Uma mulher tem três fantasias e, em parte graças ao marido, consegue realizar todas as três: num bordel e com um negrão que maneja um instrumento impressionante.
Que este relato verídico e apegado à realidade sirva para homenagear uma relação extraconjugal excitante. Meu marido e eu somos profissionais universitários e trabalhamos em Maracaibo. Sou uma mulher morena, de cabelo bem liso, preto azulado e muito brilhante, meço 1 metro e 71 centímetros, e tenho um corpo que, na opinião dos meus próximos, é espetacular. Tenho 42 anos, embora todo mundo ache que tenho 32-33 anos, com 61 quilos e umas pernas que são a inveja das minhas filhas. Minha bunda é de tamanho normal, mas firme e redonda. Meus peitos são meio grandes e firmes, me mantenho muito bem porque sempre malhei e vou com frequência à academia. Meu rosto é fino e tenho gestos muito sexy, o que me rendeu muitos pretendentes, um amante e muitas brigas com meu marido. No entanto, nos últimos anos ele já não briga mais; acho que entendeu que estou com ele por conveniência e pelas minhas filhas, e além disso não dei motivos para brigas, já que só transo com ele. Mas nas nossas relações sexuais, ele sempre me obrigou a criar fantasias, e três delas viraram uma obsessão para mim:
- Conhecer um bordel.
- Trabalhar como prostituta.
- Transar com um negão.
Essas fantasias rondaram minha cabeça por vários anos e me sinto obcecada por elas. Basta falar em qualquer momento sobre prostituição, sobre a fama que os negros têm de ter um pau grande e sobre bordéis, para eu ficar excitada e minha bucetinha começar a encharcar minha calcinha fio dental e a virilha.
Depois de quase quatro anos fantasiando nas nossas relações sexuais, com meu papel de prostituta e com a penetração de um negão de pau descomunal, há quinze dias meu marido, aproveitando que nossas filhas estão fora de Maracaibo nas férias escolares, me disse, no momento em que tínhamos nossas habituais e frias Relações sexuais semanais: - Nossa fantasia vai se tornar realidade, pede folga no trabalho, que vamos para o Sul do Lago de Maracaibo por uma semana, eu vou trabalhar em El Vigía e em Encontrados e você vai ficar num puteirinho em Caja Seca, lá você vai ter a oportunidade de trabalhar como uma puta e com sorte vai encontrar o negão que você e eu sempre desejamos. - No começo achei que ele continuava na minha fantasia, mas quando insistiu, me assustei, porque pensei que ele estava tentando me armar uma cilada. Mas surpresas a vida dá, depois de 20 anos e muitas brigas, descobri que meu marido ficava irritado porque meus possíveis pretendentes e supostos amantes eram brancos e profissionais, e agora ele me confessa que o que ele queria era que eu tivesse um amante negro, operário, e que não colocasse nosso lar em risco. Porra, se ele tivesse dito isso antes, com certeza eu teria realizado o desejo dele. Tantos anos juntos vivendo com um cara ruim na cama e agora descubro que ele é um filho da puta de marca maior. Na hora, só de pensar nessa possibilidade, tive um orgasmo que só tinha alcançado com meu único amante. Pedi minha folga, mas infelizmente na instituição onde trabalho só me deram segunda, terça e quarta, porque estão esperando uma comissão de Caracas e precisam da minha presença numa reunião na quinta-feira às 9 da manhã. Por causa disso, meu marido disse para irmos cada um no seu carro, e que eu voltasse na quarta para estar na quinta no escritório, que ele já tinha coordenado tudo com a dona do puteiro. Na noite anterior à viagem, eu estava muito nervosa, arrumando a mala, porque não sabia o que podia acontecer, se eu e meu marido não íamos nos arrepender do que estava prestes a rolar, não sabia como me comportar naquele puteiro. Meu marido me deu algumas dicas: que eu tinha que ser um pouco vulgar, porque o puteiro era para caminhoneiros e peões das fazendas de gado, que o trabalho começava à noite, às 9, e era pra ficar até umas 3 ou 4 da manhã. de manhã, que naquela época eu conseguia transar com 5 ou 6 caras, se eu me comportasse como uma verdadeira puta. O filho da puta parecia um sex machine completo.
Ele me disse que eu tinha que cobrar dos meus clientes e usar camisinha. Realmente não consegui dormir bem e quase desisti dessa loucura, ele me pressionou um pouco e eu, só pra satisfazer minha obsessão mórbida, aceitei de má vontade.
Saímos umas 11 da manhã, almoçamos pelo caminho e chegamos no puteiro às 4:30 da tarde, que lugar deprimente. Ficava na estrada de Caja Seca até El Vigía, era uma Casa de Campo com um Salão que servia como bar e pista de dança e umas 12 quartos imundos das putas que moram lá.
A cafetina nos esperava, ela se chamava Shalimar, meu marido e gostoso me apresentou como Milady e disse que eu era a mulher que ele tinha falado e que vinha pra trabalhar três dias, e que se fosse bem eu viria sempre. Shalimar me falou umas regras e que eu tinha que estar no Salão às 9 em ponto, fomos pro que seria meu quarto, que tinha uma cama de casal bem usada, uma penteadeira, dois criados-mudos, uma rede, uma televisão, um ar-condicionado e um banheiro.
Shalimar deixou eu e meu marido a sós, bastou uma olhada rápida no quarto e na minha cara pra ele saber que tinha cometido um erro, eu disse que não importava, que ele fosse tranquilo que precisava chegar em El Vigía, que eu dormiria ali e de manhã cedo voltaria pra Maracaibo, que ia manter ele informado pelo celular, ele trouxe minha mala. Pedi pra ele, por favor, tirar a rede já que atrapalhava, ele tirou e guardou no armário, deixando as cordas penduradas, uma sobre a penteadeira e a outra sobre a cabeceira da cama, nos despedimos friamente.
Quando fiquei sozinha, me deu uma tristeza e escorreram umas lágrimas, ao pensar que estava num lugar tão deprimente, numa região com temperatura perto dos 40 graus, e tudo por uma obsessão estúpida e louca, estava muito perturbada e nem percebi que alguém batia na porta. Era a Shalimar, que me trouxe uma cerveja Polar, que tomei com muito gosto. Ela me disse pra não me preocupar, que à noite eu me sentiria melhor, que tentasse descansar, que às nove começava o trabalho e que eu podia jantar naquele horário. Obedeci e dormi. Às 8, tomei banho e vesti um vestido branco bem justo e bem curto, sem sutiã nem calcinha. Me maquiei discretamente, como sempre faço. No entanto, por dentro, me sentia arrependida de ter vindo, mas uma faísca de desejo acendeu no meu peito e me dizia pra seguir em frente com o plano inicial. Meu celular tocou, era meu marido perguntando como eu estava. Disse que estava bem e que voltava no dia seguinte. Me arrumei e fui pro bar e salão de dança, que era meio escuro, com umas luzes coloridas indiretas. Tava meio animado, tinha umas 5 garotas entre 20 e 25 anos. Shalimar chegou perto e me apresentou. Elas me olharam com indiferença e inveja dos meus peitos e do meu corpo. Acho que viram que minha presença ali ia fazer a grana delas cair. Comi duas arepas recheadas de carne e, às 9h15 da noite, o barman começou a colocar discos na jukebox. Claro, música colombiana, que é a que predomina na região por causa da quantidade de peões colombianos nas fazendas. Não passaram nem 10 minutos e o clima já virou festa. Chegaram uns 7 homens, alguns pareciam clientes habituais pelo jeito que tratavam a Shalimar. Ela veio até mim com um deles, um caliche que ficou besta quando me viu de perto e, sem nem trocar uma palavra, me puxou pra dançar a música pegajosa "Manuelito Barrios". E entre os acordes do acordeão, o homem começou a me beijar no pescoço, me enchendo toda de cuspe. O babão me dizia que, igual à música, queria amanhecer, mas chupando meu corpo inteiro. Como pude, me livrei do sujeito e, chorando, fui até as portas do bar, de costas pra três homens que estavam na entrada. Sequei as lágrimas, senti alguém se aproximando pelas minhas costas e, com uma voz melosa, sussurrou:
— Me diz o que tá rolando no céu que os anjos tão descendo pra esse lugar perdido da Venezuela.
Me virei, ainda irritada por causa daquele babaca, e lá estava um negão de quase 1,90, uns trinta anos por aí, com um corpo que parecia acostumado a malhar ou a trabalho pesado. Olhei pro rosto dele, que era bem expressivo e doce. Naquele instante, uma última lágrima escorreu pela minha bochecha, e ele aproximou o dedo indicador e a segurou. A gente se olhou intensamente nos olhos e, com um sorriso, agradeci pelo gesto e pelas palavras. Na hora, me senti reconfortada. Sem dizer uma palavra, ele fez um sinal pra dançar, e eu aceitei com outro sorriso leve. Ao ritmo de "La Pollera Colora" e do jeito divino que meu parceiro dançava, esqueci o mau momento que tinha passado. Quando a música terminou, ele me convidou pra sentar numa mesa e pedimos dois uísques. Entre um gole e outro, ele me disse que se chamava Felipe e era de Bobures, um povoado na beira do Lago de Maracaibo, a uns 10 quilômetros dali.
Quando falei meu nome de guerra, "Mylady", ele riu e disse que preferia me chamar de Anjos, coisa que agradeci, porque Mylady é nome de puta barata. A gente tomou mais dois uísques e foi conversando numa boa, o que me fez sentir no Village ou na Zona Rosa, e não no puteiro vagabundo onde eu tava.
