Yamila se masturbava deixando o pau firme e reto, exceto pela cabeça do pênis que estava tão ereto que o frênulo inclinava a cabeça levemente para baixo. Como se a pele ficasse pequena para tamanha ereção. Yamila não tirava os olhos de Dominga, que estava se despindo, já que a primeira transa foi com a roupa no corpo porque não deu tempo de frear tamanha atração. Yamila caminha até Dominga e a manipula de um jeito que a deixa de quatro, com os ombros apoiados na cama. Coloca a cabeça da rola entre os lábios vaginais e introduz um pouco da cabeça e, quando tem certeza, dá uma estocada brutal, enterrando o pau inteiro na buceta molhada da Dominga. Ela responde ao gesto com um gemido que foi de prazer, mas também de dor. Yamila mexe os quadris e fura bem forte em Dominga. Cada estocada faz as tetas dela balançarem e faz Dominga fechar os olhos. A cama bate na parede e parece que vai desabar, mas Yamila não perdoa e continua forte e mais forte, e a cada gemido ela aumenta a velocidade, como se quisesse deixar claro que ela é a melhor comedora do universo. Poucas vezes Yamila tinha comido mulheres, se pagam ela faz sem problemas, mas dessa vez sentiu uma atração desmedida. O barulho da cama, mais os gemidos, mais a tempestade lá fora, deixavam Yamila mais tesuda. Yamila aperta as tetas dela e, do nada, cospe na cara de Dominga. Ela fica meio surpresa com a cusparada que agora escorre pela boca e pelas bochechas, mas se deixa levar, porque logo depois de cuspir, Yamila a beija de língua e dá um longo beijo apaixonado, e depois cospe de novo e dá tapas na cara dela. Dominga se deixa manipular como a puta entregue que é. As pernas de Yamila começam a tremer. As mãos de Dominga pressionam o colchão e se fecham com força. A buceta de Dominga solta água vaginal e deixa uma poça enorme no colchão, e Yamila grita enquanto inunda a buceta de Dominga de porra. Porra bem branca que transborda e escorre da buceta dela descendo pela perna. Yamila tira o pau ainda duro devagar e se deixa cair na cama. Dominga, ainda tremendo e suspirando, bate uma pra Yamila e faz sair mais jatos de porra, segurando o pau na mão até ele começar a murchar. As duas dormem juntas, exaustas de uma culiada tão monumental que nenhuma jamais esqueceu, e embora tenham se encontrado mais vezes, nenhuma outra foi igual à primeira. Onde a rola de Yamila ficou vermelha e dolorida. No dia seguinte, Yamila pede permissão pra tomar banho e Dominga a acompanha, e se surpreendeu de novo com o membro de Yamila, que dormindo era enorme e visto à luz do dia era ainda mais imponente. Dominga não teve outra escolha senão chupar e bater uma pra ele enquanto tomavam banho. Assim nasceu uma boa amizade. Em noites de trabalho parado, Yamila chamava Dominga, já que ela sempre estava de bom humor pra transar, e do lado dela, Dominga tinha uma amiga com um pau descomunal sempre pronta pra satisfazê-la. Voltando ao presente, confesso que adoraria ter comido a Dominga naquela época. Não tô reclamando, agora posso comer ela quando quiser, mas ela é uma pessoa mais velha. É avó e a idade não é como naqueles dias em que ela podia exercer a putaria de forma descomunal. Hoje usa bengala e tem dificuldade com certas posições, mas ainda assim está disposta a transar, e por isso amo minha puta Dominga, a quem admiro desde criança, e poder comer ela é um sonho realizado. Antes de transar, ela me conta suas aventuras de puta e me deixa louco. Tem muitas outras histórias dela. Em breve vêm mais.
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