Flor do Descobrimento 7 Final

Fala, galera! Tô deixando a última parte da saga.
Aqui está o capítulo anterior

http://www.poringa.net/posts/relatos/5491479/Flor-de-descubrimiento-Parte-6.htmlPra quem quer começar do início, deixo o link aquihttp://www.poringa.net/posts/relatos/5460907/Flor-de-descubrimiento-Parte-1.html


Na única porta do quarto estava parado Francisco, mordendo os lábios com uma mistura de impotência. Não disse nada, só fez uma pausa esperando pra ver o que a Nadia tinha a dizer.

Nádia - Chegou o corno manso, cof cof! - limpou a garganta e continuava cuspindo saliva pra caralho.

Francisco — O que eu faço, fico ou vou? — perguntou como se fosse algo normal.

Nádia—Me espera na cama que acabei com ele e já vou.

Na hora ele se mandou pela porta por onde tinha entrado, deixando a gente ouvir os passos na escada. Minha sobrancelha se torceu, meu olhar procurando alguma testemunha que explicasse o que tinha acabado de rolar. Basicamente, o namorado da Nadia tinha nos pego no meio de um boquete, enquanto a mina cuspia líquido pré-ejaculatório, e o cara, sem nem piscar, foi pro quarto dele.

Nádia — A gente precisa conversar, como assim os vídeos não existem mais? — enquanto se levantava olhando pro celular dela.
 
Nico—É como você tá ouvindo, me explica aí o que acabou de rolar.

Nádia—Não!! Me diz o que você fez com os vídeos, onde tão—passando os dedos rapidamente pela tela do celular dela.

Quando percebi que aquilo não ia dar em nada, fui atrás de respostas no quarto do Francisco. O medo de perder a Flor era forte demais, e eu não tava nem aí pra ter que engolir o abacaxi do rugbier de um metro e noventa.
Entrei no quarto e tranquei a porta, vi ele apoiado na grade da sacada olhando pro nada com um copo de Fernet na mão. Caminhei devagar anunciando que tinha chegado pra não fazer nenhum movimento brusco que pudesse irritar o gigante e ele ousar me dar um murrão.

Nico— Fran, deixa eu te explicar, juro que não tava fazendo porque queria.

Fran— Com que ela te prendeu? — ela disse sem olhar na minha cara.

Na hora entendi que o que a Nadia tinha feito comigo não era pessoal, era sistemático, ela devia ter alguma coisa contra a Fran.

Nico—Sei que o único que deve explicações aqui sou eu, mas se quiser, a gente troca histórias.

Fran- tô te ouvindo- enquanto apontava pro fernet me convidando a me servir.

Nico... eu estive com a Nadia, ela me filmou e ameaçou mostrar o vídeo pra Flor. Não quero perder ela, então tô fazendo tudo o que ela manda. E com você, o que rolou?

Nesse momento, sente alguém batendo na porta, com certeza era a Nadia, já que da sacada dava pra ver a Flor do outro lado da casa.

Fran- Cê quer a Flor?

Nico—Agora mesmo é o que eu mais quero.

Fran- e pra que você transou com a Nadia?

Nico— Tesão? Curiosidade? Ou por ser um baita idiota?

Fran—Olha onde esse tesão te levou. Uma coisa eu te garanto: você vai perder a Flor, a Nadia vai fazer você perdê-la. Você tá igual a mim no começo de tudo.—Dizia ele, olhando melancólico para o grande pátio arborizado da casa.

Nico—Tipo no começo de tudo? O que aconteceu?

Fran—No começo foi como você disse, uma puta tesão. Conheci a Nadia porque nossos pais são super amigos. Tava namorando e acabei transando com ela, e esse foi meu erro. Não sei se foram umas três vezes, e depois falei que não dava mais pra continuar. Aí uma noite chegou uma mensagem pra mim com um vídeo nosso dois na cama, dizendo que se eu não fosse, ela mostrava pra minha mina.

Nico - A mina fez o mesmo comigo, cê tá igual eu. - Me deu uma mistura de surpresa e tesão, a gostosa dominava tudo que via e tratava os caras como cachorrinhos de colo. Tentei com todas as minhas forças não deixar o pau subir de tesão, enquanto ele contava a história.

Fran—Não tô igual a você, tô pior que você. Achei que era só um capricho e que a patricinha ia me deixar em paz, mas ela foi pedindo cada coisa mais estranha. Uma vez me pediu pra amarrar ela na cama. Sem eu saber, ela tava filmando tudo. Naquele vídeo, parece que eu tô fazendo aquilo contra a vontade dela... Sabe o que ia acontecer comigo se esse vídeo vazar? Minha ex-namorada, minha família, o negócio da minha família... — Ele contava enquanto olhava pra porta, que continuava batendo.

Nico—Me passa teu número de telefone agora, vou sair dessa e, com sorte, te tiro daqui também.

Fran- Sabe, Nico, vai pro quarto e aproveita a sua mina o máximo que puder. — Falou com um tom de resignação.

Abri a porta sem trocar uma palavra com a Nadia e fui dar atenção pro Francisco.

Ao entrar no quarto enorme, senti o toque macio do carpete, minha visão foi se acostumando com a luz fraca que o brilho da lua dava. Vi a Flor deitada, mexendo no celular, com o corpo ocupando o centro do King size. O aquecedor deixava o clima quentinho, e o corpo da Flor estava coberto só pelos lençóis.