De repente, começou a tocar uma música do Billo dedicada à Colômbia, e ele me puxou pra dançar "La Negra Celina" e mais umas quatro ou cinco músicas. De tanto dançar tão colada nele, ele dançava como se fosse indiferente, mas percebi que o contato constante com o corpo dele tava despertando a virilidade dele. Começou a tomar conta de mim um desejo sexual incontrolável. Olhando pro rosto do meu parceiro de dança, percebi que era o Adônis Negro que eu esperava há muitos anos. Comecei a sentir a ereção dele. A mão calejada dele levantou meu queixo e me deu um beijo bem suave nos lábios. Ele me convidou pra sentar. Num sofá num canto escuro, eu me deixei levar e pedimos mais dois drinks. O dedo indicador dele começou a deslizar suavemente pelo meu rosto, minhas orelhas, meu pescoço, e então o dedo dele começou a brincar com meu mamilo, endurecendo ele. Eu não sabia o que fazer: recusar ou agradecer por ele realizar minhas fantasias? Eu não aguentei mais e me joguei nele, beijando seus lábios. Felipe respondeu ao meu beijo e me abraçou, passando as mãos pelas minhas costas. As mãos duras dele apertavam meus ombros e me faziam ser mais agressiva. Esqueci tudo que tinha sido minha vida até hoje e só pensei em dar vazão ao que considero minhas baixas paixões. Abri os botões da camisa dele. Os peitorais de ébano, sem nenhum pelo, foram uma tentação para mim. Comecei a morder suavemente o mamilo dele e brinquei com ele, transformando-o num brinquedo dos meus lábios e da minha língua. Isso foi como um gatilho que disparou em Felipe todos os seus desejos sexuais. Ele me levantou e me encostou na parede. A boca dele percorreu meu pescoço e, imediatamente, uma das mãos dele se apossou do meu seio, que, ereto, respondeu às carícias. Eu, por minha vez, não fiquei parada. Comecei a beijar a orelha dele e acariciar seu cabelo curto. Da mesma forma, minha barriga e minha buceta, desejosas de sentir a virilidade do homem, buscaram o corpo dele. Na voragem da paixão que começava a embotar meus sentidos, havia algo que minha razão não conseguia entender. Aquilo que eu imaginava não podia ser, mas eu ainda não ousava confirmar. No entanto, meu seio direito estava exposto e uma boca gulosa se apossou dele, me fazendo gemer. As mordidinhas dele estavam destruindo os poucos vestígios de moral e bons princípios que ainda restavam em mim. Ele soltou meu mamilo e se apossou da minha língua, me abraçando e se colando forte ao meu corpo. Isso apressou minhas ações. O que minha buceta e minhas pernas sentiam, eu precisava confirmar com minhas mãos. E minhas duas mãos se apossaram de um pau colossal, que não cabia nas minhas mãos. Era um colosso que pulsava forte nas minhas mãos. Apertei ele com desespero. sentindo a língua dele no meu peito, perguntei com voz lasciva e ingênua, mas firme: — Você vai ser capaz de meter esse monstro em mim? Ele só respondeu, seco: — INTEIRO você vai ter, INTEIRO. A resposta dele me deixou estupefata. Quase perdi o equilíbrio, graças a Deus que estava agarrada no colosso das minhas preocupações. Felipe percebeu que eu ia cair, me segurou e repetiu: — Você vai ter ele inteiro e vai curtir como nunca, e vai ser mais rápido do que você imagina. Vamos pro seu quarto. Com uma voz estranha, respondi que sim, me arrumei um pouco e tomei o resto do uísque que tinha no copo, pedi 8.000 bolívares pro Felipe pra pagar o direito do quarto. Shalimar, ao receber o dinheiro, apertou minha mão e disse com um sorriso: — Aproveita. Sorri de volta e falei: — Vou sim, pode ter certeza. Caminhando pro quarto, passou pela minha cabeça que eu não devia continuar essa loucura, mas como eu ia viver depois, se, estando prestes a realizar a obsessão da minha vida, eu jogasse tudo fora por um surto de honestidade e pudor? O negão do meu lado me beijou, e isso fez eu esquecer o último resquício de recato. Entramos no quarto, acendi a luz e pude ver Felipe por completo. Era um negão lindo, e acho que eu também agradei na avaliação dele. Ele disse, segurando o pau por cima da calça de um jeito vulgar: — Você vai ter ele inteiro e vou te fazer gozar de prazer. Essa expressão me trouxe de volta à realidade e, esquecendo filhas, marido e educação, sem pensar duas vezes, tirei meu vestido, ficando pelada pro meu negão como vim ao mundo, nua com as pernas meio abertas e mostrando minha bucetinha com os pelinhos aparados. Falei com uma voz sexy: — Só isso que eu quero, mas não sei como isso vai entrar em mim. E tirando meus sapatos, minhas unhas pintadas de vermelho e madrepérola agarraram a calça dele e o monstro da minha paixão e medo. Ele assobiou e tentou me abraçar por cima. Mas com um beijo de língua suave, eu o segurei e falei: — Vou ter esse colosso negro, inteiro. no meu corpo, mas na primeira vez deixa eu fazer do meu jeito, do jeito que eu conseguir. O preto obediente só disse: — Sim, meu anjo. Comecei a tirar a camisa dele, o peito dele era lindo, os bíceps fortes, as costas largas e musculosas, beijei ele e mandei sentar na cama, tirei os sapatos e as meias, ele se deitou de barriga pra cima na cama, e enquanto minha língua curtia o peito dele, afrouxei o cinto e juntos tiramos a calça dele e vi o colosso, o monstro do meu preto preso na base pela cueca minúscula, parecia meio ridículo ou sobrava pau ou faltava cueca pra segurar aquele falo enorme. Sem pensar duas vezes, me joguei possessa em cima do monstro que não me deixava dormir há anos, minhas mãos se apossaram dele e meus olhos ficaram fixos e arregalados, vendo aquele colosso que tava destinado a me fazer gozar e sofrer. Eu, ajoelhada na cama, comecei a acariciar o colosso com as duas mãos, de cima pra baixo, o bicho, porque era um bicho, crescia cada vez mais e o preto, deitado de barriga pra cima, começou a acariciar meus pés, pernas e coxas, eu tentei medir ele, mas não dava, tava entorpecida, a cabeça era tipo uma bola de tênis e toda vez que minhas mãos chegavam na ponta daquele pau maravilhoso e voltavam pra base do pênis, meu cérebro só pensava numa frase: INTEIRO VOCÊ VAI TER, INTEIRO. Além de comprido, era grosso, do diâmetro de uma mamadeira (mamadeira de bebê) e mamadeiras são pra mamar, pensei, e eu tava com sede, sede de sexo, sede reprimida por anos, sede de um pau como aquele que tava a menos de cinco centímetros, pra mim era um desafio e tanto e, praticamente, joguei meus lábios na cabeça do meu preto e naquele instante meu preto cravou as mãos enormes nas minhas coxas e a língua dele nos lábios da minha buceta e gritou: — Meu anjo, essa buceta divina não vai amanhecer sem carinho. Eu comecei a gemer de prazer mas não parava de beijar e passar a língua no meu colosso, com minhas mãos acariciava o saco e o corpo do colosso e com meus lábios curtia a cabeça dele. Meus seios, meus ombros, minhas bochechas, meus lábios disputavam sentir o liso e duro do pau do meu negão, e enquanto isso rolava com o colosso do meu negão, minha buceta e meus pelinhos escorriam pra boca do negão, rios de lubrificante. Minha buceta conhecia pela primeira vez uma língua dura e bem áspera, que me arrancava gritos, gemidos e contrações involuntárias. De repente, tudo mudou e ele enfiou a língua entre minhas nádegas; no começo tentei recusar, mas deixei ele fazer, era um carinho novo, mas excitante, a barba áspera dele arranhava minha bunda, era uma sensação maravilhosa, que de repente me fez gritar: — TÁ ME MATANDO! Depois dessa tortura deliciosa, meu negão voltou a atacar meu clitóris e colocou ele entre os lábios, chupando de vez em quando e outras vezes batendo duro com a língua. Eu já não gemia mais, tava soltando gritinhos sem controle e acelerava meus movimentos de mãos e língua no colosso que tava prestes a me enlouquecer. Minha barriga tava toda molhada de saliva e minha buceta bem lubrificada, coisa que raramente acontecia. Felipe, de repente, começou a mover o pau pra cima, com intenção de enfiar bem fundo na minha boca. Eu segurei, mas as investidas dele eram fortes e às vezes escapava. Eu tava prestes a ter um orgasmo, naquela hora senti os dedos dele cutucando meu cu e ele enfiou um dedo, mexendo em círculos, e com os lábios e a língua chupou forte meu clitóris, o que me fez gritar e chegar a um orgasmo espetacular. Eu gritava, mas meu negão também tinha gozado, e jorros de porra banharam o interior da minha boca. Nunca na vida tinha engolido porra, mas dessa vez eu engoli e me senti satisfeita com isso. A porra também molhou minhas bochechas, meu pescoço e meus seios. Meu peito pulsava e eu fiquei deitada sem soltar o colosso do meu amado, esfregando no meu rosto e pescoço a cabeça do colosso do meu amado. Minha barriga também sentia as pulsações do Felipe e a respiração acelerada dele sobre os pelinhos aparados da minha bucetinha. Ficamos sem Pronunciar a palavra por cerca de 45 segundos. Eu afastei uma das minhas pernas e, segurando firme o pau do meu negão, virei para o rosto dele. Ao ver nossas caras cheias dos líquidos das nossas partes vitais, começamos a rir. Eu, sem soltar meu colosso, me aproximei do rosto de Felipe e comecei a beijá-lo selvagemente, e ele correspondeu. Agora era um momento de calma que nos permitiu ver com mais detalhes nossos corpos. Ele olhava e acariciava suavemente meus peitos, eu via o rosto dele feliz e tranquilo, mas sem soltar o monstro das minhas paixões e preocupações. Estimei agora o comprimento, acho que pode chegar a 27 centímetros de comprimento, com uma cor preta intensa e cheio de veias roxas e grossas que indicam a grande irrigação sanguínea necessária para mover tal espécime. Agora, minhas carícias suaves estavam reavivando ele, e eu, num momento de sinceridade, amor e desejo muito ponderado, disse: — Eu te quero, e quero ele inteiro. Ele respondeu: — Te garanto que você vai ter ele inteiro. O colosso dele começou a se mexer inquieto nas minhas mãos, o que me fez inclinar e dar um beijo nele. Felipe aproveitou o movimento para começar a beijar um dos meus peitos e acariciar meu corpo. Suavemente, ele me deitou de barriga para cima e começou a me beijar. O pau dele já estava duro. Eu, por minha vez, mordia suavemente a orelha dele, segurava as nádegas dele e, com minhas pernas, acariciava as dele. Felipe se colocou por cima de mim, me beijou com paixão e, com as mãos no meu cabelo, me fazia ficar excitada. Eu sentia o pau dele forte e vigoroso batendo na minha entrepernas, mas eu não estava lubrificada o suficiente para receber um monstro daquelas dimensões. Para evitar problemas com meu novo amante, eu disse: — Lembra que eu prometi que vou ter esse colosso preto inteiro dentro do meu corpo, mas a primeira vez vai ser do meu jeito. Ele respondeu de novo: — Sim, meu amor. Mas faz logo. — Shisssssssssss — e fiz sinal com o dedo para ele calar a boca. Nesse momento, quem manda sou eu. Deitei ele de barriga para cima, beijei e mordi um mamilo dele, e com Com a mão esquerda, peguei um frasco de óleo infantil na mesa de cabeceira (uso pra lubrificar minha pele), tirei a tampa dosadora e derramei generosamente no colosso do meu amante. Com as mãos, comecei a acariciar a fonte do meu desejo e, mal comecei, ele respondeu ao carinho. Meu negão imediatamente pegou o óleo, espalhou nas duas mãos e derramou generosamente nos meus lábios, clitóris, ânus e buceta. Os dedos dele, duros e acostumados ao trabalho pesado, se moviam com um carinho especial, e os calos nos dedos começavam a arrancar gemidos do fundo da minha alma. O pau dele era imponente — o tamanho, o diâmetro, a coloração, as veias faziam dele um membro que causava desejo e medo ao mesmo tempo.
