Fala, galera! Tô deixando a última parte da saga aqui.
Aqui está o capítulo anterior
http://www.poringa.net/posts/relatos/5491479/Flor-de-descubrimiento-Parte-6.htmlPra quem quer começar do início, deixo o link aquihttp://www.poringa.net/posts/relatos/5460907/Flor-de-descubrimiento-Parte-1.html
Na única porta do quarto estava parado Francisco, mordendo os lábios com uma mistura de impotência. Não disse nada, só fez uma pausa esperando pra ver o que Nadia tinha a dizer.
Nádia - Chegou o corno manso, cof cof! - limpou a garganta e continuava cuspindo saliva pra caralho.
Francisco — O que eu faço, fico ou vou? — perguntou como se fosse algo normal.
Nádia—Me espera na cama que acabei com ele e já vou.
Imediatamente ele se retirou pela porta por onde tinha entrado, fazendo os passos ecoarem na escada. Minha sobrancelha se torceu, meu olhar procurando alguma testemunha que explicasse o que tinha acabado de rolar. Basicamente, o namorado da Nadia tinha nos pego no meio de um boquete, enquanto a mina cuspia líquido pré-gozo, e o cara, sem nem piscar, foi pro quarto dele.
Nádia — A gente precisa conversar, como assim os vídeos não existem mais? — enquanto se levantava olhando pro celular dela.
Nico—É como você tá ouvindo, me explica aí o que acabou de rolar.
Nádia—Não!! Me diz o que você fez com os vídeos, onde eles estão—passando os dedos rapidamente pela tela do celular dela.
Ao perceber que aquilo não levava a lugar nenhum, fui atrás de respostas no quarto do Francisco. O medo de perder a Flor era forte demais e eu não me importava de dar uma engolida no pica do jogador de rugby de um metro e noventa.
Entrei no quarto e tranquei a porta, vi ele apoiado na grade da sacada olhando pro nada com um copo de Fernet na mão. Caminhei devagar anunciando que tinha chegado pra não fazer nenhum movimento brusco que pudesse irritar o gigante e ele ousar me dar um soco.
Nico—Fran, deixa eu te explicar, juro que não tava fazendo porque queria.
Fran- Com que ela te prendeu? — ela disse sem olhar na minha cara.
Na hora entendi que o que a Nadia tinha feito comigo não era pessoal, era sistemático, ela devia ter alguma coisa contra a Fran.
Nico—Sei que o único que deve explicações aqui sou eu, mas se quiser, a gente troca histórias.
Fran- tô te ouvindo- enquanto apontava pro fernet me convidando a me servir.
Nico... eu estive com a Nadia, ela me filmou e ameaçou mostrar o vídeo pra Flor. Não quero perder ela, então tô fazendo tudo o que ela manda. E com você, o que rolou?
Nesse momento, sente alguém batendo na porta, com certeza era a Nadia, já que da sacada dava pra ver a Flor do outro lado da casa.
Fran- Cê quer a Flor?
Nico—Agora mesmo é o que eu mais quero.
Fran- e pra que você transou com a Nadia?
Nico—Tara? Curiosidade? Ou por ser um baita idiota?
Fran—Olha onde esse tesão te levou. Uma coisa eu posso te garantir: você vai perder a Flor, a Nadia vai fazer você perdê-la. Você tá igual a mim no começo de tudo.—Dizia ele, olhando melancólico para o grande pátio arborizado da casa.
Nico—Tipo no começo de tudo? O que aconteceu?
Fran—No começo foi como você disse, uma puta tesão. Conheci a Nadia porque nossos pais são super amigos. Tava namorando e acabei transando com ela, e esse foi meu erro. Não sei se foram umas três vezes, e depois falei que não dava mais pra continuar. Aí, uma noite, chegou uma mensagem pra mim com um vídeo nosso dois na cama, dizendo que se eu não fosse, ela mostrava pra minha mina.
Nico - A mina fez o mesmo comigo, cê tá igual eu. - Me deu uma mistura de surpresa e tesão, a gostosa dominava tudo que via e tratava os caras como cachorrinhos de colo, tentei com todas as minhas forças não deixar o pau subir de tesão, enquanto ele contava a história.
Fran- Não tô igual você, tô pior que você. Achei que era só um capricho e que a patricinha ia me deixar em paz, mas ela foi pedindo cada coisa mais estranha. Uma vez me pediu pra amarrar ela na cama. Sem eu saber, ela tava filmando tudo. Naquele vídeo, parece que eu tô fazendo aquilo contra a vontade dela... Sabe o que iam fazer comigo se esse vídeo vazar? Minha ex-namorada, minha família, o negócio da minha família... — Ele contava enquanto olhava pra porta, que continuava batendo.
Nico—Me passa teu número de telefone agora, vou sair dessa e, com sorte, te tiro daqui também.
Fran- Sabe, Nico, vai pro quarto e aproveita tua mina o máximo que puder. — Disse com um tom de resignação.
Abri a porta sem trocar uma palavra com a Nadia e fui dar atenção pro Francisco.
Ao entrar no quarto enorme, senti o toque macio do carpete, minha visão foi se acostumando com a luz fraca que o brilho da lua trazia. Vi a Flor deitada, mexendo no celular, enquanto o corpo dela ocupava o centro do king size. O aquecedor deixava o clima bem quentinho, e o corpo da Flor estava coberto só pelos lençóis.
Nico— Flor, posso te pedir uma coisa? Vamos transar como se fosse a última vez.
Flor- Não sei, deixa eu pensar.- Enquanto tira o lençol mostrando sua nudez.
Tava me esperando toda pelada debaixo do lençol, tinha virado uma putinha gostosa, as sardas dela combinavam com a carinha safada, deixando à mostra os peitinhos empinados que faziam bico e caíam suave pela pele aveludada, marcando a cintura de violão que terminava naquela anca que me enlouquecia.
Lentamente, as pernas dela se abriram que nem as tampas de um cardápio de prato único, mostrando a buceta recém-depilada dela, convidando pra chupar. Fui me despindo pelo caminho e, que nem um tigre, me debrucei na beirada da cama, avancei pelo lado de dentro das pernas dela com suspiros leves, esfreguei minha língua com força contra os dentes, deixando ela áspera pra fazer ela sentir minhas lambidas. Senti o cheiro da ppk dela e notei um aroma de creme corporal. Me deitei de peito no colchão, passei minhas mãos por baixo das pernas dela, segurando firme, e numa espécie de prisão, comecei a chupar ela devagar por um tempo. Queria dar esse carinho antes de começar a lamber com mais pressão. Fui me enfiando mais pra dentro, desenhando espirais no interior dela, até terminar focado só no clitóris dela, pressionando com a língua, raspando com força e soltando umas mordidinhas. Comecei a ouvir a respiração dela virando gemido. Meu pau começou a endurecer ouvindo o chamado da dona dele.
Ela não aguentava mais, agarrou meu cabelo tentando me puxar pra cima do corpo dela, sem dar bola, me ajoelhei na cama deixando meu pau visivelmente duro e cheio de veias à mostra, instintivamente ela quis se sentar pra chupar, mas empurrei ela pra trás, deixando ela deitada de novo, queria manter ela longe da minha rola que ainda tinha restos de saliva da Nadia.
Fiz uma careta leve com minha boca cuspindo no meu pau, embora na verdade nem precisasse, porque o líquido pré-ejaculatório já tava fazendo o trabalho dele.
Com a outra mão, ajustei um travesseiro debaixo da bunda dela, colocando meus joelhos por baixo das pernas dela. Tava com aquela buceta linda, rosada e toda depilada na minha frente. Quando vi o rostinho dela, fiz um carinho com a parte de fora da minha mão na cintura dela enquanto esfregava meu pau no clitóris molhado dela e, num vai e vem, enfiei tudo sem nenhuma resistência, porque os dois já tavam encharcados. Não parei até sentir minhas bolas batendo na pele dela, a ponta do meu pau batendo no fundo — tinha metido tudo. Ela soltou a mesma respiração de quem tá esquentando as mãos, Flor exalou de boca aberta e ficou assim uns segundos, soltando ar de prazer. Repeti de novo e o resultado foi o mesmo: Flor exalava prazer a cada metida funda. Vendo o prazer dela, comecei a fazer várias vezes seguidas, enquanto observava meu pau entrando e dobrando os lábios da buceta dela. Deixava ele inteiro lá dentro por uns segundos, batendo no fundo até o ponto em que não tirei mais. Segurei ela pela cintura, querendo atravessar aquele limite que a cabeça do meu pau tinha encontrado. Flor tapou a boca e eu senti a contração da vagina dela apertando meu pau, liberando meu orgasmo que eu tentava segurar. Meu esperma morno, com três jatos intermitentes, bateu no fundo do canal vaginal dela enquanto os dois soltávamos a respiração do gozo.
Flor- O que você fez comigo? Isso foi o melhor sexo que já tive na minha vida- enquanto recuperava o fôlego.
Nico— Ainda não terminei, vira pra cá que quero ver essa rabuda linda na minha frente pra judiar dela um pouco.
Flor- O que você vai fazer com a minha bunda? - disse num tom infantil e brincalhão, mas percebi um medo nos olhos dela.
Nico—Vamos continuar como até agora, você fazendo o papel de uma puta gostosa e eu tentando te dar o melhor sexo da sua vida.—falei, ajudando ela a se virar e ficar de joelhos.
A bunda dela parada ficou ali pra eu apreciar, vi o cu dela brilhando de suor. Me joguei em cima das nádegas dela e usei todo meu peso pra abri-las, consegui ver uma abertura pequena onde enfiei minha língua. Na hora, senti a contração instintiva da Flor ao apertar o cu, mas logo ela relaxou com a massagem que eu tava dando com a língua, enquanto ela se recuperava do orgasmo que tinha tido. Só que eu interrompi o descanso dela quando comecei a comer a bunda dela com minha língua dura, penetrando cada vez mais fundo. Minha mão foi direto bater uma punheta porque meu pau tinha ficado a três quartos de máquina.
Flor- O que você vai fazer?.- Ela perguntava, mas sabia o que eu estava tramando.
Nico—Vou entrar bem devagarinho por aqui, olha como tá, tá pedindo.
Flor- Nabo, você vai me machucar.
- Dessa vez ela falou num tom de preocupação.
Nico—Nunca te fiz mal, não vou começar agora. Posso?
