último quarto range e alguém andando. O tempo parou pra nós dois e a gente conseguiu respirar quando ouviu a porta do banheiro. Conhecendo ela como eu conhecia, a tesão foi embora na hora e ela começou a arrumar a roupa, falando que isso não devia ter acontecido, que a gente tinha passado dos limites. Eu só segurei o braço dela e falei: "você tem duas opções: vai no banheiro se limpar e não fazemos nada, ou me dá sua calcinha fio dental, me espera no quarto e em 10 minutos eu deixo sua bunda vazando porra. O que você decide?" Ela só me olhou e, sem dizer nada, foi pro banheiro. Não vou mentir, por um momento me arrependi dela ter ido. Ela demorou uns minutos no banheiro, quando passou no quarto dela, jogou o vestido e a calcinha fio dental pra mim e disse: "5 minutos".
Esperei os 5 minutos, levantei, entrei no quarto. Não vou mentir, cheirava a sexo, parecia uns barulhinhos de chapinhar. Ela tava se dedando enquanto me esperava, sem se importar que a prima dela, uns anos mais nova, tivesse do lado. Caminhei até a cama, coloquei ela em posição fetal, levantando um pouco a bunda dela do colchão, molhei meu pau com os fluidos dela e enfiei tudo de uma vez. Tava com muita vontade de entrar naquele buraco apertado. A única coisa que ouvi foi um "mmmm" abafado pelo travesseiro, e foi só isso que se ouviu enquanto eu metia devagar, aproveitando o aninho dela bem apertado, me dando mais e mais contrações cada vez que entrava e saía. Levei uns três minutos nessa mete e sai quando ela sussurra entrecortado: "vôuôu goozaaarrr". Afundei o máximo que pude e deixei sair toda minha porra dentro enquanto ela tremia e tinha contrações mais fortes, não conseguia fazer nada além de tremer e assim ficou por um bom tempo até se acalmar. Levantei ela, levei pro banheiro, limpei o corpo todo, coloquei o vestido e uma calcinha limpa nela, e de novo pro quarto, deitei ela e ela dormiu na hora.
De manhã, umas 10 horas, ela acordou feliz, se sentindo melhor, e a família disse que ela tava melhorando bem e que isso é sinal de que o vírus tá passando, e nós dois sabíamos que não era isso, mas no final ninguém falou nada, hehe.
No fim, agradeci que a prima teve um sono pesado naquele dia, ou talvez não quis dizer nada depois daquilo. Com o tempo, terminamos e é uma lembrança que uso pra me masturbar às vezes. Espero que vocês gostem.
Naquela época, ela tinha 20 anos, 1,57m, magrinha, com uns peitinhos pequenos, mas pontudos, com um mamilo delicioso. A bunda e as pernas eram bem torneadas por causa da dança que ela praticou anos antes. A visão dela de quatro era uma maravilha, e sem dúvida aquela buceta enorme que ela tem... Meu Deus, além de gorda, rosada, bem suculenta e apertadíssima. (Foto daquele rabo que me enlouquece até hoje.)