Nico— Flor, posso te pedir uma coisa? Vamos transar como se fosse a última vez.

Flor- Não sei, deixa eu pensar.- Enquanto tira o lençol mostrando sua nudez.

Tava me esperando toda pelada debaixo do lençol, tinha virado uma putinha gostosa, as sardas dela combinavam com a carinha safada, deixando à mostra os peitinhos empinados que subiam em ponta e caíam suave pela pele aveludada, marcando a cintura de violão que terminava naquela anca que me deixava louco.

Lentamente as pernas dela se abriram igual as tampas de um cardápio de prato único, mostrando a buceta recém-depilada dela, convidando pra chupar. Fui me despindo pelo caminho e, feito um tigre, me debrucei na beirada da cama, avancei pelo meio das pernas dela com suspiros leves, esfreguei minha língua com força contra os dentes, deixando ela áspera pra fazer ela sentir minhas lambidas. Senti o cheiro da ppk dela e percebi um aroma de creme corporal. Me deitei de peito no colchão, passei minhas mãos por baixo das pernas dela, segurando firme, e numa espécie de prisão comecei a chupar ela devagar por um tempo. Queria dar esse carinho antes de começar a lamber com mais pressão. Fui me enfiando mais pra dentro, desenhando espirais no interior dela, até terminar focado só no clitóris dela, apertando com a língua, raspando com força e soltando umas mordidinhas. Comecei a ouvir a respiração dela virando gemido, e meu pau começou a endurecer ouvindo o chamado da dona dele.

Ela não aguentava mais, agarrou meu cabelo tentando me puxar pra cima do corpo dela, sem dar bola, me ajoelhei na cama deixando meu pau visivelmente duro e cheio de veias à mostra, instintivamente ela quis se sentar pra chupar, mas empurrei ela pra trás, deixando ela deitada de novo, queria manter ela longe da minha rola que ainda tinha restos de saliva da Nadia.

Fiz uma careta leve com a boca cuspindo no meu pau, embora na verdade nem precisasse, porque o líquido pré-gozo já tava fazendo o trabalho dele.

Com a outra mão, ajustei um travesseiro debaixo da bunda dela, colocando meus joelhos por baixo das pernas dela. Tava com aquela buceta linda, rosada e toda depilada na minha frente. Quando vi a carinha dela, fiz um carinho com a parte de fora da minha mão na cintura dela enquanto esfregava meu pau no clitóris molhado dela e, num vai e vem, enfiei tudo sem nenhuma resistência, porque nós dois távamos encharcados. Não parei até sentir minhas bolas batendo na pele dela, a ponta do meu pau encostou no fundo, tinha metido tudo. Ela soltou a mesma respiração de quem tá esquentando as mãos, Flor exalou de boca aberta, ficando assim uns segundos exalando de prazer. Repeti de novo e o resultado era o mesmo, Flor exalava prazer a cada metida funda. Vendo o prazer dela, comecei a fazer várias vezes enquanto observava meu pau entrando, dobrando os lábios da buceta dela. Deixava ele inteiro lá dentro uns segundos, batendo no fundo até o ponto em que não tirei mais, segurando ela pela cintura, querendo atravessar aquele limite que minha cabeça tinha encontrado. Flor tapou a boca e eu senti a contração da vagina dela apertando meu pau, liberando meu orgasmo que eu tentava segurar. Meu esperma morno, com três jatos intermitentes, bateu no fundo do canal vaginal dela enquanto nós dois soltávamos a respiração do orgasmo.

Flor- O que você fez comigo? Isso foi o melhor sexo que já tive na minha vida- enquanto recuperava o fôlego.
Nico—Ainda não terminei, vira pra cá que quero ver essa rabuda linda na minha frente pra judiar um pouco.

Flor- O que você vai fazer com a minha bunda?- disse num tom infantil e brincalhão, mas percebi um medo nos olhos dela.

Nico—Vamos continuar como até agora, você fazendo o papel de uma puta gostosa e eu tentando te dar o melhor sexo da sua vida.—falei, ajudando ela a se virar e ficar de joelhos.

A bunda dela parada ficou ali pra eu apreciar, vi o cu dela brilhando de suor, me joguei em cima das nádegas dela e usei todo meu peso pra abri-las, consegui ver uma abertura pequena onde enfiei minha língua, na hora senti a contração instintiva da Flor ao apertar o cu, mas logo relaxou com a massagem que eu tava dando com a língua, enquanto ela se recuperava do orgasmo que tinha tido, mas interrompi o descanso dela quando comecei a comer a bunda dela com minha língua dura penetrando cada vez mais, minha mão foi direto bater uma porque meu pau tinha ficado a ¾ de máquina.

Flor- O que você vai fazer? - Ela perguntava, mas sabia o que eu estava tramando.

Nico—Vou entrar bem devagarinho por aqui, olha como tá, tá pedindo.

Flor- Nabo, você vai me machucar.
- Dessa vez ela falou num tom de preocupação.


Nico— Nunca te fiz mal, não vou começar agora. Posso?

Flor— mhm.— ela disse com os olhos bem abertos, esperando ajoelhada, quase em posição fetal.

