Antes de começar, queria deixar claro que essa história não é minha, é de uma garota contando como foi a vida dela no colégio (tipo ensino médio no Chile, pra vocês entenderem).
Se você gostou da história, lembra de deixar um comentário, pontos e, se quiser que eu publique alguma anedota sua ou algo assim, me manda no chat.
Tinha 17 anos, tava no colégio, terceiro ano do ensino médio. Sempre fui a tímida e burra da escola. Gostava de uns caras, mas nunca falava com eles nem chegava perto. Não tinha amigos nem amigas. Usava saia longa, tinha espinhas e óculos, e ainda me zoavam por causa disso.
Meus colegas de sala me infernizavam e tornavam minha vida um inferno: me batiam, pegavam minhas coisas, me humilhavam, me davam apelidos.
No meu aniversário, jogaram ovos em mim e, pra piorar, foi o cara que eu gostava da sala. Ele sempre fazia piadas comigo, e dessa vez eu comecei a chorar. A professora viu e obrigou ele a me acompanhar até o banheiro pra limpar meu rosto. Eu... saí correndo, peguei minhas coisas e minha garrafa d'água, não queria que ninguém me visse... e sem perceber, ele vinha atrás de mim. Ele falou pra eu limpar o rosto ou ele seria castigado. Gritei que ele era um imbecil!!! Nunca pensei que ele entraria no banheiro feminino, mas lá estava ele, sem vergonha nenhuma, e fechou a porta. Ele disse: — Já, sua estúpida!! Lava essa cara rápido que não quero ficar nesse banheiro de merda e muito menos com você! Já que a professora filha da puta mandou eu voltar com você — Eu cuspi na cara dele, porque ele tava acostumado que eu tivesse medo dele, e também porque tava com muita raiva. Ele pegou minha garrafa d'água e jogou tudo em cima de mim. Fiquei toda encharcada, odiei ele tanto, meu rosto, meu cabelo e minha camisa estavam todos molhados. Tava acostumada que ele sempre me olhasse com desprezo, mas dessa vez foi diferente... ele ficou paralisado olhando pra minha camisa. Eu disse: — Olha o que você fez!! Você é um merda — Até que percebi que ele não parava de olhar pro meu peito. Obviamente, fiquei olhando pra ele e me tapei com as mãos. Ele se... Me aproximo e ele me disse - você me dá nojo, sua gorda de merda, acha que eu olho pra suas tetas de bosta? Não se comporte mal, não te convém, e tapa essas tetas que dá pra ver os bicos empinados, puta arrombada - eu... nunca vou esquecer isso, me senti muito suja e feia. Ele pegou as coisas dele e foi embora.
Desde aquele momento, ele sempre me olhava demais, ou pelo menos era o que eu sentia. Uma vez, as cuties (meninas) "populares" da sala estavam me batendo (como sempre) por pura besteira... eu tentando me defender como sempre... isso acontecia num canto de um ginásio porque não tinha nem inspetores nem professores. Pra minha má sorte, o Antonio passou bem na hora, e as estúpidas, pra se exibirem pra ele, me fizeram um calção chinês e chegaram a rasgar minha calcinha de tanto puxar. Me senti muito mal, minha buceta doía pra caralho e meu cu tava dormente de tanta dor. Obviamente, essas estúpidas esperaram ele rir, mas ele só ficou me olhando estranho. Bateu o sinal que marcava o fim do recreio, fazendo as estúpidas irem embora. Talvez tenham pensado que o Antonio ficou com vergonha alheia. Ele se aproximou de mim e, em vez de me ajudar, puxou mais minha calcinha e terminou de rasgar, o filho da puta. Ainda lembro das lágrimas escorrendo de dor, e ele tava com a cara vermelha e o pau duro, tenho certeza que ele gozou enquanto eu chorava.