Flor— mhm.— ela disse com os olhos bem abertos, esperando ajoelhada, quase em posição fetal.
No fundo, eu sabia que se não fosse agora, nunca mais seria, porque o buraquinho dela estava molhado e completamente dilatado. Aí coloquei o polegar na cabeça da minha piroca e fui enfiando devagar, com um vai e vem consegui avançar só até a metade, e foi aí que comecei meus movimentos, que foram uma tortura pra mim porque aquele cu tava apertadíssimo. Ela levou a mão na própria buceta enquanto com a outra se apoiava. Tirei uma das minhas mãos da cintura dela pra ajudar a segurá-la pelo ombro, e isso também tirou ela da posição fetal e deixou ela de quatro, onde eu tinha mais espaço pra meter fundo. Foi nesse momento que comecei a arremeter com mais força.
Nico—Tá tudo bem?
Flor- Sim… sim.- Ela dizia isso com as maçãs do rosto levantadas, sinal de que de alguma forma aquilo a incomodava.
Peguei ela pelo outro ombro e sentei no meu colo, minha pica entrou quase toda, o peso dela ajudou e comecei a meter forte, via o cabelo dela pulando na minha cara, tava com ela toda empinada e sentia meu tronco veiudo percorrendo aquele cu apertado, queria encher o rabo dela de porra. Queria arrebentar ela e deixar ela toda quebrada, igual um moleque que sabe que talvez não brinque mais com aquele brinquedo e quer destruir ele pra ninguém mais usar, esse pensamento intrusivo tinha tomado conta de mim e eu tava literalmente machucando ela.
Flor- Nico, tá começando a doer!- Falei pro ar, já que eu tava viajando, queria gozar, já tava perto…
Consegui ver o rosto dela e já era de dor, os pensamentos intrusivos foram embora rápido, não dava pra ver ela sofrer de jeito nenhum. Tirei ela devagar e guiei o corpo dela pra frente, pra ela voltar a ficar de quatro.
Nico— Desculpa... cê tá bem? Quer parar?
Flor- Quero continuar, mas por aí não.
Nico—Beleza, gostosa.
Passei o polegar de um jeito curativo na entrada da buceta dela enquanto colocava meu pau na entrada da boceta que tinha um restinho branco do meu esperma escorrendo na ponta dos lábios dela, rapidamente comecei a bombar, queria recuperar o ritmo do qual ela tinha me tirado, a boceta dela estava cheia de líquidos, a bunda dela escorria do mesmo jeito, o tesão de ter transformado a menina inocente que conheci nessa putinha escorrendo esperma tomou conta de mim, observei meu membro entrando e saindo com espuma branquinha do meu sêmen anterior em volta, tava quase gozando, agarrei ela pelos ombros de um jeito que prendia ela.
Nico — Já que não me deixou gozar na sua bunda, vou encher essa buceta. — Isso a deixou excitada pra caralho.
Dando 4 metidas fundas de longo curso, consegui esvaziar a porra que ainda tinha dentro dos meus ovos. Agora a buceta dela tava cheia e ela destruída. A Flor parecia ter gozado sem eu perceber. Quando tirei meu pau banhado de esperma, pude ver a buceta dela se esvaziando aos poucos e as nádegas suadas.
Nico—Vou me lavar, quer que te traga alguma coisa?
Flor — Quando eu conseguir me mexer, vou tomar um banho. Agora vou ficar aqui.
Juntei o celular e fui pro banheiro, aproveitei a distração dela e tirei uma foto de lembrança da Flor de bruços, toda acabada. Olhei o celular e tinha 7 mensagens da Nadia e uma chamada do Mati.
As mensagens da Nadia diziam que ela queria falar, uns xingamentos e uma ameaça de que ia vir até o quarto. Segurei ela dizendo que ia me liberar e a gente conversava. Foi aí que liguei pro Mati.
Nico—Mati, tudo bem? Me diz que você apagou tudo... Tô segurando essa merda com a Nadia, que tá me ameaçando de falar.
Mati- Vou ficar acordado pra te ajudar, eu te tiro dessa… me diz até quando eles ficam.
Nico—Amanhã às 9 a gente vai, por quê?
Mati—Depois dessa hora, a Flor pode ir embora, mas a Nadia eu preciso que fique aqui..
Nico—Como é que ela vai embora se é a dona da casa?
Mati—isso é por sua conta, não posso fazer tudo. Amanhã às 9h30 a campainha vai tocar, a gente se vê.— desligou sem me deixar terminar de falar.
Mati era meu bully no ensino fundamental, não parava de me encher o saco, conheço ele desde sempre e viramos grandes amigos. Ele não era muito brilhante, isso me deixava com dúvidas sobre o plano dele, mas era muito cara de pau e encarava as paradas ruins de peito aberto. Mandei uma mensagem pro Francisco, que respondeu só com um joinha, acho que é porque tava com a Nadia naquele momento.
No dia seguinte, quando acordei, dei um beijinho na Flor avisando que ela me esperava lá embaixo com uma coisa gostosa. Encontrei o Francisco na cozinha, mas quando tentei chegar perto pra conversar, ele fez uma careta, porque a Nadia tava por perto.
Nadia — Tenho que falar com você, seu merda — já tinha começado com tudo, a Nadia.
Nico—Podemos conversar depois? Juro que vai valer a pena, bora tirar a Flor dessa merda.—terminei de falar isso e a Flor desce a escada, interrompendo a conversa.
Nádia—Flor, preciso fazer uma troca com você. Tô te devolvendo a chave do meu apê, mas me deixa a chave daqui, porque eu e o Francisco queremos ficar mais um tempinho—ela falou com um olhar cúmplice. Aí eu sacou que o Francisco tinha convencido ela a ficar, igual a gente tinha combinado por mensagem.
Tomamos café da manhã, a Flor tinha uns estudos pendentes e coisas pra fazer em Rosário, e eu inventei uma desculpa. A gente se despediu e cada um foi pro seu lado, ou pelo menos fingi que ia embora, já que peguei o controle do portão pra voltar depois.
Voltei às 9h15 e foi onde nós três nos encontramos cara a cara, Fran, Nadia e eu.
Nádia— Do que vocês conversaram ontem, Nico? Por que você apagou os vídeos? Não me enrolem que vou fuder com vocês dois, cês não me conhecem. Você esquece a Florença e você, Francisco, esquece tudo, vou expor vocês dois.
A campainha interrompe os gritos, e Nadia vai atender na hora. Ao abrir a porta, era o Matías, vestido com roupa de academia, com uma sacola de compras e comendo uma banana. Sem nem cumprimentar, ele entra na casa olhando a Nadia dos pés à cabeça.
Matias—E aí, galera, me apresento, sou o Matias. Essa é a casa onde chantageiam com vídeos em troca de sexo?—enquanto entregava meia banana na mão da Nadia.
Nádia — Maluco, quem é você? Vaza daqui ou eu chamo a segurança. — Falou num tom desconcertado.
Matias—Prova a banana que acabei de te dar, é boa, conhece a marca? É teu pai que importa essas, acabei de voltar do mercado de produtores, tava no barraco dele, falei com o Damián, o negão, o Uriel, o brutamonte e mais uns 10 caras, são os peão do teu pai, conhece eles?
Nadia—Já tô chamando a segurança.
Matias—Pode ligar pra ela, pega meu telefone. Só não vai apertar errado, senão você pode mandar aquele vídeo pro grupo de chat que criei com os peões do barraco do seu velho.
No celular dava pra ver um dos vídeos onde Nadia tava dando pra Francisco. Ela largou o celular na hora, como se fosse de porcelana, pra não apertar "enviar" sem querer.
Mati—Vou ser direta pra gente se entender, vim brincar também nesse joguinho de chantagem. Vou lá pra onde tá o sofá e, se em 5 minutos você não vier me entreter, mando o vídeo. Quem vai se divertir são os caras do mercado vendo a filha do patrão. Vão passar pra todo o mercado e a rainha da banana vai ser você, no lugar do seu velho.
Nádia me olha confusa, com raiva do Francisco por ter enviado o vídeo dela e, por último, volta a falar com o Matías.
Nádia — Se eu fizer o que você tá mandando, como é que eu sei que você não vai mandar mesmo assim?
Matías — Eles também não sabiam se você ia mandar eles, e cá estamos. A proposta é a mesma que foi pra eles: você dá sexo em troca do silêncio. Hoje você faz tudo que eu mandar e os vídeos não são enviados.
Nadia— Se hoje eu fizer o que você tá pedindo, só hoje? Se for assim, ok. — Ela falou com cara de assustada, olhando pra mim e pro Fran. Não gostava de se sentir vulnerável na nossa frente.
Mati—Me dá a mão, eu cumpro e faço você gozar. —Estendeu a mão para Nadia.
Nádia—Me dá 10 minutos que vou tomar um banho.—Apertando a mão do Matías, fechando o trato.
Como se tivesse se preparado mentalmente no banheiro, a Nadia, ao voltar, quis tomar o controle da situação dando umas ordens.
Nádia—Beleza, vou abrir pra esses dois aí, assim eles vão embora e a gente resolve isso rápido, porque tenho que vazar daqui a pouco.
Mati- A Fran tava me contando que você fazia ele olhar enquanto você dava pra outros caras, eles ficam de boa porque você gosta de ser observada.
Nádia engoliu seco enquanto acompanhava Matías, que a guiava com a mão nas costas até a sala, onde tinha uma TV grande e um sofá em forma de U que cabia pelo menos 8 pessoas. A gatinha, por mais que fosse uma filha da puta, era uma gostosa pra caralho. As mechas loiras molhadas caíam sobre os ombros, aquela pele bronzeada pela neve, a boca sensual e o corpo magro e esculpido, o balanço da bunda que escapava por baixo do pijama curto que ela usava. A gatinha era uma modelo.
Do refeitório com Fran, a gente via os dois indo pra sala. Pelas janelas, dava pra ver tudo o que rolava: Nadia começou a se ajoelhar na frente do Matías, que já tava tirando o pau pra fora pra ela começar a chupar. Dava pra ver o pescoço dela indo e vindo por um bom tempo. Num certo momento, seguindo umas instruções do Matías, a gente vê a Nadia se ajoelhar de quatro no sofá enquanto ele puxa pra baixo o short de pijama que ela tava usando.
Matías— Galera, venham pra cá que daí vocês não enxergam nada.