No fundo, eu sabia que se não fosse agora, nunca mais seria, porque o buraquinho dela já estava molhado e completamente dilatado. Então coloquei o polegar na cabeça da minha rola e fui enfiando devagar, com umas idas e vindas consegui avançar só até a metade, e aí comecei meus movimentos, que foram uma tortura pra mim porque aquele cu tava apertadíssimo. Ela levou a mão na própria buceta enquanto com a outra se apoiava pra se segurar. Tirei uma das minhas mãos da cintura dela pra ajudar a segurá-la pelo ombro, e isso também tirou ela da posição fetal e deixou ela de quatro, onde eu tinha mais espaço pra meter mais fundo. Foi nesse momento que comecei a arremeter com mais força.

Nico—Tá bem?

Flor- Sim… sim.— ela dizia com as maçãs do rosto levantadas, sinal de que de alguma forma aquilo a incomodava.

Peguei ela pelo outro ombro e sentei no meu colo, minha pica entrou quase toda, o peso dela ajudou e comecei com estocadas fortes, via o cabelo dela pulando na minha cara, ela tava completamente de quatro e eu sentia meu tronco veiudo percorrendo aquele canal apertado, queria encher o cu dela de porra. Queria arrebentar ela e deixar ela destruída, igual um moleque que sabe que talvez não brinque mais com aquele brinquedo e quer quebrar ele pra ninguém mais usar, esse pensamento intrusivo tinha tomado conta de mim e eu tava literalmente machucando ela.

Flor- Nico, tá começando a doer!- Falei pro ar, já que eu tava viajando, queria gozar, já tava perto…

Pude ver o rosto dela e já era de dor, os pensamentos intrusivos foram embora rápido, não conseguia vê-la sofrer de jeito nenhum. Tirei ela devagar e guiei o corpo dela pra frente, pra ela voltar a ficar de quatro.

Nico— Desculpa... cê tá bem? Quer parar?

Flor- Quero continuar, mas por aí não.

Nico—Beleza, gostosa.

Passei o polegar de forma curativa na entrada da bunda dela enquanto colocava meu pau na entrada da buceta, que tinha um restinho branco do meu esperma escorrendo na ponta dos lábios. Rapidamente comecei a bombar, queria recuperar o ritmo do qual ela tinha me tirado. A buceta dela estava cheia de fluidos, a bunda escorria do mesmo jeito. O tesão de ter transformado a menina inocente que conheci nessa putinha escorrendo esperma tomou conta de mim. Observei meu membro entrando e saindo com uma espuma branquinha do meu sêmen anterior em volta. Tava perto de gozar, agarrei ela pelos ombros de um jeito que prendia ela.

Nico — Já que não me deixou gozar na sua bunda, vou encher essa buceta. — Isso a deixou excitada pra caralho.


Dando 4 bombadas fundas de percurso longo, consegui esvaziar a porra que ainda tinha dentro dos meus ovos. Agora a buceta dela tava cheia e ela destruída. A Flor parecia ter gozado sem eu perceber. Quando tirei meu pau banhado de esperma, pude ver a buceta dela se esvaziando aos poucos e as nádegas suadas.

Nico—Vou me lavar, quer que eu te traga alguma coisa?

Flor- Quando eu conseguir me mexer, vou tomar um banho. Agora vou ficar aqui.

Juntei o celular e fui pro banheiro, aproveitei a distração dela e tirei uma foto de lembrança da Flor de bruços, toda destruída. Olhei o celular, tinha 7 mensagens da Nadia e uma ligação do Mati.

As mensagens da Nadia diziam que ela queria falar, uns xingamentos e uma ameaça de que ia vir até o quarto. Segurei ela na ré, falando que ia me desocupar e a gente conversava. Foi aí que liguei pro Mati.

Nico—Mati, tudo bem? Me diz que você apagou tudo... tô segurando essa merda aqui com a Nadia, que tá me ameaçando de falar.

Mati- Vou ficar acordado pra te ajudar, eu te tiro dessa… me diz até quando eles ficam.

Nico—Amanhã às 9 a gente vai, por quê?

Mati—Depois dessa hora, a Flor pode ir embora, mas a Nadia eu preciso que fique aqui..

Nico—Como é que ela vai embora se é a dona da casa?

Mati—isso é por sua conta, não posso fazer tudo. Amanhã às 9h30 a campainha vai tocar, a gente se vê.— desligou sem me deixar terminar de falar.

Mati era meu bully no ensino fundamental, não parava de me encher o saco, conheço ele desde sempre e viramos grandes amigos. Ele não era muito brilhante, isso me fazia duvidar do plano dele, mas era muito cara de pau e botava a cara no fogo na hora do aperto. Mandei uma mensagem pro Francisco, que respondeu só com um joinha, acho que é porque tava com a Nadia naquele momento.

No dia seguinte, quando acordei, dei um beijo na Flor avisando que ela me esperava lá embaixo com uma parada gostosa. Encontrei o Francisco na cozinha, mas quando tentei chegar perto pra falar com ele, ele fez uma careta porque a Nadia tava por perto.

Nadia — Preciso falar com você, seu merda — já tinha começado com tudo, a Nadia.

Nico—Podemos falar depois? Juro que vai valer a pena, bora tirar a Flor dessa merda.—terminei de falar isso e a Flor desce a escada, interrompendo a conversa.