Eu tava fazendo uma punheta pro meu negão, mas apesar da rigidez do ferro quente dele, ele parecia absorto em mexer nos meus lábios, no meu clitóris e na minha buceta. Eu comecei a dar gritos de prazer, e ele, com grande habilidade e ajudado pelo óleo, de repente enfiou com rapidez o indicador e o polegar na minha buceta e no meu ânus. Aqueles dedos pareciam tenazes, me dando um prazer inesperado. Os movimentos circulares dos dedos dele estavam prestes a me levar a outro orgasmo, mas eu não queria assim. Tentei me afastar, mas não consegui — os dedos dele pareciam grampos enterrados no meu corpo, me fazendo torcer de prazer. Com a voz rouca de tesão, gritei:
— Me solta! Chegou a hora de ver se eu consigo ter ele inteiro dentro de mim.
Ele me soltou na hora. Tinha chegado o momento tão desejado por anos: um pau monumental de um negão num puteiro, eu fazendo papel de puta, e com um ingrediente novo: meu marido facilitando toda essa situação. Me mexendo rítmica e fortemente com minha bucetinha sobre os dedos dele, falei com toda serenidade:
— Amor, me promete que não vai se mexer.
E, sem esperar resposta, derramei mais algumas gotas de óleo no monstro de ébano e me agachei sobre ele. De cima, eu via ele imponente, e minha bucetinha quase virgem tremia de... Desejo e medo. Ele me ajudou a abrir os lábios da minha buceta e eu senti a glande dele, forte, vigorosa e macia. Minha buceta fez um esforço supremo e, não sem dificuldade, começou a engolir um monstro daqueles. Não sei quanto tempo passou, mas fui tragando o colosso do meu negão, e cada centímetro que ele introduzia em mim era com a mente cada vez mais embotada. Só tinha um objetivo: VOU TER ELE INTEIRO. Eu estava banhando o peito do meu amante com meu suor e uma ou outra lágrima, não sei se de dor ou prazer, talvez uma mistura das duas sensações. Quando já tinha metade do colosso dentro de mim, minhas pernas começaram a ter cãibras. Meu negão percebeu o quanto eu estava desconfortável e apressou a situação. Ele me deu duas enfiadas seguidas com o colosso dele que me fizeram gritar de prazer. Ele se assustou, achando que era de dor, e parou. Naquele momento, eu estava como cega de prazer e, com um grito de triunfo, enfiei os 5 centímetros que faltavam de uma só vez. Senti a barriga dele contra a minha e pensei: isso é um triunfo. Triunfo por ter alcançado minha ilusão de tantos anos, triunfo pelo espécime que tinha conseguido coroar minha buceta, e triunfo, por que não, pelo meu marido. O que eu estava conseguindo era também um triunfo para ele. Meu triunfo eu resumi com meu negão numa frase rouca e vitoriosa: — Inteiro, eu tenho ele inteiro dentro de mim. Nunca tinha me sentido assim, plena de carne dentro de mim. Ele tentou se mexer e eu disse com voz autoritária: — Não se mexe. E comecei a me mover com movimentos cadenciados. Meu objetivo, além de sentir todo aquele ferro em brasa, era que meu clitóris, ao roçar vigorosamente na barriga dele e nos pelos encaracolados, me excitasse e me fizesse sentir o que nenhum homem tinha feito. Ele, por sua vez, passou as pernas dele em volta das minhas, me aprisionando. Me beijava e acariciava meu cabelo, e enfiou um, dois, três, não sei quantos dedos no meu cu. Meus olhos estavam perdidos, sem olhar. Eu me mexia como uma possessa, pedindo pro meu negão não se mexer, me deixar aproveitar ele. E assim ele fez. Consegui me mexer à vontade, me senti cheia de sexo, muito diferente dos 14 centímetros do meu marido. Meu orgasmo tava chegando, eu chorei e na hora da explosão do mais maravilhoso orgasmo que uma mulher pode ter, gritei:
- ÍNTEGRO É TODO MEU!!! Meu macho
Porque merece ser chamado de meu macho, num gesto de domínio ele me virou, ficando eu por baixo, colocou minhas pernas em cima dos ombros dele, me deixou igual um frango de churrascaria e começou a meter e tirar. Já não sentia dor, só prazer, e eu, que sou monorgásmica, de repente senti que ia ter outro orgasmo. Meu macho e eu nos agarramos pelos cotovelos, eu olhava pra ele com o olhar perdido, aproveitando cada estocada que ele me dava, com a respiração ofegante, só conseguia falar mais, quero mais, e assim ele me teve não sei quanto tempo, tive mais dois orgasmos.
Depois, sem perder um minuto, ele me colocou de quatro, igual um bicho, me segurou firme pela cintura e aquela vara divina me atravessou uma vez e outra, me dando todo o prazer que só um homem com um pau daquele era capaz de proporcionar. Eu, de quatro, recebia estocada atrás de estocada e ele com um dedo fazia carinho no meu clitóris, meus gritos de prazer eu abafava no travesseiro. Tive mais dois orgasmos maravilhosos e não sei quanto tempo fiquei semi-inconsciente, só sentia as metidas do meu negão e a respiração dele apressada. Só comecei a voltar à realidade quando senti ondas de gozo inundando minha buceta. Ele beijava meu pescoço, me acariciava com carinho e eu, completamente satisfeita, só olhei pra ele e falei:
- Meu amor, sou sua. Não sei quantos orgasmos tive, acho que foram cinco. Minha virilha e os lençóis estavam cheios de líquido vaginal e gozo. Felipe fumava um cigarro e comentou:
- Você se comportou muito bem, é uma tremenda na cama e o mais importante, VOCÊ TEVE ELE INTEIRO E PEDIU MAIS.
- Eu ri e falei:
- Obrigada, tava com muito medo, mas há anos desejava que isso que tá acontecendo acontecesse. Acho que tô completamente satisfeita. De novo, obrigada. Mordendo lábio inferior, ele disse baixinho: - A noite ainda não acabou. Nesse instante bateram na porta, era a Shalimar pra me avisar que era 1h da manhã e que, se o homem fosse ficar, ele tinha que pagar 16.000 bolívares, essa era uma das regras. Paguei do meu dinheiro, não devia incomodar meu rei de ébano com bobeiras.
Nesse momento lembrei que também tinha esquecido da camisinha, de qualquer forma, acho que não tinha do tamanho do colosso. Felipe me abraçou com carinho e disse: - Aproveitei como nunca e pelo que vi, você também. Não falei nada, só beijei ele e peguei de novo o pênis monumental dele e acariciei. Felipe me disse que, quando eu estava sendo penetrada por ele e eu por cima comandando as ações, fiquei mais de 5 minutos com os olhos abertos completamente virados, dizendo e repetindo: - INTEIRO TUDO DENTRO. A verdade é que 28 centímetros de carne bem manejada são pra enlouquecer qualquer uma. Meu negão se sentia tranquilo, mas na cara dele dava pra ver que ainda não tinha me dado o suficiente. Apagando o cigarro, ele se levantou da cama e me disse que pra dormir bem, não tem nada melhor que um banho revigorante.
Ele me carregou e, me levando pro banheiro, começamos a tomar banho e a nos ensaboar. Mal comecei a ensaboar o peito dele quando minhas pernas perceberam que o colosso já queria briga de novo. O safado tinha me feito gozar em quatro horas mais que meu marido em seis meses e não se dava por satisfeito. Trancamos o chuveiro e ele ensaboou meu corpo todo. Eu, por minha vez, peguei meu monstro e apertei com as duas mãos, e quanto mais apertava, mais duro ele ficava. Ele abriu o chuveiro e começou a chupar meus seios. Pra facilitar o trabalho dele e aproveitar o falo, enrolei minhas pernas na cintura dele, colocando meus seios na altura dos lábios dele e os lábios da minha buceta no lindo machete dele. Em poucos segundos, senti que o falo dele queria me penetrar, mas eu estava muito seca, então pedi pra ele passar óleo de bebê. Ele me levou nessa posição até o quarto, me sentou na Me sentei na penteadeira e ele se lambuzou de óleo, fazendo o mesmo com a minha bucetinha. Os dedos dele vasculharam os cantinhos mais profundos da minha xota, arrancando suspiros a cada toque. Meu negão gostoso, eu sentada na penteadeira, a gente se beijava com muita paixão. De repente, eu tinha os braços enroscados no pescoço dele, e ele segurou meus pulsos e os amarrou no cordão de nylon da rede, sem me machucar, mas firme. Fiquei presa, à disposição dele. Coloquei meus pés na penteadeira, deixando minha bucetinha toda aberta e pronta pra receber o pau mais lindo que eu podia imaginar.
Mas meu negão começou a chupar meus peitos e a bater forte no meu clitóris com os dedos, e de vez em quando enfiava o dedo no meu cu, arrancando gritinhos de prazer no começo. Mas em segundos, igual uma louca, desesperada, eu pedia pra ele me penetrar: — QUERO ELE INTEIRO DENTRO DE MIM!! Ele riu, mas atendeu meus pedidos. Com o pau todo duro, ele disse: — Olha como vou meter tudo. Baixei o olhar e vi minha buceta engolindo a cabeça do monstro do meu negão. Ele foi entrando bem devagar, e eu não aguentei mais, implorei: — Crava de uma vez. Ele me segurou pela cintura na hora e falou no meu ouvido, com voz rouca e cara de safado: — INTEIRO. De uma enfiada só, cravou o ferro dele, e em três ou quatro estocadas, me fez gozar um orgasmo de lascar. Sem vergonha, agindo como uma verdadeira puta, eu falei: — BATE FORTE, PAPAI. EMPURRA COM FORÇA E ME PARTE NO MEIO. Ele, manejando a espada dele com habilidade, metia com tudo, arrancando um grito de prazer, e depois tirava devagar. Repetiu várias vezes: enfiava com violência e tirava aos poucos, e de novo me deixou num desespero danado.