Faz tempo que me sentia muito perseguida pelo Antonio e, de certa forma, eu gostava dele. Um dia, saí muito cedo de casa e cruzei com ele na rua, a caminho do colégio. Ele tava fumando um cigarro e não faço ideia do porquê, mas eu o cumprimentei e pedi um cigarro. Nunca tinha fumado antes, tossi igual uma louca e até vomitei depois, basicamente me fez muito mal. Ele caiu na risada e disse - você é patética -. Paramos numa praça porque ele foi pedir fogo pra uma mina de outro colégio que tava lá. Depois, seguimos e ele disse - viu aquela louquinha? Essa sim é gostosa, hein... diferente de você... - eu só fiquei quieta. Ele parou e me perguntou - você gosta de mim? - e eu confirmei com um movimento de cabeça. A cabeça bem trêmula e tímida. Ele me disse — então me mostra elas — perguntei o que era porque não fazia ideia, e ele disse — seus peitos — eu falei que aqui nem fodendo, aí ele disse que ia embora então. Ele foi embora e doeu tanto, senti como se estivessem rasgando meu coração.
Eu... tenho que admitir que fiquei obcecada por ele, só queria a atenção dele. Um dia acordei cedo e vi ele saindo de casa, ele mal me viu e se aproximou. Ele disse que ia matar aula, que tinha uísque e cigarros, e que eu fosse com ele, mas de um jeito tão ofensivo, ele falou — quer fugir ou não, sua gorda desgraçada? —. Nós fugimos pra um parque, lá ele nem me olhava, então desesperadamente eu tentava chamar a atenção dele falando muito, mas nada, lei do gelo. Aí, num ato de desespero, eu peguei minha blusa e levantei, e falei... Antonio, olha pra mim!! Ele riu... eu fiz ele rir, me senti bem e gostosa... Ele me olhou muito feliz e disse — você é louca, sua cabra desgraçada, mostrou os peitos pra todo mundo, que porra é essa? — Ele me abraçou e falou no meu ouvido — mostra de novo, conta até seis — Eu me senti tão usada, tão lixo, e fiz isso, levantei minha blusa e contei até seis, enquanto suava de medo no meio do parque. Senti uma dor forte no meu peito... ele tinha me queimado com um dos cigarros dele. Gritei muito de dor, ele ria pra caralho e eu não me reconhecia, não sabia por que fazia aquilo. Eu comecei a morder minha blusa, ele enfiou a mão por baixo e me tocou. Ele diz — dói aí? — e enfiou a mão por baixo do meu sutiã e pegou meu mamilo, e enquanto fazia isso, um velho ficou olhando, e foi nojento, mas eu gostava, só que ele era cruel demais comigo.
Quer saber se querem a próxima parte? Vai ser pesado.
Se você gostou da história, lembra de deixar um comentário, pontos e, se quiser que eu publique alguma anedota sua ou algo assim, me manda no chat.
Tinha 17 anos, tava no colégio, terceiro ano do ensino médio. Sempre fui a tímida e burra da escola. Gostava de uns caras, mas nunca falava com eles nem chegava perto. Não tinha amigos nem amigas. Usava saia longa, tinha espinhas e óculos, e ainda me zoavam por causa disso.
Meus colegas de sala me infernizavam e tornavam minha vida um inferno: me batiam, pegavam minhas coisas, me humilhavam, me davam apelidos.
No meu aniversário, jogaram ovos em mim e, pra piorar, foi o cara que eu gostava da sala. Ele sempre fazia piadas comigo, e dessa vez eu comecei a chorar. A professora viu e obrigou ele a me acompanhar até o banheiro pra limpar meu rosto. Eu... saí correndo, peguei minhas coisas e minha garrafa d'água, não queria que ninguém me visse... e sem perceber, ele vinha atrás de mim. Ele falou pra eu limpar o rosto ou ele seria castigado. Gritei que ele era um imbecil!!! Nunca pensei que ele entraria no banheiro feminino, mas lá estava ele, sem vergonha nenhuma, e fechou a porta. Ele disse: — Já, sua estúpida!! Lava essa cara rápido que não quero ficar nesse banheiro de merda e muito menos com você! Já que a professora filha da puta mandou eu voltar com você — Eu cuspi na cara dele, porque ele tava acostumado que eu tivesse medo dele, e também porque tava com muita raiva. Ele pegou minha garrafa d'água e jogou tudo em cima de mim. Fiquei toda encharcada, odiei ele tanto, meu rosto, meu cabelo e minha camisa estavam todos molhados. Tava acostumada que ele sempre me olhasse com desprezo, mas dessa vez foi diferente... ele ficou paralisado olhando pra minha camisa. Eu disse: — Olha o que você fez!! Você é um merda — Até que percebi que ele não parava de olhar pro meu peito. Obviamente, fiquei olhando pra ele e me tapei com as mãos. Ele se... Me aproximo e ele me disse - você me dá nojo, sua gorda de merda, acha que eu olho pra suas tetas de bosta? Não se comporte mal, não te convém, e tapa essas tetas que dá pra ver os bicos empinados, puta arrombada - eu... nunca vou esquecer isso, me senti muito suja e feia. Ele pegou as coisas dele e foi embora.