Nádia— Flor, preciso fazer uma troca com você. Tô devolvendo a chave do meu apê, mas me deixa a chave daqui, porque eu e o Francisco queremos ficar mais um tempinho— ela falou com um olhar cúmplice, e ali eu sacou que o Francisco tinha convencido ela a ficar, igual a gente tinha combinado por mensagem.

Tomamos café da manhã, a Flor tinha estudos pendentes e coisas pra fazer em Rosário, e eu inventei uma desculpa. A gente se despediu e cada um foi pro seu lado, ou pelo menos eu fingi que ia embora, já que peguei o controle do portão pra voltar depois.

Voltei às 9h15 e foi aí que nós três nos encontramos cara a cara, Fran, Nadia e eu.

Nádia— Do que vocês conversaram ontem, Nico? Por que você apagou os vídeos? Não me venham com palhaçada que vou foder vocês dois, vocês não me conhecem. Você, esquece a Florença, e você, Francisco, esquece tudo. Vou expor vocês dois.

A campainha interrompe os gritos, e Nadia vai atender na hora. Ao abrir a porta, era o Matías, vestido com roupa de academia, uma sacola de compras na mão e comendo uma banana. Sem nem cumprimentar, ele entra na casa olhando a Nadia dos pés à cabeça.

Matias - E aí, galera, me apresento, sou Matias. É aqui a casa onde chantageiam com vídeos em troca de sexo? - enquanto entregava meia banana na mão da Nadia.

Nádia—Tá maluco, quem é você? Vaza daqui ou eu chamo a segurança. —Falou num tom desconcertado.

Matias—Prova a banana que acabei de te dar, é boa, conhece a marca? É o teu velho que importa essas, acabei de voltar do mercado dos produtores, tava na barraca dele, falei com o Damião, o negão, o Uriel, o brutamontes e mais uns 10 caras, são os peões do teu velho, conhece eles?

Nádia—Já tô chamando a segurança.

Matias—É, pode ligar pra ela, pega meu telefone. Só não vai apertar errado, senão pode mandar esse vídeo pro grupo de chat que criei com os peões do barraco do seu velho.

No celular, dava pra ver um dos vídeos onde a Nadia tava dando pro Francisco. Ela largou o celular na hora, como se fosse de porcelana, pra não apertar "enviar" sem querer.

Mati—Vou ser direta pra gente se entender: também vim brincar de chantagem. Vou lá pro sofá e, se em 5 minutos você não vier me entreter, mando o vídeo. Quem vai se divertir são os caras do mercado vendo a filha do patrão. Eles vão espalhar pra todo o mercado, e a rainha da banana vai ser você, no lugar do seu velho.

Nádia me olha desconcertada, com raiva do Francisco por ter enviado o vídeo dele e, por último, volta a falar com o Matías.

Nádia — Se eu fizer o que você tá mandando, como é que eu sei que você não vai mandar mesmo assim?

Matías — Eles também não sabiam se você ia mandar eles, e aqui estamos. A proposta é a mesma que foi pra eles: você dá sexo em troca do silêncio. Hoje você faz tudo que eu mandar e os vídeos não são enviados.

Nadia—Se hoje eu fizer o que você tá pedindo, só hoje? Se for assim, ok.
—Falou com cara de assustada, olhando pra mim e pro Fran, não gostava de se mostrar vulnerável pra gente.


Mati—Me dá a mão, eu cumpro e faço você gozar. —Estendeu a mão para Nadia.

Nádia— Me dá 10 minutos que vou tomar um banho.— Apertando a mão do Matías, fechando o pacto.

Como se tivesse se preparado mentalmente no banheiro, a Nadia, ao voltar, quis tomar o controle da situação dando umas ordens.

Nadia—Bom, vou abrir pra esses dois aí, assim eles vão embora e a gente resolve isso rápido, porque tenho que sair daqui a pouco.

Mati- A Fran tava me contando que você fazia ele olhar enquanto você comia outros caras magros, eles ficam de boa porque você gosta de ser observada.

Nádia engoliu seco enquanto acompanhava Matías, que a guiava com a mão nas costas até a sala, onde tinha uma TV grande e um sofá em forma de U que cabia pelo menos 8 pessoas. A gostosa, por mais que fosse uma filha da puta, era uma delícia. As mechas loiras molhadas caíam sobre os ombros, aquela pele bronzeada pela neve, a boca sensual e o corpo magro e esculpido, o balanço da bunda que escapava por baixo do pijama curto que ela usava. A gostosa era uma modelo.
Da sala de jantar com a Fran, a gente via os dois indo pra sala de estar. Pelas janelas, dava pra ver tudo o que rolava: a Nadia começou a se ajoelhar na frente do Matías, que puxou a rola pra fora pra ela começar a chupar. Dava pra ver o pescoço dela indo e vindo por um bom tempo. Num certo momento, seguindo umas instruções do Matías, a gente viu a Nadia ficar de quatro no sofá enquanto ele abaixava o short de pijama que ela tava usando.
 
Matías— Galera, venham pra cá que daí não enxergam nada.

Com a Fran, a gente sentou no mesmo sofá, bem na parte mais apertada da ponta dele.

Matias—olha só essa buceta, vocês não podem perder isso.

Ele lambeu a mão, passou molhando a buceta da Nadia e começou a penetração (o tamanho do pau era médio, mas a grossura era descomunal), metia num ritmo lento mas constante, obviamente queria prolongar o orgasmo. Ela gemia a cada estocada, arranhando a garganta enquanto ele montava nela, alternando o aperto entre a cintura e os ombros dela.