Com a Fran, a gente sentou no mesmo sofá, bem na parte mais apertada da ponta dele.
Matias—olha só essa buceta, vocês não podem perder isso.
Ele lambeu a mão, passou umedecendo a buceta da Nadia e começou a penetração (o tamanho do pau era médio, mas a grossura era descomunal), metia num ritmo lento mas constante, claramente queria prolongar o orgasmo. Ela gemia a cada estocada, arranhando a garganta enquanto ele a montava, alternando o aperto entre a cintura e os ombros dela.
Com a Fran, a gente preparou um Fernet e ficou de olho no filme.
Matías—Fran, não te incomoda que eu tô comendo a sua namorada, não?
Fran só levantou o copo de fernet como quem diz "à sua saúde".
Matias—Porque ela tem uma buceta apertada que não é pra economizar, falando nisso, cadê meus modos? Eu dando carne pra buceta da sua mina e você só olhando, não é justo. Vem aqui e ocupa a boca dela pra ela não reclamar tanto.
Fran se levantou e fez uma careta com a boca, tipo "por que não?". Nadia estava apoiada com os cotovelos no encosto do sofá. Fran puxou o pau meio duro pra fora e colocou na frente do rosto dela. Ela lançou um olhar ameaçador pra ele, enquanto ele batia a rola no nariz dela. Foi aí que ela abriu a boca e Francisco meteu de uma vez, sem aquecimento nem pena. Do meu lugar, eu tinha uma visão lateral do que tava rolando, dava pra ver como Mati puxava Nadia pelos cabelos pra trás enquanto Fran empurrava a nuca dela contra o pau dele, puxando a cabeça da loira de forma coordenada.
Isso foi demais, baixei minha calça e comecei a bater uma punheta.
Matías — Fran, vem, dá pela buceta que eu deixei bem aberta pra você, a boquinha deixa pro Nico que tá esquentando pra entrar. — Mati se afastou em direção às sacolas que tinha trazido pra pegar alguma coisa.
Me posicionei na frente da Nadia de pernas bem abertas, mostrando quem mandava, olhei na cara dela e coloquei a ponta da minha rola já dura nos lábios dela.
Nico—Posso?
Matías - A putinha não fala, vai ser uma putinha calada e obediente, prometi que se ela fizer tudo quietinha, isso acaba às 3 da tarde, então temos 5 horas, rapaziada, aproveitem. - enquanto abria a mão com 3 Viagra. O horror no rosto de Nadia ficou evidente.
Olhei nos olhos dela enquanto com uma mão levava o comprimido à minha boca e com a outra levava meu pau pra boca dela, onde começou a chupar no piloto automático e sem vontade, naquele momento eu a interrompi puxando seus cabelos e olhando pra aqueles olhos claros.
Nico—vamos, Nadia, parece que você não sabe chupar direito, se esforça... dá o teu melhor que eu te ajudo.—enquanto enfiava a pica até a garganta dela, fazendo ela engasgar.
Ela fez um sinal de "para" com a mão e começou a chupar com gula, entendendo o castigo se não fizesse.
Com a minha mão guiando a nuca dela, enquanto as estocadas do Fran marcavam o ritmo que me fazia entrar só um pouquinho na garganta dela.
Nico—Dá mais um pouquinho, mais uns dois centímetros e você já enfiou ela toda. Abre um pouco a garganta, você consegue.— incentivava a Nadia enquanto sentia a garganta dela se abrindo devagar, me dando passagem.
Então peguei ela com uma mão na nuca e a outra no pescoço e forcei pra enfiar tudo, senti minhas bolas batendo no queixo dela. A putinha tinha chupado tudo. Quase gozei, então tirei o pau e fui tomar um gole de Fernet, dava pra sentir a Nadia recuperando o fôlego já que tinha tido pica na boca sem parar nos últimos quarenta minutos.
Enchi o copo de fernet, a Fran veio me pedir um gole enquanto colocava música na TV, isso tinha virado uma festa e ainda tínhamos horas de diversão pela frente.
Matías tirou a camiseta de Nadia, deixando-a completamente nua, seus peitos pequenos, mas bem empinados, ficaram à mostra.
Matías— Uff, olha só essa gostosa, mano, ela é inteirinha, que peitos lindos. Deita aqui que você vai mamar isso aqui. — enquanto com a mão segurava a grossa piroca dele.
Ela obedeceu rapidinho, como quem quer se livrar de um problema, se deitou de barriga pra cima no sofá largo, com as pernas bem abertas, esperando o Matías, que vinha puxando o prepúcio pra trás.
Acomodou o pau na entrada da buceta dela, fazendo dois movimentos: um pra medir e outro pra entrar quase tudo. O suspiro da Nadia foi na hora, enquanto o Matias apoiava as mãos nos peitos dela e começava a fazer umas flexões, mas só com a bacia, ajustando a bombada numa velocidade que deixou a Nadia louca. Ela levantou as pernas no ar, se entregando de vez, e começou o que parecia um orgasmo.
Matias— Olha a putinha como ela gosta de ser comida por um estranho, há pouco tempo nem sabia quem ele era. Fala pros caras que você adora ser arrombada por um desconhecido...
Nádia—Eu gosto que um estranho me coma.
Matias—Você não tem vergonha do seu namorado te ver chupando pica?
Nádia—Não tenho vergonha não… aaaah, aaaah, aaaah.
Deu pra ouvir o grito do orgasmo da Nádia enquanto dava pra ver o Mati saindo de cima dela, guardando o gozo dele pra mais tarde.
Ela foi até a geladeira pegar água e ficou apoiada na bancada, olhando o relógio que marcava 12h30, se recuperando enquanto esperava a próxima tarefa que a gente ia dar pra ela.
Nico—Acabou o intervalo, vem aqui, fica de quatro na ponta do sofá que a gente vai brincar de cavalinho.—Falei num tom de sacanagem.
Com uma caminhada gostosa, ela se aproximou e se sentou numa das pontas do sofá, abrindo as pernas pra me dar passagem. A Nadia sabia lidar com situações difíceis, a mina entendia quando algo não era favorável pra ela e queria levar da melhor forma possível, e até agora a obediência tava servindo, mas eu ia fazer com que ela deixasse de servir.
Depois de meter meu pau na buceta dela e dar umas fodidas, eu tiro ele de dentro.
Nico—Fran, vem ver como o Matias deixou a tua mina, toda aberta. Isso não dá pra comer, olha aí, vai você.— Dizia enquanto esticava os lábios da buceta dela, olhando lá dentro, humilhando a Nadia.
Fran acomodou a pica gostosa dele na buceta da namorada e, depois de foder ela por apenas uns minutos, tirou dizendo.
Francisco—Tem razão, tá toda inchada.
Nico—Vou ter que ir com algo mais justo, se o Mati aumentou a buceta dela, o lógico é que eu aumente um pouco a bunda dela.—Só de pensar, a pica já deu um pulo. Sem deixar ela reagir, deixei cair um jato de cuspe no buraco da raba dela.
Matias - Pra quê eu quero ver como entra naquele buraquinho. - Entendendo a humilhação que queria dar pra ele.
Tava com o pau duríssimo por causa do tesão e do efeito do remédio, apontei pra bunda dela e empurrei com força, onde tive só um pouquinho de resistência e consegui enfiar boa parte, dava pra ver que a Nadia já tinha experiência com anal, porque entrei com mais facilidade do que na bunda virgem da Flor. A da Nadia deixou eu meter até as bolas, foi quando comecei a fazer umas estocadas suaves, apressando o final só pra sentir o barulho das minhas bolas batendo na buceta dela. O ritmo ficou constante e aquela bunda começou a relaxar, o que no começo a Nadia sofria, agora tava adorando. Senti um dos dedos dela nas minhas bolas, aí percebi que ela tava se estimulando a vagina.
Matias—Olha a filha da puta se masturbando, isso é sinal que quer mais uma rola na buceta, parece que com uma só não dá conta.
Nádia—Não, não, para, não foi isso que a gente combinou.
Matías - Vai, putinha, que em 2 horinhas isso acaba, cê tá saindo muito barata pelo que fez com esses caras.
Vem sentar em cima dessa pica e me dá uma boa cavalgada. — enquanto se deitava no sofá.
Imediatamente, Nadia foi até onde Matías estava, soltando meu pau do cu dela pra subir em cima do Mati.
Matías- assim de joelhos não!! apoia teus pés no sofá, quero que com essa buceta tu faça agachamentos na minha pica. - Nadia obedeceu na hora.
Com a Fran, a gente se olhou e percebeu o poder dominante que o Matías tinha sobre a Nadia, e isso nos fez ver o quanto a gente era submisso também.
A loira segurava os próprios cabelos com a mão enquanto, com movimentos das pernas, subia e descia na pica do meu amigo, os peitos dela balançavam, a gostosa além de ser uma delícia sabia foder e entre nós três só tínhamos roubado um orgasmo dela. Segurei meu olhar na bunda dela, não conseguia acreditar no que tinha comido e queria repetir. Fiquei atrás dela, dando um leve empurrão, fazendo ela cair de joelhos, a pica do Mati saiu, mas habilmente ele colocou de novo na buceta dela.
Apertei as costas da Nadia, encostando ela no peito do Matías, e aos poucos fui vendo aquele buraquinho que tinha deixado pela metade. Enfiei minha rola e comecei a bombar devagar, enquanto o Matías embaixo ficava imóvel e eu ajustava o ritmo da transa pros dois.
Dava pra sentir a Nadia reclamando enquanto Fran observava a cena com um sorrisinho fetichista no rosto.
Matías—Fala pra mim, putinha, quer pica? Pede pica, vai.
Nádia - Me dá uma rola que eu quero rola. - dizia ela, toda sem-vergonha.
Matías começou a meter e tirar a pica dele, entendeu meu ritmo e começou no dele próprio, quando ele tirava eu metia, era um "pega você, me dá ela"... em questão de minutos já dava pra sentir as porradas fortes das bolas dele e das minhas batendo na Nadia.
Nadia—parem, parem um pouco que tão me matando.
Doía nela e eu não a culpava, nós dois estávamos metendo forte, longe de parar e ir mais devagar, aumentamos o ritmo.
Nico—faz um favor, Fran, e enfia uma chupeta nela pra mina não gritar.
Fran apareceu atrás do encosto do sofá e sentou nele, puxando os cabelos de Nadia e tirando o rosto dela do peito de Matías para puxá-la até a pica dele.
