Meu avô Pepé: Oi, me chamo Jasmim, bom, Jasmim buceta, Conceição por parte da minha avó, porque fui a única neta dela (os outros são homens). Além disso, sempre me disseram que sou idêntica a ela, e acho que por isso fui a queridinha do meu avô. Ele a amava muito e sempre dizia que não sabia o que faria se um dia a buceta dele o deixasse. Infelizmente, ela morreu há mais de um ano, deixando meu avô muito triste e deprimido. Por isso, eu ia vê-lo quase todos os dias, e todo mundo dizia que comigo ele se sentia melhor. Eu também estava muito triste; com minha avó Conceição eu me dava super bem e sentia muita falta dela. Ela era meio liberal, então à s vezes eu contava minhas coisas e intimidades pra ela, e ela também contava pra mim. Meu avô ouvia e à s vezes saÃa do quarto furioso com as coisas que escutava, haha. Sobre namorados que a avó tinha tido e como a tinham levado pra segunda ou terceira base, hehe. Ou ouvia o quanto eu admirava o professor de inglês da escola, eu brincava dizendo que ele era um cinquentão, ele era muito ciumento. Me xingava se eu fosse de saia curta pro colégio, nossa, haha. Brigava com minha avó por contar as coisas quentes dela, como ele chamava nossas conversas de mulher. Uma vez, conversando com ela, ela me contou que meu avô foi o único na vida dela, do quanto ele era gostoso quando jovem e de como ele a fazia feliz, e que, apesar da idade madura, ele era muito criativo na cama. A verdade é que, desde aquele dia, fiquei curiosa e também com um pouco de tesão, porque, embora já tivesse transado com alguns caras do colégio, sentia que eles não me satisfaziam completamente. Na verdade, à s vezes eu tinha que terminar me masturbando. Claro que ficava excitada com eles e sentia prazer, mas, durante o ato, sempre queria sentir mais. Nunca chegava ao fim de verdade, queria que eles fossem mais fundo e até fantasiava ter algo maior dentro de mim ou alguém com mais experiência que soubesse me tratar e me guiar até o topo. como sempre sonhei. Então, desde que aconteceu o da minha avó, eu ia com meu avô quase todo dia; já ia toda desbocada, de legging e fio dental, saia curta e blusinha decotada, bem pintada, bem bronzeada na piscina, e ficava lá olhando pra ele, ouvindo ele, provocando os olhares dele e quando eu pegava ele olhando minhas pernas ou meu decote, ele virava o rosto rápido, mas eu percebia tudo. A gente conversava sobre as histórias dele, ele me mostrava o álbum de fotos, cantava as músicas e lia os poemas que escreveu pra minha avó, mas mesmo assim eu notava ele triste e à s vezes até via lágrimas escorrendo de tanta tristeza que ele tava. Eu olhava pra ele e tentava ser forte, mas ficava comovida, então abraçava ele e também começava a chorar. Tentando ser empática, sentava no colo dele e consolava ele no meu peito, e ele me abraçava e massageava minhas costas com as palmas abertas, com aquelas mãos grandes, e se aninhava entre meus peitinhos. E eu, consolando ele, não via nada de errado nisso. Eu amava ele de verdade e também sentia um desejo, só um pouquinho, nada mais — pura curiosidade de adolescente. Passaram uns meses, e eu notava que ele continuava na mesma. Quando eu chegava, ele começava a falar da avó, e eu cortava o assunto e dizia: "Não fica triste, vô, deixa ela descansar em paz." E ele me dizia que eu lembrava muito ela quando era jovem. Até que um dia, quando a gente tava abraçado e eu chorando, ele falou: — Já chega, já não chora mais, não gosto de te ver assim. — É que... vô... te vejo e fico mal. — Por quê, o que você vê? — Vejo você triste e não gosto de te ver assim. — Bom, te prometo que não vou mais ficar triste, mas você também promete o mesmo pra mim. — Sim, vô, e prometo que vou fazer de tudo pra te fazer feliz. — Você já me faz feliz por estar aqui do meu lado. Ele começou a acariciar meu cabelo, meu rosto e continuou: — Você é tão parecida com sua avó, tão bonita, tão macia. Me abraçou, mas de um jeito diferente. Dessa vez, ele se aninhou no meu pescoço e eu senti o... respiração arrepiando toda minha pele e ele passava as mãos nos meus quadris. Vô! Falei, vamos, anima aÃ, que tal consertar minha bike e fazer algo em famÃlia? Trouxe minha bicicleta, deixa eu pegar. Ele aceitou, cordial como sempre. A gente tava nessa quando comecei a sentir que ele me encarava enquanto revisávamos a bicicleta. Comecei a sentir aquele olhar que os garotos do colégio me davam quando queriam falar comigo. E achei tão fofo que comecei a provocar ele. Me abaixei pra olhar a bicicleta, explicando os problemas, quando senti a mão dele acariciando minha bunda de novo, arrepiando aquela parte da pele. Vô, ri sem graça, e ele disse como minha bunda parecia com a da minha avó. Me deixei levar e deixei ele me tocar, tava tão gostoso e a curiosidade de ver aquela pica que a vó tanto falava me venceu, e eu virei uma putinha, abri as pernas do meu avô mostrando minha calcinha fio dental e falei: olha, vô, também te lembra a periquita da vó? Não, essa é mais gostosa, minha filha, ele falou e começou a passar a lÃngua por todo o meu púbis, aà pegou meu clitóris com a lÃngua e me fez enlouquecer. Então finalmente ele tirou a pica gostosa dele e eu admirei por uns segundos longos e, sem hesitar, chupei, coloquei na boca e deslizei até a garganta. Você mama melhor que a puta da sua avó, que Deus a tenha, ele disse. Eu fiquei excitada e comecei a chupar a pica dele como uma desesperada, e ele também falava: mama, filha, mama bem. Depois que deixei ela bem grossa e dura, montei e coloquei na minha bucetinha, doeu um pouco pra entrar, mas com a mão peguei saliva e passei no pau dele, aà entrou gostoso até o fundo, hummm, gemi bem alto. E o vô começou a mexer a pica dele tão gostoso que lembro como se fosse ontem. Eu levantei, fiquei de quatro pra ele e a primeira coisa que ele fez foi comer meu cu, enfiou a lÃngua tão suculenta, tão de surpresa, que gemi igual uma ovelhinha e meus olhos viraram pra trás. E falei: ai, vô, me fode, por favor. O vovô tomou impulso e enfiou a pica linda dele em mim, não queria entrar, mas ele passou saliva, cuspiu no meu cu e deixou ele todo melado 🤤. Aà senti um choque subindo do cóccix até a espinha, auuuuch, chorei. Aii, espera. Ele ficou parado um tempo, depois se mexeu e não doeu mais tão ruim, me deu umas metidas fortes que fazia meu lÃquido escorrer pelas minhas pernas ahhh ahhhhh ahhhhh eu gemia igual uma putinha, você geme igual uma putinha, o vovô falou. Que gostosa você tá, neném linda. Aà ele falou vem rápido e tirou o pau dele durasso, cheio de veia, carnudo, musculoso, vermelho de tanto me comer, bateu uma com a mão e apontou bem pra minha boquinha 🤤. E todo o leite dele escorreu pela minha boca e pelo meu rosto 😀. Fui tão feliz, como nunca imaginei, e com a pessoa menos esperada. E essa é minha história, espero que você compartilhe.





























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