Com a Fran, a gente preparou um Fernet e ficou de olho no filme.

Matías—Fran, não te incomoda que eu tô comendo a sua namorada, não?

Fran só levantou o copo de fernet como quem diz "à sua saúde".

Matias—Porque ela tem uma buceta apertada que não é pra economizar, falando nisso, cadê meus modos? Eu dando carne pra buceta da sua mina e você só olhando, não é justo. Vem aqui e ocupa a boca dela pra ela não reclamar tanto.
 
Fran se levantou e fez uma careta com a boca, como quem diz "por que não?". Nadia estava apoiada com os cotovelos no encosto do sofá. Fran puxou o pau meio duro pra fora e colocou na frente do rosto dela. Ela lançou um olhar ameaçador pra ele, enquanto ele batia a rola no nariz dela. Foi aí que ela abriu a boca e Francisco enfiou de uma vez, sem aquecimento nem pena. Do meu lugar, eu tinha uma visão lateral do que tava rolando, dava pra ver como Mati puxava Nadia pelos cabelos pra trás enquanto Fran empurrava a nuca dela contra o pau dele, puxando a cabeça da loira de forma coordenada.

Isso foi demais, baixei minha calça e comecei a bater uma.

Matías — Fran, vem, mete na buceta que eu deixei bem aberta pra você, a boquinha deixa pro Nico que tá se preparando pra entrar. — Mati se afastou em direção às sacolas que tinha trazido pra pegar alguma coisa.

Me posicionei na frente da Nadia de pernas bem abertas, mostrando quem mandava, olhei na cara dela e coloquei a ponta da minha pica já dura nos lábios dela.

Nico—Posso?

Matías - A putinha não fala, vai ser uma putinha calada e obediente, prometi que se fizer tudo quietinha, isso acaba às 3 da tarde, então temos 5 horas, rapaziada, aproveitem. - enquanto abria a mão com 3 Viagras. O horror no rosto de Nadia ficou evidente.

Olhei nos olhos dela enquanto com uma mão levava o comprimido à minha boca e com a outra levava meu pau pra boca dela, onde começou a chupar no piloto automático e sem vontade, naquele momento eu a interrompi puxando os cabelos dela e olhando pra aqueles olhos claros.

Nico—vamos, Nadia, parece que você não sabe chupar direito, se esforça... dá o teu melhor, que eu te ajudo.—enquanto enfiava a pica até a garganta dela, fazendo ela engasgar.

Ela fez um sinal de "para" com a mão e começou a chupar com gula, entendendo o castigo se não fizesse.

Com a minha mão acompanhava a nuca dela enquanto as estocadas do Fran marcavam o ritmo que me fazia entrar só um pouquinho na garganta dela.

Nico—Dá mais um pouquinho, mais uns centímetros e você enfia ela toda. Abre um pouco a garganta, você consegue.— incentivava a Nadia enquanto sentia a garganta dela se abrindo devagar, me dando passagem.

Então peguei ela com uma mão na nuca e com a outra no pescoço e forcei pra enfiar tudo, senti minhas bolas batendo no queixo dela. A puta tinha chupado tudo. Quase gozei, então tirei o pau e fui tomar um gole de Fernet, dava pra sentir a Nadia recuperando o fôlego porque ela tinha ficado com o pau na boca sem parar nos últimos quarenta minutos.

Enchi o copo de fernet, a Fran veio me pedir um gole enquanto colocava música na TV, isso tinha virado uma festa e ainda tínhamos horas de diversão pela frente.

Matías tirou a camiseta da Nadia, deixando ela completamente nua, os peitos pequenos mas bem empinados dela ficaram à mostra.

Matías— Uff, olha só essa gostosa, mano, ela é inteirinha, que peitos lindos. Deita aqui que você vai mamar isso aqui. — enquanto com a mão segurava a grossa rola dele.

Ela obedeceu rapidamente, como quem quer se livrar de um problema. No sofá largo, deitou-se de barriga pra cima com as pernas bem abertas, esperando Matías, que vinha puxando o prepúcio pra trás.
Acomodou o pau na entrada da buceta dela, fazendo dois movimentos: um pra medir e outro pra entrar quase tudo. O suspiro da Nadia foi na hora, enquanto o Matias apoiava as mãos nos peitos dela e começava a fazer umas flexões, mas só com a pélvis, ajustando a bombada numa velocidade que deixou a Nadia louca. Ela levantou as pernas pro ar, se entregando de vez, e já começou o que parecia um orgasmo.
Matias— Olha a putinha como ela gosta de ser comida por um estranho, há pouco tempo nem sabia quem ele era. Fala pros caras que você adora ser arrombada por um desconhecido...

Nádia—Eu gosto de ser comida por um estranho.

Matias—Você não tem vergonha do seu namorado te ver chupando rola?

Nádia—Não tenho vergonha não… ahnnn, ahnnn, ahnnn.
Deu pra ouvir o grito do orgasmo da Nádia enquanto dava pra ver o Mati saindo de cima dela, guardando o gozo dele pra mais tarde.


Ela foi até a geladeira pegar água e ficou apoiada na bancada, olhando o relógio marcar 12h30, se recuperando enquanto esperava a próxima tarefa que a gente ia dar pra ela.

