É uma senhora já grandinha de uma cidade pequena no Chaco. Ela cuida de um mercadinho e tem uns peitos que transbordam. Usa camisetas largas, mas mesmo assim não consegue esconder aquelas tetas com bicos duros. Quando eu era moleque, espiei ela nua tomando banho num banheiro afastado de casa e me escondi pra ver pelos buracos dos tijolos, construção típica antiga dessas cidades. A primeira coisa que me chamou atenção, provavelmente porque era a primeira vez que via, foi a buceta dela... coberta por uma moita bem grossa de pelos pretos. A segunda foram os peitos caídos, com bicos marrons e pontudos e uma auréola enorme. Dei azar que ela tomava banho de costas pra mim, então fiquei na vontade de ver melhor aquelas tetas e aquela buceta. Mas pude ver a extensão toda da bunda dela, com nádegas grandes e cheias de celulite enquanto o sabão escorria. A terceira coisa que mais gostei foram os pés dela. Pés lindos, branquinhos, com unhas grandes e um dedão que parecia uma delícia. Nunca pensei que ia bater punheta pensando nos pés dela. Graças a deus, naquela região o pessoal usa chinelo porque quase não faz frio. Então ela exibia aqueles pés lindos o ano inteiro. As unhas eram pintadas de preto, mas o esmalte ia saindo com o tempo. Naquele verão, minha grande atividade era vê-la tomar banho e depois bater punheta até dormir. Uma vez ela cortou as unhas pelada, apoiando os pés num banquinho. Outro dia ficou se penteando por muitos minutos, e outra vez depilou as pernas e a buceta — claramente eu tava no paraíso. Mas anos depois, muitos anos depois, estando na cama com ela, ela me confessou que fazia tudo de propósito porque sabia que eu tava olhando. Essa velha safada me contou milhares das aventuras dela. Uma vez subornou um enfermeiro que tava de plantão no hospital pra deixar ela sozinha num quarto vazio, e ela poder levar um cara que conhecia desde criança e que tinha voltado pra cidade depois de muitos anos com a família e os filhos. Pagou o enfermeiro e Ela se deitou numa maca e depois de um tempo o rapaz chegou e eles transaram gostoso e sem parar por várias horas. A capa da maca ficou cheia de porra e fluidos, a ponto de a Dominga levar pra lavar e devolver no dia seguinte. Quando ela tava com vontade de dar, ela ia pra estrada onde geralmente tem travestis esperando os caminhoneiros. Ela se oferecia pros motoristas e não pedia nada em troca, contanto que fizessem uma boa foda, ela ia embora feliz, embora o apetite vaginal dela geralmente precisasse de vários caminhoneiros até ser saciado. Uma noite ela viu um filme meio erótico e com a buceta pegando fogo começou a enfiar um pepino, dessa vez nem lavou, coisa que sempre fazia, mas a pressa daquela xota que já tava latejando não deu tempo. Ela enfiou o pepino com violência e repetição até gozar duas vezes, mas não foi suficiente, então pensou em ir pra estrada dar pra alguém, mas uma tempestade muito forte começou a cair. Na estrada tinha 4 travestis se abrigando num ponto de ônibus. A área começou a alagar, o que desanimou as travas e elas decidiram ir embora, só uma ficou caso chegasse algum gato. Era uma transexual morena chamada Yamila, que tinha muitas dívidas e precisava sustentar dois sobrinhos. Ela tomava uma garrafinha de café com conhaque pra esquentar, e depois de um gole chegou a Dominga no ponto e perguntou se tinha caminhoneiros, e ambas concluíram que ninguém ia passar porque é comum um rio transbordar e ninguém conseguir cruzar a estrada. Yamila disse que ia esperar mesmo assim porque precisava conseguir dinheiro de qualquer jeito. Ambas continuaram esperando e as conversas foram surgindo, depois de uma hora a conversa derivou pra tamanhos de paus e Dominga disse que gosta de rolas que dá pra segurar com as duas mãos, ou seja, usando todos os dedos. "Você gosta de paus grandes?" e ela concordou com a cabeça. Dominga perguntou se os motoristas dão pra ela ou se ela é passiva, e ela respondeu que tem um pouco de tudo, mas geralmente Passiva, mas tem um cliente que curte paus grandes e ela costuma pegar ele. Ela gosta de paus grandões igual você, e as duas riem, ou seja, você tem um pauzão, diz a Dominga. Já com um ar de amizade e intimidade, a Yamila puxa o pau por baixo da minissaia e, depois de se masturbar um pouco, aparece um pênis ereto, grosso, cheio de veias, com uma leve inclinação pra esquerda e uma cabeça avermelhada que vai ficando cada vez mais à mostra.