Desde aquele momento, ele sempre me olhava demais, ou pelo menos era o que eu sentia. Uma vez, as cuties (meninas) "populares" da sala estavam me batendo (como sempre) por pura besteira... eu tentando me defender como sempre... isso acontecia num canto de um ginásio porque não tinha nem inspetores nem professores. Pra minha má sorte, o Antonio passou bem na hora, e as estúpidas, pra se exibirem pra ele, me fizeram um calção chinês e chegaram a rasgar minha calcinha de tanto puxar. Me senti muito mal, minha buceta doía pra caralho e meu cu tava dormente de tanta dor. Obviamente, essas estúpidas esperaram ele rir, mas ele só ficou me olhando estranho. Bateu o sinal que marcava o fim do recreio, fazendo as estúpidas irem embora. Talvez tenham pensado que o Antonio ficou com vergonha alheia. Ele se aproximou de mim e, em vez de me ajudar, puxou mais minha calcinha e terminou de rasgar, o filho da puta. Ainda lembro das lágrimas escorrendo de dor, e ele tava com a cara vermelha e o pau duro, tenho certeza que ele gozou enquanto eu chorava.
Faz tempo que me sentia muito perseguida pelo Antonio e, de certa forma, eu gostava dele. Um dia, saí muito cedo de casa e cruzei com ele na rua, a caminho do colégio. Ele tava fumando um cigarro e não faço ideia do porquê, mas eu o cumprimentei e pedi um cigarro. Nunca tinha fumado antes, tossi igual uma louca e até vomitei depois, basicamente me fez muito mal. Ele caiu na risada e disse - você é patética -. Paramos numa praça porque ele foi pedir fogo pra uma mina de outro colégio que tava lá. Depois, seguimos e ele disse - viu aquela louquinha? Essa sim é gostosa, hein... diferente de você... - eu só fiquei quieta. Ele parou e me perguntou - você gosta de mim? - e eu confirmei com um movimento de cabeça. A cabeça bem trêmula e tímida. Ele me disse — então me mostra elas — perguntei o que era porque não fazia ideia, e ele disse — seus peitos — eu falei que aqui nem fodendo, aí ele disse que ia embora então. Ele foi embora e doeu tanto, senti como se estivessem rasgando meu coração.
Eu... tenho que admitir que fiquei obcecada por ele, só queria a atenção dele. Um dia acordei cedo e vi ele saindo de casa, ele mal me viu e se aproximou. Ele disse que ia matar aula, que tinha uísque e cigarros, e que eu fosse com ele, mas de um jeito tão ofensivo, ele falou — quer fugir ou não, sua gorda desgraçada? —. Nós fugimos pra um parque, lá ele nem me olhava, então desesperadamente eu tentava chamar a atenção dele falando muito, mas nada, lei do gelo. Aí, num ato de desespero, eu peguei minha blusa e levantei, e falei... Antonio, olha pra mim!! Ele riu... eu fiz ele rir, me senti bem e gostosa... Ele me olhou muito feliz e disse — você é louca, sua cabra desgraçada, mostrou os peitos pra todo mundo, que porra é essa? — Ele me abraçou e falou no meu ouvido — mostra de novo, conta até seis — Eu me senti tão usada, tão lixo, e fiz isso, levantei minha blusa e contei até seis, enquanto suava de medo no meio do parque. Senti uma dor forte no meu peito... ele tinha me queimado com um dos cigarros dele. Gritei muito de dor, ele ria pra caralho e eu não me reconhecia, não sabia por que fazia aquilo. Eu comecei a morder minha blusa, ele enfiou a mão por baixo e me tocou. Ele diz — dói aí? — e enfiou a mão por baixo do meu sutiã e pegou meu mamilo, e enquanto fazia isso, um velho ficou olhando, e foi nojento, mas eu gostava, só que ele era cruel demais comigo.
Quer saber se querem a próxima parte? Vai ser pesado.
1 comentários - Relatos de uma Submissa