Nico—Acabou o intervalo, vem aqui, fica de quatro na ponta do sofá que a gente vai brincar de cavalinho.—Falei num tom de sacanagem.

Com uma caminhada gostosa, ela se aproximou e se sentou numa das pontas do sofá, abrindo as pernas pra me dar passagem. A Nadia sabia lidar com situações difíceis, a mina entendia quando algo não era favorável e queria levar da melhor forma possível, e até então a obediência tava servindo pra ela, mas eu ia fazer com que isso deixasse de servir.
Depois de enfiar meu pau na buceta dela e dar umas metidas, eu tiro ele de dentro.

Nico—Fran, vem cá ver como o Matias deixou a tua mina, toda aberta. Isso não dá pra pegar, olha aí, vai você.— Dizia ele enquanto esticava os lábios da buceta dela, olhando lá dentro, humilhando a Nadia.

Fran acomodou a pica gostosa dele na buceta da namorada e, depois de foder ela por poucos minutos, tirou dizendo.

Francisco— Você tem razão, ela tá toda inchada.

Nico—Vou ter que ir com algo mais justo, se o Mati aumentou a buceta dela, o lógico seria eu dar uma aumentada na bunda dela.—Só de pensar, a pica já deu um pulo. Sem deixar ela reagir, deixei cair um jato de cuspe no buraco da raba dela.

Matias - Pra quê, quero ver como entra naquele buraquinho. - Entendendo a humilhação que queria causar nela.

Tava com o pau duríssimo pelo tesão e o efeito do comprimido, apontei pra rabeta dela e empurrei com força, senti só uma resistência leve e consegui enfiar boa parte, dava pra ver que a Nadia já dava o cu porque entrei com mais facilidade do que na bunda virgem da Flor. O cu da Nadia deixou eu meter até as bolas, foi quando comecei a dar umas estocadas suaves, acelerando no final só pra sentir o barulho das minhas bolas batendo na buceta dela. O ritmo ficou constante e aquela rabeta começou a dilatar, o que no começo a Nadia sofria, agora tava adorando. Senti um dos dedos dela nas minhas bolas e percebi que ela tava se estimulando a vagina.

Matias—Olha a filha da puta se masturbando, isso é sinal que quer mais uma rola na buceta, parece que com uma só não dá conta.

Nádia — Não, não, para, não foi isso que a gente combinou.

Matías - Dá logo, puta, que em 2 horinhas isso acaba, cê tá saindo muito barata pelo que fez com esses caras.
Vem, senta em cima dessa pica e me dá uma boa cavalgada. — enquanto se deitava no sofá.

Imediatamente, Nadia foi até onde Matías estava, soltando meu pau do cu dela para subir em cima do de Mati.

Matías—assim de joelhos não!! apoia teus pés no sofá, quero que com essa buceta tu faça agachamento na minha pica. —Nádia obedeceu na hora.

Com a Fran, a gente se olhou e percebeu o poder dominante que o Matías tinha sobre a Nadia, e isso nos fez ver o quanto a gente era submisso também.

A loira segurava os próprios cabelos com a mão enquanto, com movimentos das pernas, subia e descia na pica do meu amigo, os peitos dela balançavam, a gostosa além de ser uma delícia sabia foder pra caralho e entre nós três só tínhamos roubado um orgasmo dela. Segurei meu olhar na bunda dela, não acreditava no que tinha comido e queria repetir. Fiquei atrás dela, dei um empurrãozinho, fazendo ela cair de joelhos, a pica do Mati saiu, mas habilmente ele colocou de novo na buceta dela.

Apertei as costas da Nadia, encostando ela no peito do Matías, e aos poucos fui vendo aquele buraquinho que tinha deixado pela metade. Enfiei minha rola e comecei a bombar devagar, enquanto o Matías embaixo ficava imóvel e eu ajustava o ritmo do sexo pelos dois.
Dava pra sentir a Nadia reclamando enquanto Fran observava a cena com um sorrisinho fetichista no rosto.

Matías—Me chama de puta, quer pau, pede pau, vai.

Nádia – Me dá uma rola que eu quero rola. – dizia ela, toda sem-vergonha.

Matías começou a meter e tirar a pica dele, entendeu meu ritmo e começou com o próprio, quando ele tirava, eu metia, era um "pega você, me dá ela"... em questão de minutos já dava pra sentir os fortes tapas das bolas dele e das minhas batendo na Nadia.

Nádia—parem, parem um pouco que tão me matando.

Doía nela e eu não a culpava, nós dois estávamos metendo forte, longe de parar e ir mais devagar, aumentamos o ritmo.

Nico—faz um favor, Fran, e enfia um chupeta nela pra essa mina não gritar.

Fran apareceu atrás do encosto do sofá e sentou nele, puxando os cabelos de Nadia e tirando o rosto dela do peito de Matías para puxá-la até a pica dele.

O pulo de uma música do YouTube pra outra deixa um silêncio leve onde dava pra sentir o barulho dos ovos batendo na Nadia e o gemido final dela, "plafff, plafff, mhmhmm".
Matías começou a gritar bem alto.

Matías- aaaahhh, aí vem a porra, tava segurando mas não aguento mais, vou encher você de leite, mhhhmmmm- gozou tudo dentro da Nadia e imediatamente parou de se mexer, deixando o pau enterrado dentro dela.