Em dois minutos, tive outro orgasmo foda e queria mais. A cara do meu macho tava transformada, parecia uma máquina de fazer amor. Sem tirar o pau de dentro, ele abriu o óleo de bebê e passou no membro dele, e com a mão... cheia de óleo, começou a me dar no ânus. Ele, em 4 horas, tinha pegado mais na minha bunda do que meu marido em 20 anos. Em poucos segundos, ele já tinha um dedo inteiro dentro do meu cu, mas mantinha com maestria seus 28 centímetros de pica na buceta. Com movimentos hábeis, me deixou de novo em brasa, e eu olhava pra ele e só conseguia dizer: — Forte, meu preto, me dá forte. Enquanto isso rolava, ele já tinha dois dedos dentro da minha bunda e, numa das saídas da pica da minha buceta, ele não voltou pro ataque. Não enfiou de novo, mas tirou os dois dedos do meu cu, levantou minhas pernas, e minha bunda ficou à disposição dele. Ele apontou o canhão pro meu buraquinho, e eu só consegui falar: — Love, não, por aí não, que dói muito. Ele me beijou e disse: — Vou meter um pouquinho, se doer, eu tiro. Na primeira investida, ele conseguiu enfiar um pouco a cabeça, mas doeu. Ele falou: — Aguenta que logo você vai sentir prazer. Tremendo de prazer e medo, fechei os olhos e me agarrei nas cordas que me prendiam. Não sei se foi pelo grau de excitação que eu tava, ou pelo trabalho prévio dos dedos, ou pelo lubrificante, mas quase de imediato, sem sentir muita dor, ele soltou a famosa frase: — INTEIRO, VOCÊ TÁ COM ELE INTEIRO. Abri os olhos e vi que o que faltava pra ter tudo dentro era só uns três centímetros. Então, enrolei minhas pernas na cintura dele e, fazendo pressão, me empinei sozinha. Ele começou a se mover devagar pra não me machucar, o que já não me importava, porque meu esfíncter já tinha dado conta de se alargar pra deixar o monstro passar. Me surpreendi quando eu mesma falei: — Meu love, me dá rápido que não dói. Não sei se tive um orgasmo, mas senti uma sensação de preenchimento. Meu preto já tinha conseguido tomar minha última virgindade. Falei pra ele: — Você deve se sentir orgulhoso, te dei em 6 horas mais do que pra qualquer outro homem. Ele não respondeu, mas dava pra ver que tava dando o melhor de si pra merecer esses prêmios. A pica dele estava retorceu na minha bunda, meu Deus, a glande dele me dava um prazer indescritível, a língua e os lábios dele dominaram meus peitos e as mãos calejadas dele tomaram conta das minhas costas e ombros, achei que ia gozar de novo, mas de repente ele tirou a vara da entrada traseira e enfiou na minha buceta, me fazendo gritar de prazer outra vez, dando várias estocadas, ele me soltou das amarras, o que me deixou abraçá-lo com pernas e braços, conseguindo uma penetração profunda, gozei várias vezes, dizendo e implorando:
- Quero seu leite, quero seu leite. - Ele me deu umas metidas vigorosas que me fizeram perder a visão de novo e me deram dois orgasmos indescritíveis. O mais lindo e intenso desses orgasmos é que, ao mesmo tempo, meu negão enchia cada cantinho da minha buceta com o esperma dele. Estávamos suados e exaustos, olhei pro rosto dele e, com a respiração ofegante, ele disse:
- Que delícia que os anjos soltam, tô morto.
Sério, agora sim notei ele cansado, porque me carregou por uns 10 minutos e ficou de pau duro numa posição desconfortável por mais de 45 minutos, nos beijamos, apaguei a luz e levei ele pra cama, comecei a fazer carinho no peito dele, ele dormiu tranquilo na hora, o rosto dele parecia cheio de paz e com a confiança de um homem que sabe que fez uma mulher feliz na cama.
Segurando o monstro que me deu tanto prazer entre minhas mãos, tentei dormir, não conseguia pegar no sono, não entendia o que tava rolando, depois de anos sonhando com isso, não conseguia acreditar que era real. Pensei que logo ia acordar e que não passava de uma fantasia. Assim, caí num sono bem leve, acordando a todo instante, mas minha mão esquerda, segurando o colosso do meu negão, me lembrava que não era fantasia, era uma realidade linda.
Assim chegou o amanhecer. O colosso do meu negão me acordou dando umas cabeçadas suaves na minha virilha, abri meus olhos e Felipe tava sorrindo pra mim, eu com toda a felicidade que naquele Naquele momento, fui tomada por uma emoção; deitei sobre ele e comecei a beijá-lo com ternura. Ele agarrou meus dois peitos com as mãos calejadas, e o colosso de Felipe eu sentia buscando um lugar inútil entre meus lábios e meu clitóris. As mãos dele agora foram para minha bunda, senti dor e falei com cara de menininha machucada por uma queda: — Papai, dói. Foi minha primeira vez. — Me perdoa, minha intenção não é te machucar, é te dar prazer. — Sim, meu céu, eu sei. E continuei a beijá-lo com ternura. Ele começou a beijar e morder meus peitos de novo, e eu esfregava meu clitóris na cabeça do pau dele. Ele tentou pegar o vidro de óleo de bebê, mas naquela hora me veio à cabeça: pra que precisava de óleo se o colosso que eu tinha entre meus lábios era capaz de me fazer produzir o melhor lubrificante do mundo? Falei pro meu negão: — Não, agora quem manda sou eu. Peguei a corda que estava pendurada na cabeceira da cama e, como pude, amarrei os dois braços dele na altura dos pulsos. Não sei se fiz direito, mas ele ficou imóvel, com uma cara de indefeso que eu acho que ele só estava entrando no jogo, mas que podia se soltar a qualquer momento. Naquela hora, me senti realizada: tinha alcançado o que sempre sonhei. Comecei a beijá-lo, enfiei minha língua na boca dele; as orelhas e o pescoço foram meu próximo destino. Minha mão esquerda agarrou meu colosso e comecei a masturbá-lo. Meus lábios conheceram por completo os peitorais dele, o umbigo, o púbis; os pelos encaracolados dele faziam cócegas nos meus lábios. Cada beijo e lambida me excitava mais. Beijei as bolas dele, o escroto preto, era uma pele dura com pelos grossos e compridos. Eu estava altamente excitada. Minha buceta, meus lábios, minhas pernas e as pernas dele estavam cheias do meu líquido vaginal. Tinha chegado a hora de cravar aquele monstro sem ajuda de ninguém e sem óleo de bebê. Me abaixei e coloquei minha rachinha em cima do facão preto e ereto do meu macho e, sem pensar duas vezes, busquei com desespero a enfiada. Mordi meus lábios para não gritar, com os olhos semicerrados. Fechei os olhos e vi que meu negão tava me olhando de olhos bem abertos, e a cada mostra da minha dor, o pau dele recebia mais sangue, crescendo ainda mais. Isso me excitou ainda mais e continuei me enfiando, focando em conseguir uma penetração total. Centímetro por centímetro, o colosso ia entrando, mas a dor era insuportável e eu tava quase desistindo por causa do tamanho e grossura do pênis e da estreiteza da minha buceta, quando de repente chegou aos meus ouvidos o barulho de um aparelho de som de outro quarto com os acordes de uma música que me deu energia. Era a voz de Maria Marta Serra Lima. E a letra dizia: "Você é o culpado de todas as minhas angústias, de todos os meus sofrimentos. Você encheu minha vida de doces inquietações e amargos desencantos. Seu amor é como um grito que carrego aqui no peito e aqui no coração. E sou, mesmo sem querer, escravo dos seus olhos e brinquedo do seu amor." Essa música ouvida ao longe me deu força pra continuar, porque a canção interpretada por MM Serra refletia perfeitamente, naquele momento, a relação com meu negão. Segui em frente na minha missão conquistadora e, quando se ouviam os últimos acordes daquela música: "Você me desespera, me mata, me enlouquece, e até a vida daria pra vencer o medo de beijar você", eu tinha conseguido meu objetivo: INTEIRO, EU TENHO ELE INTEIRO DENTRO DE MIM. Conquistado meu objetivo, estiquei minhas pernas, que foram firmemente enlaçadas pelas pernas do meu negão, minha barriga sobre a barriga dele, meu peito sobre o peito dele, minhas mãos entrelaçadas nas mãos amarradas do meu amado, minha língua procurou a língua dele e meu olhar se uniu ao dele. Nessa união total, sussurrei no ouvido dele: — Você é meu, não se mexe. — E comecei a balançar meu corpo atravessado pela arma mortal dele. Cada roçada do meu clitóris na barriga dele e nos pelos encaracolados me dava um prazer indescritível. Ele, com as pernas amarradas nas minhas como um alicate, as mãos dele, minhas mãos, a língua dele, minha língua, o pau dele e minha buceta unidos, me levaram pro paraíso. Ao longe, a música continuava. ouvindo o CD da MM Serra Lima. Em um momento, quase tive um orgasmo, mas não queria, queria ficar assim atravessada pelo que restava da minha vida. Várias vezes tive que dizer ao meu amado com voz autoritária: - NÃO SE MEXA, FIQUE COMO MORTO.
- pussy, DEVO ESTAR MORTO PARA SENTIR O QUE SEU CORPO ME FAZ SENTIR E NÃO ME MEXER. Eu precisava acalmá-lo, não podia permitir que depois de tanto esforço eu não pudesse aproveitar ao máximo.
- TRANQUILO love, DEIXA EU TE APROVEITAR COMO NINGUÉM FEZ. Soltei minhas mãos das dele e, apoiando-me em uma, com a outra agarrei um seio e coloquei na boca dele. Imediatamente seus lábios o agarraram e começaram a chupar, beijar e lamber. Isso o tranquilizou e acalmou, e me permitiu continuar aproveitando-o com um ritmo suave, mas luxurioso, da minha barriga sobre a barriga dele. Meus músculos da buceta apertavam o colosso, comprimiam, e as cabeçadas que ele dava nas paredes da minha buceta eram rapidamente reprimidas pelos músculos da buceta. Não sei quanto tempo passou, 20-30 minutos, não sei. De repente, não consegui mais me controlar, recuperei meu seio, disse ao meu negão que liberasse minhas pernas e, sem deixar de tê-lo inteiro dentro de mim, coloquei minhas pernas flexionadas de cada lado das coxas dele. Com essa liberdade de movimento, apoiei minhas mãos nos ombros do meu negão e, com uma destreza que não sei de onde tirei, comecei a me mover de cima para baixo, cravando uma e outra vez o colosso do meu negão. Quando me elevava, deixando só a cabeça do colosso dentro de mim, podia ver por completo o corpo do colosso sulcado de veias roxas. A base do colosso, assim como os lábios da minha bucetinha, estavam cheios de líquido lubrificante esbranquiçado, que contrastava com o preto da pele dele e o tom oliva da minha. Como uma possessa, uma e outra vez cravava a espada redentora do meu amado. Meus gritos e soluços deviam ter sido ouvidos em todo o puteiro, mas imagino que se os homens que vêm aqui são como o Felipe, aqui se produzem mais uivos do que os que produzem os lobos do Alasca.
Meu negão não dizia nada, mas mordia os lábios e tinha o olhar perdido. De repente, ele se soltou da corda, me puxou pro corpo dele e eu estiquei minhas pernas de novo, que foram imediatamente presas pelas dele, e juntamos pernas, mãos e língua de novo, e eu balançando pra cima e pra baixo, conseguimos ao mesmo tempo um orgasmo indescritível. Ficamos exaustos, suados, mas totalmente satisfeitos. Felipe acendeu um cigarro e disse que, se a gente pudesse classificar os orgasmos, esse seria o máximo. Eu, feito uma colegial, falei: — A gente pode fazer igual com os furacões, dar uma numeração de acordo com a intensidade. Pra mim, esse é de Intensidade cinco. A gente concordou. — Essa foda foi de intensidade cinco. — Ficamos nos olhando com uma ternura imensa, e eu, claro, acariciando meu colosso adormecido, e ao fundo, bem longe, os últimos versos da música 'El día que me quieras' cantada pela MM Serra Lima, embalando nosso ninho de amor e sexo: Desde o azul do céu, as estrelas invejosas vão nos ver passar, e um raio misterioso... Não consegui continuar ouvindo porque meu negão me disse:
— Um banho, um bom café da manhã caseiro e você vem comigo pras praias de Bobures.