Como a conversa já tinha passado pelos problemas financeiros da Yamila, a Dominga propõe um acordo e diz: "Aqui comigo tenho 30 conto (daquela época) e posso completar o pagamento com mercadoria, porque tenho um kiosque. Serve? Assim você não volta de mãos vazias e me come." Yamila sorri e leva a mão da Dominga pro pau dela, bate uma e depois chupa. Yamila pergunta: "E como é que eu sei que você vai me dar a mercadoria?" Dominga responde: "Me come aqui, assim a gente se satisfaz e depois vamos pra casa."
Assim fizeram. Yamila colocou a Dominga de quatro e enfiou o pauzão moreno no meio daquelas bundas enormes. Desde a primeira enfiada, a Dominga começou a gemer e não parou até uns 15 minutos depois, quando a Yamila tirou o pau, espalhando porra pra todo lado, e a Dominga, mesmo com o pau pra fora, ainda respirava ofegante, e a buceta dela escorria pelas pernas. Yamila sentou, exausta, e a Dominga via como o pau dela roçava no próprio umbigo, deixando um rastro de porra. Dominga se aproxima e dá uma lambida no umbigo da Yamila, puxando o fio de porra e dizendo: "Que barriguinha gostosa que você tem, e a porra também é gostosa."
Já na casa da Dominga, tomaram um café pra esquentar. Pra ver o pepino usado, a Dominga pede pra Yamila ficar de quatro. Ela cuspiu no cu dela e massageou. Também bateu uma pra Yamila como se estivesse ordenhando uma vaca, até enfiar o pepino. E foi aumentando a velocidade aos poucos, até que a Yamila treme de prazer e solta uma descarga exagerada de porra, enquanto grita e geme. Dominga beija as nádegas dela. A pajeada, dessa vez, com calma. Depois de um tempo, Yamila guarda os produtos do kiosque numa bolsa e Dominga agradece por ela ter sido boazinha, mas Yamila diz que ainda não terminou, que ainda falta uma boa trepada, que ela só tá recarregando as energias. Continua.
Como a conversa já tinha passado pelos problemas financeiros da Yamila, a Dominga propõe um acordo e diz: "Aqui comigo tenho 30 conto (daquela época) e posso completar o pagamento com mercadoria, porque tenho um kiosque. Serve? Assim você não volta de mãos vazias e me come." Yamila sorri e leva a mão da Dominga pro pau dela, bate uma e depois chupa. Yamila pergunta: "E como é que eu sei que você vai me dar a mercadoria?" Dominga responde: "Me come aqui, assim a gente se satisfaz e depois vamos pra casa."
Assim fizeram. Yamila colocou a Dominga de quatro e enfiou o pauzão moreno no meio daquelas bundas enormes. Desde a primeira enfiada, a Dominga começou a gemer e não parou até uns 15 minutos depois, quando a Yamila tirou o pau, espalhando porra pra todo lado, e a Dominga, mesmo com o pau pra fora, ainda respirava ofegante, e a buceta dela escorria pelas pernas. Yamila sentou, exausta, e a Dominga via como o pau dela roçava no próprio umbigo, deixando um rastro de porra. Dominga se aproxima e dá uma lambida no umbigo da Yamila, puxando o fio de porra e dizendo: "Que barriguinha gostosa que você tem, e a porra também é gostosa."
Já na casa da Dominga, tomaram um café pra esquentar. Pra ver o pepino usado, a Dominga pede pra Yamila ficar de quatro. Ela cuspiu no cu dela e massageou. Também bateu uma pra Yamila como se estivesse ordenhando uma vaca, até enfiar o pepino. E foi aumentando a velocidade aos poucos, até que a Yamila treme de prazer e solta uma descarga exagerada de porra, enquanto grita e geme. Dominga beija as nádegas dela. A pajeada, dessa vez, com calma. Depois de um tempo, Yamila guarda os produtos do kiosque numa bolsa e Dominga agradece por ela ter sido boazinha, mas Yamila diz que ainda não terminou, que ainda falta uma boa trepada, que ela só tá recarregando as energias. Continua.
1 comentários - A domingueira