Continuando com o relato da Lupita. Quando o Toño e o Manuel foram embora, fiquei puta com o que falaram da minha mãe. Pensei: vou dar um pé na bunda do Toño, não tô nem aí se ele contar pra todo mundo o que eu fiz com ele, o que importa é minha mãe, não quero que inventem mentiras sobre ela. Entrei em casa, ela tava normal, sempre soube que era gostosa e nunca vi ela conversando com homem, só o básico com vizinhos, parentes, amigos, carinhosa com a gente (eu e meu irmão). Mas a partir daquele dia, ia prestar mais atenção. Nos dias seguintes, o Toño queria me comer todo dia, mas não deixei. Só fomos transar uns 3 dias depois, na casa abandonada, mas sem o Manuel. Entramos, nos beijamos, ele puxou meus peitos pra fora e, feito um bezerrinho, se agarrou. Chupava como se quisesse tirar leite, mas só arrancou meus gemidos. Ao mesmo tempo, enfiou as mãos, uma na frente e outra atrás, tocando tanto minha buceta quanto minhas nádegas. Me encostei na parede e, como já conhecia o lugar, eu mesma procurei o canto da outra vez. Me sentia bem ali porque entrava a luz do poste da rua, já que não tinha janela. Ali via meus peitos sendo devorados, minhas auréolas babadas e meus biquinhos bem duros com o tratamento que tavam levando. Ele tirou algo da bolsa, pensei que era droga, mas era só uma camisinha. Até aquele momento, nem tinha pensado em engravidar. Como viu que eu vi, disse que o irmão dele tinha dado pra evitar problemas. Antes de colocar a camisinha, me encostou na parede, ajoelhou na minha frente, tirou minha calcinha e enfiou a cara na minha buceta. Falou: "cê já tá bem molhadinha" e meteu a língua. Começou a chupar, mexia a língua bem gostoso, e eu segurei ele pela nuca, queria que ele enfiasse mais, que afundasse a língua toda. Comecei a rebolar, guiava ele pra onde sentia mais gostoso, e aí molhei a cara toda dele, gozei na língua dele. Ele levantou, colocou a camisinha e meteu tão gostoso, bom, foi assim que senti. Levantou minha perna e eu sentia cada enfiada que ele dava. Eu mesma me empurrava contra ele. Queria que a Se fosse maior pra me empalar mais, nessa posição gozei mais duas vezes, não queria que acabasse, ainda queria pica, uma menina de 13 anos sendo submetida, entregue a uma paixão de adulto, ela gozou e meio que me decepcionei, queria mais, perguntei por que seu amigo não veio, ela sorriu e disse: "Você quer mais, né? Tô bem cachorra, agora me recupera e fodo você de novo", respondi: "Não, quero chupar sua pica", e me joguei no pau dela, saboreei a porra, tava mole e não subia, ela disse: "Espera, ainda não me recuperei, você me esvaziou todo". Fiquei chupando um tempo e não insisti porque tinha que ir, vesti minha calcinha e ele me levou pra casa, chegando, minha mãe tava lá fora, Toño disse: "Lá está a dona gostosa, me corta aqui, não quero que ela fale nada", respondi: "Ok". Passaram-se vários dias em que prestei mais atenção na minha mãe, num sábado vi o primeiro sinal, meu irmão trabalhava de manhã até as 5 da tarde e estudava das 6 às 10 na universidade, isso de segunda a sexta, então chegava depois das 11, sábados e domingos não trabalhava, no sábado ia com os amigos jogar futebol. Nesse sábado vieram uns colegas e amigos do meu irmão porque iam jogar futebol e sentaram no quintal de casa enquanto meu irmão vestia o uniforme, eles já estavam de short e camiseta, minha mãe saiu pra oferecer água e refrigerante, eu fiquei dentro de casa vendo pela janela, de lá vi como ela entregava os copos, mas um deles tava sentado atrás dos outros dois, minha mãe se aproximou dele e ele puxou o pau pra fora do short na frente dela, os outros não viam porque minha mãe tampava a visão, mas a minha não, ele sorria e se esfregava no pau, não vi a cara da minha mãe até ela se virar, vi ela sorrir como se nada. Meu irmão saiu e foram embora, fiquei com ela e perguntei quem era aquele rapaz, "É colega de trabalho do seu irmão, por que, cê gosta dele?" Respondi que não, "Que bom", ela disse, "Por quê?", respondi, "Porque não". Vale a pena, não tem futuro nem como namorado, eu não queria pra você, muito menos como