— Eu, sem pensar duas vezes, falei: sim, meu rei, em 20 minutos tô pronta. Continua...
Que este relato verídico e apegado à realidade sirva para homenagear uma relação extraconjugal excitante. Meu marido e eu somos profissionais universitários e trabalhamos em Maracaibo. Sou uma mulher morena, de cabelo bem liso, preto azulado e muito brilhante, meço 1 metro e 71 centímetros, e tenho um corpo que, na opinião dos meus próximos, é espetacular. Tenho 42 anos, embora todo mundo ache que tenho 32-33 anos, com 61 quilos e umas pernas que são a inveja das minhas filhas. Minha bunda é de tamanho normal, mas firme e redonda. Meus peitos são meio grandes e firmes, me mantenho muito bem porque sempre malhei e vou com frequência à academia. Meu rosto é fino e tenho gestos muito sexy, o que me rendeu muitos pretendentes, um amante e muitas brigas com meu marido. No entanto, nos últimos anos ele já não briga mais; acho que entendeu que estou com ele por conveniência e pelas minhas filhas, e além disso não dei motivos para brigas, já que só transo com ele. Mas nas nossas relações sexuais, ele sempre me obrigou a criar fantasias, e três delas viraram uma obsessão para mim:
- Conhecer um bordel.
- Trabalhar como prostituta.
- Transar com um negão.
Essas fantasias rondaram minha cabeça por vários anos e me sinto obcecada por elas. Basta falar em qualquer momento sobre prostituição, sobre a fama que os negros têm de ter um pau grande e sobre bordéis, para eu ficar excitada e minha bucetinha começar a encharcar minha calcinha fio dental e a virilha.
Depois de quase quatro anos fantasiando nas nossas relações sexuais, com meu papel de prostituta e com a penetração de um negão de pau descomunal, há quinze dias meu marido, aproveitando que nossas filhas estão fora de Maracaibo nas férias escolares, me disse, no momento em que tínhamos nossas habituais e frias Relações sexuais semanais: - Nossa fantasia vai se tornar realidade, pede folga no trabalho, que vamos para o Sul do Lago de Maracaibo por uma semana, eu vou trabalhar em El Vigía e em Encontrados e você vai ficar num puteirinho em Caja Seca, lá você vai ter a oportunidade de trabalhar como uma puta e com sorte vai encontrar o negão que você e eu sempre desejamos. - No começo achei que ele continuava na minha fantasia, mas quando insistiu, me assustei, porque pensei que ele estava tentando me armar uma cilada. Mas surpresas a vida dá, depois de 20 anos e muitas brigas, descobri que meu marido ficava irritado porque meus possíveis pretendentes e supostos amantes eram brancos e profissionais, e agora ele me confessa que o que ele queria era que eu tivesse um amante negro, operário, e que não colocasse nosso lar em risco. Porra, se ele tivesse dito isso antes, com certeza eu teria realizado o desejo dele. Tantos anos juntos vivendo com um cara ruim na cama e agora descubro que ele é um filho da puta de marca maior. Na hora, só de pensar nessa possibilidade, tive um orgasmo que só tinha alcançado com meu único amante. Pedi minha folga, mas infelizmente na instituição onde trabalho só me deram segunda, terça e quarta, porque estão esperando uma comissão de Caracas e precisam da minha presença numa reunião na quinta-feira às 9 da manhã. Por causa disso, meu marido disse para irmos cada um no seu carro, e que eu voltasse na quarta para estar na quinta no escritório, que ele já tinha coordenado tudo com a dona do puteiro. Na noite anterior à viagem, eu estava muito nervosa, arrumando a mala, porque não sabia o que podia acontecer, se eu e meu marido não íamos nos arrepender do que estava prestes a rolar, não sabia como me comportar naquele puteiro. Meu marido me deu algumas dicas: que eu tinha que ser um pouco vulgar, porque o puteiro era para caminhoneiros e peões das fazendas de gado, que o trabalho começava à noite, às 9, e era pra ficar até umas 3 ou 4 da manhã. de manhã, que naquela época eu conseguia transar com 5 ou 6 caras, se eu me comportasse como uma verdadeira puta. O filho da puta parecia um sex machine completo.
Ele me disse que eu tinha que cobrar dos meus clientes e usar camisinha. Realmente não consegui dormir bem e quase desisti dessa loucura, ele me pressionou um pouco e eu, só pra satisfazer minha obsessão mórbida, aceitei de má vontade.
Saímos umas 11 da manhã, almoçamos pelo caminho e chegamos no puteiro às 4:30 da tarde, que lugar deprimente. Ficava na estrada de Caja Seca até El Vigía, era uma Casa de Campo com um Salão que servia como bar e pista de dança e umas 12 quartos imundos das putas que moram lá.
A cafetina nos esperava, ela se chamava Shalimar, meu marido e gostoso me apresentou como Milady e disse que eu era a mulher que ele tinha falado e que vinha pra trabalhar três dias, e que se fosse bem eu viria sempre. Shalimar me falou umas regras e que eu tinha que estar no Salão às 9 em ponto, fomos pro que seria meu quarto, que tinha uma cama de casal bem usada, uma penteadeira, dois criados-mudos, uma rede, uma televisão, um ar-condicionado e um banheiro.
Shalimar deixou eu e meu marido a sós, bastou uma olhada rápida no quarto e na minha cara pra ele saber que tinha cometido um erro, eu disse que não importava, que ele fosse tranquilo que precisava chegar em El Vigía, que eu dormiria ali e de manhã cedo voltaria pra Maracaibo, que ia manter ele informado pelo celular, ele trouxe minha mala. Pedi pra ele, por favor, tirar a rede já que atrapalhava, ele tirou e guardou no armário, deixando as cordas penduradas, uma sobre a penteadeira e a outra sobre a cabeceira da cama, nos despedimos friamente.
Quando fiquei sozinha, me deu uma tristeza e escorreram umas lágrimas, ao pensar que estava num lugar tão deprimente, numa região com temperatura perto dos 40 graus, e tudo por uma obsessão estúpida e louca, estava muito perturbada e nem percebi que alguém batia na porta. Era a Shalimar, que me trouxe uma cerveja Polar, que tomei com muito gosto. Ela me disse pra não me preocupar, que à noite eu me sentiria melhor, que tentasse descansar, que às nove começava o trabalho e que eu podia jantar naquele horário. Obedeci e dormi. Às 8, tomei banho e vesti um vestido branco bem justo e bem curto, sem sutiã nem calcinha. Me maquiei discretamente, como sempre faço. No entanto, por dentro, me sentia arrependida de ter vindo, mas uma faísca de desejo acendeu no meu peito e me dizia pra seguir em frente com o plano inicial. Meu celular tocou, era meu marido perguntando como eu estava. Disse que estava bem e que voltava no dia seguinte. Me arrumei e fui pro bar e salão de dança, que era meio escuro, com umas luzes coloridas indiretas. Tava meio animado, tinha umas 5 garotas entre 20 e 25 anos. Shalimar chegou perto e me apresentou. Elas me olharam com indiferença e inveja dos meus peitos e do meu corpo. Acho que viram que minha presença ali ia fazer a grana delas cair. Comi duas arepas recheadas de carne e, às 9h15 da noite, o barman começou a colocar discos na jukebox. Claro, música colombiana, que é a que predomina na região por causa da quantidade de peões colombianos nas fazendas. Não passaram nem 10 minutos e o clima já virou festa. Chegaram uns 7 homens, alguns pareciam clientes habituais pelo jeito que tratavam a Shalimar. Ela veio até mim com um deles, um caliche que ficou besta quando me viu de perto e, sem nem trocar uma palavra, me puxou pra dançar a música pegajosa "Manuelito Barrios". E entre os acordes do acordeão, o homem começou a me beijar no pescoço, me enchendo toda de cuspe. O babão me dizia que, igual à música, queria amanhecer, mas chupando meu corpo inteiro. Como pude, me livrei do sujeito e, chorando, fui até as portas do bar, de costas pra três homens que estavam na entrada. Sequei as lágrimas, senti alguém se aproximando pelas minhas costas e, com uma voz melosa, sussurrou:
— Me diz o que tá rolando no céu que os anjos tão descendo pra esse lugar perdido da Venezuela.
Me virei, ainda irritada por causa daquele babaca, e lá estava um negão de quase 1,90, uns trinta anos por aí, com um corpo que parecia acostumado a malhar ou a trabalho pesado. Olhei pro rosto dele, que era bem expressivo e doce. Naquele instante, uma última lágrima escorreu pela minha bochecha, e ele aproximou o dedo indicador e a segurou. A gente se olhou intensamente nos olhos e, com um sorriso, agradeci pelo gesto e pelas palavras. Na hora, me senti reconfortada. Sem dizer uma palavra, ele fez um sinal pra dançar, e eu aceitei com outro sorriso leve. Ao ritmo de "La Pollera Colora" e do jeito divino que meu parceiro dançava, esqueci o mau momento que tinha passado. Quando a música terminou, ele me convidou pra sentar numa mesa e pedimos dois uísques. Entre um gole e outro, ele me disse que se chamava Felipe e era de Bobures, um povoado na beira do Lago de Maracaibo, a uns 10 quilômetros dali.
Quando falei meu nome de guerra, "Mylady", ele riu e disse que preferia me chamar de Anjos, coisa que agradeci, porque Mylady é nome de puta barata. A gente tomou mais dois uísques e foi conversando numa boa, o que me fez sentir no Village ou na Zona Rosa, e não no puteiro vagabundo onde eu tava.