A passagem de uma música do YouTube pra outra deixa um silêncio leve onde dava pra sentir o barulho dos ovos batendo na Nadia e o gemido final dela, "plafff, plafff, mhmhmm".
Matías começou a gritar bem alto.
Matías- aaaahhhh, lá vem a porra, tava segurando mas não aguento mais, vou encher você de leite, mhhhmmmm- gozou tudo dentro da Nadia e na hora parou de se mexer, deixando o pau enfiado.
Meus movimentos ditavam o sexo agora, peguei Nadia pelos peitos aliviando os pelos e os puxões que Fran dava pra segurá-la no pau dela. Cheguei perto do ouvido dela e falei “desde que você começou a me foder, sabia que ia acabar com a buceta arrombada”, enquanto via a bochecha dela se mexer no ritmo do boquete.
Segurei ela firmemente pelos braços, empalando ela com força, não queria derramar uma única gota de porra.
Nico... não aguento mais, Fran. Sua namorada vai ficar toda meladinha, parece. Senti o gozo escorrendo pelo meu tronco e, com um suspiro de alívio, soltei toda a minha porra no cu dela.
Sentia meu pau se contrair repetidamente enquanto a Fran aproveitou que a Nadia tava presa nos meus braços pra puxar ela pelo cabelo e, com um movimento de quadril, enfiar o pau na boca dela com força, querendo se juntar à gozada que a gente já tinha tido.
Me aproximei do ouvido dela de novo: "cuidado pra não derrubar nada, é só engolir". Fran me ouviu e sorriu enquanto soltava um ahhhh de prazer. Gozou direto na garganta dela, porque a Nadia começou a tossir forte, querendo cuspir, mas o pau do Fran tampava a boca dela. Não teve jeito, ela acabou engolindo tudo. Com calma e cuidado, fomos saindo de dentro da Nadia, pra não nos sujar com porra alheia no processo.
A imagem da Nadia era de dar pena, ajoelhada no sofá, escorrendo porra dos buracos dela, toda despenteada e judiada, os olhos vidrados e com lágrimas de ânsia de vômito, ela olhava pro relógio, que marcava 13h30, todo o calvário que ela tinha sofrido só tinha passado uma hora desde a última vez que ela olhou pro relógio.
Nádia—Já terminamos, né? Se for isso, vou tomar um banho.—Ela tentou se livrar da situação, tentar não custava nada.
Matias — Onde é que tu vai, ainda falta uma hora e meia, sabe quanto tempo é isso? São três turnos de meia hora de uma puta, então vai pro quarto principal que agora a gente vai entrando um por um, fica tranquila que a gente vai te pagar, puta.
Nádia — Vou ao banheiro e já volto. — Disse entre obediência e resignação.
Nico — Acho que você foi longe demais, essa mina é uma filha da puta, mas o que a gente tá fazendo é pesado demais. — Falei pro Mati enquanto a Nadia se afastava.
Mati—Essa jovem é daquelas que não param, tem personalidade, grana, um corpaço, vive a vida fazendo o que quer com quem quer. A gente tem que quebrar ela, mudar esse chip. Quando ela olhar pra gente, a cabeça dela não vai mais pensar "sou uma Barbie milionária", vai pensar "sou uma puta paga e submissa que tem que obedecer". Da próxima vez que ela te ver, se não baixar o olhar, o que fizemos hoje não adiantou. Vai além de ter um vídeo dela ou não—ela tem que sentir um medo que percorre as costas quando te vê. Então sobe aí e trata ela como uma puta, com pagamento e tudo.
Fui o primeiro a entrar, notei que ela tinha trocado a calcinha, arrumado o cabelo e lavado o rosto, tava sentada na cama com os cotovelos apoiados nos joelhos, olhando pro chão. Quando ouviu a porta, levantou o olhar pra mim. Tirei a grana da carteira, levantei pra ela ver e deixei em cima do criado-mudo.
Nadia — Esses filhos da puta. — Ela estava arrasada porque tinha perdido o controle.
Nico—A única puta aqui é você, ajoelha e chupa, que se se comportar bem, vou te dar uma gorjeta.
Ela sabia ganhar, mas também sabia perder. Tentou me comover e não funcionou, então se dedicou a cumprir, ajoelhando-se no tapete e colocando o rosto na frente da minha braguilha.
Nico— O que você espera, que eu faça o trabalho sozinho? Tira ela e mete na boca, a grana tem que ser ganha, começa pelos ovos.
A cara de desprezo ficou evidente enquanto ela começava a chupar minhas bolas uma por uma, passando a língua pelo tronco numa lambida contínua pra depois engolir meu pau aos poucos, dava pra sentir ele crescendo devagar dentro da boca dela até ficar completamente duro.
O tempo tava apertado, então tirei meu pau da boca dela, peguei ela pelo braço e joguei na cama. Passei a mão na buceta dela por cima da calcinha fio dental e, num puxão, rasguei ela toda, deixando inútil. Ela tirou o sutiã pra não ter o mesmo fim. Lá estava ela de novo, a loira, pelada na minha frente. Vi a tatuagem na virilha dela: "carpe diem" (aproveita o dia), enquanto batia meu pau duro em cima dela.
Nico— Lembra no teu apartamento quando você me disse que se eu tivesse sorte um dia ia conhecer essa tatuagem? Pois olha onde ela tá, na ponta da minha pica... que tatuagem boa, aproveita o dia. — Falei enfiando minha pica dentro dela.
Olhando no rostinho dela, comecei a bombar forte entre as pernas abertas dela, que ocupavam a largura toda da cama. Ela começou a gemer, o sexo anterior já tinha deixado ela no limite do orgasmo. Peguei o pescoço dela, apertando com força, e inacreditavelmente isso a deixou ainda mais excitada. Ela me puxou pra perto, abraçando forte meu torso com os braços, enquanto pedia mais...
Nádia—Me dá mais, mais, vai, vaiiiii, continua, ohhhhh.—Soltando os braços das minhas costas, ela ficou estirada na cama, curtindo o orgasmo dela.
Deitei do lado dela me masturbando, esperando ela se recuperar.
Nico—você finge que tá brava, mas adora ter ela dentro. Agora senta em cima de mim e faz aqueles agachamentos que fez no Matías, que me deixou com vontade disso.
Ela se virou sobre mim, deslizando uma perna de cada lado, apoiou os pés no colchão e foi descendo devagar a buceta dela até encontrar meu pau, pegou ele, eu ajustei e ela sentou devagar até engolir ele inteiro. Começou a subir e descer lentamente enquanto segurava o próprio cabelo.
Consegui ver pela luz da janela o contorno dela me dando prazer, os peitos dela balançando no ritmo.
Meu pau entrando devagar pelos lábios da buceta dela, que já não pareciam mais os mesmos. Dava pra ver o castigo que ela tinha levado nas últimas horas, estavam visivelmente esticados. Não era a mesma buceta de hoje de manhã.
Ela balançava o quadril de trás pra frente e depois pra cima, fazia isso bem, era boa nisso e sabia aproveitar, meu terceiro orgasmo do dia estava por vir, sentia o contato do meu pau com a pussy dela, faltava muito pouco.
Nico—acelera mais que tô perto de gozar, falei fechando os olhos e me entregando ao prazer.
Nádia — Não, não, sou eu quem decide quando você vai gozar. — Soltou, querendo retomar sua posição dominante no sexo.
Ela dominava pra depois escravizar, não ia deixar ela. Meu rosto passou de relaxado pra irritado, ela percebeu na hora e abriu os olhos surpresa. Peguei ela pelo braço e joguei de lado na cama, deixando ela de bruços. Me joguei por cima dela, abri as pernas dela com as minhas e apontei meu pau no cu dela.
Nádia—não, não, para, cê tem razão, foi mal aaaaihhh.—tarde demais, eu já tinha enfiado toda a minha pica no cu dela.
Comecei a meter nela com força, ela tinha que aprender a lição, enfiei a boca dela no colchão pra abafar os gritos, mas não adiantou, os berros dela deviam estar ecoando pela casa inteira.
Nico—então você vai me dizer quando gozar.—falei dando uma longa enfiada no meu pau enquanto abria as nádegas dela com as mãos, o último jato de porra saía do meu corpo pra acabar no cu dela.
Nádia—você me quebrou, seu idiota, tá doendo, tá doendo pra caralho…
Nico — Coisas do ofício de puta. — enquanto me afastava satisfeito, gritando “que venha o próximo”.
Me servi um fernet e fui ouvir música, mas os gritos da Nadia e do Fran não deixavam, parecia que ela tava descontando. No fim, o Matías subiu e os berros continuaram. Depois, um silêncio, e eu vi o Matías descendo puxando a Nadia pelos cabelos, ela andando feito uma puta.
Era difícil descrever ela, tava feita em trapos, desalinhada, coberta de fluidos, a bunda vermelha de tanto levar porrada, uns arranhão aqui e ali.
Fran—Gente, devolveram ela toda arrebentada, não quero mais assim. Nadia, vamos ter que dar um basta, sabe?
Matías — Fala pros caras o que você quer dizer pra ele... vai lá.
Nadia—Desculpa por tudo, fiquem tranquilos que não vai aparecer vídeo nenhum nunca.
Matías—É melhor tu colaborar, senão vou mostrar o vídeo novo, o que eu fiz aqui. Olha, essa é a parte que eu mais gosto.
No celular dava pra ver uma gravação feita da mesa da TV, focando no sofá enquanto eu e o Matías metíamos na Nadia e ela pedia mais pica enquanto o Fran calava ela enfiando a dela na boca.
O rosto da Nadia se desfigurou ainda mais do que já estava, ela olhou imediatamente pro relógio, 14h50, só faltavam 10 minutos de penitência.
Matías — Beleza, galera, vamos nessa. Dá tchau pra puta que fez uma boa grana hoje. Se quiser repetir outro dia, é só avisar. Tá com 10 minutos, dá uma limpada na casa da sua amiga, não vai devolver assim.
Sumimos do lugar, tive minha revanche e minha vida seguiu com a Flor, com o Fran somos amigos e trabalho na administração dos restaurantes da família dele. O Matías já não me deve nenhum favor e a Nadia não via há muito tempo. Recentemente nos cruzamos numa festa, ela estava com o novo namorado dela e, quando me viu... baixou o olhar de vergonha.