Meus movimentos agora ditavam o sexo. Peguei Nadia pelos peitos, aliviando os pelos e os puxões que Fran dava pra segurá-la no pau dela. Cheguei perto do ouvido dela e falei: "Desde que você começou a me foder, sabia que ia acabar com a buceta arrombada", enquanto via a bochecha dela se mexer no ritmo do boquete.

Peguei ela com força pelos braços e empalei ela com força, não queria derramar uma gota sequer da porra.

Nico... não aguento mais, Fran. Sua namorada vai ficar toda meladinha, parece. — Senti o gozo escorrendo pelo meu tronco e, com um suspiro de alívio, soltei toda a minha porra no cu dela.

Sentia meu pau se contrair repetidamente enquanto a Fran aproveitou que a Nadia tava presa nos meus braços pra puxar ela pelo cabelo e, com um movimento de quadril, enfiar o pau na boca dela com força, querendo se juntar à gozada que a gente já tinha dado.
Me aproximei do ouvido dela de novo: "cuidado pra não derrubar nada, é só engolir", Fran me ouviu e sorriu enquanto soltava um ahhhh de prazer. Gozou direto na garganta dela, porque Nadia começou a tossir forte, querendo cuspir, mas o pau do Fran tampava a boca dela. Não teve jeito, ela acabou engolindo tudo. Com calma e cuidado, fomos saindo de dentro da Nadia, pra não nos sujar com porra alheia no processo.

A imagem da Nadia era de dar pena, ajoelhada no sofá, escorrendo porra dos buracos dela, despenteada e judiada, os olhos vidrados e com lágrimas de ânsia olhando pro relógio, que marcava 13h30, todo o calvário que ela tinha sofrido só tinha passado uma hora desde a última vez que olhou pro relógio.

Nádia—Já terminamos, né? Se for isso, vou tomar um banho.—Ela tentou se livrar da situação, tentar não custava nada.

Matias — Onde é que tu vai, falta uma hora e meia, sabe quanto tempo é isso? São três turnos de meia hora de uma puta, então vai pro quarto principal que agora a gente vai passando um por um, fica tranquila que a gente vai te pagar, puta.

Nádia — Vou ao banheiro e já volto. — Disse entre obediência e resignação.

Nico — Acho que você foi longe demais. Essa mina é uma filha da puta, mas o que a gente tá fazendo é pesado demais. — Falei pro Mati enquanto a Nadia se afastava.

Mati—Essa mina é daquelas que não param, tem personalidade, grana, um corpão, vive a vida fazendo o que quer com quem quer. A gente tem que quebrar ela, mudar esse chip. Quando ela te ver, a cabeça dela não vai mais pensar "sou uma Barbie milionária", vai pensar "sou uma puta paga e submissa que tenho que obedecer". Da próxima vez que te ver, se ela não baixar o olhar, o que a gente fez hoje não adiantou. Vai além de ter um vídeo dela ou não—ela tem que sentir um medo que percorra as costas dela quando te ver. Então sobe aí e trata ela como uma puta, com pagamento e tudo.

Fui o primeiro a passar, notei que ela tinha trocado a calcinha, arrumado o cabelo e lavado o rosto. Tava sentada na cama com os cotovelos apoiados nos joelhos, olhando pro chão. Quando ouviu a porta, virou o olhar pra mim. Tirei a grana da carteira, levantei pra ela ver e deixei em cima do criado-mudo.

Nadia — Esses filhos da puta. — Ela estava arrasada porque tinha perdido o controle.

Nico—A única puta aqui é você. Ajoelha e chupa, que se se comportar bem, vou te dar uma gorjeta.

Ela sabia ganhar, mas também sabia perder. Tentou me comover, mas não colou, então resolveu cumprir o trato. Ajoelhou no tapete e colocou a cara bem na frente da minha braguilha.

Nico— O que você espera, que eu faça o trabalho sozinho? Tira ela e enfia na boca, a grana tem que ser ganha, começa pelos ovos.

A cara de desprezo ficou evidente enquanto ela começava a chupar minhas bolas uma por uma, passando a língua pelo tronco numa lambida contínua pra depois engolir meu pau aos poucos. Dava pra sentir ele crescendo devagar dentro da boca dela até ficar completamente duro.

O tempo estava apertado, então tirei meu pau da boca dela, peguei ela pelo braço e joguei na cama. Passei a mão na buceta dela por cima da calcinha fio dental e, com um puxão, arranquei ela, deixando inútil. Ela desabotoou o sutiã pra não ter o mesmo fim. Lá estava ela de novo, a loira, completamente nua na minha frente. Avistei a tatuagem na virilha dela: "carpe diem" (aproveita o dia), enquanto batia meu pau duro em cima dela.

Nico— Lembra no teu apê quando você me disse que se eu tivesse sorte um dia ia conhecer essa tatuagem? Então olha onde eu tenho ela, na ponta da minha pica... que tatuagem foda, aproveita o dia. — Falei enfiando minha pica dentro dela.

Olhando no rosto dela, comecei a bombar forte entre as pernas abertas dela, que ocupavam a largura toda da cama. Ela começou a gemer, o sexo anterior já tinha deixado ela no limite do orgasmo. Peguei o pescoço dela, apertando com força, e inacreditavelmente isso a esquentou ainda mais. Ela me puxou pra perto, abraçando forte meu torso com os braços, enquanto pedia mais…

Nádia—Me dá mais, mais, vai, vaiiiii, continua, ohhhhh.—Soltando os braços das minhas costas, ela ficou estirada na cama, curtindo o orgasmo dela.