De repente, começou a tocar uma música do Billo dedicada à Colômbia, e ele me puxou pra dançar "La Negra Celina" e mais umas quatro ou cinco músicas. De tanto dançar tão colada nele, ele dançava como se fosse indiferente, mas percebi que o contato constante com o corpo dele tava despertando a virilidade dele. Começou a tomar conta de mim um desejo sexual incontrolável. Olhando pro rosto do meu parceiro de dança, percebi que era o Adônis Negro que eu esperava há muitos anos. Comecei a sentir a ereção dele. A mão calejada dele levantou meu queixo e me deu um beijo bem suave nos lábios. Ele me convidou pra sentar. Num sofá num canto escuro, eu me deixei levar e pedimos mais dois drinks. O dedo indicador dele começou a deslizar suavemente pelo meu rosto, minhas orelhas, meu pescoço, e então o dedo dele começou a brincar com meu mamilo, endurecendo ele. Eu não sabia o que fazer: recusar ou agradecer por ele realizar minhas fantasias? Eu não aguentei mais e me joguei nele, beijando seus lábios. Felipe respondeu ao meu beijo e me abraçou, passando as mãos pelas minhas costas. As mãos duras dele apertavam meus ombros e me faziam ser mais agressiva. Esqueci tudo que tinha sido minha vida até hoje e só pensei em dar vazão ao que considero minhas baixas paixões. Abri os botões da camisa dele. Os peitorais de ébano, sem nenhum pelo, foram uma tentação para mim. Comecei a morder suavemente o mamilo dele e brinquei com ele, transformando-o num brinquedo dos meus lábios e da minha língua. Isso foi como um gatilho que disparou em Felipe todos os seus desejos sexuais. Ele me levantou e me encostou na parede. A boca dele percorreu meu pescoço e, imediatamente, uma das mãos dele se apossou do meu seio, que, ereto, respondeu às carícias. Eu, por minha vez, não fiquei parada. Comecei a beijar a orelha dele e acariciar seu cabelo curto. Da mesma forma, minha barriga e minha buceta, desejosas de sentir a virilidade do homem, buscaram o corpo dele. Na voragem da paixão que começava a embotar meus sentidos, havia algo que minha razão não conseguia entender. Aquilo que eu imaginava não podia ser, mas eu ainda não ousava confirmar. No entanto, meu seio direito estava exposto e uma boca gulosa se apossou dele, me fazendo gemer. As mordidinhas dele estavam destruindo os poucos vestígios de moral e bons princípios que ainda restavam em mim. Ele soltou meu mamilo e se apossou da minha língua, me abraçando e se colando forte ao meu corpo. Isso apressou minhas ações. O que minha buceta e minhas pernas sentiam, eu precisava confirmar com minhas mãos. E minhas duas mãos se apossaram de um pau colossal, que não cabia nas minhas mãos. Era um colosso que pulsava forte nas minhas mãos. Apertei ele com desespero. sentindo a língua dele no meu peito, perguntei com voz lasciva e ingênua, mas firme: — Você vai ser capaz de meter esse monstro em mim? Ele só respondeu, seco: — INTEIRO você vai ter, INTEIRO. A resposta dele me deixou estupefata. Quase perdi o equilíbrio, graças a Deus que estava agarrada no colosso das minhas preocupações. Felipe percebeu que eu ia cair, me segurou e repetiu: — Você vai ter ele inteiro e vai curtir como nunca, e vai ser mais rápido do que você imagina. Vamos pro seu quarto. Com uma voz estranha, respondi que sim, me arrumei um pouco e tomei o resto do uísque que tinha no copo, pedi 8.000 bolívares pro Felipe pra pagar o direito do quarto. Shalimar, ao receber o dinheiro, apertou minha mão e disse com um sorriso: — Aproveita. Sorri de volta e falei: — Vou sim, pode ter certeza. Caminhando pro quarto, passou pela minha cabeça que eu não devia continuar essa loucura, mas como eu ia viver depois, se, estando prestes a realizar a obsessão da minha vida, eu jogasse tudo fora por um surto de honestidade e pudor? O negão do meu lado me beijou, e isso fez eu esquecer o último resquício de recato. Entramos no quarto, acendi a luz e pude ver Felipe por completo. Era um negão lindo, e acho que eu também agradei na avaliação dele. Ele disse, segurando o pau por cima da calça de um jeito vulgar: — Você vai ter ele inteiro e vou te fazer gozar de prazer. Essa expressão me trouxe de volta à realidade e, esquecendo filhas, marido e educação, sem pensar duas vezes, tirei meu vestido, ficando pelada pro meu negão como vim ao mundo, nua com as pernas meio abertas e mostrando minha bucetinha com os pelinhos aparados. Falei com uma voz sexy: — Só isso que eu quero, mas não sei como isso vai entrar em mim. E tirando meus sapatos, minhas unhas pintadas de vermelho e madrepérola agarraram a calça dele e o monstro da minha paixão e medo. Ele assobiou e tentou me abraçar por cima. Mas com um beijo de língua suave, eu o segurei e falei: — Vou ter esse colosso negro, inteiro. no meu corpo, mas na primeira vez deixa eu fazer do meu jeito, do jeito que eu conseguir. O preto obediente só disse: — Sim, meu anjo. Comecei a tirar a camisa dele, o peito dele era lindo, os bíceps fortes, as costas largas e musculosas, beijei ele e mandei sentar na cama, tirei os sapatos e as meias, ele se deitou de barriga pra cima na cama, e enquanto minha língua curtia o peito dele, afrouxei o cinto e juntos tiramos a calça dele e vi o colosso, o monstro do meu preto preso na base pela cueca minúscula, parecia meio ridículo ou sobrava pau ou faltava cueca pra segurar aquele falo enorme. Sem pensar duas vezes, me joguei possessa em cima do monstro que não me deixava dormir há anos, minhas mãos se apossaram dele e meus olhos ficaram fixos e arregalados, vendo aquele colosso que tava destinado a me fazer gozar e sofrer. Eu, ajoelhada na cama, comecei a acariciar o colosso com as duas mãos, de cima pra baixo, o bicho, porque era um bicho, crescia cada vez mais e o preto, deitado de barriga pra cima, começou a acariciar meus pés, pernas e coxas, eu tentei medir ele, mas não dava, tava entorpecida, a cabeça era tipo uma bola de tênis e toda vez que minhas mãos chegavam na ponta daquele pau maravilhoso e voltavam pra base do pênis, meu cérebro só pensava numa frase: INTEIRO VOCÊ VAI TER, INTEIRO. Além de comprido, era grosso, do diâmetro de uma mamadeira (mamadeira de bebê) e mamadeiras são pra mamar, pensei, e eu tava com sede, sede de sexo, sede reprimida por anos, sede de um pau como aquele que tava a menos de cinco centímetros, pra mim era um desafio e tanto e, praticamente, joguei meus lábios na cabeça do meu preto e naquele instante meu preto cravou as mãos enormes nas minhas coxas e a língua dele nos lábios da minha buceta e gritou: — Meu anjo, essa buceta divina não vai amanhecer sem carinho. Eu comecei a gemer de prazer mas não parava de beijar e passar a língua no meu colosso, com minhas mãos acariciava o saco e o corpo do colosso e com meus lábios curtia a cabeça dele. Meus seios, meus ombros, minhas bochechas, meus lábios disputavam sentir o liso e duro do pau do meu negão, e enquanto isso rolava com o colosso do meu negão, minha buceta e meus pelinhos escorriam pra boca do negão, rios de lubrificante. Minha buceta conhecia pela primeira vez uma língua dura e bem áspera, que me arrancava gritos, gemidos e contrações involuntárias. De repente, tudo mudou e ele enfiou a língua entre minhas nádegas; no começo tentei recusar, mas deixei ele fazer, era um carinho novo, mas excitante, a barba áspera dele arranhava minha bunda, era uma sensação maravilhosa, que de repente me fez gritar: — TÁ ME MATANDO! Depois dessa tortura deliciosa, meu negão voltou a atacar meu clitóris e colocou ele entre os lábios, chupando de vez em quando e outras vezes batendo duro com a língua. Eu já não gemia mais, tava soltando gritinhos sem controle e acelerava meus movimentos de mãos e língua no colosso que tava prestes a me enlouquecer. Minha barriga tava toda molhada de saliva e minha buceta bem lubrificada, coisa que raramente acontecia. Felipe, de repente, começou a mover o pau pra cima, com intenção de enfiar bem fundo na minha boca. Eu segurei, mas as investidas dele eram fortes e às vezes escapava. Eu tava prestes a ter um orgasmo, naquela hora senti os dedos dele cutucando meu cu e ele enfiou um dedo, mexendo em círculos, e com os lábios e a língua chupou forte meu clitóris, o que me fez gritar e chegar a um orgasmo espetacular. Eu gritava, mas meu negão também tinha gozado, e jorros de porra banharam o interior da minha boca. Nunca na vida tinha engolido porra, mas dessa vez eu engoli e me senti satisfeita com isso. A porra também molhou minhas bochechas, meu pescoço e meus seios. Meu peito pulsava e eu fiquei deitada sem soltar o colosso do meu amado, esfregando no meu rosto e pescoço a cabeça do colosso do meu amado. Minha barriga também sentia as pulsações do Felipe e a respiração acelerada dele sobre os pelinhos aparados da minha bucetinha. Ficamos sem Pronunciar a palavra por cerca de 45 segundos. Eu afastei uma das minhas pernas e, segurando firme o pau do meu negão, virei para o rosto dele. Ao ver nossas caras cheias dos líquidos das nossas partes vitais, começamos a rir. Eu, sem soltar meu colosso, me aproximei do rosto de Felipe e comecei a beijá-lo selvagemente, e ele correspondeu. Agora era um momento de calma que nos permitiu ver com mais detalhes nossos corpos. Ele olhava e acariciava suavemente meus peitos, eu via o rosto dele feliz e tranquilo, mas sem soltar o monstro das minhas paixões e preocupações. Estimei agora o comprimento, acho que pode chegar a 27 centímetros de comprimento, com uma cor preta intensa e cheio de veias roxas e grossas que indicam a grande irrigação sanguínea necessária para mover tal espécime. Agora, minhas carícias suaves estavam reavivando ele, e eu, num momento de sinceridade, amor e desejo muito ponderado, disse: — Eu te quero, e quero ele inteiro. Ele respondeu: — Te garanto que você vai ter ele inteiro. O colosso dele começou a se mexer inquieto nas minhas mãos, o que me fez inclinar e dar um beijo nele. Felipe aproveitou o movimento para começar a beijar um dos meus peitos e acariciar meu corpo. Suavemente, ele me deitou de barriga para cima e começou a me beijar. O pau dele já estava duro. Eu, por minha vez, mordia suavemente a orelha dele, segurava as nádegas dele e, com minhas pernas, acariciava as dele. Felipe se colocou por cima de mim, me beijou com paixão e, com as mãos no meu cabelo, me fazia ficar excitada. Eu sentia o pau dele forte e vigoroso batendo na minha entrepernas, mas eu não estava lubrificada o suficiente para receber um monstro daquelas dimensões. Para evitar problemas com meu novo amante, eu disse: — Lembra que eu prometi que vou ter esse colosso preto inteiro dentro do meu corpo, mas a primeira vez vai ser do meu jeito. Ele respondeu de novo: — Sim, meu amor. Mas faz logo. — Shisssssssssss — e fiz sinal com o dedo para ele calar a boca. Nesse momento, quem manda sou eu. Deitei ele de barriga para cima, beijei e mordi um mamilo dele, e com Com a mão esquerda, peguei um frasco de óleo infantil na mesa de cabeceira (uso pra lubrificar minha pele), tirei a tampa dosadora e derramei generosamente no colosso do meu amante. Com as mãos, comecei a acariciar a fonte do meu desejo e, mal comecei, ele respondeu ao carinho. Meu negão imediatamente pegou o óleo, espalhou nas duas mãos e derramou generosamente nos meus lábios, clitóris, ânus e buceta. Os dedos dele, duros e acostumados ao trabalho pesado, se moviam com um carinho especial, e os calos nos dedos começavam a arrancar gemidos do fundo da minha alma. O pau dele era imponente — o tamanho, o diâmetro, a coloração, as veias faziam dele um membro que causava desejo e medo ao mesmo tempo.