Fim
Aqui está o capítulo anterior
http://www.poringa.net/posts/relatos/5491479/Flor-de-descubrimiento-Parte-6.htmlPra quem quer começar do início, deixo o link aquihttp://www.poringa.net/posts/relatos/5460907/Flor-de-descubrimiento-Parte-1.html
Na única porta do quarto estava parado Francisco, mordendo os lábios com uma mistura de impotência. Não disse nada, só fez uma pausa esperando pra ver o que Nadia tinha a dizer.
Nádia - Chegou o corno manso, cof cof! - limpou a garganta e continuava cuspindo saliva pra caralho.
Francisco — O que eu faço, fico ou vou? — perguntou como se fosse algo normal.
Nádia—Me espera na cama que acabei com ele e já vou.
Imediatamente ele se retirou pela porta por onde tinha entrado, fazendo os passos ecoarem na escada. Minha sobrancelha se torceu, meu olhar procurando alguma testemunha que explicasse o que tinha acabado de rolar. Basicamente, o namorado da Nadia tinha nos pego no meio de um boquete, enquanto a mina cuspia líquido pré-gozo, e o cara, sem nem piscar, foi pro quarto dele.
Nádia — A gente precisa conversar, como assim os vídeos não existem mais? — enquanto se levantava olhando pro celular dela.
Nico—É como você tá ouvindo, me explica aí o que acabou de rolar.
Nádia—Não!! Me diz o que você fez com os vídeos, onde eles estão—passando os dedos rapidamente pela tela do celular dela.
Ao perceber que aquilo não levava a lugar nenhum, fui atrás de respostas no quarto do Francisco. O medo de perder a Flor era forte demais e eu não me importava de dar uma engolida no pica do jogador de rugby de um metro e noventa.
Entrei no quarto e tranquei a porta, vi ele apoiado na grade da sacada olhando pro nada com um copo de Fernet na mão. Caminhei devagar anunciando que tinha chegado pra não fazer nenhum movimento brusco que pudesse irritar o gigante e ele ousar me dar um soco.
Nico—Fran, deixa eu te explicar, juro que não tava fazendo porque queria.
Fran- Com que ela te prendeu? — ela disse sem olhar na minha cara.
Na hora entendi que o que a Nadia tinha feito comigo não era pessoal, era sistemático, ela devia ter alguma coisa contra a Fran.
Nico—Sei que o único que deve explicações aqui sou eu, mas se quiser, a gente troca histórias.
Fran- tô te ouvindo- enquanto apontava pro fernet me convidando a me servir.
Nico... eu estive com a Nadia, ela me filmou e ameaçou mostrar o vídeo pra Flor. Não quero perder ela, então tô fazendo tudo o que ela manda. E com você, o que rolou?
Nesse momento, sente alguém batendo na porta, com certeza era a Nadia, já que da sacada dava pra ver a Flor do outro lado da casa.
Fran- Cê quer a Flor?
Nico—Agora mesmo é o que eu mais quero.
Fran- e pra que você transou com a Nadia?
Nico—Tara? Curiosidade? Ou por ser um baita idiota?
Fran—Olha onde esse tesão te levou. Uma coisa eu posso te garantir: você vai perder a Flor, a Nadia vai fazer você perdê-la. Você tá igual a mim no começo de tudo.—Dizia ele, olhando melancólico para o grande pátio arborizado da casa.
Nico—Tipo no começo de tudo? O que aconteceu?
Fran—No começo foi como você disse, uma puta tesão. Conheci a Nadia porque nossos pais são super amigos. Tava namorando e acabei transando com ela, e esse foi meu erro. Não sei se foram umas três vezes, e depois falei que não dava mais pra continuar. Aí, uma noite, chegou uma mensagem pra mim com um vídeo nosso dois na cama, dizendo que se eu não fosse, ela mostrava pra minha mina.
Nico - A mina fez o mesmo comigo, cê tá igual eu. - Me deu uma mistura de surpresa e tesão, a gostosa dominava tudo que via e tratava os caras como cachorrinhos de colo, tentei com todas as minhas forças não deixar o pau subir de tesão, enquanto ele contava a história.
Fran- Não tô igual você, tô pior que você. Achei que era só um capricho e que a patricinha ia me deixar em paz, mas ela foi pedindo cada coisa mais estranha. Uma vez me pediu pra amarrar ela na cama. Sem eu saber, ela tava filmando tudo. Naquele vídeo, parece que eu tô fazendo aquilo contra a vontade dela... Sabe o que iam fazer comigo se esse vídeo vazar? Minha ex-namorada, minha família, o negócio da minha família... — Ele contava enquanto olhava pra porta, que continuava batendo.
Nico—Me passa teu número de telefone agora, vou sair dessa e, com sorte, te tiro daqui também.
Fran- Sabe, Nico, vai pro quarto e aproveita tua mina o máximo que puder. — Disse com um tom de resignação.
Abri a porta sem trocar uma palavra com a Nadia e fui dar atenção pro Francisco.
Ao entrar no quarto enorme, senti o toque macio do carpete, minha visão foi se acostumando com a luz fraca que o brilho da lua trazia. Vi a Flor deitada, mexendo no celular, enquanto o corpo dela ocupava o centro do king size. O aquecedor deixava o clima bem quentinho, e o corpo da Flor estava coberto só pelos lençóis.
Nico— Flor, posso te pedir uma coisa? Vamos transar como se fosse a última vez.
Flor- Não sei, deixa eu pensar.- Enquanto tira o lençol mostrando sua nudez.
Tava me esperando toda pelada debaixo do lençol, tinha virado uma putinha gostosa, as sardas dela combinavam com a carinha safada, deixando à mostra os peitinhos empinados que faziam bico e caíam suave pela pele aveludada, marcando a cintura de violão que terminava naquela anca que me enlouquecia.
Lentamente, as pernas dela se abriram que nem as tampas de um cardápio de prato único, mostrando a buceta recém-depilada dela, convidando pra chupar. Fui me despindo pelo caminho e, que nem um tigre, me debrucei na beirada da cama, avancei pelo lado de dentro das pernas dela com suspiros leves, esfreguei minha língua com força contra os dentes, deixando ela áspera pra fazer ela sentir minhas lambidas. Senti o cheiro da ppk dela e notei um aroma de creme corporal. Me deitei de peito no colchão, passei minhas mãos por baixo das pernas dela, segurando firme, e numa espécie de prisão, comecei a chupar ela devagar por um tempo. Queria dar esse carinho antes de começar a lamber com mais pressão. Fui me enfiando mais pra dentro, desenhando espirais no interior dela, até terminar focado só no clitóris dela, pressionando com a língua, raspando com força e soltando umas mordidinhas. Comecei a ouvir a respiração dela virando gemido. Meu pau começou a endurecer ouvindo o chamado da dona dele.
Ela não aguentava mais, agarrou meu cabelo tentando me puxar pra cima do corpo dela, sem dar bola, me ajoelhei na cama deixando meu pau visivelmente duro e cheio de veias à mostra, instintivamente ela quis se sentar pra chupar, mas empurrei ela pra trás, deixando ela deitada de novo, queria manter ela longe da minha rola que ainda tinha restos de saliva da Nadia.
Fiz uma careta leve com minha boca cuspindo no meu pau, embora na verdade nem precisasse, porque o líquido pré-ejaculatório já tava fazendo o trabalho dele.
Com a outra mão, ajustei um travesseiro debaixo da bunda dela, colocando meus joelhos por baixo das pernas dela. Tava com aquela buceta linda, rosada e toda depilada na minha frente. Quando vi o rostinho dela, fiz um carinho com a parte de fora da minha mão na cintura dela enquanto esfregava meu pau no clitóris molhado dela e, num vai e vem, enfiei tudo sem nenhuma resistência, porque os dois já tavam encharcados. Não parei até sentir minhas bolas batendo na pele dela, a ponta do meu pau batendo no fundo — tinha metido tudo. Ela soltou a mesma respiração de quem tá esquentando as mãos, Flor exalou de boca aberta e ficou assim uns segundos, soltando ar de prazer. Repeti de novo e o resultado foi o mesmo: Flor exalava prazer a cada metida funda. Vendo o prazer dela, comecei a fazer várias vezes seguidas, enquanto observava meu pau entrando e dobrando os lábios da buceta dela. Deixava ele inteiro lá dentro por uns segundos, batendo no fundo até o ponto em que não tirei mais. Segurei ela pela cintura, querendo atravessar aquele limite que a cabeça do meu pau tinha encontrado. Flor tapou a boca e eu senti a contração da vagina dela apertando meu pau, liberando meu orgasmo que eu tentava segurar. Meu esperma morno, com três jatos intermitentes, bateu no fundo do canal vaginal dela enquanto os dois soltávamos a respiração do gozo.
Flor- O que você fez comigo? Isso foi o melhor sexo que já tive na minha vida- enquanto recuperava o fôlego.
Nico— Ainda não terminei, vira pra cá que quero ver essa rabuda linda na minha frente pra judiar dela um pouco.
Flor- O que você vai fazer com a minha bunda? - disse num tom infantil e brincalhão, mas percebi um medo nos olhos dela.
Nico—Vamos continuar como até agora, você fazendo o papel de uma puta gostosa e eu tentando te dar o melhor sexo da sua vida.—falei, ajudando ela a se virar e ficar de joelhos.
A bunda dela parada ficou ali pra eu apreciar, vi o cu dela brilhando de suor. Me joguei em cima das nádegas dela e usei todo meu peso pra abri-las, consegui ver uma abertura pequena onde enfiei minha língua. Na hora, senti a contração instintiva da Flor ao apertar o cu, mas logo ela relaxou com a massagem que eu tava dando com a língua, enquanto ela se recuperava do orgasmo que tinha tido. Só que eu interrompi o descanso dela quando comecei a comer a bunda dela com minha língua dura, penetrando cada vez mais fundo. Minha mão foi direto bater uma punheta porque meu pau tinha ficado a três quartos de máquina.
Flor- O que você vai fazer?.- Ela perguntava, mas sabia o que eu estava tramando.
Nico—Vou entrar bem devagarinho por aqui, olha como tá, tá pedindo.
Flor- Nabo, você vai me machucar.
- Dessa vez ela falou num tom de preocupação.
Nico—Nunca te fiz mal, não vou começar agora. Posso?
Flor— mhm.— ela disse com os olhos bem abertos, esperando ajoelhada, quase em posição fetal.