marido. Só pra tirar mais reações dela, falei: "Bem, olhando direito, feio ele não é. Cê não acha que ele daria um bom genro?" Ela respondeu brava: "Nem brincando fala isso." Aí eu insisti: "Vou falar pro meu irmão me apresentar ele." Ela respondeu: "Cala a boca, você é louca." Deixei assim por uns dias, mas quando estávamos em casa, não tirava os olhos dela. O telefone tocava e eu não dava tempo dela atender, corria e atendia eu, e desligavam. Se ela conseguisse atender antes, eu não saía de perto até ela desligar. Perguntava quem era, e ela respondia: "Ninguém", "Enganaram", ou já puta da vida dizia: "O que você tem com isso?" Até que chegou sábado, os amigos chegaram. Falei pro meu irmão na frente dela: "Me apresenta aquele rapaz." "Quem, o Jorge?" Minha mãe gritou: "Lupita, já chega dessa brincadeira, para com isso." Respondi: "Por que você fica brava? Tá com ciúme?" "Ciúme de quê, estúpida?" ela disse. Meu irmão e eu ficamos de boca aberta, nunca tinha nos falado assim. Fui pro meu quarto, mas da janela, escondida atrás das cortinas, fiquei observando tudo. Um deles pediu pra usar o banheiro e meu irmão levou ele pra dentro. Os outros dois ficaram no quintal com minha mãe. Chegaram perto dela, e o Jorge ia pegar uma bunda dela, mas ela segurou a mão dele e olhou pra minha janela. Eu me afastei um pouco, achando que ela tinha me visto, mas não. Ela falou alguma coisa pra eles e não soltou a mão dele. Parou de olhar pra minha janela e foram pra entrada de casa. Lá eu não via mais nada, mas ouvia. Escutei ela dizer pra eles serem mais discretos. Depois meu irmão e o outro amigo saíram e foram jogar. Como eu saía da escola às 6:30, pedi pro Toño, meu namorado, ficar de olho nela de tarde até ele vir me buscar. Passaram-se vários dias, até que um dia ele veio me buscar e disse que um cara tinha ido na minha casa, ficou um pouco mais de meia hora e foi embora. Pelo que ele descreveu, meu estômago embrulhou: era o Jorge. Toño me perguntou: "Vai me dar meu prêmio?" Eu tava tão puta que... Responde, agora não vem com essas merdas não. Fui pra casa, ia reclamar com a minha mãe. Toño vinha atrás de mim, falando e falando, eu nem ligava, até que ele me pegou pelo braço e disse: "E o que você vai falar pra ela? Como é que você descobriu?" "Cê tem razão, Toño. Então como a gente faz?" Ele disse: "Deixa eu pensar. Por enquanto, vamos um pouquinho pro nosso ninho pra você descontar essa raiva." "Ok, vamos", respondi. No caminho, encontramos o Manuel. Ele perguntou: "Pra onde vocês vão?" A gente riu, não respondemos, e ele disse: "Ah, já sei. Beleza, depois vejo vocês." Falei: "Não quer ir com a gente?" Ele respondeu: "Sério?" "Sim." Chegamos no ninho. Já lá dentro, Toño começou a me beijar, me agarrou as nádegas e eu fiz sinal pro Manuel me abraçar por trás. Aproveitando que Toño abria minhas nádegas, ele enfiou o pau no meio delas, mesmo eu ainda de calcinha. Senti ele bem duro, empurrando a calcinha contra meu cu ainda virgem. Sentia as picadas onde ele queria entrar, e mais ainda quando me inclinei pra chupar o pau do Toño. Abaixei o rabo pra me ajoelhar, porque minha calcinha não ia aguentar muito e eu não queria que fosse o Manuel quem me estreasse por ali. Manuel disse: "Deixa ela chupar o meu." Toño cedeu o lugar pro amigo, colocou a camisinha, me tirou a calcinha e meteu na minha buceta. Comecei a chupar o Manuel e veio na minha cabeça o que eles tinham falado da minha mãe. Tirei o pau do Manuel da boca e perguntei: "Então vocês viram que comiam a minha mãe?" "Sim", disse Toño. "Tavam comendo ela assim, um na boca e outro na buceta dela." Ao ouvir isso, gozei só de imaginar. Toño me comeu até terminar. Saiu de dentro de mim. Manuel disse: "Agora eu continuo." Toño perguntou: "Traz camisinha?" "Não", respondeu Manuel. "Se não for com camisinha, não pode", disse Toño. "Por quê?", replicou Manuel. "Não vê que se a gente engravidar ela, não vamos saber quem é o pai?", disse Toño. Falei pro Manuel: "Se contenta com a mamada." Saímos de lá e eles me levaram pra casa.
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