Eu tava fazendo uma punheta pro meu negão, mas apesar da rigidez do ferro quente dele, ele parecia absorto em mexer nos meus lábios, no meu clitóris e na minha buceta. Eu comecei a dar gritos de prazer, e ele, com grande habilidade e ajudado pelo óleo, de repente enfiou com rapidez o indicador e o polegar na minha buceta e no meu ânus. Aqueles dedos pareciam tenazes, me dando um prazer inesperado. Os movimentos circulares dos dedos dele estavam prestes a me levar a outro orgasmo, mas eu não queria assim. Tentei me afastar, mas não consegui — os dedos dele pareciam grampos enterrados no meu corpo, me fazendo torcer de prazer. Com a voz rouca de tesão, gritei:
— Me solta! Chegou a hora de ver se eu consigo ter ele inteiro dentro de mim.
Ele me soltou na hora. Tinha chegado o momento tão desejado por anos: um pau monumental de um negão num puteiro, eu fazendo papel de puta, e com um ingrediente novo: meu marido facilitando toda essa situação. Me mexendo rítmica e fortemente com minha bucetinha sobre os dedos dele, falei com toda serenidade:
— Amor, me promete que não vai se mexer.
E, sem esperar resposta, derramei mais algumas gotas de óleo no monstro de ébano e me agachei sobre ele. De cima, eu via ele imponente, e minha bucetinha quase virgem tremia de... Desejo e medo. Ele me ajudou a abrir os lábios da minha buceta e eu senti a glande dele, forte, vigorosa e macia. Minha buceta fez um esforço supremo e, não sem dificuldade, começou a engolir um monstro daqueles. Não sei quanto tempo passou, mas fui tragando o colosso do meu negão, e cada centímetro que ele introduzia em mim era com a mente cada vez mais embotada. Só tinha um objetivo: VOU TER ELE INTEIRO. Eu estava banhando o peito do meu amante com meu suor e uma ou outra lágrima, não sei se de dor ou prazer, talvez uma mistura das duas sensações. Quando já tinha metade do colosso dentro de mim, minhas pernas começaram a ter cãibras. Meu negão percebeu o quanto eu estava desconfortável e apressou a situação. Ele me deu duas enfiadas seguidas com o colosso dele que me fizeram gritar de prazer. Ele se assustou, achando que era de dor, e parou. Naquele momento, eu estava como cega de prazer e, com um grito de triunfo, enfiei os 5 centímetros que faltavam de uma só vez. Senti a barriga dele contra a minha e pensei: isso é um triunfo. Triunfo por ter alcançado minha ilusão de tantos anos, triunfo pelo espécime que tinha conseguido coroar minha buceta, e triunfo, por que não, pelo meu marido. O que eu estava conseguindo era também um triunfo para ele. Meu triunfo eu resumi com meu negão numa frase rouca e vitoriosa: — Inteiro, eu tenho ele inteiro dentro de mim. Nunca tinha me sentido assim, plena de carne dentro de mim. Ele tentou se mexer e eu disse com voz autoritária: — Não se mexe. E comecei a me mover com movimentos cadenciados. Meu objetivo, além de sentir todo aquele ferro em brasa, era que meu clitóris, ao roçar vigorosamente na barriga dele e nos pelos encaracolados, me excitasse e me fizesse sentir o que nenhum homem tinha feito. Ele, por sua vez, passou as pernas dele em volta das minhas, me aprisionando. Me beijava e acariciava meu cabelo, e enfiou um, dois, três, não sei quantos dedos no meu cu. Meus olhos estavam perdidos, sem olhar. Eu me mexia como uma possessa, pedindo pro meu negão não se mexer, me deixar aproveitar ele. E assim ele fez. Consegui me mexer à vontade, me senti cheia de sexo, muito diferente dos 14 centímetros do meu marido. Meu orgasmo tava chegando, eu chorei e na hora da explosão do mais maravilhoso orgasmo que uma mulher pode ter, gritei:
- ÍNTEGRO É TODO MEU!!! Meu macho
Porque merece ser chamado de meu macho, num gesto de domínio ele me virou, ficando eu por baixo, colocou minhas pernas em cima dos ombros dele, me deixou igual um frango de churrascaria e começou a meter e tirar. Já não sentia dor, só prazer, e eu, que sou monorgásmica, de repente senti que ia ter outro orgasmo. Meu macho e eu nos agarramos pelos cotovelos, eu olhava pra ele com o olhar perdido, aproveitando cada estocada que ele me dava, com a respiração ofegante, só conseguia falar mais, quero mais, e assim ele me teve não sei quanto tempo, tive mais dois orgasmos.
Depois, sem perder um minuto, ele me colocou de quatro, igual um bicho, me segurou firme pela cintura e aquela vara divina me atravessou uma vez e outra, me dando todo o prazer que só um homem com um pau daquele era capaz de proporcionar. Eu, de quatro, recebia estocada atrás de estocada e ele com um dedo fazia carinho no meu clitóris, meus gritos de prazer eu abafava no travesseiro. Tive mais dois orgasmos maravilhosos e não sei quanto tempo fiquei semi-inconsciente, só sentia as metidas do meu negão e a respiração dele apressada. Só comecei a voltar à realidade quando senti ondas de gozo inundando minha buceta. Ele beijava meu pescoço, me acariciava com carinho e eu, completamente satisfeita, só olhei pra ele e falei:
- Meu amor, sou sua. Não sei quantos orgasmos tive, acho que foram cinco. Minha virilha e os lençóis estavam cheios de líquido vaginal e gozo. Felipe fumava um cigarro e comentou:
- Você se comportou muito bem, é uma tremenda na cama e o mais importante, VOCÊ TEVE ELE INTEIRO E PEDIU MAIS.
- Eu ri e falei:
- Obrigada, tava com muito medo, mas há anos desejava que isso que tá acontecendo acontecesse. Acho que tô completamente satisfeita. De novo, obrigada. Mordendo lábio inferior, ele disse baixinho: - A noite ainda não acabou. Nesse instante bateram na porta, era a Shalimar pra me avisar que era 1h da manhã e que, se o homem fosse ficar, ele tinha que pagar 16.000 bolívares, essa era uma das regras. Paguei do meu dinheiro, não devia incomodar meu rei de ébano com bobeiras.
Nesse momento lembrei que também tinha esquecido da camisinha, de qualquer forma, acho que não tinha do tamanho do colosso. Felipe me abraçou com carinho e disse: - Aproveitei como nunca e pelo que vi, você também. Não falei nada, só beijei ele e peguei de novo o pênis monumental dele e acariciei. Felipe me disse que, quando eu estava sendo penetrada por ele e eu por cima comandando as ações, fiquei mais de 5 minutos com os olhos abertos completamente virados, dizendo e repetindo: - INTEIRO TUDO DENTRO. A verdade é que 28 centímetros de carne bem manejada são pra enlouquecer qualquer uma. Meu negão se sentia tranquilo, mas na cara dele dava pra ver que ainda não tinha me dado o suficiente. Apagando o cigarro, ele se levantou da cama e me disse que pra dormir bem, não tem nada melhor que um banho revigorante.
Ele me carregou e, me levando pro banheiro, começamos a tomar banho e a nos ensaboar. Mal comecei a ensaboar o peito dele quando minhas pernas perceberam que o colosso já queria briga de novo. O safado tinha me feito gozar em quatro horas mais que meu marido em seis meses e não se dava por satisfeito. Trancamos o chuveiro e ele ensaboou meu corpo todo. Eu, por minha vez, peguei meu monstro e apertei com as duas mãos, e quanto mais apertava, mais duro ele ficava. Ele abriu o chuveiro e começou a chupar meus seios. Pra facilitar o trabalho dele e aproveitar o falo, enrolei minhas pernas na cintura dele, colocando meus seios na altura dos lábios dele e os lábios da minha buceta no lindo machete dele. Em poucos segundos, senti que o falo dele queria me penetrar, mas eu estava muito seca, então pedi pra ele passar óleo de bebê. Ele me levou nessa posição até o quarto, me sentou na Me sentei na penteadeira e ele se lambuzou de óleo, fazendo o mesmo com a minha bucetinha. Os dedos dele vasculharam os cantinhos mais profundos da minha xota, arrancando suspiros a cada toque. Meu negão gostoso, eu sentada na penteadeira, a gente se beijava com muita paixão. De repente, eu tinha os braços enroscados no pescoço dele, e ele segurou meus pulsos e os amarrou no cordão de nylon da rede, sem me machucar, mas firme. Fiquei presa, à disposição dele. Coloquei meus pés na penteadeira, deixando minha bucetinha toda aberta e pronta pra receber o pau mais lindo que eu podia imaginar.
Mas meu negão começou a chupar meus peitos e a bater forte no meu clitóris com os dedos, e de vez em quando enfiava o dedo no meu cu, arrancando gritinhos de prazer no começo. Mas em segundos, igual uma louca, desesperada, eu pedia pra ele me penetrar: — QUERO ELE INTEIRO DENTRO DE MIM!! Ele riu, mas atendeu meus pedidos. Com o pau todo duro, ele disse: — Olha como vou meter tudo. Baixei o olhar e vi minha buceta engolindo a cabeça do monstro do meu negão. Ele foi entrando bem devagar, e eu não aguentei mais, implorei: — Crava de uma vez. Ele me segurou pela cintura na hora e falou no meu ouvido, com voz rouca e cara de safado: — INTEIRO. De uma enfiada só, cravou o ferro dele, e em três ou quatro estocadas, me fez gozar um orgasmo de lascar. Sem vergonha, agindo como uma verdadeira puta, eu falei: — BATE FORTE, PAPAI. EMPURRA COM FORÇA E ME PARTE NO MEIO. Ele, manejando a espada dele com habilidade, metia com tudo, arrancando um grito de prazer, e depois tirava devagar. Repetiu várias vezes: enfiava com violência e tirava aos poucos, e de novo me deixou num desespero danado.