No fundo, eu sabia que se não fosse agora, nunca mais seria, porque o buraquinho dela estava molhado e completamente dilatado. Aí coloquei o polegar na cabeça da minha piroca e fui enfiando devagar, com um vai e vem consegui avançar só até a metade, e foi aí que comecei meus movimentos, que foram uma tortura pra mim porque aquele cu tava apertadíssimo. Ela levou a mão na própria buceta enquanto com a outra se apoiava. Tirei uma das minhas mãos da cintura dela pra ajudar a segurá-la pelo ombro, e isso também tirou ela da posição fetal e deixou ela de quatro, onde eu tinha mais espaço pra meter fundo. Foi nesse momento que comecei a arremeter com mais força.
Nico—Tá tudo bem?
Flor- Sim… sim.- Ela dizia isso com as maçãs do rosto levantadas, sinal de que de alguma forma aquilo a incomodava.
Peguei ela pelo outro ombro e sentei no meu colo, minha pica entrou quase toda, o peso dela ajudou e comecei a meter forte, via o cabelo dela pulando na minha cara, tava com ela toda empinada e sentia meu tronco veiudo percorrendo aquele cu apertado, queria encher o rabo dela de porra. Queria arrebentar ela e deixar ela toda quebrada, igual um moleque que sabe que talvez não brinque mais com aquele brinquedo e quer destruir ele pra ninguém mais usar, esse pensamento intrusivo tinha tomado conta de mim e eu tava literalmente machucando ela.
Flor- Nico, tá começando a doer!- Falei pro ar, já que eu tava viajando, queria gozar, já tava perto…
Consegui ver o rosto dela e já era de dor, os pensamentos intrusivos foram embora rápido, não dava pra ver ela sofrer de jeito nenhum. Tirei ela devagar e guiei o corpo dela pra frente, pra ela voltar a ficar de quatro.
Nico— Desculpa... cê tá bem? Quer parar?
Flor- Quero continuar, mas por aí não.
Nico—Beleza, gostosa.
Passei o polegar de um jeito curativo na entrada da buceta dela enquanto colocava meu pau na entrada da boceta que tinha um restinho branco do meu esperma escorrendo na ponta dos lábios dela, rapidamente comecei a bombar, queria recuperar o ritmo do qual ela tinha me tirado, a boceta dela estava cheia de líquidos, a bunda dela escorria do mesmo jeito, o tesão de ter transformado a menina inocente que conheci nessa putinha escorrendo esperma tomou conta de mim, observei meu membro entrando e saindo com espuma branquinha do meu sêmen anterior em volta, tava quase gozando, agarrei ela pelos ombros de um jeito que prendia ela.
Nico — Já que não me deixou gozar na sua bunda, vou encher essa buceta. — Isso a deixou excitada pra caralho.
Dando 4 metidas fundas de longo curso, consegui esvaziar a porra que ainda tinha dentro dos meus ovos. Agora a buceta dela tava cheia e ela destruída. A Flor parecia ter gozado sem eu perceber. Quando tirei meu pau banhado de esperma, pude ver a buceta dela se esvaziando aos poucos e as nádegas suadas.
Nico—Vou me lavar, quer que te traga alguma coisa?
Flor — Quando eu conseguir me mexer, vou tomar um banho. Agora vou ficar aqui.
Juntei o celular e fui pro banheiro, aproveitei a distração dela e tirei uma foto de lembrança da Flor de bruços, toda acabada. Olhei o celular e tinha 7 mensagens da Nadia e uma chamada do Mati.
As mensagens da Nadia diziam que ela queria falar, uns xingamentos e uma ameaça de que ia vir até o quarto. Segurei ela dizendo que ia me liberar e a gente conversava. Foi aí que liguei pro Mati.
Nico—Mati, tudo bem? Me diz que você apagou tudo... Tô segurando essa merda com a Nadia, que tá me ameaçando de falar.
Mati- Vou ficar acordado pra te ajudar, eu te tiro dessa… me diz até quando eles ficam.
Nico—Amanhã às 9 a gente vai, por quê?
Mati—Depois dessa hora, a Flor pode ir embora, mas a Nadia eu preciso que fique aqui..
Nico—Como é que ela vai embora se é a dona da casa?
Mati—isso é por sua conta, não posso fazer tudo. Amanhã às 9h30 a campainha vai tocar, a gente se vê.— desligou sem me deixar terminar de falar.
Mati era meu bully no ensino fundamental, não parava de me encher o saco, conheço ele desde sempre e viramos grandes amigos. Ele não era muito brilhante, isso me deixava com dúvidas sobre o plano dele, mas era muito cara de pau e encarava as paradas ruins de peito aberto. Mandei uma mensagem pro Francisco, que respondeu só com um joinha, acho que é porque tava com a Nadia naquele momento.
No dia seguinte, quando acordei, dei um beijinho na Flor avisando que ela me esperava lá embaixo com uma coisa gostosa. Encontrei o Francisco na cozinha, mas quando tentei chegar perto pra conversar, ele fez uma careta, porque a Nadia tava por perto.
Nadia — Tenho que falar com você, seu merda — já tinha começado com tudo, a Nadia.
Nico—Podemos conversar depois? Juro que vai valer a pena, bora tirar a Flor dessa merda.—terminei de falar isso e a Flor desce a escada, interrompendo a conversa.
Nádia—Flor, preciso fazer uma troca com você. Tô te devolvendo a chave do meu apê, mas me deixa a chave daqui, porque eu e o Francisco queremos ficar mais um tempinho—ela falou com um olhar cúmplice. Aí eu sacou que o Francisco tinha convencido ela a ficar, igual a gente tinha combinado por mensagem.
Tomamos café da manhã, a Flor tinha uns estudos pendentes e coisas pra fazer em Rosário, e eu inventei uma desculpa. A gente se despediu e cada um foi pro seu lado, ou pelo menos fingi que ia embora, já que peguei o controle do portão pra voltar depois.
Voltei às 9h15 e foi onde nós três nos encontramos cara a cara, Fran, Nadia e eu.
Nádia— Do que vocês conversaram ontem, Nico? Por que você apagou os vídeos? Não me enrolem que vou fuder com vocês dois, cês não me conhecem. Você esquece a Florença e você, Francisco, esquece tudo, vou expor vocês dois.
A campainha interrompe os gritos, e Nadia vai atender na hora. Ao abrir a porta, era o Matías, vestido com roupa de academia, com uma sacola de compras e comendo uma banana. Sem nem cumprimentar, ele entra na casa olhando a Nadia dos pés à cabeça.
Matias—E aí, galera, me apresento, sou o Matias. Essa é a casa onde chantageiam com vídeos em troca de sexo?—enquanto entregava meia banana na mão da Nadia.
Nádia — Maluco, quem é você? Vaza daqui ou eu chamo a segurança. — Falou num tom desconcertado.
Matias—Prova a banana que acabei de te dar, é boa, conhece a marca? É teu pai que importa essas, acabei de voltar do mercado de produtores, tava no barraco dele, falei com o Damián, o negão, o Uriel, o brutamonte e mais uns 10 caras, são os peão do teu pai, conhece eles?
Nadia—Já tô chamando a segurança.
Matias—Pode ligar pra ela, pega meu telefone. Só não vai apertar errado, senão você pode mandar aquele vídeo pro grupo de chat que criei com os peões do barraco do seu velho.
No celular dava pra ver um dos vídeos onde Nadia tava dando pra Francisco. Ela largou o celular na hora, como se fosse de porcelana, pra não apertar "enviar" sem querer.
Mati—Vou ser direta pra gente se entender, vim brincar também nesse joguinho de chantagem. Vou lá pra onde tá o sofá e, se em 5 minutos você não vier me entreter, mando o vídeo. Quem vai se divertir são os caras do mercado vendo a filha do patrão. Vão passar pra todo o mercado e a rainha da banana vai ser você, no lugar do seu velho.
Nádia me olha confusa, com raiva do Francisco por ter enviado o vídeo dela e, por último, volta a falar com o Matías.
Nádia — Se eu fizer o que você tá mandando, como é que eu sei que você não vai mandar mesmo assim?
Matías — Eles também não sabiam se você ia mandar eles, e cá estamos. A proposta é a mesma que foi pra eles: você dá sexo em troca do silêncio. Hoje você faz tudo que eu mandar e os vídeos não são enviados.
Nadia— Se hoje eu fizer o que você tá pedindo, só hoje? Se for assim, ok. — Ela falou com cara de assustada, olhando pra mim e pro Fran. Não gostava de se sentir vulnerável na nossa frente.
Mati—Me dá a mão, eu cumpro e faço você gozar. —Estendeu a mão para Nadia.
Nádia—Me dá 10 minutos que vou tomar um banho.—Apertando a mão do Matías, fechando o trato.
Como se tivesse se preparado mentalmente no banheiro, a Nadia, ao voltar, quis tomar o controle da situação dando umas ordens.
Nádia—Beleza, vou abrir pra esses dois aí, assim eles vão embora e a gente resolve isso rápido, porque tenho que vazar daqui a pouco.
Mati- A Fran tava me contando que você fazia ele olhar enquanto você dava pra outros caras, eles ficam de boa porque você gosta de ser observada.
Nádia engoliu seco enquanto acompanhava Matías, que a guiava com a mão nas costas até a sala, onde tinha uma TV grande e um sofá em forma de U que cabia pelo menos 8 pessoas. A gatinha, por mais que fosse uma filha da puta, era uma gostosa pra caralho. As mechas loiras molhadas caíam sobre os ombros, aquela pele bronzeada pela neve, a boca sensual e o corpo magro e esculpido, o balanço da bunda que escapava por baixo do pijama curto que ela usava. A gatinha era uma modelo.
Do refeitório com Fran, a gente via os dois indo pra sala. Pelas janelas, dava pra ver tudo o que rolava: Nadia começou a se ajoelhar na frente do Matías, que já tava tirando o pau pra fora pra ela começar a chupar. Dava pra ver o pescoço dela indo e vindo por um bom tempo. Num certo momento, seguindo umas instruções do Matías, a gente vê a Nadia se ajoelhar de quatro no sofá enquanto ele puxa pra baixo o short de pijama que ela tava usando.
Matías— Galera, venham pra cá que daí vocês não enxergam nada.
Com a Fran, a gente sentou no mesmo sofá, bem na parte mais apertada da ponta dele.