Enfim, quando cheguei na casa dela, vi ela de máscara, o que achei estranho, e também me cumprimentou meio distante, o que também achei estranho. Mas como eu tava chegando carregado com as tintas e falando com o resto da família, deixei passar. Até a noite, quando ficamos sozinhos pra ver um filme, aproveitei pra perguntar por que ela tava usando a máscara e tal. Resumindo, acabamos brigando porque ela não queria me contar que tinha chance de estar contaminada. Ela foi dormir no quarto e eu fiquei no sofá da sala. Não passaram nem cinco minutos e senti alguém se jogar do meu lado — era ela, pedindo desculpas por não ter me falado. Eu disse que não importava, só queria que ela ficasse bem. Ela falou pra gente ficar em paz e, já que não podia tirar a máscara, disse: "Tira ela pra mim, vou te masturbar até você gozar na minha mão". E eu não ia recusar. Abaixei a calça até os joelhos e ela começou a mexer a mão. Daí ela se levantou, ficou brincando com o tronco, passando as unhas de leve, me dando uma sensação de cócegas enquanto subia e descia. Depois subiu pra cabeça e começou a fazer círculos com os dedos em volta — tava sensacional. Aí pegou ele inteiro e começou a bater uma punheta devagar, subindo e descendo, aumentando a velocidade e diminuindo de novo, assim por uns dez minutos. Quando eu falei pra ela ficar de quatro no braço do sofá, com a tesão que tava, ela só me olhou por um segundo, olhou pra entrada da sala, mordeu o lábio e se ajoelhou. Levantei o vestido que ela tava usando como pijama e admirei aquela bunda maravilhosa e gostosa que ela tem. Puxei a calcinha fio dental branca que ela tava usando e, mesmo a buceta dela estando toda melada, só usei dois dedos pra pegar aquele líquido delicioso, passar na entrada do cu dela e enfiar a cabeça de vez pra chupar tudo bem gostoso, sem deixar um único lugar sem passar a língua, enquanto ela brincava com o clitóris dela. Sinceramente, não sei como não fomos descobertos, e mais ainda como ela conseguiu se segurar. Vontade de gemir igual a puta que eu era naquele momento. Eu tava vazando pré-gozo pra caralho, parei de comer a bunda dela, puxei ela pelo cabelo, cheguei perto do ouvido dela e falei simplesmente: "abre essas nádegas que vou te deixar cheia de porra no cu igual a puta que você é". Não passaram nem 5 segundos e as mãos dela já seguravam aquele par de nádegas bem abertas, deixando à vista aquele buraquinho que ia ser perfurado pela segunda vez na vida dela.Peguei meu pau e coloquei a cabeça na entrada, quando tô prestes a enfiar tudo, a porta do último quarto range e alguém andando. O tempo parou pra nós dois e a gente conseguiu respirar quando ouviu a porta do banheiro. Conhecendo ela como eu conhecia, a tesão foi embora na hora e ela começou a arrumar a roupa, falando que isso não devia ter acontecido, que a gente tinha passado dos limites. Eu só segurei o braço dela e falei: "você tem duas opções: vai no banheiro se limpar e não fazemos nada, ou me dá sua calcinha fio dental, me espera no quarto e em 10 minutos eu deixo sua bunda vazando porra. O que você decide?" Ela só me olhou e, sem dizer nada, foi pro banheiro. Não vou mentir, por um momento me arrependi dela ter ido. Ela demorou uns minutos no banheiro, quando passou no quarto dela, jogou o vestido e a calcinha fio dental pra mim e disse: "5 minutos".
Esperei os 5 minutos, levantei, entrei no quarto. Não vou mentir, cheirava a sexo, parecia uns barulhinhos de chapinhar. Ela tava se dedando enquanto me esperava, sem se importar que a prima dela, uns anos mais nova, tivesse do lado. Caminhei até a cama, coloquei ela em posição fetal, levantando um pouco a bunda dela do colchão, molhei meu pau com os fluidos dela e enfiei tudo de uma vez. Tava com muita vontade de entrar naquele buraco apertado. A única coisa que ouvi foi um "mmmm" abafado pelo travesseiro, e foi só isso que se ouviu enquanto eu metia devagar, aproveitando o aninho dela bem apertado, me dando mais e mais contrações cada vez que entrava e saía. Levei uns três minutos nessa mete e sai quando ela sussurra entrecortado: "vôuôu goozaaarrr". Afundei o máximo que pude e deixei sair toda minha porra dentro enquanto ela tremia e tinha contrações mais fortes, não conseguia fazer nada além de tremer e assim ficou por um bom tempo até se acalmar. Levantei ela, levei pro banheiro, limpei o corpo todo, coloquei o vestido e uma calcinha limpa nela, e de novo pro quarto, deitei ela e ela dormiu na hora.
De manhã, umas 10 horas, ela acordou feliz, se sentindo melhor, e a família disse que ela tava melhorando bem e que isso é sinal de que o vírus tá passando, e nós dois sabíamos que não era isso, mas no final ninguém falou nada, hehe.
No fim, agradeci que a prima teve um sono pesado naquele dia, ou talvez não quis dizer nada depois daquilo. Com o tempo, terminamos e é uma lembrança que uso pra me masturbar às vezes. Espero que vocês gostem.
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