Em dois minutos, tive outro orgasmo foda e queria mais. A cara do meu macho tava transformada, parecia uma máquina de fazer amor. Sem tirar o pau de dentro, ele abriu o óleo de bebê e passou no membro dele, e com a mão... cheia de óleo, começou a me dar no ânus. Ele, em 4 horas, tinha pegado mais na minha bunda do que meu marido em 20 anos. Em poucos segundos, ele já tinha um dedo inteiro dentro do meu cu, mas mantinha com maestria seus 28 centímetros de pica na buceta. Com movimentos hábeis, me deixou de novo em brasa, e eu olhava pra ele e só conseguia dizer: — Forte, meu preto, me dá forte. Enquanto isso rolava, ele já tinha dois dedos dentro da minha bunda e, numa das saídas da pica da minha buceta, ele não voltou pro ataque. Não enfiou de novo, mas tirou os dois dedos do meu cu, levantou minhas pernas, e minha bunda ficou à disposição dele. Ele apontou o canhão pro meu buraquinho, e eu só consegui falar: — Love, não, por aí não, que dói muito. Ele me beijou e disse: — Vou meter um pouquinho, se doer, eu tiro. Na primeira investida, ele conseguiu enfiar um pouco a cabeça, mas doeu. Ele falou: — Aguenta que logo você vai sentir prazer. Tremendo de prazer e medo, fechei os olhos e me agarrei nas cordas que me prendiam. Não sei se foi pelo grau de excitação que eu tava, ou pelo trabalho prévio dos dedos, ou pelo lubrificante, mas quase de imediato, sem sentir muita dor, ele soltou a famosa frase: — INTEIRO, VOCÊ TÁ COM ELE INTEIRO. Abri os olhos e vi que o que faltava pra ter tudo dentro era só uns três centímetros. Então, enrolei minhas pernas na cintura dele e, fazendo pressão, me empinei sozinha. Ele começou a se mover devagar pra não me machucar, o que já não me importava, porque meu esfíncter já tinha dado conta de se alargar pra deixar o monstro passar. Me surpreendi quando eu mesma falei: — Meu love, me dá rápido que não dói. Não sei se tive um orgasmo, mas senti uma sensação de preenchimento. Meu preto já tinha conseguido tomar minha última virgindade. Falei pra ele: — Você deve se sentir orgulhoso, te dei em 6 horas mais do que pra qualquer outro homem. Ele não respondeu, mas dava pra ver que tava dando o melhor de si pra merecer esses prêmios. A pica dele estava retorceu na minha bunda, meu Deus, a glande dele me dava um prazer indescritível, a língua e os lábios dele dominaram meus peitos e as mãos calejadas dele tomaram conta das minhas costas e ombros, achei que ia gozar de novo, mas de repente ele tirou a vara da entrada traseira e enfiou na minha buceta, me fazendo gritar de prazer outra vez, dando várias estocadas, ele me soltou das amarras, o que me deixou abraçá-lo com pernas e braços, conseguindo uma penetração profunda, gozei várias vezes, dizendo e implorando:
- Quero seu leite, quero seu leite. - Ele me deu umas metidas vigorosas que me fizeram perder a visão de novo e me deram dois orgasmos indescritíveis. O mais lindo e intenso desses orgasmos é que, ao mesmo tempo, meu negão enchia cada cantinho da minha buceta com o esperma dele. Estávamos suados e exaustos, olhei pro rosto dele e, com a respiração ofegante, ele disse:
- Que delícia que os anjos soltam, tô morto.
Sério, agora sim notei ele cansado, porque me carregou por uns 10 minutos e ficou de pau duro numa posição desconfortável por mais de 45 minutos, nos beijamos, apaguei a luz e levei ele pra cama, comecei a fazer carinho no peito dele, ele dormiu tranquilo na hora, o rosto dele parecia cheio de paz e com a confiança de um homem que sabe que fez uma mulher feliz na cama.
Segurando o monstro que me deu tanto prazer entre minhas mãos, tentei dormir, não conseguia pegar no sono, não entendia o que tava rolando, depois de anos sonhando com isso, não conseguia acreditar que era real. Pensei que logo ia acordar e que não passava de uma fantasia. Assim, caí num sono bem leve, acordando a todo instante, mas minha mão esquerda, segurando o colosso do meu negão, me lembrava que não era fantasia, era uma realidade linda.
Assim chegou o amanhecer. O colosso do meu negão me acordou dando umas cabeçadas suaves na minha virilha, abri meus olhos e Felipe tava sorrindo pra mim, eu com toda a felicidade que naquele Naquele momento, fui tomada por uma emoção; deitei sobre ele e comecei a beijá-lo com ternura. Ele agarrou meus dois peitos com as mãos calejadas, e o colosso de Felipe eu sentia buscando um lugar inútil entre meus lábios e meu clitóris. As mãos dele agora foram para minha bunda, senti dor e falei com cara de menininha machucada por uma queda: — Papai, dói. Foi minha primeira vez. — Me perdoa, minha intenção não é te machucar, é te dar prazer. — Sim, meu céu, eu sei. E continuei a beijá-lo com ternura. Ele começou a beijar e morder meus peitos de novo, e eu esfregava meu clitóris na cabeça do pau dele. Ele tentou pegar o vidro de óleo de bebê, mas naquela hora me veio à cabeça: pra que precisava de óleo se o colosso que eu tinha entre meus lábios era capaz de me fazer produzir o melhor lubrificante do mundo? Falei pro meu negão: — Não, agora quem manda sou eu. Peguei a corda que estava pendurada na cabeceira da cama e, como pude, amarrei os dois braços dele na altura dos pulsos. Não sei se fiz direito, mas ele ficou imóvel, com uma cara de indefeso que eu acho que ele só estava entrando no jogo, mas que podia se soltar a qualquer momento. Naquela hora, me senti realizada: tinha alcançado o que sempre sonhei. Comecei a beijá-lo, enfiei minha língua na boca dele; as orelhas e o pescoço foram meu próximo destino. Minha mão esquerda agarrou meu colosso e comecei a masturbá-lo. Meus lábios conheceram por completo os peitorais dele, o umbigo, o púbis; os pelos encaracolados dele faziam cócegas nos meus lábios. Cada beijo e lambida me excitava mais. Beijei as bolas dele, o escroto preto, era uma pele dura com pelos grossos e compridos. Eu estava altamente excitada. Minha buceta, meus lábios, minhas pernas e as pernas dele estavam cheias do meu líquido vaginal. Tinha chegado a hora de cravar aquele monstro sem ajuda de ninguém e sem óleo de bebê. Me abaixei e coloquei minha rachinha em cima do facão preto e ereto do meu macho e, sem pensar duas vezes, busquei com desespero a enfiada. Mordi meus lábios para não gritar, com os olhos semicerrados. Fechei os olhos e vi que meu negão tava me olhando de olhos bem abertos, e a cada mostra da minha dor, o pau dele recebia mais sangue, crescendo ainda mais. Isso me excitou ainda mais e continuei me enfiando, focando em conseguir uma penetração total. Centímetro por centímetro, o colosso ia entrando, mas a dor era insuportável e eu tava quase desistindo por causa do tamanho e grossura do pênis e da estreiteza da minha buceta, quando de repente chegou aos meus ouvidos o barulho de um aparelho de som de outro quarto com os acordes de uma música que me deu energia. Era a voz de Maria Marta Serra Lima. E a letra dizia: "Você é o culpado de todas as minhas angústias, de todos os meus sofrimentos. Você encheu minha vida de doces inquietações e amargos desencantos. Seu amor é como um grito que carrego aqui no peito e aqui no coração. E sou, mesmo sem querer, escravo dos seus olhos e brinquedo do seu amor." Essa música ouvida ao longe me deu força pra continuar, porque a canção interpretada por MM Serra refletia perfeitamente, naquele momento, a relação com meu negão. Segui em frente na minha missão conquistadora e, quando se ouviam os últimos acordes daquela música: "Você me desespera, me mata, me enlouquece, e até a vida daria pra vencer o medo de beijar você", eu tinha conseguido meu objetivo: INTEIRO, EU TENHO ELE INTEIRO DENTRO DE MIM. Conquistado meu objetivo, estiquei minhas pernas, que foram firmemente enlaçadas pelas pernas do meu negão, minha barriga sobre a barriga dele, meu peito sobre o peito dele, minhas mãos entrelaçadas nas mãos amarradas do meu amado, minha língua procurou a língua dele e meu olhar se uniu ao dele. Nessa união total, sussurrei no ouvido dele: — Você é meu, não se mexe. — E comecei a balançar meu corpo atravessado pela arma mortal dele. Cada roçada do meu clitóris na barriga dele e nos pelos encaracolados me dava um prazer indescritível. Ele, com as pernas amarradas nas minhas como um alicate, as mãos dele, minhas mãos, a língua dele, minha língua, o pau dele e minha buceta unidos, me levaram pro paraíso. Ao longe, a música continuava. ouvindo o CD da MM Serra Lima. Em um momento, quase tive um orgasmo, mas não queria, queria ficar assim atravessada pelo que restava da minha vida. Várias vezes tive que dizer ao meu amado com voz autoritária: - NÃO SE MEXA, FIQUE COMO MORTO.
- pussy, DEVO ESTAR MORTO PARA SENTIR O QUE SEU CORPO ME FAZ SENTIR E NÃO ME MEXER. Eu precisava acalmá-lo, não podia permitir que depois de tanto esforço eu não pudesse aproveitar ao máximo.
- TRANQUILO love, DEIXA EU TE APROVEITAR COMO NINGUÉM FEZ. Soltei minhas mãos das dele e, apoiando-me em uma, com a outra agarrei um seio e coloquei na boca dele. Imediatamente seus lábios o agarraram e começaram a chupar, beijar e lamber. Isso o tranquilizou e acalmou, e me permitiu continuar aproveitando-o com um ritmo suave, mas luxurioso, da minha barriga sobre a barriga dele. Meus músculos da buceta apertavam o colosso, comprimiam, e as cabeçadas que ele dava nas paredes da minha buceta eram rapidamente reprimidas pelos músculos da buceta. Não sei quanto tempo passou, 20-30 minutos, não sei. De repente, não consegui mais me controlar, recuperei meu seio, disse ao meu negão que liberasse minhas pernas e, sem deixar de tê-lo inteiro dentro de mim, coloquei minhas pernas flexionadas de cada lado das coxas dele. Com essa liberdade de movimento, apoiei minhas mãos nos ombros do meu negão e, com uma destreza que não sei de onde tirei, comecei a me mover de cima para baixo, cravando uma e outra vez o colosso do meu negão. Quando me elevava, deixando só a cabeça do colosso dentro de mim, podia ver por completo o corpo do colosso sulcado de veias roxas. A base do colosso, assim como os lábios da minha bucetinha, estavam cheios de líquido lubrificante esbranquiçado, que contrastava com o preto da pele dele e o tom oliva da minha. Como uma possessa, uma e outra vez cravava a espada redentora do meu amado. Meus gritos e soluços deviam ter sido ouvidos em todo o puteiro, mas imagino que se os homens que vêm aqui são como o Felipe, aqui se produzem mais uivos do que os que produzem os lobos do Alasca.
Meu negão não dizia nada, mas mordia os lábios e tinha o olhar perdido. De repente, ele se soltou da corda, me puxou pro corpo dele e eu estiquei minhas pernas de novo, que foram imediatamente presas pelas dele, e juntamos pernas, mãos e língua de novo, e eu balançando pra cima e pra baixo, conseguimos ao mesmo tempo um orgasmo indescritível. Ficamos exaustos, suados, mas totalmente satisfeitos. Felipe acendeu um cigarro e disse que, se a gente pudesse classificar os orgasmos, esse seria o máximo. Eu, feito uma colegial, falei: — A gente pode fazer igual com os furacões, dar uma numeração de acordo com a intensidade. Pra mim, esse é de Intensidade cinco. A gente concordou. — Essa foda foi de intensidade cinco. — Ficamos nos olhando com uma ternura imensa, e eu, claro, acariciando meu colosso adormecido, e ao fundo, bem longe, os últimos versos da música 'El día que me quieras' cantada pela MM Serra Lima, embalando nosso ninho de amor e sexo: Desde o azul do céu, as estrelas invejosas vão nos ver passar, e um raio misterioso... Não consegui continuar ouvindo porque meu negão me disse:
— Um banho, um bom café da manhã caseiro e você vem comigo pras praias de Bobures.
— Eu, sem pensar duas vezes, falei: sim, meu rei, em 20 minutos tô pronta. Continua...
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