Deitei do lado dela me masturbando, esperando ela se recuperar.

Nico—você finge que tá brava, mas adora ter ela dentro. Agora senta em cima de mim e faz aqueles agachamentos que você fez no Matías, que me deixou com vontade disso.

Ela se virou por cima de mim, deslizando uma perna de cada lado, apoiou os pés no colchão e foi descendo lentamente a buceta dela até encontrar meu pau. Peguei ele, ajeitei, e ela sentou devagar até engolir ele inteiro. Começou a subir e descer devagar, segurando o próprio cabelo.
Pude ver pela luz da janela o contorno dela me dando prazer, os peitos dela balançando no ritmo.

Meu pau entrando devagar pelos lábios da buceta dela, que já não pareciam mais os mesmos. Dava pra ver o castigo que ela tinha levado nas últimas horas, estavam visivelmente esticados. Não era a mesma buceta de hoje de manhã.

Ela mexia o quadril de trás pra frente e depois pra cima, fazia bem feito, era boa nisso e sabia aproveitar, meu terceiro orgasmo do dia tava chegando, sentia o contato do meu pau com a pussy dela, faltava muito pouco.

Nico—acelera mais que tô perto de gozar, falei fechando os olhos e me entregando ao prazer.

Nádia — Não, não, sou eu quem decide quando você vai gozar. — Disparou, tentando retomar sua posição dominante no sexo.

Ela dominava pra depois escravizar, não ia deixar ela. Meu rosto passou de relaxado pra irritado, ela percebeu na hora e arregalou os olhos de susto. Peguei ela pelo braço e joguei de lado na cama, deixando ela de bruços, me joguei por cima dela e, com as pernas, abri as dela e apontei meu pau no cu dela.

Nádia — não, não, para, cê tem razão, desculpaaaaahhhh. — tarde demais, eu já tinha enfiado toda a minha pica no cu dela.

Comecei a meter forte nela, ela tinha que aprender a lição, enfiei a boca dela no colchão pra abafar os gritos, mas não adiantou, os berros dela deviam estar ecoando pela casa inteira.

Nico — então você vai me dizer quando gozar — falei dando uma longa enfiada no meu pau enquanto abria as nádegas dela com as mãos, o último jato de porra saía do meu corpo para terminar no cu dela.

Nádia—você me quebrou, seu idiota, tá doendo, tá doendo pra caralho…

Nico — Coisas do ofício de puta. — enquanto me afastava satisfeito, gritando “que venha o próximo”.

Me servi um fernet e fui ouvir música, interrompida pelos gritos da Nadia e do Fran, que parecia estar se vingando. Por último, o Matías subiu, e os gritos não faltaram. Depois, um silêncio, e eu vi o Matías descendo puxando a Nadia pelos cabelos, ela andando feito uma puta.

Era difícil descrever ela, tava feita em trapos, desalinhada, coberta de fluidos, a bunda vermelha de tanto levar porrada, uns arranhão aqui e ali.

Fran—Gente, devolveram ela toda arrebentada, assim não quero mais. Nadia, vamos ter que dar um basta, sabe?

Matías — Fala pros caras o que cê quer dizer... vai lá.

Nádia—Desculpa por tudo, fiquem tranquilos que não vai aparecer vídeo nenhum nunca.

Matías—É melhor tu colaborar, senão vou mostrar o vídeo novo, o que eu fiz aqui. Olha, essa é a parte que eu mais curto.

No celular dava pra ver uma gravação feita da mesa da TV, focando no sofá enquanto eu e o Matías metíamos na Nadia e ela pedia mais pica enquanto o Fran calava ela enfiando a dela na boca dela.

O rosto da Nadia se desfigurou ainda mais do que já estava, na hora ela olhou pro relógio, 14h50, só faltavam 10 minutos de penitência.

Matías—Beleza, galera, vamos nessa, deem tchau pra puta que fez uma grana boa hoje. Se quiser repetir outro dia, é só avisar. Cê tem 10 minutos, dá uma limpada na casa da sua amiga, não vai devolver ela assim.



Desaparecemos do lugar, tive minha revanche e minha vida seguiu com a Flor. Com o Fran, somos amigos e trabalho na administração dos restaurantes da família dele. O Matías já não me deve nenhum favor, e a Nadia não via há muito tempo. Outro dia, nos cruzamos numa festa, ela estava com o novo namorado e, quando me viu... baixou o olhar de vergonha.

Fim

4 comentários - Flor do Descobrimento 7 Final

9 meses esperando el final, HDP. Pero valió la pena qué final
Si mal, pido disculpas por eso.... Me alegro que te haya gustado
Tremenda hitoria , para una serie de tv
s3rious +1
Ya lo estoy hablando a Netflix, una serie para toda la familia 😅
Grosoooo, ya mismo me pongo a leerlo a fav de una...+10. Se agradece q le hayas dado un cierre...abrazo gde loco...
👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻 ESPECTACULAR!!! ESPERO ALGUNA ACTUALIZACIÓN DE LA HISTORIA QUE ES GENIAL. TE SÚPER FELICITO, +10 PARA VOS Y TE GANASTE UN NUEVO SEGUIDOR 👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻._