Primeiro menage bissexual 3

Primeiro menage bissexual 3
Depois da noite tão intensa que a gente tinha passado, não esperava que a segunda noite fosse ainda melhor.

De manhã cedo, o alarme do meu celular toca, eu levanto, exausto e com a buceta dolorida, mas feliz. Eles ficam largados na cama deles, dormindo, e eu vou pro meu quarto, tomo um banho e vou trabalhar. Quando volto à noite pro hotel, o restaurante já tá lotado e eles não estão. Pensei que talvez já tivessem ido embora do hotel. Fico enrolando na mesa antes de começar a jantar, até que vejo eles chegando no restaurante, e já vêm direto pra minha mesa. Quando chegam, perguntam, rindo, se as cadeiras tão livres.

Dessa vez, eles sentam cada um do meu lado, bem coladinhos em mim. Começamos a jantar e toda a conversa foi muito quente, com referências ao quanto a gente tinha se divertido e propondo coisas novas pra fazer. Nós três metendo a mão por baixo da mesa e nos apalpando tudo, e dessa vez sem nos preocupar se alguém podia ver. Eles me contam que aproveitaram pra ir na cidade fazer compras, e que trouxeram uma coisa que eu ia amar. O jantar continuou muito tesudo, e no final a gente tava tão excitado que decidimos tomar os shots de licor no quarto. Pedimos umas duas garrafas de vinho e outra de licor de café e fomos pra lá.

No elevador, ela se joga em cima de mim e começa a me beijar com muita paixão. Ele se junta ao beijo e nossas três bocas e línguas se encontram. Eu acaricio a bunda e os peitos dela, e ele abaixa meu zíper e mete a mão no meu pacote, já todo duro. Ele tira meu pau pra fora e começa a me masturbar, e ela faz o mesmo com ele. Eu afasto a blusa dela e tiro um peito pra fora pra beliscar o mamilo, por cima do sutiã, e levanto a saia dela e afasto a calcinha enquanto tento enfiar os dedos na buceta dela. A gente vai pelo corredor assim até o quarto, cada um com uma mão carregando uma garrafa e a outra metendo a mão. Cara, onde a gente podia, nós dois já de pau duro pra fora, ele e eu nos masturbando, ela também, ela com um peito de fora e a saia levantada, já sem calcinha e com a bunda toda à mostra, e eu apertando a nádega dela com força, ainda bem que ninguém apareceu!!

Quando chegamos no quarto, assim que entramos largamos as garrafas no chão e partimos pra nos pegar entre os três, os dois me empurram de costas contra a parede, se abaixam e começam a me fazer um boquete a dois, alternando no meu pau e nas minhas bolas, e ele levando o dedo até meu cu e começando a brincar com minha bunda. Peço pra pararem, que vou gozar, ele se levanta e também se apoia na parede, eu me abaixo e dessa vez divido o boquete com ela, fazendo o mesmo nele, e logo ele também pede pra parar porque vai gozar.

Ela se levanta e ia pra cama, mas a seguramos entre nós dois e assim, abaixados, ele na frente e eu atrás, começamos a lamber ela toda, ele lambendo toda a buceta dela e eu lambendo toda a bunda dela, já dilatada pelos meus dedos no corredor, ela na hora começa a gemer, abre mais as pernas, a gente acelera o ritmo e percebemos que as pernas dela tão bambas porque ela tem que se apoiar nas nossas cabeças pra ficar de pé. Ela pede pra parar, mas a gente continua até notar que ela chega num orgasmo, e com os últimos gemidos ela fala:
– Preciso dos paus de vocês, me foder já!!

Vamos os três pra cama, e na mesma posição, ele deita de barriga pra cima, ela senta em cima, deixando o pau dele entrar tudo de uma vez na buceta dela, e se inclina pra frente, me deixando caminho livre pro cuzinho dela, o que aproveito pra encostar a ponta do meu pau na bunda dela e, com um só empurrão, enfio até o fundo, ela primeiro grita quando recebe, mas logo em seguida já fala:
– Mais forte, me fode mais forte!!

Com as palavras dela, a gente fica ainda mais excitado e começa a bombar os buracos dela com força, alternando as penetrações a um ritmo muito rápido entre a buceta dela e o cu dela, tão rápido que a gente não conseguia distinguir se os gemidos eram pela buceta ou pelo cu. Eu já tava muito perto e aquele cu tão excitante, que apertava meu pau de um jeito incrível, fez eu gozar rapidinho, deixando todo meu sêmen dentro do cu dela. Eu tiro e eles continuam, até que ela goza de novo num orgasmo muito barulhento, e fica deitada na cama, com as pernas tremendo.

Eu me deixo cair deitado do lado dela e acaricio a parte interna das coxas dela, subindo até a buceta dela. Aí ela se deita e abre as pernas, eu entendo o convite e aproximo minha boca e começo a chupar a buceta dela. Ela geme de novo e eu abro ainda mais as pernas dela e levanto, deixando tanto a buceta quanto o cu dela ao alcance da minha boca. Vou chupando e limpando todo meu sêmen, enquanto ele fica atrás de mim, também abre minhas pernas e começa a lamber meu cu, enfiando um ou dois dedos alternadamente. Eu fico mais excitada e levanto minha bunda, deixando ele brincar com meu cu mais facilmente. A gente tá os dois ofegando, quando percebo que ele para de me chupar. Olho pra ele e vejo que ele tá passando o pau dele por todo meu cu. Eu tava tão excitada que fiz sinal pra ele continuar e ele me penetrou de uma vez. Tava bem dilatada dos dedos e entrou sem problema. Eu adorei e meus gemidos aumentaram, mas não parei de chupar a buceta dela, que agarrava minha cabeça e não deixava eu tirar da buceta dela. Ele também não aguentou muito e gozou no meu cu, e logo depois ela goza de novo também.

A gente abriu uma garrafa de vinho e serviu uns copos. Verdade seja dita, a gente tava precisando, com todo o suor que a gente tava derramando. E naquele momento ela fala:
— Ehhh, a gente esqueceu da nossa compra!! E sai correndo pro banheiro. Ele ri e me diz:
— Vai ver como você vai gostar do que a gente comprou. Em casa a gente tem, mas compramos pra poder brincar com você!!

Eu fiquei sem entender, até que a gente vê ela voltar do banheiro, ela continuava... nua, mas tinha colocado um arnês, com um consolo preso, e ela fala pra gente:
– hoje também vou foder vocês dois!

A visão daquela mulher, tão feminina e espetacular, com o arnês e aquela cara de safada, me deixou excitado de novo, mesmo que o tamanho do consolo assustasse só de pensar em enfiar aquilo no cu. Era um consolo preto, bem realista, com umas bolas enormes, muito grosso e comprido, cheio de veias, com a cabeça menor e que ia engrossando cada vez mais, igual aos paus dos negros que aparecem nos filmes pornô.

Ela fala pra gente:
– venham chupar meu pau!! E nós dois vamos lá, começando a lamber aquele pênis enorme, mal cabia a cabeça e um pouco mais na boca, a gente lambia ele inteiro, de cima a baixo, e as bolas também, e a verdade é que estávamos ficando excitados, quando ela diz:
– vamos lá, vou foder vocês dois, quem é o primeiro? Eu não falei nada, mas ele se afasta e fica de quatro na cama. Eu chego perto e vou enchendo o cu dele de lubrificante, ela também cuida de deixar o consolo bem besuntado, fica atrás dele e coloca a ponta do consolo no cu, e vai empurrando pra dentro com a mão, devagar. Quando a cabeça já entrou toda, ele reclama e se queixa, diz que é muito grosso e que dói. Eu, com os dedos ainda cheios de lubrificante, tiro o consolo dele e enfio dois dedos, que vejo entrar e sair sem problema, e tento com três dedos, já não entram tão bem. Ele geme, mas pede pra eu continuar, então eu mexo eles com força pra ir dilatando mais, e quando sinto que tá melhor, tento com quatro dedos, vou devagar, mas vejo que entram sem ele reclamar. Então tiro, encho o cu dele de lubrificante de novo e deixo ela empurrar o consolo outra vez. Dessa vez a cabeça entra sem problema, ela continua empurrando e ele não reclama até que mais da metade do consolo já tá dentro do cu dele. Nesse momento, ela vai tirando e começa a bombar com ele. Movimento dos quadris dela, devagar mas sem parar, ele começa a ofegar com intensidade, eu fico por baixo dele e começo a chupar o pau dele, nessa hora os gemidos dele mudam de tom e viram mais gemidos de prazer, dava pra ver que ele tava curtindo. A gente continua assim por um tempo e ele goza na minha boca, com um gemido longo, e pede pra ela tirar, que tá doendo, ela tira e se abaixa pra dividir o esperma dele na minha boca.

Quando a gente termina com o esperma na boca, ela me fala:
— Meu bem, agora é sua vez, vou arrebentar teu cu!! Ela me chamava assim e o marido dela de amor, imagino que por causa da idade, e enquanto fala com sarcasmo, faz o movimento como se tivesse masturbando o pau imenso que tava usando, e verdade seja dita, me assustou um pouco, mas ele levantou e me acalmou:
— Fica tranquilo, você vai gostar, a gente vai devagar. Eu fiquei de quatro também, deixando o cu virado pra eles, e ele fez a mesma coisa que tinha feito com ele, passou bastante lubrificante no meu cu e foi brincando com dois, três e até quatro dedos, mas foi mais fácil porque meu cu ainda tava recém-comido de uns minutos atrás. Quando ele viu que os quatro dedos não tavam doendo, ela se posicionou atrás e começou a empurrar, no começo tava indo bem e eu tava gostando, mas conforme ia entrando, senti como se tivessem me partindo no meio, aguentei mais um pouco mas logo pedi pra parar, sentia o cu queimando apesar do lubrificante e já não aguentava a dor. Ela parou e tirou devagar, quando sentiu que eu relaxava, meteu de novo, bem devagar, fazendo o movimento de bombear sem enfiar tudo, e me fala:
— Muito bem, campeão, já tinha entrado toda!! Nessa hora ele ficou debaixo de mim e começou a me chupar também e acariciar minhas bolas, eu relaxei um pouco mais e deixei eles continuarem, ainda com dor mas aquela sensação de ter o cu tão cheio tava me agradando, as enfiadas eram lentas mas logo senti as bolas do consolo batiam nos meus, e ela diz, também muito excitada:
– Sim, muito bem, tá toda dentro, toma mais!! Mas eu já não aguentava e pedi pra ela parar.

Ela parou e tirou na hora, eu já não aguentava mais, ela tirou o arnês e mostrou pra gente, tava todo cheio de restos de lubrificante e merda até o fundo, e ela fala:
– Olha, entrou toda em você!! Por um momento me senti orgulhoso de ter aguentado, mas a dor que eu tava sentindo no cu me lembrou que devia ter parado antes. Ela foi no banheiro lavar o consolo, e ele, que percebeu que eu tava destruído, continuou me fazendo um boquete pra me relaxar. Pouco depois ela volta, eu já tava duro e ela com o arnês na mão, e eu falo:
– Não, não guarda, agora é sua vez!! E peguei o arnês e coloquei, deixando meu pau por cima do consolo, falo pra ela ficar de quatro, passo lubrificante no consolo inteiro, me posiciono atrás dela e vou penetrando ela com o consolo na buceta e meu pau no cu. Ela grita ao receber aquele monstro na ppk, e diz:
– Para, filho da puta, para, tá doendo!! Vai devagar!! Eu percebi que tava meio puto com ela por ter me deixado todo dolorido, e que tinha metido com muita força. Tirei e fui devagar, até que os dois foram entrando na buceta e no cu dela. Ela começou a gemer, e a cada estocada os gemidos aumentavam. Ele aproveita e se coloca debaixo dela pra acariciar e chupar a buceta dela, o que faz os gemidos ficarem ainda mais altos, até que ela goza num orgasmo foda, com a buceta escorrendo.

Ela se deixa cair de bruços, mas eu falo, com um tom bem sarcástico:
– Amorzinho, eu ainda não terminei, agora é a vez do seu cu!! Ela balança a cabeça e diz:
– Que isso!! Não, não, vi como ele deixou o cu de vocês, nem fodendo que você vai meter isso no meu cu!! Mas eu já tava passando lubrificante no consolo inteiro, ele se deitou do lado dela e, mesmo ela estando de bruços, abre Nas nádegas dela, ele passa lubrificante e começa a enfiar os dedos no cu dela, que entram de boa com o rabo recém-comido, enquanto fala:
—É, ela tem razão, esse brinquedo a gente tem que testar no cu de todo mundo!!
Ele senta nas costas dela pra segurar, e faz um sinal pra mim, abrindo as nádegas dela e deixando o butico pronto. Eu subo em cima e separo as pernas dela. Ela continua reclamando e tentando se soltar, mas não com muita força, parece que é meio de fingimento e que no fundo também queria experimentar, porque quando enfiei a cabeça do consolo, que entrou sem dificuldade, ela parou de se mexer, baixou a cabeça e fechou os olhos. Nessa hora, comecei a meter devagar, mas cada vez mais fundo, e ele começou a acariciar o clitóris dela. Ela começou a gemer, e eu fui aumentando a profundidade e o ritmo das metidas. Ela já tava ofegando forte até que enfiei tudo. Nessa hora, ela já tava gritando e teve um orgasmo do caralho, com uns berros como se tivessem matando ela. Eu parei de meter, e ela pediu pra eu tirar, que tava doendo muito.
Com aquela cena, eu e ele já estávamos muito excitados, e a gente tava se masturbando. Ela virou de barriga pra cima, olhou pra gente e falou:
—Vocês são uns filhos da puta, tô destruída, não vou poder dar por semanas. Me dêem logo a porra de vocês!!
Na hora, a gente se aproximou e se masturbou em cima da cara dela até gozar, deixando o rosto todo cheio de porra, que ela foi pegando com a língua e os dedos e levando pra boca. Nesse momento, a gente se abaixou e começou a beijar ela, compartilhando toda a porra com nossas línguas entre os três.

O resto da noite foi só de brincadeiras com mão e boca, ninguém deixou a gente meter em lugar nenhum de novo. Ele comentou que era a primeira vez na vida que ela recusava uma penetração, normalmente ela sempre queria mais, sempre insaciável e ninfomaníaca, mas dessa vez ela disse, rindo, que ia ficar uns dias sem sexo de tanta dor que tava sentindo, embora depois a gente tenha visto que... Mesmo no dia seguinte, ela já tava recebendo de novo por todos os lados. Eu fiquei dolorido por vários dias, tinha forçado demais, mas me diverti pra caralho, e o mesmo rolou com ele. Aquele brinquedo nunca mais apareceu nas brincadeiras, e a garrafa de licor de café serviu pra fechar a noite e turbinar nossos jogos de boca. Em vez de doses, eu me cansei de lamber os peitos e os bicos dela cobertos de licor de café, e aprendi a saborear um novo manjar: boquete com licor de café finalizado com porra, sublime!! Daquela garrafa não sobrou nada naquela mesma noite, e a gente dormiu de novo os três, no meio dos restos de suor, porra e licor de café....



Meu primeiro trisal bisex III, a segunda noite

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