Depois que meu pai e o Rana comeram minha namorada. Os dois vão embora. Cada um pra sua casa. Às 23h toca a campainha. Saio pra abrir e era o Rana. Rana: "Abre a porta, vai, promíscua" Eu: "Vai tomar no seu cu, seu imbecil do caralho" Lu: "Amor, quem é?" Rana: "Mano, abre ou eu derrubo a porta e todo mundo vai saber o quão promíscua você é e o quanto sua namorada é uma puta" Eu: "Boca suja do caralho, cala a boca, otário" Lu: "Chega, amor. Abre a porta" Ela se aproxima pra ver o que estava acontecendo e vê que era o Rana e abre a porta pra ele Rana: "Como prometi, vim dormir com você. Posso?" Eu: "Fecha a porta, Lucía, por favor" Lu: "Claro que pode, óbvio. Vem, entra" Rana: "Falei que ia vir dormir com você e cumpri" Eu: "Para de falar merda e vai embora" Lu: "Para de encher o saco, mano" Rana: "Seu namorado é um baita de um otário, hein" Eu: "É uma piada o rei dos otários me chamar de otário ahaha" Lu: "Ele é um corno promíscuo incrível" Rana: "Cara, por que você não vai embora e nos deixa sozinhos. Não precisamos de você" Eu: "Filho da puta, vou te encher de porrada" Lu: "Fim da discussão. Vamos" e agarra a mão do Rana, sorrindo, e o leva pro quarto. Rana: "Otário do caralho, olha só, sua namorada quer dormir comigo" Eu: "Gordo otário. Quem vai querer dormir com um saco de bosta como você?" Lu: "Gorda é você, olha essa ahaha" tirando o pau dele da calça e levando à boca. Rana: "Faz um bom boquete, garota puta, vai" Eu: "Seu arrombado, vou me mandar daqui" Lu: "Faz o que quiser" e enfia o pau dele na boca de novo Rana: "Chama seu pai pra ele vir comer essa puta também" Eu: "Chamo sua mulher, melhor ainda, pra ela ver que tipo de otário escolheu pra marido" Lu: "Chama quem você quiser. Eu gosto de festinha ahaha" Rana: "Hahahaha então cheguei na hora certa ahaha" Eu: "Hahaha Ri à vontade. Inclusive, vou aí na sua casa buscar sua mulher" Lu: "Hahaha e quando ela vir esse pintinho, vai preferir continuar sendo uma corna feliz ahaha" Rana: "Lu, quero que você mostre pra esse promíscuo como você me come" Eu: "vou lá buscar sua mulher" e abro a porta Lu: "leva as chaves assim não atrapalha pra gente abrir" Rana: "chama ele pra vir aqui e ver como te fode" olhando pra Lu Eu: "chamo sua mulher e fode tudo pra você, pelotudo de merda" Lu: "chama ela. Já te falei, quando ela vir seu pintinho, vai preferir continuar sendo corna haha" Rana: "você vai me deixar excitado, cara, vem aqui e vê como eu fodo sua namorada" Eu: "vou buscar sua mulher" Lu: "melhor assim. Vai, vai lá. Nós esperamos ela aqui. A gente inclui ela na festinha haha" Rana: "nem pense em sair porque eu te mato, cara de merda" Eu: "você não consegue matar ninguém, seu pelotudo. Se olha no espelho pra ver o que você é" Lu: "ele não vai a lugar nenhum, adora me ver dando pra outros" Rana: "óbvio que ele adora. Esse promíscuo aqui ama te ver transando comigo" Eu: "ok, agora eu volto. Transem à vontade" e saio Lu: "ok, tchau" Rana: "viado de merda, vem aqui, usa a palavra: buceta da sua mãe" grita pra mim vendo que abro e saio Eu: "se diverte. Já volto. Não sinta saudades" Lu: "para, Rana. Vem, ele não vai a lugar nenhum. Faz todo esse circo pra não parecer tão corno, mas adora ver como me comem" Rana: "ele não vai não. Esse é um pelotudo. Quando a gente saía com o pai pra transar, o imbecil contava pra mãe" Eu: "que filho da puta que você é, usa a palavra: buceta da sua mãe" volto a abrir a porta e vou pra cima pra bater nele Lu: "o que eu te falei. Faz todo o circo e adora ver como me comem" Rana: "some daqui, pelotudo, que eu te mato" me empurra me afastando Eu: "reza pra eu não te matar, usa a palavra: buceta da sua mãe" Lu: "relaxa, Jeremías, para um pouco" tentando segurar pra eu não bater Rana: "se você me tocar, eu te mato" Eu: "sai da minha casa, usa a palavra: buceta da sua mãe, porque eu vou te matar" e dou um soco no abdômen dele. Ele cai no chão, sem ar, e começo a bater. Lu: "solta ele, imbecil, para, solta, você vai matar ele, para" Rana: "joga algo nele. Tira ele de cima" Eu: "vou te matar, filho da puta, vou te matar" Lu: "você tem que se acalmar Jeremías por favor você vai matar ele por favor deixa ele você vai matar ele" Rana: "usa alguma coisa pra bater nele" e Lu puxa meu cabelo e me tira de lá Eu: "um soco você ia tomar filho da puta, covarde, a boceta da sua mãe" enquanto Lu me puxava pra me tirar Lu: "uma hora você tinha que reagir covarde. Não pode ser que me comam na sua frente e você permita" gritando comigo e me encarando Rana: "vem aqui puta vem. Agora sim esse filho da puta vai saber o que é bom" e agarro ele pelo braço e meto outro soco, que acerta no braço quando ele se protege Eu: "toca nela mais uma vez e eu te mato" Lu: "você vai embora" olhando pro rana. Rana: "Eu que vou embora?" Eu: "já vai embora filho da puta. Vou te matar" Lu: "é sim. Olha como eu te deixo. Vai embora agora" estava todo vermelho com a roupa esticada. O rana foi embora e eu fiquei chorando de raiva. Tava com vontade de continuar batendo nele. Lu me abraçou e disse que finalmente eu tinha reagido numa situação dessas. Que ela queria que um dia eu reagisse assim pra ela se sentir amada e desejada por mim e que não era um pedaço de carne que só tava ali pra dar prazer sexual. Nem transamos aquela noite porque eu só queria brigar. Na verdade quebrei a mão porque bati na parede e só percebi no outro dia quando amanheci com dor e a mão inchada.
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