Matias—olha só essa buceta, vocês não podem perder isso.
Ele lambeu a mão, passou umedecendo a buceta da Nadia e começou a penetração (o tamanho do pau era médio, mas a grossura era descomunal), metia num ritmo lento mas constante, claramente queria prolongar o orgasmo. Ela gemia a cada estocada, arranhando a garganta enquanto ele a montava, alternando o aperto entre a cintura e os ombros dela.
Com a Fran, a gente preparou um Fernet e ficou de olho no filme.
Matías—Fran, não te incomoda que eu tô comendo a sua namorada, não?
Fran só levantou o copo de fernet como quem diz "à sua saúde".
Matias—Porque ela tem uma buceta apertada que não é pra economizar, falando nisso, cadê meus modos? Eu dando carne pra buceta da sua mina e você só olhando, não é justo. Vem aqui e ocupa a boca dela pra ela não reclamar tanto.
Fran se levantou e fez uma careta com a boca, tipo "por que não?". Nadia estava apoiada com os cotovelos no encosto do sofá. Fran puxou o pau meio duro pra fora e colocou na frente do rosto dela. Ela lançou um olhar ameaçador pra ele, enquanto ele batia a rola no nariz dela. Foi aí que ela abriu a boca e Francisco meteu de uma vez, sem aquecimento nem pena. Do meu lugar, eu tinha uma visão lateral do que tava rolando, dava pra ver como Mati puxava Nadia pelos cabelos pra trás enquanto Fran empurrava a nuca dela contra o pau dele, puxando a cabeça da loira de forma coordenada.
Isso foi demais, baixei minha calça e comecei a bater uma punheta.
Matías — Fran, vem, dá pela buceta que eu deixei bem aberta pra você, a boquinha deixa pro Nico que tá esquentando pra entrar. — Mati se afastou em direção às sacolas que tinha trazido pra pegar alguma coisa.
Me posicionei na frente da Nadia de pernas bem abertas, mostrando quem mandava, olhei na cara dela e coloquei a ponta da minha rola já dura nos lábios dela.
Nico—Posso?
Matías - A putinha não fala, vai ser uma putinha calada e obediente, prometi que se ela fizer tudo quietinha, isso acaba às 3 da tarde, então temos 5 horas, rapaziada, aproveitem. - enquanto abria a mão com 3 Viagra. O horror no rosto de Nadia ficou evidente.
Olhei nos olhos dela enquanto com uma mão levava o comprimido à minha boca e com a outra levava meu pau pra boca dela, onde começou a chupar no piloto automático e sem vontade, naquele momento eu a interrompi puxando seus cabelos e olhando pra aqueles olhos claros.
Nico—vamos, Nadia, parece que você não sabe chupar direito, se esforça... dá o teu melhor que eu te ajudo.—enquanto enfiava a pica até a garganta dela, fazendo ela engasgar.
Ela fez um sinal de "para" com a mão e começou a chupar com gula, entendendo o castigo se não fizesse.
Com a minha mão guiando a nuca dela, enquanto as estocadas do Fran marcavam o ritmo que me fazia entrar só um pouquinho na garganta dela.
Nico—Dá mais um pouquinho, mais uns dois centímetros e você já enfiou ela toda. Abre um pouco a garganta, você consegue.— incentivava a Nadia enquanto sentia a garganta dela se abrindo devagar, me dando passagem.
Então peguei ela com uma mão na nuca e a outra no pescoço e forcei pra enfiar tudo, senti minhas bolas batendo no queixo dela. A putinha tinha chupado tudo. Quase gozei, então tirei o pau e fui tomar um gole de Fernet, dava pra sentir a Nadia recuperando o fôlego já que tinha tido pica na boca sem parar nos últimos quarenta minutos.
Enchi o copo de fernet, a Fran veio me pedir um gole enquanto colocava música na TV, isso tinha virado uma festa e ainda tínhamos horas de diversão pela frente.
Matías tirou a camiseta de Nadia, deixando-a completamente nua, seus peitos pequenos, mas bem empinados, ficaram à mostra.
Matías— Uff, olha só essa gostosa, mano, ela é inteirinha, que peitos lindos. Deita aqui que você vai mamar isso aqui. — enquanto com a mão segurava a grossa piroca dele.
Ela obedeceu rapidinho, como quem quer se livrar de um problema, se deitou de barriga pra cima no sofá largo, com as pernas bem abertas, esperando o Matías, que vinha puxando o prepúcio pra trás.
Acomodou o pau na entrada da buceta dela, fazendo dois movimentos: um pra medir e outro pra entrar quase tudo. O suspiro da Nadia foi na hora, enquanto o Matias apoiava as mãos nos peitos dela e começava a fazer umas flexões, mas só com a bacia, ajustando a bombada numa velocidade que deixou a Nadia louca. Ela levantou as pernas no ar, se entregando de vez, e começou o que parecia um orgasmo.
Matias— Olha a putinha como ela gosta de ser comida por um estranho, há pouco tempo nem sabia quem ele era. Fala pros caras que você adora ser arrombada por um desconhecido...
Nádia—Eu gosto que um estranho me coma.
Matias—Você não tem vergonha do seu namorado te ver chupando pica?
Nádia—Não tenho vergonha não… aaaah, aaaah, aaaah.
Deu pra ouvir o grito do orgasmo da Nádia enquanto dava pra ver o Mati saindo de cima dela, guardando o gozo dele pra mais tarde.
Ela foi até a geladeira pegar água e ficou apoiada na bancada, olhando o relógio que marcava 12h30, se recuperando enquanto esperava a próxima tarefa que a gente ia dar pra ela.
Nico—Acabou o intervalo, vem aqui, fica de quatro na ponta do sofá que a gente vai brincar de cavalinho.—Falei num tom de sacanagem.
Com uma caminhada gostosa, ela se aproximou e se sentou numa das pontas do sofá, abrindo as pernas pra me dar passagem. A Nadia sabia lidar com situações difíceis, a mina entendia quando algo não era favorável pra ela e queria levar da melhor forma possível, e até agora a obediência tava servindo, mas eu ia fazer com que ela deixasse de servir.
Depois de meter meu pau na buceta dela e dar umas fodidas, eu tiro ele de dentro.
Nico—Fran, vem ver como o Matias deixou a tua mina, toda aberta. Isso não dá pra comer, olha aí, vai você.— Dizia enquanto esticava os lábios da buceta dela, olhando lá dentro, humilhando a Nadia.
Fran acomodou a pica gostosa dele na buceta da namorada e, depois de foder ela por apenas uns minutos, tirou dizendo.
Francisco—Tem razão, tá toda inchada.
Nico—Vou ter que ir com algo mais justo, se o Mati aumentou a buceta dela, o lógico é que eu aumente um pouco a bunda dela.—Só de pensar, a pica já deu um pulo. Sem deixar ela reagir, deixei cair um jato de cuspe no buraco da raba dela.
Matias - Pra quê eu quero ver como entra naquele buraquinho. - Entendendo a humilhação que queria dar pra ele.
Tava com o pau duríssimo por causa do tesão e do efeito do remédio, apontei pra bunda dela e empurrei com força, onde tive só um pouquinho de resistência e consegui enfiar boa parte, dava pra ver que a Nadia já tinha experiência com anal, porque entrei com mais facilidade do que na bunda virgem da Flor. A da Nadia deixou eu meter até as bolas, foi quando comecei a fazer umas estocadas suaves, apressando o final só pra sentir o barulho das minhas bolas batendo na buceta dela. O ritmo ficou constante e aquela bunda começou a relaxar, o que no começo a Nadia sofria, agora tava adorando. Senti um dos dedos dela nas minhas bolas, aí percebi que ela tava se estimulando a vagina.
Matias—Olha a filha da puta se masturbando, isso é sinal que quer mais uma rola na buceta, parece que com uma só não dá conta.
Nádia—Não, não, para, não foi isso que a gente combinou.
Matías - Vai, putinha, que em 2 horinhas isso acaba, cê tá saindo muito barata pelo que fez com esses caras.
Vem sentar em cima dessa pica e me dá uma boa cavalgada. — enquanto se deitava no sofá.
Imediatamente, Nadia foi até onde Matías estava, soltando meu pau do cu dela pra subir em cima do Mati.
Matías- assim de joelhos não!! apoia teus pés no sofá, quero que com essa buceta tu faça agachamentos na minha pica. - Nadia obedeceu na hora.
Com a Fran, a gente se olhou e percebeu o poder dominante que o Matías tinha sobre a Nadia, e isso nos fez ver o quanto a gente era submisso também.
A loira segurava os próprios cabelos com a mão enquanto, com movimentos das pernas, subia e descia na pica do meu amigo, os peitos dela balançavam, a gostosa além de ser uma delícia sabia foder e entre nós três só tínhamos roubado um orgasmo dela. Segurei meu olhar na bunda dela, não conseguia acreditar no que tinha comido e queria repetir. Fiquei atrás dela, dando um leve empurrão, fazendo ela cair de joelhos, a pica do Mati saiu, mas habilmente ele colocou de novo na buceta dela.
Apertei as costas da Nadia, encostando ela no peito do Matías, e aos poucos fui vendo aquele buraquinho que tinha deixado pela metade. Enfiei minha rola e comecei a bombar devagar, enquanto o Matías embaixo ficava imóvel e eu ajustava o ritmo da transa pros dois.
Dava pra sentir a Nadia reclamando enquanto Fran observava a cena com um sorrisinho fetichista no rosto.
Matías—Fala pra mim, putinha, quer pica? Pede pica, vai.
Nádia - Me dá uma rola que eu quero rola. - dizia ela, toda sem-vergonha.
Matías começou a meter e tirar a pica dele, entendeu meu ritmo e começou no dele próprio, quando ele tirava eu metia, era um "pega você, me dá ela"... em questão de minutos já dava pra sentir as porradas fortes das bolas dele e das minhas batendo na Nadia.
Nadia—parem, parem um pouco que tão me matando.
Doía nela e eu não a culpava, nós dois estávamos metendo forte, longe de parar e ir mais devagar, aumentamos o ritmo.
Nico—faz um favor, Fran, e enfia uma chupeta nela pra mina não gritar.
Fran apareceu atrás do encosto do sofá e sentou nele, puxando os cabelos de Nadia e tirando o rosto dela do peito de Matías para puxá-la até a pica dele.
