Ela e eu sempre fomos colegas de escritório, uma brincadeirinha ou outra, tudo inocente e na boa, até a festa de fim de ano. Bebidas e dança se juntaram de um jeito casual pra que eu finalmente criasse coragem de chamar ela pra dançar (não sou nem um pouco bom dançarino, longe disso). Uma amiga em comum sabia que eu sentia atração física por ela há muito tempo, mas ambos casados e sem muito em comum além do trabalho, não tinha muitas oportunidades de criar uma intimidade com ela. Até aquele dia — vamos chamar a amiga de Alexandra —, eu me animei a convidar ela pra dançar na boa. Fui até a mesa dela, levei um drink que ela tinha tomado a noite toda, conversamos de leve e me animei a chamar ela pra dançar. Dançamos, rimos, bebemos e comemos; pra minha sorte, tínhamos muitos gostos em comum. Cada vez que podia, eu roçava suavemente a pica no corpo dela, imaginando ela pelada (as poucas luzes e a bebida me animavam a me arriscar mais), até que notei que ela gostava, não me colocava obstáculos. Nessa altura, eu já fazia com mais malícia... Percebi que ela também me acariciava com a mão e me olhava fixo nos olhos. Entendi que era minha hora e me atrevi a roubar um beijo dela. Qual foi minha surpresa! No começo, uma certa recusa, mas depois ela mesma me pegou pelo pescoço e me deu um beijo tão intenso e carregado de luxúria que senti que não podia deixar essa oportunidade escapar. A mulher que eu mais gostava e que provocava fantasias sujas na minha mente finalmente estava me beijando e esfregando as tetas gostosas dela em mim. Foram alguns segundos, mas pareceram horas. Eu conhecia o lugar, já que tinha conseguido ele pra fazerem a festa ali... Atrás tinha um motel muito bonito; não hesitei em levar ela em segredo pra lá. Tanto eu quanto ela éramos casados, ninguém podia saber que saímos juntos da festa, muito menos pra um motel.
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