A passagem de uma música do YouTube pra outra deixa um silêncio leve onde dava pra sentir o barulho dos ovos batendo na Nadia e o gemido final dela, "plafff, plafff, mhmhmm".
Matías começou a gritar bem alto.
Matías- aaaahhhh, lá vem a porra, tava segurando mas não aguento mais, vou encher você de leite, mhhhmmmm- gozou tudo dentro da Nadia e na hora parou de se mexer, deixando o pau enfiado.
Meus movimentos ditavam o sexo agora, peguei Nadia pelos peitos aliviando os pelos e os puxões que Fran dava pra segurá-la no pau dela. Cheguei perto do ouvido dela e falei “desde que você começou a me foder, sabia que ia acabar com a buceta arrombada”, enquanto via a bochecha dela se mexer no ritmo do boquete.
Segurei ela firmemente pelos braços, empalando ela com força, não queria derramar uma única gota de porra.
Nico... não aguento mais, Fran. Sua namorada vai ficar toda meladinha, parece. Senti o gozo escorrendo pelo meu tronco e, com um suspiro de alívio, soltei toda a minha porra no cu dela.
Sentia meu pau se contrair repetidamente enquanto a Fran aproveitou que a Nadia tava presa nos meus braços pra puxar ela pelo cabelo e, com um movimento de quadril, enfiar o pau na boca dela com força, querendo se juntar à gozada que a gente já tinha tido.
Me aproximei do ouvido dela de novo: "cuidado pra não derrubar nada, é só engolir". Fran me ouviu e sorriu enquanto soltava um ahhhh de prazer. Gozou direto na garganta dela, porque a Nadia começou a tossir forte, querendo cuspir, mas o pau do Fran tampava a boca dela. Não teve jeito, ela acabou engolindo tudo. Com calma e cuidado, fomos saindo de dentro da Nadia, pra não nos sujar com porra alheia no processo.
A imagem da Nadia era de dar pena, ajoelhada no sofá, escorrendo porra dos buracos dela, toda despenteada e judiada, os olhos vidrados e com lágrimas de ânsia de vômito, ela olhava pro relógio, que marcava 13h30, todo o calvário que ela tinha sofrido só tinha passado uma hora desde a última vez que ela olhou pro relógio.
Nádia—Já terminamos, né? Se for isso, vou tomar um banho.—Ela tentou se livrar da situação, tentar não custava nada.
Matias — Onde é que tu vai, ainda falta uma hora e meia, sabe quanto tempo é isso? São três turnos de meia hora de uma puta, então vai pro quarto principal que agora a gente vai entrando um por um, fica tranquila que a gente vai te pagar, puta.
Nádia — Vou ao banheiro e já volto. — Disse entre obediência e resignação.
Nico — Acho que você foi longe demais, essa mina é uma filha da puta, mas o que a gente tá fazendo é pesado demais. — Falei pro Mati enquanto a Nadia se afastava.
Mati—Essa jovem é daquelas que não param, tem personalidade, grana, um corpaço, vive a vida fazendo o que quer com quem quer. A gente tem que quebrar ela, mudar esse chip. Quando ela olhar pra gente, a cabeça dela não vai mais pensar "sou uma Barbie milionária", vai pensar "sou uma puta paga e submissa que tem que obedecer". Da próxima vez que ela te ver, se não baixar o olhar, o que fizemos hoje não adiantou. Vai além de ter um vídeo dela ou não—ela tem que sentir um medo que percorre as costas quando te vê. Então sobe aí e trata ela como uma puta, com pagamento e tudo.
Fui o primeiro a entrar, notei que ela tinha trocado a calcinha, arrumado o cabelo e lavado o rosto, tava sentada na cama com os cotovelos apoiados nos joelhos, olhando pro chão. Quando ouviu a porta, levantou o olhar pra mim. Tirei a grana da carteira, levantei pra ela ver e deixei em cima do criado-mudo.
Nadia — Esses filhos da puta. — Ela estava arrasada porque tinha perdido o controle.
Nico—A única puta aqui é você, ajoelha e chupa, que se se comportar bem, vou te dar uma gorjeta.
Ela sabia ganhar, mas também sabia perder. Tentou me comover e não funcionou, então se dedicou a cumprir, ajoelhando-se no tapete e colocando o rosto na frente da minha braguilha.
Nico— O que você espera, que eu faça o trabalho sozinho? Tira ela e mete na boca, a grana tem que ser ganha, começa pelos ovos.
A cara de desprezo ficou evidente enquanto ela começava a chupar minhas bolas uma por uma, passando a língua pelo tronco numa lambida contínua pra depois engolir meu pau aos poucos, dava pra sentir ele crescendo devagar dentro da boca dela até ficar completamente duro.
O tempo tava apertado, então tirei meu pau da boca dela, peguei ela pelo braço e joguei na cama. Passei a mão na buceta dela por cima da calcinha fio dental e, num puxão, rasguei ela toda, deixando inútil. Ela tirou o sutiã pra não ter o mesmo fim. Lá estava ela de novo, a loira, pelada na minha frente. Vi a tatuagem na virilha dela: "carpe diem" (aproveita o dia), enquanto batia meu pau duro em cima dela.
Nico— Lembra no teu apartamento quando você me disse que se eu tivesse sorte um dia ia conhecer essa tatuagem? Pois olha onde ela tá, na ponta da minha pica... que tatuagem boa, aproveita o dia. — Falei enfiando minha pica dentro dela.
Olhando no rostinho dela, comecei a bombar forte entre as pernas abertas dela, que ocupavam a largura toda da cama. Ela começou a gemer, o sexo anterior já tinha deixado ela no limite do orgasmo. Peguei o pescoço dela, apertando com força, e inacreditavelmente isso a deixou ainda mais excitada. Ela me puxou pra perto, abraçando forte meu torso com os braços, enquanto pedia mais...
Nádia—Me dá mais, mais, vai, vaiiiii, continua, ohhhhh.—Soltando os braços das minhas costas, ela ficou estirada na cama, curtindo o orgasmo dela.
Deitei do lado dela me masturbando, esperando ela se recuperar.
Nico—você finge que tá brava, mas adora ter ela dentro. Agora senta em cima de mim e faz aqueles agachamentos que fez no Matías, que me deixou com vontade disso.
Ela se virou sobre mim, deslizando uma perna de cada lado, apoiou os pés no colchão e foi descendo devagar a buceta dela até encontrar meu pau, pegou ele, eu ajustei e ela sentou devagar até engolir ele inteiro. Começou a subir e descer lentamente enquanto segurava o próprio cabelo.
Consegui ver pela luz da janela o contorno dela me dando prazer, os peitos dela balançando no ritmo.
Meu pau entrando devagar pelos lábios da buceta dela, que já não pareciam mais os mesmos. Dava pra ver o castigo que ela tinha levado nas últimas horas, estavam visivelmente esticados. Não era a mesma buceta de hoje de manhã.
Ela balançava o quadril de trás pra frente e depois pra cima, fazia isso bem, era boa nisso e sabia aproveitar, meu terceiro orgasmo do dia estava por vir, sentia o contato do meu pau com a pussy dela, faltava muito pouco.
Nico—acelera mais que tô perto de gozar, falei fechando os olhos e me entregando ao prazer.
Nádia — Não, não, sou eu quem decide quando você vai gozar. — Soltou, querendo retomar sua posição dominante no sexo.
Ela dominava pra depois escravizar, não ia deixar ela. Meu rosto passou de relaxado pra irritado, ela percebeu na hora e abriu os olhos surpresa. Peguei ela pelo braço e joguei de lado na cama, deixando ela de bruços. Me joguei por cima dela, abri as pernas dela com as minhas e apontei meu pau no cu dela.
Nádia—não, não, para, cê tem razão, foi mal aaaaihhh.—tarde demais, eu já tinha enfiado toda a minha pica no cu dela.
Comecei a meter nela com força, ela tinha que aprender a lição, enfiei a boca dela no colchão pra abafar os gritos, mas não adiantou, os berros dela deviam estar ecoando pela casa inteira.
Nico—então você vai me dizer quando gozar.—falei dando uma longa enfiada no meu pau enquanto abria as nádegas dela com as mãos, o último jato de porra saía do meu corpo pra acabar no cu dela.
Nádia—você me quebrou, seu idiota, tá doendo, tá doendo pra caralho…
Nico — Coisas do ofício de puta. — enquanto me afastava satisfeito, gritando “que venha o próximo”.
Me servi um fernet e fui ouvir música, mas os gritos da Nadia e do Fran não deixavam, parecia que ela tava descontando. No fim, o Matías subiu e os berros continuaram. Depois, um silêncio, e eu vi o Matías descendo puxando a Nadia pelos cabelos, ela andando feito uma puta.
Era difícil descrever ela, tava feita em trapos, desalinhada, coberta de fluidos, a bunda vermelha de tanto levar porrada, uns arranhão aqui e ali.
Fran—Gente, devolveram ela toda arrebentada, não quero mais assim. Nadia, vamos ter que dar um basta, sabe?
Matías — Fala pros caras o que você quer dizer pra ele... vai lá.
Nadia—Desculpa por tudo, fiquem tranquilos que não vai aparecer vídeo nenhum nunca.
Matías—É melhor tu colaborar, senão vou mostrar o vídeo novo, o que eu fiz aqui. Olha, essa é a parte que eu mais gosto.
No celular dava pra ver uma gravação feita da mesa da TV, focando no sofá enquanto eu e o Matías metíamos na Nadia e ela pedia mais pica enquanto o Fran calava ela enfiando a dela na boca.
O rosto da Nadia se desfigurou ainda mais do que já estava, ela olhou imediatamente pro relógio, 14h50, só faltavam 10 minutos de penitência.
Matías — Beleza, galera, vamos nessa. Dá tchau pra puta que fez uma boa grana hoje. Se quiser repetir outro dia, é só avisar. Tá com 10 minutos, dá uma limpada na casa da sua amiga, não vai devolver assim.
Sumimos do lugar, tive minha revanche e minha vida seguiu com a Flor, com o Fran somos amigos e trabalho na administração dos restaurantes da família dele. O Matías já não me deve nenhum favor e a Nadia não via há muito tempo. Recentemente nos cruzamos numa festa, ela estava com o novo namorado dela e, quando me viu... baixou o olhar de vergonha.
Fim
4 comentários - Flor do Descobrimento 7 Final